http://mobilizadelegado.blogspot.com/
NÃO FIQUEM NA DEPENDÊNCIA DA APROVAÇÃO DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS.
NÃO CULPEM OS PARTIDOS POLÍTICOS.
HÁ QUEM FALE QUE ISONOMIA PARA NÓS NEM COM LIXEIROS (perdão aos imprescindíveis e desvalorizados soldados da salubridade coletiva);ERRADO!
HÁ QUEM NÃO PASSE DE LIXO!
PERFUMADO E BEM VESTIDO,
MAS LIXO HUMANO.
SÓ COM ABSOLUTA FIDELIDADE À LEGALIDADE;
SÓ O ABSOLUTO COMPROMETIMENTO ÉTICO
CONQUISTAREMOS RESPEITO, RECONHECIMENTO E VALOR.
E NÃO TRATE AO SEU SUBORDINADO E COLABORADOR COMO MERO SERVO.
Arquivo diário: 08/12/2007
O(s) JOSÉ DIRCEU DA CHAPA FÊNIX…A RAPINA INIMIGA DO TUCANO Resposta
TODO HOMEM SE ESPELHA E TENTA IMITAR OS SEUS ÍDOLOS.
VOCÊ PODE VOTAR NOS DOUTORES ROQUE, ADHEMAR ou EMANUEL – os três homens de paz.
ATÉ PODE VOTAR NO TRESLOUCADO ROBERTO CONDE GUERRA, OS ÍDOLOS DO “13” NUNCA PREGARAM VIOLÊNCIA.
OU PODERÁ VOTAR NO PAULO LEW: O “JOSÉ DIRCEU” DA CHAPA FÊNIX.
O CRIADOR E MENTOR DA CHAPA FÊNIX, O CÉREBRO DA CANDIDATA A PRESIDENTA.
COM ELES NEM CINZAS RESTARÃO DA ADPESP!
Ó , MINHA ESTRELA AMIGA, POR QUE VOCÊ NÃO FEZ A BALA PARAR? Resposta
Let it be
Se estivesse vivo, John Lennon teria 67 anos .
Se estivesse vivo, John Lennon teria 67 anos .
Lennon nasceu em Liverpool, no dia 9 de outubro de 1940, em plena segunda guerra mundial e não teve irmãos. Seus pais chamavam-se Julia e Alfred Lennon.
Anos mais tarde, como a maioria dos jovens da época, John foi profundamente influenciado pelo movimento musical skiffle e, em 1955, montou com seus colegas de escola uma banda chamada The Quarry Men. Houve muitas mudanças no grupo, porém a mais importante ocorreu em 1957, quando outro estudante se incorporou à formação. O guri se chamava Paul McCartney. Não preciso me alongar. Logo, Lennon e McCartney se tornaram uma dupla perfeita para escrever canções. grupo, então, passou a se chamar Johnny & The Moondogs. Nesta época, a formação era: John, Paul, George Harrison( faleceu por câncer em 2001). Houve ainda um quinto integrante, Stuart Sutcliffe.Mais tarde, o grupo passou a chamar-se The Beatles com Ringo Starr tomando conta da bateria.
Pronto: a banda perfeita estava montada – THE BEATLES – uma banda que não só mudou a maneira de fazer música como a maneira de se comportar, de se vestir e de pensar. Os Beatles lançam álbuns fantásticos, recheados de músicas perfeitas.
Anos depois, com a separação do grupo, John Lennon iniciou uma grande etapa em carreira solo. Uma carreira que ele chegou a abandonar por um tempo para se dedicar à educação de seu filho recém-nascido, Sean.
No dia 8 de dezembro 1980, justamente quando Lennon se reencontrava com a carreira musical por meio do lançamento do disco “Double Fantasy”, foi covardemente assassinado por um fã maldito. Até hoje a Humanidade, perplexa, pergunta: por quê? – sem obter resposta.
