DEPUTADO FICHA E BUNDA SUJA JOSÉ GERALDO RIVA…ALÉM DE COLECIONAR DINHEIRO DO ERÁRIO E PROCESSOS CRIMINAIS É DADO A CENSURAR BLOGS E PERSEGUIR BLOGUEIROS DO MATO GROSSO 7

01/04/2010 – 08:24:00

Não satisfeito de CENSURAR blogs, deputado dos 118 processos pede prisão de blogueiros
por Adriana Vandoni.

Sabe a Ana Jatobá, a madrasta? Hoje estou me sentindo a própria. O deputado Estadual José Geraldo Riva do PP, aquele que coleciona vitórias eleitorais com a mesma destreza que coleciona ações civis e penais, sobre as quais eu não posso comentar por ordem do excelentíssimo juiz titular da Vara Agrária (sic), Pedro Sakamoto, que decidiu Censurar o blog a pedido de Riva, pede em ação criminal, que eu fique presa por 6 anos e 6 meses. Sou muito perigosa, mas sou menos que o Enock cuja pena pedida é de 11 anos e seis meses. E muito menos perigosa que o Fábio Pannunzio, que vai pegar, se depender de Riva, 15 anos.

Diferente da Ana Jatobá que matou uma criança e do deputado que é acusado pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, e pela Polícia Federal de desviar dinheiro público, nosso crime foi escrever sobre os feitos do deputado que, modesto como ele só, não gosta que as pessoas saibam o que ele faz de tão bom que lhe rendeu esta enriquecedora carreira política.

A princípio me senti inferiorizada por ter pego pena menor, depois entendi as razões de Riva. Ele foi generoso comigo porque de certo se lembrou que eu tenho mais uns 11 anos pedidos por Pagot. Penas que cumprirei integralmente, pois não terei bom comportamento na cadeia, pelo contrário, farei a maior arruaça.

Será que se eu pedir um conselho, Riva me dá? Quero fazer a conexão dos dois processos. E sei que ele deve ter um advogado que poderá me ajudar. Meu caso há de ser mais simples, pois enquanto quero juntar dois em um, ele tenta há anos conectar os seus 118.

Riva mexe com meus instintos mais empreendedores, afinal, a cadeia pode me tirar o direito de ir e vir, mas jamais de falar e escrever, pelo contrário, o tempo livre me permitirá escrever “Memórias do Cárcere ‘by’ Adriana Vandoni”, uma releitura de Graciliano Ramos (o “by” é para dar um ar mais chique). Além do Best seller, pretendo também retomar o antigo projeto de lançar o blog “Na Cela com Adriana”, que na versão by Riva, será “Éramos três”.

São tantos projetos e idéias a serem postos em prática durante o meu cárcere, que aos poucos vou divulgando aqui, como divulgarei também a íntegra da ação, tão logo tenha em mãos.

Como pode ver Riva, por mais que você queira marcar minha vida, tenho que dizê-lo que Pagot foi o primeiro. Mas esperarei por você lá. 

fontes:  prosa e política  e  Blog do EnocK

Se prenderam minha mulher vão ter que prender 99,9% do Estado”, diz Geraldo José Riva(PP) presidente da Assembleia de MT Resposta

publicado em 21/05/2010 às 15h16:

PF prende mulher, genro e assessores
do presidente da Assembleia de MT

Operação em cinco Estados cumpre 91 mandatos de prisão preventiva nesta sexta

Do R7

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (21) Janete Riva, mulher do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Geraldo José Riva (PP), como parte da operação Jurupari, que investiga um esquema de comércio ilegal de produtos florestais da Amazônia mato-grossense. Além de Janete, estão entre os presos na ação policial Carlos Azoia, genro de Riva, Adilson Jose e Cristiano Volpato, ambos assessores do parlamentar. 

