INQUÉRITO POLICIAL MILITAR…AGORA VIROU COMÉDIA 3

A assessoria do secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, informou que ele determinou a apuração imediata do caso.

Um inquérito policial militar foi aberto na Assessoria Militar da secretaria.

Há dois registros de entrada de Pena em 11 de fevereiro: às 7h49 e às 7h56.

Não há registro de saída do prédio.

Os promotores também querem saber como é que não havia, exceto no backup, registro da passagem de Pena na portaria da secretaria.

O computador foi apreendido por ordem de Marzagão e mandado para análise no Instituto de Criminalística (IC).

Malheiros Neto foi afastado do cargo em maio de 2008, sob a suspeita de beneficiar Pena.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

“ALGUÉM VAI PAGAR POR ISSO”, disse o doutor Marzagão…( E nessa casa tem goteria…Pinga ni min…Pinga ni mim…Pinga ni mim ) 6

 

Marzagão manda apreender computadores da Secretaria da Segurança de SP

da Folha de S.Paulo

O secretário da Segurança Pública da gestão José Serra (PSDB), Ronaldo Marzagão, determinou a apreensão dos computadores que registram a entrada e saída de visitantes da sede do órgão.

 Os computadores da secretaria foram lacrados e enviados ao IC (Instituto de Criminalística) para análise.

O motivo da investigação é que Marzagão acredita na possibilidade de fraude nos computadores para ocultar ou incluir falsamente a presença do policial civil Augusto Peña, preso acusado de sequestro.

“Alguém vai pagar por isso”, disse.

Conforme a Folha revelou ontem, seis dias depois de enviar um ofício à Procuradoria Geral de Justiça e afirmar não constar a entrada de Peña na secretaria entre 2006 e 2008, Marzagão enviou novo ofício ao órgão para informar que, na verdade, há registros da presença do policial na secretaria.

Peña está preso desde abril do ano passado e é acusado de sequestro.

Ele disse à Promotoria que esteve no prédio entre 2007 e 2008 para entregar dinheiro obtido com a venda de cargos e de privilégios na Polícia Civil ao então secretário-adjunto Lauro Malheiros Neto.

O ex-secretário-adjunto, que deixou o cargo em maio de 2008, nega as acusações.

O que leva Marzagão a suspeitar de possível fraude nos computadores é que numa primeira verificação, feita no último dia 2, não havia dados sobre a presença de Peña no local. Já numa verificação feita após um backup dos arquivos apareceram duas visitas –além de uma foto dele no saguão do prédio (não há informação sobre a data em que a foto foi feita).

Em uma das visitas apontadas nesses registros, de 11 de fevereiro passado, Peña estava preso. Segundo Marzagão, ele não saiu da prisão nessa data.

Interrogado novamente ontem pela Promotoria e Corregedoria da Polícia Civil, Peña disse ter ido à Segurança Pública várias vezes no primeiro semestre de 2007, quando Malheiros Neto estava lá.

Ele negou ter ido ao órgão depois de ter sido preso.

Peña está preso na Penitenciária 2 de Tremembé (147 km de SP) e ratificou ontem o teor do depoimento prestado em 4 de fevereiro, quando acusou Malheiros Neto de cobrar propina por privilégios na polícia.

As acusações envolvem desde a venda de cargos de destaque para delegados até a reintegração de policiais civis expulsos acusados de crimes, além da cobrança de propina de donos de bingos e de máquinas de caça-níqueis.

Hoje, os três delegados acusados por Peña de pagar propina para conseguir cargos importantes na Polícia Civil –Luis Carlos do Carmo, Fábio Pinheiro Lopes e Emílio Françolin– serão interrogados pela Corregedoria da Polícia Civil. Os três negam as acusações.

ANDRÉ CARAMANTE ROGÉRIO PAGNAN e CONRADO CORSALETTE, da Folha de S.Paulo

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Observação: os cumputadores da Secretaria são da marca PINGA…

Os seguranças são da polícia PINGA…

O adjunto também gostava de uma boa  PINGA…

Depois de uma boa PUNGA. 

Ah, no IC também PINGA!

