DANIEL DANTAS GUARDA – E MUITO BEM – VERBAS NÃO CONTABILIZADAS DE GOVERNISTAS , OPOSICIONISTAS E OPORTUNISTAS BRASILEIROS Resposta

19/07/2008 – 08h50
Petistas envolvidos na Satiagraha geram desconforto e crítica no partido
ANDREZA MATAIS – SIMONE IGLESIAS
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O envolvimento de petistas com influência no partido e no governo na Operação Satiagraha gerou desconforto entre dirigentes, que discutirão o tema na próxima reunião da Executiva Nacional em agosto.
Os petistas estão incomodados com o fato de a investigação ter chegado perto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
A atuação do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) como advogado de Daniel Dantas e o uso de sua influência no Planalto para privilegiar clientes é criticada e já há quem defenda nos bastidores seu afastamento do diretório.
A principal queixa é que dirigentes com relevância política já deveriam ter aprendido, com escândalos como o do mensalão, que qualquer fato envolvendo petistas respinga no presidente Lula e agora, em Dilma, ganhando superdimensão.
No partido, a avaliação é que Greenhalgh, o chefe-de-gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e o deputado José Eduardo Cardozo, secretário-geral do PT, tiveram atuação menor, pois o foco da operação era esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teve origem na privatização das teles. “Se o caso for aprofundado, não vai chegar ao PT, mas a outros lugares”, disse o deputado Candido Vacarezza (PT-SP).
“Ele [Greenhalgh], como dirigente partidário, não deveria assumir a defesa de pessoas desse tipo.
Acho que, quando temos representação política, precisamos ter esse cuidado.
Não é de hoje que esse cidadão [Dantas] vem sendo denunciado.
Se sabe que é pessoa nefasta, mas não podemos proibi-lo de advogar”, disse Raul Pont (RS), do Diretório Nacional.
Dirigente ligado à corrente de Greenhalgh, Construindo um Novo Brasil (ex-Campo Majoritário), afirmou que por ora o PT não pedirá, mas seria recomendável que ele se licenciasse.
No PT, a situação de Greenhalgh está sendo comparada à do ex-ministro José Dirceu, que, atingido pelo mensalão, deixou de ser associado a Lula e ao PT. Cardozo, que teria usado prerrogativas do mandato para defender interesses de Dantas, já havia sido cobrado por sua atuação pró-banqueiro quando concorreu a presidente do PT em 2007.
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Quando se trata de conjugar o verbo “propinar”, todos os partidos são aprovados com louvor.
Em geral são dirigidos por excelentes “propinadores”…
Eu propino…
Tu (recebe) propina…
Ele(paga) propina.
O Ives Gandra propina suas lições…
Gilmar Mendes propina decisões favoráveis para propinadores”…
Todos propinam…
A nossa (propina) anda sumida!
Será que está bem guardada?
Por favor, nos “Opportunity” e “Marka”, não!
Muito menos com o Nahas.

