
JORNADA DE TRABALHO DE 21 HORAS POR DIA – DAS 9h00 as 15h00; retornando das 18h00 as 9h00.
Com saída da Unidade após entrega do expediente por volta das 10h00 ( quando o escrivão tem sorte )
QUEM FOI O DELEGADO JURISTA QUE INVENTOU TAL JORNADA ; SEM QUAISQUER COMPENSAÇÕES PARA OS SUBORDINADOS( ESCRAVOS) ?
portal.tododia.uol.com.br
http://portal.tododia.uol.com.br/,
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alguem copie e cole aqui pois o acesso é restrito.
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O link também está quebrado, mas foi publicado na versão impressa.
Estou aguardando o encaminhamento, assim que possível, da íntegra da matéria.
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Excesso de trabalho motiva queixa ao disque-denúncia
Anônimo reclama de expediente de até 22 horas em delegacia
Cristiani Azanha – Região
Arquivo/TodoDia Imagem
Aviso em quadro no 2º DP de Hortolãndia explica situação da polícia
Excesso de trabalho e expediente de até 22 horas. Esses foram alguns dos argumentos de um policial civil que resolveu denunciar a situação das escalas de plantão dos estabelecimentos policiais de Sumaré e Hortolândia. Ele classificou a situação de “trabalho escravo” e por isso resolveu fazer uma denúncia anônima pelo telefone 181, cuja sede é em São Paulo. As queixas foram repassadas para Delegacia Seccional de Americana para apuração do caso.
A Assessoria de Imprensa da SSP (Secretaria de Estado de Segurança Pública) confirmou que a denúncia foi feita em nome de “Pedro Júnior”, mas de acordo com o delegado Seccional de Limeira, Sebastião Antonio Mayrinques, que respondia interinamente pela Seccional de Americana na semana passada, não há nenhum policial com esse nome na região da sede americanense.
O delegado esclareceu que essa foi a única reclamação feita sobre o esquema de plantões e que “não é necessário se valer do anonimato para se obter qualquer informação das providências que estão sendo tomadas nos municípios ou para que possíveis casos de excesso de trabalho sejam averiguados”. Caso a pessoa se apresente, será prontamente ouvida e suas reclamações serão devidamente apuradas.
O TodoDia apurou que Hortolândia, que teve os serviços essenciais da Polícia Civil comprometidos depois das demissões de 31 servidores municipais cedidos à corporação, também teve de indicar um escrivão para permanecer 60 dias durante a Operação Verão, realizada em cidades litorâneas. Devido à falta de funcionários, os trabalhos em Hortolândia ficaram parados.
Os delegados também estão sobrecarregados. Hortolândia e Monte Mor têm quatro delegados atuando de forma contínua. Mesmo à distância, eles têm escalas de finais de semana de 60 horas ininterruptas. Com início às 18h de sexta-feira e término às 9h de segunda-feira. Houve casos em que o mesmo delegado realizou sete ou oito prisões em flagrante durante o período.
A centralização de atendimento à população na delegacia do município também acarretou excesso de trabalho. Os delegados do 1º e 2º distritos policiais concorrem em escalas de atendimento ao público na delegacia do munícipio, em plantões policiais e na presidência de inquéritos policiais e diligências que estão em tramitação nos distritos policiais.
Um policial civil de Hortolândia que pediu o anonimato disse que poderia entrar com uma ação judicial contra o Estado, mas tem medo de sofrer represália. “O resultado da ação é praticamente certo, assim como as perseguições e punições”, comentou. “Independente da quantidade do trabalho, os inquéritos têm prazos e se não forem cumpridos no tempo correto temos sindicâncias administrativas. A correição está próxima e nossa tensão só aumenta”, acrescentou.
Em Sumaré, o TodoDia apurou que somente um escrivão cuida do expediente da delegacia do município. Assim como em outras cidades conta com servidores municipais cedidos para reforçarem o baixo número de policiais civis em atividade.
FUNCIONÁRIOS
A SSP informou que ainda não há definição se os policiais em preparação serão encaminhados para a região da Delegacia Seccional de Americana. Somente depois das respectivas formaturas serão definidas as cidades que serão beneficiadas. No momento, estão em andamento, em fases diversas, os concursos para seleção e contratação de 1.449 investigadores, 864 escrivães e 369 policiais científicos, além de 2,5 mil policiais militares. O Detran (Departamento de Trânsito) abriu, em 20 de fevereiro, concurso público para o preenchimento de 1.733 vagas para o cargo de oficial administrativo. Desde o começo da gestão, em 2007, cerca de 13 mil novos policiais civis e militares, entre os efetivamente contratados e as vagas autorizadas em concursos. No dia 30 de janeiro, 194 delegados foram empossados. No último dia 4, 68 peritos criminais e 21 desenhistas técnico-periciais tomaram posse.
