O companheiro “Poul ” , com poucas palavras, escreveu um tratado.
Arquivo anual: 2009
RESULTADO DO COMPROMISSO, DA ÉTICA E MORALIDADE POLICIAL MILITAR 7
MAIS UMA ARMAÇÃO “ESCULPIDA E ENCARNADA” AOS MORALIZADORES DA POLÍCIA MILITAR E QUEM VAI PAGAR A CONTA SOMOS NÓS, IGUALMENTE AO QUE ACONTECEU NOS CASOS CARANDIRU, ADRIANA CARINGI, ELOÁ E OUTROS TANTOS QUE VITIMARAM MILHARES DE ANÔNIMOS NO ESTADO.
MISSÃO DADA E INDENIZAÇÃO PAGA PARA REPARAR TANTA INCOMPETÊNCIA E TRUCULÊNCIA DA PM ! ( encaminhada por colaborador)
Estado de S.Paulo Jornal da Tarde Portal Estadao
Terça-feira, 12 maio de 2009 CIDADE
Estado tem de indenizar família Justiça condenou Estado a pagar 250 mínimos a mulher e filhos de um dos 12 mortos pela PM Josmar Jozino, josmar.jozino@grupoestado.com.br
O Estado foi condenado a pagar 250 salários mínimos por danos morais à mulher e a cada um dos três filhos de José Airton Honorato, de 35 anos, um dos 12 supostos assaltantes mortos na Operação Castelinho, em 5 de março de 2002. Laudos do Instituto de Criminalística (IC) e depoimentos de testemunhas obtidos pelo JT indicam que os 12 homens não morreram em tiroteio com PMs, como alega a Polícia Militar, mas foram executados. Segundo a perícia, das 16 armas que teriam sido apreendidas com o bando, 14 não tinham manchas de sangue. Dos 12 mortos na operação, ocorrida na praça do pedágio do km 12,5 da Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, em Sorocaba, no interior, oito estavam num ônibus, dois numa picape D-20 e dois numa Ford Ranger roubadas. Honorato era motorista do coletivo e foi visto por testemunha sendo retirado do ônibus por um PM e alvejado na sequência. A advogada da família de Honorato, Maria Beatriz Sinisgalli, do Centro Santo Dias de Direitos Humanos, disse que a indenização à mulher e aos três filhos do motorista foi decidida em segunda instância no Tribunal de Justiça (TJ) em março de 2006. “A Fazenda não vai recorrer da decisão. Agora, o governo tem de pagar em precatórios, mas isso demora anos.” Maria Beatriz disse que, em 10 de novembro de 2005, a Justiça havia decidido, em primeira instância, o pagamento de pensão mensal, vitalícia, de dois terços de dois salários mínimos à família de Honorato. “Nesse caso, a Fazenda recorreu e o TJ revogou a decisão.” A Operação Castelinho foi planejada por PMs do Grupo de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância (Gradi), criado pelo Secretaria da Segurança Pública para investigar crimes raciais, de sexo e religião. O Gradi, porém, passou a apurar as ações do Primeiro Comando da Capital e retirou presos das cadeias para infiltrá-los em quadrilhas do PCC. Quatro presos infiltrados – além de dois agentes do Gradi – convenceram os 12 homens a roubar R$ 28 milhões de um avião-pagador inexistente em Sorocaba. A emboscada foi na Castelinho. Banco dos réus O caso teve repercussão mundial. Segundo o advogado Antonio Roberto Barbosa, o Brasil está no banco dos réus na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH)em Washington, Estados Unidos. “A União convocou o Estado de São Paulo para fazer a defesa do País. Mas o Estado teve dificuldades para se explicar na audiência pública de 27 de outubro de 2008”, disse Barbosa. A promotora Vânia Maria Tuglio denunciou à Justiça 53 PMs e dois presos infiltrados no Gradi pelos 12 homicídios. O caso, atualmente, é acompanhado pelo promotor Alfonso Presti. Ele e Vânia ouviram várias testemunhas da Operação Castelinho. Uma disse ter visto Honorato ser retirado do ônibus e alvejado. A outra alegou ter visto o ocupante de uma das picapes roubadas ser abordado por um PM. Depois ouviu tiros.
“Investigação Criminal Direta pelo Ministério Público: Golpismo Constitucional”? 9
A Polícia Judiciária (ex: polícias civis estaduais e polícia federal), vista como órgão
auxiliar da Justiça Penal, exercita uma série de atividades investigatórias documentadas e
formalizadas em um instrumento procedimental denominado inquérito policial. Este, no
abalizado escólio do saudoso professor Sérgio Marcos de Moraes Pitombo, consiste
investigação do fato, na sua materialidade e da autoria, ultimada pela denominada
judiciária
estrito, que mediante a atuação da
materialidade da infração penal
para servir ao titular da ação penal condenatória”
Edições Cejup, Belém/PA, 1986, pág. 15, grifos do autor).
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu, dentre outras atribuições ao
Ministério Público, o
conjunto de normas disciplinadoras das relações entre o Ministério Público e a Polícia
Judiciária, cuja finalidade precípua é a efetiva fiscalização das atividades desta no atinente à
legalidade do procedimento investigativo. Exercer o controle externo da atividade policial não
significa opor-lhe controle interno, muito menos lhe açambarcar suas funções diretas de
investigação.
Exatamente por isso, que a Constituição estabeleceu um sistema de valores
positivos e outros negativos, pois rejeitados pela vontade nacional. Em nenhuma passagem da
Constituição há qualquer dispositivo que autorize o Ministério Público a exercer diretamente
investigação criminal… Vale ressaltar que, em sede de Direito Público, as competências ou
atribuições são vinculadas à lei. Assim, como diria Caio Tácito, “não é competente quem quer,
mas, quem pode, segundo a norma d eDireito”.