Flit, o Pitta o Case e o capo di tutti capo… 2

Ex- delegado seccional de polícia Carlos José Ramos da Silva, o Casé, aquele das 200 mil cartas frias…
Foi convidado a ser membro do júri daquele famoso festival de cinema, na não menos famosa cidade de em Canis.
Oito acusados de serem os seus comparsas declinaram do convite e preferiram um chá.
O de sumiço, esquisito né?
O convite foi feito pelo juiz de direito da vara criminal de Feraz de Vasconcelos, que iria fazer o convite só na manhã 18 de Julho, aproveitou que case tava “pescoçando” ali mesmo no prédio do fórum e o convidou ao festival de Canis.
Convite que por razoes obvias não pode ser recusado, sendo prontamente aceito e horas depois já se apresentava na corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, com a sua escovinha de dentes no bolsinho de seu pijama.
Enquanto um entra, outro sai… Parecem portas giratórias, aquelas de banco, manja?
O Pitta ex-prefeito já está livre e logo vamos poder ver a degravação de + um dos seus grampos pela Polícia….
Hey amigo cadê o meu?..
Eu tô duro…
Arranja algum…!
Sei que sua Lavanderia vai a todo vapor, deixe de ser mão de vaca, ou uma cobra Naj…
Enquanto isso pelo outro lado da mesma porta giratória, entra em cena o ex-dono do banco Marka, Salvador Cacciola, aquele do afano de 1 BI e Seiscentos milhões. 1.600.000,00.
Escorraçado pela realeza, recebeu o bilhete de vôo das mãos do príncipe, chique né?.
Em sua viagem desde Mônaco – onde estava preso – e o Rio de Janeiro tinha duração de 23 horas de vôo, tempo para uma passadinha na francesa Canis para o festival, mas não, preferiu ir direto para o Ary Franco, pois sabemos que a fome é má conselheira e o vôo longo.
Il Cappo Cacciola sorridente e sem algemas, foi logo querendo saber do cardápio da diretoria do Ary Franco.
Muito justo né?
Comer quentinha de preso nem pensar, credo…
Já pensou comer Arroz, Feijão Purê e Lingüiça, Cruzes.
Acredita-se que estão a preparar uma Brachola ou quem sabe uma Pizza, não a moda napolitana, mas a Siciliana…
ECCO. NEMO ME IMPUNE LACESSIT
Ligeirinho do Jardim Chove Balas

A RECEITA… Resposta

É que o explorador dos subordinados, além de patrocinar várias campanhas eleitorais – de um Procurador, inclusive – também possui forte apoio político e empresarial.
Aliás, de empresa de mídia.
Um tanto capenga, mas ainda poderosa.
Ou o amigo pensou que analfabeto chega a classe especial pela cor dos olhos?
Só se fosse pela linda cor dos olhos da esposa…
Ah, linda realmente é a conta bancária!

NÃO DÁ PARA EU ENTENDER ESTES JURISTAS…ENFIM, DELEGADO É IGNORANTE DE FATO E DE DIREITO 3

O próprio juiz, quando declarou na manifestação com seus colegas, que ele está a serviço do povo… na verdade ele está a serviço do Direito, da Constituição. Quem está a serviço do povo são os deputados, senadores, o presidente da República. O Estado está a serviço do Direito. E, nesse caso, o ministro Gilmar Mendes tem toda razão.”( I. Gandra S. Martins)
Ora, o Estado está a serviço do Direito.
Direito feito por quem está a serviço do povo(deputados e senadores).
Então o Estado deve estar a serviço do povo.
O juiz presenta um dos Poderes do Estado.
Logo, deveria estar a serviço do povo.
Ah, lembrei!
Aqui o Direito não serve ao povo.
Assim, há juizes que preferem servir ao JUSTO…
Fazem a Justiça que os positivas alemães tanto detestam.
Enfim, “como o policial é um especialista em investigação, mas não no Direito com profundidade”( Gandra Martins), eu não deveria estar escrevendo estas bobagens.
Tarefa apenas para os letrados.
Se bem que prefiro continuar sendo um Delegado burro, ou seja, um bacharel “superficial”.
Não seria feliz com a cultura dos doutos Ives Gandra e Gilmar Mendes…
Deles queria apenas metade da grana!

Só veadagem e sacanagem: o réu que confessa e colabora fica preso…BEM FEITO CAGÜETA SAFADO. Eis a lição dada por Gilmar Mendes Resposta

