REUNIÃO COM O DELEGADO GERAL…ADPESP E SINDPESP NÃO PARTICIPARAM 54

Reunião com DGP dia 16.02.2009 

Amigos, 

            Cumpre-me informar como foi a reunião ontem. Peço desculpas pelo

longo e-mail, mas faz-se necessário. A reunião foi muito longa.

            Antes de tudo, cumpre-me informar que os Presidentes do

SIPESP (Sr. Rebouças), SINDPESP (Dr. Leal) e ADPESP (Dr. Sergio Roque) não

foram na reunião, nem da sede da AIPESP, nem com o DGP.

            Segundo Rebouças, tal reunião seria um “retrocesso”; Dr. Leal

alegou que, como impetrou MS contra do DG, ficaria “ruim” para ele

comparecer; Dr. Sergio Roque alegou outros compromissos.

            Peço aos colegas DILERMANDO QUEIROZ FILHO (Presidente da APAPESP

– Associação dos Professores da ACADEPOL) e PAULO CESAR M. NEVES (Tesoureiro

do SINPOL – Sorocaba) me corrigirem se escrever algo que não corresponda à

verdade. Diga-se de passagem, os únicos Delegados, além de mim, que

compareceram.

 

            Cheguei atrasado à reunião na sede da AIPESP. Ao chegar, todos

já discutiam a pauta. Levei cópia da pauta (arquivo “Reivindicações DGP” –

em anexo, atualizado) para apresentar aos colegas, além da original com

cópia da reestruturação proposta pelo colega MENI.

            Ao passar nas mãos de alguns, em especial Sr. Bailoni, Sr. Jarin

e Sr. Amauri (AIPESP, AEPESP e SINPOL – Sorocaba, respectivamente), estes

alegaram que a pauta não poderia abordar assuntos que não fossem da

competência do DGP. Argumentei que deveríamos pedir o mais  para

conseguirmos algo, que tal pauta reproduzia o anseio de todos os policiais e

que já haveria rumores de greve. Bailoni respondeu irritado que queria ver

alguém fazer greve sem dinheiro, e que isso nos “queimaria” com os

Deputados, que teriam se comprometido a atender outras reivindicações após a

eleição da mesa diretora, em 15 de março.

            Convidou a todos para almoçarmos. Quando íamos, notei que ele

chamou os Srs. Jarin e Amauri de canto e pediu para eles fazerem a pauta. No

almoço, sentei-me com a Srª Cidinha, Presidente do SINPOL de Sorocaba,

quando argumentei que a pauta estava vazia, e que deveríamos voltar lá para

fazer constar outros itens, no que concordou.

            Rapidamente almoçamos e voltamos. A pauta contava com míseros cinco

itens, a saber: questão das promoções, revogação da Portaria DIRD 01/2009

(porte de arma para aposentados), licença-prêmio (alguns diretores só estão

dando 15 dias, e negando para quem está por se aposentar), abertura de novos

concursos e “matérias de interesse geral, que seriam apresentadas de

viva-voz”.

            Pronto! Estava feita a confusão. Falei para todos que a pauta

não era só aquela, que tinha muito mais, e que tudo deveria constar por

escrito e ser protocolado, para que não se alegasse desconhecimento.

Dilermando concordou. A maioria negou. Eu disse para o Presidente do meu

sindicato não assinar nada, porque não concordávamos. Chamou-me de canto e

disse que, na primeira oportunidade, entregaríamos a nossa ao DGP. Aí,

concordei.

 

            A reunião com o DGP começou às 14h20min. Foi aberta com o Senhor

Jarin (com quem o DGP trabalhou na ACADEPOL) agradecendo a audiência e

justificando que a greve foi a última alternativa encontrada pelos

policiais, mas que em momento algum teve cunho pessoal contra qualquer

autoridade.

            O DGP agradeceu a presença de todos e explicou que sofre muita

pressão naquele cargo, além de burocracia e cerimoniais necessários. Afirmou

ser uma pessoa autêntica. Disse que não mudou na essência, mas as

atribuições diferentes o fizeram pensar diferente e ter uma visão mais

ampla. Confirmou que as reivindicações são justas, mas que foi contra a

greve. Disse que perdemos com a greve, especialmente com o episódio do

Morumbi. Pediu que nas lutas seguintes utilizemos outras estratégias, não

dando “brechas” para outras instituições. Alegou que o envolvimento de

políticos denegriu o movimento. Disse que sempre tem falado com Sidney

Beraldo sobre a questão salarial. Afirmou que “eventuais” perseguições em

razão da greve não partem dele e nem do Governo – são de autoria dos

diretores e seccionais, e que ele é contra isso.

 

*Sobre as promoções:* disse que já era para ter saído a promoção. A lista

será por promoção e merecimento. Cada diretor indicará as promoções.

Todavia, disse que está fazendo um estudo em parceria com a FGV para haver

“indicadores” de merecimento, pondo-se fim à subjetividade. Estabeleceu um

questionário para todos os diretores para a promoção. Constam como itens o

interstício, punição nos últimos 24 meses, trabalhos científicos,

assiduidade no trabalho, cursos de aperfeiçoamento e avaliação do diretor

(este último item é a pegadinha). Nega que os envolvidos com a greve não

poderiam ser promovidos.

            DILERMANDO questionou o critério de promoções. Disse que não se

tratam de promoções, mas de reclassificação dos servidores policiais. O DG

disse que veio ordem superior para se juntar cargos vacantes com a

reclassificação. Inquiriu-se então o que seria o meio da lista. Disse que o

meio da lista é a nova lista, para o caso dos 3ª Classe, ou seja, mais de

novecentos 3ª estão em condições de promoção. Disse que as promoções, todas,

devem sair no primeiro semestre. Justificou que tem cobrado muito de todos

os diretores e que há um problema no DAP – até hoje, nossas fichas são no

papel. Não estão no computador. Disse mais: que pretende até o fim de sua

gestão que as promoções sejam trimestrais.

 

            Entrou-se na discussão sobre o plantão. Disse que há três grupos

trabalhando (DECAP, DEMACRO e DEINTERS) para um melhor aproveitamento dos

funcionários. Concorda que nos transformamos num grande “cartório” e que

isso precisa acabar. Disse que o melhor projeto, por ora, é o de Piracicaba.

            Neste momento, tomei o microfone e falei sobre a questão dos

plantões e da reestruturação. Apresentei a pauta em anexo e o projeto do

Meni. Foi uma chiadeira geral. Todos (à exceção do Dilermando) reclamaram

que aquilo não estava na pauta e que era um problema só meu, que não tinham

nada com aquilo. Entendi que não queriam que o DG recebesse o trabalho. O DG

rechaçou as alegações de todos e disse que toda ajuda é bem vinda.

Protocolei com o Dr. Florenzano o trabalho, sob protestos.

            O DG afirmou que não se regionalizará concursos.

 

*Armamento:* disse ter a pretensão de melhorar o armamento e liberar

policiais que tenham qualquer registro (SINARM, SIGMA, CR etc.) a utilizá-la,

mesmo as de uso restrito. Ele, através de solicitação do interessado, por

escrito, dá a autorização, desde que preenchidos alguns requisitos.

*Licenças-prêmio:* vai vedar a negativa da licença-prêmio, isto é, o tempo

pedido pelo servidor há de ser respeitado. Anotou que no DEINTER-1 e

DEINTER-6 tais fatos ocorrem. Disse que cobrará dos diretores.

 

          O DG disse que deseja a valorização da Polícia Judiciária, com o

fim dos “chancelamentos” de B.O. ‘s, mas teme o chamado “ciclo completo” da

PM, já que se está sofrendo pressão da Secretaria Nacional de Justiça nesse

sentido. Segundo ele, foi-se proposto que a PM faça o ciclo completo, a

Federal fique com suas atribuições e nós com os “casos especiais”. Teme que

aí entre o MP e retire isto da Polícia Civil, já que não se sabem quais

seriam os “casos especiais”.

          Quer a radical diminuição de atendimento ao público no plantão.

Como já disse anteriormente, concorda que viramos um grande “cartório”.

Todavia, quer o público muito bem atendido, pois não é justo o público ficar

por horas numa delegacia esperando para ser atendido. Essa é uma pressão do

governo e dos prefeitos. Nesse momento, DILERMANDO mais uma vez pediu a

palavra, quando disse que a culpa não é nossa, mas da PM, que pega a

ocorrência e demora quarenta minutos para fazer o BOPM, para depois

apresentar. Queixou-se também da perda de autoridade, exemplificando com

casos em que determinamos que algo vá para exame e eles se negam a fazê-lo,

atrasando todo o trabalho. O DG ficou quieto, dando a entender que nada

poderia fazer nesse sentido.

          Prometeu fazer gestões na PGE para agilizar as promoções. Pôs-se

aberto a reivindicações, e disse que poderíamos cobrá-lo pessoalmente. Pediu

que todas as solicitações não atendidas, que façamos chegar ao Dr.

Florenzano (creio que uma espécie de secretário da DGP).

 

*Reestruturação:* pretende que todas as carreiras atinjam o nível superior,

como na Federal. Orientou que muitas carreiras serão extintas, mas todas

serão valorizadas.

 

*ALE:* o valor único foi pleiteado. O DGP disse que realmente pretende mudar

isso. Disse que o governo já está convencido de que há injustiça e que

estuda a modificação. Cumpre dizer que este foi um assunto pleiteado pelo

colega PAULO CESAR, o qual deu exemplo da diferença de ALE entre Votorantim

e Sorocaba, cidades ligadas entre si por uma rua e que recebem valores

diferentes.

 

*Fim dos “penduricalhos” e transformação em um único salário:* pleiteou-se

(Sr. Bailoni) o fim das verbas travestidas de aumento, para que percebamos

um único valor. Disse o DGP que realmente há um estudo nesse sentido.

 

*Escolta de presos:* não há como se acabar por enquanto. Disse que a SAP

pretende fazer os concursos, está com dinheiro para construção de novos

presídios, mas encontra entraves políticos (prefeitos que não querem cadeias

em suas cidades) para construção e contratação de pessoal. Mas ainda assim,

o SSP estuda uma melhor solução para sanar a questão.

 

           Nesse momento, Walter (Presidente do SINPOLSAN) pediu a palavra.

