É fácil atacar o DECAP, é fácil bater em Delegados que em uma mesma cidade podem ser obrigados a distâncias e escalas desumanas 5

Anônimo disse…
Não adianta essa radicalização toda, esses chavões não cabem mais em nenhum movimento que se preze.c, ao passo que em um município menor só o Guerra consegue ser sacaneado como foi (esse é um ferrado mesmo!).

A hora é de agregar, de cooptar, agregar esses delegados humilhados e com medo.

Porra, fui titular por quase uma década e hoje, no plantão, me amedronto um pouco.

Vou participar da greve, com certeza, mas esse papo da carteira ser vermelha em qualquer lugar é mentira.

Dependendo do lugar ela esmaece, fica quase branca, já que o policial honesto vai gastar os tubos para trabalhar longe, vai gastar o que não tem. Mais uma vez cito o Guerra, olha só a grana que ele não tem e é obrigado a usar só pra trabalhar.

Vamos agregar os bons.

Esqueçamos os bem nascidos da fazendária, DEIC, Denarc, etc.

A hora destes vai chegar já que o povo está ficando cansado de tanta corrupção!
6 de Setembro de 2008 19:51

Um Comentário

  1. De nada adianta deinter, demacro ou decap se degladiarem, uns por comodismo outros por covardia, e outros de departamentos arrecadatorios que jamais se importarao conosco, é preciso astucia e paciencia e muita perseverança, aguardemos os sindicatos, se eles se acovardarem ai sim nos ficaremos como bestas babando sem cerebro, ou usaremos a policia contra eles, já que os PMs querem ajudar (claro até eu se o fosse), é só entregarmos os locais de recolha a eles e flagrante nos colegas que nao precisam de salarios, quero ver a corró deixar arquivar.” 181, 190″

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  2. Um dia, um pai pertencendo a uma família rica levou o filho ao campopara lhe mostrar como viviam os pobres.

    Passaram alguns dias na quinta de uma família que não tinha muitopara lhes oferecer.

    No regresso, o pai perguntou ao filho: Gostaste da tua estadia?

    Foi fantástica, pai!

    Viste como vivem as pessoas pobres? Perguntou outra vez o pai.

    Ah Sim! Respondeu o filho.

    Então, o que aprendeste?

    O filho respondeu-lhe -Vi que nós só temos um cão ao passo que eles têm quatro.

    Nós temos uma piscina que ocupa metade do jardim e eles vão a uma grande baía no mar.

    Nós temos lanternas no nosso jardim e eles têm estrelas por todo o lado no céu.

    Nós temos uma imensa galeria à frente e eles têm o horizonte.

    Nós temos uma propriedade e eles têm campos a perder de vista.

    Nós temos criados ao passo que eles servem os outros.

    Nós compramos os nossos alimentos e eles cultivam-nos.

    Nós temos muros à volta da propriedade para nos protegerem. Eles têm amigos que os protegem.

    O pai ficou mudo.

    O filho acrescentou, Obrigado pai por me teres mostrado tudo o que não temos!

    Acreditar e Agir

    Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era seu destino.
    Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
    A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
    O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
    Num dos remos estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos.
    O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito ACREDITAR, e remou com toda força.
    O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar.
    Em seguida, pegou o remo em que estava escrito AGIR, e remou com todo vigor.
    Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
    Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo, e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
    O barqueiro disse ao viajante:
    – Este barco pode ser chamado de AUTOCONFIANÇA. E a margem é a META que desejamos atingir.
    Para que o barco da AUTOCONFIANÇA navegue seguro e alcance a META pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade:
    ACREDITAR e AGIR.
    Não basta apenas ACREDITAR, senão o barco ficará rodando em círculos, é preciso também AGIR para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa META.
    Impulsione os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais, e não se esqueça que, por vezes, será preciso até remar contra a maré.

    Fonte: site http://www.planetamais.com.br

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  3. gostaria que a policia remasse em direçao a dignidade, salarios melhores, uniao, mas o que vejo no cenario atual todos pulando fora do barco e os que ficam remando rumo a contravençao e bicos escravizantes, temos de acabar com esta estória que o serviço público deve estar em segundo lugar e o jeito fácil em primeiro, temos de resgatar nosso respeito e amor próprio feridos pela politica de descaso e vingança de atos cometidos no passado que nao temos nada com isso!

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  4. A UNICA COISA QUE TEMOS QUE LEMBRAR, É QUE UM DIA IREMOS FICAR VELHOS, APOSENTADOS, E OUTRA COISINHA MAIS, QUE ACHO QUE MUITOS ESQUECERAM:
    DEUS AINDA EXISTE, E TÁ VENDO TUDO ISSO, O QUE ADIANTA OS COLEGAS DOS DEPARTAMENTOS ARRECADATPRIOS ESTAREM COM MILHÕES GUARDADOS, E SABER QUE TEM COLEGAS PASSANDO DIFICULDADE.

    AGORA O QUE MAIS ME DOI, É SABER QUE NINGUEM FAZ NADA, O M.P. NÃO FAZ NADA, E A GENTE TEM MEDO DE MEIA DUZIA, POIS ESSES DEPARTAMENTOS ARRECADATÓRIS PELO QUE SEI, E PRA POUCOS.

    E OUTRA COISA PRA REFELTIR.

    SERÁ QUE SE A GENTE ESTIVESSE LA ONDE ESTÃO ELES, NÃO SERIAMOS OBRIGADOS A SER IGUAL, POIS PELO QUE EI ESSES DEP. SÃO DE DG. DEPUTADOS E DIRETORES.

    SERÁ QUE SERIAMOS HONESTO LÁ???? EIS MINHA PERGUNTA

    OU SERA QUE METEMOS O PAU POR NÃO QI PARA IR PRA LÁ?

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