Não podemos esquecer aqueles que se sentem necessitados de mobiliar seus gabinetes e, durante buscas e apreensões, só têm olhos para os objetos que combinem com a decoração ou que ainda não tenham em seus domínios, como geladeiras e sofás. Nem se importam se tais itens são os únicos a guarnecerem a residência ou que não tenham qualquer vínculo com a atividade criminosa. Imaginem a cena de mamadeiras e papinhas sendo retiradas da geladeira.
Quem acha que isso só ocorre no Haiti, Libéria ou nos territórios dominados pelas FARC está enganado. Acontece também aqui, nas nossas barbas, diante da inércia da maioria.
uma luz no fim do tunel
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Justiça manda indenizar policial vítima de PAD por emitir opinião.
Por Diretor Presidente – SINPRFMT
Paulo Pimenta, hoje com 38 anos, é ex-escrivão da Polícia Federal, ex-vice-presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Acre e vítima de um Processo Administrativo Disciplinar por manifestar suas opiniões. Pimenta é o autor de um artigo publoicado no site da fenapef com o título “O Haiti é aqui?” onde “ousou“ criticar o excesso de delegados dentro do DPF. Ele foi perseguido e punido com suspensão de oito dias pela sua ousadia. Em razãpo de motivos pessoais e falta de valorização dentro do Departamento, Pimenta pediu exoneração em dezembro de 2009.
Pois bem, quase dois anos depois da saída do policial dos quadros da PF, a Juíza Federal Ana Carolina Dias Fernandes, numa tacada só, anulou a punição e obrigou o DPF a retirar a mesma dos assentamentos funcionais de Pimenta. Além disso, a magistrada determinou a União a ressarcir os R$ 800 da punição referente à suspensão e pagar R$ 10 mil a título de indenização por danos morais.
Em seu despacho a Juíza ressalta que a imposição do silêncio, de modo a impedir a livre manifestação de idéias, sob pena de imposição de sanção administrativa, contraria o espírito da Constituição Cidadã. “Cabe destacar que os policiais federais não se encontram em um mundo à parte, sem a proteção oferecida pela Constituição, que, como cediço, assegura a todos os brasileiros, sem fazer qualquer discriminação acerca de sua condição de militar ou civil, uma imensa gama de direitos fundamentais.”
Paulo Pimenta falou à Agência Fenapef logo depois que se desligou da Polícia Federal. Em um dos trechos da entrevista (Leia abaixo) ele ressaltava que os policiais devem continuar lutando. “O DPF vai além dos delegados. É maior que qualquer dirigente. Estes passam, a instituição fica. Novinhos ou antigões, estão todos no mesmo barco e se remarem juntos, chegarão mais cedo onde querem e onde a sociedade deseja: numa Polícia Federal melhor, mais justa e coesa”.
Fonte: Agência Fenapef
Entrevista
‘O DPF vai além dos Delegados. É maior que qualquer dirigente’
Paulo Pimenta tem 37 anos é Especialista em Públicas e Gestão Governamental e agora ex-policial federal. Escrivão de Polícia Federal e vice-presidente do SINPOFAC – Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Acre, Pimenta foi exonerado, a pedido, em dezembro de 2009. Em tempos em que a carreira na Polícia Federal atrai milhares de pessoas a prestarem concurso público, o policial deixa o DPF levando ao mesmo tempo, boas lembranças e decepção.
Em entrevista à Agência Fenapef, ele ressalta que a falta de valorização e reconhecimento ao cargo de escrivão, a falta de oportunidades para participar de cursos, de reciclagens, de missões foram decisivos para o pedido de exoneração. “Além disso, o fato de sermos tratados como policiais de segunda categoria por parte dos dirigentes também influenciou na decisão”, frisa.
Agência Fenapef – A Polícia Federal na qual você ingressou é a mesma que imaginava vendo a instituição de Fora?