CORREGEDORIA APURA VALORO$O$ CA$O$ DURANTE A NOITE…TÁ CERTA! CRIMINOSO ACORDA TARDE E PREFERE TRABALHAR SOB A LUZ DA LUA 6

SABE TUDO nos mandou o seguinte e-mail:

“colegas eles estão sendo ouvidos a noite aqui, pra ninguem ficar sabende de nada, tá todo mundo sem saber o que fazer aqui na corro, lembram quando na epoca das maquinas de caça niquel? eu escrivia todo dia aqui, falando que eles estavam acertando tudo e cobrando grana pra relatar a favor dos caras, ai teve uma reunião aqui e fomos ameaçados, porem ninguem sabia quem estava escrevendo, até uma carta que escrevemos pro MP, parou aqui na mão dos caras, enfim foi ai que achamos que o MP tambem esta no rolo.
no lance das maquina de caça niquel , falaram aqui que rolou mais de 3 milhoes de verba (proprina), pr deixarem do modo de ficou. na epoca até a DOP, estava sendo vendida, com o escrivão M., que negociava denunicas etc. e nessa época somente colegas que não tienha grana que se ferravam.
agora com o novo delegado, a cupula mesmo manda na corro, eles que poen e tiram quem querem. até o dr. gerson se ferrou, vai tirar licença e se aposentar de tanto desgosto.
gente aqui ta uma verdadeira feira livre de arrecadação de proprina. tudo aqui que envolve gente grande acaba em nada, e os pequenos se ferra.

vejamos algum caso.

o lance dos delegados classe especial: capezzuti, alvaro franco etc, das delgacias de jambeiro etc.
onde esta este P.A.? onde ele foi tocado? pelo que falam aqui no 10 andar, tinha ate uma sala especial no palacio da policia , pra enganar a imprensa no mesmo 10 andar, so que na brigaderio tobias, cade i P.A. do Carrel, do denarc, cade as denuncias contra os policias da 1 delegacia da DIG, que chegam aqui ais kilos.
o que esses caras estão fazendo solto.

obs. teve um dia que um tal de raul do deic, dessa tal dig, foi pego com a viatura cheia de grana, quem denunciou foi um chines, faz tempo já mais de ano, eu estava na portaria vendo tudo, veio ate chines da bahia denunciar o cara, e no final ele foi embora.

nunca fizeram nada contra ele  e é o cara mais falando da policia.

andar de carro de 400 mil, eu mesmo ja vi.

mais como tem grana e paga todo mundo aqui, e tem padrinho, fica ai.

não quero ferrar ninguem só que aqui estmos com dor no coração pois vem colega acusado de pedir, (nem pega pegou) pedir 500 reais e vai pra rua, outro pegam milhões e não fazem nada.

a culpa todo e do delegado geral que vendeu a policia todo.

façam uma pesquina nos grandes departamento$$$$$$$, e vejam quem são os policiacia que la trabaham.

começem pelo detran, e ai vai indo.

as vezes vem policia de departamentos grandes que vcs sabem quais são, serem ouvidos aqui, sempre de carros audi etc e sempre a noite tambem.

isso que é estranho , sempre grandes casos a noite

outro fato para se apurar de novo.

um colega se ferrou poir filmou o dr. C.  ir embora de viautra fria.

aqui agora tem alem dele mais de 20 delegads que fazem isso.
ficamos sabendo que tem gente que vai e volta de santos todos dias com gasolina e carro do estado.

ja temos uma filmagens deles saindo e chegando, vamos mandar pra globo. mais era bom mais provas, alguemq eu seja vizinhofilmar etc.
enfim

hoje a corregedoria, foi vendida pelo …. por alguns milhoes, pois aqui se arrecada mais que a fazendaria e o detran juntos.
alias os caras daqui tão tudo no detran.

vendendo carteiras de habilitação, processso esse que tambem acabou em pizza.

e deixou milionaria a Dra. , qeu mudou ate de aparencia. e ganhou muito na corro do detran, muito mesmoooooooooooooooooooooooooooo. ”

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Conta pra nós SABE TUDO:  ” é verdade que a  Corregedoria mudou de prédio para não ficar queimada com os  “movimentos”  no Centro”?

É verdade que um ex-Diretor  da Corregedoria, alegando férias, se escondeu da imprensa para não dar entrevistas quando policiais da Corregedoria foram fotografados brincando nas maquininhas, instaladas nos bares vizinhos? 

É verdade que esse Diretor da Corregedoria, quando dos escândalos mais valoro$o$, se escondia da imprensa, pois não queria queimar a cara ?