Disse que com relação ao episódio de 16 de outubro (confronto com a PM) os

policiais de Santos nunca mais esqueceriam, e que todos os dias 16 de

outubro, em Santos, haveria manifestações para lembrar o “Dia da Traição”.

No meu entender, com todo respeito ao Walter, não era o momento para tal observação.

 

          Ao final da reunião, fotos. O Sr. Bailoni e o Sr. Amauri vieram

falar comigo, reclamando que eu não podia ter feito aquilo. Disse que

assumia a responsabilidade e que as reivindicações tinham o timbre do meu

sindicato, que ele saberia e quem cobrar. O Sr. Bailoni pediu-me desculpas

por ser “bocudo”, mas que eu estava errado. Disse que eu era mais bocudo que

ele a faria o que considerasse necessário. Fomos embora.

 

          Peço desculpas a todos se fui muito incisivo, mas como muitos já

me conhecem, sou um ogro, um troglodita e não engulo sapo. Não sou político.

Fiz o que achei que deveria ser feito.

 

Era o que tinha a lhes informar. Ponho-me à inteira disposição para

outros esclarecimentos se tiver como fazê-los.

 

Marcello Marinho Costa de Oliveira

Delegado de Polícia de Santos/SP

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A MENSAGEM ACIMA  FOI PUBLICADA SEM O CONHECIMENTO E  AUTORIZAÇÃO DO SEU AUTOR.

Um Comentário

  1. DR GUERRA,

    ACHO QUE SÓ INFARTO VAI SER POUCO, QUE TAL UM AVC???

    MUITO A CONTRAGOSTO, MEUS CUMPRIMENTOS AO DR LEAL, DR SERGIO ROQUE E REBOUÇAS, QUE NÃO COMPARECERAM A ESSA SESSÃO VESPERTINA DE CIRCO!

    QUANTO AO BAILONI, ACHO INCRÍVEL CONSTATAR QUE, FICA HISTÉRICO (COMO VÁRIOS OUTROS PRESIDENTES DE SINDICATOS), A SIMPLES MENÇÃO DA PALAVRA GREVE!
    LEVANTANDO, SEMPRE, A QUESTÃO “DINHEIRO”!

    PARECE QUE O DINHEIRO GASTO NA GREVE SAIU DE SEU BOLSO E NÃO DO NOSSO! PORQUE, ELE PARECE ESQUECER, QUE O DINHEIRO DOS SINDICATOS É NOSSO, PAGO POR NÓS! TOSTÃO SUADO, POR TOSTÃO SUADO!

    E A PARTE DE NOS “QUEIMAR” COM OS DEPUTADOS, ENTÃO…

    ME LEMBRA UMA TRÁGICA NOITE NA ASSEMBLÉIA… ARG!

    E O NOSSO QUERIDO DGP… “PERDEMOS COM A GREVE…”; “UTILIZARMOS OUTRAS ESTRATÉGIAS…”; “NÃO DAR BRECHAS PRÁ OUTRAS INSTITUIÇÕES…”

    SOCOOOOOORRO!

    ALGUÉM CONHECE UM BOM CARDIOLOGISTA QUE ATENDA A DOMICÍLIO “DE GRAÇA”?????????????

    TÔ COM TAQUICARDIA!!!

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  2. Ele jamais diria: “vocês ganharam com a greve”.
    Agora ele acertou num ponto: “ENVOLVIMENTO COM POLÍTICO DENIGRE QUALQUER COISA.”

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  3. O melhor exemlo de plantão é Piracicaba? Das duas uma: ou ele está mal informado ou ele admite que estamos todos mesmo FUDIDOS.

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  4. Disse que o melhor projeto, por ora, é o de Piracicaba.

    Me parece que ele quis dizer que o melhor será a diminuição das Unidades.

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  5. Só quem estava no Morumbi, lá na frente, sabe como cada homem desses (SINDICALISTA) se postava diante de tudo.

    Devo admitir que de todos eles o Rebouças (PRINCIPAL) e o Roque se portaram como homens de bem, mas o resto, só queria sua vez ao holofote.

    Nessa veadagem toda acredito que somente os dois saiam sem respingos.

    Pois os outros eu vi como se portaram, podem ver nas imagens no YOU TUBE, o que a Rebouças fez quando éramos atacados corajosos, devo admitir, o resto se escondeu e ficou no cantinho (EU CHEIREI, CHEIREI E CHEIREI ALI PRÓXIMO E VIA CADA UM ANTES, DURANTE E DEPOIS).

    Não sei se é pinico ou se tem mais alguma coisa a mais no meio disso, não consigo acreditar como tem pessoas filiadas a estes sindicatos e associações. Acho que sei. Quando você esta na academia eles te pegam a laço, depois como desfiliar, fica difícil (MORREM DE MEDO DE UMA A. R. DE DESFILIAÇÃO).

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  6. VÍDEO QUE ROLA NA NET

    É o presidente da UNE José Serra no Comício da Central do Brasil, em março de 64, que precipitou o golpe contra o presidente democraticamente eleito João Goulart.

    Aparece ele com Almino Afonso, Brizola, e ao discursar, inflamado, a favor das reformas de base de Jango!

    Serra sempre escondeu esse vídeo.

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  7. Não pretendo, com o comentário a seguir, defender ou atacar quem quer que seja. Apenas retratarei o que penso e sinto sobre a atual situação, e os fatos narrados pelo dr. Marcello.

    Na minha época, fio de barba era sagrado. Compromisso assumido era certeza de compromisso cumprido.

    Participei de parte da última reunião do comando de greve, na sede do SIPESP, quando houve a abertura total de pernas. (Nada me tira da cabeça que foi desta reunião que surgiu a idéia da aquisição do adipômetro para medir as pregas). Habib e eu nos retiramos antes do final, tamanha a decepção com o desenrolar da coisa.

    Um dos principais argumentos expostos para que fossem feitos os tais acordos foi justamente a falta de grana. Rebouças não sentiu nenhum pejo em admitir – não só nessa ocasião – que o SIPESP estava quebrado. Dele não esperaria outra atitude, pois é um cara correto.

    O comando de greve fez um acordo. Em nosso nome. Eram – são – nossos representantes legais. Por nós eleitos. Com nossa procuração para tal, gostemos ou não. O fato é que o acordo – com péssimos resultados, mas, segundo a avaliação do comando de greve, única alternativa viável – foi feito, em nosso nome.

    O Governador, até agora, cumpriu com o combinado.

    A próxima parte do acordo envolve a Assembléia Legislativa. A reestruturação e outros assuntos de interesse, segundo o acordo, serão discutidos pelas entidades representativas E os deputados, naquela casa, a partir de março. Não vejo, até agora, qualquer óbice ao que foi combinado oriundo da outra parte.

    Por isso, NÃO ACEITO, pelo menos até que haja outro fato relevante, que NÓS não cumpramos com os compromissos assumidos pelos nossos representantes legais, em nosso nome. Gostemos ou não, é uma questão de hombridade e decência seguirmos o rumo traçado naquela ocasião.

    Se a outra parte refugar, aí, sim, teremos razão em mudar de comportamento. Mas enquanto isso não acontecer…meu fio de barba está valendo.

    E não creio que alguém possa, em sã consciência, duvidar de minha participação ativa em todo o movimento, inclusive na parte de cheirar aquele maldito gás junto com tantos parceiros.

    Talvez os acontecimentos ocasionem uma mudança na nossa relação com as entidades representativas. Que elas passem a nos representar, ao invés de decidir por nós. Mas isso é outra história.

    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  8. realmente naquela triste tarde no palacio eu perdi muito com aquele epsodio, perdi um pe do meu kichute correndo dos coxinhas sanguessugas..malditos…alguem esperava alguma novidade ou qualquer avanco na reuniao com o DGP?….fui…..

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  9. SE O PRÓPRIO DGP JÁ ESTÁ SENDO INTMADO A ANDAR NA LINHA PORQUE A PM PODE ABOCALHAR TUDO…AH, IRMAOZINHOS, PODEM ESPERAR QUE ESTAMOS COM OS DIAS CONTADOS…SERÃO TODOS FAZENDO POR NÓS E NÓS APENAS OLHANDO DE LONGE O FILME PASSAR…AÍ SIM, HAVERÁ JUSTIFICATIVA PARA NÃO SE PAGAR SALÁRIOS MELHORES, POIS NOSSAS ATRIBUIÇÕES IRÃO PARA O ESPAÇO…PERCEBE-SE, COMO BEM RELATOU DR MARCELLO, QUE O DG ESTÁ APÁTICO, TEMEROSO, INCERTO DO FUTURO E DIZENDO, EM LINGUAGENS SUBLIMINARES QUE A TENDÊNCIA É QUE A PM FIQUE COM BOA PARTE DE NOSSAS ATRIBUIÇÕES…GENTE, LEIA ATENTAMENTE O QUE O HOMEM DIZ!!!!ESTAMOS FADADOS AOS FINS E DAQUI EM DIANTE, NÃO ESPEREM COISA MELHOR…OS SINDICATOS NÃO FALAM A MESMA LINGUA, HÁ MEDO, PROMISCUIDADE E FALTA DE CORAGEM…FALA-SE BESTEIRA NO MOMENTO INADEQUADO (COM EXCEÇÃO DR MARCELLO) E FALTA PODER DE OBJETIVIDADE NAS DISCUSSÕES…QUEREM SABER DE UMA COISA, REBOUÇAS E OS DEMAIS QUE NÃO FORAM ESTÃO MUITO CERTOS EM NÃO TEREM COMPARECIDOS NESTE CHÁ DE BEBÊ….CONTUDO, OBTEVE SUCESSO O COMPARECIMENTO DE DR MARCELLO E CIA PARA NOS MOSTRAR O PERFIL ATUAL DO NOSSO DGP:- UM VERDADEIRO FRACASSADO, FALA PARA AS PAREDES E NINGUÉM O OUVE….UM FANTOCHE QUE ESTÁ LÁ NA DGP TAL COMO NOS PLANTÕES POLICIAIS OS DEPOLS FICAM:-SÃO MEROS CARTORÁRIOS DE PLANTÃO….O DGP É O CHEFE DOS CARTORÁRIOS E A PM E PF SÃO AS POLÍCIAS DE VERDADE!!!