Dos 19 acusados de pertencer à máfia das habilitações, 18 negaram o envolvimento – são os que foram soltos.
O único que continua na cadeia confessou a participação no crime e contou em depoimento os detalhes do esquema.
Ele disse que a quadrilha pagava semanalmente R$ 30 mil a dois delegados. Segundo ele, o mesmo valor era pago também a corregedoria do Detran, para evitar a fiscalização. Para os delegados da seccional de Mogi das Cruzes, a , o valor era maior: R$ 45 mil.
Durante as investigações, escutas telefônicas comprovaram o pagamento da propina.
Dona de auto-escola: – “Tem algo em espécie”
Dono de auto-escola: – “Eu não. O que acontece aí?”
Dona de auto-escola: – “Corregedoria.”
Dono de auto-escola: – “Esta aí?”
Dona de auto-escola: – “Hã, hã”
Dono de auto-escola: – “O cara quer cash?”
Dona de auto-escola: – “Hã, hã.”
Dono de auto-escola: – “Vixi. Tenho dez, serve?”
Dona de auto-escola: – “Serve.”
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo esclarece que há inquérito instaurado a respeito da apuração dos fatos e que o mesmo corre em segredo de Justiça.
(fonte G1)
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“O próprio juiz, quando declarou na manifestação com seus colegas, que ele está a serviço do povo… na verdade ele está a serviço do Direito, da Constituição. Quem está a serviço do povo são os deputados, senadores, o presidente da República. O Estado está a serviço do Direito. E, nesse caso, o ministro Gilmar Mendes tem toda razão.”( I. Gandra S. Martins)
Com efeito, na escola pouco competitiva em que me formei – também naqueles livros baratos que pude pagar – aprendi que aquele que espontaneamente confessa a autoria, ou participação em crimes, demonstra não pretender frustrar a aplicação da lei penal.
Assim, o investigado ou réu busca diminuir, em parte,os efeitos negativos da sua ação.
A confissão é eloqüente manifesto de arrependimento; em muitos casos impede a prisão por flagrante ou preventiva, inclusive.
A confissão espontânea, de regra, afasta os fundamentos para uma prisão temporária, ou seja, aquela necessária ao desenvolvimento das investigações; com maior razão – nos crimes cometidos sem violência ou grave ameaça – deveria afastar os fundamentos para a manutenção da prisão preventiva.
E buscando premiar a confissão o legislador criou o instituto da delação premiada.
Sim, o legislador – representando o povo, como fala Ives Gandra S. Martins – pretendeu dar um prêmio ao réu colaborador da Justiça.
Agora, o Ministro – que não representa a vontade do povo, conforme o mesmo Ives Gandra – concede benefício da liberdade àqueles que mentem.
Ou seja, não se presume a culpabilidade daquele que mente ou nega os próprios atos criminosos.
Ao revés, o confesso e delator ganha o prêmio…
PRÊMIO DE PROTEÇÃO PESSOAL EM ABRIGO ESTATAL: “atrás das grades”.
Uma pena não ter sido aluno do Gilmar Mendes.
Uma pena, também, não poder comprar o livro de Direito Constitucional em que ele figura como um dos autores.
Será que ele leciona direito constitucional da Alemanha?
NAZISTA,não!

GRAVAR REUNIÃO NUNCA FOI COISA DE DELEGADO DE POLÍCIA…É COISA DE VEADOS Resposta

De reunião de trabalho, quando necessário, se lavra ata; por todos subscrita logo após encerrados os assuntos.
Delegados de Polícia ,em reunião reservada sobre assuntos funcionais, nunca adotaram tal procedimento.
Ora, aparentemente na Polícia Federal ninguém é confiável.
Ou serão todos desmemoriados?
Acredito, tal procedimento, impensável na Polícia Paulista; mesmo aqui existindo aqueles que nunca honram a palavra dita ou ouvida.
É ofensivo, pelos menos para nós, ao princípio de autoridade.
E, principalmente, ofensa a dignidade funcional.
Atenta a hombridade da pessoa..
Aliás, indubitavelmente, a Polícia Federal possui uma hierarquia desqualificada sob o aspecto “hombridade”.
Querer vender para a sociedade não existir a manifesta intenção de punir os responsáveis por levar Daniel Dantas ao cárcere, é ato torpe.
Próprio de nanicos.
E da gravação se ouve um Delegado que não consegue disfarçar a retórica decorada para a reunião e “planejada gravação”.
Ele chama atenção por falar mais alto; como se fosse o dono do gravador.
E não aceita intercorrências…
O tipo “deixa eu concluir” (o próprio monólogo).
Deve ser o mais baixo; o mais incompetente.
O típico politiqueiro maçaneta; dono do indefectível discurso asséptico…
Coisa de boneco…
De ventrículo.
E dos veados de todas as preferências sexuais…
Veados hetero, veados homo e veados bi.
Os veados tal como o refinado ladrão – e respectivos defensores – Daniel Dantas.

