Fracassa acordo para fim da greve de policiais em SP 21

Fracassou a tentativa de acordo entre a Secretaria de Gestão Pública paulista e representantes da Polícia Civil sobre o reajuste salarial para ativos, inativos e pensionistas da categoria.

As partes voltaram a se reunir hoje para tentar por fim à greve de policiais civis.

As negociações serão retomadas amanhã, em nova reunião.

Neste segundo dia de negociações, além da Associação dos Delegados (Adpesp), participaram do encontro representantes de agentes, funcionários, investigadores, carcereiros, escrivães e papiloscopistas e equipes técnicas da pasta e da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Eles conversaram com o secretário Sidney Beraldo.

Os policiais já conseguiram a extinção da quarta e da quinta classes, beneficiando mais de 1,2 mil delegados, e a autorização do envio de um projeto de lei para a Assembléia Legislativa que regulamenta a aposentadoria especial.

A Adpesp decidiu, nesta semana, suspender a paralisação da categoria para voltar a negociar com o governo. Segundo a associação, o registro de boletim de ocorrência, que durante a greve se restringiu a casos graves, voltou ao normal.
(O ESTADO)

só não estando aqui a minoria de Policias corruptos que não precisam de salário e que envergonham a nossa Polícia 25

Já fazem mais de trinta anos que não vejo uma manifestação por parte de Policiais Civis, com tanta coragem, que em estado de greve reivindicam salários dignos.
O que vemos são todas as categorias unidas em um único objetivo sem medo de suas chefias, Delegados autoritários, Cardeais que só pensam na suas cadeiras, esquecendo-se que elas são passageiras.
Talvez ganhando muito bem com o dinheiro da corrupção.
Nesta passeata estão Policiais Civis unidos a fim de levar a Polícia Civil ao lugar que ela merece, só não estando aqui a minoria de Policias corruptos que não precisam de salário e que envergonham a nossa Polícia.
Esta reivindicação por dignidade salarial é a liberdade dos cala boca e dependência de propinas de jogo de bicho, maquininhas, bingo etc. e bicos que são obrigados a fazer para conseguirem um dinheirinho a mais.
Família Policial Civil vamos continuar unidos independente das decisões políticas, das traições de algumas entidades classistas (leia-se Associação dos Escrivães, Associação dos Investigadores, Associação dos Funcionários da Policia Civil do Estado de São Paulo e Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, alguns dos Delegados Seccionais e todos os Diretores de Departamentos) seguindo com nosso único objetivo que é DIGNIDADE SALARIAL.
(colaboração TIN)

O PSDB E A SOLUÇÃO PARA A CRISE FINANCEIRA: GOVERNO DEVE CORTAR GASTOS 8

Os líderes do PSDB defendem – há anos – que todo o dinheiro público deve ser destinado a investimentos produtivos.
Salvo o dinheiro para o bolso dos parlamentares e comissionados.
E produtivos significa: INICIATIVA PRIVADA.
A FIESP, o COMÉRCIO e os BANCOS.
Logo – aguardem – a próxima desculpa do governo paulista será:
A CRISE INTERNACIONAL INVIABILIZOU QUAISQUER AUMENTOS PARA OS POLICIAIS.
Diga-se de passagem, argumento empregado em 1999…2001…02…03…04…05…1990…1988…. 1985 .

Suspensão em SP não deve mudar greve dos policiais em Santos 13

quarta-feira, 8 de outubro de 2008, 19:03
Suspensão em SP não deve mudar greve dos policiais em Santos
Presidente do sindicato na Baixada Santista disse que ruptura trouxe evasão de apenas 10% no movimento
Rejane Lima – O Estado de S.Paulo
SANTOS – A decisão da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) de suspender a paralisação não causou mudança no rumo do movimento na Baixada Santista, segundo o Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo na Região de Santos (Sinpolsan).
No entanto, o presidente do sindicato, Décio Couto Clemente, admite que a ruptura do grupo trouxe até 10% de evasão ao movimento que agora conta coma a adesão de 90% dos policiais civis da região. “É uma ou outra delegacia com não delegados sócios da associação que quererem acompanhar a decisão, mas isso vai tirar o rumo do movimento, pois eles precisam dos escrivães para bater os Boletins de Ocorrência”, explicou.