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  10. NINGUEM PERCEBEU.
    O PROPRIO DGP ESTA ALINHAVANDO PARA QUE TODOS OS PODERES INERENTES A POLICIA JUDICIARIA PASSEM PARA AS MÃOS DOS COXINHAS.
    AFINAL, ESTE DGP SEMPRE GOSTOU DE USAR FARDINHA, RECEBER MEDALHINHA E, AGORA, QUER PILOTAR O AGUIA, PORQUE O PELICANO É MUITO LENTO.
    PIADA ESPERAR ALGO DE BOM DESTE DGP E DE TODOS DO CONSELHO.

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  11. DR. GUERRA,

    SÓ PARA CONHECIMENTO, OS OITO QUE NEM INICIARAM A CARREIRA DE DELPOL EM RAZÃO DAS “VARIAS” GARANTIAS QUE A MESMA OFERECE:

    Portaria do Diretor Técnico de Serviço do Serviço
    Técnico para Assuntos Administrativos da DGPAD/APA,
    de 17-2-2009
    Tornando sem efeito as nomeações dos abaixo indicados,
    para os cargos de Delegado de Polícia de 4ª classe, padrão
    I, processadas por Decreto publicado a 17-1-2009, em virtude
    de não terem tomado posse dentro do prazo legal.
    Eduardo Ruivo Nicolau – RG 24.571.446
    Fabio Perez Fernandez – RG 32.347.049
    Gustavo Cezario de Castro – RG 29.457.076
    Lia Aguiar Santana – RG 28.572.059
    Leo Junqueira Ribeiro de Alvarenga – RG 29.397.393
    Luis Gonçalves da Cunha Junior – RG 29.617.196
    Paulo Fernando Deroma de Mello – RG 20.947.312
    Ronaldo Barberis Filho – RG 34.715.554 (STAA-1-P).

    MUITO PROVAVELMENTE, PELA CONDUÇÃO QUE O DGP E DEMAIS ESTÃO DANDO PARA A CARREIRA DE POLICIAIS CIVIS, ESTARAM PRESTANDO FUVEST COM A OPÇÃO DE CURSAREM O BARRO BRANCO E SEREM OFICIAIS DE COXINHA.

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  12. dá muita pena dos senhores ,policiais civis de são paulo, que tragédia , o fundo do poço chegou e voces estarão colados nele para sempre com superbonder

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  13. CARO FLÁVIO,

    TEMOS AQUI MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA “CUIDADO COM SEU VOTO – ELE PODE SE VOLTAR CONTRA VOCÊ”.

    SOMOS PERITOS EM ELEGER PESSOAS ERRADAS PARA NOS REPRESENTAR E DECIDIR POR NÓS!

    MAS, ACHO QUE VC TEM TODA RAZÃO, QUANDO DIZ QUE, O QUE FOI FEITO, POR PIOR QUE TENHA SIDO, NÃO PODEMOS MUDAR. E TEMOS QUE RESPEITAR.

    O QUE NÃO SIGNIFICA, EM ABSOLUTO, QUE NÃO TENHAMOS, TODO O DIREITO, DE CONTINUAR LUTANDO CONTRA TODOS OS INÚMEROS ABSURDOS, COM QUE NOS ASSOLAM: O ABSURDO DESCONTO “POR CONTA” DA RIDÍCULA INCORPORAÇÃO DO ALE; O “TERRORISMO” DE ALEGAR QUE A APOSENTADORIA ESPECIAL DEPENDE DE LEI COMPLEMENTAR, NA QUAL SE ESTABELECERÁ QUE O FUNCIONÁRIO QUE OPTAR POR USÁ-LA, ABRIRÁ MÃO DE QQ DIREITO A PARIDADE; O FATO DE TERMOS QUE VIVER ACIONANDO O ESTADO (E PAGARMOS POR ISSO), PARA PLEITEARMOS, NA JUSTIÇA, O QUE É NOSSO DIREITO (EU TENHO EM ANDAMENTO 11 AÇÕES CONTRA O ESTADO); POR UM REAJUSTE DIGNO, EM NOSSA DATA BASE, ETC, ETC, ETC…

    PLAGIANDO VOCE, SE EU NAO ESTIVESSE ABARROTADA DE TRABALHO, EU PODERIA PASSAR O DIA TODO AQUI, ELENCANDO UM “CAMINHÃO” (EMPRESTADO, CLARO) DE MOTIVOS.

    QUANTO AO GOVERNO ESTAR CUMPRINDO COM SUA PARTE DO “ACORDO” (ARG), ACHO QUE VC ESTÁ SE ESQUECENDO QUE, FAZIA PARTE DO PACOTE, A NÃO PERSEGUIÇÃO AOS GREVISTAS!

    DE QQ FORMA, EU NUNCA DISSE QUE ESSE SEJA O MOMENTO PRA RETOMARMOS A GREVE! PORÉM, NÃO PRECISAMOS ESTAR EM GREVE, PARA FAZERMOS UMA MANIFESTAÇÃO PÚBLICA, POR NOSSOS DIREITOS!

    COMO TAMBÉM NÃO FAZ SENTIDO, QUE TENHAMOS QUE EXCLUIR, POR COMPLETO, A POSSIBILIDADE DE UMA RETOMADA DO MOVIMENTO GREVISTA, CASO O GOVERNO DEIXE DE CUMPRIR, COM MAIS ULGUMA PARTE DO ACORDO.

    É O CÚMULO, QUE OS PRESIDENTES DE SINDICATOS, SE ACHEM NO DIREITO DE TER UMA SÍNCOPE, A SIMPLES MENÇÃO DA PALAVRA GREVE!

    ALÉM DO QUE, NOSSO MOVIMENTO FOI ABORTADO (VIOLENTAMENTE) NO INÍCIO DE NOVEMBRO. ESTAMOS EM FEVEREIRO.

    POR ACASO, ALGUM DE VOCÊS JÁ FEZ ALGUMA CONTA, PRA CALCULAR, POR ALTO, O QUANTO ESSES SINDICATOS ARRECADAM POR MÊS???

    NÃO?

    FAÇAM!

    É DINHEIRO PRA BURRO!!!

    E É NOSSO! NÃO DELES!

    UM ABRAÇO PRÁ VC!

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  14. Oi, Anjo…
    Novamente quero deixar claro que não pretendo defender ou atacar ninguém, mas simplesmente expor a minha opinião.

    Talvez, por excesso de cuidado, meu comentário anterior não tenha sido bem compreendido. Tentarei explicar.

    Não conheço esse Dr. Marcello, subscritor do “relatório”. Sei que muitos policiais começaram a participar mais ativamente do movimento sindical e associativo depois da greve, e estão pegando o bonde andando. Não há que se fazer críticas a respeito, a não ser que os atos sejam prejudiciais. E considero o que ele fez prejudicial a nós. Porque existe toda uma agenda a ser cumprida, que pode ser interrompida graças a atitudes como a dele.

    O forum acordado para discussões sobre a reestruturação e outras questões importantes foi a ALESP. O DGP não tem capacidade nem autoridade para tratar desses assuntos. No entanto, algumas questões administrativas – como, por exemplo, a perseguição aos grevistas, as promoções, e outras tão importantes quanto – podem ser resolvidas por ele.
    Tratar de reestruturação de carreiras com o DGP tem tanta utilidade quanto enxugar o Rio Amazonas com um esfregão. E atrapalha a consideração de outros assuntos que podem ter alguma solução.
    Mas ele – o Dr. Marcello – aprenderá a ter algum discernimento, com o passar do tempo e um pouco de experiência.

    Quanto à questão da grana: Sei que em toda essa miríade de entidades “representativas” há duas que não estão quebradas: a AIPESP e a ADPESP. Creio que a Associação do irk Hilkias também está bem financeiramente, mas não posso afirmar.

    Quase todos os Sindicatos, a se julgar pelas notícias que chegam quase diariamente, estão totalmente falidos. Pagam a conta de luz em um mes e a de água no outro.

    Ocorre que a disputa política entre as estrelas que nos “lideram” não permitem que todas as entidades se unam e repartam o pão com uma finalidade comum, que é a nossa dignidade pessoal e profissional. Dão mais importância à discussão sobre a paternidade da criança que ao objetivo da existência das entidades.

    Durante a greve, todas as vezes que o tema grana entrava na pauta, todos se lamentavam. Menos a AIPESP e a ADPESP, que disponibilizaram todos os recursos para manter o movimento. Disso fui testemunha presencial, não é fruto de diz-que-me-diz. Ainda assim, os “concorrentes” se recusavam a usufruir das ofertas.

    O movimento começou a perder força quando os Sindicatos resolveram “expulsar” as associações do Comando de Greve e impedir sua participação. Acabou a grana. E essa foi uma das causas da “abertura total de pernas” que todos presenciamos e lamentamos.

    Concordo totalmente com voce que não podemos deixar de reivindicar aquilo que julgamos ser nosso direito. Da forma que se fizer necessário, e, como última alternativa, outra greve. Como última alternativa, como toda greve deve ser. Enquanto houver alguma possibilidade de obtermos sucesso sem a utilização desse recurso, devemos a ela nos ater. Greve pela greve só é bom para quem quer se promover politicamente.

    Pelo que sei, ainda não chegamos a esse ponto. Espero que não cheguemos.

    Mas o não comparecimento de alguns “representantes” na reunião com o DGP é bastante sintomático da disposição dos presidentes de algumas entidades quanto a participar de atos que possam trazer algumas melhorias, se deles não decorrerem vantagens políticas.

    Quanto à “síncope” de alguns dirigentes com a menção da palavra greve, creio que as atitudes do Dr. Marcello, atravessando tudo o que está sendo feito, possam ter sido a causa de tão estranha reação.

    Como disse no começo deste comentário, meu objetivo não é defender ninguém. Simplesmente tento me colocar no lugar dos envolvidos, e imaginar quais seriam as minhas reações frente aos mesmos fatos.

    E se a greve vier, que seja benvinda.

    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  15. QUERIDO FLÁVIO,

    LÚCIDO COMO SEMPRE!

    QUANTO A MI, PASSIONAL, COMO SEMPRE!

    É MUITO BOM, PODER APRENDER COM COLEGAS COMO VOCÊ, O DR GUERRA E TAMTOS OUTROS! MUITO MAIS ESPERTOS QUE EU!

    CONCORDO COM QUASE TUDO!