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sou telemarketing em uma ong na rua jaburuna v.velha tel 3399-4300 … o horario de trabalho deveria ser entre 8 e 14hs porem isso nunca acontece ,sobre varias ameaças (inclusive de demição sem pagamento dos direitos …)ou seja justa causa (temos apenas 15min de intervalo p/ alimentação e nunca conceguimos sair de lá antes de 18hs ,td dia inclusivel sábados !!!!! em dezembro de 2008 tivemos muitos dia em q saimos d lá as 22hs ou seja trabalhanos de 8 as 22hs c/ 15min de intervalo sobre gritos e ameaças inclusivel do proprietario q diz ate q o pai dele é amigo do presidente lula . td dia há choro e ataque de extres em uma das funcionárias(15 mulheres)quero resaltar tmb q tem 1 das funcionaris c/ 60 anos de idade e + outra c/ 6 meses de gestação …é um abuso pq td sabem q telemarketing pode ficar surda ,muda c/ lér(pq tmb digitamos)trabalhamos sobre imença pressão de metas p/ recolhimentos de doações …e quem ñ bate a meta é ameaçado , e deixado de lado e ate tem seu salário atrasado (coincidencia diz a supervisora + sabemos q ñ!!!!pelo amor de deus nos salvem!!!!!!!!!! (diretor é o AMARO DA SILVA NETO E SUPERVISA É NAIRA DUARTE (O LOCALSE CHAMA : PROGETO ESCOLA DE VIDA END: R: LIBERALINO LIMA 882/JABURUNA/ V. VELHA EM FRENTE A MATERNIDADE DE VILA VELHA )HORARIO DE VISITA ENTRE 8 E 17HS TODO DIA MENOS SABADOS E DOMINGOS ) SOCORROOOOOOOOOOOOO
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Venho através desta denúncia procurar, como ultimo apelo, uma solução para um grande problema que se entende há anos no âmbito da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.
Trata-se de uma situação que vem sendo suportada há muito tempo pelos policiais civis deste Estado, pelas mais variadas razões.
A grande maioria dos policiais civis do Estado sofre com o excesso da carga horária que lhes é imposta. De acordo com a Lei, a carga horária do policial civil é de quarenta horas semanais, assim como a maioria dos servidores do Estado. Ocorre que, esta lei não é respeitada na maior parte do estado de Minas Gerais, principalmente nas cidades do interior.
A nossa realidade como policiais civis é muito mais difícil do que as já conhecidas dificuldades referentes as precárias condições de trabalho e os baixos salários. Os policiais civis do interior do Estado sempre foram, de certa forma, escravizados com a exigência de plantões onde o policial civil que trabalhou o dia todo, durante o expediente, é obrigado a ficar a disposição da Delegacia atendendo todos os casos de presos conduzidos que chegam a Unidade, a qualquer hora do dia ou noite e em qualquer dia da semana.
Sou policial de uma pequena cidade do interior e fico, pasmem, de “permanência”, durante todas as horas de todos os dias da semana, não tendo meios de me desligar do serviço, pois não há quem fique em meu lugar. Preciso mencionar que toda a minha vida já foi afetada por esta rotina extremamente exaustiva, sendo que, já perdi esposa, não posso conviver com meus filhos e minha saúde está cada vez mais debilitada.
Diversas vezes já questionei os órgãos que deveriam nos defender sobre este assunto, porém jamais obtive uma resposta sequer e devo reconhecer a razão. A polícia civil é uma Instituição sem qualquer garantia ou independência. Um delegado de polícia, por exemplo, pode ser removido de um lugar para outro do Estado (que é gigantesco) por uma simples decisão política, por conveniência política. Infelizmente devo reconhecer que a Instituição a qual pertenço, vive nas mãos de políticos e é dominada pelos mesmos. Não é igualmente do interesse dos nossos chefes imediatos(os quais possuem cargos em comissão) criarem um conflito com o governo ou mesmo com seus superiores hierárquicos pois os cargos de chefia não se submetem a excessiva carga horária aqui mencionada, pois jamais cumprem plantões ou “permanências”, não sendo, assim, convenientes para os mesmos “brigarem”pelo cumprimento da carga horária de seus subordinados.
Por outro lado, nós, policiais civis do baixo escalão, nos vemos reféns, pois, não podemos contar com ninguém por nós e também não podemos nos expor individualmente, exigindo nossos direitos, pois seríamos fatalmente retaliados com, por exemplo, remoções ex officio que causariam um grande transtorno na vida de todos, considerando o tamanho de nosso Estado.
Dessa forma o Estado de Minas Gerais se encontra numa situação, de certa forma confortável, pois os sucessivos e diários sacrifícios dos policias civis do interior deste Estado não permitem que a população sofra qualquer prejuízo com o ínfimo número de profissionais, pois os próprios policias são quem acabam pagando por mais esta deficiência do Estado.
Sabemos de algumas decisões judiciais que já reconheceram esta realidade dos policiais civis e proibiram que policiais trabalhem além de sua carga horária, em escalas de plantões permanentes que retiram totalmente a liberdade e o direito sagrado ao descanso e ao lazer, o qual deve ser atribuído a qualquer ser humano.
É perfeitamente compreensível que em cidades menores como a minha as ocorrências sejam em menor número do que na capital, todavia, nossas condições de trabalho também são mais precárias e , muito embora não ocorram aqui quarenta flagrantes por madrugada, um que aconteça aqui toda madrugada já impede que nós possamos descansar e dormir como qualquer cidadão trabalhador merece.
Assim a nossa realidade de policiais civis do interior é de trabalhar durante o expediente, cobrir plantão todas as noites ficando inteiramente a disposição para os casos de flagrante, bem como nos finais de semana, e trabalhar no dia seguinte normalmente, pois não há profissionais para dividirem estas tarefas conosco, sem que recebamos absolutamente nada a título de hora extra ou sejamos beneficiados de qualquer maneira com compensação de horas.
Já chegamos a discutir a necessidade de termos folgas semanais que nos permitam um descanso, mas nos foi negado, por razões óbvias, ou seja, não haveria quem cobrisse tais folgas.
Ou seja, o problema é nacional !!!
Policial Civil.
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trabalho com meus salarios sempre em atrazo atualmente tenho 10 meses que nao assino meus conta cheque só faço vales de salarios em atrazo galho 820 mas minha carteira esta assinada com 518 minha patroa nao depoisita meu fgts, tenho ferias atrazda 13 salario, pode ser considerado trabalho escravo ja quew nho varios meses em atraso
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