No Brasil até hoje ouvimos a comovida canção de Beto Guedes e Ronaldo Bastos:
Anos mais tarde, como a maioria dos jovens da época, John foi profundamente influenciado pelo movimento musical skiffle e, em 1955, montou com seus colegas de escola uma banda chamada The Quarry Men. Houve muitas mudanças no grupo, porém a mais importante ocorreu em 1957, quando outro estudante se incorporou à formação. O guri se chamava Paul McCartney. Não preciso me alongar. Logo, Lennon e McCartney se tornaram uma dupla perfeita para escrever canções. grupo, então, passou a se chamar Johnny & The Moondogs. Nesta época, a formação era: John, Paul, George Harrison( faleceu por câncer em 2001). Houve ainda um quinto integrante, Stuart Sutcliffe.Mais tarde, o grupo passou a chamar-se The Beatles com Ringo Starr tomando conta da bateria.
Pronto: a banda perfeita estava montada – THE BEATLES – uma banda que não só mudou a maneira de fazer música como a maneira de se comportar, de se vestir e de pensar. Os Beatles lançam álbuns fantásticos, recheados de músicas perfeitas.
Anos depois, com a separação do grupo, John Lennon iniciou uma grande etapa em carreira solo. Uma carreira que ele chegou a abandonar por um tempo para se dedicar à educação de seu filho recém-nascido, Sean.
No dia 8 de dezembro 1980, justamente quando Lennon se reencontrava com a carreira musical por meio do lançamento do disco “Double Fantasy”, foi covardemente assassinado por um fã maldito. Até hoje a Humanidade, perplexa, pergunta: por quê? – sem obter resposta.
No Brasil até hoje ouvimos a comovida canção de Beto Guedes e Ronaldo Bastos:
“Quem souber dizer a exata explicação
Me diz como pode acontecer
Um simples canalha mata um rei
Em menos de um segundo?
Ó, minha estrela amiga
Por que você não fez a bala parar?”.
Nunca houve, nem haverá, respostas.
“As canções em nossa memória vão ficar
Ó, nem o tempo amigo
Nem a força bruta pode um sonho apagar…”.
Lennon e McCartney compuseram canções geniais, obras-primas irretocáveis, músicas feitas para tocar nas rádios de todo o Mundo, nas salas de concerto de todo o Mundo, músicas feitas, sobretudo, para tocar na alma de todo mundo. Embora eu não seja um beatlemaníaco, consigno aqui algumas das canções de que mais gosto. Puro encantamento.
“Words are flowing out like endless rain into a paper cup/They slither while they pass they slip away across the universe/Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind/Possessing and caressing me/Jai guru deva, Om/Nothing&39;s gonna change my world”. (Across the Universe).
“Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel/Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam pelo universo/Um monte de mágoas, um punhado de alegrias estão passando por minha mente/Me possuindo e me acariciando/ Glória ao mestre/Nada vai mudar meu mundo” (Através do universo).
“Let me take you down/´Cause I´m going to/Strawberry Fields/Nothing is real/And nothing to get hung about/Strawberry Fields forever/Living is easy with eyes closed/Misunderstanding all you see/It´s getting hard to be someone/But it all works out/It doesn&39;t matter much to me/Let me take you down/´Cause I´m going to/Strawberry Fields/Nothing is real/And nothing to get hung about/Strawberry Fields forever” (Strawberry Fields forever).
Lennon e McCartney escreveram a canção mais bonita que eu já ouvi na vida: “The long and winding road”.
“The long and winding road/That leads to your door/Will never disappear/I´ve seen that road before/It always leads me here/Lead me to your door/The wild and windy night/That the rain washed away/Has left a pool of tears/Crying for the day/Why leave me standing here/Let me know the way”.
“A longa e sinuosa estrada que leva até sua porta/Jamais desaparecerá/Eu já vi esta estrada antes/Ela sempre me traz até aqui/Conduz-me até sua porta/Na noite selvagem e tempestuosa que a chuva eliminou/Deixou uma piscina de lágrimas/Chorando pelo dia/Por que me deixar aqui sozinho?/Mostre-me o caminho”.
Finalmente, o genial John Lennon, já em carreira solo, ofereceu ao Mundo o Hino Universal pela Paz, chamado Imagine.
“Imagine no possessions/I wonder if you can/No need for greed or hunger/A brotherhood of men/Imagine all the people/Sharing all the world/You may say I&39;m a dreamer/But I&39;m not the only one/I hope some day you&39;ll join us/And the world will live as one”.