    SÓ NÃO CREIO QUE POSSAMOS ESPERAR QUALQUER AJUDA, VINDA DE NOSSO VALOSO$O E SUBSERVIENTE DGP!

    NÃO SENDO ELE, O HOMEM QUE ASSISTIU, IMPASSÍVEL, DA “SALA DA CRISE” (ARG!) DO PALÁCIO, A TUDO O QUE PASSAMOS NO DIA 16 DE OUTUBRO!

    AH! CLARO! NÃO SÓ ASSISTIU IMPASSÍVEL, COMO TB, DETERMINOU, AO CEPOL, QUE AVISASSE A TODAS AS UNIDADES, DA TEREMPTÓRIA PROIBIÇÃO, DE QUALQUER POLICIAL, SAIR EM AUXÍLIO AOS QUE LÁ ESTAVAM!

    NOSSA! EU NUNCA VOU CONSEGUIR ENGOLIR ESSE SAPO!

    QUANTO AO RESTO.

    SIGAMOS FIRMES EM NOSSAS, JUSTAS, REIVINDICAÇÕES.

    E SE, AO FINAL DE TUDO, NÃO NOS RESTAR ALTERNATIVA…

    GREVE NELES!!!!!!!!!!!!!

    BEIJÃO!

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  16. POXA VIDA… O DR. MARCELLO VAI A REUNÃO MANDA UM RELATORIO PORMENORIZADO DO QUE ACONTECEU E TEM GENTE AINDA FALANDO QUE ELE ESTÁ ERRADO, QUE ELE É INEXPERIENTE… SÓ QUE SE NÃO FOSSE ELE NÃO SABERIAMOS DE NADA, NEM DA REAÇÃO DO DGP, NEM COMO OS SINDICATOS E AS ASSOCIAÇÕES FAZEM PAUTA DE REUNIÃO( NAS COXAS), NEM DAS COLOCAÇÕES DE CADA ASSOCIAÇÃO OU SINDICATO PRESENTE E MUITO MENOS DAS AUSENCIAS… O CARA POE A CARA PARA BATER E É TAXADO DE INEXPERIENTE… O DR. MARCELLO FEZ UM FAVOR DE INFORMAR E COLOCAR NA REDE O QUE ACONTECEU DENTRO DA DGP.. INFORMOU MUITO BEM… INCLUSIVE DOS CHILIQUES DO BAILONI QUE SO QUER APARECER EM FOTO COM DGP, COM CAMPOS MACHADO E FALAR PORCARIA NO PROGRAMA DA SONIA ABRAO. A AIPESP DO BAILONI TEM MUITO DINHEIRO ALIAS PARA FINANCIAR UMA GREVE INTEIRA E CONTRATAR FIGURAÇÃO PARA TAPAR O BURACO QUE O DEIC O DENARC E A FAZENDARIA DEIXAM…O BAILONI SO QUER SABER DE FAZER FROSO E DE APARECER… UM RECADO PARA VOCES:

    A FORÇA DO SINDICATO ESTA NO BORRALHO E NÃO NO PALACIO!!!

    PONTO PARA O DR. MARCELLO QUE DEU A CARA A TAPA E DISSE A QUE VEIO…QUEM SABE COM GENTE NOVA E SANGUE DE VERDADE CORRENDO NAS VEIAS A COISA MELHORA PARA A CLASSE…

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  17. Dura Lex:
    Não sei se vc chegou a ler a totalidade do post, mas o Dr. Guerra deixou claro que o relatório foi publicado SEM O CONHECIMENTO OU AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.
    Não sei como o Dr. Guerra teve acesso ao relatório, mas ao que me parece ele não foi elaborado com a finalidade de nos deixar informados.
    Para variar, quem nos trouxe a informação foi o Dr. Guerra. Esse, sim, preocupado com a divulgação do que se passa.

    O dia que botar a cara para bater for sinônimo de eficiência o Maguilla será o cara mais bem sucedido do mundo. E, já diz o velho e surrado ditado, de boas intenções o inferno está lotado.

    FALHAM as entidades representativas que participaram da reunião em não divulgar as informações. Mas também falha o Dr. Marcello, tanto nesse item (parcialmente sanado pelo Dr. Guerra) quanto nas atitudes tomadas em desarmonia com o voto da maioria.

    Muitas vezes o entusiasmo impede que as pessoas consigam prever as consequencias (nem sei mais se tem acento) de seus atos. Na maior parte, isso não tem importância. Mas quando envolve milhares de pessoas, passa a ser relevante.

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  18. DEVIAM TER CHAMADO O AUGUSTO PENA PARA PARTICIPAR DESTA REUNIÃO … AÍ O DGP ASSINAVA ATÉ 100% DE AUMENTO PARA AS CLASSES…

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  19. DURA LEX: Só para completar, não sei se vc sabe da existência de um grupo de discussão chamado DELPOL-PC, aos quais nós, pobres mortais, não temos acesso. Pelo que pude depreender do tal “relatório”, ele foi postado nesse grupo de discussão. Se vc reparar, o Dr. Marcello deixa bem claro que ele e mais dois foram os únicos delegados presentes às reuniões. COMO SE ISSO MUDASSE QUALQUER COISA.

    Sugiro a vc que faça uma melhor análise dos detalhes antes de eleger seus ídolos.

    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  20. CARO FLAVIO, ACEITO A SUA COLOCAÇÃO, PORÉM NAO CONCORDO COM ELA, MAS RESPEITO SEMPRE AS SUAS ABALIZADAS OPINIÕES POIS SEI DE SUA TRAJETORIA E TE RESPEITO MUITO COMO OTIMO PROFISSIONAL QUE É… REALMENTE SEI DA EXISTENCIA DO DELPO-PC E ACHO QUE A INICIATIVA DELES É UM OTIMO EXEMPLO… NÃO TENHO ACESSO AO GRUPO E NÃO TENHO PROCURAÇÃO DE NINGUEM DE LÁ PARA DEFENDE-LOS, MAS CONHEÇO A PESSOA DO DR. MARCELLO, JÁ A BASTANTE TEMPO, POIS TIVE A HONRA DE TRABALHAR COM ELE NA POLICIA CIVIL E TENHO A HONRA DE SER MERECEDORA DA SUA AMIZADE E DE SUA CONFIANÇA… VC FALOU EM IDOLOS… COM CERTEZA!!! EU O CONHEÇO E POSSO FALAR COM PROPRIEDADE O PROFISSIONAL VALOROSO QUE É… E TENHO A CERTEZA DE QUE FIZ UMA OTIMA ESCOLHA, ELE É MEU IDOLO, MEU AMIGO ,MEU COMPANHEIRO DE LUTA, UM EXEMPLO DE PESSOA, DE BOM CARATER E DE AMIZADE… SABE FLAVIO TENHO POUCOS AMIGOS… POUCOS, PORÉM FIÉIS E O DR. MARCELLO É UM DELES, E POR ISSO NÃO PODERIA DEIXAR DE DEFENDE-LO AQUI NO FLIT.
    UM ABRAÇO!

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  21. Desculpem a minha falta de informação.Alguém poderia me dizer,primeiramente,de quem foi a iniciativa em promover essa tal reunião???

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  22. FLÁVIO:

    Sou um dos membros mais antigos do grupo Delpol-PC, criado em abril de 2007 , logo após, a supressão do Forum da Adpesp, no dia 27 daquele mês. Nós fomos impedidos de postar na ADPESP, assim foi criado o grupo pelo caro Décio. Além de outro no Yahoo pelo Rodrigo de Campinas. Inicialmente não passavamos de uma dezena, hoje mais de 800. Nada lá é tratado com a finalidade de buscar melhorias apenas para osa Delegados. A posição da maioria é no sentido de lutar pela valorização de todos aqueles que fazem parte da Polícia Civil. Sem a parte do leão para nós.
    E a observação final se deve apenas ao fato de assumirmos a responsabilidade pela publicação da mensagem. Não significa que o teor era sigiloso e restrito ao grupo Delpol-Pc.

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  23. Dr Guerra!!

    Ainda bem que o senhor alertou o Flávio que o “FLIT PARALISANTE” chamou a responsa pra sí… pois eu já ia escrever

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  24. Eu sou um dos maiores apoiadores do grupo. Minhas colocações foram exclusivamente no sentido de corrigir algumas distorções de conceitos.
    Criticam as entidades de classe que participaram da reunião por não divulgarem o que rolou. O SINPOLSAN também não divulgou.
    O Dr. Marcello postou o “relatório” no DELPOL-PC, e o Dr. Guerra foi quem abriu o conteúdo. Até o momento não vi o relatório em qualquer outro lugar.
    Pq não está no site do SINPOLSAN ?

    DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS… Não acho isso certo.

    Quanto ao grupo, quero parabenizar vcs pela iniciativa e atuação. Quem dera TODOS os majuras dele fizessem parte.