Alguns precipitados pela paixão do debate argumentam que o MP pode investigar
em razão dos poderes implícitos. Todavia só há poder implícito no silêncio da Carta e onde
não haja poder explícito! Percorram-se os arts. 129 e 144 da CF e em nenhum deles existe
autorização para o MP desenvolver investigações penais. Demais disso, inexiste relação de
meio e fim entre o inquérito policial e a ação penal, porque aquele se destina ao deslinde da
autoria delitiva e comprovação da materialidade do ilícito penal. Daí o inquérito se apresentar
no cenário jurídico como verdadeira instrução penal provisória.
Outro sofisma jurídico, quiçá ligeireza de raciocínio, é pretender justificar a
investigação criminal pelo MP como sendo uma conseqüência lógica de
mais (ação penal) pode o menos (inquérito criminal)”…
competências constitucionais a matéria é regrada pela norma, diretamente por ela. São
atributos diferentes, quem lhes mediu diferenças a mais ou menos? Se isso tivesse algum valor
jurídico, poder-se-ia afirmar que “quem pode o mais, que é sentenciar, poderia o menos que é
denunciar e investigar”, ocasião em que voltaríamos à Inquisição!
Nem se pode esquecer também um dado estrutural: os membros do MP não
possuem formação técnica para a investigação de delitos, ao contrário dos delegados de
polícia que realizam extenso curso de formação tecno-profissional em cujo currículo destacase
uma série de disciplinas de raiz, tais como investigação policial, criminalística, criminologia,
técnicas de interrogatório, medicina legal, sobrevivência policial, gerenciamento de crises etc.
Além disso, argumenta-se que a polícia, por encontrar-se na fronteira da
criminalidade, seria menos refratária à corrupção de seus agentes pelo crime organizado. O
crime organizado enlaça seus tentáculos por toda estrutura da Administração Pública e
inexiste comprovação de que o MP estaria imune às suas tentações. Acerca do assunto o
exemplo italiano (tão invocado!) da “Operação Mãos Limpas”, culminou com o afastamento do
Procurador Di Pietro (Ministério Público) e dos promotores de justiça da Sicília, envoltos em
corrupção e tráfico de influência. Desponta, por conseguinte, absurdidade insanável o
propalado “procedimento administrativo criminal” levado a cabo por promotores, mesmo
porque inexiste norma autorizante, de modo que se cuida de inovação ilegal e, pior,
inconstitucional da ordem jurídica pátria.
Ademais, a fortalecer o entendimento doutrinário precitado, não nos parece que a
sociedade brasileira almeje a investigação criminal desenvolvida pelo
fato de que seus nobres representantes, muito recentemente, aprovaram a nova Lei
Falimentar (Lei nº. 11.101/2005) que revogou na inteireza o antigo Diploma Falencial
(Decreto-lei 7661/45), o qual previa a figura do inquérito judicial para apuração de crimes
falimentares, de sorte que, por força da nova lei, tais delitos somente se apuram mediante
investigação policial, descabendo qualquer atividade investigatória ao Ministério Público…
O STF, guardião da Carta Magna, em decisório importante asseverou,
Policial. Legitimidade. O Ministério Público não tem competência para promover inquérito
administrativo em relação à conduta de servidores públicos; nem competência para produzir
inquérito penal sob o argumento de que tem possibilidade de expedir notificações nos
procedimentos administrativos…”
233072/RJ, j. de 18/05/1999).
Com efeito, no Estado Democrático de Direito, balizado em suas regras por uma
Constituição escrita, descabe a existência de Instituições que se julguem acima do bem e do
mal… Quando isso ocorre, a ânsia e o ranço ditatorial espiam atrás da porta, o que repugna à
consciência nacional!
Afinal de contas, quem tem medo da Democracia?
“empolícia. Em resumo, pois, um procedimento de investigação administrativa, em sentidopolícia judiciária, guarda a finalidade de apurar a, cometida ou tentada, e a respectiva autoria, ou co-autoria,(in Inquérito Policial – Novas tendências,“controle externo da atividade policial” (art. 129, inciso VII) que, é um“aquele que pode oJá se disse que em tema deParquet, máxime pelo“… Inquérito(STF, 2ª Turma, relator Min. Nélson Jobim, RE. Ac. N.
Nestor Sampaio Penteado Filho
Delegado de Polícia de São Paulo, Professor da Academia de Polícia de
São Paulo; Mestre e Especialista em Direito Processual Penal; Professor de Direito Penal e
Direitos Humanos do Complexo Jurídico Damásio de Jesus; Professor de Direito
Processual Penal e Direito Constitucional da Faculdade de Jaguariúna; Titular da Cadeira
nº 31 da ACADPESP – Academia de Ciências e Letras dos Delegados de Polícia do Estado
de São Paulo. Autor e co-autor de diversas obras jurídicas, dentre as quais, “Direito
Administrativo Sistematizado” (Ed. Método/2ª Ed., 2008), “Manual de Direitos Humanos”
(Ed. Método/2ª Ed., 2008) e “Delegado de Polícia Estadual/Federal – Provas Comentadas”
(Ed. Método/2ª Ed., 2008).
OUTRO CAPITÃO MAGANÃO…DEVE ESTRELAR O “TROPA DE LOMBO” ou melhor “SÓ NO LOMBO DA TROPA”( e do POVÃO PAGANTE ) 6
Enviado em 12/05/2009 às 3:15
É o “comprometimento com a missão a ser cumprida” que faz dos policiais militares escolhidos para compor a administração municipal uma nova geração de servidores públicos.
Pode ter certeza de que a ética e os valores mais caros à sociedade são por eles representados.
É isso aí…enquanto uns “alimentam as maquininhas”, os mais sérios são chamados a moralizar o serviço público que quer ser eficaz…. Viva a POLÍCIA MILITAR!!!!!!!!!!!!!!!!!
