Di·rio Oficial Poder Executivo – Seção II
sabado, 16 de junho de 2007
Portarias do Delegado de PolÌcia Titular do ServiÁo
TÈcnico para Assuntos Administrativos da APA/DGPAD,
de 23-5-2007
Exonerando:
nos termos art. 58, I, ( 1?, 1, da LC 180/78
a pedido, a partir de 07-5-2007, RUY SILVEIRA MELLO – RG
25.402.402, do cargo de Agente de TelecomunicaÁies Policial
de 4™ classe, padr„o II, lotado na Delegacia Geral de PolÌcia,
classificado no DETRAN, em virtude de ter sido nomeado para
o cargo de Delegado de PolÌcia de 5™ classe, padr„o
I.(Proc.DGP-4358/2007)(STAA-14-P)
não dá nem pra comentar, será que ele já foi algum local de crime?
Certamente o único local de crime que ele já frequentou foi no próprio DETRAN
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06/08/2009 – 16h22
Promotoria de SP denuncia sete policiais civis por extorquir dinheiro de Abadía
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da Folha de S.Paulo
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), do Ministério Público Estadual, denunciou à Justiça nesta quarta-feira (5) à noite sete policiais civis sob a acusação de que eles extorquiram dinheiro do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, preso em 2007 pela Polícia Federal. A denúncia está sendo analisada na tarde desta quinta-feira pela Justiça.
Os promotores de Gaeco também pediram a decretação da prisão preventiva (que pode durar até o fim do julgamento) desses sete policiais civis, que foram alvo de dois inquéritos policiais da Corregedoria da Polícia Civil.
Até o final deste mês, outros dois inquéritos ainda abertos para apurar extorsões praticadas contra Abadía e pessoas que o ajudavam a traficar drogas a partir de São Paulo serão concluídos pela Corregedoria da Polícia Civil e também resultarão em denúncias à Justiça e mais pedidos de prisões.
Quando foi preso pela Polícia Federal, em agosto de 2007, em um condomínio de luxo em Aldeia da Serra, Barueri (Grande São Paulo), Abadía contou à PF que policiais civis do chamado o “outro PCC” (policiais civis corruptos) exigiram dele cerca de US$ 1,2 milhão (pouco mais de R$ 2,4 milhões), mais dois veículos, para que ele e seus comparsas não fossem presos.
Ex-chefe do Cartel Vale do Norte, Abadía foi extraditado pelo governo brasileiro para os Estados Unidos, em agosto de 2008, depois de ter confirmado as extorsões sofridas por ele e seus comparsas no Estado de São Paulo.
As extorsões que o Gaeco e a Corregedoria da Polícia confirmaram agora à Justiça foram reveladas com exclusividade pela Folha, logo após a PF ter prendido Abadía.
O promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, chefe do Gaeco, disse à Folha que não iria se manifestar sobre as denúncias oferecidas à Justiça contra os policiais.
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Corregedoria de SP indicia 13 policiais civis acusados de extorquir Abadía
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da Folha de S.Paulo
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo indiciou nesta semana 13 policiais civis e um “ganso” (informante) suspeitos de exigir US$ 1,2 milhão e dois veículos do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía e de seus comparsas.
O pagamento teria sido para que a quadrilha não fosse presa quando traficou drogas para fora do Brasil a partir de São Paulo, entre 2005 e 2007.
Outros quatro policiais civis também foram indiciados (acusados formalmente em inquérito policial) sob a a acusação de exigir 400 mil de Ramón Manuel Yepes Penagos, o El Negro, outro megatraficante colombiano ligado a Abadía, para apresentá-lo à Justiça como se fosse o comerciante mineiro Manoel Oliveira Ortiz.
As acusações contra os 13 policiais e o informante nos crimes contra Abadía são decorrentes de quatro diferentes casos de extorsão relatados à Polícia Federal pelo colombiano, ex-chefe do Cartel Vale do Norte, preso em agosto de 2007 pela Polícia Federal e deportado em 2008 para os EUA.
As extorsões foram reveladas com exclusividade pela Folha logo após a prisão de Abadía.
Dos 17 policiais indiciados pelas acusações de extorsão de dinheiro, dez eram do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos).
A estimativa é que os cinco crimes tenham rendido pouco mais de R$ 3 milhões aos 17 policiais agora chamados na polícia de o “outro PCC”, os policiais civis corruptos.
Os 17 continuam trabalhando normalmente na Polícia Civil. A Secretaria da Segurança não quis divulgar seus nomes.
Os cinco inquéritos sobre as extorsões contra os traficantes colombianos Abadía e El Negro serão concluídos e entregues à Justiça na próxima semana.
Nas extorsões relatadas por Abadía, pelo menos outros três policiais são investigados. Desses, o delegado Pedro Luís Pórrio e o investigador Régis Xavier de Souza conseguiram na Justiça habeas corpus para não serem indiciados.
Segundo a Promotoria, o fato de Souza e Pórrio não terem sido indiciados pela corregedoria não significa que ambos ficarão fora das cinco denúncias que serão enviadas à Justiça. Os dois negam as acusações.
O terceiro investigado é Rubens Valério Barbeiro, que foi do Denarc e era vizinho e amigo de um empresário acusado de lavar dinheiro do grupo de Abadía. Ele também nega.
ANDRÉ CARAMANTE
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ESSES INVESTIGADORES VÃO RESPONDER E PERDER OS BENS, OU SO VÃO RESPONDER E CONTINUAR RICOS, EM ALDEIA DA SERRA, TEM MUITOS POLICIAS QUE DEVERIAM SER INVESTIGADOS, E MUITOS EMPRESARIOS QUE ANDAM COM POLICIA E MANDAM NA POLICIA. ESSE RUBENS SE FOR PEGO DE JEITO, VAI TER QUE DEVOLVER TUDO QUE ROUBOU NÃO SO NO DENARC, MAIS TAMBEM NA FAZENDARIA, E DEIC.
VALEU
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