Leandro Fortes: Verônica Serra expôs 60 milhões de brasileiros
Sinais Trocados
por Leandro Fortes, na CartaCapital
Extinta empresa de Verônica Serra expôs os dados bancários de 60 milhões de brasileiros obtidos em acordo questionável com o governo FHC
Em 30 de janeiro de 2001, o peemedebista Michel Temer, então presidente da Câmara dos Deputados, enviou um ofício ao Banco Central, comandado à época pelo economista Armínio Fraga. Queria explicações sobre um caso escabroso. Naquele mesmo mês, por cerca de 20 dias, os dados de quase 60 milhões de correntistas brasileiros haviam ficado expostos à visitação pública na internet, no que é, provavelmente uma das maiores quebras de sigilo bancário da história do País. O site responsável pelo crime, filial brasileira de uma empresa argentina, se chamava Decidir.com e, curiosamente, tinha registro em Miami, nos Estados Unidos, em nome de seis sócios. Dois deles eram empresárias brasileiras: Verônica Allende Serra e Verônica Dantas Rodenburg.
Ironia do destino, a advogada Verônica Serra, 41 anos, é hoje a principal estrela da campanha política do pai, José Serra, justamente por ser vítima de uma ainda mal explicada quebra de sigilo fiscal cometida por funcionários da Receita Federal. A violação dos dados de Verônica tem sido extensamente explorada na campanha eleitoral. Serra acusou diretamente Dilma Rousseff de responsabilidade pelo crime, embora tenha abrandado o discurso nos últimos dias.
Naquele começo de 2001, ainda durante o segundo mandato do presidente FHC, Temer não haveria de receber uma reposta de Fraga. Esta, se enviada algum dia, nunca foi registrada no protocolo da presidência da Casa. O deputado deixou o cargo menos de um mês depois de enviar o ofício ao Banco Central e foi sucedido pelo tucano Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, hoje candidato ao Senado. Passados nove anos, o hoje candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff garante que nunca mais teve qualquer informação sobre o assunto, nem do Banco Central nem de autoridade federal alguma. Nem ele nem ninguém.
Graças à leniência do governo FHC e à então boa vontade da mídia, que não enxergou, como agora, nenhum indício de um grave atentado contra os direitos dos cidadãos, a história ficou reduzida a um escândalo de emissão de cheques sem fundos por parte de deputados federais.
Temer decidiu chamar o Banco Central às falas no mesmo dia em que uma matéria da Folha de São Paulo informava que, graças ao passe livre do Decidir.com, era possível a qualquer um acessar não só os dados bancários de todos os brasileiros com conta corrente ativa, mas também o Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), a chamada “lista negra”do BC. Com base nessa facilidade, o jornal paulistano acessou os dados bancários de 692 autoridades brasileiras e se concentrou na existência de 18 deputados enrolados com cheques sem fundos, posteriormente constrangidos pela exposição pública de suas mazelas financeiras.
Entre esses parlamentares despontava o deputado Severino Cavalcanti, então do PPB (atual PP) de Pernambuco, que acabaria por se tornar presidente da Câmara dos Deputados, em 2005, com o apoio da oposição comandada pelo PSDB e pelo ex-PFL (atual DEM). Os congressistas expostos pela reportagem pertenciam a partidos diversos: um do PL, um do PPB, dois do PT, três do PFL, cinco do PSDB e seis do PMDB. Desses, apenas três permanecem com mandato na Câmara, Paulo Rocha (PT-PA), Gervásio Silva (DEM-SC) e Aníbal Gomes (PMDB-CE). Por conta da campanha eleitoral, CartaCapital conseguiu contato com apenas um deles, Paulo Rocha. Via assessoria de imprensa, ele informou apenas não se lembrar de ter entrado ou não com alguma ação judicial contra a Decidir.com por causa da quebra de sigilo bancário.
