Uma “nota oficial” de repúdio, no máximo.
Acredito preferirão ignorar o artigo, embora – nas entrelinhas – os vinte e três homens tenham sido chamados de arbitrários e corruptos.
Afinal de contas, o artigo é subscrito por um Delegado de Polícia, classe especial, aposentado; ocupante de cargo de direção da Adpesp.
Ou seja, por quem possui autoridade.
A quem ninguém negará a liberdade de manifestação e de crítica ao colegiado superior da Polícia Civil.
Ah, se o polido artigo fosse por nós subscrito!
Os Srs. Conselheiros demonstrariam outra das inúmeras qualidades por eles cultivadas: o rigor da lei para o insurreto.
Na forma de um belo processo administrativo disciplinar; objetivando a demissão do infiel “a bem da corrupção”.
Aguardemos eventual manifestação do prelatório policial, muito embora irão preferir a pecha da covardia, aliás própria dos déspostas e dos corruptos em geral.
É de cristalina conclusão o artigo do doutor João Kiss Paterno: VINTE E TRÊS DELEGADOS QUE NÃO SOBREVIVEM SOMENTE DO CONTRACHEQUE!
Por conseguinte…