AGORA TEM.
policiais de santos na manifestação de ontem 2
A CRISE É CULPA DO GOVERNO… 3
Paralisação abre crise na Polícia Civil
Policiais civis em greve pediram a saída do secretário de Segurança Pública, mas quem caiu foi delegado que apóia a classe
Luciana La Fortezza/Com AE
Ontem, quando cerca de mil policiais civis, sendo 90 de Bauru, participaram de marcha em São Paulo para pedir a renúncia do titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Ronaldo Marzagão, quem caiu foi o delegado Domingos de Paulo Neto, diretor do Departamento de Inteligência (Dipol). Considerado classista, sua decisão abriu crise na cúpula da Polícia Civil do Estado, quando a greve da categoria entra no 14º dia no Interior.Domingos pediu demissão por não concordar com a ordem de Marzagão de transferir do Dipol o presidente da Associação dos Delegados de Polícia, Sérgio Marcos Roque, enviado ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). “Estão enfurecendo a categoria. Vamos endurecer ainda mais”, garante Edson Cardia, delegado sindical do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.De acordo com ele, o então diretor do Dipol ainda teria se recusado a participar de uma solenidade da Polícia Militar. Segundo a Agência Estado, Domingos procurou ontem o delegado-geral Maurício Lemos Freire e comunicou sua decisão.Freire tentou demovê-lo, em vão.“O Domingos é um homem honrado e comprometido com a instituição. Sua saída é prova do estrago que a radicalização de alguns no governo e de outros entre nós pode causar à polícia”, afirmou um delegado da cúpula da Polícia Civil. Domingos será substituído pelo atual diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Gaetano Vergine. No lugar dele assume o delegado Alberto Angerami, que dirige o Departamento de Administração e Planejamento (DAP), informa a assessoria de imprensa da SSP. Já o DAP será conduzido por Ana Paula Ramalho Soares, a primeira mulher a fazer parte do Conselho da Polícia Civil, que se reuniu ontem no Palácio dos Bandeirantes para discutir a crise, depois que Domingos decidiu se solidarizar com Roque.O então diretor do Dipol comandou o primeiro projeto de combate a homicídios em São Paulo. Segundo a Agência Estado, ele tornou-se um dos principais responsáveis pela redução de 70% desse crime na Capital. Em 2007, assumiu o Dipol, prioridade da atual gestão. Marzagão continua à frente da secretaria.
ConcursoA Polícia Civil de São Paulo abriu anteontem concursos públicos para o preenchimento de 2.313 vagas, sendo 1.449 para investigador de polícia e 864 para escrivão de 5ª classe. Os ganhos iniciais para os cargos chegam a R$ 1.729,82 e as inscrições vão até o dia 3 de outubro. A distribuição das vagas no Estado, no entanto, não está definida.Os interessados em concorrer às vagas têm de preencher os requerimentos de inscrição no site http://www.nossa caixa.com.br. Após o preenchimento da ficha, deverão imprimir o boleto bancário correspondente e recolher a taxa no valor de R$ 32,74. Os requisitos para ocupação das vagas e o programa das provas podem ser consultados no edital do concurso, disponível pela internet: www. imprensaoficial. com.br (Caderno 1 – Executivo – páginas 156 a 160).
a primeira mulher a fazer parte do Conselho da Polícia Civil
SSP afasta líder da greve;
O afastamento de um dos líderes da greve da Polícia Civil de São Paulo provocou a mudança na cúpula de três departamentos do órgão.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, na direção do Departamento de Inteligência da Polícia Civil assume o delegado Gaetano Vergine, em substituição a Domingos Paulo Neto, que pediu para sair com o afastamento de Roque. A Polícia Civil não comentou o fato.
Na Corregedoria Geral da Polícia Civil, assume Alberto Angerami, que dirigia há quatro anos o Departamento de Administração e Planejamento (DAP) da Polícia Civil. Na diretoria do Departamento de Administração e Planejamento, assume a delegada Ana Paula Batista Ramalho Soares.
Paralisados há oito dias, os policiais reivindicam reajuste de 15% neste ano e de 12% nos dois anos seguintes.
O comando de greve criticou a decisão de Marzagão. Segundo os sindicalistas, pelo regulamento atual da Polícia Civil, o secretário pode afastar quem quiser sem justificativa.
Redação Terra
Policiais civis pedem demissão de secretário de SP 10
Policiais civis pedem demissão de secretário de SP
São Paulo – Há uma semana em greve, policiais civis de todo Estado de São Paulo fizeram hoje uma passeata que partiu da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (Adpesp) e chegou à sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP), no centro da capital paulista. Os manifestantes pediram a saída do secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão. Eles encontraram as portas da secretaria fechadas e guardadas pela Polícia Militar (PM). De acordo com a Adpesp, participaram da passeata mais de mil agentes da capital e do interior do Estado.
O diretor-executivo da associação, André Dahmer, afirmou que Marzagão se recusa a reconhecer a paralisação e ameaça punir os grevistas. Dahmer ainda acusou o governo de estar fazendo represálias. Segundo ele, no Diário Oficial do Estado de hoje foi publicada a transferência do presidente da Adpesp, Sérgio Marcos Roque, que trabalhava no Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) e foi deslocado para o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). Para Dahmer, a medida busca desarticular a direção da greve.