Clemente afirma que embora o Governo estivesse torcendo para que a decisão do Adpesp causasse a divisão da categoria, isso não aconteceu na Baixada Santista. “São apenas 48 horas que decidiram parar com a greve, sexta-feira nós estaremos de braços abertos esperando por eles”, disse.

De acordo com o presidente do Sinpolsan, os policiais da região já se preparam para a grande passeada marcada para a sexta-feira, às 15 horas, na Avenida Paulista, na capital. “Já estamos com três ônibus lotados que devem sair de Santos às 11 horas”, explicou.

CARTA ABERTA AOS DELEGADOS DE POLICIA 21

Vivenciei, até aposentar-me em 1991, três grandes movimentos de nossa classe. Nenhum, entretanto, tomou as proporções que o presente movimento já tomou, fruto de um conjunto de sentimentos que invadiu a classe, no qual se entrelaçam: inconformismo, desesperança, determinação, fibra e coragem.
Já na década de 1970 cogitou-se de greve, mas não se conseguiu mobilização suficiente, não por falta de coragem ou liderança, mas pelo apego à liturgia do cargo e à missão do Delegado de Polícia. De qualquer maneira, o Governo dialogou com a classe e, pelo menos em parte, cedeu aos nossos reclamos.
Agora a greve eclode: inédita, forte, legítima e legal, potencializada pelas lideranças emergentes, pela intercomunicação instantânea, pelas passeatas, pela mídia e até pela pressão do Governo.
Inscrevi-me no grupo e tenho, com viva emoção, acompanhado seu desenrolar, especialmente pelas mais de 8000 mensagens guardadas em meu computador. Achei que não me cabia incentivar a greve, não por discordar dela, mas porque, como aposentado, não estaria dando “a cara a tapa” como o(a)s colegas da ativa.
Fui, no dia 24 de setembro, convidado a participar de uma reunião com os Secretários de Gestão e da Segurança, presentes o Delegado Geral e mais quatro Conselheiros. Aceitei após esclarecer que não estaria representando ninguém e limitar-me-ia a ouvir. Nessa reunião, os Secretários expuseram aos presentes a proposta que o Governo entendia, financeira e politicamente, possível: 4,5% de aumento, extinção da 5ª classe, supressão ao ALE de menor valor e elaboração de projeto de lei sobre aposentadoria especial.
Vou limitar-me a sintetizar o que, ao final, eu disse aos Secretários (por não confiar na memória, anotei os pontos principais):
1. reafirmo que aqui não represento nenhuma entidade ou movimento;
2. a situação da classe é insustentável;
3. a proposta é inaceitável;
4. é falácia argumentar com a limitação da Lei de Responsabilidade Fiscal, dado que o próprio Tribunal de Contas do Estado entende que, para atender ao mandamento constitucional de revisão geral e anual dos vencimentos dos servidores públicos, não incide tal limitação;
5. já em 1983, presidi Comissão que elaborou projeto de reestruturação da Polícia Civil, que nenhum governo prestou-se a prestigiar e adotar. Como acreditar que o atual projeto vingue e nos aparte da PM? Só a extinção da 5ª classe não será suficiente;
6. a política de concessão de gratificações pontuais e não incorporáveis é errada e diversionista;
7. marginalizar os aposentados e as pensionistas dos reajustes é covardia (textual), dado não terem estes e estas capacidade de reação e de mobilização;
8. não é verdade que o Governo não dispõe de recursos para atender a classe, dado que, no final do ano passado, o superávit primário do Estado estava em R$ 17,2 bilhões ([1]);
9. assim, o limite de R$ 500 milhões anunciado como limite fixado pelos órgãos de planejamento e fazendários para custear o reajuste poderia e deveria, por decisão política do Governador, ser revisto e aumentado;
10. o problema da Polícia Civil deveria ser tratado separadamente da PM, dado não ser justo que ela se aproveite do movimento da Polícia Civil para beneficiar-se, ainda mais quando disso se utiliza para usurpar funções;
11. o Governo cometeu alguns erros crassos, jogando gasolina na fogueira: puniu o Presidente da ADPESP e o Seccional de Barretos; determinou que Diretores exerçam pressão sobre os colegas; mandou a PM fazer B.O. “Secretário: isso é a mesma coisa que xingar a mãe da gente” (textual);
12. a promessa de mandar projeto de lei restabelecendo a aposentadoria especial pouco representará para os colegas da ativa, em face da perda de 25% relativos às vantagens não incorporáveis, enquanto estas tiverem essa natureza;
13. o fato do Governo afirmar que não negocia durante a greve é relativo, pois nada impede que terceiros façam essa intermediação, dando como exemplo a OAB;