Conta também os nomes dos Delegados responsáveis pela recolha e trambiques  tais como “a  verba reservada”?

EQÜIDADE JÁ ! 40

PECULATO É CRIME INSIGNIFICANTE.
Qual recompensa se dá a quem busca retidão nos negócios públicos?
Os altos cargos, merecidamente?
Nunca! A retidão não leva a lugar nenhum nos quadros do Poder Executivo.
E com maior fundamento posso afirmar: a retidão não leva a lugar algum na Polícia Civil.
Mais uma vez vejo com clareza que vale a pena ser desonesto.
Vale a pena dilapidar o patrimônio da população que, sofridamente, entrega boa parcela da sua renda ao Estado.
Digo entrega, mas o correto – numa sociedade ética – seria dizer confia parcela do seu suor aos homens de governo.
Aqui a Sociedade, compulsoriamente, entrega o dinheiro sabendo que será mal empregado e desviado.
Desviado para bolsos e caixas de campanha.
Foram esses os destinos das verbas malversadas pelos insignes AMÂNDIO AUGUSTO MALHEIROS LOPES, ÁLVARO LUZ FRANCO PINTO e LUIS PAULO BRAGA BRAUN.
E durante dois governos do PMDB – dos também insignes ORESTES QUÉRCIA e LUIZ ANTÔNIO FLEURY FIHO – a Polícia Civil foi instrumento para a prática de assaltos ao bolso do cidadão.
E sob a égide DA REPÚBLICA DOS PROMOTORES DE JUSTIÇA.
Agora, outro PROMOTOR DE JUSTIÇA – aposentado é certo – laconicamente lhes deu absolvição.
Com efeito, o Senhor Secretário já que não pode ser rigoroso com os poderosos, deveria ser benevolente com os fracos.
Não se pode absolver criminosos de tal jaez e punir rigorosamente funcionários humildes; por faltas disciplinares e questões de nonada.
Não pode um bom policial perder o emprego com fundamento em falsa acusação de contumaz criminoso.
Enquanto contumazes criminosos a serviço político acabam “perdoados” pela Administração.
EQÜIDADE JÁ!

No Processo GS/3.524/99 – DGP/17.176/95 – Vols. I a VII,em que os interessados (reserva prevista no artigo 76, § 2º, daLOP), respondem Processo Administrativo Disciplinar, foi exarado o seguinte despacho:
“Pelo exposto, com supedâneo nas manifestaçõesdas autoridades preopinantes e, observando-se o despachonormativo de 12.06.79, exarado pelo Chefe do Executivo com arrimo nos pareceres A.J.G. nºs. 794/79 e 803/79 (D.O. de13.06.79), ABSOLVO os interessados, por não provadas as acusações contidas na inicial, os três primeiros apenas para fins declaratórios e constar em seus respectivos prontuários funcionais,em razão de suas precedentes aposentadorias.”
Dr. VenícioLage Linhares – OAB/SP 131.955 – Dr. José Waldir Martin –OAB/SP 24.641 e Dr. Plínio Darci de Barros – OAB/SP 24.434.(DO EX II , 28/03/08)
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Written by roberto conde guerra

31/03/2008 at 3:24 AM

OFICIAL DE JUSTIÇA? NÃO, OFICIAL DA POLÍCIA CUMPRIDOR DE “PRISÃO ALIMENTÍCIA”…Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite bem no fundo todo mundo quer zoar 11

  

Família denuncia PMs por abuso de poder

Ney Luiz Avilla, 54, foi preso no interior de sua casa sem oferecer resistência; família promete abrir processo contra PMs

 

 

A prática de abuso de autoridade cometida por Policiais Militares tem sido cada vez mais denunciada. Na noite de sábado,em Hortolândia, mais um caso foi registrado no Plantão Policial. Com mandado de prisão administrativa, policiais militares prenderam o autônomo Ney Luiz Avilla, 54, no interiorde sua residência, por volta das22h40. A família alega que,mesmo sem prestar resistência,

o autônomo foi algemado e revistadona frente de vizinhos e familiares. Ainda de acordo com a família,durante a abordagem policial,

Avilla foi impedido pelosPMs de tomar seu medicamentocontra pressão alta, sendo levadotrês horas depois ao ProntoSocorro do Hospital MárioCovas com princípio de infarto.O autônomo recebeu altahospitalar na tarde de ontem. Afamília promete abrir processo

judicial por danos morais e requererindenização do Estado.Avilla se arrumava para comemorara formatura de colaçãode grau de um dos filhos,quando foi surpreendido com apresença de quatro policiais militares.Segundo o autônomo,um dos policiais apareceu no

vidro do seu escritório de contabilidade,que funciona noquintal da sua residência, localizadano Remanso Campineiro,e perguntou se estava ocorrendo algum assalto em andamento.Com a negativa de Avilla,os PMs questionaram o seunome e a procedência do carro

que estava em frente a sua residência.