BUNDA E FICHA SUJAS; É O MAIOR INIMIGO DOS BLOGUEIROS DO MATO GROSSO

Ao todo, a PF cumpre 91 mandados de busca e apreensão e 91 mandados de prisão preventiva em diversos municípios de Mato Grosso e nos Estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande Sul e Espírito Santo.

Riva disse ao R7 que ainda não teve acesso ao teor das investigações, mas suspeita que as prisões sejam fruto de perseguição política. Segundo ele, a fazenda que a mulher administra é modelo na questão ambiental.

– Eu vejo com viés político, sem dúvida. Se a Janete for presa por crime ambiental eles vão ter que prender 99,9% do Estado.

A operação é resultado de investigações realizadas pela Polícia Federal durante dois anos, durante as quais foram apuradas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em pelo menos 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Além de madeireiros e proprietários rurais, também foram presos engenheiros florestais e servidores públicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente que produziam e aprovavam licenciamentos fraudulentos.

Segundo laudos periciais do Setor Técnico-Científico da Polícia Federal em Mato Grosso, os danos ambientais causados pelos investigados é de no mínimo R$ 900 milhões.

Entre os presos estão ainda os ex-secretários de Estado do Meio Ambiente Luiz Henrique Valdedan Afrânio Cesar Migliari, Silvio Correa e o chefe de gabinete do governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB).

Procurado pela reportagem, a assessoria do governo de Mato Grosso disse que vai divulgar uma nota ainda nesta sexta-feira (21).

EU PENSO QUE OS FEDERAIS PRETENDIAM RESGATAR O FAZENDEIRO PRESO PELA POLÍCIA CIVIL… 33

Equipe de reportagem é abordada por policiais encapuzados
Repórteres foram confundidos com policiais civis.
Agentes tentaram impedir gravação de ocorrência.

Do G1 SP, com informações do Jornal Hoje

A reportagem sobre a prisão de um fazendeiro terminou em susto para uma equipe do Fantástico, da TV Globo, na madrugada desta sexta-feira (21). Era por volta de 1h quando os repórteres Maurício Ferraz e Eduardo Mendes foram surpreendidos por dezenas de policiais federais encapuzados em Três Lagoas (MS), cidade que faz divisa com o estado de São Paulo.

Veja o site do Jornal Hoje

A equipe voltava de Mato Grosso do Sul acompanhada dos policiais civis de Araçatuba, a 527 km de São Paulo, que haviam feito a prisão do suspeito. Nos instantes que se seguiram, os policiais federais apontaram as armas para a equipe. O desentendimento tem uma explicação: os agentes pensavam que a Polícia Civil estava envolvida num contrabando de armamento.

Três investigadores foram algemados.

Enquanto o desentendimento ocorria, a reportagem gravou a ação dos federais. Um dos agentes caminhou até os repórteres e perguntou: “Vocês são?”. Os repórteres responderam que eram da TV Globo, mas o agente, desconfiado, replicou: “Ah, tá! O pessoal falou que vocês eram da [Polícia] Civil”. A equipe explicou: Não. Eles são da [Polícia ]Civil. Eu ‘tô’ com eles. Nós estamos vindo de uma operação.”

O clima continuou tenso. Os policiais federais vasculharam o carro dos investigadores e, quando viram armas, comemoraram com tiros, pois acharam que tinham encontrado quem eles procuravam. Na verdade, as armas pertencem à Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

Para o delegado federal Sérgio Felipe Barreto, a operação “foi dentro de todos os preceitos institucionais”. “Sem dúvida iremos apurar a repercussão administrativa deste evento”, afirmou.

Os agentes também tentaram impedir que a equipe gravasse as cenas. Os repórteres foram liberados pelos policiais. Nenhum equipamento foi apreendido. Os policiais civis foram soltos. Eles registraram um boletim de ocorrência contra os policias federais por abuso de autoridade e constrangimento.

________________________

Pensar não é crime; assim podemos pensar que todo policial, PM, Civil ou Federal,  é bandido até que prove o contrário: institucionalmente algemado.  