ASS: CAPITÃO PM…COM MUITO ORGULHO!!!!!!!!!!!!!!!
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Ao Capitão Anderson:
Enquanto “uns” alimentam as maquininhas, outros são convocados para a ética missão de não deixar os responsáveis pela aplicação dos códigos de postura e legislação do comércio , COM AS MÃOS, BOLSOS E COFRES VAZIOS.
Viva o policial honesto…
Demitam “os policiais militares convocados”…
Aliás, esses aposentados – os rotineiros fatos indicam – nem sequer lograram MORALIZAR A POLÍCIA MILITAR.
Lembrando que para A BANDA PODRE da Polícia Civil se igualar à enorme BANDA PODRE DA PM, assim competindo de igual para igual nas práticas criminosas, AINDA TERÁ QUE APRENDER A GOSTAR DE MATAR.
Assinado: Roberto Conde Guerra…COM MUITO ORGULHO!
P.S.: Tais cargos – nenhuma invenção do Kassab, pois tal prática se verifica há décadas – são o cala-boca para quem, na ativa, sempre silenciou quanto às justas reivindicações da tropa.
MORALIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO?
O CARALHO!
OFICIAIS DA RESERVA DA POLÍCIA MILITAR APENAS ROUBAM OPORTUNIDADES DE DESEMPREGADOS ( JOVENS) QUALIFICADOS…ROUBO! 52
Domingo, 10 de Maio de 2009 – JORNAL O ESTADO
KASSAB PÕE SÃO PAULO SOB O COMANDO DE 40 OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR
Eles ocupam os principais postos em subprefeituras, secretarias, CET, Samu, Defesa Civil e Serviço Funerário
Bruno Paes Manso e Luísa Alcalde
Acusados de tratar cidadãos como inimigos por estarem contaminados pela doutrina militarista, eles foram execrados na retomada da democracia, quando ganharam a pecha de truculentos. Na gestão de Gilberto Kassab (DEM), o estigma parece ter ficado de lado e hoje a Polícia Militar oferece cada vez mais quadros à Prefeitura, justamente em áreas voltadas à prestação de serviços aos cidadãos de São Paulo.
Segundo levantamento feito pelo Estado, existem atualmente 40 oficiais da corporação espalhados em postos chaves da administração, como subprefeituras, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Secretaria Municipal de Transportes, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Serviço Funerário e Defesa Civil. Os oficiais só assumem a vaga depois que passam para a reserva.
“Eles têm excelência no serviço público e experiência em aprovações de projetos, por exemplo”, defende o prefeito Gilberto Kassab. “Em Cidade Tiradentes, temos muitos terrenos públicos ocupados. Já fizemos operações para fechar 50 bares. Os oficiais têm bons contatos nas polícias e ajudam a acelerar as parcerias”, explica o subprefeito, Renato Barreiros, que conta com os serviços do coronel Claudio Augusto Xavier na assessoria da Defesa Civil da subprefeitura.
É justamente nas administrações locais onde se encontra a maior concentração de oficiais da PM. Dezenove das 31 subprefeituras já contam com 25 coronéis, um major e um tenente. Eles são subprefeitos em Pinheiros, na zona oeste, na Mooca, na zona leste, e em Santo Amaro, na zona sul. E o prefeito anunciou em discurso que, em breve, um coronel deve comandar a Subprefeitura da Sé, no centro.
Os coronéis ainda estão nas chefias de gabinete de 13 subprefeituras. Outros cinco são coordenadores de Planejamento e Desenvolvimento Urbano e três de Projetos e Obras, áreas que trabalham com fiscalização. Alguns ainda levam assistentes para auxiliá-los. Os demais oficiais estão em funções administrativas, como supervisão técnica do gabinete da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras.
A Subprefeitura da Mooca é a que tem mais oficiais em seus quadros. São quatro coronéis e um tenente. Foi justamente na Mooca que a chamada “onda dos coronéis” ganhou força na gestão Kassab. O coronel Rubens Casado, ex-comandante do Policiamento da Capital, foi trabalhar na Subprefeitura em julho do ano passado, um dia depois do escândalo de propinas envolvendo fiscais e camelôs. Casado começou como chefe de gabinete. Teve bom desempenho e subiu de posto no começo do ano. Mesma época em que o coronel Nevoral Bucheroni assumiu a Subprefeitura de Pinheiros. Na semana passada, um ex-comandante do Corpo de Bombeiros, o coronel Manoel da Silva Araújo, se tornou subprefeito de Santo Amaro. “Meu trabalho é fazer cumprir a legislação. As coisas começam a mudar quando conseguimos dar pronta resposta às irregularidades”, diz Casado.
COMBATE AO CRIME
Como muitas tarefas das subprefeituras estão relacionadas a crimes comuns, a facilidade que os oficiais têm para manter contato com policiais da ativa aparece como outro atrativo importante. “Fechamos recentemente um bar que tinha muitos problemas com drogas. A polícia consegue colocar o P2 (serviço de informação da PM) em ação. Nós temos o poder de fiscalização e de fechamento do estabelecimento”, diz o subprefeito de Aricanduva, Roberto Tamura, que conta com ajuda do major Wanderlei Rohrer na chefia de gabinete.
A grande quantidade de oficiais em diferentes pastas da Prefeitura acaba facilitando também a parceria entre diferentes setores da administração. Encarregado da fiscalização de alguns dos lugares mais badalados na noite paulistana, caso da Vila Madalena, na zona oeste, o subprefeito de Pinheiros, coronel Bucheroni, só precisa de alguns telefonemas para pedir apoio aos colegas coronéis da CET na fiscalização de valets e carros em fila dupla. Até a semana passada, atuava em parceria com o Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que era comandado pelo coronel Fernando Coscioni (ver boxe ao lado), para ficar em cima das casas noturnas mais barulhentas. “Dessa maneira, evitamos muitas vezes a lenta burocracia que pode atrapalhar o trabalho.”
