RUY ESTANISLAU SILVEIRA MELLO RECEBEU A MEDALHA ORDEM DE RIO BRANCO POR DEIXAR A CORREGEDORIA GERAL E CORREGEDORIA DO DETRAN TÃO EFICIENTES E ÍNTEGRAS QUANTO AS CORREGEDORIAS DA CÂMARA E SENADO 15

Diretor do Detran recebe honraria em Brasília (DF)

O delegado de polícia e diretor do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN), Ruy Estanislau Silveira Mello, foi homenageado nesta quinta-feira (07), em Brasília, com a “Medalha Ordem de Rio Branco”, oferecida pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

O diretor do Detran recebeu o grau de “Comendador” da medalha.  Autoridades e personalidades de destaque no cenário nacional também foram homenageadas. Entre elas, o ator Toni Ramos, a jogadora de futebol feminino Marta Vieira da Silva, os ministros de Minas e Energia Édson Lobão, do Meio Ambiente Carlos Minc, do Turismo Luiz Eduardo Filho, governadores, embaixadores, militares e representantes da sociedade civil.

A Ordem de Rio Branco foi instituída pelo então Presidente da República, João Goulart, pelo Decreto n° 51.697 de 5 de fevereiro de 1963. Posteriormente, os Decretos n° 66.434 de 10 de abril de 1970, e n° 73.876 de 29 de março de 1974, alteraram, consecutivamente, o regulamento da Ordem.

Possui os seguintes graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro, além de uma medalha anexa à Ordem. É concedida, em princípio, no dia 20 de abril (Dia do Diplomata, data de nascimento do barão do Rio Branco), em Brasília, no Distrito Federal.

É destinada àqueles que, por qualquer motivo ou benemerência, tenham se tornados merecedores do reconhecimento do Governo Brasileiro, servindo para estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção, bem como para distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas. Pode ser conferida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras.

Além dos graus mencionados acima, é conferida uma insígnia da ordem às corporações militares ou às instituições civis, às quais será aposta em suas bandeiras ou estandartes, sem atribuição de graus.

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ESSE MOÇO AINDA SERÁ DELEGADO GERAL!

 

ANTIGUIDADES: Paulo Afonso Bicudo ingressou na Polícia Civil em 1976, no Deic… 3

Paulo Afonso Bicudo: um delegado mestre-cuca

Segunda-Feira, 25 de Julho de 2005

O delegado Paulo Afonso Bicudo é, desde o último dia 6 de julho, diretor do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) de São José dos Campos (distante 91 quilômetros da Capital). São 54 anos de vida, 29 deles dedicados à polícia. As qualidades do delegado, entretanto, não se restringem apenas à profissão. Pelo menos duas vezes por semana, Bicudo se dedica à culinária, sua atividade preferida nas horas vagas.

“São apenas aventuras culinárias”, diz o delegado, ao comentar sobre o passatempo preferido. Modéstia à parte, Bicudo freqüenta, sempre que pode, cursos de culinária como os de Sérgio Arno, chefe de cozinha internacionalmente reconhecido, em São Paulo.

A carreira

Paulo Afonso Bicudo ingressou na Polícia Civil em 1976, no Deic (Departamento de Investigações contra o Crime Organizado), onde permaneceu por sete anos. Depois dessa experiência, transferiu-se para Jundiaí (distante 60 quilômetros da Capital), trabalhando em praticamente todas as unidades policias do município.

Em 1992, foi nomeado Delegado Seccional de Polícia da região, cargo que ocupou até o início de julho, quando foi promovido a diretor do Deinter de São José dos Campos. Também ocupa a vice-presidência da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

Cozinhar é um ato de amor

Paulo Bicudo encara a culinária como um lazer. Para ele, a atividade é importante, sobretudo, por reunir os amigos. “Independentemente de manusear alimentos e prepará-los, cozinhar é, antes de tudo, um ato de amor”. O delegado costuma preparar pratos para os amigos, a mulher, a família e em reuniões informais dos colegas da Polícia Civil. “Mais importante do que cozinhar é ressaltar a fraternidade entre os amigos”.

Mas todo chef comete alguns deslizes. “Dou umas mancadas de vez em quando”, admite Bicudo. “Nada de muito sério, pelo menos nunca precisei pedir uma pizza para substituir um prato que tenha dado errado.”

De olho no prato

“Ainda não deu tempo de ver se ele cozinha bem mesmo”, diz uma secretária do Deinter de São José dos Campos, que agora trabalha com o delegado. Ela espera degustar, em breve, os pratos que Bicudo prepara. Ronaldo Branco, que trabalhou com Bicudo durante 15 anos, na Seccional de Jundiaí, confirma a fama de bom gourmet do colega. “Ele cozinha muito bem mesmo”, garante. “As especialidades dele são o risoto de bacalhau e uma dobradinha. É mesmo sensacional”, complementou.

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Bacalhau…

” Dobradinha”…

DEIC…

Tá certo!

 

O PSDB NOS ANOS 80 ( E A POLÍCIA CIVIL ) 1

Pai de deputado era interventor da Arena.

