Arquivo diário: 22/11/2008
PREOCUPAÇÃO Resposta
Acredito que não exista interesse na identificação de quem fez os comentários, apenas identificar o suposto fraudador da ordem judicial.
Ou seja, o gênio que transformou o flitparaLISANTE em flitparaSILANTE.
Não será fácil identificar mais de 7000 (sete mil) comentaristas.
Desabafo País(Brasil) Resposta
MONITOR DAS FRAUDES Resposta
CLIPPING DE NOTÍCIAS
29/1/2008 –
29/1/2008 –
Delegado é suspeito de fraude em compra de ternos em SP
Cerca de 60 policiais civis que trabalham nos aeroportos de São Paulo têm ordem para usar terno.
Cerca de 60 policiais civis que trabalham nos aeroportos de São Paulo têm ordem para usar terno.
A determinação é para os investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).
Eles foram convocados para tirar medidas para o terno pelo próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella, que pode estar envolvido em um caso de desvio de dinheiro na compra das roupas.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados. No documento, ele indica até como chegar ao local, em Cotia, na Grande São Paulo.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados. No documento, ele indica até como chegar ao local, em Cotia, na Grande São Paulo.
Os ternos prontos, no entanto, deveriam ser retirados na diretoria do próprio Dird, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300,00. Mas, no documento que os policiais foram obrigados a assinar, não há menção à compra de ternos.
O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
É que o valor do recibo equivale a mais do dobro do preço real da compra.
A vitrine na loja da fábrica que vendeu os ternos estampa o preço do conjunto de terno, camiseta e gravata: R$ 129,00.
De acordo com a vendedora, para compras no atacado, o cliente ganha 10% de desconto. Como cada policial tem ainda uma camisa extra no kit, o preço de atacado fica em R$ 143,00.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580,00.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580,00.
Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil.
Segundo a vendedora, foi o próprio delegado quem comprou as peças, pelo valor de R$ 8.580,00, e pagou em dinheiro.
Herbella confirma que pagou R$ 143,00 por kit e diz que no recibo de R$ 300,00 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
“É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, afirmou Herbella.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
Herbella confirma que pagou R$ 143,00 por kit e diz que no recibo de R$ 300,00 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
“É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, afirmou Herbella.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
As informações são do Jornal Nacional.
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DA EXCLUSÃO DAS POSTAGENS PERTINENTES AO DOUTOR PEDRO HERBELLA… 2
DA EXCLUSÃO DAS POSTAGENS PERTINENTES AO DOUTOR PEDRO HERBELLA…
FLIT PARALISANTE • às 21:59 de 03/Abr
Nesta tarde, pessoalmente, tive conhecimento da forma com que o ilustre Diretor do DIRD foi enredado na matéria levada ao ar pelo Jornal Nacional…
FLIT PARALISANTE • às 21:59 de 03/Abr
Nesta tarde, pessoalmente, tive conhecimento da forma com que o ilustre Diretor do DIRD foi enredado na matéria levada ao ar pelo Jornal Nacional…
O DELEGADO GERAL JÁ DESCOBRIU QUEM MANDOU FAZER OS RECIBOS COM O DOBRO DO VALOR DA DESPESA…E O DIRD JÁ DESCOBRIU A LEI DO PREGÃO? Resposta
Delegado é suspeito de fraude em compra de ternos
Plantão Publicada em 29/01/2008 às 20h49m -Jornal Nacional
SÃO PAULO –
Plantão Publicada em 29/01/2008 às 20h49m -Jornal Nacional
SÃO PAULO –
Cerca de 60 policiais civis que trabalham nos aeroportos de São Paulo têm ordem para usar terno.
A determinação é para os investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).
Eles foram convocados para tirar medidas para o terno pelo próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella, que pode estar envolvido em um caso de desvio de dinheiro na compra das roupas.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados.
No documento, ele indica até como chegar ao local, em Cotia, na Grande São Paulo.
Os ternos prontos, no entanto, deveriam ser retirados na diretoria do próprio Dird, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300.
Porém, no documento que os policiais foram obrigados a assinar, não há menção à compra de ternos.
O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
É que o valor do recibo equivale a mais do dobro do preço real da compra.
A vitrine na loja da fábrica que vendeu os ternos estampa o preço do conjunto de terno, camiseta e gravata: R$ 129.
De acordo com a vendedora, para compras no atacado, o cliente ganha 10% de desconto.
Como cada policial tem ainda uma camisa extra no kit, o preço de atacado fica em R$ 143.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580.
Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil.
Segundo a vendedora, foi o próprio delegado quem comprou as peças, pelo valor de R$ 8.580, e pagou em dinheiro.
Herbella confirma que pagou R$ 143 por kit e diz que no recibo de R$ 300 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
– É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja.
Herbella confirma que pagou R$ 143 por kit e diz que no recibo de R$ 300 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
– É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja.
Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não – afirmou Herbella.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
OPERAÇÃO VERÃO- O NÃO PAGAMENTO DE DIÁRIAS (ASSUNTO DO MOMENTO) 45
Doutor Conde Guerra,
O seu blog tornou-se o Jornal da Polícia.