Na época do ocorrido, a reportagem da Folha ignorou a presença societária na Decidir.com tanto de Verônica Serra, filha do candidato tucano, como de Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity. Verônica D. e o irmão Dantas foram indiciados, em 2008, pela Operação Satiagraha, da Polícia Federal, por crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, sonegação fiscal, formação de quadrilha, gestão fraudulenta de instituição financeira e empréstimo vedado. Verônica também é investigada por participação no suborno a um delegado federal que resultou na condenação do irmão a dez anos de cadeia. E também por irregularidades cometidas pelo Opportunity Fund: nos anos 90, à revelia das leis brasileiras, o fundo operava dinheiro de nacionais no exterior por meio de uma facilidade criada pelo BC chamada Anexo IV e dirigida apenas a estrangeiros.
A forma como a empresa das duas Verônicas conseguiu acesso aos dados de milhões de correntistas brasileiros, feita a partir de um convênio com o Banco do Brasil, sob a presidência do tucano Paolo Zaghen, é fruto de uma negociação nebulosa. A Decidir.com não existe mais no Brasil desde março de 2002, quando foi tornada inativa em Miami, e a dupla tem se recusado, sistematicamente, a sequer admitir que fossem sócias, apesar das evidências documentais a respeito. À época, uma funcionária do site, Cíntia Yamamoto, disse ao jornal que a Decidir.com dedicava-se a orientar o comércio sobre a inadimplência de pessoas físicas e jurídicas, nos moldes da Serasa, empresa criada por bancos em 1968. Uma “falha”no sistema teria deixado os dados abertos ao público. Para acessá-los, bastava digitar o nome completo dos correntistas.
A informação dada por Yamamoto não era, porém, verdadeira. O site da Decidir.com, da forma como foi criado em Miami, tinha o seguinte aviso para potenciais clientes interessados em participar de negócios no Brasil: “encontre em nossa base de licitações a oportunidade certa para se tornar um fornecedor do Estado”. Era, por assim dizer, um balcão facilitador montado nos Estados Unidos que tinha como sócias a filha do então ministro da Saúde, titular de uma pasta recheada de pesadas licitações, e a irmã de um banqueiro que havia participado ativamente das privatizações do governo FHC.
A ação do Decidir.com é crime de quebra de sigilo fiscal. O uso do CCF do Banco Central é disciplinado pela Resolução 1.682 do Conselho Monetário Nacional, de 31 de janeiro de 1990, que proíbe divulgação de dados a terceiros. A divulgação das informações também é caracterizada como quebra de sigilo bancário pela Lei n˚ 4.595, de 1964. O Banco Central deveria ter instaurado um processo administrativo para averiguar os termos do convênio feito entre a Decidir.com e o Banco do Brasil, pois a empresa não era uma entidade de defesa do crédito, mas de promoção de concorrência. As duas também deveriam ter sido alvo de uma investigação da polícia federal, mas nada disso ocorreu. O ministro da Justiça de então era José Gregori, atual tesoureiro da campanha de Serra.
A inércia do Ministério da Justiça, no caso, pode ser explicada pelas circunstâncias políticas do período. A Polícia Federal era comandada por um tucano de carteirinha, o delgado Agílio Monteiro Filho, que chegou a se candidatar, sem sucesso, à Câmara dos Deputados em 2002, pelo PSDB. A vida de Serra e de outros integrantes do partido, entre os quais o presidente Fernando Henrique, estava razoavelmente bagunçada por conta de outra investigação, relativa ao caso do chamado Dossiê Cayman, uma papelada falsa, forjada por uma quadrilha de brasileiros em Miami, que insinuava a existência de uma conta tucana clandestina no Caribe para guardar dinheiro supostamente desviado das privatizações. Portanto, uma nova investigação a envolver Serra, ainda mais com a família de Dantas a reboque, seria politicamente um desastre para quem pretendia, no ano seguinte, se candidatar à Presidência. A morte súbita do caso, sem que nenhuma autoridade federal tivesse se animado a investigar a monumental quebra de sigilo bancário não chega a ser, por isso, um mistério insondável.