Também se pode pensar que a Polícia Federal pretendeu fazer prova de que as fronteiras estão fechadas para o contrabando de armas  e tráfico de drogas; assim desmistificando a propaganda do PSDB responsabilizando a União pela criminalidade nos Estados da Federação.

RIO: Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que bando planejava matar o secretário de Segurança Pública e o delegado Cláudio Ferraz 4

Grupo de milicianos tinha planos para matar secretário Beltrame

Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que bando planejava matar o secretário de Segurança Pública e o delegado Cláudio Ferraz

 

Rio – O bando miliciano é considerado sanguinário. Testemunhas contaram que os criminosos mantinham apartamento, chamado de ‘açougue’, onde vítimas eram esquartejadas e os corpos, jogados no Rio Pavuna, atrás do Condomínio Nova Esperança, cercado por câmeras de vigilância.

Foto: Severino Silva / Agência  O Dia

PMs aproveitaram operação da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), em abril, na Favela da Coreia, em Senador Camará, para fazer ação paralela | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Em janeiro, o morador Leandro Real Gouvêa foi morto por não pagar taxa de segurança de R$ 100. Os ‘soldados’ do conjunto habitacional recebiam por semana, entre R$ 150 e R$ 250, para cuidar da segurança e fazer cobranças.
Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que o grupo planejava matar o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e o delegado Cláudio Ferraz. A ordem teria partido de milicianos presos, ano passado, através de recados enviados por visitantes e ligações telefônicas. As armas enterradas no terreno do condomínio seriam usadas para matá-los antes do Carnaval.
Há outros casos de crueldade: uma jovem, do Morro dos Macacos, que visitava parentes no Morro do Dezoito, Água Santa, foi estuprada e morta pelos milicianos, desconfiados de que ela passaria informações a traficantes.
O grupo é acusado de matar aliados. Ricardo da Silva Faria foi morto por desavenças na divisão dos lucros. Alexandre Landir Almeida de Souza, o Bomba, teria sido morto por ‘perder’ fuzil, apreendido por policiais.
Miliciano recebeu aviso sobre ação da polícia na Coreia
Com o objetivo de apreender armas para a milícia, PMs aproveitaram operação da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), em abril, na Favela da Coreia, em Senador Camará, para fazer ação paralela. Eles também queriam prender o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático.
Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, em 29 de março, revelam que o PM Luiz Roberto Silva Rosa, lotado no 3º BPM (Méier), avisou Júlio César sobre a operação. Ele disse que haveria dois helicópteros e dois blindados e que as “peças” apreendidas seriam entregues para Júlio, para “fortalecer os amigos”.
Em outra conversa, em 30 de abril, o PM voltou a falar com Júlio, negociando a compra de armas. Semana passada, o grupo chegou a negociar fuzis por R$ 65 mil cada, na Favela Vila Vintém, em Padre Miguel.
Outra ligação mostra o miliciano Paulo Jesus de Aguiar Junior negociando a compra de armas com um policial do Serviço Reservado (P-2), do 9º BPM (Rocha Miranda). A polícia também tem informações de que a milícia estaria impedindo a entrada de políticos em suas áreas.
NAS CONVERSAS, A NEGOCIAÇÃO DE ARMAS APREENDIDAS
O PM Roberto fala com Júlio sobre a venda de ‘negócios’ e ‘direção’ (armas).
Roberto: Vou falar com ele aqui. Por quê?
Júlio: Pra gente pagar ele. Um cara quer fazer uma troca com a gente.
Roberto: Que tipo?
Júlio: Falo. Tu deixa esses negócios aqui comigo e arruma três negócios pequenos para mim pagar. Pô, dá pra arrumar três negócios pequenos no valor de 4 reais (4 mil), num dá não?
Roberto: Não! Não pô! Tem que ver primeiro. Aquela direção (arma) lá que ele falou tá mil e duzentos.
Júlio:Não dá pra vir mais duas daquelas, não?
Roberto: Pô, por que você não falou pra ele que a gente tinha essa direção com a gente aí?
Paulo de Jesus Aguiar Junior confessa o assassinato de inimigo e trata de tráfico de drogas com comparsa não identificado.
Paulo: Tava com uma quatro cincona bonitona!
Comparsa: Tu pegou, né?
Paulo: É claro, pô! (…) Eles ficaram malucos. Perderam uma quatro cincona novinha.
Comparsa:É isso aí!
Paulo: (…) Ele tava pedindo 13 (13 mil reais) e eu falei que era para um tio meu.
Comparsa: É, fala que é nosso.
Paulo: Então, aí o de 13 (13 mil reais), ele vai fazer por 9 (9 mil reais).
Paulo: Então, e ele falou que a gente pode vender que tá tranquilo e é bom que ele é P-2 do nono (9º BPM, em Rocha Miranda). E se tiver alguma caôzada, ele avisa. A gente só não pode tomar bote.
Comparsa:É isso aí, valeu!
Júlio conversa com Roberto sobre operação policial na favela da Coreia.
Júlio:Fala meu padrinho.
Roberto:Aí, aquele garoto (…), segura ele aí que eu quero falar com ele que a operação na Coreia vai ser baseada nas informações dele.
Júlio:Mas já tá montada a operação?
Roberto: Já! Tá todo o aparato montado com dois blindados e dois helicópteros.
Júlio:
Que horas você vai passar por aqui?
Roberto:
(…) Não deixa ele sair pois a operação tá montada. Tudo no papel, direitinho, nós vamos arrebentar e vou ver se retiro umas pecinhas (armas) para fortalecer os amigos.
Reportagem de Adriana Cruz e Paula Sarapu