“Imagine não existir posses/Surpreenderia-me se você conseguisse/Sem necessidades e fome/Uma irmandade humana/Imagine todas as pessoas/Compartilhando o mundo/Talvez você diga que eu sou um sonhador/Mas não sou o único/Desejo que um dia você se junte a nós/E o mundo, então, será como um só”.
John Lennon foi assassinado, em Nova York, em frente ao edifício Dakota, onde morava com a mulher Yoko Ono, no Central Park. Lennon foi assassinado por Mark Chapman, que se dizia seu fã e, horas antes de disparar contra ele, havia pedido ao cantor um autógrafo na capa de um disco.
Em 8 de dezembro de 1980, Mark Chapman, um jovem de 25 anos com histórico de abuso de drogas e problemas mentais, atirou cinco vezes em John Lennon, em Nova York, tirando-lhe a vida para ficar com um pouco da celebridade que desejava.
Lennon e McCartney compuseram canções geniais, obras-primas irretocáveis, músicas feitas para tocar nas rádios de todo o Mundo, nas salas de concerto de todo o Mundo, músicas feitas, sobretudo, para tocar na alma de todo mundo. Embora eu não seja um beatlemaníaco, consigno aqui algumas das canções de que mais gosto. Puro encantamento.
“Words are flowing out like endless rain into a paper cup/They slither while they pass they slip away across the universe/Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind/Possessing and caressing me/Jai guru deva, Om/Nothing&39;s gonna change my world”. (Across the Universe).
“Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel/Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam pelo universo/Um monte de mágoas, um punhado de alegrias estão passando por minha mente/Me possuindo e me acariciando/ Glória ao mestre/Nada vai mudar meu mundo” (Através do universo).
“Let me take you down/´Cause I´m going to/Strawberry Fields/Nothing is real/And nothing to get hung about/Strawberry Fields forever/Living is easy with eyes closed/Misunderstanding all you see/It´s getting hard to be someone/But it all works out/It doesn&39;t matter much to me/Let me take you down/´Cause I´m going to/Strawberry Fields/Nothing is real/And nothing to get hung about/Strawberry Fields forever” (Strawberry Fields forever).
Lennon e McCartney escreveram a canção mais bonita que eu já ouvi na vida: “The long and winding road”.
“The long and winding road/That leads to your door/Will never disappear/I´ve seen that road before/It always leads me here/Lead me to your door/The wild and windy night/That the rain washed away/Has left a pool of tears/Crying for the day/Why leave me standing here/Let me know the way”.
“A longa e sinuosa estrada que leva até sua porta/Jamais desaparecerá/Eu já vi esta estrada antes/Ela sempre me traz até aqui/Conduz-me até sua porta/Na noite selvagem e tempestuosa que a chuva eliminou/Deixou uma piscina de lágrimas/Chorando pelo dia/Por que me deixar aqui sozinho?/Mostre-me o caminho”.
Finalmente, o genial John Lennon, já em carreira solo, ofereceu ao Mundo o Hino Universal pela Paz, chamado Imagine.
“Imagine no possessions/I wonder if you can/No need for greed or hunger/A brotherhood of men/Imagine all the people/Sharing all the world/You may say I&39;m a dreamer/But I&39;m not the only one/I hope some day you&39;ll join us/And the world will live as one”.
“Imagine não existir posses/Surpreenderia-me se você conseguisse/Sem necessidades e fome/Uma irmandade humana/Imagine todas as pessoas/Compartilhando o mundo/Talvez você diga que eu sou um sonhador/Mas não sou o único/Desejo que um dia você se junte a nós/E o mundo, então, será como um só”.
John Lennon foi assassinado, em Nova York, em frente ao edifício Dakota, onde morava com a mulher Yoko Ono, no Central Park. Lennon foi assassinado por Mark Chapman, que se dizia seu fã e, horas antes de disparar contra ele, havia pedido ao cantor um autógrafo na capa de um disco.
Em 8 de dezembro de 1980, Mark Chapman, um jovem de 25 anos com histórico de abuso de drogas e problemas mentais, atirou cinco vezes em John Lennon, em Nova York, tirando-lhe a vida para ficar com um pouco da celebridade que desejava.
“Quem souber dizer a exata explicação
Me diz como pode acontecer
Um simples canalha mata um rei
Em menos de um segundo?
