Marzagão: greve da polícia não afeta população
Portal Terra
SÃO PAULO – O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, afirmou que os serviços policiais funcionam com regularidade e a população não foi afetada com a paralisação parcial da Polícia Civil de São Paulo. Marzagão afirmou que a segurança da população é a principal preocupação do governo.
– Não prevaricaremos em momento algum.
O secretário afirmou que partiu dele a determinação para que a Polícia Militar fizesse os boletins de ocorrência negados pela delegacia.
– Isso não significa que a secretaria queira que a Polícia Militar substitua a atividade da Polícia Civil, mas sim que a complemente no caso de a Polícia Civil não querer fazer o que lhe cabe.
Marzagão informou ainda que, entre o dia 20 deste mês e ontem, 902 boletins foram encaminhados ao Ministério Público pela PM, além de uma média de 15 ocorrências por dia atendidas pelo call center montado especialmente para esta situação.
Uma decisão judicial do Supremo Tribunal Federal determina que 80% dos policiais continuem trabalhando.
– De cada cinco policiais, quatro devem trabalhar, atendendo a todo tipo de ocorrência, e um pode ficar em estado de greve, disse.
Marzagão acrescentou que os policiais não podem simplesmente fazer uma seleção dos tipos de casos que irão atender ou não.
Ronaldo Marzagão também comentou o caso do delegado da cidade de Indiaporã que, nesta tarde, foi acusado por um juiz da região de desobediência e prevaricação.
– É um fato lamentável. Porém, também é um fato significativo e que merece reflexão por parte das lideranças responsáveis pela greve, disse.
Mais uma vez, o secretário fez questão de separar as lideranças sindicais da “corporação Polícia Civil”, afirmando que elas não podem ser confundidas.
O secretário afirmou que, em fevereiro deste ano, o Sipesp (Sindicato Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) divulgou um boletim dando caráter de politização à greve. Para ilustrar isso, Marzagão citou as entidades não ligadas diretamente à polícia envolvidas com os sindicalistas, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras, assim como parlamentares.
– O que eu penso é que também há um direcionamento político e não apenas a intenção de lutar por melhorias para a classe, afirmou.
Quanto aos delegados remanejados de seus cargos, o secretário esclareceu que – o que se espera de uma pessoa que ocupa um cargo de confiança é que tenha atitudes condizentes com a política do governo.
Ele explicou que, quem cumprir a lei não deve se preocupar.
– Não se pode confundir exercício de direito com abuso de direito. Os abusos serão punidos sim.
Portal Terra
SÃO PAULO – O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, afirmou que os serviços policiais funcionam com regularidade e a população não foi afetada com a paralisação parcial da Polícia Civil de São Paulo. Marzagão afirmou que a segurança da população é a principal preocupação do governo.
– Não prevaricaremos em momento algum.
O secretário afirmou que partiu dele a determinação para que a Polícia Militar fizesse os boletins de ocorrência negados pela delegacia.
– Isso não significa que a secretaria queira que a Polícia Militar substitua a atividade da Polícia Civil, mas sim que a complemente no caso de a Polícia Civil não querer fazer o que lhe cabe.
Marzagão informou ainda que, entre o dia 20 deste mês e ontem, 902 boletins foram encaminhados ao Ministério Público pela PM, além de uma média de 15 ocorrências por dia atendidas pelo call center montado especialmente para esta situação.
Uma decisão judicial do Supremo Tribunal Federal determina que 80% dos policiais continuem trabalhando.
– De cada cinco policiais, quatro devem trabalhar, atendendo a todo tipo de ocorrência, e um pode ficar em estado de greve, disse.
Marzagão acrescentou que os policiais não podem simplesmente fazer uma seleção dos tipos de casos que irão atender ou não.
Ronaldo Marzagão também comentou o caso do delegado da cidade de Indiaporã que, nesta tarde, foi acusado por um juiz da região de desobediência e prevaricação.
– É um fato lamentável. Porém, também é um fato significativo e que merece reflexão por parte das lideranças responsáveis pela greve, disse.
Mais uma vez, o secretário fez questão de separar as lideranças sindicais da “corporação Polícia Civil”, afirmando que elas não podem ser confundidas.
O secretário afirmou que, em fevereiro deste ano, o Sipesp (Sindicato Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) divulgou um boletim dando caráter de politização à greve. Para ilustrar isso, Marzagão citou as entidades não ligadas diretamente à polícia envolvidas com os sindicalistas, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras, assim como parlamentares.
– O que eu penso é que também há um direcionamento político e não apenas a intenção de lutar por melhorias para a classe, afirmou.
Quanto aos delegados remanejados de seus cargos, o secretário esclareceu que – o que se espera de uma pessoa que ocupa um cargo de confiança é que tenha atitudes condizentes com a política do governo.
Ele explicou que, quem cumprir a lei não deve se preocupar.
– Não se pode confundir exercício de direito com abuso de direito. Os abusos serão punidos sim.
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Certo, especialmente quando o governo dá aos confiados privilégios “reservados”.
Então tem que ser condizente com tal política “do governo”; nada condizente com política de Governo.
Lembrando, política de Governo não tolera corrupção e desvios.
Políticos “do governo” toleram.