Paulo Pimenta – Infelizmente, não. Quando entrei no DPF imaginei que a estrutura oferecida fosse outra. Achei que encontraria profissionalismo, reconhecimento e valorização dos servidores por parte do DPF. Reconhecimento e valorização o DPF tem, dos seus muros para fora, pela sociedade. Internamente, não há isso, principalmente no cargo de escrivão.
Fenapef – Sempre quisesse ser policial. Como chegasse à PF e quanto tempo permaneceu?
Pimenta – Sempre quis ser Policial Federal. Minha primeira tentativa foi em 2001, mas fiquei na prova física. Em 2004 me preparei melhor, com mais antecedência e consegui a tão sonhada aprovação. Permaneci exatos 2 anos e 11 meses que não serão esquecidos nunca.
Fenapef – No momento em que muitos sonham em ingressar na Polícia Federal você faz o caminho inverso. Qual o motivo?
Pimenta – Primeiramente motivos pessoais pesaram na decisão. Outro motivo, tão importante quanto o primeiro, foi a falta de valorização e reconhecimento do cargo de escrivão, fato notório no DPF. Falta de oportunidades para participar de cursos, de reciclagens, de missões, além do fato de sermos tratados como policiais de segunda categoria por parte dos dirigentes também influenciou na decisão.
Fenapef – Qual sua maior alegria e/ou realização enquanto policial federal?
Pimenta – A primeira é ter sido escrivão de Polícia Federal. Me orgulho muito disso. E de ter a oportunidade de ver o reconhecimento pelo trabalho bem feito estampado nos olhos dos cidadãos, na hora em que ele é realizado e poder contribuir para tornar nosso país um pouco mais justo. E ter feito verdadeiros amigos no DPF.
Fenapef – Quais as frustrações que você leva?
Pimenta – Ter passado por um concurso concorridíssimo, ter enfrentado um curso de formação exigente, ter me capacitado para ser policial e não ser tratado como um. Ser considerado, por ser escrivão, como policial menos capacitado, só lembrado quando não há mais ninguém a ser chamado ou quando ninguém quer fazer o trabalho. Ver algumas nulidades sendo premiadas por serem deste ou daquele cargo ou por serem puxa-saco também é frustrante para o bom servidor.
Fenapef – Você sofreu com um Processo Disciplinar por ter escrito um artigo que desagradou alguns. Como encarasse esse processo?
Pimenta – Encarei de forma tranqüila. É sabido que o DPF é feito pelos delegados e para os delegados. O que sai desse viés, o que não deixa os delegados no centro das atenções positivamente, é sumariamente descartado ou implacavelmente punido. Quando publiquei o artigo “O Haiti é Aqui” sabia que poderia sofrer conseqüências e sofri. Sabia que ia de encontro aos interesses dos delegados e que isso não passaria em branco, como não passou.
Fenapef – Houve perseguição contra a sua pessoa?
Pimenta – Não. Graças a Deus sempre me relacionei muito bem com meus colegas e todos me apoiaram, inclusive alguns pouquíssimos delegados. Outro fato que entendo importante neste episódio para não ter sido perseguido foi o fato de ter o SINPOFAC e a FENAPEF ao meu lado, sempre. Acho que isso contribuiu e muito para conter a ânsia daqueles insatisfeitos com o artigo e que queriam, a todo custo, a minha demissão.
Fenapef – Qual a sua avaliação sobre o sindicalismo na Polícia Federal?
Pimenta – Entendo que falta motivação da base para fortalecer o sindicalismo que, na verdade, é feito por ela e para ela. Alcançamos um patamar salarial que, se não é dos melhores, sem dúvida está muito longe de ser indigno e isso, infelizmente, desmotiva a participação. A turma nova é politicamente desmobilizada e, como não precisam brigar por salário, não se engajam na causa sindical que vai muito além das questões salariais. A miséria une e, definitivamente, quem está no DPF não está na miséria.