Ao dizer o nome e que era o dono do carro, os policiais anunciaram o mandado de prisão.

 “Depois que eles falaram que eu estava preso eu perguntei o porquê, mas em nenhum momento eles me falaram. O policial me pediu o documento do carro e, quando entrei para pegar, eles me abordaram no quintal da minha casa e me revistaram.Ainda me questionaram

sobre uma arma que eu teria,mas mesmo falando que não tinha arma nenhuma, fui algemado e colocado no camburão na frente de todos. Foi uma vergonha”, afirma. 

ABORDAGEMa 

tribunaliberal@tribunaliberal.com.br 

Durante a abordagem policial,o autônomo, que possui problemas de pressão alta e nocoração, pediu para que sua esposa pegasse seu remédio, uma vez que estaria passandomal. Porém a família afirma que este direito foi negado.“Eles não deixaram eu tomar e ainda disseram que na delegaciaeu tomava. Eu já sabia queestava mal, só não sabia queera tanto”, conta.Já no Plantão Policial, policiais civis tiraram a pressão de Avilla, sendo constatado 29/16. O autônomo foi levado ao Hospital Mário Covas com início de infarto. Ele foi medicado e permaneceu sob escolta policial em observação até às 14 horas de ontem, quando foi liberado e retornou à sua casa.

Para a tele operadora Leopoldina Ramos de Oliveira, esposa do autônomo, a ação da polícia militar foi revoltante.

“Não espero dinheiro, mas quero que eles paguem pelo que fizeram. Poderia ter ocorrido coisa pior, eu poderia ter perdido meu marido. Vamos dar andamento no processo pela situação que fomos obrigados a passar. Ele perdeu a formatura do filho e ainda foi

humilhado”, afirma.

Segundo Leopoldina, omarido estaria sendo acusado de não pagar a pensão dof ilho no valor de R$ 317,52, porém Avilla já havia efetuadoo pagamento daquantia de R$ 465. “Já estavatudo pago, mas ainda nãotinha sido dado baixa, sendoque ele até já tinha até o

 

 

Contra mandado

Ele sempre pagou a pensão do filho e tem uma boa relação com todos os filhos. Prova disso foi que eles vieram ver o pai, sendo que até a ex-esposa dele veio aqui pra saber como ele estava. Era tudo pra ser conversado e esclarecido,não precisava dessa barbaridade toda.”, afirma. Segundo informações da Polícia Civil, mandado de prisão é realizado entre às 8h e 18h. Caso não ocorra resistência, não é necessário o uso de algemas. O setor de comunicação do 48º Batalhão da Polícia Militar do Interior informou que será instaurado inquérito policial e apurado pela Polícia Civil. Todos os policiais militares envolvidos na denúncia serão ouvidos. A decisão judicial será informada à Policia Militar.

 

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MAIS UM BELO TRABALHO DO TÁTICO MÓVEL DO BATALHÃO DE SUMARÉ… 

TAMBÉM,  BELA  FOI A  CERTIDÃO LAVRADA PELOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR (  um aspirante e um 2º tenente ), NAS COSTAS DO MANDADO DE PRISÃO…

LÁ CONSTA O Nº DA ORDEM DE SERVIÇO, AS DILIGÊNCIAS EM OUTRO ENDEREÇO ( da vítima ),

 O CONVITE PARA QUE O PROCURADO “VIESSE ATÉ A RUA EXIBIR DOCUMENTOS”…

A LEITURA DO MANDADO E “EXPLANAÇÃO ” ( sic) ACERCA DOS  DIREITOS CONSTITUCIONAIS DO PRESO.

DISSO DESCOBRI O MOTIVO DE  O DELEGADO  DE POLÍCIA GANHAR SALÁRIO DE OFICIAL DE JUSTIÇA.