    Abraços
    Flávio

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  25. Caro colega Flavio Lapa Claro,

    Antes de mais nada, gostaria de dizer-te que entendo seu ponto de vista. Entendo, mas discordo. Para que tenha conhecimento antes de me julgar, peço que abaixe as armas do preconceito e leia esta carta.
    Realmente sou um jejuno na luta sindical. Indiscutível que tenho muito a aprender. Note-se, não tenho qualquer restrição em aprender com quem quer que seja. Antes, porém, de entrar em uma luta sindical, fui estudar o que era o movimento sindical. Para isso, temos uma história viva e recente de um metalúrgico que se tornou sindicalista e agora é o Presidente da República: Luiz Inácio Lula da Silva.
    Devo te dizer que não pertenço à ADPESP, nem ao SINDPESP. Desliguei-me deles há dois anos, quando minha ficha caiu. Nunca me representaram. Até o início do movimento, não tinha intenção alguma em sindicalizar-me, pois estava deixando de acreditar em tudo.
    Quando se iniciou a greve, fui tomar informações. A primeira: quem era o verdadeiro autor do movimento (sabia que não era o Dr. Sergio Roque, nem o Dr. Leal). Descobri que “o pai da criança” era o Rebouças. Aproximei-me dele; pergunte-o sobre o Marcello Marinho, de Santos! Lutei lado-a-lado com ele. Conheço-o. Sei que é homem honrado e luta pela categoria.
    Foi o primeiro a dar-me a honra (que nunca tive nas entidades de minha carreira) de compor uma mesa de trabalhos, na sede do SIPESP. Falei, digo e repito que deveríamos, todos, formar um único sindicato, para englobar todas as carreiras (o Rebouças é testemunha disso, também). Somos uma única categoria.
    Inicialmente, sobre os fatos, tenho a dizer que tal relato não foi postado por mim apenas no Delpol-PC. Faço parte dele, sim. Também sou Delegado. Da mesma forma que posto mensagens lá, informo aos demais colegas o que eles pensam lá. Basta ver no Flit Paralisante a resposta que dei a alguns sobre pleitear algo sozinhos, como se delegados fossem melhores que os outros.
    Todavia, tenho muitos amigos (Investigadores, Escrivães) que também receberam o mesmo relato. Nada escondo. Devo dizer-te, inclusive, que o Presidente do meu sindicato (de Santos, sindicato pobre, sem dinheiro, nem sede própria) é Investigador aposentado. O Vice-Diretor Jurídico e das Relações do Trabalho é Investigador. A Diretora de Patrimônio é Carcereira. A Diretora de Promoção Social é Escrivã. Sou só mais um – sou Diretor Jurídico e das Relações do Trabalho. Edson, o vice, é quem mais entende de luta sindical. Foi caminhoneiro, classe sofrida. Aprendo muito com ele. Assumimos o SINPOLSAN agora. Represento minha categoria (POLÍCIA CIVIL) desde fevereiro de 2009. Faço o que eles esperam de mim, nessa nova gestão. Antes da tal reunião, informei a todos – delegados ou não – que tal reunião aconteceria. Mais da metade da pauta me foi dada pelo Investigador Edson e pelo Escrivão Marcio. Peguei também opiniões de delegados. Não sei se vc tem a pauta apresentada.
    Se é circo ou não ir à DGP agora, penso que há momentos de se “apertar” e outros para “afrouxar”. Li seu relato, Houve tempo em que vc e o Habib (que também conheço) ficaram chateados com o Rebouças. Entendo e até concordo, também achava que não era aquela a hora de afrouxar. Penso todavia que agora é hora de conversar; e o DGP, com poderes suficientes ou não, é um canal de conversação.
    Devo dizer também que concordo com o Bailoni – não é hora de greve, e para isso precisa-se de dinheiro. Ele está certo, sem dúvida alguma! Uma greve agora seria uma grande besteira. Precisamos cumprir com o combinado, que eu sei qual é. Creio que tenha sido aí o momento de tensão de sua parte comigo. Somente relatei o fato, não expus opinião. Exponho-a agora: está acima. Digo-te mais: penso que greve, se não cumpridos os compromissos, só deva estourar após derrubarmos a decisão do Min. Eros Grau e para nos prepararmos para novembro ou dezembro. Antes disso, não!
    Não sei se o colega conhece a “pauta” apresentada pelas entidades, nem sei se conhece a “nossa”. Sei e concordo que a briga deve ser na ALESP, mas lembremos que o DGP é o homem mais próximo que temos do governador – é do 3º escalão (a bem da verdade, constitucionalmente deveria ser do 2º, mas isso é discussão que demanda tempo) – necessita saber que a categoria não aceitou o que nos foi imposto, que estamos vivos e coesos. É este o motivo pelo qual discordo do Rebouças em não comparecer. Lembro porém, que foi o único que teve a decência de se posicionar; os outros dois, deram desculpas.
    Sei que a reunião de nada resolveria, nem com um, dez ou cem delegados, ou Investigadores, ou Escrivães. Nada mudaria. Mais uma vez vc não entendeu. Aquela parte do “relatório” foi uma mensagem para o grupo de delegados, que tanto defende a ADPESP e o SINDPESP, para ver se “caia a ficha” deles (como já postei que a minha caiu e fui crucificado no forum) – aqueles caras não representam ninguém, querem holofote. Caso contrário, ao menos se posicionariam, como o Rebouças.
    Concordo que não se deve fazer a greve pela greve, que isto seria uma auto-promoção de alguns. Não preciso disso, não quero isso. Gestões junto à ALESP, também já fizemos algumas: estamos tratando de conversar com os deputados da região. Sem alarde, sem greve. Só conversa. Lobby. A hora é disso.
    Não sou ídolo de nada. Não quero ser ídolo de nada. Sou uma pessoa como qualquer outra. Não sou líder de nada, nem quero ser. Apenas procurei cumprir com o papel que me foi dado pelos policiais da região e de outros amigos com quem conversei, daí de SP mesmo.
    Se na sua época fio de barba era sagrado, na minha ainda é. Sinto que cumpri com o meu papel perante a categoria. Aqui em Santos, sentiram-se assim: representados.
    Ponho-me à inteira disposição para discutirmos a questão sindical, pois sei que tenho muito a aprender. Espero que vc também saiba ouvir. Fique tranquilo: não ligo para o “DR” – converso com todos de igual para igual. No sindicato, me chamam pelo nome. Para tanto, pode me encontrar (e tomar referências com qualquer outro policial, que não seja delegado, a meu respeito) no 7º D.P. de Santos. Tel.: (13) 3223-9670.

    Atenciosamente,

    Marcello Marinho Costa de Oliveira

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  26. Oi, Dr. Marcello. Desculpe-me o Dr., mas é hábito antigo do qual não consigo me desprender. Fico mais confortável assim, nada a ver com manter distância, mas com costume de longos anos.

    Julgar pessoas é tarefa arriscada demais para que eu ouse fazê-lo. Julgar pessoas envolve as expectativas que temos, o que pode induzir a graves erros. É por isso que procuro me restringir à análise dos fatos e suas possíveis consequências. Principalmente quando essas consequências podem afetar a mim. Como vê, sou bastante egoísta.

    Às vezes, analisando atos realizados por pessoas, somos obrigados a individualizar quem os realizou. E é justamente aí que começam as confusões. Emoções se sobrepõem à razão, paixões ao raciocínio.

    Tenho dois preconceitos muito presentes em minha vida: um deles é contra o PSDB, outro contra o HILKIAS DE OLIVEIRA. Nenhum outro. De nenhum tipo. Portanto, pode ficar tranquilo quanto a este aspecto, o fato de o senhor ser Delegado de Polícia nenhuma relação tem com a minha análise dos fatos.

    Ingressei na carreira de Investigador de Polícia em setembro de 1987. No primeiro dia de aula, na ACADEPOL, me filiei à então Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo – que depois foi transformada no SIPESP – e à AFPCESP, desde sempre a ASSOCIAÇÃO DO HILKIAS.
    Fui delegado sindical do SIPESP junto ao DEIC. Candidato à diretoria da AFPCESP, a chapa foi derrotada nas eleições, ganhou na justiça mas não levou.
    Sou sócio fundador da AIPESP, fui seu primeiro secretário geral durante 5 longos anos. Depois, vice diretor social. Hoje, apesar de estar na ativa, sou vice diretor do departamento dos aposentados.
    No entanto, não permito que esse cargo influencie minhas análises dos fatos. Contrário ao que se possa imaginar, me dá mais independência para expor as MINHAS opiniões. Consegui, até o momento, sobreviver no meio deste ninho de cobras que é o movimento sindical da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Pior que trabalhar em lugares como o DEIC ou DENARC, onde por dá lá aquela palha se corre o risco de ser baleado pelas costas pelos próprios parceiros.

    Talvez o senhor não conheça o meu blog. Se tiver curiosidade, faça uma visita e verá que a imparcialidade é uma norma em minha vida.

    É por isso que me sinto à vontade para dizer que – em minha concepção – durante todo o processo que envolveu essa reunião, diversos erros foram cometidos. Passo a relacioná-los:

    1 – A não divulgação prévia aos interessados – ou seja, aos policiais civis que não integram as diretorias das entidades – que haveria a reunião;
    2 – A convocação de uma reunião preparatória com pouquíssimo tempo de antecedência em relação à reunião principal (decidir uma pauta de reivindicações única em 3 ou 4 horas é, a meu ver, uma impossibilidade técnica, tantos são os interesses em jogo);
    3 – A não divulgação sobre o que foi tratado na reunião PELAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS participantes.
    4 – A recusa de participação de alguma entidades representativas.

    No seu relato, o senhor deixa claro que durante votação da pauta, DILERMANDO concordou com sua proposta, a maioria discordou. Ainda assim, houve a insistência por parte do Sinpolsan em apresentar pauta separada.

    E é com isso que não concordo. Todas as vezes que ponho uma proposta na mesa e ela é derrotada, enfio a viola no saco e implemento a decisão da maioria. Por um motivo muito simples: um REPRESENTANTE SINDICAL não pode NUNCA, no exercício do seu cargo, deixar que os seus interesses se sobreponham aos dos seus representados. Aplico o mesmo conceito a uma reunião de entidades representativas: um sindicato, numa assembléia de entidades, não pode fazer seus interesses se sobreporem ao decidido pela assembléia.

    Também penso que o Delegado Geral de Polícia perdeu a condição de influenciar quem quer que seja quanto aos assuntos mais complexos que envolvam a Polícia Civil, como, por exemplo, a reestruturação, quando, durante a negociação do final da greve, ele foi DESAUTORIZADO pelo Governo, que passou tal atribuição para os Deputados. Não sei se por incompetência ou por questões políticas, o fato é que a programação do foro proposta pelo governo o excluiu do processo. Deputados e representantes das entidades debaterão o assunto, não o Secretário da Segurança ou o DGP.
    A eles restaram as questiúnculas administrativas.

    Por tudo isso, considero que a insistência do SINPOLSAN em tratar de tal assunto na reunião com o DGP foi uma atitude não só anti-democrática, mas também temerária, pois demonstrou a falta de unicidade de propósitos entre as entidades representativas. A existência da “pauta das entidades” e da “pauta do SINPOLSAN” (suas palavras) já é, por si só, uma demonstração de que algo está muito errado. Independente dos conteúdos desta e daquela.
    Foi essa a minha percepção, que expus inicialmente.

    Mas…isso já foi discutido à exaustão.

    Sabe, Dr., NUNCA fiquei chateado com o Rebouças – pessoa a quem admiro, apesar de não concordar integralmente com sua ideologia – ou com qualquer outro dos nossos representantes. EXCEÇÃO FEITA AO HILKIAS IRK DE OLIVEIRA.

