Delegada Vera D´Antracoli é acusada de ter feito uso irregular do Registro Digital de Ocorrências e de ter forjado flagrantes…O SÉRPICO APONTAVA VIRTUDES E DEFEITOS, MAS NADA DESSA NATUREZA… 29

SINDICATO denuncia ex-titular da Dise
Delegada Vera D´Antracoli é acusada de ter feito uso irregular do Registro Digital de Ocorrências e de ter forjado flagrantes
Marcelo Alvarenga

Vera: Não quis se manifestar
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região (Sinpol), Valdir Fernandes da Silva, acusa a delegada Vera Lúcia D´Antracoli Ribeiro Neves de ter cometido uma série de irregularidades e ilegalidades durante o período em que comandou a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), entre elas, a de ter mandado seus subordinados forjarem flagrantes.

Silva enviou, há 20 dias, um ofício ao Conselho da Polícia Civil solicitando que Vera fosse afastada do trabalho policial e juntou diversas denúncias protocoladas por funcionários, além de 208 assinaturas, encaminhando-as ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional de Mogi, que culminaram, preventivamente, no afastamento da delegada do comando da Dise há cerca de duas semanas e sua transferência para prestar serviços policiais na Cadeia Pública. Veículos de Imprensa nacional, como a TV Record, estiveram ontem na cidade para apurar o caso.

Segundo o presidente do Sinpol, entre as denúncias protocoladas estão o uso irregular de viatura policial e do sistema de Registro Digital de Ocorrências (RDO), além de adulteração na elaboração de flagrantes. “Temos um CD com gravações que comprometem seriamente a delegada. Em uma delas, ela fala com um funcionário sobre forjar um flagrante de tráfico”, contou Silva.

As denúncias foram apresentadas ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional pelos policiais da Dise, por intermédio do Sinpol. “O policial tem medo de representar contra um delegado, mas a situação estava tão insustentável que eles vieram me procurar. Fomos até a Seccional para comunicar o que estava ocorrendo. Ela, constantemente, humilhava os policiais”, explicou.
De acordo com o sindicalista, os crimes que são atribuídos a Vera podem, inclusive, resultar na perda de seu cargo. “A presença dela na região é insustentável. O sindicato colheu 208 assinaturas de policiais do Alto Tietê que se mostraram solidários aos funcioná-rios da Dise e também manifestam o desejo de nunca ter de trabalhar com ela”, destacou.

Agora, segundo Silva, se o Conselho da Polícia Civil, que é dirigido pelo delegado-geral Domingos Paulo Neto, decidir acatar o pedido de afastamento da delegada, ela deverá ser recolhida para o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), onde ficará até que as investigações contra ela sejam apuradas. “Se a remoção for aceita, ela não poderá assumir nenhuma delegacia. Ficará apenas à disposição do Demacro”.

Outro lado
O Mogi News procurou a delegada para que ela se manifestasse sobre as denúncias e o ofício, mas ela preferiu não comentar o assunto. Vera estaria sendo vítima de ameaças e questiona a forma como as denúncias e o abaixo-assinado foram feitos.

O caso segue para a investigação do delegado seccional de Polícia Civil, João Roque Américo, por meio de um procedimento administrativo. No entanto, Américo preferiu não se manifestar sobre o fato, mas disse que a Seccional estaria tomando as providências necessárias.

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Pelo que sei ela não é uma flor; temperamental e, muitas vezes, destemperada. Mas nada chegou ao conhecimento deste Blog e do Ouvidoria do Policial acerca de indignidades funcionais como as noticiadas.

Assim,  toda cautela nunca será demais.

Pode ser vingança  orquestrada pelo  CAZÉ. 

TODA A VERDADE ACERCA DAS DISPUTAS POLICIAIS: O ESTADO NÃO OUVE A DISCÓRDIA 29

Quem defende e se agarra ao inquérito policial –  como propriedade do Delegado de Polícia – não preside inquéritos policiais; se é que algum dia dedicou-se a tão  desgastante trabalho.

Quem defende o ciclo completo como sendo o remédio para todos os males da segurança pública, não está nas ruas  – uniformizado – cumprindo os seus deveres.

Valendo dizer: tais discussões inúteis são alimentadas por inúteis; esquecidos de que todos os assuntos pertinentes às policias sempre foram – e serão –  discutidos e decididos sem a menor participação das Polícias. 

Por uma questão fundamental: nunca houve concórdia entre Delegados e Oficiais da PM.

Assim,  a modernização das Polícias, com ou sem inquérito policial, ciclo completo ou  juizado de instrução , refletirá a vontade da comunidade acadêmica,  advogados, promotores e juízes. Com os estragos –  posteriormente –  acrescidos pelos legisladores.

Houvesse seriedade,  policiais militares e civis –  há muito –  estariam irmanados buscando a melhor solução para a Sociedade.

Não há espírito público, apenas corporativismo.

PIADA CASTRENSE: “A agilidade da polícia ostensiva em muito supera a burocratica e ineficiente polícia civil”(“SIC”) 6

A verdade é que quem não tem competência não se estabelece. O FALIDO INQUERITO POLICIAL tem de acabar. A modernização com o ciclo completo de polícia é algo inevitável. A agilidade da polícia ostensiva em muito supera a burocratica e inefeciente polícia civil.