Além de Temer, apenas outro parlamentar, o ex-deputado bispo Wanderval, que pertencia ao PL de São Paulo, se interessou pelo assunto. Em fevereiro de 2001, ele encaminhou um requerimento de informações ao então ministro da Fazenda, Pedro Malan, no qual solicitava providências a respeito do vazamento de informações bancárias promovido pela Decidir.com. Fora da política desde 2006, o bispo não foi encontrado por CartaCapital para informar se houve resposta. Também procurada, a assessoria do Banco Central não deu qualquer informação oficial sobre as razões de o órgão não ter tomado medidas administrativas e judiciais quando soube da quebra de sigilo bancário.
Fundada em 5 de março de 2000, a Decidir.com foi registrada na Divisão de Corporações do estado da Flórida, com endereço em um prédio comercial da elegante Brickell Avenue, em Miami. Tratava-se da subsidiária americana de uma empresa de mesmo nome criada na Argentina, mas também com filiais no Chile (onde Verônica Serra nasceu, em 1969, quando o pai estava exilado), México, Venezuela e Brasil. A diretoria-executiva registrada em Miami era composta, além de Verônica Serra, por Verônica Dantas, do Oportunity, Brian Kim, do Citibank, e por mais três sócios da Decidir.com da Argentina, Guy Nevo, Esteban Nofal e Esteban Brenman. À época, o Citi era o grande fiador dos negócios de Dantas mundo afora. Segundo informação das autoridades dos Estados Unidos, a empresa fechou dois anos depois, em 5 de março de 2002. Manteve-se apenas em Buenos Aires, mas com um novo slogan: “com os nossos serviços você poderá concretizar negócios seguros, evitando riscos desnecessários”.
Quando se associou a Verônica D. Na Decidir.com, em 2000, Verônica S. era diretora para a América Latina da companhia de investimentos International Real Returns (IRR), de Nova York, que administrava uma carteira de negócios de 660 bilhões de dólares. Advogada formada pela Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Harvard, nos EUA, Verônica S. Também se tornou conselheira de uma série de companhias dedicadas ao comércio digital na América Latina, entre elas a Patagon.com, Chinook.com, TokenZone.com, Gemelo.com, Edgix, BB2W, Latinarte.com, Movilogic e Endeavor Brasil. Entre 1997 e 1998, havia sido vice-presidente da Leucadia National Corporation, uma companhia de investimentos de 3 bilhões de dólares especializada nos mercados da América Latina, Ásia e Europa. Também foi funcionária do Goldman Sachs, em Nova York.
Verônica S. ainda era sócia do pai na ACP – Análise da Conjuntura Econômica e Perspectivas Ltda, fundada em 1993. A empresa funcionava em um escritório no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, cujo proprietário era o cunhado do candidato tucano, Gregório Marin Preciado, ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), nomeado quando Serra era secretário de Planejamento do governo de São Paulo, em 1993. Preciado obteve uma redução de dívida no Banco do Brasil de 448 milhões de reais para irrisórios 4,1 milhões de reais no governo FHC, quando Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-arrecadador de campanha de Serra, era diretor da área internacional do BB e articulava as privatizações.
Por coincidência, as relações de Verônica S. com a Decidir.com e a ACP fazem parte do livro Os Porões da Privataria, a ser lançado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. Em 2011.
De acordo com o texto de Ribeiro Jr., a Decidir.com foi basicamente financiada, no Brasil, pelo Banco Opportunity com um capital de 5 milhões de dólares. Em seguida, transferiu-se, com o nome de Decidir International Limited, para o escritório do Ctco Building, em Road Town, Ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas, famoso paraíso fiscal no Caribe. De lá, afirma o jornalista, a Decidir.com internalizou 10 milhões de reais em ações da empresa no Brasil, que funcionava no escritório da própria Verônica S. A essas empresas deslocadas para vários lugares, mas sempre com o mesmo nome, o repórter apelida, no livro, de “empresas-camaleão”.