Ó, minha estrela amiga
Por que você não fez a bala parar?”.
Nunca houve, nem haverá, respostas.
“As canções em nossa memória vão ficar
Ó, nem o tempo amigo
Nem a força bruta pode um sonho apagar…”.
O fato é que John Lennon continua vivo e viverá para sempre em sua obra imortal (os assassinos não sabem que os poetas não morrem nunca). Por sua vez, o jovem que desejou roubar-lhe a celebridade continua preso e carregará para sempre a pecha de assassino (e de louco e de monstro).
O fato é que John Lennon continua vivo e viverá para sempre em sua obra imortal (os assassinos não sabem que os poetas não morrem nunca). Por sua vez, o jovem que desejou roubar-lhe a celebridade continua preso e carregará para sempre a pecha de assassino (e de louco e de monstro).
SE FOSSE PRESIDENTE DA ADPESP – INICIALMENTE 1
Se fosse presidente:
Depositaria minha carteira funcional aos cuidados do diretor da comissão de ética, cujo resgate se daria ao final da gestão.
E em traindo quaisquer destes compromissos básicos ou qualquer princípio maior em prejuízo dos colegas, a rasgarei e picarei em público; para jamais voltar a por os pés na Adpesp.
Não faria festividades de posse, apenas os atos formais.
Não faria festas, sem prévia consulta e aprovação dos pares; com a presença
de consortes de todas as seccionais; assegurando-se, transporte e hospedagem.
Não faria festas, sem prévia consulta e aprovação dos pares; com a presença
de consortes de todas as seccionais; assegurando-se, transporte e hospedagem.
OU TODOS OU NINGUEM!
Nunca deixaria de responder ,pessoalmente ,as consultas dos sócios.
Não deixaria de convocar um sócio como representante da Adpesp em cada seccional; que ficaria incumbido de pronta assistência ao colega e familiares, nos casos de dificuldades, doença e morte;
Não deixaria de inspecionar as Unidades de todo o Estado;
Não deixaria de obter o número e lotação de todos os Delegados;
O número e lotação de todos os funcionários das carreiras policiais;
O número de funcionários “emprestados”, os locais e as funções efetivamente desenvolvidas;
Fiscalizar as escalas de serviço das autoridades, as condições das instalações e os recursos humanos e materiais postos a disposição da autoridade;
Elaboração de levantamento dos claros com o fim de ajuizar Ação Civil Pública visando obrigar o Estado à disponibilização, pela criação de concursos, de funcionários cujo número decresceu nos últimos anos; concomitantemente ao aumento da população e dos índices criminais;
Nunca deixaria de responder ,pessoalmente ,as consultas dos sócios.
Não deixaria de convocar um sócio como representante da Adpesp em cada seccional; que ficaria incumbido de pronta assistência ao colega e familiares, nos casos de dificuldades, doença e morte;
Não deixaria de inspecionar as Unidades de todo o Estado;
Não deixaria de obter o número e lotação de todos os Delegados;
O número e lotação de todos os funcionários das carreiras policiais;
O número de funcionários “emprestados”, os locais e as funções efetivamente desenvolvidas;
Fiscalizar as escalas de serviço das autoridades, as condições das instalações e os recursos humanos e materiais postos a disposição da autoridade;
Elaboração de levantamento dos claros com o fim de ajuizar Ação Civil Pública visando obrigar o Estado à disponibilização, pela criação de concursos, de funcionários cujo número decresceu nos últimos anos; concomitantemente ao aumento da população e dos índices criminais;
Tudo com o fim de auxiliar o Estado na gestão da Polícia Civil, elaborando relatórios, pareceres, sugestões, elogios e, sendo o caso, comunicando as irregularidades para adoção das providências.
Coibir os abusos praticados pelos Delegados ocupantes das classes superiores; conforme o caso submetendo-os ao conselho de ética visando sua exclusão ou censura em face da infração;
Faria com que imediatamente novo Estatuto e Código de ética fossem elaborados e aprovados;
JAMAIS EMITIRIA MINHAS CONVICÇÕES E OPINIÕES PESSOAIS COMO REPRESENTANTE DA CLASSE.