E QUE JÁ ESTÃO ENSINANDO O “ASPIRA” A ARTE DE ENGANAR…

AFINAL PRISÃO É PRISÃO…

NA ESTATÍSTICA NÃO FAZ DIFERENÇA.

MELHOR CAIR PARA DENTRO DA CASA DE UM DEVEDOR DE R$ 300,00 DE PENSÃO , DO QUE ENCARAR UM MALA DO PCC

QUE SE FODA O CARA E A LEI…

NOSSO NEGÓCIO E FAZER PRODUÇÃO PRA ARRUMAR PROMOÇÃO. 

ENTREVISTA NA CBN 2

http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/2009/03/10/delegado-se-diz-perseguido-e-tem-blog-censurado/

No virtual, Guerra não desiste: abriu novo blog com mesmo nome, na plataforma do WordPress. No real, teme ser afastado da polícia pois responde processo por injúria e difamação. As ações foram impetradas por diretores da Polícia Civil de São Paulo que, segundo o delegado, são incapazes de viver na democracia e aceitar a crítica contrária ao trabalho que realizam.recorte-serra

Enquanto não é convencido a parar, segue postando informações sobre o governo e a polícia, como você pode ver no recorte abaixo, no qual chama atenção para promessas que José Serra fez para cidade de Hortolândia, durante a campanha eleitoral.

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Agradecimentos para Mílton Jung,  Fabiana Boa Sorte e toda a equipe da CBN

Presos suspeitos de tráfico de drogas em Cumbica 1

10/03/09 – 20h46 – Atualizado em 10/03/09 – 20h46

A investigação demonstrou que a rede de tráfico operou por mais de cinco anos com a ajuda de empregados de empresas prestadoras de serviço do aeroporto. Saiba em detalhes como o esquema funcionava. 

A Polícia Federal prendeu nesta terça 26 suspeitos de integrar uma das maiores quadrilhas de traficantes de drogas em ação no Brasil. A investigação começou a pedido de autoridades da África do Sul, que apreenderam 50 quilos de cocaína embarcados no aeroporto de Guarulhos. A reportagem é de César Tralli.

As prisões desta terça fecham a investigação de quase um ano e meio comandada pela unidade de inteligência da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Foi onde traficantes montaram o maior esquema de embarque de cocaína já descoberto num aeroporto brasileiro.

A investigação demonstrou que a rede de tráfico operou por mais de cinco anos com a ajuda de empregados de empresas prestadoras de serviço. É gente que tem acesso a áreas restritas do aeroporto e, assim, os traficantes conseguiam despachar cerca de 200 quilos de cocaína por semana sem que as bagagens passassem por um único controle, uma única barreira de fiscalização.

Os traficantes entregavam as malas com cocaína no estacionamento ou na parte de trás do aeroporto. O transporte era feito em carros credenciados que entravam pelo portão 1, nos fundos. Ou pelo portão 2, entre o terminal de cargas e o de passageiros. Ou ainda pelo portão 3, na frente da torre de controle por onde passam autoridades.

O procurador da República, Vicente Mandetta, explicou como agiam os contratados pela trafico. “Eles saíam com o veículo, fora do aeroporto introduziam entorpecente no veículo, que retornava, não era fiscalizado. Era introduzida dentro do acae, que é o container, e esse container era alçado dentro do porão do avião. Participavam da quadrilha os membros que deveriam fiscalizar e alguns funcionários de pista que eram contratados para empurrar a mala com a cocaína para dentro do avião”.

Há mais detalhes. No pátio interno, as malas com cocaína eram desviadas das máquinas de raio-x e iam direto para um carregador que já sabia em que voo elas deveriam ser acomodadas.

Para o embarque, o carregador retirava etiquetas de bagagens do mesmo voo e colocava nas malas com cocaína. As bagagens sem etiqueta ficavam. As malas etiquetadas seguiam viagem, identificadas com o nome de um passageiro comum.

No destino, a outra parte da quadrilha agia: o encarregado de retirar as malas da esteira já sabia com que nome elas iriam chegar.

As bagagens com droga eram enviadas para África do Sul, Holanda, Espanha e Portugal. A investigação apurou que, para sair de Cumbica, os traficantes pagavam, por mala, R$ 9 mil: R$ 2,5 mil pela passagem através das entradas laterais, R$ 1,5 mil para não passar na máquina de raio-x,
R$ 2,5 mil por bagagem etiquetada e mais R$ 2,5 mil para quem colocasse a mala no avião.