Fenapef – Qual a mensagem que você deixa para os novos policiais e para os mais antigos?
Pimenta – Que não desanimem e continuem lutando. O DPF vai além dos delegados. É maior que qualquer dirigente. Estes passam, a instituição fica. Novinhos ou antigões, estão todos no mesmo barco e se remarem juntos, chegarão mais cedo onde querem e onde a sociedade deseja: numa Polícia Federal melhor, mais justa e coesa.
Fonte: Agência Fenapef
Opinião
Por: Paulo Pimenta
A estratégia da gestão do Dr. Paulo Lacerda, de dominar o Departamento de Polícia Federal através dos delegados, deu certo. Os quadros do DPF foram inchados de autoridades e, em muitas superintendências, sequer há salas suficientes. “Arrumam-se” salas para as digníssimas autoridades e empilham os que sobram em qualquer lugar.
Contudo, se todo o problema fosse apenas a falta de espaço físico para abrigar as autoridades, definitivamente isso não seria um problema sério! O grande problema, trazido com a avalanche de delegados no DPF, foi o despreparo e a imaturidade de muitos.
Não é raro nos depararmos com um delta, que acabou de sair dos bancos acadêmicos, com 20 e poucos anos, empunhando uma Glock novinha em folha e exibindo a carteira preta, se achando “A AUTORIDADE”!
Muitos desses delegados fizeram até cursinho preparatório para realizar o teste psicotécnico, o que demonstra o seu grau de imaturidade. São os mesmos que aderiram ao “Programa Primeiro Emprego do Dr. Paulo Lacerda” e hoje engrossam as fileiras das autoridades policiais que nunca trabalharam. Mesmo com pouca ou nenhuma experiência de vida, já prendem e indiciam gente, comandam policiais com mais de 20 anos de casa e exigem não serem contrariados nunca.
Alguns, demonstrando total despreparo para a atividade, vão para boates, dão tiros na rua, são desligados de missões e nada acontece. Ao contrário, ganham chefias de presente. Essas mesmas autoridades EXIGEM que os escrivães realizem trabalhos administrativos (e até mesmo favores pessoais), ou ainda que agentes lhes emprestem coletes balísticos, pois “esqueceram” de acautelar um quando saíram pra cumprir alguma missão.
Quando contrariados, levam para o lado pessoal e acham que é insubordinação, uma afronta à autoridade, chegando ao cúmulo de expulsarem tais policiais de suas delegacias, sem se importarem com a competência e experiência dos mesmos.
Há ainda aquelas autoridades que são “ávidas por aventuras”, mas ao invés de praticarem algum esporte radical com altas descargas de adrenalina (pára-quedismo, vôo-livre, tiro prático etc), procuram o trabalho de campo (“ir pra rua”, como eles dizem) para buscar as tais “aventuras”. Nesses momentos, adentram em barracos de madeira (P1) empunhando um baita fuzil e, quando de cansam, largam o armamento no sofá da casa.
Em outras oportunidades, prendem pessoas nas ruas mais movimentadas das cidades e, na hora que “dominam a situação”, disparam a pistola “acidentalmente”, a um palmo da cabeça do preso (e o pior: às vezes na direção do colega). Obviamente, nada acontece com essas AUTORIDADES.
Mas e quando estes deltas descontrolados são representados na Corregedoria? Agora é hora da justiça? Claro que não, pois um outro delta pode, a qualquer momento, dar um despacho “técnico-científico”, alegando que a falta de educação do coleguinha é problema de berço, que a grosseria do “coitadinho” é, possivelmente, decorrente da falta de educação familiar, portanto, ARQUIVE-SE! Um primor da fundamentação jurídico-administrativa!