Oficialmente, Verônica S. e Verônica D. abandonaram a Decidir.com em março de 2001 por conta do chamado “estouro da bolha” da internet – iniciado um ano antes, em 2000, quando elas se associaram em Miami. A saída de ambas da sociedade coincide, porém, com a operação abafa que se seguiu à notícia sobre a quebra de sigilo bancário dos brasileiros pela companhia. Em julho de 2008, logo depois da Operação Satiagraha, a filha de Serra chegou a divulgar uma nota oficial para tentar descolar o seu nome da irmã de Dantas. “Não conheço Verônica Dantas, nem pessoalmente, nem de vista, nem por telefone, nem por e-mail”, anunciou.
Segundo ela, a irmã do banqueiro nunca participou de nenhuma reunião de conselho da Decidir.com. Os encontros mensais ocorriam, em geral, em Buenos Aires. Verônica Serra garantiu que a xará foi apenas “indicada”pelo Consórcio Citibank Venture Capital (CVC)/Opportunity como representante no conselho de administração da empresa fundada em Miami. Ela também negou ter sido sócia da Decidir.com, mas apenas “representante”da IRR na empresa. Mas os documentos oficiais a desmentem.
uma estelionária da mais vagabunda que já existiu no mundo
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uma estelionatária da mais vadia que já existiu no mundo
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Uma vagabunda, que só de levar o nome Serra, já é lixo. Só pensa em benefício próprio, o resto que se f… E eu quero é mais que ela se foda também, com todas as cores do Brasil.
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E que o pai dela, se é que é pai, pois dizem que é viado, que sua carreira política seja declarada falida, como a de Maluf, que nunca mais vai conseguir se eleger pra mais nada. Pronto, falei.
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acabei de entrar e fiquei com vontade de ir ao banheiro, fazer uma veronica serra, no vaso sanitário.
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Escudeiro. Não se esqueçca de dar uma boa descarga para esta “Veronica” ir embora mesmo….Se não ela fica rodando…rodando…rodando e não desce.
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no início de sua carreira Daniel Dantas, uma espécie cria de Antônio Carlos Magalhães, foi por este apresentado, em 1995, a Persio Arida, presidente do Banco Central. Estamos no primeiro governo de FHC. Persio introduziu o jovem baiano no assim chamado mundo dos negócios e, em 1998, um ano após deixar a presidência do BC, já ocupava, sem nenhum constrangimento, um cargo na diretoria do Gupo Oportunnity, fundado por Dantas e sua irmã Verônica.
Nesta mesma época, Verônica Dantas foi sócia, numa empresa paralela, de Verônica Serra, filha do então todo poderoso ministro do Planejamento, José Serra, que capitaneava o processo de privatização em massa das estatais brasileiras, um dos maiores episódios de corrupção generalizada da História deste País. E, pura coincidência, Daniel ficou com a parte do leão na área das Telecomunicações
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Os Tucanalhas tentam fazer com que o certo parece errado (e vice-versa).
