O DELEGADO JOSÉ AUGUSTO, vulgo GUGU, confessou que se inspirou no manual das “Brigadas Vermelhas” 1

O primeiro empresário brasileiro seqüestrado com a utilização das técnicas das “Brigadas Vermelhas” foi o joalheiro paulista Américo dos Santos, em São Paulo em 1983.

Após 38 dias desaparecido, foi libertado.  O chefe dos seqüestradores, José Augusto, vulgo GUGU, confessou que se inspirou no manual das “Brigadas Vermelhas”.

Uma das técnicas é manutenção do seqüestrado em uma barraca de camping, armada em uma sala deserta.

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MAS ESSE SEQUESTRADOR VOCÊS NÃO TORTURARAM…

NEM PENSARAM EM MATAR O INFELIZ “COLEGA DE PORÃO”  QUE FOI EXPROPRIAR O JOALHEIRO.   

O “GUGU” TAMBÉM FOI HERÓI DA OBAN, DOPS E DOI-CODI…SEQUESTRAVA, ROUBAVA, MATAVA, TORTURAVA E TRAFICAVA 3

29/08/200115h10

Ex-delegado é preso em São Paulo com 4,5 quilos de cocaína

LÍVIA MARRA
da Folha Online

O ex-delegado da Polícia Civil José Gustavo de Oliveira, 57, foi preso hoje em São Paulo com cerca de 4,5 quilos de cocaína. Ele foi preso pela Polícia Federal no estacionamento do Shopping Plaza Sul.

Segundo a PF, Souza já havia sido preso por participação no sequestro de um joalheiro, em 1.983.

Iracema Mandarino de Oliveira, 44, mulher de Souza, também foi detida.

Os dois foram autuados em flagrante por tráfico, na Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal.

O ex-delegado, conhecido como Gugu, estava sendo investigado pela PF havia alguns meses

O VIOLENTO PROTESTO QUE NOSSAS ENTIDADES DE CLASSE ESTÃO PLANEJANDO PARA O ANIVERSÁRIO DE UM ANO DE NOSSA GREVE…As 12h do dia 13 de agosto 19

COLEGAS,
 
ESTOU PROFUNDAMENTE PREOCUPADA, COM O VIOLENTO PROTESTO QUE NOSSAS ENTIDADES DE CLASSE ESTÃO PLANEJANDO PARA O ANIVERSÁRIO DE UM ANO DE NOSSA GREVE DE 2008.
 
QUANDO OUVI OS PLANOS, QUASE TIVE UMA SÍNCOPE. 
 
CORRENDO O RISCO DE PARECER COVARDE… LHES CONFESSO QUE NÃO TENHO CORAGEM DE PARTICIPAR DISSO…
 
ACHO QUE O MOVIMENTO PRETENDIDO, SE LEVADO A TERMO, VAI PROVOCAR VIOLENTÍSSIMA RETALHAÇÃO, POR PARTE DO GOVERNO DO ESTADO..,
 
CHEGA DE SUSPENSE:
 
EXATAMENTE AO MEIO DIA, DO DIA TREZE, OS POLICIAS CIVIS, ACIONARÃO AS SIRENES DE SUAS VIATURAS, ONDE ESTIVEREM, POR 1 (UM, PRÁ NÃO DEIXAR DÚVIDA) LONGUÍSSIMO MINUTO…
 
AH! JÁ IA ME ESQUECENDO, SE DER CERTO, CADA SINDICATO PROVIDENCIARÁ, TAMBÉM, QUE SEJA REZADA UMA MISSA…
 
GENTE, FALA SÉRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
PENSEI QUE DEPOIS DOS INÚMEROS ABSURDOS DA GREVE DO ANO PASSADO, OS GENIOS DOS SINDICATOS NÃO CONSEGUIRIAM MAIS ME SURPREENDER…
 
ME ENGANEI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
ELES SÃO INSUPERÁVEIS. QUANTO A TOMAR DECISÕES RIDÍCULAS… 
 
SEGUNDO INFORMAÇÕES DA DIRETORIA DO SINDICATO, O VIOLENTO PROTESTO, FOI COMBINADO NA REUNIÃO DA ENTIDADES DE CLASSE, OCORRIDA NA ÚLTIMA QUARTA FEIRA…
 
GENTE… O SERRA VAI ARRANCAR OS CABELOS QUE LHE RESTAM, DE PURO DESESPERO !!!!
 