Não podemos esquecer aqueles que se sentem necessitados de mobiliar seus gabinetes e, durante buscas e apreensões, só têm olhos para os objetos que combinem com a decoração ou que ainda não tenham em seus domínios, como geladeiras e sofás. Nem se importam se tais itens são os únicos a guarnecerem a residência ou que não tenham qualquer vínculo com a atividade criminosa. Imaginem a cena de mamadeiras e papinhas sendo retiradas da geladeira.
Quem acha que isso só ocorre no Haiti, Libéria ou nos territórios dominados pelas FARC está enganado. Acontece também aqui, nas nossas barbas, diante da inércia da maioria.
O que os policiais comandados por um chefe desequilibrado e despreparado tecnicamente podem esperar? Só arrogância e prepotência da chefia e uma chance de pular fora do barco, antes que o mesmo afunde. E muitos já fizeram isso e não se arrependem! Ao contrário, agradecem a chance que tiveram e vivem hoje em mar de Almirante.
Obs: Esta é uma história de ficção. Qualquer semelhança com fatos e pessoas reais terá sido mera coincidência…
Paulo Pimenta é Escrivão de Polícia Federal, vice-presidente do SINPOFAC – Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Acre.
Fonte: Agência Fenapef
LÁ ELES USAM CARTEIRA PRETA (TODOS, INCLUSIVE OS MAJURAS).
AGORA, VAMOS LÁ. :
QUANDO O FILHO DA PUTA VAI PAGAR O AUMENTO DE 15% (VAI ENROLAR QUANTO TEMPO ATÉ SANCIONAR ESSA PORRA) ???? ?????????????????????????????????
QUANDO O CORNO VAI PAGAR A INSALUBRIDADE SOBRE O SALÁRIO BASE (DECISÃO QUE NÃO CABE MAIS RECURSO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL) ????????
????????????????????????????????????????
QUANDO AQUELE PILANTRA VAI PAGAR O ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO DE ACORDO COM O LOCAL E NÃO PELO CARGO , (TODOS RECEBERÃO IGUAL AO DO DELEGADO DE POLÍCIA, MEDICO LEGISTA E PERITO CRIMINAL), DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ???????????????????
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QUANDO O SAFADO VAI CUMPRIR O MANDADO DE INJUNÇÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DEIXAR OS POLICIAIS VELHOS E CANSADOS DE APOSENTAREM ???????
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QUANDO O ESCROTO VAI PAGAR O QUINQUÊNIO E A SEXTA PARTE SOBRE O SALÁRIO INTEGRAL E CUMPRIR DE UMA VEZ AS DECISÕES DA JUSTIÇA ???????????????
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QUANDO ESSE MALDITO VAI CUMPRIR A DATA BASE DOS POLICIAIS CIVIS, LEI QUE ELE MESMO CRIOU (MARÇO E NÃO JULHO )???????????
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QUANDO SERA QUE A BOSTA DO PSDB VAI PARAR DE REINAR AQUI EM SP E TODOS ESSES MALDITOS VÃO CAIR FORA DESSA TERRA E DEIXAR QUE PESSOAS CUMPRIDORAS DE LEIS E DA DEMOCRACIA ASSUMAM ESTE ESTADO E TENTEM RECUPERAR O ESTADO DE DIREITO ????????
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QUANDO SERÁ QUE VAI SE ENCONTRAR PARA SEMPRE COM O MARIO COVAS E O ORESTES QUERCIA
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Tudo que fo idito acima será cumprido quando o supremo exercer de fato asupremacia de
poder que lhe foi dado pela “constituição cidadã”,a mesma que o próprio supremo tambem não cumpre e não faz cumprir por não ter independencia para contrariar poderosos .Ou talvez quando o Supremo tiver mais juízes do que políticos.
Ou talvez quando o supremo decretar intervençao no estado de são paulo em razão de sucessivos descumprimento da tal constituição cidadã, a mesma que recebe dos politicos
e dos proprios membros do judiciário tratamento e respeito identico ao que o cidadão brasileiro tem recebido. Aliás, denominar aconstituição de”cidadã, foi um deboche,uma,galhofa.