No dia 26 recebi convite para nova reunião, ocasião em que o Secretário Beraldo apresentou aos presentes praticamente a mesma proposta. Admitiu como opção a permanência do ALE 1, aproveitando essa verba para aumentar de 4,5% para 6,2% o índice do reajuste geral. Confirmou que o Governo concordara em mandar o projeto de lei sobre a aposentadoria especial e o projeto de reestruturação, no qual a 4ª Classe passaria a “virtual”, ou seja, nela seriam nomeados os Delegados que ingressassem na carreira, permanecendo durante o estágio probatório, com promoção automática à 3ª Classe, ao fim daquele período, fixando-se em 10% a diferença entre as classes.
Ficou assentado que os Conselheiros passariam essa propostas aos respectivos Delegados, ocasião em que, com palavras textuais, reafirmei: “Acho a proposta inaceitável e não serei interlocutor ou defensor dela perante os colegas”.
Há diversos motivos para ter achado e ainda achar, tal como está, inaceitável a proposta: a) percentual irrisório; b) falta de previsão para os anos seguintes; c) manutenção: c.1) da política de gratificações que não se incorporam e que inviabilizam a aposentadoria; c.2) da discriminação dos aposentados e pensionistas; c.3) da 4ª Classe; c.4) da vinculação com a PM; d) do pequeno percentual (10%) entre as classes.
O maior motivo, talvez, seja o seguinte: A aceitação pura e simples da proposta de eliminar somente a 5ª Classe, dará ao Governo, a um custo ínfimo, a alforria de não ser mais o Pior Salário Do Brasil, gravame político que muito o incomoda e que representa o grande trunfo que a classe perderá.
Enquanto essas consultas eram feitas, eis que, nesta segunda-feira, em reunião realizada na ADPESP, deliberou-se suspender a greve por 48 horas.
Li, desde então, todas as mensagens que circularam na nossa página da Internet. Essa leitura é que me fez escrever esta carta, profundamente preocupado com a situação.
Não vou entrar no mérito de ter sido oportuna ou inoportuna tal suspensão, correta ou incorreta a forma pela qual foi decidida. São ponderáveis as razões de um e outro lado. “Não custa suspender o movimento, até para passar a bola para o Governo e demonstrar que é dele o radicalismo”, dizem uns. “Parar a greve é mostrar fraqueza, ainda mais quando não foi decidida em assembléia”, afirmam outros.
A vida e a advocacia ensinaram-me a encarar o fato. O fato é que esse episódio está dividindo a classe, para gáudio do Governo. Isso, não podemos aceitar!
Embora não integre o Comando de Greve e seja um mero integrante do grupo, é em nome da união da classe que me dirijo aos colegas, não sem antes de redigi-la ter pedido inspiração aos queridos ex-presidentes e grandes líderes da nossa classe, a quem, em vida, aprendi a estimar, ouvir e respeitar: Amir Neves Ferreira da Silva, Mauricio Henrique Guimarães Pereira, Ivahir Freitas Garcia, Coriolano, Nogueira Cobra, Francisco Guimarães do Nascimento, Newton Fernandes, Jair Cesário da Silva, Antonio Ribeiro de Andrade e Guilherme Pires de Albuquerque.
Não há tempo hábil e nem condições práticas e emocionais para um imediato consenso. Suspendam, por favor, as críticas e as retaliações pessoais! Quem acha que deve prosseguir com a greve, faça-o, sem críticas dos que discordam. Quem quiser suspendê-la, que o faça e seja respeitado por isso.
Nesse ínterim, ante o fato posto, vamos ver o que o Governo faz com a bola que recebeu (a contra-proposta). É a vez dele falar!
Sobre o que vier a falar (ou não falar), a classe reunida e “re-unida” adotará, em assembléia promovida pela ADPESP, o que achar justo e, aí, todos se obrigarão quanto ao democraticamente decidido.
Se tiver restado, enquanto isso, dúvida sobre o comportamento de algum colega, ao final – e só então – o Conselho de Ética da Associação poderá ser acionado para apreciá-lo.
Por fim, uma palavra aos colegas e amigos Diretores, Seccionais e Divisionários, companheiros de antigas lutas, a quem guardo grande estima e profundo respeito e aos quais rogo indulgência por incluí-los nesta carta.
Compreendo a difícil e delicada posição de vocês. Nem sempre é possível atender aos interesses do Governo e da Classe, interesses que em regra se contrapõem. Mas é imperioso tentar. Respeitem a postura dos colegas que aderiram à greve, cujo respaldo de legalidade foi dado pelo Poder Judiciário e que, no fundo, atuam em benefício de seus próprios interesses (leia-se: vencimentos).
Sabemos nós que, no fundo, vocês concordam com os reclamos da classe, justos e antigos. Se for o caso, avoquem a ocorrência que o colega não atendeu e dêem-lhe a solução adequada. Pressionem “de leve”. Não “entreguem”. “Jogo de cintura!”.
Não permitam retaliações. Sejam paternalmente tolerantes com os mais jovens.
O Governo é frio, impessoal e ingrato. O cargo é passageiro. O poder é efêmero e enganoso. Nossa consciência é severa. A memória da classe é duradoura.
Que Deus a todos nos inspire e guarde.
São Paulo, 7 de outubro de 2008.
KFOURI.