Ao longo da investigação, foram apreendidos mais de 500 quilos de cocaína em malas. Trinta traficantes foram presos. As três quadrilhas identificadas eram chefiadas por nigerianos, por estudantes universitários brasileiros e por policiais de São Paulo, dois civis e uma soldado da PM.

A quadrilha de policiais também é acusada de exportar cocaína pelo terminal de cargas de Cumbica, com o apoio de uma fiscal da Receita Federal, uma das pessoas presas nesta terça.

Foi preso ainda um funcionário da Infraero, que trabalhava na sala de câmeras do aeroporto. De acordo com a investigação, a função dele era tirar as malas com cocaína da mira da vigilância eletrônica.

Entre os presos também há dois policiais civis, acusados de extorsão. “Descobriram o esquema, não prenderam e passaram a achacar os traficantes”, disse o procurador Vicente Mandetta.

Com ordem judicial, a Polícia Federal vasculhou de manhã uma loja de carros, na região do aeroporto, à procura de provas de lavagem de dinheiro.

Na primeira fase da operação, já haviam sido apreendidos carros e motos. Parte do patrimônio, segundo a polícia, conseguido graças ao tráfico internacional no maior aeroporto do país.

A Infraero, que administra os aeroportos, determinou a abertura de sindicância para apurar a acusação de que um empregado da empresa participava do esquema de tráfico.

A Receita Federal informou que a funcionária presa nesta terça já vinha sendo investigada internamente e que foi a própria Receita que alertou outras autoridades.

A Secretaria da Segurança Pública declarou que a corregedoria pediu informações à Polícia Federal sobre os investigadores detidos, para que possa abrir um procedimento interno de apuração. Desde o início das investigações, 56 pessoas foram presas.

Suspeitos de venda de cargos da polícia prestam depoimento 4

A polícia vai ouvir na quarta-feira três delegados supostamente envolvidos em um esquema de venda de cargos e sentenças da Polícia Civil de São Paulo. Emílio Françolin, Fábio Pinheiro Lopes e Luís Carlos do Carmo são suspeitos de terem comprado cargos de chefia na Polícia Civil de São Paulo.

Nesta terça-feira a polícia ouviu no DP de Tremembé o investigador Augusto Peña, preso sob suspeita de intermediar a negociação entre policiais e o ex-secretário adjunto de Estado da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), em seu depoimento, Peña ratificou as denúncias que fez ao Ministério Público.

Na noite de segunda-feira, três agentes foram ouvidos pela polícia. Segundo a SSP, os policiais Adeilton Mendes da Silva, Evaldo Shirasaka e Ariovaldo Soares Grubel negaram conhecer Malheiros Neto e o advogado Sérgio Valente, também supostamente envolvido no esquema.

O caso chegou à promotoria através de um vídeo em que Celso Valente comenta sobre a expulsão de agentes da polícia. Na época da gravação, a pessoa responsável pelo afastamento era o primo dele, o ex-secretário adjunto de Segurança Lauro Malheiros

REVISTA “VEJA” É ACUSADA DE PUBLICAR MENTIRAS 11

Dr. Roberto Conde Guerra.

Acredito que chegou a hora de sermos solidário ao Delegado Protogenes, pois a midia e a rede de corrupção que assola os poderes querem sua cabeça (DELE).

Não acredito ainda que os sindicatos policiais ainda não se manifestaram a favor do delegado, querem condena-lo, por conta de R$2.000.000,00 que recuperou para o erario do Estado.

Fica a me perguntar a respeito do que somos, e se não o apoiar realmente merecemos o que nos é imposto.

Esta na hora de todos os sindicatos principalmente o de São Paulo, se posicionar em relação ao assunto, a final de contas Protogenes é um policial, e fez seu trabalho de forma exemplar. Vale lembrar do apoio que os sindicatos de outros Estados da federação nos dispensaram.

Eu desde já sou solidário a ele e ao Sr., pois acredito que com a internet podemos pressionar os poderes a punirem somente a quem de direito, no caso o Daniel Dantas.

Devemos ser um policia unida para a sociedade, e não essa que ainda adormece esperando um principe.

