Justiça mantém a prisão de 3 delegados de Itapetininga 2

A TRANSFERÊNCIA PARA O PEPC NÃO PRECISA DE NADA DISSO. SEMPRE DELEGADOS E DEMAIS POLICIAIS DE OUTRAS CARREIRAS SÃO TRANSFERIDOS PARA LÁ E UNS PERMANECEM BASTANTE TEMPO, CONFORME ABAIXO SE VÊ:

OPERAÇÃO USURPAÇÃO – [ 16/04 ]
Justiça mantém a prisão de 3 delegados de Itapetininga
Marcelo Roma
Ministério Público ofereceu denúncia à Justiça contra os acusados presos semana passada na Operação Usurpação, entre eles três delegados de Itapetininga que estão presos, agora preventivamente. José Antônio Vieira Ramos (que ocupava o cargo de delegado seccional), Alexandre César Costa Vianna e Ivan Scott (respectivamente titular e assistente da Delegacia de Investigações Gerais – DIG) continuam detidos no Presídio Especial da Polícia Civil (Pepc), na capital.

A decisão do juiz da 2.ª Vara Criminal de Itapetininga, de manter os delegados presos, saiu no início da noite de ontem. Oito pessoas estavam sob prisão temporária e o prazo vencia ontem. Seis ficaram presas preventivamente: além dos delegados, o advogado Washington Martins de Oliveira, o empresário Renato Ribeiro dos Santos e o gerente da empresa de segurança Itapê Security, Sílvio de Jesus Barbosa.

A denúncia formalizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) acusa os delegados de três crimes: peculato, concussão e formação de quadrilha. No crime de peculato o funcionário público apropria-se de dinheiro ou bem em razão da sua função. A concussão também é crime praticado por funcionário público, que obtém vantagem indevida.

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=36&id=284660
Vianna e Scott são apontados como donos da Itapê Security e, com a participação de Ramos, forçariam organizadores de festas e eventos a contratar os serviços da empresa de segurança. O argumento dos acusados seria de que a Itapê era a única legalizada na região e de outra maneira o evento poderia ser inviabilizado. Viaturas e recursos da Polícia Civil seriam utilizados pela empresa.

De acordo com o promotor Wellington dos Santos Veloso, do Gaeco, essa é a primeira denúncia à Justiça como consequência da investigação conduzida pela Polícia Federal e Ministério Público Estadual. Novas denúncias referentes a outros crimes serão apresentadas nos próximos meses, adiantou o promotor.

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