Na realidade estamos mais unidos do que nunca. Mas o nó está preso na garganta…é desabafo…14 anos sem poder falar nada… 9

elvira disse…
Na realidade estamos mais unidos do que nunca. Mas o nó está preso na garganta…é desabafo…14 anos sem poder falar nada…
8 de Outubro de 2008 17:26
Anônimo disse…
COMO LEITOR ASSIDUO DO BLOG OPINO-
DEPOIS DAS DECLARAÇÕES DOS DELEGADOS DO CPC ,DEPOIS DA POSIÇÃO DA ADPESP, DEPOIS DA DESUNIÃO DO MOVIMENTO, AGUARDEM E COBREM DEPOIS :
A GREVE DOS SENHORES JÁ ERA, NA PAULISTA HAVERÁ NO MAXIMO 100 A 150 ISSO SE OS APOSENTADOS COM SAUDE COMPARECEREM , O GOVERNO VAI DAR O INDICE JÁ CONHECIDO , VAI ACABAR COM A 5 CLASSE PARA TODAS AS CARREIRAS COMO FEZ COM A PM 2 TENENTE.
A TAL GRATIFICAÇÃO NAO INCORPORADA CONTINUARA, OS APOSENTADOS FICARAM VENDO NAVIOS, O PROJETO VAI PARA A ASSEMBLEIA, DEPUTADOS DA OPOSIÇÃO FARÃO INUMERAS EMENDAS “MARAVILHOSAS” OS DEPUTADOS DA BASE DO GOVERNO DIRÃO QUE ESSAS EMENDAS DEVERIAM SER APROVADAS MAS SÃO INCONSTITUCIONAIS AI O PROJETO DO SR GOVERNADOR SERA APROVADO E MAIS UMA VEZ A POLICIA VAI FICAR DESMORALIZADA.
COMO PESSOA , SERIA O HOMEM MAIS FELIZ SE ESSA MINHA OPINIÃO ESTIVER TOTALMENTE ERRADA