1

NO TEMPO DOS QUINTAIS

Era uma vez um tempo de pardais,
De verde nos quintais,
Faz muito tempo atrás,
Quando ainda havia fadas!
Num bonde havia um anjo pra guiar,
Outro pra dar lugar
Pra quem chegar sentar,
De duvidar, de admirar.
Havia frutos num pomar qualquer
De se tirar do pé,
No tempo em que os casais
Podiam mais se namorar
Nos lampiões de gás, sem os ladrões atrás;
Tempo em que o medo se chamou jamais…

Veio um marquês de uma terra já perdida.
E era uma vez, se fez dono da vida.
Mandou buscar cem dúzias de avenidas
Pra expulsar de vez as margaridas.
Por não ter filhos, talvez por nem gostar;
Ou talvez, por manias de mandar.
Só sei que enquanto houver os corações,
Nem mesmo mil ladrões
Podem roubar canções;
E deixa estar, que há de voltar
O tempo dos pardais, do verde dos quintais;
Tempo em que o medo se chamou… Jamais.

EX-SECCIONAL MAFIOSO DE MOGI DAS CRUZES FOI PRA CADEIA…MAS COMO TEM BONS AMIGOS NA POLÍTICA LOGO SERÁ SOLTO 1

Quinta, 17 de julho de 2008,
Fraude em CNHs: delegado é preso em São Paulo
A Justiça autorizou a prisão de dez dos envolvidos em um esquema de de comercialização de carteiras de habilitação em Ferraz de Vasconcelos.

Hoje, foram presos o ex-delegado seccional de polícia de Mogi das Cruzes Carlos José Ramos da Silva e um funcionário público.
O delegado já tinha sido afastado do cargo pela Delegacia Geral de Polícia em maio passado.

Ele é suspeito de receber propina da suposta quadrilha que fraudaria emissão das habilitações.
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo pediu a prisão preventiva de 22 pessoas envolvidas na comercialização de Carteiras de Habilitação (CNH), em Ferraz de Vasconcelos.
Destes, quatro são policiais civis.
Dez pedidos foram acatados pela Justiça.
Amanhã, 14 equipes da Corregedoria de Polícia vão realizar as outras oito prisões determinadas pela Justiça.
Ontem, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, suspendeu os decretos de prisão preventiva da Justiça paulista contra 18 investigados de falsificar e vender carteiras de habilitação para condução de veículos.
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SERÁ QUE PEDIRAM A PRISÃO DE DEPUTADOS?

AH, E DE DETERMINADOS DELEGADOS DIRETORES DE DEPARTAMENTO?

O DELEGADO NÃO PEDIU AFASTAMENTO, ÉTICO, NÃO PRETENDE CONTINUAR E SE TORNAR FOCO DE PROBLEMA PARA OS COLEGAS…A PF É NANICA E LULA É "UM SEM ATITUDE" 1