Nos bastidores, a expectativa é de que a quantidade de coronéis não pare de aumentar. Primeiramente, os currículos são avaliados na Coordenação das Subprefeituras e, depois, sugeridos para regiões que precisam de novos quadros. Os coronéis, contudo, não têm sido impostos pelo prefeito. Ele são sutilmente oferecidos. A subprefeita da Lapa, Soninha Francine, recebeu recentemente uma ligação de Kassab, colocando os serviços de um oficial à disposição para ajudar a “coibir práticas criminosas na região ou no mínimo impor respeito”. Soninha entrevistou o nome sugerido, que pediu uma equipe com oito auxiliares. “Achei melhor recusar porque não havia todas as vagas disponíveis.”
QUEM SÃO E ONDE ESTÃO
Sub Aricanduva: major Wanderlei Rohrer, chefe de gabinete
Sub Butantã: coronel Jair Pacca de Lima, chefe de gabinete
Sub Cidade Ademar: coronel Luiz Humberto Saviolli, coordenador de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (CPDU)
Sub Campo Limpo: coronel Vitória Brasília, chefe de gabinete
Sub Casa Verde: coronel Airton Nobre de Mello, chefe de gabinete
Sub Cid. Tiradentes: coronel Claudio Augusto Xavier (Defesa Civil)
Sub Guaianases: coronel Fernando Souza Brito, chefe de gabinete
Sub Ipiranga: coronel Reinaldo Rocco, chefe de gabinete; coronel Admir Bento (Defesa Civil)
Sub Jaçanã: coronel José Giannoni, chefe de gabinete
Sub Mooca: coronel Rubens Casado, subprefeito; coronel Marcílio, chefe de gabinete; coronel Gerson Branchini (CDPU); coronel Marcio, coordenador administrativo; tenente Garcia (Fiscalização)
Sub Perus: coronel Sérgio Carlos Filho, coordenadoria de administração e finanças
Sub Pinheiros: coronel Nevoral Bucheroni, subprefeito; coronel Rogério Paixão, coordenador de Projetos e Obras (CPO)
Sub Pirituba: coronel Valdeir Vasconcelos (CPDU); novo coronel vai assumir chefia de gabinete
Sub Santana: coronel José Vasconcelos, chefe de gabinete
Sub S. Amaro: coronel Manoel Antônio Araújo, subprefeito; coronel Jerônimo (CDPU); coronel Roberto Costa, chefe de gabinete
Sub São Miguel: coronel Paulo Máximo, chefe de gabinete
Sub Vila Mariana: coronel Adílson Alves de Moraes (CPDU)
Sub V. Prudente: coronel Renato Cesar Melo, chefe de gabinete
Secretaria de Coordenação de Subprefeituras: coronel Roberto Ney Campanha Nascimento, supervisor técnico do gabinete
CET: coronel Roberto Allegretti, diretoria de Administração e Finanças; coronel Rui Cesar Melo, diretor de Operações; major Dario Medeiros, superintendente de Comunicação
Secretaria de Transportes: coronel Trajano Conrado, diretor do Departamento de Transporte Público (DTP); coronel Rail de Mendonça, diretor de Divisão do DTP;
coronel Roberto Vieira Tosta, assessor do gabinete do DTP; Valter Caetano, gerente de Recursos Administrativos do DTP
Serviço Funerário: coronel Antônio Sérgio Palazzi, assessor geral;
coronel Celso René Vieira, diretor de Segurança
Defesa Civil: coronel Orlando de Camargo Filho, coordenador-geral
Samu: Coronel Luiz Carlos Wilke, diretor
Secretaria de Segurança: coronel Sérgio, assistente técnico do gabinete
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ANTIGAMENTE ESSA GENTE – LOGO APÓS ALCANÇAREM A RESERVA REMUNERADA (APOSENTADORIA COMO MARAJÁS) – CONTINUAVA PARASITANDO O POVO MEDIANTE EMPREGOS MUITO BEM PAGOS EM DIVERSAS ESTATAIS…Empregos, pois trabalho é outra coisa.
AS ESTATAIS QUE FORAM PRIVATIZADAS EM RAZÃO DO COSTUMEIRO PREJUÍZO AOS ACIONISTAS.
EXEMPLOS: COSIPA e VASP.
POR OUTRO LADO, A CONTRATAÇÃO DESSES OFICIAIS EVIDENCIA – ALÉM DO PODER DE INFLUÊNCIA SOBRE OS POLÍTICOS – O QUANTO SÃO INCAPAZES PARA O EXERCÍCIO DE ATIVIDADES COMO PROFISSIONAIS LIBERAIS OU COMO FUNCIONÁRIOS DE EMPRESAS PRIVADAS.
PARECENDO QUE OS SEUS PRETENSOS CURSOS SUPERIORES, APENAS, LHES CAPACITAM AO ETERNO PENDURICALHO NAS ILHARGAS DE POLÍTICOS…
TODOS ( POLÍTICOS E POLICIAIS MILITARES ) TREPADOS NAS COSTAS DO POVO!
ROUBALHEIRA… ROUBALHEIRA…ROUBALHEIRA!
NÃO TEM FUNDAMENTO O GOVERNO DA MAIOR CIDADE DO BRASIL NECESSITAR DE EX-POLICIAIS PARA OBTER COOPERAÇÃO DE ÓRGÃO POLICIAL QUE POR LEI ESTÁ OBRIGADO A COLABORAR E ATENDER AO INTERESSE PÚBLICO.
E NÃO TEM JUSTIFICATIVA DAR “EMPREGO” PARA TANTOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS APOSENTADOS, ESPECIALMENTE QUANDO O SINAL ESTÁ FECHADO PARA TANTOS JOVENS QUALIFICADOS EM BUSCA DE TRABALHO.