TRANSMITINDO APENAS AS POSIÇÕES DA MAIORIA DA CLASSE.
JAMAIS ATACARIA INSTITUIÇÃO OU AUTORIDADE DE OUTRO ÓRGÃO NA QUALIDADE DE REPRESENTANTE DA CLASSE. BUSCANDO APROXIMAÇÃO COM TODAS AS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO FUNCIONALISMO.
Tão logo assumisse o cargo – prontos os levantamentos sobre o pessoal da Polícia Civil, material e Unidades – formalmente requereria audiência perante o Exmº Governador.
Munido de toda a documentação e memorando pertinentes as necessidades e anseios urgentes.
Jamais compareceria a DGP, salvo formalmente convocado; ou para prestar assistência a consorte.
Cuidar dos gastos da Adpesp, de forma a fortalecer o caixa para financiamento
de “apólice coletiva de seguro saúde” – como possuíamos anteriormente – pagável pelos consortes e quaisquer policiais civis como outrora.
Nunca gastaria um centavo em prol da Adpesp e para praticar os atos próprios da gestão.
Também, jamais pegaria um centavo da Adpesp, ou seja, nenhum valor pertencente aos colegas será dilapidado ou desviado em proveito próprio.
Submeter assuntos de maior importância aos consortes, obtendo aprovação prévia para deliberar sobre eles.
Nunca silenciar sobre gravames em desfavor da Carreira;
Defender todo consorte aviltado em seus direitos por superior, ou quaisquer autoridades; adotando as providencias judiciais e administrativas cabíveis.
Exortar a ética na relação entre os Delegados, adotando medidas de conscientização no sentido de que a sonhada valorização funcional e salarial virá do implacável combate aos focos de corrupção administrativa;
Fiscalizar as promoções e indicações, denunciando – se necessário publicamente – os desvios e a desqualificação do indicado.
Exortar os colegas, através de seminários, cursos e publicações, sobre uma nova postura a ser adotada por todos, com o fim de nos livrarmos do estereótipo do delegado bêbado, truculento e ignaro.
Publicação no site semanalmente de todos os gastos efetuados e das cotações dos preços.
Adquirir o melhor pelo menor preço.
Todos os “repasses de descontos e comissões” em prol da Adpesp.
Contratação de assistência jurídica de ponta em matéria constitucional e administrativa, sem prejuízo dos colegas advogados permanecerem e integrarem o quadro de defensores, salvo dispensa por desídia. Assistência jurídica de ponta que poderá colaborar com os advogados membros do nosso quadro, a qual deverá contar com gabinetes para atendimento na sede da adpesp.
Coibir os abusos praticados pelos Delegados ocupantes das classes superiores; conforme o caso submetendo-os ao conselho de ética visando sua exclusão ou censura em face da infração;
Faria com que imediatamente novo Estatuto e Código de ética fossem elaborados e aprovados;
JAMAIS EMITIRIA MINHAS CONVICÇÕES E OPINIÕES PESSOAIS COMO REPRESENTANTE DA CLASSE.
TRANSMITINDO APENAS AS POSIÇÕES DA MAIORIA DA CLASSE.
JAMAIS ATACARIA INSTITUIÇÃO OU AUTORIDADE DE OUTRO ÓRGÃO NA QUALIDADE DE REPRESENTANTE DA CLASSE. BUSCANDO APROXIMAÇÃO COM TODAS AS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO FUNCIONALISMO.
Tão logo assumisse o cargo – prontos os levantamentos sobre o pessoal da Polícia Civil, material e Unidades – formalmente requereria audiência perante o Exmº Governador.
Munido de toda a documentação e memorando pertinentes as necessidades e anseios urgentes.
Jamais compareceria a DGP, salvo formalmente convocado; ou para prestar assistência a consorte.
Cuidar dos gastos da Adpesp, de forma a fortalecer o caixa para financiamento
de “apólice coletiva de seguro saúde” – como possuíamos anteriormente – pagável pelos consortes e quaisquer policiais civis como outrora.
Nunca gastaria um centavo em prol da Adpesp e para praticar os atos próprios da gestão.
Também, jamais pegaria um centavo da Adpesp, ou seja, nenhum valor pertencente aos colegas será dilapidado ou desviado em proveito próprio.