    Posso não concordar com atitudes tomadas, mas elas não me chateiam. Só me preocupam.

    É por isso que não entendo quando confundem as pessoas com as atitudes por elas tomadas em determinadas situações. São rotuladas disso ou daquilo, e a partir desta rotulação é que aparece o preconceito. Depois da rotulação, não importa se o ato praticado trouxe resultados positivos ou negativos, mas se quem o praticou foi fulano ou beltrano.

    O debate começou a tomar rumos inesperados quando surgiram ataques veementes ao bailoni, específicamente, e a defesa intransigente dos seus atos (invejo o senhor pelos fiéis amigos que tem). Tenho o péssimo hábito de tentar interferir sempre que percebo algo que me pareça ser injusto.

    Como dirigentes de entidades representativas, o Bailoni, o senhor e o presidente do SINPOLSAN, o Emaury, o Jarim, a Cidinha, enfim, todos os que participaram das reuniões cometeram, a meu ver, exatamente o mesmo erro: não informaram seus associados sobre o a reunião nem sobre o seu desenrolar.

    Não fosse o Dr. Guerra desrespeitar as regras do DELPOL-PC, até o momento estaríamos totalmente ignorantes da realização de uma reunião entre as entidades representativas e o DGP. Isso é, no meu modesto entender, um absurdo em termos de representatividade.

    No entanto, todas as armas se dirigiram contra o Bailoni e a seu favor. Nenhuma citação a qualquer outro dos envolvidos. Não sei se o senhor vai concordar comigo, mas penso ser isso fruto de um preconceito altamente prejudicial ao nosso movimento. E foi exatamente esse o ponto por mim defendido, após terem trazido o assunto “não divulgação” à baila, em sua defesa.

    Espero que compreenda o meu posicionamento. Como disse, sou egoísta. E os atos praticados pelos inúmeros dirigentes de entidades representativas me afetam diretamente. Os atos praticados pelas pessoas, nem sempre.

    Quanto a saber ouvir, não só o faço muito bem como também tenho muita facilidade em adaptar ou mesmo mudar os meus conceitos. Qualquer lógica melhor que a minha me fascina. E é muito fácil se encontrar lógicas melhores que a minha…

    Quando eu for visitar meus pais na terrinha do meu coração e do meu time farei questão de tomar um café consigo. E coloco à sua inteira disposição o meu blog, está aberto a qualquer manifestação em qualquer momento.

    Abraços

    Flávio Lapa claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  27. Caro Flavio Lapa Claro,

    Pensei ter deixado muito claro. Parece-me que não.
    Não poderia trair – e nunca vou fazê-lo – minha categoria, aqueles que represento. Pouco me importa se as outras entidades, por medo, puxa-saquismo ou qualquer outro interesse vão trair a categoria, não divulgando o que eles querem.
    Também não entendeu quando disse que divulguei,sim a todos os meus amigos. Concordo com vc quando disse que não se divulgou no site do SINPOLSAN – foi um erro. Mas ainda assim, procurei divulgar a todos que haveria a reunião (diga-se de passagem, conseguida pela Srª Alzira, do SINPOL de Ribeirão Preto).
    Vc, como diretor do SIPESP não deveria cobrar a mim, mas ao Rebouças a não-divulgação. Não é verdade qualquer alegação de que Sindicatos da calibre como o seu foram chamados em cima da hora. Todos fomos chamados com pelo menos uma semana de antecedência.
    Peço desculpas por não visitar blogs, mas é que tenho trabalhado muito nas lutas pela categoria. Entrei pela primeira vez aqui, apenas porque DURA LEX é minha amiga, e me informou o que estava acontecendo.
    Como já disse e repito, o Bailoni estava certo – não é hora de greve. Ninguém deve se voltar contra ninguém. Precisamos mostrar coesão.
    Se eu fosse egoísta, como vc se diz, não teria parado para lutar pela categoria, lutaria por mim.

    Atenciosamente,

    Marcello Marinho Costa de Oliveira

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  28. Hehehehe..isso aquí tá parecendo o samba do crioulo doido…Mas, vamos lá, tentar parar de sambar tresloucadamente e entrar num ritmo normal.

    Por mais que releia o que escrevi, não consigo descobrir qualquer menção a traição. Discuti, sim, decisões tomadas democraticamente e ações praticadas antidemocraticamente.

    Não sou diretor do SIPESP, nunca fui. Fui, durante certa época, delegado sindical. Sou vice-diretor da AIPESP. E, como não consigo frequentar a sede da entidade, devido a outras atividades, também fui pego de surpresa pela notícia divulgada no FLIT sobre a reunião com o DGP.

    E sim, conversei com o Bailoni a respeito da divulgação do resultado da reunião. Ele ponderou que já fora publicada a notícia no Flit Paralisante, e que a exposição feita pelo senhor foi bastante acurada.

    A preocupação em divulgar no DELPOL-PC e para seus amigos é louvável. No entanto, como integrante da diretoria do SINTELPOL e PARTICIPANTE ATIVO DAS REUNIÕES, não me parece ter dado a atenção devida aos seus representados, (aqueles que não são seus amigos ou integrantes do DELPOL-PC), da mesma forma que TODOS os outros representantes que participaram das citadas reuniões. Portanto, não vejo justiça na cruxificação do Bailoni e total absolvição de TODOS OS OUTROS pela prática de atos absolutamente iguais. É essa a minha discussão, nenhuma outra. Tratamentos desiguais para atos iguais.

    Também, por mais que tente, não consigo achar qualquer menção ao momento da convocação das entidades de classe para a reunião. Nem poderia, uma vez que só agora estou tomando conhecimento de quando tal se deu, através da sua informação. Tendo sido esse o caso, só me faz considerar pior ainda a reunião preparatória ter sido marcada para o mesmo dia, algumas horas antes da reunião principal. Uma semana para se tratar da pauta, e só no mesmo dia a reunião se deu. Muito triste, isso.

    Também, em nenhum momento, falei em egoísmo, mas em atitude anti-democrática, contrária ao decidido pela maioria. DIFERENÇA ENORME DE CONCEITO.

    Comungo a certeza que o momento não é propício para uma greve. Comungo com sua afirmação que precisamos mostrar coesão. E é EXATAMENTE por isso que critico a atitude do SINPOLSAN de apresentar separadamente pauta de reivindicações para o DGP, em desacordo com o decidido na reunião das entidades. Com certeza os atos praticados em nome do SINPOLSAN demonstraram para o DGP qualquer coisa, MENOS coesão.

    Abraços,
    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  29. Caro Flavio,

    É… Está parecendo samba do crioulo doido mesmo… Retomemos.
    Desculpe-me se o entendi mal. Pensei que vc era do SIPESP. Todavia, se é do AIPESP, pior ainda sua postura, posto que a reunião se deu na TUA casa. E vc não sabia…
    Volto a dizer: discordo por completo de vc no sentido de apresentar ou não a pauta. A pauta foi escolhida pelos policiais que represento, ANTECIPADAMENTE. Se apresentasse outra pauta que não aquela, estaria traindo-os: isso que é anti-democracia – os “cabeças” decidem por seus representados, sem consultá-los. Reveja seus conceitos. Por isso levei uma pauta pronta (e com cópia no pen-drive) para que pudéssemos mexer nela. Não quiseram. Como disse e repito, enquanto almoçávamos, outros faziam a pauta à revelia. Fui contra ela o tempo todo.
    Cumpre ressaltar algo que preferia não comentar, mas outros colegas que lá estiveram poderão confirmar: logo após eu ter protocolizado a pauta que o Guerra já juntou, seu Presidente (é, o Bailoni) fez protocolizar outra coisa, que o Amauri do SINPOL-Sorocaba reclamou.
    Se porventura tivesse feito errado, seu Presidente, muito mais experiente, não deveria fazer o mesmo. Ou será que ele desejava ser “o pai da criança” e sair bonito na foto? Não quero publicidade dos meus atos, não. Fiz o que MEUS REPRESENTADOS esperavam de mim.
    Mas tudo bem. Vamos deixar tudo isso pra lá. Confesso que não vou postar mais nada, não por desprezo ou soberba, mas em razão de realmente ter muito trabalho a fazer.
    Como já disse alhures, estou à ordens.

    Atenciosamente,

    Marcello Marinho Costa de Oliveira

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  30. Dr. Marcello, estou diuturnamente revendo meus conceitos. Não fosse isso, já teria enlouquecido.
    Lamento que seus afazeres não lhe permitam a continuação do debate, assim como lamento que os meus me impeçam de frequentar assiduamente a sede da associação da qual sou VICE diretor.

    Infelizmente, como o senhor está impedido de continuar o debate, não alongarei o assunto. Não o considero esgotado, temos muito que conversar, muitas idéias a serem trocadas, muitos conceitos a serem revistos. Espero que consigamos fazê-lo num futuro próximo.

    De qualquer forma, apesar da não concordância mútua, fiquei muito feliz em começar a conhecê-lo, e creio que o Sr. tem muito a contribuir para que uma alteração radical no atual modelo de representação sindical dos policiais civis do estado de são paulo seja levada a efeito.

    Bem vindo ao barco…

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  31. Esperemos que realmente haja uma ação INTENSIVAMENTE no tocante a acabar com ” o grande cartório” no qual se transformou a Polícia Civil.
    Quando isso começar, o restante irá acontecendo rapidamente.