DEPARTAMENTO DA “MACRO NEGOCIATA” 12
Enviado em 09/05/2009 às 22:39
DEMACRON? O que significa? Cuidará do quÊ?
ass: Durango Kid
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NEGOCIATA: diz-se de todo excelente negócio para o qual nunca somos convidados.
O JEITO CERTO DO PSDB GANHAR ELEIÇÃO 16
Geral > Praia Grande
Sexta-Feira, 8 de Maio de 2009, 19:57
Pedetista admite esquema de compra de votos na eleição de 2008
Agência Estado
O presidente do PDT da Praia Grande, José Ronaldo Alves de Sales admitiu ter participado de esquema de compra de votos nas eleições municipais de outubro que elegeram o prefeito Roberto Francisco dos Santos (PSDB), cuja campanha coordenou. Sales afirma que decidiu denunciar o esquema ao Ministério Público porque cansou de ser acusado pelos parceiros de campanha de que teria se apropriado de R$ 50 mil destinados à compra de eleitores, bem como do fato de o PSDB não ter designado uma secretaria ao PDT, como lhe fora prometido.
Sales se dirigiu ao Ministério Público Estadual (MPE) ontem, dez dias depois de a Polícia Civil ter instaurado inquérito para investigar a colocação de uma escuta telefônica no gabinete do prefeito. O pedetista afirma que relatou todo o esquema à promotora Ana Maria Molinari, que disponibilizou escolta para protegê-lo. De acordo com a assessoria de imprensa do MPE, a procuradoria vai instaurar procedimento para apurar compra de votos.
Entre os participantes do esquema, além do prefeito eleito, Sales cita o ex-prefeito Alberto Mourão (PSDB), o candidato a vereador André Yamauti (PPS) e o empresário Édis Vedovatti, proprietário da DNA Alumínio. “Na madrugada de sábado (véspera das eleições), eu fui na DNA e peguei R$ 80 mil em dinheiro, dentro de envelopes, e fui entregar para os coordenadores que fariam o pagamento no domingo para a compra de votos”, explica Sales, afirmando que havia 30 coordenadores recrutados por ele mesmo e que cada um deles possuía listagem com cerca de 40 nomes de eleitores que receberiam R$ 50 para votar na dobradinha Roberto Francisco/André Yamauti. Roberto Francisco foi eleito, porém Yamauti, que tentava a reeleição, não foi eleito por uma diferença de 60 votos.
Segundo Sales, a sua revolta foi ter sido acusado de ter recebido R$ 130 mil e distribuído apenas R$ 80 mil. “O Roberto Francisco, depois de eleito, veio me dizer que ele tinha dado R$ 50 mil para o André. Na minha mão, no processo de compra de voto entre Roberto e André chegou R$ 80 mil cadastrados em listagem”, afirmou, completando que está resguardado de provas e possui as listas dos coordenadores da campanha.
“Mesmo sabendo que tem uma parte de culpa minha nesse processo que intermediei a compra de voto, eu montei tudo isso porque houve essa acusação de que eu fiquei com esse valor, de que usei esse dinheiro a meu favor, e não fiz isso. Eu acho que falar a verdade não merece castigo e se eu tiver que pagar por alguma coisa, estou à disposição da Justiça”, completou.
A assessoria de imprensa da Prefeitura de Praia Grande afirma que o prefeito Roberto Francisco não havia recebido nenhuma comunicação da Promotoria Pública sobre a denúncia até a tarde de hoje e por isso não se manifestaria respeito da mesma. Contudo, divulgou que quanto a esta e a outras denúncias sobre possível compra de votos, o prefeito Roberto Francisco está “tranquilo e confia na Justiça, tanto na apuração dos fatos quanto na verificação das provas que, certamente, ao final, demonstrarão suas fragilidades e inconsistência”.
O empresário Édis Vedovatti afirmou que está com a consciência tranquila e que “acima de tudo existe Deus”. “Eu fiz um trabalho muito forte em favor da campanha do Roberto Francisco sim, em continuidade ao progresso, e isso incomodou muita gente. Mas nunca existiu compra de voto, isso é coisa da oposição. A Justiça vai provar quem está certo”, completou.
RUY ESTANISLAU SILVEIRA MELLO RECEBEU A MEDALHA ORDEM DE RIO BRANCO POR DEIXAR A CORREGEDORIA GERAL E CORREGEDORIA DO DETRAN TÃO EFICIENTES E ÍNTEGRAS QUANTO AS CORREGEDORIAS DA CÂMARA E SENADO 15
Diretor do Detran recebe honraria em Brasília (DF)
O delegado de polícia e diretor do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN), Ruy Estanislau Silveira Mello, foi homenageado nesta quinta-feira (07), em Brasília, com a “Medalha Ordem de Rio Branco”, oferecida pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).
O diretor do Detran recebeu o grau de “Comendador” da medalha. Autoridades e personalidades de destaque no cenário nacional também foram homenageadas. Entre elas, o ator Toni Ramos, a jogadora de futebol feminino Marta Vieira da Silva, os ministros de Minas e Energia Édson Lobão, do Meio Ambiente Carlos Minc, do Turismo Luiz Eduardo Filho, governadores, embaixadores, militares e representantes da sociedade civil.
A Ordem de Rio Branco foi instituída pelo então Presidente da República, João Goulart, pelo Decreto n° 51.697 de 5 de fevereiro de 1963. Posteriormente, os Decretos n° 66.434 de 10 de abril de 1970, e n° 73.876 de 29 de março de 1974, alteraram, consecutivamente, o regulamento da Ordem.
Possui os seguintes graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro, além de uma medalha anexa à Ordem. É concedida, em princípio, no dia 20 de abril (Dia do Diplomata, data de nascimento do barão do Rio Branco), em Brasília, no Distrito Federal.