O sucesso da Greve contou muito com ajuda da veiculação de informações em seu blog.
Se possível, gostaria que o Senhor colocasse em DESTAQUE em seu blog esse assunto.
Infelizmente, todos os policiais civis temem o mês de novembro.
É o período em que são feitas as convocações dos policiais do interior para integrar a Operação Verão.
Não venho questionar, a princípio, a necessidade real de apoio às Delegacias das cidades litorâneas.
Mas sim, as condições de alojamento e alimentação que são fornecidas aos colegas do interior.
Salvo uma ou outra cidade, a MAIORIA não possui condições dignas para receber esse reforço.
A posição da Administração é pelo não-pagamento de diárias.
E os colegas interioranos ficam a mercê, pois como não pagam as diárias, são obrigados a permanecer em qualquer lugar que ofereçam (inadequados e insalubres).
Aqueles que não aceitam tais condições e dispõe de certo alívio financeiro, pagam sua hospedagem e alimentação e ocorre a inversão da relação de trabalho:- PAGAM PARA TRABALHAR PARA O ESTADO !
Se possível, gostaria que o Senhor se manifestasse a respeito, postasse sua opinião, uma vez que trabalhou em uma cidade do litoral e teria muito o que contar.
Peço informações sobre como as pessoas poderiam encaminhar fotos ou filmagens desses lugares insalubres e inadequados para que sejam inseridas em seu blog sem que sejam identificadas pelo nome ou e-mail.
Obrigado.
______________________________
A minha opinião: o reforço durante a Operação Verão deveria ser feito exclusivamente pelas especializadas da Capital e DEMACRO.
A criminalidade aumenta não em razão da quantidade de turistas, mas em virtude das “hordas” vindas da Capital e cidades como Diadema, São Bernardo, Santo André, apenas para exemplificar.
De resto, a Operação Verão sempre foi uma grande jogada política que ao longo dos anos causou muitos desastres e benefícios duvidosos.
qualquer discussão ou altercação de nossa parte, é mera perda de tempo e serve apenas a quem quer nos dividir 42
SEI QUE ALGUNS (muitos) VÃO FICAR mais p..da vida, mas é a realidade, em vez de brigarem com ofensas, briguem com inteligência, fundamento, chega de blá blá blá, buááá. TEMOS ÓTIMOS POLICIAIS EM TODAS AS CARREIRAS, ASSIM COMO OS FDP.ABAIXO UMA MATÉRIA INTERESSANTE, É O QUE DEVIAM DISCUTIR E NÃO SE AGREDIREM, QUEM CHOROU VAI CHORAR MAIS AINDA….
DESVIO DE FUNÇÃO E TRANSPOSIÇÃO DE CARGOS CONSTITUI ATO ILICTO ADMINISTRATIVO
Desvio de função: e o desempenho pelo funcionário de serviços não inerentes ao cargo por ele ocupado. A Constituição Federal de 1988 baniu de nosso ordenamento jurídico qualquer forma de provimento de cargo público, isolado ou de carreira, que não seja através de concurso público de provas ou de provas e títulos. Para o cargo isolado, o concurso público é exigido em qualquer hipótese, para o de carreira, o certame impõe-se para a classe inicial do cargo, enquanto que, para os níveis subseqüentes em ela se escalona, a investidura se dará por promoção. A inexigibilidade de concurso público para o acesso ficou restrita, segundo a Constituição, aos cargos comissionados declarados de livre nomeação e exoneração. O art. 37 da Constituição Federal diz: A administração pública direta, indireta ou fundamental, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte: I – os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei; II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. O servidor aprovado em concurso para cargo de determinada carreira dentro do serviço público não pode pretender mera TRANSPOSIÇÃO para cargo de carreira diversa. Promoção é a forma de provimento pela qual o servidor passa para cargo de maior grau de responsabilidade em maior complexidade de atribuições. A transposição o servidor passa para o cargo de conteúdo ocupacional diverso, ou seja, para cargo que não tem a mesma natureza de trabalho. http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=66055. CONCLUSÕES.De tudo o que expusemos acima, podemos concluir que:a) a transposição, ou transformação, é forma de provimento derivado de cargo público, sendo, portanto, inconstitucional;b) é inconstitucional a transposição de cargos da administração indireta para a administração indireta;c) a jurisprudência mansa e pacífica do Supremo Tribunal Federal rejeita o provimento derivado de cargo público no direito brasileiro, sendo nulo o ato administrativo que implemente tal medida e totalmente inconstitucional a norma jurídica sob a qual se fundamenta a atuação administrativa;d) que a reestruturação de carreiras, com o deslocamento de cargos, pode se dar, excepcionalmente, no âmbito interno dos órgãos administrativos, e desde que atendidos alguns requisitos, como a similaridade de atribuições, concurso público assemelhado em exigências e requisitos. 8.1) ADI 2914, STFO Procurador-Geral da República vem, respeitosamente, perante esse Colendo Supremo Tribunal Federal, […] propor Ação Direta de Inconstitucionalidade dos seguintes dispositivos capixabas: a) art. 2º da Lei 4.997, de 19/12/94, que transformou os cargos de Investigador de Polícia e de Papiloscopista (2º Grau) em cargos de nível superior, mudando a nomenclatura dos cargos de Papiloscopista para Peritos Papiloscópico, b) […].