Caros policiais, olhen para essa constituição e percebam que os bandidos tem mais direitos e garantias que voces. ” leis de bandidos para bandidos”e a festa está feita, mas voces nunca serão convidados. Bandidos dominam tudo por isso voces ficarão sempreno patamar em que estão. no sub solo.
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19/10/2011 18h14
Tribuna
Da Redação
Parabéns aos bancários
“Parabenizo o Sindicato e todos os bancários por conseguirem conquistar um aumento real salarial com muita garra, luta e força”, disse Luiz Claudio Marcolino (PT). Segundo o deputado, a negociação foi difícil, mas a categoria teve o apoio dos deputados e, ao final, os trabalhadores conseguiram mexer no piso da Convenção dos Bancários. Marcolino afirmou que os bancos recebem cerca de R$ 5 milhões em arrecadação de tarifas e, para ele, “os banqueiros deveriam devolver o dinheiro, contratando mais trabalhadores e aumentando seus salários.” (GN)
Assédio no Metrô
José Candido (PT) disse que o Sindicato dos Metroviários está em campanha contra o assédio sexual no transporte metropolitano, para que as mulheres que forem assediadas que não se sintam constrangidas e possam fazer denúncia anônima. De acordo com o Metrô e a CPTM, até o mês de julho desde ano foram registrados 43 casos. O deputado citou alguns casos, como o da estudante de 21 anos que foi molestada pelo advogado Walter Dias Cordeiro Júnior. “Estou fazendo a denúncia e pedindo para as mulheres denunciarem cada vez que acontecer, para que esses homens sejam punidos”, finalizou Candido. (GN)
Ordem é progresso
“É impossível admitir os escândalos que são publicados pela imprensa diariamente. Eu tenho falado nesta tribuna sobre a corrupção brasileira, o que é uma vergonha!”, disse Welson Gasparini (PSDB). Segundo o deputado, se o poder judiciário funcionasse não existira a corrupção. De acordo com o parlamentar, é preciso que o Congresso Nacional reformule as leis e que o poder judiciário tenha os recursos materiais funcionais necessários para que haja justiça no país. Para Gasparini, “é preciso que o Brasil seja um país sério e, para tanto, é preciso que se mude a frase na bandeira nacional, para Ordem é Progresso.” (GN)
Reestruturação da Polícia
Olimpio Gomes (PDT) comentou o desespero dos policiais civis e militares e dos agentes penitenciários por não terem ainda um parecer do governo sobre os projetos aprovados pela Assembleia Legislativa. O deputado lembrou que nesta quarta-feira, 19/10, fez uma semana que a Casa aprovou as proposições que reestruturam suas carreiras e salários. (GN)
Sem título
Carlos Giannazi (PSOL) participou nesta quarta-feira, 19/10, da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o Ensino Superior no Estado de São Paulo. Segundo o deputado, hoje está em pauta a privatização do ensino no Brasil: “A educação se tornou uma grande mercadoria”, que ele atribui à política educacional neoliberal, do Estado mínimo e da privatização. O parlamentar comentou que existe projeto para contratar professores sem titulação para lecionar nas nossas universidades. “Se o projeto for aprovado, não haverá mais necessidade de professores com mestrado e doutorado nas nossas universidades”, finalizou. (GN)
Fórum da Lapa
Luiz Claudio Marcolino(PT) novamente comentou a liberação de recursos para a construção do Fórum da Lapa. Marcolino lembrou que mesmo com o projeto de engenharia já entregue, a construção não pode ser iniciada porque o governo alega não possuir recursos para iniciar a obra. O parlamentar pediu auxílio dos colegas para apressar a liberação, pois os juízes não têm espaço adequado para atender a população.(FG)
Orçamento participativo
