DIA 16 DE OUTUBRO DIGNIDADE DO POLICIAL CIVIL 18

COLEGAS DA POLÍCIA CIVIL.
MARÍLIA DÁ O PRIMEIRO PASSO, VAMOS PROCEDER DA MESMA FORMA EM TODO O ESTADO, ASSIM, VAMOS QUEBRAR QUALQUER VINCULO QUE POSSA EXISTIR COM ….DEIXA PRA LÁ TODOS JÁ SABEM…..
VAMOS LOTAR AS GALERIAS DA CÂMARA…..
ABRAÇOS DE: TADEU MARTINS, JOÃO BERNARDO, CELSO PEREIRA (BAIANO) E VEREADOR EDUARDO NASCIMENTO, IDEALIZADORES DO PROJETO…
DIA 16 DE OUTUBRO DIGNIDADE DO POLICIAL CIVIL
Câmara Municipal de Marília
ESTADO DE SÃO PAULO
PROJETO DE LEI nº 198/2008
Inclui no Calendário Oficial do Município o “Dia de Valorização do policial Civil”.
A Câmara Municipal de Marília decreta:
Art. 1º – Fica incluído no Calendário Oficial do Município o “DIA DE VALORIZAÇÃO DO POLICIAL CIVIL”, a ser realizado anualmente no dia 16 de outubro.
Parágrafo único – Será realizada homenagem no recinto da Câmara Municipal de Marília, em comemoração ao Dia de Valorização do Policial Civil, em sessão solene a ser realizada no dia 16 de outubro ou em data mais próxima.
Art. 2º – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º – Revogam-se as disposições em contrário.
Câmara Municipal de Marília, em 20 de novembro de 2008
Eduardo Nascimento
Vereador

J U S T I F I C A T I V A
Submetemos à apreciação dos Nobres Pares o projeto de lei em anexo, incluindo no Calendário Oficial do Município o “Dia de Valorização do policial Civil”.
O presente projeto tem por objetivo instituir o Dia de Valorização do Policial Civil, com a realização de uma sessão solene na Câmara, em homenagem aos policiais civis. O dia escolhido foi o dia 16 de outubro, pois marca o confronto entre as polícias civil e militar por conta da greve da Polícia Civil. Esta data jamais sairá da memória de todos os policiais civis.
Policiais civis entraram em confronto com policiais militares na região da rua Padre Lebret, no bairro do Morumbi, zona oeste de São Paulo, no final da tarde de quinta-feira, 16 de outubro de 2008. A Polícia Civil, naquele dia, estava em greve havia um mês e realizava passeata de protesto no local para pressionar o governo do Estado a retomar as negociações pelo fim do movimento.
Os manifestantes tentaram chegar ao Palácio dos Bandeirantes – sede do governo paulista – mas foram impedidos pelo cordão de isolamento da Tropa de Choque da PM. Soldados reprimiram a passeata com o uso de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.
Mais de 25 pessoas ficaram feridas no confronto e segundo informações da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de São Paulo, havia cerca de 5.000 policiais na manifestação.
Os policiais civis entraram em greve reivindicando reposição salarial; incorporação de todas as gratificações para todos os fins, extensivo aos aposentados e pensionistas; nível superior para os investigadores e escrivães de polícia; reestruturação das carreiras; aposentadoria especial; além de outras reivindicações, visando justamente à valorização do Policial Civil, uma categoria profissional das mais importantes para nossa sociedade. Carregam sobre seus ombros uma imensa responsabilidade, principalmente nos dias de hoje, são diretamente responsáveis pela Segurança Pública e merecem tratamento mais digno e respeito do Governo do Estado.
São profissionais que jamais se recusam a cumprir com seu dever, que é proteger a população, trabalhando incansavelmente, de dia e de noite, em precárias condições e salários inadequados.
A Polícia Civil tem que ser lembrada e valorizada não só como uma instituição incumbida de exercer as funções de polícia judiciária e apurar infrações penais (art. 144, § 4º da Constituição Federal), mas também como uma instituição imprescindível para a manutenção do Estado Democrático de Direito e comprometida com a preservação dos direitos e garantias individuais, seja nos mais nobres bairros da cidade de São Paulo, seja nos mais afastados rincões do Estado, seja garantindo a incolumidade de empresários, executivos ou políticos, seja protegendo pobres, analfabetos ou miseráveis, sendo estes os que mais necessitam da Polícia, pois ela é, muitas vezes, a única representante do Poder Estatal presente.
Pelo exposto, formulamos apelo aos Nobres Pares para que o presente projeto seja apreciado e aprovado dentro da maior brevidade.
Câmara Municipal de Marília, em 20 de novembro de 2008
Eduardo Nascimento
Vereador