É destinada àqueles que, por qualquer motivo ou benemerência, tenham se tornados merecedores do reconhecimento do Governo Brasileiro, servindo para estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção, bem como para distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas. Pode ser conferida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras.
Além dos graus mencionados acima, é conferida uma insígnia da ordem às corporações militares ou às instituições civis, às quais será aposta em suas bandeiras ou estandartes, sem atribuição de graus.
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ESSE MOÇO AINDA SERÁ DELEGADO GERAL!
ANTIGUIDADES: Paulo Afonso Bicudo ingressou na Polícia Civil em 1976, no Deic… 3
Paulo Afonso Bicudo: um delegado mestre-cuca
O delegado Paulo Afonso Bicudo é, desde o último dia 6 de julho, diretor do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) de São José dos Campos (distante 91 quilômetros da Capital). São 54 anos de vida, 29 deles dedicados à polícia. As qualidades do delegado, entretanto, não se restringem apenas à profissão. Pelo menos duas vezes por semana, Bicudo se dedica à culinária, sua atividade preferida nas horas vagas.
“São apenas aventuras culinárias”, diz o delegado, ao comentar sobre o passatempo preferido. Modéstia à parte, Bicudo freqüenta, sempre que pode, cursos de culinária como os de Sérgio Arno, chefe de cozinha internacionalmente reconhecido, em São Paulo.
A carreira
Paulo Afonso Bicudo ingressou na Polícia Civil em 1976, no Deic (Departamento de Investigações contra o Crime Organizado), onde permaneceu por sete anos. Depois dessa experiência, transferiu-se para Jundiaí (distante 60 quilômetros da Capital), trabalhando em praticamente todas as unidades policias do município.
Em 1992, foi nomeado Delegado Seccional de Polícia da região, cargo que ocupou até o início de julho, quando foi promovido a diretor do Deinter de São José dos Campos. Também ocupa a vice-presidência da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.
Cozinhar é um ato de amor
Paulo Bicudo encara a culinária como um lazer. Para ele, a atividade é importante, sobretudo, por reunir os amigos. “Independentemente de manusear alimentos e prepará-los, cozinhar é, antes de tudo, um ato de amor”. O delegado costuma preparar pratos para os amigos, a mulher, a família e em reuniões informais dos colegas da Polícia Civil. “Mais importante do que cozinhar é ressaltar a fraternidade entre os amigos”.
Mas todo chef comete alguns deslizes. “Dou umas mancadas de vez em quando”, admite Bicudo. “Nada de muito sério, pelo menos nunca precisei pedir uma pizza para substituir um prato que tenha dado errado.”
De olho no prato
“Ainda não deu tempo de ver se ele cozinha bem mesmo”, diz uma secretária do Deinter de São José dos Campos, que agora trabalha com o delegado. Ela espera degustar, em breve, os pratos que Bicudo prepara. Ronaldo Branco, que trabalhou com Bicudo durante 15 anos, na Seccional de Jundiaí, confirma a fama de bom gourmet do colega. “Ele cozinha muito bem mesmo”, garante. “As especialidades dele são o risoto de bacalhau e uma dobradinha. É mesmo sensacional”, complementou.
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Bacalhau…
” Dobradinha”…
DEIC…
Tá certo!
O PSDB NOS ANOS 80 ( E A POLÍCIA CIVIL ) 1
Pai de deputado era interventor da Arena.
Suspeito de arapongagem, compactuar com a tortura e ordenar atentados contra as bancas de jornais que distribuiam “a imprensa alternativa” ( oposição aos ladrões).
Os seus homens de confiança: “alguns investigadores”!
Foi o criador – na Baixada Santista – das “favelas de concreto”.
Ah, “favelas de concreto” em cidade alheia…
Em Santos jamais!
Entendem?
Se não entendem explico: ESSE É O ATUAL ESPÍRITO DO PSDB…
De Porco!
A MANIA DE MEGANHA CONTINUA 13
O Diretor do Deinter -2, expediu uma mensagem comunicando que os Delegados de Polícia Assistentes do Departamento deverão fazer rondas diárias até a meia noite, em patrulhamento preventivo, fornecendo relatórios diários.
O Delegado assistente trabalha todo dia, entra as nove da manhã e vai sair a meia noite, após dar uma de PM.
É PROIBIDO FUMAR CIGARRO EM SÃO PAULO ( I )…O RESTO PODE! 4
Ao propor a ação, em 2005, o Ministério Público enumerou inúmeras deficiências e irregularidades no funcionamento daquela repartição policial, como horário de funcionamento e quadro funcional insuficientes. Servidores lotados em outras Comarcas eram temporariamente designados para trabalhar no local.
Nos autos, há provas, inclusive, de que a Delegacia esteve, em determinadas ocasiões, fechada e sem qualquer servidor atendendo pelo regime de plantão. “Não se ignora que, não apenas na área de segurança pública, há carência de pessoal, mesmo que a Administração providencie a realização de concursos públicos para supri-la. No entanto, é inaceitável que isso se prolongue indefinidamente, ainda mais em um Município que é sede de Comarca”, explicou o relator do processo, desembargador Newton Janke.
A alegação do Estado, de que a decisão afronta ao princípio da separação dos poderes e dita ordens para o Executivo, não foi aceita pelo magistrado. “O Judiciário se limita a determinar ao Estado o cumprimento do mandamento legal incontrastável voltado à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio”, concluiu.
A decisão confirmou parcialmente liminar da Comarca de Forquilhinha.
Agravo de Instrumento nº 2008.033556-7
MUDANÇAS NA POLÍCIA CIVIL EM SANTOS: NÃO HÁ NENHUMA RENOVAÇÃO 7
Uma mudança sem precedentes na his tória da Polícia Civil da Baixada Santista.