Suspeito de arapongagem, compactuar com a tortura  e ordenar  atentados contra as bancas de jornais que distribuiam “a imprensa alternativa” ( oposição aos ladrões).
Os seus homens de confiança: “alguns investigadores”!

Foi o criador –  na Baixada Santista –   das “favelas de concreto”.

Ah, “favelas de concreto” em cidade alheia…

Em Santos jamais!
Entendem? 

 Se não entendem explico: ESSE É  O ATUAL ESPÍRITO DO  PSDB…

De Porco!

A MANIA DE MEGANHA CONTINUA 13

DEINTER 02 DETERMINA QUE DELEGADOS FAÇAM RONDAS DIÁRIAS ATÉ MEIA NOITE
 
 
 
ERA SÓ O QUE FALTAVA
O Diretor do Deinter -2, expediu uma mensagem comunicando que os Delegados de Polícia Assistentes do Departamento deverão fazer rondas diárias até a meia noite, em patrulhamento preventivo, fornecendo relatórios diários.
O Delegado assistente trabalha todo dia, entra as nove da manhã e vai sair a meia noite, após dar uma de PM.
 
É melhor então forencerem a farda também….

É PROIBIDO FUMAR CIGARRO EM SÃO PAULO ( I )…O RESTO PODE! 4

Justiça determina que delegacia de polícia funcione 24 horas
 
 
07/05/2009
Fonte: TJSC
A segurança pública é direito de todos e dever do Estado e deve ser prestada de forma eficiente e contínua. Esse foi o posicionamento da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça ao conceder tutela antecipada que obriga o Estado de Santa Catarina a manter em funcionamento, 24 (vinte e quatro) horas por dia, a Delegacia do Município de Forquilhinha, mediante a designação de delegado, investigador, comissário, escrivão e escrevente de Polícia para o exercício de suas funções naquela repartição.

Ao propor a ação, em 2005, o Ministério Público enumerou inúmeras deficiências e irregularidades no funcionamento daquela repartição policial, como horário de funcionamento e quadro funcional insuficientes. Servidores lotados em outras Comarcas eram temporariamente designados para trabalhar no local.

Nos autos, há provas, inclusive, de que a Delegacia esteve, em determinadas ocasiões, fechada e sem qualquer servidor atendendo pelo regime de plantão. “Não se ignora que, não apenas na área de segurança pública, há carência de pessoal, mesmo que a Administração providencie a realização de concursos públicos para supri-la. No entanto, é inaceitável que isso se prolongue indefinidamente, ainda mais em um Município que é sede de Comarca”, explicou o relator do processo, desembargador Newton Janke.

A alegação do Estado, de que a decisão afronta ao princípio da separação dos poderes e dita ordens para o Executivo, não foi aceita pelo magistrado. “O Judiciário se limita a determinar ao Estado o cumprimento do mandamento legal incontrastável voltado à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio”, concluiu.

A decisão confirmou parcialmente liminar da Comarca de Forquilhinha.

Agravo de Instrumento nº 2008.033556-7

MUDANÇAS NA POLÍCIA CIVIL EM SANTOS: NÃO HÁ NENHUMA RENOVAÇÃO 7

Uma mudança sem precedentes na his tória da Polícia Civil da Baixada Santista.

É a que está sendo promovida pelo delegado seccional Rosier Pereira Jorge, e abrange a troca de comando de delegacias, distritos policiais e até mesmo unidades especializadas.

Alguns dos novos titulares de cargos já foram anunciados, e os demais o serão nas próximas horas, ficando assim completado o processo. Em entrevista a este jornal, no começo da semana, ao explicar seus objetivos, o delegado falou em “readequação do organograma”. “Com isso, não existirá mais o comissionamento, um delegado de classe inferior respondendo por uma unidade de classe superior”.

Muito bem.

Esses movimentos de renovação são sempre saudáveis em qualquer área.

Significam uma arma contra a acomodação e outros vícios, mas não podem se limitar a nomes, a uma simples dança de cadeiras.

É necessário haver também ­ e principalmente ­ um programa de ação, com metas a serem alcançadas.

Só dessa maneira as modificações farão sentido.

A violência, na Baixada Santista, não está fora do controle das autoridades.

Longe disso.

Todavia, não deixa de ser preocupante, como o atestam as estatísticas do setor, e precisa ser combatida tenazmente em suas diferentes formas.

 Se as mudanças do delegado Rosier tiverem esse propósito, cabe apoiá-las irrestritamente, pela maior segurança que certamente trarão à nossa população.

( Editorial de A TRIBUNA DE SANTOS )

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A Polícia Civil possui os seus quadros senilizados;  tudo por conta DE NEFASTAS políticas adotadas desde 1995.