Viraram os valores ao avesso e hoje, honestidade virou coisa do passado, a inversão de valores chegou a tal ponto que, os honestos são chamados de bobos, digo isto por que,
enquanto a coitadinha da Veronica filha do Serrinha, é colocada numa redoma, a delegada Joana Darc é esculachada tem a vida vasculhada e exposta pela mídia e diversas insinuaçõe
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Vamos parar um pouco para pensar, quando declaramos o Imposto de Renda, fazemos dentro da Lei, portanto todos deve saber o que a Lei determina, os honestos não devem proibir nem falar em quebra de sigilo no I.R., deve sim, é liberar o que alí consta, quantos milhares, não sabe preencher o seu imposto de Renda, é outros que o fazem. isto é balela para ¨Corruptos¨está alegando o não alegável.. Pedro Baiano72a. Mongaguá – SP
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afinal de contas pra que serve o imposto de renda,já que é extremamente sigiloso,não vejo a necessitadade de apresenta-lo, ninguém vai ver mesmo, o imposto de renda pra mim serve somente para restituição do dinheiro retido e se quiserem podem quebra-lo ao meio, veronica cachorra serra é diferente, lá ela além de omitir dados, deve estar devendo até as calcinhas para leão (também o técnico, vá saber o que esta maldita já vez por causa do dinheiro)
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não sou eu que irei julgar ninguem, agora isto não levará a nada nos policiais civis ofender a quem for, como ofender filhos ou filhas de politico,
já pensaram se ofendessem seus familiares, pois bem, não gostar do ex-governador, podemos falar que é um mau e pessimo patrão que provocou um grave conflito entre as duas policias. Depois arrumou um secretario que talvez teve no passado um conflito com delegados de policia ou então o mesmo não passou em um concurso de delegado, optou por ser mister promotor de justiça.
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1 PARTE
O Candidato a Presidência do Brasil José Em-$erra vai adotar as Cotas Raciais e as Reparações dos Negros – Afro descendentes brasileiros.
Jornal do Povão entrevista o candidato José Em-$erra
O Candidato a Presidência do Brasil José Em-$erra disse que no seu Programa de Governo vai adotar as Cotas Raciais e as Reparações, copiando as indenizações que os judeus receberam após o Holocausto da 2º Guerra Mundial, no caso dos negros seriam indenizações pelos 400 anos de escravidão negra no Brasil. O Sr. José n-$erra havia escrito um manifesto (NENHUM GENOCÍDIO (MENOS OS DOS NEGROS)DEVE SER ESQUECIDO) – POR JOSÉ EM- SERRA, Publicado na Folha de São Paulo, Opinião, em 24 de abril de 2009) contra os negros afro-descendentes brasileiros e negando suas reivindicações e concordava com Senador Demóstenes Torres (DEM-GO) que disse a estupidez defendendo que a miscigenação no Brasil se deu de “forma consensual” (ESTRUPO) e que também era contra as cotas raciais: ”Nós temos uma história tão bonita de miscigenação .(Holocausto Negro de 500 anos)(Fala-se que) as negras foram estupradas até hoje pela discriminação, exclusão social e econômica(…). Ainda segundo o jornal, o DEM considera as cotas inconstitucionais, pois iriam contra o princípio da igualdade (qual e de quem?)
Jornal do Povão: José Em-$erra, o que aconteceu com você para mudar de opinião? Você sempre foi contra as cotas raciais e benefícios á favor da raça negra afro-descendente brasileira, alias você dizia que isto era inconcebível, que os Movimentos Negros queriam dividir o Brasil em duas cores, negros e brancos, que isto era ridículo, que raça não existe, o que existe é o ser humano. (que tem cores diferentes) uma foi escravizada e injustiçada de todas as formas e sentidos e outra não foi eai,eai,eai.
José Em-$erra: Isto é uma grande mentira, é uma calunia da oposição de quando era posição.
Jornal do Povão: Mas, calma lá que confusão é essa?
Jornal do Povão: José Em-$erra: Quando eu era Governador, eu era posição e eles eram oposição. Então, o Sr. Era oposição da oposição do Presidente Lula
José Em-$erra; aquele comunista, bebum, ateu e comedor de criancinhas.
Jornal do Povão: Pêra lá, o Lula é católico.
José Em-$erra: Lula é católico, alcoólico e corintiano macumbeiro.
Jornal do Povão: Poxa, o Sr pegou pesado.
José Em-$erra: Não, nós temos que assumir, eu, por exemplo, como todos sabem, que eu sou Palmaresense.
Jornal do Povão: Não seria Palmeirense?
José Em-$erra:Não, isto quer dizer o Palmeiras é um Quilombo.
Jornal Povão: quer dizer que o Sr. está visando o voto do eleitorado negro de qualquer maneira?