É a que está sendo promovida pelo delegado seccional Rosier Pereira Jorge, e abrange a troca de comando de delegacias, distritos policiais e até mesmo unidades especializadas.
Alguns dos novos titulares de cargos já foram anunciados, e os demais o serão nas próximas horas, ficando assim completado o processo. Em entrevista a este jornal, no começo da semana, ao explicar seus objetivos, o delegado falou em “readequação do organograma”. “Com isso, não existirá mais o comissionamento, um delegado de classe inferior respondendo por uma unidade de classe superior”.
Muito bem.
Esses movimentos de renovação são sempre saudáveis em qualquer área.
Significam uma arma contra a acomodação e outros vícios, mas não podem se limitar a nomes, a uma simples dança de cadeiras.
É necessário haver também e principalmente um programa de ação, com metas a serem alcançadas.
Só dessa maneira as modificações farão sentido.
A violência, na Baixada Santista, não está fora do controle das autoridades.
Longe disso.
Todavia, não deixa de ser preocupante, como o atestam as estatísticas do setor, e precisa ser combatida tenazmente em suas diferentes formas.
Se as mudanças do delegado Rosier tiverem esse propósito, cabe apoiá-las irrestritamente, pela maior segurança que certamente trarão à nossa população.
( Editorial de A TRIBUNA DE SANTOS )
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A Polícia Civil possui os seus quadros senilizados; tudo por conta DE NEFASTAS políticas adotadas desde 1995.
Ou seja: O PSDB – mais do que qualquer outro partido – buscou impedir a progressão funcional o quanto pode. Reservando-se as promoções como moeda de troca. Desestimulou a aposentadoria para aqueles que contavam com tempo de serviço e contribuição preenchido (ping pong). Criou brutal diferença entre os ganhos na atividade e aposentadoria, de forma que para muitos ainda é impossível exercer o sagrado direito ao descanso na velhice. Além de o Sindicato dos Delegados cometer a desgraça de impetrar mandado de segurança em face da inconstitucionalidade de o candidato ao curso superior de Polícia , necessariamente, estar na primeira metade da lista de antiguidade da 1a. classe. O Judiciário acolheu a tese; ninguém reclamou.
Todos os atos acima, além de outros inconfessáveis, fez da Polícia Civil um órgão de bengalas, posto que aos 55 anos de idade grande parcela dos funcionários se encontra praticamente inválida para o exercício das funções.
Agora, depois de 14 anos de engessamento, o Governo Estadual espremido pelo movimento grevista, BUSCANDO EVITAR AUMENTOS SUBSTANCIAIS, extinguiu classes iniciais, de modo que – REPETINDO A MESMA FORMULA DO GOVERNO FRANCO MONTORO – da noite para o dia, novatos se tornaram 3 a. classe emparelhando-se com profissionais com mais de 15 anos na Carreira.
Um raciocínio perverso. As promoções, na verdade, foram um cala- boca para quem buscava aumentos substanciais.
Ora, não tem cabimento apenas dar promoção aos milhares que estavam na 4 a. classe, criando-se menos de 200 vagas na 2 a. classe, pouco mais de uma centena na primeira e duas ou três na classe especial.
Pois de uma fornada só verificamos Delegados alcançarem em pouco mais de 3 anos, a mesma 3 a. classe que a maioria demorou 15 anos para alcançar.
O pior é a Administração , sob o pretexto de PRIVILEGIAR A HIERARQUIA, também da noite para o dia , defenestrar excelentes Titulares de Distritos para os plantões policiais.
Substituindo-os pelos homens com mais de 50 anos de idade e mais de 30 anos de Polícia que, simplesmente pela extinção de classes e criação de cargos, acabaram por ser promovidos no ultimo dia 1 de maio.
Alguns: SEM NENHUM MERECIMENTO.
Não falarei nomes, mas gente bem sucedida financeiramente que mais vergonha na cara e consciência fariam com que buscassem a merecida aposentadoria .
Mas o exemplo vem de cima; como grande parte dos DELEGADOS BEM SUCEDIDOS nunca se aposenta antes do 70 anos, seria demais exigir-se comportamento contrário de quem conta 50 a 55 anos.
A mudança de organograma – ou qualquer outro nome que se dê às “mudanças – não me parece legítima, pois verificam-se suspeitíssimas exceções às justificativas apresentadas pelo Senhor Seccional. O qual parece querer reparar injustiças do passado, praticadas por diversas administrações, à custa de outras injustiças.
E posso dar exemplos de injustiças: Schneider, Lyra, Cruz, Evandro e Marcão foram titulares comissionados em classe superior – muitos anos – pelo fato de não existir colegas com a mesma capacitação para o exercício de tais funções. Com efeito, vários dos, agora, promovidos estavam ocupados com atividades que lhes tomavam grande parte do tempo exigido de um Titular de Unidade de 2 a. classe.
Sem falar nos PAULISTANOS que invadem a nossa praia, como se lá fosse terra de ninguém ou só de “merdas e bostas”.
Muitos não foram bem sucedidos sequer como adjuntos. Assim, não lhes assiste direito de tomar assento como titular.
Por outro aspecto, quero ver a administração respeitar a antiguidade entre os da mesma classe, comissionando os mais antigos apenas.
Quero ver mecher com a “trinca pitagórica” da Vila Rica, os terceirinhas titulares de Ciretrans. Há terceiras muito mais antigos do que os três.
Aliás, antigos e muito mais capacitados ( necessitados também ).
Enquanto tal não se verificar, não se pode falar em respeito à hierarquia, ou seja, classe, tempo de carreira.
Finalizo consignando a nossa condição funcional, ou seja, praticamente 21 anos na Carreira, 11 anos na 2 a. classe.
Titular, por dez anos ininterruptos , em Unidades de 2 a. classe; duas vezes “defenestrado” e substituído por 3 as. classe mais novos.