A delegada titular da 8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, foi baleada por uma escrivã dentro da própria delegacia 38

Disparo Acidental

Delegada é baleada por escrivã em delegacia na Zona Leste de SP

Publicada em 20/05/2010 às 14h56m

Leonardo Guandeline

  • SÃO PAULO – A delegada titular da 8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, foi baleada por uma escrivã dentro da própria delegacia, no fim da manhã desta quarta-feira. O disparo, que teria sido acidental, aconteceu por volta das 11h, no momento em que a escrivã manuseava sua arma, uma pistola .40. A bala atravessou duas divisórias de madeira e acertou o abdômen da vítima, de raspão.

Dois investigadores, ao ouvir o disparo, se dirigiram até a sala da delegada e encontraram a vítima, de 38 anos, caída. Outras duas policiais civis estavam no local solicitando socorro. A policial atingida teve, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), apenas uma lesão muscular. Ela foi encaminhada para o Hospital Municipal Doutor Alexandre Zaio e, posteriormente, transferida para o Hospital São Luiz. O estado de saúde dela é considerado estável.

A arma da escrivã e munições foram apreendidas e serão periciadas. A autora do disparo passou por exame de corpo de delito. O caso será investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.

A FOLHA ESCONDEU INFORMAÇÃO?…DIZEM QUE ALÉM DE PUXAR O SACO DO GOVERNO COM FALSAS INFORMAÇÕES E OMITINDO QUANDO LHES INTERESSA, ELES TAMBÉM MANIPULAM PESQUISAS NO TAL DE DATAFOLHA! 3

2010/05/21 at 11:10 – LUIZINHO PIU

A FOLHA ESCONDEU INFORMAÇÃO?