( colaboração de TADEU MARTINS)

:"as abelhas construtoras do Grande Arquiteto do Universo, nas imundícies dos charcos, buscam apenas flores para suas laboriosas obras…". 26

Novamente saudo Vossa Senhoria!
Creio que Vossa Senhoria compreendeu bem o que ocorreu, porém, em razão dos comentários que vi postados no blog Flit Paralisante, ressalte-se nome de muito bom gosto, no meu caso, preferiria a frase anterior do verso, ou seja, “…eu queria ter uma bomba…”, porém, espero que a discussão se encerre com esta mensagem.
Agradeço pela supressão de partes que visavam somente proteger a minha honra.
Não posso ignorar alguns comentários!
Quando tinha carro, andava sempre licenciado, e só me identificava quando era realizada busca e encontravam minha arma.
Não tenho porta funcional, porque me recuso a usar meu salario para adquirir referido acessório, na minha opinião dispensavel.
Imagens existem e ja estão a disposição da Douta Autoridade Policial presidente do Caderno Policial.
Não houve reação alguma, a agressão foi gratuita, e somente me identifiquei, conforme filmagens, após ter sido agarrado.
Não sou de dar “carteirada”.
O que é certo é que se autores de tais comentários realmente tivessem as reações que afirmam, a Policia Judiciaria estaria melhor.
Minha arma encontra-se apreendida por perseguição em razão da apreensão de maquinas caça-niquel, ocasião em que não restou alternativa a não ser efetuar disparo para o alto para não ser agredido e morto.
De certo deveria ter executado ou ter sido executado, pois ser homem é melhor e maior do que ser chefe de familia e pai.
Não faço “bico”.
Vivo as expensas de minha esposa, que possui renda maior que a minha.
Sou homem livre e de bons costumes, por isso jamais serei impedido de deixar ou de entrar em lugares por caprichos e vaidades pessoais.
E para finalizar, reproduzo trecho de um artigo que encontrei na internet:
Meia-noite em ponto! Mais uma jornada na construção do Templo terminara. Cansado por mais um dia, Mestre Hiram recostou-se sob o frescor do Ébano para o tão merecido descanso. Eis que, subindo em sua direção, aproxima-se seu Mestre Construtor predileto, que lhe diz:- Mestre Hiram… Vou lhe contar o que disseram do segundo Mestre Construtor…
Hiram com sua infinita sabedoria responde:- Calma, meu Mestre predileto; antes de me contares algo que possa ter relevância, já fizeste passar a informação pelas “Três Peneiras da Sabedoria”?
– Peneiras da Sabedoria???
Não me foram mostradas, respondeu o predileto!
– Sim… Meu Mestre!
Só não te ensinei, porque não era chegado o momento; porém, escuta-me com atenção: tudo quanto te disserem de outrem, passe antes pelas peneiras da sabedoria e na primeira, que é a da VERDADE, eu te pergunto: tens certeza de que o que te contaram é realmente a verdade?
Meio sem jeito, o Mestre respondeu:
– Bom, não tenho certeza realmente, só sei que me contaram…
Hiram continua:
– Então, se não tens certeza, a informação vazou pelos furos da primeira peneira e repousa na segunda, que é a peneira da BONDADE.
E eu te pergunto: é alguma coisa que gostarias que dissessem de ti?
– De maneira alguma Mestre Hiram…
Claro que não!
– Então a tua estória acaba de passar pelos furos da segunda peneira e caiu nas cruzetas da terceira e última; e te faço a derradeira pergunta: achas mesmo necessário passar adiante essa estória sobre teu Irmão e Companheiro?
– Realmente Mestre Hiram, pensando com a luz da razão, não há necessidade…
– Então ela acaba de vazar os furos da terceira peneira, perdendo-se na imensa terra.
Não sobrou nada para contar.
– Entendi poderoso Mestre Hiram.
Doravante somente boas palavras terão caminho em minha boca.
– És agora um Mestre completo.
Volta a teu povo e constrói teus Templos, pois terminaste teu aprendizado.
Porém, lembra-te sempre: as abelhas, construtoras do Grande Arquiteto do Universo, nas imundícies dos charcos, buscam apenas flores para suas laboriosas obras, enquanto as nojentas moscas, buscam em corpos sadios as Chagas e feridas para se manterem vivas.
Portanto, o e-mail que encaminhei não teve objetivo de criar animosidade ou me fazer parecer vitima, somente teve o objetivo de esclarecer, sob minha otica, e posso afirmar que não sou dono da verdade, pois a verdade absoluta pode ser considerada um dogma que repousa no seio de um ditador.
Com relação ao ocorrido me levantarei pautado na seguinte frase :”as abelhas construtoras do Grande Arquiteto do Universo, nas imundícies dos charcos, buscam apenas flores para suas laboriosas obras…”.
Ao ensejo, renovo minhas honras e deferências a Vossa Senhoria.
________________________
Caro Escrivão:
E assim “Hiram” foi morto por não lhe poderem roubar a bondade e sabedoria.
Estes todo o segredo e tesouro de todos os templos…
Siga em frente engrandecendo o teu coração( o templo do Criador )…
E a Justiça aqui – pela soma e valor dos votos – já lhe foi feita…
E um voto de solidariedade anônimo vale mais do que mil reprovações…
É como a verdadeira caridade, ou seja, NÃO SAIBA A TUA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A DIREITA .

