Corpo foi deixado no veículo da própria vítima em São Lourenço da Serra.Ele trabalhava no setor administrativo da Delegacia Geral da Polícia, na capital.
O policial civil Roberto Carlos Carneo, de 43 anos, foi encontrado morto a tiros no banco de trás de seu próprio carro, um Ecosport preto, na Rua Monte Alegre, no bairro Aldeinha, em São Lourenço da Serra, na região metropolitana, na manhã desta quinta-feira (19), segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A vítima trabalhava no setor administrativo da Delegacia Geral de Polícia, que fica na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP) da capital, e a suspeita é de que ele tenha sido vítima de um seqüestro-relâmpago. A ocorrência foi registrada como homicídio qualificado na delegacia seccional de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, mas o crime vai ser investigado pela 5ª Delegacia de Polícia do DHPP, na capital.
No último dia 8, o policial militar Hélio Teshima Júnior, de 26 anos, foi encontrado morto a tiros, supostamente depois de um roubo, pouco depois da meia-noite, na Estrada do Mosteiro Nossa Senhora da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, região próxima ao homicídio desta quinta. Ele fazia parte do corpo de segurança do Governo do Estado, segundo informação da assessoria do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, na Zona Sul.

O Dr. Alfredo da 5ªdel. de homicídios do dhpp conseguiu 30 dias de temporária para os dois possíveis autores na última sexta feira.
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“Escrivão… (só no título); policial civil… (em todo o corpo da matéria)…
Afigura-se estranho que a morte de um policial civil fique envolta, logo de início, em clima de certo mistério. Esse colega policial civil pertencia a qual das 14 carreiras? Se trabalhava “no setor administrativo da DGP”, custa dizer que setor é esse? Ou será que isso iria atrapalhar as investigações…(VER CHAMADA EM OUTRO POSTER RECENTE DESTE FLIT: “alguem sabe sobre a morte do policial civil…).
Acho que pelo contrário, só poderia ajudar. Até porque, como se sabe, os colegas de trabalho sabem de certas particularidades (se o colega relatou alguma ameaça que viesse sofrendo, ou mesmo algum caso passional, etc…). Enfim, o que importa é que o caso seja esclarecido e os assassinos não fiquem impunes.
É preciso que esses casos envolvendo morte violenta de colegas policiais sejam amplamente divulgados, até para que as entidades de classe possam, de alguma forma, acompanhar as investigadções e amparar os familiares, se for o caso.
Não sei todos ouviram falar da morte de um Investigador de Polícia, acho que na região do DEINTER 4 (Bauru), anitgão, que teria passado na Delegacia em que trabalhava, pegou o expediente, conversou com os colegas naturalmente, e saiu. Horas depois, segundo consta, foi encontrado morto, ao lado da campa de seu filho, que havia morrido atropelado há muitos anos. Em princípio o caso foi registrado como suicídio.
Há registro de um caso parecido, certo tempo antes, envolvendo um colega Escrivão de Polícia, também tido, em princípio, como suicídio…
Temos que nos preocuparmos mais com essas mortes de colegas. Ainda que sejam por suicídio.
Jarim Lopes Roseira
Presidente da IPA e Diretor de Organização da FEIPOL-SE
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FEDERAÇÃO DOS POLICIAIS CIVIS E SINDICATOS REGIONAIS MOBILIZAM A CATEGORIA EM DEFESA DO PAGAMENTO DA REPOSIÇÃO
Hoje (24/3), pela manhã, a FEIPOL-SE (Federação dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste – SP, MG, RJ e ES), juntamente com alguns presidentes de Sindicatos Regionais, foi recebida pelo presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, Luiz Gonçalves, para tratar do nosso movimento em prol da reposição salarial.
O primeiro ato público ficou marcado para o dia 26/4/2016, 11 horas, no Largo de São Francisco.
Que todos fiquem cientes, se mobilizem e divulguem, por favor.
Jarim Lopes Roseira
Presidente da IPA e Diretor de Organização da FEIPOL-SE.
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