TRT-SP faz audiência sobre greve com policiais civis Resposta

TRT-SP faz audiência sobre greve com policiais civis
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP) realiza às 13h30 nova audiência de conciliação entre os policiais civis do Estado de São Paulo e a Procuradoria Geral, na tentativa de impedir o dissídio coletivo de greve da categoria.
Na última reunião, no dia 20 de agosto, entidades ligadas aos policiais e representantes da Secretaria de Gestão Pública de São Paulo não chegaram a um acordo e a categoria permaneceu em alerta de greve.
A Justiça do Trabalho pediu um novo prazo para avaliar as propostas descritas pelos dois lados. O governo mostrou os planos de reestruturação e qual o impacto financeiro da proposta dos policiais diante do orçamento da Secretaria de Segurança Pública. Uma estimativa inicial apontaria para um ônus de R$ 7,9 bilhões.
Hoje, policiais e a Secretaria de Gestão tentarão o que deve ser o último acordo para barrar a greve da categoria. Se nada for acertado, a paralisação começa amanhã.
A pasta mostrou anteriormente ter condições de propor três medidas. Uma delas é a extinção da 5ª Classe de todas as carreiras da Polícia Civil. Na prática, o policial que ingressa na profissão passa a ganhar mais, seguindo como base o piso inicial.
Outra proposta é acabar com Gratificação de Acúmulo de Titularidade (GAT), que vai beneficiar aqueles que chefiam mais de uma delegacia e acumulam funções. E a terceira é a promessa de criar um grupo de trabalho para tentar incorporar as gratificações no salário.
Os policiais pedem reposição salarial de 58%, além de equiparação salarial entre os ativos e inativos, reestruturação das carreiras e melhores condições de trabalho.

ADVERTÊNCIAS SOBRE A LIMITAÇÃO DO CONTEÚDO O conteúdo deste blog , salvo quando expressamente indicada a fonte , não possui valor acadêmico , científico , acusatório/probatório. Trata-se de obra diletante, de caráter exclusivamente informativo e opinativo, desprovido dos conhecimentos técnicos específicos. Apesar do esforço constante na busca da exatidão e do compromisso com a verdade dos fatos, este material está sujeito a equívocos inerentes à limitação de meios, dados públicos e interpretação de fontes s disponíveis. Não há, em nenhuma hipótese, intenção de alimentar ódio específico ou institucional. Busca-se apenas contribuir para o debate público e a necessidade de defesa da sociedade. Incentiva-se a análise crítica, o respeito a todas às pessoas e instituições do Estado de Direito e o acolhimento de eventual retificação/retratação caso se faça necessário. Solicita-se a compreensão de possíveis limitações linguísticas nos textos publicados neste espaço decorrentes de opinião subjetiva e da diversidade de assuntos tratados. Ressalta-se que, em hipótese alguma, se pretende promover generalizações negativas ou atribuir condutas impróprias indiscriminadamente a categorias profissionais ou instituições. Por princípio , em todos os campos da atividade humana – especialmente no funcionalismo público – a maioria das pessoas e titulares de cargos é integra, desempenhando suas funções de forma digna, legal e comprometida com a construção de uma sociedade mais justa. Eventuais críticas ou análises aqui apresentadas são pontuais e opinativas, jamais configurando juízos generalizantes. Recomenda-se, especialmente, a consulta a fontes e oficiais para informação definitiva sobre os fatos. Contato: dipolflitparalisante@gmail.com