POLICIAIS CIVIS E FEDERAIS SUSPEITOS DE FORJAR BOs. PARA EXTORQUIR 12

SP: 16 policiais são suspeitos de forjar BOs para extorsão
04 de novembro de 2010 07h11 

A Polícia Federal e o Ministério Público Estadual de São Paulo investigam um delegado, dez policiais civis e cinco policiais federais suspeitos de forjar boletins de ocorrência para extorquir dinheiro de donos de postos de combustível. As falsas ocorrências eram registradas na delegacia da Polícia Civil no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP). Um dos suspeitos de chefiar o esquema é Carlos Alberto Achôa Mezher, ex-chefe da delegacia, que nega as acusações. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a investigação, funcionários do aeroporto recebiam entre R$ 100 e R$ 300 para registrar boletins de ocorrência previamente combinados com os policiais. Nos BOs, os denunciantes contavam que, ao abastecer seus carros em um posto, viam caminhões-tanque sem identificação descarregar combustível. Na queixa, eles diziam ainda que haviam pedido nota do combustível por terem ficado desconfiados, mas alegam que o dono não a apresentava e por isso decidiam denunciar o caso à polícia. A PF suspeita que foram registrados ao menos 50 boletins contra postos. Ainda não se sabe se os donos chegaram a aceitar a extorsão nem o critério de escolha dos postos.

Um Comentário

  1. Gente fina esse Achôa, né? Deu na FSP: “05/06/2010 – 08h40 – Mulher de delegado de SP vende serviços de segurança
    DE SÃO PAULO
    Hoje na Folha A Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo investiga o delegado Carlos Alberto Achôa Mezher, chefe da delegacia do aeroporto de Cumbica, sob a suspeita de que ele explore o ramo da segurança privada com uma empresa registrada em nome de parentes, informa reportagem de André Caramante publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
    A suspeita é de que ele seja o verdadeiro dono da Cerco Segurança Patrimonial e Vigilância Ltda., em nome de Mague Achôa Mezher e Patrícia Verginelli Mezher –mulher do delegado. A empresa oferece serviços que são atribuições do policial: “pronta resposta” para sequestro e ameaças de bomba, por exemplo.
    A empresa firmou nos últimos anos contratos de mais de R$ 4 milhões com o Estado e a Prefeitura de São Paulo, segundo documentos da investigação.
    A Lei Orgânica da Polícia Civil não veda participação de policial como cotista de empresa privada, muito menos de seus parentes, mas o policial não deve participar do dia a dia da empresa, seja qual for seu ramo.
    Questionado pela reportagem, Mezher afirmou não ter nenhum tipo de vínculo com a Cerco. “Não estou sabendo [de investigação da Corregedoria da Polícia Civil], não estou sabendo de empresa de segurança, eu não estou sabendo de nada”, disse.”

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  2. Se a Corregepol e MP investigarem os BOs, os flagrantes, os IPs da Roubo a Banco/DEIC à época do ex xerife do PCC, vão encontrar coisas bem piores, tais como: flagrantes forjados, escutas telefonicas manipuladas, ladrões de banco que “fugiram” com malote, uso da máquina para serviços particulares dos bancos, propina da FEBRABAN, dentre outras coisas bem piores, inclusive, sequestro em que diheiro do resgate recuperado não seria entregue à vítima, caso não tivessem sido ameaçados de denúncia na Corregepol.

    Lá existia uma verdadeira quadrilha para acharques.

    Por falar em quadrilha, os tiras que foram exonerados A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO (corrupção ativa e passiva) estão trabalhando como “gansos” para o delegado RUY FONTES no 69º DP, é claro que este trabalhinho está voltado a acharques que sabem fazer como ninguém.

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  3. engraçado o cidadão compra gasolina adulterada e vai até o aeroporto para registrar o B.0 rsrrsrsrrs será que era gasolina de avião rsrrrsrsr que falta de criatividade Doutor

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  4. Mezher tu não quis estudar! que vergonha para sua irmã magistrada estadual! Que vergonha para a família! Que vergonha para a sociedade! preferiste a vida fácil, a exemplo daquelas amigas do café f. que conheceste bem.Pede para sair!!!!!!!!!!!seu tempo e chance já passaram

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  5. anonimo

    O objetivo do ladrão de banco é de fato FUGIR COM O MALOTE.
    O fato que não é comum é uma autoridade (bandido oficial) dizer que o bandido fugiu com o malote, quando ele foi escondido no teto falso da sala do delegado para ser PARTILHADO ENTRE OS NOBRES TRABALHADORES.

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  6. Engraçado para colocar um monte de noticias falsas eh facil,pq nao investigam a vida do dr. mezher a fundo e verão que ele já vem de uma boa familia e nao ficou rico com dinheiro de corrupção…inveja é uma merda né divisionario???

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