Submeter assuntos de maior importância aos consortes, obtendo aprovação prévia para deliberar sobre eles.
Nunca silenciar sobre gravames em desfavor da Carreira;
Defender todo consorte aviltado em seus direitos por superior, ou quaisquer autoridades; adotando as providencias judiciais e administrativas cabíveis.
Exortar a ética na relação entre os Delegados, adotando medidas de conscientização no sentido de que a sonhada valorização funcional e salarial virá do implacável combate aos focos de corrupção administrativa;
Fiscalizar as promoções e indicações, denunciando – se necessário publicamente – os desvios e a desqualificação do indicado.
Exortar os colegas, através de seminários, cursos e publicações, sobre uma nova postura a ser adotada por todos, com o fim de nos livrarmos do estereótipo do delegado bêbado, truculento e ignaro.
Publicação no site semanalmente de todos os gastos efetuados e das cotações dos preços.
Adquirir o melhor pelo menor preço.
Todos os “repasses de descontos e comissões” em prol da Adpesp.
Contratação de assistência jurídica de ponta em matéria constitucional e administrativa, sem prejuízo dos colegas advogados permanecerem e integrarem o quadro de defensores, salvo dispensa por desídia. Assistência jurídica de ponta que poderá colaborar com os advogados membros do nosso quadro, a qual deverá contar com gabinetes para atendimento na sede da adpesp.
Outras propostas já constam neste blog.
Código de Ética Art.1º – O presente Código dispõe sobre os princípios éticos que devem nortear o exercício das prerrogativas do associado da ADPESP, dos seus direitos e deveres sociais, dentro dos limites do bom senso, da decência e do respeito. Art.2º – Ética é o conjunto de juízos de valor referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem, quer seja relativamente a determinada sociedade, quer seja de modo absoluto. Art.3º – Para o associado da ADPESP, Ética é a conduta social capaz de gerar efeitos positivos na Entidade e em sua essência comunitária, no relacionamento com seus pares ou com membros da sociedade. Art.4º – São preceitos éticos do associado da ADPESP, dentre outros; I – dignidade funcional e pessoal; II – respeito aos direitos individuais e coletivos; III – consciência e zelo profissional; IV – desprendimento e altruísmo; V – independência intelectual e profissional; VI – solidariedade; VII – estima pessoal; VIII – probidade; e IX – lealdade. Art.5º – São deveres éticos do associado da ADPESP, dentre outros; I – conduzir-se com absoluta dignidade na vida profissional ou social, demonstrando respeito pelo cargo que ocupa, qualquer que seja o seu nível hierárquico, e profundo apreço e fidalguia em suas relações interpessoais; II – ter sempre presente que os direitos individuais e coletivos são os limites que orientam a conduta humana; III – demonstrar elevado nível de consciência e zelo profissional; IV – haver-se com desprendimento e altruísmo, que são formas abnegadas de se dedicar aos seus afazeres, sem permitir que desejos pessoais ou corporativos se sobreponham aos interesses de todos; V – exercer sua atividade profissional com independência, fundamentada na liberdade de investigação e na dignidade da pessoa humana, livre de pressões ou influências; VI – pautar seus atos por rígidos princípios morais, de modo a adquirir o respeito, a estima e a admiração dos seus colegas, das partes e de todas as pessoas com quem se relacionar; VII – desenvolver a auto-estima, cuidando sempre para que a corrupção moral ou afetiva não deforme o seu caráter; VIII – atender bem as pessoas que lhe procuram, seja profissional ou particularmente, orientando-as sempre de acordo com os ditames legais, sem perder de vista o julgamento de sua própria consciência; IX – manifestar a sua solidariedade com os movimentos que considerar justos e enquanto assim permanecerem, em defesa da classe ou de seus interesses coletivos, desde que não contrariem a sua própria consciência; X – abster-se, sempre, de manifestar opiniões que possam ser traduzidas como preconceito religioso, racial, político ou social; XI – comunicar ao Conselho de Ética ter sido cometido em função em que tenha mando sobre superiores hierárquicos; XII – tratar com urbanidade os subordinados, sem abrir mão de sua autoridade; XIII- desempenhar, com zelo e