Tal condição poderia me levar a defender a hierarquia estrita, ou seja, o 2 a. classe deve ocupar Unidade de 2 a. classe ou ser comissionado em 1 a. Enquanto 3a. classe deve ocupar Unidade de 3a. ou chefiar equipe de plantão.
Contudo não defendo DIREITOS APENAS QUANDO ME APROVEITAM.
Não é correto um 2ª. acabar substituído por um inferior hierárquico. Menos correto ainda é um 3ª. , perdendo a Unidade para um recém promovido…
QUE MAL SABE REDIGIR UM OFÍCIO. Quanto aos ocupantes dos cargos de 1a. classe – segundo as palavras atribuídas ao filósofo Sayão – merda por bosta.
Sempre os mesmos.
Ah, serão praticamente os mesmos por mais uns 20 anos!
OS 51 ESCÂNDALOS DA CORJA QUE ROUBA O POVO…E AINDA ESTAMOS NO INÍCIO DE MAIO 10
Acompanhe os escândalos
- 01. Verba indenizatória
- 02. Castelogate
- 03. Agaciel Maia e sua mansão
- 04. Horas extras nas férias
- 05. Chico Alencar (PSOL-RJ) contrata correligionário
- 06. Diretor do Senado usava apartamento funcional para família
- 07. Sarney utiliza seguranças do Senado no Maranhão
- 08. Nepotismo terceirizado
- 09. Tião Viana empresta celular à filha
- 10. Diretores no Senado
- 11. Assessora de Roseana Sarney era diretora
- 12. Sogra fantasma
- 13. Filha de FHC trabalha de casa para senador
- 14. Diretora de comunicação em campanha
- 15. Deputado e sua doméstica – 1
- 16. Deputado e sua doméstica – 2
- 17. Deputado e sua doméstica – 3
- 18. Loucos por jatinhos
- 19. Gráfica imprime material de campanha
- 20. Funcionários de senador prestam serviço a vice-governador
- 21. Ministro usa serviço de secretária paga pelo Senado
- 22. Terceirização irregular no Senado
- 23. Deputado pagou viagens para Carnatal
- 24. Ministros-deputados usam passagens da Câmara
- 25. Deputados fazem viagens internacionais pagas pela Câmara
- 26. Câmara e Senado perdoam todos os delitos da “farra aérea”, fingem cortar gastos e ensaiam reduzir passagens para familiares
- 27. Viúva de senador recebe sobra de passagens em dinheiro
- 28. Ministros do Supremo Tribunal Federal entram na cota de passagens da Câmara
- 29. Senador Gerson Camata acusado de uso de caixa dois
- 30. Protógenes voou com passagens do PSOL
- 31. Membros do Conselho de Ética usaram passagens para ir ao exterior
- 32. Fernando Gabeira deu passagens para família ir ao exterior
- 33. Michel Temer, presidente da Câmara, também usou passagens para “familiares e terceiros”
- 34. Ministro do TCU Augusto Nardes voa na cota do deputado Otávio Germano (PP-RS)
- 35. Câmara pagou 42 passagens para ex-diretor do Senado e família
- 36.Senado paga motorista de ministro Hélio Costa (Comunicações) em BH
- 37. Ciro Gomes reage à reportagem sobre passagens com xingamentos
- 38. Gabinetes da Câmara negociam bilhetes de deputados com agências
- 39. Senadores têm seguro saúde vitalício para a família
- 40. Senador usou assessor do Senado para compras particulares
- 41. Ex-diretor de RH do Senado usava empresas de fachada
- 42. Deputado usa cota aérea com time de futebol
- 43. Deputados “clonam” prestação de contas
- 44. Deputado pagou com verba indenizatória advogado que atuou em sua defesa no TSE
- 45. 117 ex-deputados tiveram passagens aéreas pagas pela Câmara
- 46. Magno Malta passou quatro dias em Dubai com dinheiro do Senado
- 47. Senadores usaram cota para voos ao exterior
- 48. Senadores usaram passagens para assessores, envolvidos em escândalos e namorada
- 49. Senadores vivos ‘ganham’ ruas e avenidas em reduto eleitoral
- 50. Funcionário preso do Senado recebeu salário por 5 anos
- 51. Ex-senador Jorge Bornhausen usou 13 passagens aéreas
Fonte: UOL NOTÍCIAS.
O INSTITUTO OSCAR FREIRE RECOMENDARÁ O IMEDIATO AFASTAMENTO E APOSENTADORIA POR INVALIDEZ DE 99,999 % DOS DELEGADOS 19
Saúde do Delegado de Polícia será avaliada pelo Instituto Oscar Freire
O SINDPESP firmou, ontem (05/05/2009), parceria com o Instituto Oscar Freire, da Faculdade de Medicina da USP, visando avaliar a qualidade de vida e saúde dos Delegados de Polícia.
Os trabalhos serão realizados, inicialmente, com os delegados do DECAP-Departamento de Polícia Judiciária da Capital, pelos doutores Antônio Augusto Paoliello (médico psiquiatra), Heráclito Barbosa de Carvalho (médico, professor doutor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP) e Paulo Sérgio Panse Silveira (médico, professor associado do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP).
O principal objetivo dessa parceria é identificar eventuais problemas, para que um plano de ação seja tomado e, assim, criar subsídios para melhorar as condições de trabalho da classe.
Doutores José Leal (Presidente do SINDPESP), Paulo S. P. Silveira, Antonio A. Paoliello, Heráclito B. de Carvalho e Luiz Carlos de Almeida (secretário geral do SINDPESP)
Publicação: 06/05/09
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HIGIDEZ SÓ ENCONTRARÃO NOS DENOMINADOS PSICOPATAS ( os moralmente defeituosos ).
Tá todo mundo loco, oba!
Tá todo mundo loco, oba!