Ontem, Lula cobrou de Protógenes a permanência na Operação Satiagraha e explicações sobre as insinuações de que foi pressionado a deixar a ação policial. Segundo o presidente, o delegado tem obrigação moral de continuar no caso. “Moralmente esse cidadão [Protógenes] tem de continuar no caso até terminar esse relatório e entregar ao Ministério Público.
A não ser que ele não queira. O que não pode é passar insinuações”, afirmou Lula, após cerimônia no Palácio do Planalto.
“Vender a idéia de que foi afastado é no mínimo de má fé.
Não sei se ele falou ou não. Eu li isso hoje”, afirmou.
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Presidente: “esse cidadão” afirmou nunca ter deixado nada inacabado.
Concluirá o inquérito até amanhã.
Só não pretende retornar, depois do curso, caso sejam necessárias outras diligências.
E assim faz para não ser uma fonte de problemas para a Instituição.
POR OUTRO LADO, salvo impedimento legal, “ESSE CIDADÃO” – que nada tem de despreparado, sem bem que como até Vossa Excelência é chamado de analfabeto, melhor sorte ele nunca possuiria – NÃO TEM QUERER.
Ele é obrigado a concluir o inquérito, como dito acima, salvo impedimento legal.
Assim, cabe a Vossa Excelência determinar a permanência dele até finalizar o referido procedimento.
O povo não tolera tanta conversa mole…
E a cúpula da Polícia Federal é nanica, verdadeiramente.
Nada mudou: venais comandam os compromissados.
O caso em questão poderá ferir de morte a sua reputação e prestígio popular, pois do PT resta pouca coisa.
Daniel Dantas e Cia deve ter todos os políticos deste país no bolso.
Os trechos divulgados são truncados; os superiores do Delegado Protógenes são mentirosos.
A mídia, em sua maioria, está mentindo.
Estão fritando o Delegado.
Pobre Polícia Federal, agora entendo a revolta dos seus agentes.
Com cúpula nanica; tudo mais fica nanico.

NÃO SE ILUDAM COM AS CONSIDERAÇÕES DO DR. IVES GANDRA DA SILVA MARTINS 2

É o maior tributarista do Brasil; no sentido prático do termo, ou seja, talvez o advogado com a mais poderosa carteira de clientes deste país.
Por outro lado, desde os anos 80, especialmente quando do plano Sarney, se tornou o mais requisitado formador de opinião acerca de assuntos jurídicos.
Quer dizer: formar opinião dos leigos.
Dos leitores de grandes jornais, grandes revistas e espectadores de redes de TV.
Ele é capaz de elaborar parecer justificando o indefensável.
Nos anos de 1986 , 87, apenas para exemplificar, diariamente protocolávamos centenas de petições iniciais na Justiça Federal e na Justiça Comum, imediatamente desistindo-se daquelas ações que não foram para a Vara pretendida.
Bastando aguardar a liminar exonerando de recolhimentos compulsórios ou liberando depósitos compulsórios em poder de bancos.
No caso de liberação de dinheiro retido, até mesmo sem o cálculo oficial de conversão, Juízes Estaduais concediam a liminar sem ouvir a parte contrária.
Eram competentes para tal?
Não; mas incompetência relativa não precisa ser declarada de ofício.
Assim, quando a União se manifestava, após citada, o dinheiro já estava em poder dos clientes.
Ou a mercadoria adquirida ou desalfandegada sem o recolhimento exigido.
Trapaça?
Não; apenas normal estratégia advocatícia.
Técnica empregada e defendida com naturalidade.
Por outro aspecto, o doutor Ives elaborou vários pareceres sobre compulsórios, ao final, a maioria perdeu para o Governo.
Os honestos, posteriormente, recolheram com juros e correção monetária.
É claro que as grandes empresas e bancos apenas lucraram, pois para estes o Julgador, especialmente escolhido pela banca advocatícia, Desembargador ou Ministro indicado pela OAB, é sempre JUSTO.

Para o jurista Ives Gandra Martins não há irregularidade…Para mim – que não sou jurista -suspeito de crime, concerto…direcionamento Resposta

