SÉRGIO RICARGO MONDADORI: POLICIAIS E CIDADÃOS, ESSE É O VERDADEIRO GOVERNO DE SÃO PAULO! 3

Sou o próprio (tetraplégico), peço encarecidamente que o Sr divulgue no Flit

SERRA NÃO CUMPRE ORDEM JUDICIAL

Vídeo de pronunciamento na Alesp, pelo Deputado Estadual Major Olímpio, sobre o não cumprimento de ordem judicial pelo governo de São Paulo, mesmo sob pena de multa diária de R$500,00. O autor sou eu, tetraplégico, o número do processo para consulta é 053.09.005169-9, o qual pode ser visualizado no site http://esaj.tj.sp.gov.br/esajweb/cpo/pg/show.do do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. POLICIAIS E CIDADÃOS, ESSE É O VERDADEIRO GOVERNO DE SÃO PAULO!

POR FAVOR DIVULGUEM!

http://www.youtube.com/watch?v=nrSNEEuT1Rk http://www.youtube.com/watch?v=bAJZHcC4VqI

ASSISTAM AOS VÍDEOS, POR FAVOR…….

E ESQUEÇAM O ALE……..!



grato
sergio ricardo mondadori


grato
sergio ricardo mondadori
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É PRAXE DE ZAGALLO DIZER BESTEIRA…O DHPP É O BERÇO DA RAPINOGRAFIA…MAS SEGUNDO O NOSSO AMIGO DO 9º ANDAR DA BRIGADEIRO: “o promotor só pode estar se referindo ao doutor Itagiba Franco” 14

Polícia não identifica quem atirou em coronel
MPE envia ao DHPP inquérito sobre conflito na sede do governo

Bruno Tavares

A Corregedoria da Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o confronto entre policiais civis e militares, ocorrido em outubro do ano passado diante do Palácio dos Bandeirantes, sem conseguir identificar o autor do disparo contra o coronel Danilo Antão Fernandes, atual subcomandante da Polícia Militar. Em uma última tentativa de descobrir quem baleou o oficial, o Ministério Público Estadual decidiu levar o caso ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O tumulto começou quando policiais civis romperam o cordão de isolamento montado pela Polícia Militar para impedir que a manifestação chegasse à sede do governo paulista. Àquela altura, a greve da Polícia Civil entrava no 31º dia – ao todo, foram 59 dias de paralisação por aumento de salário. O coronel da PM, então comandante do policiamento na zona oeste da capital, acabou atingido por um tiro no quadril. A bala transfixou seu corpo.

“A remessa não deprecia o trabalho da corregedoria, que aliás foi muito bem feito”, afirmou o promotor Rogério Zagallo, do 5º Tribunal do Júri, que acompanhou o andamento do inquérito – o atual responsável pelo caso é o promotor André Luiz Bogado Cunha. “É praxe no júri, quando não se consegue apurar a autoria de um crime, recorrer ao DHPP. É onde estão os mais competentes homens da Polícia Civil. Esse inquérito, até pela importância que tem, merece ser analisado por eles”, disse Zagallo.

O promotor diz não ter dúvidas de que a tentativa de homicídio contra o coronel Fernandes foi praticada por um policial civil. “Eu sei, a corregedoria sabe, mas uma coisa é saber e outra é provar. A pessoa estava encapuzada e, mesmo com todas as diligências feitas em um ano de apuração, não foi possível identificá-la.”

A Corregedoria da Polícia Militar instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta de seus homens no episódio. Até ontem o procedimento não havia sido concluído.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091104/not_imp460738,0.php

Colaboração: JOW

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QUANTO A TENTATIVA DE HOMICÍCIO PRATICADA POR POLICIAL CIVIL: SÓ O ZAGALLO E A CORREGEDORIA SABEM.

BEM DISSE O DELTA: promotores  competentes FICARAM NO PASSADO…

Ah, ainda tem o doutor OCTÁVIO BORBA DE VASCONCELLOS do Júri em Santos.

O resto é ZAGALLO…

E A GENTE TEM QUE ENGOLIR!

BLOGS POLICIAIS E ESTUDO DA UNESCO 3

Queridos amigos Blogueiros Policiais,

Com grande alegria, Anabela Paiva e eu comunicamos que nossa pesquisa Blogosfera Policial no Brasil, da qual cada um de vocês participou diretamente, acaba de ser publicada pela UNESCO, como o primeiro Caderno de Informação e Comunicação.

Nesta oportunidade, agradecemos a cada um o estímulo que recebemos na ocasião da pesquisa e que continuamos recebendo a cada dia.

A Blogosfera Policial brasileira é muito importante e vai continuar crescendo, graças à garra, à energia e à inteligência dos blogs produzidos por vocês.

Por favor, comuniquem a outro(a)s blogueiro(a)s sobre esses resultados e enviem nossos agradecimentos.

Um abraço, Silvia Ramos e Anabela Paiva Centro de Estudos de Segurança e Cidadania Universidade Candido Mendes

Vejam a íntegra da pesquisa em http://www.brasilia.unesco.org/noticias/ultimas/unesco-e-cesec-lancam-estudo-sobre-blogosfera-policial

Vocês podem também ter acesso às excelentes matérias publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo em:

 http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,blogs-de-pms-subvertem-hierarquia,459407,0.htm

http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,blogosfera-muda-a-cara-da-policia,3095,0.shtm

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091101/not_imp459587,0.php

E mais trechos da pesquisa e entrevistas no Caderno LINK do Estadão, publicado ontem, segunda, 1 de novembro.