NOSSA!!!
ESTOU ABISMADO!!!
MAS, NÃO FOI A FOLHA QUEM PUBLICOU DUAS PÁGINAS DENEGRINDO A IMAGEM DA POLÍCIA CIVIL, ESCRACHANDO AS FOTOS DE VÁRIOS DELEGADOS DE POLÍCIA E DIZENDO QUE 800 DELEGADOS ESTÃO SENDO INVESTIGADOS PELA CORREGEDORIA?
À QUEM INTERESSA ESSE TIPO DE INFORMAÇÃO?
QUEM É O PRINCIPAL CLIENTE DA FOLHA?
SE FOSSE UMA QUADRILHA DE POLICIAIS CIVIS, O QUE GRAÇAS A DEUS É MUITO DIFÍCIL VER, COM CERTEZA JÁ ESTAVA ESCANCARADO EM TUDO QUE É JORNAL DO PAÍS!
FAZ PARTE NÉ?
DIZEM QUE ALÉM DE PUXAR O SACO DO GOVERNO COM FALSAS INFORMAÇÕES E OMITINDO QUANDO LHES INTERESSA, ELES TAMBÉM MANIPULAM PESQUISAS NO TALL DE DATAFOLHA!
MAS, O POVO NÃO É BOBO NÃO!
E NÓS POLICIAIS, PROFESSORES, TRABALHADORES DA SAÚDE VAMOS DEMONSTRAR NOSSA OPINIÃO NAS URNAS!
PSDB NUNCA MAIS!
MERCADANTE NA CABEÇA!

_________________

A Folha nunca mente, apenas reescreve a história poupando o leitor de  passagens inconvenientes.

Doze anos de processo para um comerciante ser condenado em R$ 10.000,00 por deixar no Cartório a noiva que não era virgem…QUANTO PAGARIA SE A NOIVA FOSSE FILHA DO DESEMBARGADOR? 4

20/05/2010 – 17h24

Comerciante é condenado por deixar noiva que não era virgem

Luiza Bandeira
da Agência Folha

O Tribunal de Justiça do Ceará condenou o comerciante Deusimar Rodrigues Soares, 41, a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais à mulher que abandonou no dia do casamento, há 12 anos

À Justiça, ele disse que não compareceu ao cartório civil onde seria realizada a cerimônia por descobrir, na véspera do casamento, que Francisca Paloma Barreto da Silva, sua ex-noiva, não era mais virgem.

O casamento deveria ter acontecido em 25 de março de 1998, na cidade de Palhano (163 km de Fortaleza). Na época, o noivo tinha 29 anos, e a noiva 17.

De acordo com o processo, a união aconteceria “após longo e público noivado”, mas ele não compareceu, deixando a noiva, a família e os convidados esperando “até o último instante”.

A noiva ingressou com ação por danos morais devido à humilhação a que foi exposta, causada pela repercussão do fato na cidade. O comerciante foi condenado, mas recorreu. No recurso, ele voltou a ressaltar a descoberta de que a ex-noiva não era mais virgem e alegou inexistência de fato caracterizador de dano moral.

Ontem, ao julgar o recurso, o TJ confirmou a multa. O relator do processo, desembargador Manoel Cefas Fonteles Tomaz, disse que “o dano moral decorre de dois aspectos expostos e fortemente comprovados: o não comparecimento do noivo à celebração do casamento civil, fato por si só ensejador da reparação, e a alegação do noivo que deixou de contrair casamento com a autora [da ação] em razão da mesma não ser virgem”.

Ele destacou que a vida privada, a honra e a imagem da pessoa são princípios invioláveis.

A Folha tentou localizar Soares para falar sobre o assunto, mas não conseguiu. A reportagem falou com uma funcionária do advogado Luiz Roberto Jatai Castelo, defensor de Soares no início do processo, mas ela alegou que ele não cuidava mais do caso.