Hamilton Pereira(PT) levantou a questão do aumento do orçamento do Estado de São Paulo que, segundo o parlamentar, vem tendo um crescimento de 10% a 15% ao ano. Pereira ainda defendeu a política do orçamento participativo, como uma forma de possibilitar melhor divisão dos recursos entre as cidades paulistas, medida fundamental para um desenvolvimento mais equilibrado. Entretanto, Hamilton Pereira lembra que, para isso, seria necessário haver maior relacionamento da Comissão de Finanças com os prefeitos.(FG)
Pedágios
Donizete Braga(PT) falou sobre a audiência realizada na Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado de São Paulo), na qual ele esteve junto com o deputado Roberto Morais (PPS) para discutir a questão dos pedágios. Para o parlamentar, o preço atual que é pago nos pedágios das estradas paulistas é abusivo e dificulta a vida de todos os habitantes no Estado de São Paulo. Para Braga, esse é um assunto de interesse não somente da população, mas também dos prefeitos e deputados.(FG)
Recolher não, acolher sim
Jooji Hato (PMDB) elogiou a lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas para adolescentes e prevê de multa a interdição do local infrator. “Essa lei já existe na área criminal, mas nunca vemos alguém processado ou preso por vender bebida a menores”, comentou. Hato também se referiu ao Projeto de Lei 768/2011, de sua autoria, que veda o trânsito e a permanência de menores de 18 anos desacompanhados de responsável em ruas e locais de frequência coletiva das 23h30 às 5h. Segundo o deputado, o projeto é de acolher e não de recolher: “Acolher para o futuro e acolher nossos adolescentes para a vida”, completou. (IR)
Transparência
Fernando Capez (PSDB) manifestou descontentamento com o fato de a Mesa não colocar em discussão a PEC 3/2009, que prevê reduzir o tempo de serviço das policiais femininas para a aposentadoria, e projetos de lei como o 947/2011, que propõe criar o Portal da Transparência, a fim de disponibilizar para a população informações sobre o repasse de recursos públicos a entidades. “Isso não é apenas falar em transparência, mas colocar em prática a efetiva transparência”, completou. “Gostaríamos que mais projetos de deputados fossem discutidos. Contamos com a sensibilidade da Mesa”, afirmou. (IR)
Faltam policiais
Luís Carlos Gondim (PPS) afirmou que faltam policiais na região do Alto do Tietê. “Não são feitas contratações, apenas transferências. No 17º Batalhão da Polícia Militar de Mogi das Cruzes faltam cerca de 280 homens”, declarou. O deputado analisou a falta de homens e viaturas em Suzano: “No seccional de Mogi das Cruzes faltam dois ou três delegados, já na região de Itaquaquecetuba, há 400 mil habitantes e o número de policiais não é suficiente”. O parlamentar afirmou que pedidos de contratação de funcionários para essas regiões já foram encaminhados para o secretário de segurança pública, Antônio Ferreira Pinto. (DA)
Hospital das Clínicas
“Esse projeto é extremamente polêmico e, se aprovado estaremos sinalizando ao Brasil que é impossível fazer saúde pública de qualidade no país”, declarou Edinho Silva (PT). O deputado referia-se ao Projeto de Lei Complementar 79/06, pronto para a Ordem do Dia, que transforma o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) em autarquia de regime especial. Ou seja, caso o projeto seja aprovado, o hospital passa a ser uma entidade auxiliar da administração pública. Segundo Silva, “o paciente do SUS será atendido de maneira diferenciada em relação aos que têm condições de pagar e isso é inaceitável”. (DA)
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Constituição Cidadã . .estado demoniocrático de Direito ????????
quem pode levar a sério um estado que quer se impor e afirmar laico e no preâmbulo da CRFB insere “”” sob a proteção de Deus “””” ???????
05101988 vinte e um anos de falácia . . .de geraçao em geração, controle, entorpecimento e genocídio . . .
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tá vendo? Lá tambem tem delegado bombadinho. So faltou arrancar a samba canção do escrivão.
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