Quinta, 17 de julho de 2008, 13h38 Atualizada às 14h44
Ives: não há irregularidade em troca de e-mails
Elza Fiúza/Agência Brasil
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, que teve o nome citado em troca de e-mails entre advogados do banqueiro Daniel Dantas
Raphael Prado
A troca de e-mails entre advogados do banqueiro Daniel Dantas, articulando para que o pedido de habeas corpus de seu cliente cheguasse ao Supremo Tribunal Federal durante o plantão do presidente da Corte, Gilmar Mendes, não tem nada de irregular. A visão é do jurista Ives Gandra Martins:
– Isso, em nível de estratégia de advocacia, eu não vejo mal nenhum. Porque eles não estão fazendo nada de ilegal. Podem entrar antes ou podem entrar depois (com o pedido).
A revelação da troca de e-mails entre os advogados foi publicada na edição desta quinta-feira, 17, do jornal Folha de S.Paulo. Nesta entrevista a Terra Magazine, o jurista critica o que chama de “efeitos ‘spielbergianos'”. Ele se refere ao mestre dos efeitos especiais de Hollywood, Steven Spielberg.
– A partir de agora, qualquer estratégia de advocacia, qualquer contato de um advogado com um ministro, com um juiz… o cidadão não pode mais ter contato nenhum para demonstrar os argumentos que estão na petição! Isso não existe na advocacia no mundo inteiro e nem na história da advocacia!
Leia os principais trechos da entrevista do jurista:
Terra Magazine – Qual é a avaliação que o senhor faz da atuação do ministro Gilmar Mendes e do juiz Fausto De Sanctis nesse caso?Ives Gandra Martins – Eu não avalio senão os elementos externos que foram apresentados pela imprensa. Mas me parece que, no caso, o ministro Gilmar Mendes tinha razão. Eu tenho as melhores referências do De Sanctis, mas, no caso concreto ele não permitiu o acesso aos elementos de defesa, mesmo depois de ter decretado a prisão. O primeiro pedido dos advogados ao ministro Gilmar Mendes foi para que o juiz liberasse os elementos de acusação que a imprensa já tinha mas os advogados de defesa não tinham. A Constituição declara que a ampla defesa tem que existir desde o início. No momento em que negou esse acesso, houve uma violência ao direito de defesa. E quando o ministro verificou que não havia senão suspeitas por gravações telefônicas de meses, mandou soltar. O que ocorreu foi que em seguida, o juiz partiu para uma prisão preventiva. O ministro entendeu que era uma forma de driblar a decisão e, portanto, contestar o Supremo Tribunal Federal. O próprio juiz, quando declarou na manifestação com seus colegas, que ele está a serviço do povo… na verdade ele está a serviço do Direito, da Constituição. Quem está a serviço do povo são os deputados, senadores, o presidente da República. O Estado está a serviço do Direito. E, nesse caso, o ministro Gilmar Mendes tem toda razão.
Os advogados de Daniel Dantas, inclusive, pediram para afastar o juiz De Sanctis do caso, argumentando que ele já tem uma opinião pré-concebida.Um juiz de Estado não tem que avançar opiniões. O Estado decide nos autos. Ele não tem que dar entrevistas. Eu até cito Moreira Alves, o mais importante magistrado do Supremo Tribunal Federal em toda a segunda metade do século passado. Ele só falava nos autos. E ele dizia a seus alunos: “O político fala para a imprensa, o magistrado fala nos autos”. Mas eu estou convencido que esse debate foi muito bom. Primeiro porque se percebe que há um abuso, evidentemente, dos efeitos ‘spielbergianos’ nas operações. A melhor forma de se tirar o direito de defesa é desfigurar a imagem da pessoa perante o povo. Cada vez que há uma operação cinematográfica, nesse momento, o povo que não conhece Direito já pensa: “pô, esse é um safado, um malandro, um culpado”. E existe também o direito de privacidade. E essas operações jogam a população contra o acusado, que já entra com menos condições de defesa. Além disso, a prisão para um interrogatório não tem nenhum sentido. E esse incidente entre o Gilmar e o De Sanctis vai permitir agora uma legislação punindo os abusos. Porque o sujeito diz: “eu sei que ele é criminoso, então eu vou fazer tudo que é contra a lei, para que pro meu fim eu possa usar qualquer meio”. Não é verdade. Isso se tem na ditadura, mas não na democracia.
Mas para se chegar a esse debate todo, que o senhor concluiu que é positivo, foi preciso que a operação tivesse acontecido dessa forma, que acusam de “espetacularizada”…O debate já estava se colocando. Não é só essa operação, várias outras foram feitas dessa forma. E em muitas delas, o sujeito foi preso e depois não teve nem denúncia. O que significa que aquilo foi absolutamente inútil. É que no Brasil, nós temos um medo enorme de se processar autoridade. Existe um medo de que, se fizer, vai haver retaliação por parte do poder. Quem é que vai enfrentar a Polícia Federal, o poder Judiciário? Um pobre cidadão? E o que diferencia uma ditadura do Estado democrático é o direito de defesa. Eu sempre falo dessa importância, também com advogados independentes, sem serem monitorados, com telefones censurados, com operações cinematográficas. Porque aí ficam: “Imagina! Um advogado foi distribuir um memorial para um ministro!” É claro! A função do advogado é essa! Eu posso imaginar que um advogado que não fale com um ministro ou um juiz não existe!