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  32. Caro Flávio,

    Sou um ogro ignorante. Não me contive. Estou saindo para ir trabalhar e lembrei-me de algo importante. Voltei. Poxa, isso aqui vicia, hein?!?!? Vou para um centro de reabilitação! rsrsrsrs
    Mas vamos lá: vc disse que era diretor do SINTEPOL… Deixe-me conferir… um instante… Isso mesmo! Diretor do SINTEPO e assíduo participante de reuniões…
    Tenho cópia da lista de presença, é que não sei mandar… Vou ver se alguém escaneia e posta pra mim…
    Havia um representante do SINTEPOL, e ainda assim vc não sabia de nada…
    Reveja mesmo seus conceitos, meu novo amigo! Não trai ninguém, vcs foram traídos. Não fui anti-democrático, os outros o foram com vcs. Não represento os demais sindicatos, represento os policiais civis. Fiz o que eles queriam.
    A propósito, nunca o acusei de ter-me chamado de egoísta. Disse que, diferentemente de vc, eu não era egoísta. Tudo o que o nobre Guerra falou sobre minha família é verdade. Poderia ser magistrado, ou ser delegado e, com conchavos, estar na 1ª Classe. Não. Sou 3ª Classe há oito anos (quase nove) e já tomei muito bonde. À guisa de caso concreto, em dez anos de DECAP, tomei quatorze bondes. Tenho quinze anos de polícia, todos como delegado. Aqui também fui ripado em razão da greve. Vivo minha vida e luto pelo que acredito, só isso.
    Agora, vou para um REHAB para tentar não entrar mais aqui. KKKKKKK

    Forte abraço,

    Marcello Marinho Costa de Oliveira

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  33. Pára Dr. Marcello, ta parecendo a Amy Winehouse???
    rsrsrs Isso aqui vicia mesmo e creio que agora o debate fica mais forte e com novas ideias…
    REHAB? NO…NO…NO…
    ABRAÇO!

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  34. Olá, Dr. … Que bom que o senhor voltou…Pois assim posso expor minhas opiniões sem a preocupação de parecer antiético, fazendo minhas críticas sabendo que não haverá contestação.

    Antes de qualquer coisa quero me desculpar pelo meu engano. Onde está escrito SINTELPOL, no post anterior, leia-se SINPOLSAN…e estava me referindo ao senhor, não a mim. Desculpe-me a confusão, são tantas siglas que às vezes isso acontece. Nada tenho a ver com o SINTELPOL, sou INVESTIGADOR DE POLÍCIA.

    Então…vamos lá.

    Como já lhe disse, revejo diariamente meus conceitos. Inclusive o de DEMOCRACIA.

    É por isso que estou realmente preocupado com a situação do SINPOLSAN, quanto ao seu quadro associativo.

    O senhor diz que a pauta foi escolhida pelos policiais que representa. Também diz que “Mais da metade da pauta me foi dada pelo Investigador Edson e pelo Escrivão Marcio. Peguei também opiniões de delegados.”.

    Informa sobre o desenrolar da reunião para o grupo DELPOL-PC e para seus amigos, e “se esquece” de publicar o mesmo informativo no site do sindicato.

    Se são esses os policiais que o senhor representa, parece-me que o quadro associativo do SINPOLSAN está bastante reduzido…a não ser que os mais de 800 integrantes do DELPOL-PC residam na região de influência do seu sindicato, ou que todos os sócios do seu sindicato sejam seus amigos. Não há que se duvidar da segunda possibilidade, e espero que seja esse o caso.

    Também não fiquei sabendo – me corrija no caso de engano – de qualquer assembléia geral do SINPOLSAN para que a pauta fosse aprovada.

    Como também não fiquei sabendo de qualquer assembléia geral convocada por qualquer outra entidade representativa.

    Parte integrante do meu conceito atual de Democracia – que já revi milhões de vezes, mas ainda não vi qualquer necessidade de alteração, nem ninguém teve argumentação que me convencesse a alterá-lo – é a máxima que A MAIORIA deve tomar as decisões, que serão seguidas por TODOS – inclusive por aqueles cujas propostas foram derrotadas.

    A partir do momento que se participa de uma assembléia (entenda no sentido amplo da palavra), seja ela de pessoas ou de representantes de pessoas, todos os participantes concordam com as decisões vencedoras e, como participantes da assembléia, aceitam que a decisão também foi dele.

    Foi feita uma assembléia de entidades representativas de policiais civis. A proposta do SINPOLSAN foi derrotada. Segundo meu conceito atual de democracia (revisto poucos minutos antes de me sentar para escrever esse comentário), o SINPOLSAN deveria ter aceitado a decisão da maioria.
    Não fosse assim, qual o motivo de se reunirem em assembléia ? Se é para cada um fazer o que acha que deve ser feito, dando uma banana para o que foi decidido pela maioria, a reunião é pura perda de tempo.

    Um outro ponto que gostaria de colocar em discussão é o conceito de REPRESENTAR OS POLICIAIS CIVIS.

    SEMPRE criticamos os que defendem uma categoria em desfavor das outras. O senhor mesmo, pelo que pude perceber, tem esse discurso.

    O que o senhor acha daqueles que defendem os policiais de uma determinada região e querem que os policiais de outras regiões se danem ? Parece-me que não há qualquer diferença entre um e outro.

    Quando as entidades representativas se reunem, supõe-se que as decisões tomadas sejam para a defesa da totalidade dos policiais civis. Novamente, se for para cada um puxar a sardinha para sua brasa, não há qualquer razão para se perder tempo em reuniões.

    Mas a defesa acirrada desta ou daquela carreira, desta ou daquela região, em detrimento das outras carreiras ou regiões, realmente não combina com o meu atual conceito de democracia.

    Uma outra coisa que achei interessante, é o conceito de pedigree. São muitos os que dizem: “eu poderia ser isso mas optei por aquilo”.

    Todos nós fazemos opções na vida. Da mesma forma que o senhor e tantos outros, fiz as minhas. Mas não lanço mão de minha ascendencia para embasar qualquer argumentação. E não o faço pq espero que as pessoas me conheçam pelos meus pensamentos e pelos meus atos, não pelo que poderia ter sido e não fui por minha opção. Se desse artifício fosse lançar mão, nada ficaria a dever ao senhor. Poderia ter sido um milhão de coisas na vida. Escolhi ser Investigador de Polícia, aos 28 anos de idade. Como vê, foi uma decisão madura, e tomada em um momento de pleno sucesso profissional e financeiro, mas de infelicidade pessoal por não estar, naquele momento, fazendo o que sempre quis fazer: ser INVESTIGADOR DE POLÍCIA. Nunca delegado ou escrivão ou oficial da meganha. INVESTIGADOR DE POLÍCIA.
    Minha ascendência, apesar de tão ilustre quanto a sua, nunca coloquei em discussão, e nunca o farei, pois nada tem a ver com isso. Se é para bater no peito por se viver e lutar pelo que acredito, também o faço, com tanto orgulho quanto o Sr.

    Aguardo suas considerações sobre o meu atual conceito de democracia… Caso ele contenha desvios, por favor, me faça ver isso que com o máximo prazer o atualizarei…

    Abraços
    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  35. CARO FLÁVIO,

    ESTOU EM DÚVIDA QUANTO AO FATO DE FICAR ORGULHOSA OU ABORRECIDA COM O FATO DE QUE TODA ESSA CELEUMA FOI INICIADA POR MINHA POSTAGEM PASSIONAL SOBRE A BENDITA REUNIÃO!

    PENSO QUE O ORGULHO VIRIA DO FATO DE QUE, A TROCA DE IDÉIAS E A DISCUSSÃO DE CONCEITOS FEITA POR DOIS HOMENS FORTES, INTELIGENTE E ENGAJADOS NA LUTA SINDICAL, POSSIBILITA, A TODOS NÓS, UMA EXCELENTE FONTE DE APRENDIZADO!

    POR OUTRO LADO, PARECE QUE TÁ DIFÍCIL VOCÊS SE ENTENDEREM.

    ENTENDO TB O QUE VC QUER DIZER, SOBRE DEMOCRACIA E TB ENTENDO O DR MARCELO, QUANTO A DIFICULDADE QUE É, ACEITAR O RESOLVIDO PELA MAIORIA, QUANDO NÃO CONCORDAMOS!

    SE DISSESSE QUE NÃO, APANHARIA DOS AMIGOS! HEHEHE

    O QUE ACHO QUE VALERIA VOCÊ CITAR (SEI QUE NÃO O FAZ POR ÉTICA), PORÉM, PRÁ VER SE FICA MAIS FÁCIL ESCLARECER:

    TEMOS, POR EXEMPLO, O MOMENTO EM QUE O DR ROQUE E SUA ADPESP, CONTRARIANDO A TODOS, OPTOU POR ACEITAR A TRÉGUA DE 48 HORAS, IMPOSTA PELO GOVÊRNO. TODOS FOMOS CONTRA, PRINCIPALMENTE PORQUE, ELE NÃO RESPEITOU O DESEJO DA MAIORIA. E POR AÍ VAI…

    RESUMINDO, ENTENDO O PONTO DE VISTA DOS DOIS!

    ABRAÇOS.

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  36. realmente anjo essas duas cabeças (flavio e marcello) privilegiadas aumentaram e muito a qualidade do debate nesta semana, se todos concordam ou não pouco importa, o que realmente vale é a democracia do debate, um abraço e bom carnaval!

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  37. Oi, ANJO !!!
    Desculpe-me desapontá-la, mas não creio que o debate tão frutífero em curso tenha sido causado por qualquer manifestação sua.

    Penso que o gatilho da discussão tenha sido algo que todos dizemos desprezar, e no entanto dele não conseguimos nos desprender: o preconceito.

    Rotulamos as pessoas, e isso ofusca a análise dos fatos, as razões deles acontecerem e suas consequências em nossas vidas. Ao invés de tentarmos perceber esses fatores, nossas conclusões são tiradas pela autoria dos fatos. Não importa se o resultado foi ótimo ou péssimo, mas se praticado por tal ou qual pessoa. Confesso que quando o assunto diz respeito ao Hilkias IRK de Oliveira, não consigo me isentar o suficiente. Mas, no geral, o distanciamento é essencial para evitarmos injustiças.

    Tenho combatido o personalismo existente nas diversas entidades “representativas” dos policiais civis desde sempre. O debate atual é só mais um capítulo dessa novela que, com certeza, ainda terá muito mais capítulos do que o desejável e razoável.

    Não acho justo o Vanderlei Bailoni – por mera coincidência, presidente da associação cuja diretoria integro, na condição de VICE-diretor – ser tachado disso ou daquilo, por ter feito exatamente o mesmo que TODOS os que estavam naquela reunião, enquanto que nenhuma menção é feita aos outros participantes. Não tenho a lista completa, mas pelo que entendi, só lá não estavam o SIPESP, a ADPESP e o SINDPESP.