José Em-$erra: é mais uma calunia, eu sou Zumbi desde criancinha, tanto que eu fui batizado na Igreja Católica, Evangélica, Judaica pela minha mãe e pela minha mãe de leite Tia Anastácia na Umbanda. Por que você acha que eu tenho a boca deste jeito? Porque quando eu era pequenininho,a teta era muito grande. Por isso eu tenho boca de chupar chupeta,eu me acostumei a mamar na teta do povo, inclusive a minha amizade com os negros é antiga, tanto que quando garoto nós saiamos para roubar na região, frutas e etc. Só que eles eram presos e eu ficava solto. Repassando estes produtos na barraca do meu pai.
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2º PARTE
O Candidato a Presidência do Brasil José Em-$erra vai adotar as Cotas Raciais
Jornal do Povão: Interessante, dá para entender a sua promissora carreira.
José Em-$erra: (O Médico e Monstro) Minha vida é um livro aberto, não sou corrupto, ladrão-honesto, sou do bem (mal) e eu não tenho duas caras. O que eu prometo, eu não cumpro e coisas que eu prometi que não iria fazer eu fiz.
José Em-$erra: Vendemos e privatizamos grandes empresas, criamos mais postos de pedágio, tirei verba da educação, cultura e saúde, dei cargos para minha família, parentes, amigos pessoais e partidários. Negociei bastante, até coloquei o meu amigo pessoal Paulo Vieira Souza (Paulo Preto é racismo?) para desviar R$ 4 milhões destinados à minha campanha, dei à sua filha Tatiana Souza Cremonini ( Pretinha Demo Tucaninha), um cargo a ela no meu gabinete e na Segurança, que eu investi e é para proteger a nossa Elite e povo esqueci, eu falei que ia dar cargos aos negros e não dei, mas se eu for Presidente eu darei, por isso lutarei pelas cotas raciais, e tudo aquilo que o negro tem direito?
Jornal do Povão:O seu vice o Deputado Índio da Costa (Índio Rico), todos sabem que ele liderou o Movimento da Câmara Federal contra as cotas raciais, sendo que este Movimento era patrocinado pela Elite, o grupo de extrema direita e conservadores, ruralistas, racistas, fascistas, nazistas e judeus sionistas, além da grande mídia como a Globo, Bandeirantes, SBT, Record, Cultura e Rede TV, rádios e jornais como a Grupo Abril, Folha, Estadão,$$$$etc, como o senhor que até ontem estava junto a eles?Agora se virou contra estes?
José Em-$erra: Não, eu até consegui convencer o super racista Índio da Costa( O bonitinho, mas ordinário) ser meu vice, porque o DEM o nosso grande aliado mais o PPS, PTB, e outros grandes ou pequenos igual a nós racistas (Kus Kux- Klan (Instituto Millenium )do Lebron-Morumbi) , nós sabemos que para conseguir a vitória, precisamos dos votos da negraiada que são 55% do eleitorado brasileiro, porque nas duas vezes em que o Lula ganhou de nós, ele ganhou com o voto dos negros afro-descendentes, então para conquistar isso, nós fazemos qualquer coisa, vamos á macumba, roda de capoeira, toca pandeiro no pagode e cuíca nas escolas de samba, dançamos ah moleque!, o reboleixon e até o créu, freqüentamos aos churrascos do goleiro Bruno, vamos ao culto das Igrejas Evangélicas PretaPentecostal, vamos nu baile funk e dançamos o funk do caveirão, tá tudo dominado é MC $erra 45 , vamos na favela beijar as criancinhas, até pinga pro Exu estou oferecendo e virei sócio da Gaviões da Fiel, adotei o Urubu do Flamengo como amuleto da sorte, comprei um CD pirata do Mano Brown O Ra$erraonial MC, to que nem a Daniela Mercury fui á Bahia dancei axé e cantei A cor desta cidade sou eu, viva o pelourinho ILÊ AIyEU, Timbalada, Olodum, pus abada comi carajé, no Maranhão cantei reggae botei uma peruca de igual ao Bob Marley, fumei até um baseado prá da clima,to integrado na parada…
Jornal do Povão: Poxa, o Sr radicalizou de vez!