Ou seja: O PSDB –  mais do que qualquer outro partido  –  buscou impedir a progressão funcional o quanto pode. Reservando-se as promoções como moeda de troca. Desestimulou a aposentadoria para aqueles que contavam com tempo de serviço e contribuição preenchido (ping pong). Criou brutal diferença entre os ganhos  na atividade e aposentadoria, de forma que para muitos ainda é impossível exercer o sagrado direito ao descanso na velhice. Além de o Sindicato dos Delegados cometer a desgraça de impetrar mandado de segurança em face da inconstitucionalidade de o candidato ao curso superior de Polícia , necessariamente, estar na primeira metade da lista de antiguidade da 1a. classe. O Judiciário acolheu a tese; ninguém reclamou.  

Todos os atos acima, além de outros inconfessáveis,  fez da Polícia Civil um órgão de bengalas, posto que aos 55 anos de idade grande parcela dos funcionários se encontra praticamente inválida para o exercício das funções.

Agora, depois de 14 anos de engessamento, o Governo Estadual espremido pelo movimento grevista, BUSCANDO EVITAR AUMENTOS SUBSTANCIAIS, extinguiu classes iniciais, de modo que  –   REPETINDO A MESMA FORMULA DO GOVERNO FRANCO MONTORO  –  da noite para o dia, novatos se tornaram 3 a. classe emparelhando-se com profissionais com mais de 15 anos na Carreira.

Um raciocínio perverso.  As promoções, na verdade, foram um cala- boca para quem buscava aumentos substanciais.

Ora, não tem cabimento apenas dar promoção  aos milhares  que estavam na 4 a. classe, criando-se   menos de 200 vagas na 2 a. classe, pouco mais de uma centena na primeira e duas ou três na classe especial.

Pois de uma fornada só verificamos  Delegados alcançarem em pouco mais de 3 anos,  a mesma 3 a. classe que a maioria demorou 15 anos para alcançar.

O pior é a Administração , sob o pretexto de PRIVILEGIAR A HIERARQUIA,  também da noite para o dia , defenestrar excelentes Titulares de Distritos para os plantões policiais. 

Substituindo-os pelos homens com mais de 50 anos de idade e mais de 30 anos de Polícia que,  simplesmente pela extinção de classes e criação de cargos,  acabaram por ser promovidos no ultimo dia 1 de maio. 

Alguns:  SEM NENHUM MERECIMENTO.

Não falarei nomes, mas gente bem sucedida financeiramente que  mais vergonha na cara e  consciência fariam com que buscassem a merecida aposentadoria .

Mas o exemplo vem de cima; como grande parte dos DELEGADOS BEM SUCEDIDOS nunca se aposenta antes do 70 anos, seria demais exigir-se comportamento contrário de quem conta 50 a 55 anos.

A mudança de organograma –  ou qualquer outro nome que se dê às “mudanças –  não me parece legítima, pois verificam-se suspeitíssimas exceções às justificativas apresentadas pelo Senhor Seccional. O qual parece querer reparar injustiças do passado, praticadas por diversas administrações, à custa de outras injustiças.

E posso dar exemplos de injustiças: Schneider, Lyra, Cruz, Evandro e  Marcão foram titulares comissionados em classe superior –  muitos anos  –  pelo fato de não existir colegas com a mesma capacitação para o exercício de tais funções. Com efeito, vários dos, agora,  promovidos estavam ocupados com atividades que lhes tomavam grande parte do tempo exigido de um Titular de Unidade de 2 a. classe.

Sem falar  nos PAULISTANOS que invadem a nossa praia, como se lá fosse terra de ninguém ou só de “merdas e bostas”.

Muitos  não foram bem sucedidos sequer como adjuntos. Assim, não lhes assiste direito de tomar assento como titular.

Por outro aspecto, quero ver a administração respeitar a antiguidade entre os da mesma classe, comissionando os mais antigos apenas.

Quero ver mecher com a “trinca pitagórica” da Vila Rica, os terceirinhas titulares de Ciretrans. Há terceiras muito mais antigos  do que os  três.

Aliás, antigos e muito mais capacitados ( necessitados também ).

Enquanto tal não se verificar, não se pode falar em  respeito à hierarquia, ou seja, classe, tempo de carreira.

Finalizo consignando a nossa condição funcional, ou seja, praticamente 21 anos na Carreira, 11 anos na 2 a. classe.

Titular,  por dez anos ininterruptos , em Unidades de 2 a. classe; duas vezes “defenestrado” e substituído por 3 as. classe mais novos.

Tal condição poderia me levar a defender a hierarquia estrita, ou seja, o 2 a. classe deve ocupar Unidade de 2 a. classe ou ser comissionado em 1 a. Enquanto 3a. classe deve ocupar Unidade de 3a. ou chefiar equipe de plantão.  

Contudo não defendo DIREITOS APENAS  QUANDO ME APROVEITAM.  

Não é correto um 2ª.  acabar substituído por um inferior hierárquico.  Menos correto ainda é um 3ª. , perdendo a Unidade para um recém promovido…

QUE MAL SABE REDIGIR UM OFÍCIO. Quanto aos ocupantes dos cargos de 1a. classe –  segundo as palavras atribuídas ao filósofo Sayão –  merda por bosta. 

Sempre os mesmos.

Ah, serão  praticamente os mesmos por mais uns 20 anos!