A FOLHA TAMBÉM ESCONDEU A INFORMAÇÃO: DESACERTO ENTRE MEMBROS DE QUADRILHA DE ASSALTANTES FORMADA POR POLÍCIAIS MILITARES MOTIVOU A EXECUÇÃO DO TENENTE RENATO MACHADO TELESCA 22

20/05/2010 – 14h15

PMs suspeitos de integrar quadrilha de assaltantes são presos em SP

ANDRÉ CARAMANTE
da Reportagem Local

Em uma operação conjunta da Corregedoria da Polícia Militar (órgão fiscalizador) e do Deic (departamento de roubos), da Polícia Civil, dois policiais militares e um terceiro suspeito foram presos na manhã desta quinta-feira sob a suspeita de integrar uma quadrilha especializada em roubar caixas eletrônicos na Grande São Paulo.

Ao menos outros oito policiais militares são investigados sob suspeita de participar do grupo, que também tem participação no sequestro de um empresário.

O caso ainda é mantido em sigilo pelas cúpulas das polícias Militar e Civil.

O grupo é suspeito, ainda, de participação no assassinato do segundo-tenente da PM Renato Machado Telesca, 30, morto por volta das 18h30 dia 25 de março deste ano na Mooca (zona leste de São Paulo).

Telesca foi morto quando deixava a sede do 45º Batalhão. Ele estava à paisana e foi morto por dois homens que chegaram em uma moto.

Policiais civis de oito Estados estão em greve desde quarta para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que prevê um piso salarial nacional para a categoria. 14

Policiais civis de oito Estados entram em greve
Agência Estado
Publicação: 20/05/2010 17:24
Policiais civis de oito Estados estão em greve desde quarta para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que prevê um piso salarial nacional para a categoria.

De acordo com a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), aderiram à greve policiais dos Estados da Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. De acordo com a Cobrapol, os serviços de investigação, entregas de intimações e fornecimento de antecedentes criminais estão suspensos.

Caso a PEC seja aprovada, policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários terão um piso salarial nacional e passarão a receber, em média, R$ 3.500 por mês (nível médio) e R$ 7 mil (nível superior). A Cobrapol também informou que, caso a PEC não seja aprovada, mais 11 Estados devem aderir à paralisação até o final da semana que vem.

A PEC voltou a ser incluída na pauta do plenário da Câmara e quase foi votada em sessão extraordinária ontem. Segundo a Cobrapol, a matéria, que havia sido retirada da Ordem do Dia em função de um acordo de lideranças, só retornou após a mobilização dos policiais civis nos Estados.

“VERDADE” ESCONDERAM A NOTÍCIA: POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO INVESTIGOU E IDENTIFICOU QUADRILHA DE POLICIAIS MILITARES QUE SEQUESTROU EMPRESÁRIO E MATOU O TENENTE RENATO TELESCO UM DOS MEMBROS DESSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA FARDADA 14

2010/05/20 at 22:28 – colaboração: ESCRIVÃ FAVELADA

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/policias-civil-e-militar-de-sp-se-unem-contra-crimes-nas-corporacoes.html

Polícias Civil e Militar de SP se unem contra crimes nas corporações    ( a mentira mandada contar pela Administração )

Delegado e representante da Corregedoria da PM prometem colaboração.
Nesta quinta, policiais suspeitos de sequestro foram presos.

Do G1 SP

Pela primeira vez desde que começaram a vir à tona casos de homicídios envolvendo policiais militares, representantes das policias Civil e Militar apareceram lado a lado em uma entrevista nesta quinta-feira (20). O discurso foi de união contra o crime.

A entrevista foi concedida após a prisão, nesta quinta, de suspeitos de sequestro e assassinato. Entre os presos estão policiais militares.

A Corregedoria da PM foi buscar os policiais suspeitos em casa. Eles começaram a ser investigados há dois meses, quando o primeiro tenente Renato Telesco foi morto a tiros na saída do quartel onde trabalhava, na Zona Leste da cidade.

De acordo com a investigação, o policial pertencia à quadrilha e estava envolvido em crimes contra um empresário, importador de eletrônicos.

Segundo a polícia, o empresário foi vítima duas vezes da quadrilha. Primeiro, foi sequestrado. No mesmo mês, os policiais são suspeitos de entrar na empresa dele com um falso mandado judicial. Dinheiro, maquina fotográfica e computadores foram roubados.