    NENHUMA ENTIDADE – inclusive aquela cuja diretoria é integrada pelo DR. MARCELLO (a mais nova aquisição para o meu círculo de amizades, espero) fez aquilo que delas se esperava. No entanto, o Bailoni – veja bem, o Bailoni, não a AIPESP – foi DESANCADO, taxado de pelego – entre outras coisas – por ter feito EXATAMENTE A MESMA COISA QUE OS OUTROS. No outro extremo, o Dr. Marcello foi eleito o líder do ano, mesmo tendo tido o sindicato por ele dirigido exatamente a mesma postura censurável da AIPESP e de TODAS AS OUTRAS ENTIDADES DE CLASSE PRESENTES ÀS DUAS REUNIÕES.

    É só esse o meu grito de alerta e protesto. Nenhum outro.

    Enquanto continuarmos a alimentar esse tipo de comportamento, a possibilidade de uma união eficaz, que nos permita atingir os nossos objetivos será, a meu ver, praticamente nula.

    Teorias todos nós temos. Aplicá-las já é outra coisa. E baseá-las em fatos, não em emoções e preconceitos, praticamente impossível…

    Abraços
    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia
    DAS/DEIC

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  38. Espero conseguir completar o comentário anterior a tempo, antes que conclusões erradas sejam tiradas:

    A atitude censurável a que me refiro é a NÃO DIVULGAÇÃO AOS ASSOCIADOS SOBRE A REUNIÃO COM O DGP E, POSTERIORMENTE, O SILÊNCIO QUANTO AO QUE FOI TRATADO.

    Abraços
    Flávio

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  39. Anjo: ADORO aquela parte do Hino Nacional que diz: “VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA”.
    Também ADORO quando os desafios são subreptícios…
    Obrigado por tão deliciosa provocação !!! ;-)

    Pois bem, vamos falar sobre a suspensão da greve por 48 hs.

    Pelo que sei do histórico da coisa – em caso de engano, por favor, me corrija – os presidentes do Sindicato e da Associação dos Delegados foram convidados para uma conversa “ao pé do ouvido” por um emissário do Governo, que propôs um retorno às conversações, acenando com a possibilidade de alguma negociação favorável a nós.
    Não sei se ambos participaram ou só o Dr. Roque.
    Esta informação foi passada para o Comando de Greve, que decidiu recusá-la. Inconformados, a ADPESP, a AEPESP, a AIPESP e a Associação do Hilkias resolveram discordar da decisão do colegiado, e, após consulta às suas bases, decidiram aceitar a proposta de conversação, e recomendaram a seus associados a suspensão do movimento por 48 horas. Devido a essa decisão, e outras pendengas políticas adicionais, as citadas entidades foram oficialmente EXCLUÍDAS do Comando de Greve. Extra-oficialmente, o André Dahmer e eu continuamos frequentando as reuniões – ele muito mais assiduamente que eu. Extra-oficialmente, com direito à palavra mas não ao voto. Na maior parte das reuniões que participei, o fiz a convite do Habib, sem procuração da diretoria da AIPESP para falar em seu nome.
    Esse é o resumo da ópera que conheço. Talvez faltem detalhes. Se alguém estiver disposto a suprir as lacunas porventura existentes, suplico que o faça, pois também quero conhecê-los.

    Minha opinião: a GREVE deve ser SEMPRE a última alternativa a ser considerada. Enquanto houver qualquer possibilidade de negociação que leve a um entendimento que satisfaça minimamente as partes envolvidas, essa negociação deve ser a opção escolhida.
    Quando se escolhe a greve, havendo ainda possibilidade de negociação, fica claro que o objetivo não é se conseguir êxito na satisfação das reivindicações, mas sim a obtenção de vantagens políticas e/ou pessoais para alguns dos envolvidos.

    Apoiei – e apoio (com ou sem acento, sei lá) a decisão das associações que optaram pela última oportunidade de negociação, e recomendaram a suspensão da greve por 48 horas.

    Apoiei – e apoio (idem) a decisão do comando de greve de excluir aquelas entidades do colegiado, pelo não acatamento da decisão do colegiado.

    Do instante em que o colegiado decidiu excluir as entidades do comando de greve, elas NÃO MAIS falaram em nome do Comando. NÃO MAIS participaram – oficialmente – das decisões tomadas. Passadas as 48 horas, sem qualquer proposta palatável, recomendaram o retorno à greve, e continuaram a apoiar o movimento, de uma ou de outra forma, mas sem participar oficialmente do Comando de Greve.

    E é assim que deve ser. Se não conseguimos aceitar a decisão da maioria, também não podemos exigir que a maioria nos aceite.

    Se achamos que somos os únicos certos, e que a decisão da maioria não nos serve, assumamos esta posição e não nos apoiemos nos outros para atingirmos os nossos objetivos.

    Mas a partir do instante em que assumirmos essa posição, devemos ter total ciência que não podemos usar o colegiado como apoio aos nossos atos, nem para a abertura de caminhos que nos permita mais facilmente chegarmos à nossa meta. A partir desse instante, a carreira se torna solo.

    Esta é a minha interpretação do ocorrido naquele episódio, baseada nas informações que tenho no momento.

    Abraços
    Flávio Lapa Claro
    Investigador de Polícia

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  40. CARO FLÁVIO,

    DESCULPE O ERRO DE INTERPRETAÇÃO, SEM QQ MOTIVO PLAUSÍVEL. O FATO É QUE, QUANDO VC DISSE:

    “Entrar no campo pessoal foi um acidente de percurso, causado por uma defesa exacerbada que não analisou fatos, mas sentimentos pessoais.”

    VESTI A CARAPUÇA ATÉ OS PÉS. POIS, RECONHEÇO QUE SOU, MUITÍSSIMO PASSIONAL. E, VIA DE REGRA, PRINCIPALMENTE QUANDO ZANGADA, LEVO AS COISAS PARA O LADO PESSOAL E TENHO MUITA DIFICULDADE DE SER OBJETIVA.

    PORÉM, TENHO ME ESFORÇADO PARA APRENDER COM VCS.

    QUANTO AO FATO DE TER CITADO A PARALIZAÇÃO DA GREVE, ACREDITE, NÃO O FIZ COM A INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO. A INTENÇÃO FOI FAZER UMA ANALOGIA DE FATOS. TRAZENDO A TONA O FATO DE QUE, A INCAPACIDADE DE ENTRAR EM UM CONCENSO, QUANTO A DECISÃO TOMADA, PROVOCOU UM RACHO LAMENTÁVEL EM NOSSAS FORÇAS, QUE NÃO PUDEMOS MAIS REPARAR.

    QUIS DEMONSTRAR QUE, A MAIORIA DE NÓS, FICOU MUITO REVOLTADA, COM O FATO DO DR SERGIO ROQUE, TER TOMADO PARA SÍ, UMA DECISÃO QUE DEVERIA TER SIDO, DA MAIORIA.

    O QUE FICA DE LIÇÃO, PRÁ MIM, DISSO TUDO É QUE, MAIS QUE TUDO, PRECISAMOS ESTAR UNIDOS E COMPROMETIDOS, TODOS, COM O MESMO OBJETIVO QUE É LUTAR POR MELHORES SALÁRIOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO.

    ACHO QUE O IDEAL SERIA UMA MUDANÇA TOTAL EM TODAS AS ENTIDADES DE CLASSE, BEM COMO A CRIAÇÃO DE UMA ENTIDADE QUE NOS UNISSE A TODOS, COM GENTE NOVA, SEM OS VICIOS A QUE ESTÃO PRESOS OS “DONOS” DOS SINDICATOS E ASSOCIAÇÕES ATUAIS.

    PORÉM, INFELIZMENTE, NÃO TEMOS TEMPO PRA UTOPIAS. TEREMOS QUE FAZER O MELHOR QUE PUDERMOS, COM O QUE TEMOS EM MÃOS. VAMOS TER QUE CONTINUAR BRINGANDO COM O GOVERNO E COM OS “DONOS” DAS ENTIDADES, ATÉ QUE ENTENDAM QUE A PC, SOMOS TODOS NÓS.

    UM ABRAÇO.

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  41. Anjo: hehehehehhehe…falei em defesa, não em ataque…

    Pena ter me enganado quanto à intenção de provocação, estava curtindo muito isso…é difícil alguém o fazer !

    Compartilho do seu ideal em TODOS OS ASPECTOS. E SEI que em futuro não muito distante não se tratará de uma utopia. Chega um momento em que os modelos falidos são naturalmente substituidos por novos modelos, não importa quão forte seja a resistência. Até lá… vamos nessa, na mesma direção, juntos…

    Abraços
    Flávio

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  42. AMIGO,

    NÃO ME SENTI ATACADA POR VC, DE MANEIRA ALGUMA.

    SÓ LHE EXPLIQUEI QUE, COMO O FAZ TODO CULPADO, VESTI A CARAPUÇA. HEHEHE

    NÃO FOI UMA PROVOCAÇÃO, MAS, ANTES, UMA DEMONSTRAÇÃO DE QUE, QDO ESTAMOS LUTANDO, POR RELEVANTES IDEAIS, ÀS VEZES, FICA DIFÍCIL, NOS PRENDERMOS, ATÉ MESMO A NOSSOS PRÓPRIOS CONCEITOS.

    AS LINHAS QUE DIVIDEM A RAZÃO E A EMOÇÃO, EM PLENA LUTA, COSTUMAM SER MUITO TÊNUES. ASSIM COMO AS QUE DELIMITAM OS CONCEITOS DE DEMOCRACIA E OS DE CORAGEM DE ENFRENTAR, A TUDO E A TODOS, NO AFÃ DE ALCANÇAR OBJETIVOS QUE, ACREDITAMOS, VALHA O RISCO.

    COMO O FIZERAM, EM MOMENTOS E SITUAÇÕES DIFERENTES: VOCÊ E O DR MARCELO.

    COMO O FEZ E O FAZ, TODOS OS DIAS, O DR GUERRA, NESTE ESPAÇO, E VOCE NO SEU DELICIOSO “INVESTIGADOR DE POLÍCIA”.

    SU MUITO GRATA A VCS, POR TUDO QUE TEM ME ENSINADO, NESSES MESES DE DIDÁTICO E PRAZEROSO CONVÍVIO.

    UM GRANDE BEIJO.

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  43. Essa reunião rendeu 53 comentários no flit,muita controvérsia,debates e divergência de opiniões;não poderia ser diferente,tendo em vista a maneira de como foi planejada e realizada.Pessoalmente, acho que serviu apenas para acender a fogueira das vaidades,pois de concreto não resultará em absolutamente nada.

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