IMAGINEM, O ENORME ESPAÇO QUE E MÍDIA VAI RESERVAR, PARA COMENTAR TAL MOVIMENTAÇÃO!!!!
 
VAI DAR ATÉ JN E CAPA DA VEJA… ARG!!!!!!
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Colaboração : Anjo.

Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido. 21

03/08/2009

DEBATE ABERTO

Tortura em transe

Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido.

Data: 04/05/2009

Há pouco tempo, Eric Hobsbawm, em entrevista publicada no jornal argentino Página 12, disse que o presidente Lula “é o verdadeiro introdutor da democracia no Brasil”, pois “lá existem muitos pobres e ninguém jamais fez tanta coisa por eles”. Análise precisa ou arroubo produzido por afinidade ideológica? Nem uma coisa, nem outra. A história em movimento não comporta conclusões apressadas. Os avanços são inegáveis, mas ainda temos um bom pedaço de chão pela frente.

Se o que queremos é consolidar a democracia política como valor permanente, como conjunto de relações sociais a ser permanentemente aperfeiçoado até a afirmação plena da cidadania, um enfrentamento, sempre protelado se faz necessário: julgar e processar os violadores dos direitos humanos durante o regime militar.

Como a história é entendida a partir de recortes da memória, os embates travados, em 2008, entre a Advocacia-Geral da União (AGU), que produziu parecer favorável a torturadores, e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que considera o crime de tortura imprescritível, deixam evidente que, ao contrário de países vizinhos, ainda não há no governo brasileiro uma leitura atualizada da Lei da Anistia, sancionada em plena ditadura.

Falta, como destaca Glenda Mezarobba, professora da Unicamp, “uma interpretação sob a ótica dos direitos humanos e do direito internacional que afirma que não há anistia para crimes como a tortura”.

Afirmar que o expediente legal dos militares “propicia um clima de reconciliação e paz nacional” é desconhecer seus objetivos de origem: impedir que a sociedade tivesse direito à verdade, com a revelação dos crimes cometidos e suas circunstâncias, e evitar a punição dos responsáveis por atos repressivos e ilegais. Ademais, é sempre bom lembrar que a versão original da Lei 6.883 já foi bem alterada, o que não autoriza ações procrastinadoras ou leituras canhestras tão ao gosto do presidente do STF.

Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido. Sob o manto da impunidade dos seus algozes, permanece suspenso em um pau de arara, enevoado pela cortina de uma ideologia autoritária que impossibilita a plenitude democrática. Não lhe é negada apenas a restituição da dignidade, mas a história do seu tempo, aquilo que dá sentido à vida e às lutas nela travadas. É chaga que não fecha. Personifica, perigosamente, o princípio da impunidade para o torturador que, pela sua natureza e magnitude, agravou a consciência ética da humanidade.

A ditadura nasceu e se afirmou como contrarrevolução. Expressou, como definiu Otávio Ianni, a reação de um novo bloco de poder às reivindicações, lutas e conquistas de operários, camponeses e militares de baixa patente. “Em geral, os golpistas estavam combatendo propostas e realizações de movimentos e governos reformistas”. Para tanto, o poder estatal alargou sua ação por todos os círculos da vida nacional, anulando o espaço do privado. O terror e a barbárie espalharam-se pelo tecido da sociedade civil até os mais distantes recantos e poros. Esgotado seu ciclo, por não ter sido enfrentado pelo Estado democrático, sobre ele paira como espectro.

Como noticiou o Jornal do Brasil, “no salão nobre do Clube Militar, generais, brigadeiros e almirantes comemoram o aniversário da chamada por eles Revolução Democrática de 31 de março de 1964”. O general Gilberto Figueiredo disse que via as manifestações de protesto dos estudantes “como direito de se manifestar e de interpretarem como querem, é o direito à liberdade”.

É uma observação incompleta. Como afirmou Herbert Marcuse, “esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecessem. Esse perdão reproduz as condições que reproduzem injustiça e escravidão: esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram – sem derrotar essas forças”.

Até quando o general festejará as luzes que permanecem acesas nos porões?