Uma parte do material foi recuperada na casa dos policiais presos. Também foram apreendidas armas e bastante munição. “A investigação está dando prosseguimento e ao final nós vamos ver se as pessoas são policiais ou civis”, disse Eduardo Henrique Martinez, da Corregedoria da PM.

“A Polícia Militar descobriu, nos ajudou de forma ininterrupta, de forma constante não só na elucidação do caso, como na prisão dessas pessoas”, afirmou o delegado Ismael Rodrigues.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/05/20/e-mentira-que-oito-policiais-militares-entraram-presos-hoje-pela-manha-no-deic-por-roubo-a-bancos-envolvendo-a-morte-de-um-tenente-da-pm-hipotese-absurda-e-malediscente/

Campanha da ADPESP denuncia fragilidade na segurança pública de São Paulo 23

 

Campanha denuncia fragilidade na segurança pública de SP

Sem contar com o apoio do Governo, Delegados da Polícia Civil paulista se unem para mostrar à sociedade a situação de caos em que se encontram

 

Falta de profissionais, más condições de trabalho, desmotivação e o pior salário do Brasil são alguns dos motes da campanha que estará nas ruas a partir de 21 de maio. A iniciativa parte da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – ADPESP que, depois de negociar por mais de dez anos com o Governo, teve praticamente todas as propostas de reforma rechaçadas em 2010. 

 

A crise, portanto, não é nova. Em 2008, após a maior greve da história da Polícia Civil de São Paulo (59 dias), parecia enfim que a situação começaria a tomar novos rumos. Contudo, as promessas de mudanças por parte do Governo, para 2009 e 2010, não foram cumpridas. E, agora, os delegados de polícia se unem para esclarecer à sociedade seus problemas e reverter o quadro.

 

Os números explorados na campanha evidenciam a situação em que se encontra a segurança pública paulista. Veja a seguir (e os anexos) alguns deles:

 

–          31% das cidades do estado não têm delegados;

–          desde 1995, enquanto a população de SP cresceu 21%, o número de policiais civis se mantém o mesmo;

–          são apenas 3,2 mil delegados para os 42 milhões de habitantes de SP;

–          o estado mais rico da nação é o que pior remunera seus delegados de polícia.

 

“Chegou a hora de a sociedade paulista tomar ciência do caos pelo qual passa a sua Polícia”, ressalta a presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro. “Ou nos unimos para reerguê-la, ou veremos a violência e os índices de criminalidade crescerem ainda mais”, completa.

 

Para assistir aos vídeos da campanha, acesse www.youtube.com/adpesp.

 

Para acompanhar as últimas informações da ADPESP, acesse www.adpesp.org.br ou siga @delegados_sp.

A difícil arte de definir Delegados. 20

A difícil arte de definir Delegados.