probidade, os encargos que lhe forem cometidos pelos Dirigentes da ADPESP; XIV – solicitar dispensa de função de confiança que eventualmente ocupe, tão logo se positive incompatibilidade com as orientações superiores, cuidando para que o interesse social ou funcional não seja prejudicado com sua ação; XV – ser leal e solidário com seus colegas, contribuindo para a harmonia da classe e defesa dos interesses comuns; XVI- prestar ao colega associado, sempre que possível, assistência de qualquer ordem ou natureza no que for de direito e de justiça; XVII – evitar comentários ou referências prejudiciais ao convívio dos integrantes da classe; XVIII – prestar seu concurso moral, intelectual ou material em favor do êxito das campanhas promovidas pela classe; XIX – interessar-se pelo bem público; XX – interessar-se pelo fiel cumprimento dos preceitos morais, constitucionais e legais que regem a vida das instituições e a conduta dos povos, não emprestando seu apoio moral, intelectual ou material a nenhuma ação que possa comprometer os superiores interesses nacionais; e XXI – tomar por norma, na vida pública e particular, o trabalho, a solidariedade, a tolerância e a racionalidade, não esquecendo que os valores legítimos e eternos são incompatíveis com a mentira, por ser a verdade um imperativo na vida de qualquer pessoa. Art. 6º – A crítica a colegas não deverá ser feita em público ou em presença de pessoas estranhas à classe. Art. 7º – O associado da ADPESP deverá evitar as seguintes condutas, por serem consideradas antiéticas. I – delegar suas atribuições privativas; II – assinar documentos elaborados por terceiros ou vice-versa, que possam comprometer a dignidade da classe; III – pronunciar-se sobre assuntos que estejam sob responsabilidade de outro colega, a não ser a pedido deste; IV – comentar, fora do círculo da classe, atitudes ou ações infelizes de seus colegas; V – criticar o exercício de atividade de outras profissões; VI – promiscuir-se com subordinado hierárquico, dentro ou fora de suas funções; VII – criticar publicamente o órgão de classe, não sendo defeso fazê-lo em reunião do mesmo ou por documento classificado; VIII – ter receio de desagradar a quem quer que seja, ou incorrer em impopularidade, no cumprimento de seu dever; IX – valer-se de mandato eletivo ou função administrativa na ADPESP em proveito próprio ou para auferir vantagem ilícita; X – referir-se, em público, de forma desrespeitosa ou depreciativa a autoridade constituída; XI – insinuar-se, perante os dirigentes, em favor da própria indicação para chefias, representações ou funções, no órgão ou fora dele; XII – deixar de atender a solicitações ou convocações para instrução de processo ético; e XIII – infringir qualquer dos dispositivos contidos no Estatuto ou neste Código de Ética. Art. 8º – Ao tomar conhecimento de qualquer infração às normas que regem a vida da ADPESP, o Conselho de Ética adotará, de imediato, as providências definidas no Estatuto. Art. 9º – A competência originária para julgamento dos processos instruídos pelo Conselho de Ética pertence à Diretoria Executiva. Art. 10 – O Conselho de Ética deliberará: a – “ de ofício”; b – em conseqüência de representação de: 1 – autoridade constituída; 2 – qualquer dos associados; 3 – pessoa estranha ao quadro, interessada no caso. Parágrafo único – O Conselho de Ética somente acolherá a representação que estiver devidamente assinada pelo interessado ou seu representante legal e instruída com, pelo menos, indícios alusivos ao alegado. Art.11 – As infrações às normas do Código de Ética estão sujeitas às seguintes penalidades; I – advertência; II – suspensão; III – perda de mandato; e IV – eliminação do quadro social. Parágrafo único – O Conselho de Ética, ao propor à Diretoria Executiva a penalidade que julgar cabível, levará em conta o dano que a falta vier a causar à Entidade, ao seu quadro social como um todo ou ao associado em particular. Art.12 – Quando houver dúvida em torno de questões de ética não contempladas no Estatuto ou neste Código, o Conselho de Ética, antes de iniciar as investigações, submeterá o assunto à Diretoria Executiva, que, em reunião reservada, decidirá pela realização da investigação. Art.13 – Este código entra em vigor na data de sua publicação em órgão de divulgação da ADPESP.