* Artigo publicado originalmente no Jornal do Brasil

PÁRA COM ISSO “CARLINHOS METRALHA”…OU RASGA DE VEZ DIZENDO: ESSES CARAS COMO FHC, COVAS, LULA E SERRA SÃO TODOS SANGUINÁRIOS. TUDO COMUNISTA BANDIDO…SE É PRA GENERALIZAR SEJA IMPARCIAL… 18

02/08/2009

Delegado de SP é acusado de tortura

Folha de S. Paulo

O delegado Carlos Alberto Augusto, 66 anos, do 12º distrito de São Paulo, é suspeito de comandar sessões de tortura no Dops (Departamento de Ordem Política e Social) na ditadura militar (1964-85).

Amigo e tutor do Cabo Anselmo, ambos participaram como informantes do regime na caça aos esquerdistas.

Carlos Alberto trabalhou de janeiro de 1970 a 1977 no Dops.

De acordo com Ivan Seixas, diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo, há vários testemunhos de pessoas torturadas por ele no Dops.

“Ele era conhecido lá como Carlinhos Metralha.”

Ivan apontou Carlos Alberto como torturador em audiência recente no Ministério Público Federal de SP. O delegado nega.

 “Eu era agente de informação, não trabalhava em ações”, afirma.

“Apenas cumpri meu dever de defender o país do comunismo.”

Carlos Alberto diz estar pronto para servir as Forças Armadas caso seja necessário um novo golpe.

 “Esses caras do governo [Lula] são todos sanguinários. Tudo comunista bandido.

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Explica uma coisa, agentes de informações não eram aqueles que “tiravam” informações?

Como é que vocês tiravam informaçoes de comunista bandido e sanguinário?

Por fim , desculpe-me pela grosseria, Vossa Senhoria apenas prejudica a Polícia Civil quando defende aquele  time de lambedor  de militar.

A maioria  ladrão,  bebum, drogado e covarde.

Não tinha essa de dedensor da pátria.

E por causa desses heróis CONTINUAMOS NA MERDA! 

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Confidências de um  investigador : ” o pessoal ia  lá pra ganhar dinheiro, o negócio era sequestrar estudante filho de rico pra dar um cambau de leve; depois tomar uma nota do pai”…

“um monte de trouxa pobre  morreu só por ter testemunhado o sequestro do coleguinha metido a comuna”…

“eu dei um tiro no pé de um milico que massacrou um estudante que danificou uma cabine de  telefone”…

Me tiraram de lá; eu voltei para o DEIC, mas dias depois meteram fogo no meu Karman-guia prá eu aprender não defender terrorista…

Dias depois eu comprei um Dodge Dart SS…(J.E.L) 

GRIPE SUINA: O ESTADO DEVERIA PROIBIR A ENTRADA DE VISITANTES NOS PRESÍDIOS 3

Domingo, 2 de Agosto de 2009, 15:17

Gripe suína: presídios de SP vão fazer triagem em visitas

De A Tribuna On-line

 

 

Os presídios da região Noroeste de São Paulo começaram a tomar providências para evitar o contágio dos detentos com a nova gripe. Nas próximas semanas, o serviço de assistência à saúde dos presídios do estado vai realizar uma força tarefa durante as visitas aos presos.
A orientação da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo é barrar qualquer pessoa suspeita ou com sintomas de gripe nas entradas das unidades. A medida é para evitar que o vírus Influenza A (H1N1) chegue aos presídios. Na região de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, o Ministério Público já vistoriou as unidades.
A preocupação com a gripe dentro dos presídios tem motivo. Quase sempre as unidades abrigam mais presos do que a capacidade, o que torna o ambiente propício para a contaminação. O Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto, que tem capacidade para 778 presos, abriga atualmente 1.059. A Diocesana Pastoral Carcerária já começou um trabalho de identificação de grupo de risco dentro das penitenciárias da região.

 

Mortes do estado
De acordo com a última atualização da Secretaria de Estado da Saúde, divulgada na sexta-feira, 37 pessoas morreram em decorrência da nova gripe em São Paulo.

Também na sexta, além do anúncio do governo do estado, as prefeituras de Campinas, Jacareí e São Caetano do Sul divulgaram novas mortes. Em Campinas, foi registrada a quarta morte da cidade, uma adolescente que estava grávida de gêmeos. Os bebês nasceram em 14 de julho, passam bem e já receberam alta. As informações são do G1.

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Se o vírus chegar aos presídios poderá ocorrer uma “faxina”.

                                                                                PIGS