Em relação à troca de e-mails entre advogados do Daniel Dantas, tentando articular para que o pedido do habeas corpus caia no STF durante plantão do presidente Gilmar Mendes…Qual é, do ponto de vista de exercício profissional, a irregularidade disso?
Isso é legítimo, faz parte do trabalho do advogado?Eu vejo o seguinte: se eu tenho certeza de que vai haver um ministro no plantão que é um homem capaz de enfrentar as coisas, eu posso atrasar o habeas corpus. Vamos admitir o seguinte, sem pegar o estado concreto, mas qualquer outro caso. Se eu sei que um juiz vai votar contra, mas ele vai entrar em férias… eu vou entrar com o mandado de segurança no momento que aquele juiz vai dar conta ou eu posso esperar um outro que pode analisar de outra forma? Até porque eles não sabiam de que forma o Gilmar ia examinar. Não tinham nenhuma certeza. Apenas sabem que o Gilmar é um cidadão corajoso, que não foge. E mais do que isso: é um profundo conhecedor da Constituição. Talvez seja o maior constitucionalista do Supremo. Ele, Celso de Mello e Carlos Ayres (Brito) são os que têm formação em Direito Constitucional. Então se eu tenho uma questão importante, eu vou dar para um profundo conhecedor, mesmo sem saber como ele vai decidir. Isso, em nível de estratégia de advocacia, eu não vejo mal nenhum. Porque eles não estão fazendo nada de ilegal. Podem entrar antes ou podem entrar depois. E (quanto a esse problema) que eu chamo: a partir de agora, qualquer estratégia de advocacia, qualquer contato de um advogado com um ministro, com um juiz… o cidadão não pode mais ter contato nenhum para demonstrar os argumentos que estão na petição! Isso não existe na advocacia no mundo inteiro e nem na história da advocacia!
Existe precipitação da Polícia Federal em interpretar as informações que intercepta?Eu não faço análise da Polícia, porque ela levanta dados. Ela não julga. Como o policial é um especialista em investigação, mas não no Direito com profundidade, muitas vezes o policial pinçou frases isoladas e viu alguma coisa de ilegal, porque é a função dele, suspeitar, mas cabe a um poder imparcial decidir. Agora, esse poder é que tem que compreender que tem que haver igualdade de condições de ataque, acusação e defesa. E o juiz não pode, ele, já tomar uma posição prévia a favor de uma determinada linha sem ter dado direito de defesa a outra. Mas eu não faço juízo de valor do De Sanctis. Eu sei como eles estão muito preparados tecnicamente. Mas o que é fundamental é que um juiz, quando assume a magistratura, ele esqueça um pouco o seu passado. Se vem do Ministério Público, ele deixou de ser acusador para ser juiz. Se vem da polícia, se era delegado, ele deixou de ser investigador. Se vem da advocacia, ele deixou de ser defensor. Isso leva um certo tempo, de desvestir a roupa anterior. Na avaliação dos candidatos que prestam o concurso, coloca-se muitos casos para saber como ele decidiria aqui ou lá, para ver se ele teria a serenidade e imparcialidade ou se no fundo ia reagir mais emocionalmente, mas como torcedor de futebol, porque era um elemento importante. Agora, quando o juiz passa num concurso como esse, que é massacrante, ele está tecnicamente muito preparado. Mas vai ter que ter o tempo, que vai amadurecê-lo. E eu acho que o nosso sistema não é ruim. Esse debate permitiu principalmente que a Constituição seja aplicada no sentido de eliminação dos efeitos cinematográficos, ‘spielbergianos’ de qualquer operação.
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Resumindo: para o Dr. Gandra os demais Ministros são covardes; além de não conhecerem a Constituição com a mesma profundidade do Ministro Gilmar Mendes.
Ou seja, vale o dito popular: da cabeça de juiz e da bunda de nenê nunca se sabe o que vai sair.
Pois cada Juiz entende a lei de uma forma, isto quando entende da lei.
Ora, a prática mais deletéria no Poder Judiciário – uma das mais antigas – é o direcionamento da distribuição dos feitos.
No sentido de que acabe nas mãos do amigo, do do ex-aluno, do ex-sócio do sócio.
Ou do Juiz ladrão; daqueles que vendem liminares.
E pouco – ou nada – diz respeito ao posicionamento doutrinário do magistrado.
Na verdade a distribuição significa causa ganha…
A decisão, muitas vezes, já esta pronta ; na Gaveta mesmo!