José Em-$erra:É que eu troquei meu marqueteiro, antes era o Nissan Guardamais, agora é o judeu americano Jacó Making All Money (Faz-tudo-por-dinheiro), ele era da equipe que elegeu o Neguinho Barack Obama no Estados Unidos.
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3º PARTE
O Candidato a Presidência do Brasil José Em-$erra vai adotar as Cotas Raciais
Jornal do Povão: Pô, José Em-$erra como você pretende fazer isto?
José Em-Serra: O Ali Kamel o chefão da Globo deu a idéia disse ao Neguinho da Beija Flor que é preto tem 80% de genes de branco, eu que sou branco vou falar que tenho 80% de genes de preto, o meu padrinho ex Presidente Fernando HenriCão para fazer uma média com eleitorado negro, dizia que tinha um pé na cozinha, eu vou dizer que tenho os dois, fiz até um curso de imersão de gírias de negrês, ta ligado?, (é nóis na fita mano ,cai prá dentro, fui, Mané). Agora é a hora da virada, vou lutar com todas as minhas forças pelas cotas raciais, tanto que já estou conversando com a Candidata do PV a pretinha Marina Silva gente finíssima(20 milhões de votos), os pardos, o palhaço Tiririca e o craque Romário Bagunça, até o Netinho que detonei a campanha dele de Senador, porque você sabe que não(foi?) eu quem mandou a Policia invadir a mansão dele,(eu não traira-etico) prá foder ele. O que eu preciso é de votos, já conversei com o Marcola (mulato do PCC) e o Ney mar (o líder dos neguinhos da Vila).
Por isso, todas as atitudes que vocês estão vendo eu não sou racista, tem até um Blog que se chama Serracista.blogspot.com que quis me detonar no 1º turno, que dizia que eu era racista que eu descriminava e odiava os negros, que a policia que eu comandava, era a que mais matava no Brasil e no Mundo, que o meu esporte predileto era fazer tira ao alvo com os negros, o que tudo mentira estou acabando com as favelas botando fogo nelas e exterminando o seu moradores. Assim, vamos acabar com a pobreza. Porque nós temos que unir o Brasil. Coisa que a Dilma e seu padrinho Lula (o mulatinho de cabelo pixaim) que virou branco de olhos azuis, querem fazer o contrário, eu assumo a raça, estou passando bronzeador de óleo de peroba com jabuticaba prá ficar mais escurinho, inclusive estão me chamando de Grande Otelo, Pelé e Mandela o que eu tenho muito orgulho de ser gozado. Se eu for eleito vou criar dois feriados nacionais para homenagear a comunidade afro 1º (Dia do Mussum da Graça Negra) que representa, a gente que a elite burguesa sempre sacaneou e o 2º ( Dia do Herói Zumbi da Desgraça Negra) que sofreu acidente quando caio encima de espadas e facões, depois que foi atingido por balas perdidas, são homenagens reais e sinceras. Nunca na historia deste pais, ninguém fez tanto pelos negros como eu fiz,
Jornal do Povão: Mas como assim.