Hoje minha mulher me perguntou se eu não faria concurso para Delegado, pois me vira desistimulado, diferente de outros tempos que ficava até começo da madrugada e mitigava horário de almoço e lazer por livros e pesquisas.
Confesso que a resposta não saiu facilmente da boca. Rapidamente respondi que não participaria mais de concurso algum, pois já estava com muitas feridas pelo que tinha experimentado dessa classe e do que via acontecer com colegas que não tinham conhecimento de direito, mas mesmo rápida a resposta fiquei com ela processando na mente por um bom tempo.
Não sabia distinguir se estava ressentido por não ter passado no concurso e daí praguejar contra a classe ou se realmente a classe, excetuando-se minoria da minoria, realmente não valia um balde de esterco.
Vivi um começo de polícia civil em plena alucinação, culpa de uma droga, ou cachaça, sei lá, que entra no corpo e acreditamos que de uma cidadezinha qualquer vamos consertar o mundo. Tão logo terminei a facul prestei a ordem e foi de prima, mas advogar não era algo que desejava, pois queria mesmo era ser delegado. O casamento com a polícia civil então entrou em crise. Comecei a ver defeitos na amada. Seus parentes então passaram a tomar forma de monstros a mim. Mesmo assim insisti num concurso e sinceramente a prova não era difícil, faltou mais alguns meses de empenho, mas depois pratiquei uma introspecção sobre os dirigentes da PC. Que tristeza. Trabalhei com vários delegados, também com vários não delegados, como nós somos chamados, meros carregadores de piano. Hoje apenas cumpro horário, não faço questão de orientar o sanguessuga de 100 quilos da distrital a como resolver melhor determinado problema. Se ele quebrar a cara quebrou, se não quebrar não quebrou. Claro que o Governo tem parcela de culpa, mas indubitavelmente foram eles que em tempos idos deixaram escorrer pelas mãos a grande oportunidade de melhorar nossa pc. Estão até hoje a grande maioria afogados na própria vaidade. Já ouvi da boca de alguns poucos que nas reuniões que fazem que a ordem é para “fritar” qualquer um dos não delegados, antes que atirem a frigideira quente neles. Sufocar qualquer movimento pela intimidação, não deixar descobrir que nós somos detentores de direitos que qualquer trabalhador tem. A meus olhos é típico comportamento de fracos. Claro, no meio de tantos há alguns que são bons, outros melhores, mas de certa maneira já sucumbiram à mão pesada e retrógrada dos chefetes. São corpos vazios a caminhar nos DPs, talvez aprisionando um espírito revoltado com o que veem e ouvem nas ditas reuniões. A nós não delegados cumpre apenas “executar”. Pensar ou exigir é algo injurioso e inaceitável. Observo o chefe de meu DP. Arrasta um corpo pesado, cheio de problemas, fingindo que gosta dos funcionários e implicitamente suplicando para que escrivães façam a parte dele, ou seja, relatem inquéritos, não o incomodem com a natureza de certos boletins e que façam um flagrante sozinho, sem lhe aborrecer, ou que a tiragem não alcance nada na rua, que sejam as boas vaquinhas de presépio, mas quando questionado para aposentar, pois tem tempo de sobra, diz que por conta do GAT não pode, pois é dinheiro que sempre vem em boa hora. Com tal gratificação o governo está criando matusaléns na polícia, que ficaram arrastando seus cadáveres pelos corredores, despencando em pedaços diários em detrimento da melhoria da polícia. Juro que fiz um raciocínio para encontrar qualidades, mesmo naqueles que foram bons delegados, mas está difícil a tarefa. Claro que respeito aqueles que já os encontraram, mas diariamente sedimento o entendimento que é necessária uma reforma na legislação, que contemple o cargo de delegados, seus misteres e uma melhor aplicação no contexto policial-judiciário. Lamentavelmente apenas nas equipes de futebol que mudam o técnico quando o time vai mal. A polícia civil é uma equipe, buscando a vitória de um longo campeonato, mas há tempos que disputa partidas de um sofrido varzeano e que ninguém se deu conta que a tática do técnico está totalmente errada.

_______________________________

Sublime!

Luís, apenas  faça com amor as tarefas que executar; na atual ou futura carreira. Ame a tua obra em favor da coletividade , dela você faz parte;  nunca ame o cargo, a carreira ou a Polícia. 

Acima de tudo, no teu trabalho, ame o teu nome. 

O amor  pela carreira e pela ” instituição”  tão exacerbado internamente não passa de FALSO CORPORATIVISMO; de certa forma igual ao patriotismo conceituado por Samuel  Johnson: O ÚLTIMO REFÚGIO DOS CANALHAS.

P.S. :  GAT , ALE e penduricalhos: conversa mole! É o 1530 que nos fala muito alto. Esse o verdadeiro motivo e combustível, nosso Viagra, pelo qual nos  arrastamos  até os 70. Uma grande parcela  de nós.