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A polícia ostensiva é tão ágil que   SÓ HÁ CRIMES NA FORMA TENTADA…

O ladrão sacou a arma, logo após,  já é preso.

Tamanha a rapidez dos órgãos ostensivos…

Sempre estão no lugar certo; na hora certa.

Sempre alertas e vigilantes.

Diga-se de passagem,  tão pequeno  é o número de crimes   –  já que raramente ocorrem crimes por conta da agilidade do policiamento ostensivo – que a Polícia Civil , há tempos, não tem o que fazer.

Os Promotores não oferecem denúncias, os magistrados não julgam e não há trabalho para advogados criminalistas e defensores públicos. 

DELEGADA QUE INVESTIGOU CARDEAIS AGORA ESTÁ SENDO ACUSADA DE “FRAUDE PROCESSUAL” 21

Delegada que acusou policiais vira plantonista
Enquanto esteve na Corregedoria da Polícia Civil de SP, Alexandra Randmer da Silveira foi a “campeã de indiciamentos’

04/08/2008

A delegada Alexandra de Agostini Randmer da Silveira, 37, teve sua situação profissional definida pela cúpula da Polícia Civil de São Paulo: de integrante da Corregedoria Geral da corporação, onde foi considerada a “campeã de indiciamentos” no primeiro semestre de 2008, com 54 policiais acusados de crimes, ela virou plantonista no 13º DP (Casa Verde), na zona norte de São Paulo.

A decisão de retirar a delegada da corregedoria e mandá-la para um distrito policial da capital partiu do chefe da corporação, o delegado-geral Maurício José Lemos Freire.

No dia 29 de junho, apenas cinco dias após concluir a investigação sobre as 29 pessoas -dentre as quais nove policiais civis, sendo três delegados- suspeitas de utilizar a infra-estrutura da Polícia Civil em Ferraz de Vasconcelos (Grande SP) para falsificar e vender CNHs (habilitações), a delegada foi retirada da corregedoria.

De acordo com o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, do Ministério Público de Guarulhos (Grande São Paulo) e também um dos responsáveis pela investigação contra os acusados de vender CNHs falsas, a retirada da policial da corregedoria foi uma “retaliação”.

Rotina administrativa

Em nota oficial, o delegado-geral, Maurício Freire, informou que a transferência da delegada “deu-se a pedido do delegado diretor da Corregepol [corregedoria], Francisco Alberto de Souza Campos”. A mudança, segundo ele, foi “por razões de rotina administrativa”.

Além de sair da corregedoria, onde ficou um ano e meio, a delegada também foi ameaçada, em maio, quando investigava cinco policiais suspeitos de desviar 327,5 kg de cocaína.

A informação é de outros delegados ouvidos pela Folha e que pediram anonimato, já que Freire os proíbe de conceder entrevista. Questionado sobre a ameaça contra a policial, Freire afirmou: “Não é raro que autoridades policiais recebam ameaças ao longo de sua vida profissional”.

A delegada não foi encontrada ontem pela reportagem para falar sobre a sua transferência e sobre a ameaça.

Ao terminar a apuração sobre a máfia das CNHs, a delegada pediu a decretação da prisão preventiva dos 29 suspeitos. Além de ser contra o pedido da decretação da prisão preventiva dos três delegados acusados, segundo apurou a Folha, a cúpula da Polícia Civil não queria que ela pedisse à Justiça a quebra dos sigilos fiscal e telefônico de todos os acusados.

Chegou à cúpula

Durante as investigações sobre a venda das CNHs falsas, a delegada e a Promotoria descobriram que um integrante da cúpula da Polícia Civil, o também delegado Elson Alexandre Sayão, chefe do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro SP) e braço direito de Freire, alertou um de seus subordinados sobre a apreensão de 200 CNHs emitidas em Ferraz de Vasconcelos.

Em uma conversa gravada com autorização da Justiça, Sayão foi flagrado ao ligar, em 22 de abril, para o também delegado Carlos José Ramos da Silva, o Casé, para alertá-lo sobre a apreensão das carteiras.

Casé foi o coordenador da Polícia Civil na região de Ferraz até 21 de maio. Em 17 de julho, ele acabou preso sob a acusação de receber dinheiro dos suspeitos de vender CNHs falsas.

Apesar de o chefe da Polícia Civil ter afirmado, na nota oficial, que a transferência da delegada Alexandra da corregedoria da corporação não afetou as investigações do órgão, um desdobramento do que ela e a Promotoria investigaram após a prisão de Casé estava previsto para ocorrer nos próximos dias.

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Através de comentário postado, ontem,  neste Blog, leitor informa acerca do suposto indiciamento da Delegada por “fraude processual”, nos autos dos inquéritos em desfavor dos Delegados Carrel e Cazé, ambos presos preventivamente no meado de 2008.

As retaliações , além das já sofridas, eram esperadas. Todavia não acredito que a juntada aos autos de  denúncias anônimas –  por correio eletrônico ou postais – possa caracterizar “fraude processual”…Também não é  de se acreditar tenha ela produzido as supostas denúncias.

Ora, em relação a Carrel há depoimentos produzidos pelo Ministério Público; em relação a Cazé uma série de indícios também inicialmente produzidos por outros órgãos.

Duas coisas são certas: Carrel e Cazé são homens poderosos; homens poderosos e com BONS COMPANHEIROS.

Para eles: QUASE TUDO É POSSÍVEL.