De acordo com levantamentos da Adpesp, desde o início da paralisação o número de ocorrências registradas pela Polícia Civil caiu pela metade. A categoria pede reajuste salarial de 15% para este ano, 12% para 2009 e 12% para 2010. A adesão à greve, segundo Dahmer, é superior a 80% na capital paulista e a 90% no interior.
PASSEATA DE POLICIAIS CIVIS AUMENTA A DIVISÃO INSTITUCIONAL 19
Manifestação terminou por volta das 14h30 desta terça-feira (23).
Terminou por volta das 14h30 desta terça-feira (23) a passeata organizada pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) pelas ruas da região central da capital paulista.
A DITADURA PELO PA …PROSTITUTA MERECE FIDELIDADE? 11
PARABÉNS AO DELEGADO GERAL…MEDALHA PARA QUÊ? 15
SYNTAX…RELAX…GOZE – SATISFAÇÃO ABSOLUTA 5
SERPICO PARA SÉRPICO UMC…É O LOBO…É O LOBO…É O LOBO 3
PRESIDENTE DA ADPESP "PEDIU" REMOÇÃO…ESPONTANEAMENTE! 8
no DECAP, o Dr. SERGIO MARCOS ROQUE, RG 3.242.854,
Delegado de Polícia de 1ª classe, padrão V, lotado na
Delegacia Geral de Polícia, anteriormente classificado no
DIPOL.(DGP-5274-P)
nos termos do art 36, I, da LC 207/79,
No período noturno, aos sábados, domingos e feriados representará os Delegados de Polícia deste Estado.
Relembrando: o candidato independente nas últimas eleições para presidente da ADPESP – honrado com 22 votos (possui mais amigos que o Dr. Roque) – defendia como proposta subsídios para tal encargo a partir da gestão de 2010.
Assim o eleito poderia, futuramente, requerer afastamento do cargo sem suportar diminuição da renda.
O Dr. Roque caso afastado do exercício das funções perderia cerca de R$ 2.000,00(dois mil reais).
Ou seja, perderia os “famigerados” adicionais.
E como abraçou a causa da “Polícia Civil” – em vez de abraçar a causa da Delegacia Geral – lhe foi “pedido” para pedir remoção do DIPOL para o DECAP.
Ganhará um Distrito Policial.
POSTAGEM EXCLUÍDA …PALCO ELEITORAL 2
IRRESTRITA SOLIDARIEDADE AO DOUTOR SÉRGIO MARCOS ROQUE – PRESIDENTE DA ADPESP 16
Caso se confirme a remoção do presidente da ADPESP – premiado com o cargo titular de Distrito do DECAP – como forma de vingança decorrente da Greve.
Nós – pessoas de caráter – que não abandonamos companheiro, deveremos presentear o autor de ato tão contrário ao direito, com as revelações de tudo aquilo que brilhantemente fez, ou faz, em benefício da Instituição.
EU ESTOU EXPERIMENTANDO AQUILO QUE MUITOS EXPERIMENTARAM POR OBRA DOS GENERAIS.
É O CÍRCULO DA ESCRAVIDÃO: FAÇA AOS OUTROS AQUILO QUE FIZERAM CONTIGO!
POLÍCIA CIVIL MANTÉM GREVE EM SÃO PAULO…BASTA DE NOTAS "OFICIAIS" FRIAS 10
Polícia Civil mantém greve em SP; categoria pressiona por acordo com governo
da Folha Online
A greve da Polícia Civil de São Paulo entra nesta segunda-feira no seu sétimo dia. A categoria cruzou os braços na terça-feira (16) e pressiona por um acordo. Os agentes marcaram um ato para terça-feira (23), quando a paralisação completa oito dias.
O comando da greve ainda não fez um levantamento da paralisação nesta segunda. Dados fornecidos na sexta (19) apontavam a adesão em ao menos
Ainda na sexta-feira, o governo do Estado, afirmou que a adesão na cidade de São Paulo foi de menos de 30% das delegacias. No interior do Estado, a paralisação era inferior a 40%, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública).
O secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, determinou que o comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Roberto Antonio Diniz, oriente seus subordinados a fazer o BOPM (Boletins de Ocorrência da Polícia Militar) e encaminhem o caso a um promotor público, caso tenham dificuldades para registrar ocorrências nos distritos policiais do Estado.
No mesmo dia, o secretário prometeu punir os policiais civis que aderirem à greve com desconto no salário dos dias não trabalhados. “Todos os policiais civis escalados estão em suas unidades. Não há nenhuma falta”, rebate o presidente da Adpesp, Sérgio Marcos Roque.
Procurada nesta segunda-feira, a secretaria não forneceu um novo balanço a respeito da greve.
Contra-ofensiva
Na última sexta-feira a categoria entrou na Justiça para evitar o que consideram retaliações do Governo Estadual, segundo José Martins Leal, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.
Ele admite que a medida anunciada pelo governo provocou um revés no número de distritos policiais que estão em greve. “Em alguns casos, agentes de delegacias que sofrem maior pressão acabam por furar o movimento. Isso é normal numa greve. Ocorre mais em distritos onde os delegados são mais novos e temem mais pelos cargos”, afirmou.
O comando da greve iniciou nesta segunda-feira um mapeamento para saber quais delegacias de polícia estão registrando os boletins de ocorrência. Nessas será feito um trabalho no próprio local para tentar convencer os agentes e voltar a cruzar os braços.