Vejam abaixo o RELEASE da Unesco UNESCO e CESeC lançam estudo sobre blogosfera policial Pesquisa avalia papel de blogs no debate sobre segurança pública

Brasília, 31/10/2009 –

Especialistas e profissionais das áreas de segurança, comunicação e informação contam, a partir desta semana, com um levantamento inédito sobre o crescente uso de blogs para a publicação de análises e comentários sobre a realidade da segurança pública. Realizada em parceria da UNESCO no Brasil com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC), a pesquisa blogosfera policial do tiro ao twiter justifica seu ineditismo: mais do que coberturas jornalísticas, o estudo avalia blogs publicados pelos próprios agentes de segurança. Coordenada pelas pesquisadoras Silvia Ramos e Anabela Paiva, do CESeC, a publicação é a primeira investigação em profundidade sobre a mais recente e relevante tendência na cobertura de polícia, criminalidade e políticas de segurança. O levantamento de informações e a análise dos blogs foram realizados por meio de perguntas formuladas na internet e respondidas por 73 policiais blogueiros, autores de 70 blogs, entre maio e junho deste ano. Nos depoimentos coletados pela pesquisa, os entrevistados dividem a percepção de que, no passado, em análises e debates sobre “polícia” e “policiais”, quase nada era dito pelos próprios agentes de segurança. Segundo eles, os debates sobre o setor reuniam somente profissionais de meios de comunicação, especialistas e governantes. Esse cenário mudou com o surgimento dos blogs sobre segurança e a abertura de espaços destinados a reflexões pouco divulgadas na mídia tradicional. Entre os assuntos tratados pelos agentes na internet, foram identificadas abordagens raras ou inexistentes nas páginas de jornais, como política salarial e condições de trabalho das forças policiais. Fenômeno recente O estudo da UNESCO e do CESeC revela que, entre os blogs avaliados, apenas 12 foram criados em 2006 ou em anos anteriores. Os dados caracterizam o fenômeno como especialmente recente e em franco desenvolvimento: entre janeiro e início de agosto deste ano, foram criados 15 novos blogs policiais. Em função desse crescimento, a pesquisa avalia que os sites jornalísticos são apenas a ponta mais visível, porém menor e talvez menos importante, da blogosfera policial. Os dados coletados indicam que a maior parte da comunidade virtual é formada por conteúdos assinados por policiais das regiões Sudeste (43), seguida das regiões Centro-Oeste (9), Nordeste (7), Sul (7) e Norte (4). O Rio de Janeiro é o Estado que concentra o maior número dos blogs sobre segurança, com 22 conteúdos. Por trás das postagens, o predomínio é de policiais militares: no universo pesquisado, 58% dos entrevistados são oriundos da PM (35,6 oficiais e 23,3% praças), 15,1% da Guarda Municipal e 13,7% da polícia civil. Ainda segundo o estudo, a maioria dos blogueiros acredita contar com o apoio de seus colegas (91,8%). Quando se trata de superiores hierárquicos, porém, as avaliações se dividem: apenas 24,3% acham que suas iniciativas são aprovadas, enquanto 20% acham que elas são reprovadas e 21,4%, que são vistas com indiferença. Demanda reprimida Além de política salarial e condições de trabalho, outros temas sensíveis, como direitos humanos, investigações de corregedorias, projetos comunitários e inquéritos abandonados, são tratados pelos blogs com freqüência e destaque. “Como é que pode sob a justificativa de preservar a hierarquia e disciplina, ressalte-se em tempo de paz, cercear direitos humanos e fundamentais como é o caso do direito de reunião?”, dizem os autores de um dos blogs pesquisados ao atribuírem o nascimento da página a uma “demanda reprimida”. Em meio às postagens, o temor de retaliações é presente entre os proprietários dos blogs. Entre os 73 entrevistados, 27 disseram já ter sido censurados ou reprimidos. As ameaças de prisão e transferência vêm em primeiro lugar, com quase 26% dos casos. Apesar das denúncias e reivindicações dos blogueiros, o estudo revela que os comandos já teriam percebido a importância do fenômeno: comandantes gerais da PM de Goiás e do Rio de Janeiro mantêm blogs institucionais, iniciativa que deverá ser seguida pelo comandante da PM de São Paulo. Em Sergipe, um blog da corporação acaba de ser lançado. Cultura de paz Entre as expectativas da UNESCO no Brasil com o lançamento de “A Blogosfera Policial no Brasil – do Tiro ao Twitter” está a promoção do debate sobre liberdade de expressão, um dos valores defendidos pela Organização. Em visão partilhada com o coordenador do Setor de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil, Guilherme Canela, o Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, considera que a publicação também cumprirá um importante papel para a formulação de políticas de segurança favoráveis à cultura de paz. “O estudo apresenta uma contribuição concreta para se trilhar o caminho na direção de uma esfera pública capaz de levar adiante uma reflexão robusta sobre políticas da mais alta relevância para promoção de uma cultura de paz e, por conseguinte, para a redução da violência.” A pesquisa anunciada pela UNESCO no Brasil e pelo CESeC é o primeiro de uma série de debates em Comunicação e Informação a serem lançados pela Organização. Para acessar a íntegra do estudo, clique aqui. Assessoria de Comunicação – UNESCO no Brasil Ana Lúcia Guimarães, Isabel de Paula e Nelson Souza Aguiar