Quadrilhas em SP usam armamento de guerra para cometer assaltos
Na maioria das vezes, usam fuzis e metralhadoras em roubo a bancos.
Armas são de uso dos militares e algumas derrubam parede de concreto.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
Câmeras de segurança gravaram ações assustadoras de ladrões em São Paulo. As imagens mostram quadrilhas que atacam com armas militares. São assaltantes que usam fuzis e metralhadoras para roubar, principalmente, dinheiro dos bancos.
Uma das quadrilhas cuja ação foi registrada pelo circuito interno de segurança parecia pronta pra guerra: foi com armamento militar – metralhadora e fuzil – que os assaltantes abriram caminho. As câmeras de segurança registraram a ação. O bando investe contra o caixa eletrônico e faz tanta força que ele se desprende do chão.
A movimentação dos assaltantes é acompanhada pelo homem que carrega a metralhadora. Ele anda de um lado para o outro, de colete à prova de balas, sempre com a arma junto ao corpo.
A munição é de outro armamento militar. É o MD-97, do mesmo tipo dos 22 fuzis roubados há quatro meses no Centro de Treinamento Tático, na Grande São Paulo. Ali funciona uma empresa particular onde seguranças e policiais treinam tiro. Até hoje, os ladrões não foram identificados e não se sabe o paradeiro dos fuzis.
O anominato é por segurança, já que ele tem loja de armas em São Paulo. Comerciante, ele conhece o poder de fogo dos fuzis roubados. “Tem capacidade para furar até um carro blindado. É uma munição que tem alcance de 1 km de precisão”.
Em outra ação, o assaltante está com um fuzil identificado como AR-15, que tem carregador de 30 tiros e dá cobertura para os ladrões que atacam o caixa eletrônico. Eles arrastam a máquina pra fora do banco.
Potência
O interesse das quadrilhas por armamento pesado também fica evidente em uma conversa gravada com autorização da Justiça entre um preso e um colega dele, em liberdade. Um deles fala em “pôr a mão numas ‘ferramenta pesadona’”.
Outro assalto. E é como se fosse um filme. Os ladrões aparecem de fuzil com características de modelo AK- 47, uma arma ainda mais potente do que os fuzis roubados. O tiro pode romper uma parede de concreto. Um dos ladrões atira no vidro. E o restante do grupo parte para cima das máquinas.
Todas as imagens de assaltos a banco com armas de guerra foram gravadas este ano em São Paulo e os fuzis apareceram também em outros tipos de crime: roubos de carga e ataques a condomínios residenciais.
A Secretaria da Segurança Pública não autorizou nenhum policial a falar sobre os assaltos com armamento pesado e não há registro sobre o uso dos fuzis roubados do Centro de Treinamento. A polícia acredita que eles ainda estejam escondidos.
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NÃO HÁ PATRIMÔNIO MAIS VALIOSO QUE A NOSSA VIDA…
ALIÁS, QUE NÃO É SÓ NOSSA…
TAMBÉM É DAQUELES QUE NOS AMAM…
O BANQUEIRO É BILIONÁRIO; NÃO NECESSITA DO HEROÍSMO POLICIAL.
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