José Em-$erra: Eu criei até a Favela Virtual no programa moradia popular Chic Black Chic, na área da Educação farei o ´Ensinico de Qualidade modelo paulista, o aluno nem precisa estudar que ta provado e as FATÉCACAS as Escolas de Ensinicos Superior Me Engana Que Eu Gosto,prá Saúde vou importar remédios genéricos paraguaios e chinês e energéticos da Bolívia e Colômbia vou criar o Hospital Igreja unindo médicos e médiuns,pastores ,bispos, padres todos milagreiros e enfermeiros enfermos, vamos fazer um mega mutirão da saúde e na área da In-Segurança vou unir a Rota e o Caveirão no Projeto de Paz-ceifaisão do popular,vamos usar também balas de bolinha papel e cassetetes de bobina de garrafa pet ,que apresentei no meu Show Comício no Rio de Janeiro a TV mostrou para o mundo todo minha palhaçada ganhou até do palhaço Tiririca, meu You Tube ta bom bando na internet campeão de acesso bizarro,se eu perder a eleição eu já tenho emprego com Governador Geraldo Alkpinókim,mas quero montar um circo para não perder a pratica com apoio da Globo e parceiros( ) O CIRCO INTERNACIONAL GLOBOBAL eu serei o palhaço Carequinha Serratitica e o meu vice o palhaço Arrelia Índio da Bosta na comédia tragica `Os Tuca.Nús e as Hienas do DeM.ônios Bem$$acaneando o Brasil´ com grande elenco da estrema direita neo-liberal com-sérvadora burguesa fascista racista brasileira.
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4º PARTE
O Candidato a Presidência do Brasil José Em-$erra vai adotar as Cotas Raciais
Jornal do Povão: Mas o Sr nunca fez nada, nem como Prefeito e nem como Governador, nem uma secretaria e não deu nenhum incentivo para a comunidade negra paulista, e o Henrique Lobo seu líder disse que os negros para evoluir irão precisar de mais 500 anos.
José Em-$erra: Se eu e meu Vice Governador Alberto Goldman que é judeu, não acreditamos em Jesus Cristo, conseguimos passar por Franciscanos para enganar os cristãos paulistas, o resto do pais é mais fácil, nosso aliados os DEMônios e PPS do Diabo Freire que causam e exploram a miséria do povo brasileiro, e nós Tucanos hienas sabemos ganhar a eleição.
José Em-$erra: Você acha que eles irão acreditar nisso?
José Em-$erra:Olha, eu comecei minha carreira política com o meu pai vendendo fruta na feira, casei com uma mulher chilena judia, digo que é cristã brasileira e mentindo virei Prefeito, Deputado, Senador, Governador, Ministro, Chefe do HenriCão Cardo$o e agora só falta ser Presidente… Consegui o possível e o impossível sou candidato das Elites,mas são os pobres que me elegem, consegui unir os evangélicos e católicos, contra a Dilma até os gays, pedófilos, emos e um monte de porcarias, eu conquistei, do norte ao sul de leste ao oeste, são todos $erra. Agora só faltam os negros. Todos falam que no meu palanque, só tem branco cheiroso, o que é uma calunia dos ateus. Vocês já viram quantos pretos (capitães de mato) tem na minha propaganda? Coloquei até um negrão gay como apresentador, para sacanear a comunidade negra no bom sentido, pedindo votos me elogiando, o povo até anda falando que eu sou alto, bonito, honesto e cabeludo. Eu fui benzido pelos orixás da Bahia, do Bispo evangélico Valdomiro Santo Tdiabo (o Edir Macedo Preto)aos Bispos negros do capeta tão me apoiando,minha filha Verônica $errandolare$$$$$ e a minha esposa a chilena judiadora Mônica Abortista $erra, que inclusive carregou a Nossa Senhora da Aparecida a Santa Negra Padroeira do Brasil para abençoar minha candidatura.Se Henricão Cara,d,o$$o que era ateu conseguiu ser Presidente e se reelegeu, calcula eu com o apoio deste e de todas as religiões e o marketing judeu.Estou eleito, vou até convidar os afro-descendentes Presidentes Barato Obama e Hugo Chavéco para minha posse Temos que unir o Brasil+Haiti ( Salvar as elites e punir os pobres). O meu slogan é: Vote José Em-$erra para Presidente!$erra é calibre 45!!!
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CAMPANHA NACIONAL PRÓ SERRA.
SERRA EM-SERRA,
POR FAVOR, PARA O BEM DO BRASIL?
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