É o teor dos dispositivos estaduais ora impugnados:Lei nº 4.997/94“Art 2º. Os cargos de Papiloscopista e de Identificador Datiloscopista ficam transformados em Peritos Papiloscópicos.” […]O vício de inconstitucionalidade a macular os dispositivos acima transcritos decorre do fato de mencionada transformação de cargos efetivos – cargos de primeiro e segundo graus em cargos de nível superior -, possibilitar a investidura de servidores, sem a prestação do devido concurso público, em cargos diversos daqueles nos quais foram legitimamente nomeados, em total dissonância com o disposto no inciso II do art. 37 da Carta Magna. […]@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@d) que a reestruturação de carreiras, com o deslocamento de cargos, pode se dar, excepcionalmente, no âmbito interno dos órgãos administrativos, e desde que atendidos alguns requisitos, como a similaridade de atribuições, concurso público assemelhado em exigências e requisitos. ———————————–a letra d. é excessão porém: PRESTEM BEM ATENÇÃO NO QUE ELA DIZ@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
20 de Novembro de 2008 16:28
Dirty Harry disse…
Dr. Guerra, se for possível postar isso em separado, já que não sei mais para onde mandar os e-mails, gostaria de acrescentar ao meu comentário anterior de que embora eu acredite que a maioria dos colegas seja imprescindível para a instituição, não acredito que suas carreiras o sejam. E explico: Algum tempo atrás, se não me engano, cogitou-se uma reestruturação da polícia, eliminando-se as carreiras que não fossem delegado, escrivão e investigador. As outras seriam apenas “agentes”. Havia, segundo eu soube, uma predisposição em permitir que os funcionários das outras carreiras que preenchessem os requisitos para serem escrivães ou investigadores, poderiam optar para essas carreiras (embora eu tenha certeza que ninguém optaria para ser escrivão), enquanto que os outros que não quisessem poderiam permanecer com suas nomenclaturas, mas não haveria mais concurso para elas. Seria um grande passo escalonar os vencimentos da polícia, vinculando-os, em percentuais, uns aos outros, pois dessa forma, todos lutariam juntos, já que o aumento para uma categoria implicaria em aumento para outra, assim como o governo do Estado nos mantém vinculados a PM. Dessa forma, tenho certeza que a carreira policial seria mais valorizada e a médio prazo, poderia reivindicar melhores salários, e de forma mais coesa. Mas se for o N.U. apenas pelo N.U., é mais um “me engana que eu gosto” do governo para conosco. Acho que os colegas das outras carreiras, de um jeito ou de outro, não precisam se preocupar ou mesmo deflagrar uma guerra por causa disso. Se houver boa intenção (?????) no projeto, ele resultará em benefícios para todos. Se não, não vai mudar em nada a nossa situação. Por isso, qualquer discussão ou altercação de nossa parte, é mera perda de tempo e serve apenas a quem quer nos dividir.
20 de Novembro de 2008 16:28
Dirty Harry disse…
Dr. Guerra, se for possível postar isso em separado, já que não sei mais para onde mandar os e-mails, gostaria de acrescentar ao meu comentário anterior de que embora eu acredite que a maioria dos colegas seja imprescindível para a instituição, não acredito que suas carreiras o sejam. E explico: Algum tempo atrás, se não me engano, cogitou-se uma reestruturação da polícia, eliminando-se as carreiras que não fossem delegado, escrivão e investigador. As outras seriam apenas “agentes”. Havia, segundo eu soube, uma predisposição em permitir que os funcionários das outras carreiras que preenchessem os requisitos para serem escrivães ou investigadores, poderiam optar para essas carreiras (embora eu tenha certeza que ninguém optaria para ser escrivão), enquanto que os outros que não quisessem poderiam permanecer com suas nomenclaturas, mas não haveria mais concurso para elas. Seria um grande passo escalonar os vencimentos da polícia, vinculando-os, em percentuais, uns aos outros, pois dessa forma, todos lutariam juntos, já que o aumento para uma categoria implicaria em aumento para outra, assim como o governo do Estado nos mantém vinculados a PM. Dessa forma, tenho certeza que a carreira policial seria mais valorizada e a médio prazo, poderia reivindicar melhores salários, e de forma mais coesa. Mas se for o N.U. apenas pelo N.U., é mais um “me engana que eu gosto” do governo para conosco. Acho que os colegas das outras carreiras, de um jeito ou de outro, não precisam se preocupar ou mesmo deflagrar uma guerra por causa disso. Se houver boa intenção (?????) no projeto, ele resultará em benefícios para todos. Se não, não vai mudar em nada a nossa situação. Por isso, qualquer discussão ou altercação de nossa parte, é mera perda de tempo e serve apenas a quem quer nos dividir.