DECISÃO DO CONSELHO PARA DELEGADO ACUSADO DE TRÁFICO: 90 DIAS DE DESCANSO 26

Edição 1 625 – 24/11/1999
VEJA esta semana
O delegado Lima sai algemado do depoimento
27/02/2004 – 03h37
Furto de droga derruba delegado após 5 anos

CAROLINA FARIAS FERNANDA BASSETTE

da Folha de S.Paulo, em Campinas
Após cinco anos, o delegado Ricardo de Lima, 51, um dos apontados como responsáveis pelo sumiço de 340 kg de cocaína do prédio do IML (Instituto Médico Legal) de Campinas (95 km de São Paulo), em 31 de janeiro de 1999, foi exonerado ontem da Polícia Civil do Estado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O furto da cocaína, avaliada em R$ 400 mil, ocorreu no dia 26 de janeiro, seis dias após a apreensão da droga em uma chácara em Indaiatuba (a 102 km de SP).
O IML funciona em um prédio do complexo da cúpula da Polícia de Campinas, onde ficava o Departamento de Polícia Judiciária do Interior, a Delegacia Seccional e os departamentos de Investigações Gerais, de Roubo a Carros Patrimônio e de Homicídios.
Parecer jurídico
A decisão, segundo a Secretaria do Estado de Segurança Pública, foi amparada em um parecer da assessoria jurídica do Palácio dos Bandeirantes.
Segundo a secretaria, dois pontos foram destacados pela assessoria jurídica do governador: o fato de Lima ser, na ocasião, o delegado titular da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) e o responsável pela apreensão; e a dispensa de Sônia Aparecida Rossi, a Maria do Pó, uma das principais traficantes de São Paulo, que foi detida com a droga na época e liberada pelo delegado sem explicações.
Lima já havia sido detido por pelo menos 30 dias, em novembro de 99, a pedido de membros da CPI do Narcotráfico.
Ele era acusado de formação de quadrilha, corrupção e envolvimento com o narcotráfico.
Após sua prisão, Lima continuou na polícia, mas foi transferido para o 12º Distrito Policial de Campinas.
Lima responde, desde 1999, a um inquérito que já tem 27 volumes, no Ministério Público Estadual.
Segundo o Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional de Combate ao Crime Organizado), da Promotoria de Campinas, o processo ainda não foi concluído.
Outro lado
O advogado de Lima, Alfredo Zarins Filho, 60, afirmou ontem que vai recorrer tanto na esfera administrativa quanto na judiciária. “Meu cliente é inocente e já provou como delegado que atuou corretamente”, afirmou.
Para ele, o governador não teria sido informado sobre a totalidade das apurações que tramitam na Corregedoria da Polícia Civil, que inocentou o delegado.
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Quem seria o Corregedor Geral?
Quem presidiu o PA – possivelmente uma comissão processante – opinando pelo descanso de 90 dias?
Ou seja, sua conduta nem sequer foi considerada “como procedimento irregular de natureza grave”.
De se ver que, não obstante estivesse em férias avocou para a DISE de Campinas, presidindo – mesmo legalmente impedido em face do afastamento por férias – a lavratura de flagrante de crime de tráfico ocorrido na cidade de Indaiatuba.
A traficante Maria do Pó – nem sequer legitimada – foi ouvida como testemunha e libertada.
Empregou falsa identidade, escapando, também, a prisão por condenações na ordem de 30 anos de reclusão.
Coincidentemente, seis dias depois, os 340 quilos de cocaína desapareceram da sede do Palácio da Polícia de Campinas.
Moral da estória, PARA O CONSELHO DA POLÍCIA VALE MAIS UM DELEGADO TRAFICANTE DO QUE DOIS FLIT PARALISANTE!
Ah; ainda devo permancer pacificamente calado!
O caralho!