DITADURA AGAIN!!!!!!!!!!! 7

Anônimo disse…
O pior é que nos tentam silenciar a pulso, violentando nossos ideais, e desprezando as demais carreiras!!!!!!!!!!!!!!!
ESTÃO BLOQUEANDO O ACESSO DO SITE NAS DELEGACIAS!!!!!!!!!!!!
É SÓ METER A BOCA QUE NO DIA SEGUINTE ELES BLOQUEIAM!!!!!!!!!!!
DITADURA AGAIN!!!!!!!!!!!
PAU NO JOSÉ XIRICO SERRA!!!!!!!!!!!!!
8 de Outubro de 2008 11:29

OS POLICIAIS CIVIS SÃO INTELIGENTES… 4

E não se deixam levar por Blog, por políticos, por comentários ou pelos sindicatos e associações.
Sabem ouvir, sabem ler e, ao final, discernir entre a verdade e a mentira.
Engana-se quem acha que a liberdade de manifestção causa prejuízos …
Liberdade de manifestação não DENIGRE…
Edifica, sempre!
O funcionário público tem o dever de conviver com as críticas; por mais severas e injustas que sejam.
E devem dar respostas com condutas honestas, jamais com desconsideração, silêncio e retaliações…
Mentiras não causam medo.

MARÍLIA E REGIÃO 3

Policiais Civis de Marilia e Região estiveram reunidos na sede da OAB-SP e descidiram pela continuidade da paralização, sem a tregua de 48 horas.
O plenário contou com cerca de cento e vinte policiais de todas as categorias.

NÃO É NADA FÁCIL LER E DIVULGAR POSIÇÕES CONTRA OS DELEGADOS…MAS A NOSSA OBRIGAÇÃO É PROVAR O CONTRÁRIO OUVINDO E RESPEITANDO OUTRAS VOZES 13

Anônimo disse…
Porra Guerra, eu até admiro seu blog e já fiz muitas postagens por aqui, mas isso está virando uma batalha entre a própria polícia civil.
Realmente sem os operacionais a polícia desanda, mas sem os Delegados ela também para.
É fácil ficar divulgando todas essas posições contra os Delegados, fomentando toda essa mágoa Difícil será manter a classe unida depois do vendaval que, acreditem, passará.
Sou Delegado e sei fazer o serviço de qualquer um na polícia, carcereiro, tira, escrião, optel…
Você também deve ser assim, e muitos outros também são.
Esses brigões tem que entender que seria um favor eles fazerem de fato o que alardeiam aos quatro ventos em seu blog.
Sobrariam aí sim os bons Delegados e isso só fortaleceria aind mais a classe.
Será que não existem escrivães bêbados, tiras drogados e corruptos em todos os cantos?
Vamos acordar porra!
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VAMOS ACORDAR…
DE FATO!
NÃO NOS JUSTIFICAREMOS – JAMAIS – COM ALEGAÇÕES DO TIPO: BÊBADOS, DROGADOS E CORRUPTOS EXISTEM EM TODOS OS CANTOS.
ISSO NOS APROVEITA?
DEVEMOS CONTINUAR O ANTIGO DISCURSO : HÁ CORRUPTOS EM TODAS AS PROFISSÕES?