NÃO HÁ OUTRA FORMA: CONTROLE EXTERNO QUEM FAZ É O POVO…PEDE PRA SAIR! PEDE PRA SAIR! O QUINTO CONSTITUCIONAL ENVERGONHA A MAGISTRATURA DE CARREIRA 3

Manifestantes fazem protesto sábado no Masp contra Gilmar Mendes
A ONG (Organização Não-Governamental) “Movimento dos Sem-Mídia” fará no próximo sábado (19/7) manifestação para pedir o impeachment do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, e demonstrar apoio ao juiz Fausto Martim de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, e ao delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz.
Na semana passada, Mendes e Sanctis protagonizaram as atenções, ao decidirem sobre a liberdade do banqueiro Daniel Dantas, preso no decorrer da operação Satiagraha, da PF —conduzida por Queiroz.
O chamado para a manifestação, que acontece no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), está sendo feito pela Internet. Até o momento, os organizadores disseram receber apoio de vários Estados, principalmente, Minas Gerais e Rio de Janeiro —as pessoas têm informado que vão protestar no mesmo dia e horário em suas cidades.
Apesar do grande poder de divulgação da Internet, Eduardo Guimarães, presidente da ONG, diz que a manifestação deve reunir poucos participantes —cerca de 200.
“As mobilizações feitas pela Internet têm apelo popular muito restrito, pois a sociedade civil não sabe como agir nessas situações.
Temos o exemplo do movimento ‘Cansei’, que apesar de todo o dinheiro e publicidade envolvidos reuniu apenas 5.000 pessoas”, afirma.
Segundo Guimarães, a Polícia Militar e a Prefeitura de São Paulo foram avisadas da realização do ato, para “evitar conflitos desnecessários”.
“O nosso movimento procura mobilizar não apenas pequenos grupos, mas sim todas as camadas da sociedade, para gerar conscientização, porque isso está em falta no Brasil”, afirma.
Colaborou Bianca Bibiano
Quinta-feira, 17 de julho de 2008
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Como cidadão, como advogado e depois como Delegado de Polícia, há mais de 20 anos defendo o fim do acesso aos Tribunais Superiores da nossa Justiça pelo instituto denominado “quinto constitucional”.
Tais indicações – de cunho político – são precedidas de batalhas nada éticas dentro da OAB e do Ministério Público.
A Judicatura é profissão para magistrados de Carreira.
Investigar é uma arte, acusar outra e defender outra.
Todas completamente diversas da arte de julgar.
Arte( de julgar) que além de natural vocação, depende da cultura jurídica e de longos anos presidindo audiências, ouvindo pessoas, para, ao final, sentenciar.
Tribunais para os Juízes de Direito; mais ninguém.
O que será do país caso o crime organizado acabe colocando seus advogados na presidência dos Tribuais?