ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DE SÃO PAULO DECLARA GUERRA CONTRA A ADMINISTRAÇÃO: GREVE É A SOLUÇÃO! Resposta

:: ESTá CHEGANDO A HORA E A GREVE PODE SER A ALTERNATIVA
É inegável que, no decorrer destes duros e sacrificados anos, todas as formas possíveis e legais foram tentadas. Reuniões, encontros, manifestações, obviamente buscando um acordo, foram mais que corriqueiras. A via pacífica da negociação foi inesgotavelmente tentada. Mas um acordo sempre depende da efetiva participação dos dois lados envolvidos, buscando o entendimento, e a recíproca governamental não foi adequada.
A grande maioria de nossos pleitos em benefício do retorno da eficiência policial e da carreira foi comumente rechaçada e postergada para estudos que não acabam nunca. A paciência esgotou para todos e a única via que se vislumbra, dentro da legalidade, é a hipótese de uma greve de 24 horas.
Sabemos de suas conseqüências para a sociedade e da delicadeza do assunto. Ainda será feito um alerta, via campanha de marketing, a ser veiculada nos principais meios de comunicação de massa, em que demonstraremos ter esgotado todas as vias de negociação com o Governo e a crítica situação vivida por todos os integrantes da categoria, diariamente expostos na mídia, de forma pejorativa. O objetivo é recuperar e reestruturar a instituição para que possa atender às reais necessidades da sociedade.
Nessa linha de ação, dia 20/7, às 11h, será realizada missa comemorativa aos 200 anos de criação da Polícia Civil, na Catedral da Sé, celebrada pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo Don Odilo Pedro Scherer. Ao final da cerimônia, os participantes, policiais e seus familiares, seguirão em caminhada até o Largo São Francisco, berço do Direito nacional, onde serão apresentada as estratégias do movimento. Na semana anterior, a campanha já estará no ar, preparando e esclarecendo a população.
Esse evento mostrará ao Governador o poder de mobilização da polícia paulista que, a exemplo do que vem acontecendo em Brasília com a manifestação em apoio à PEC 549, termos cada dia um número maior de adesões.
Esta manifestação irá atacar três focos básicos: vencimentos; valorização da carreira e reestruturação da Policia Civil. Será exigido do Governo que a remuneração da classe seja feita por meio de subsídios e reajustada em 200%, a fim de que a percepção salarial dos Delegados de Polícia alcance a dos integrantes de carreiras congêneres. Será cobrada, ainda, a paridade entre os membros ativos e inativos, bem como a publicação do Decreto que regulamenta a Lei Complementar 1020/07, que confere gratificação por acúmulo de titularidade, para plantões e unidades policiais.
No segmento da valorização, o ponto a ser abordado será a aposentadoria especial, a inamovibilidade, a fixação de critério objetivo para promoção e sistema que permita a progressão funcional, além de eleição de Delegado Geral e carreira com três classes, após o estágio probatório.
Para completar a recuperação do prestígio e da eficiência da Polícia Civil, será exigido, também, que as unidades policiais funcionem com condições mínimas, como por exemplo, seis equipes no plantão e que a reestruturação das carreiras reinclua no seio da Policia Civil o perito policial.
(fonte: site institucional da Adpesp).
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Faltou acrescentar: o maior obstáculo é a cúpula da Polícia Civil.
Bem remunerados os ocupantes de cargos de classe especial e primeira classe, ou seja, os titulares de Departamentos, Seccionais e das Unidades de maior importância, de regra, não suportam a palavra greve.
Eles, também de regra, além da inércia em busca da valorização funcional, ainda perseguem os pretensos líderes dos movimentos por melhores condições de trabalho e por melhores vencimentos.

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