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“A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal – ADPF manifesta sua irresignação com a informação de que jornalistas da revista ‘Veja’ tiveram acesso ao suposto conteúdo de material apreendido em investigação da Polícia Federal sobre os procedimentos do delegado de Polícia Federal Protógenes Queiroz a frente da Operação Satiagraha.

É preciso ser exemplar, quando se quer cobrar respeito ao Estado Democrático de Direito. Isso não é possível com a violação de uma investigação que tramita em segredo de Justiça.

Assim como não é compatível com acusações de escutas clandestinas baseadas em ilações e conjecturas sem apresentação de qualquer áudio ou outra prova material dos noticiados grampos telefônicos.

Não é aceitável que segmentos da mídia nacional se esforcem tanto em apurar os procedimentos do delegado de Polícia Federal Protógenes Queiroz sem dedicar, ao menos, igual esforço para a apuração dos fatos principais da Operação Satiagraha envolvendo o empresário Daniel Dantas.

Essa movimentação jornalística coincide com a apresentação do relatório da CPI das Escutas com o claro objetivo de forçar uma prorrogação e de indiciamentos até então não propostos.

Por fim, os delegados de Polícia Federal reafirmam seu compromisso com a necessidade de investigação de tudo e de todos os envolvidos na Operação Satiagraha, inclusive, se for o caso de prorrogação da CPI das Escutas, da autoria de mais essa violação de segredo de Justiça.”

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SERÁ QUE A PF NÃO QUER LER OS ARQUIVOS DO FLIT PARALISANTE SUPRIMIDO POR ORDEM JUDICIAL E A PEDIDO DO DEIC…

É MAIS INTERESSANTE QUE O PC DO PROTÓGENES.

ALIÁS, SERIA O DELEGADO MAIS “TROUXA” DESSE MUNDO CASO DEIXASSE  EM SEU PC TANTAS PROVAS EM SEU DESFAVOR.

ORA, ELE É “MEIO CONTADOR DE CAUSOS”, MAS SE DEIXOU TAIS ARQUIVOS “AGUARDANDO SEREM APREENDIDOS”, PODEM TER CERTEZA QUE NADA ALI IRÁ LHE COMPROMETER…

TALVEZ NEM SEQUER  SEJA OFICIALMENTE REVELADO PARA NÃO COMPLICAR AQUELAS “AUTORIDADES” E “PERSONALIDADES”…

TODOS OS NOMEADOS DEVEM…

NENHUM ESTÁ ACIMA DE SUSPEITAS…

E  DE ACORDO COM O LIVRO “CÓDIGO DA VIDA”, CUJO AUTOR SAULO RAMOS NÃO SOFRE PROCESSO POR CRIME CONTRA A HONRA, DUAS PESSOAS JAMAIS PODERÃO RECLAMAR DE GRAMPOS E OPERAÇÕES DISCRICIONÁRIAS: O EX-PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO E O MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA.

No fundo, no fundo,  boas pessoas. Quase ingênuos.

Pô, quando  o Daniel Dantas  me oferecerá aquele MILHÃO ( R$ 1.000.000,00)?

Se der de coração aceito.

E passo recibo!

UMA PESSOA HONESTA PRIMEIRO QUITA SUAS DÍVIDAS… CERTOS POLÍTICOS NUNCA ( salvo comissão )! 11

Dinheiro da venda da Nossa Caixa é bloqueado para pagar precatório

O Banco do Brasil deve depositar em juízo as parcelas para pagar a compra da Nossa Caixa. A decisão em caráter liminar foi dada pela juíza Fernanda Souza Hutvler, da 20ª Vara Federal de São Paulo. Fernanda acolheu pedido da OAB, que requer em Ação Civil Pública que o dinheiro que o estado de São Paulo vai obter com a venda da Nossa Caixa seja usado para pagar precatórios.

A Nossa Caixa foi vendida para o Banco do Brasil em novembro por R$ 5,3 bilhões. Segundo a OAB, o estado de São Paulo deve R$ 30 bilhões em precatórios. São 500 mil credores de precatórios alimentares, na maioria aposentados e pensionistas, que estão na fila aproximadamente há 10 anos, informa a Ordem.

Pela decisão da juíza (clique aqui para ler), as 18 parcelas da compra devem ser depositadas em juízo até que ela decida o mérito da ação. A primeira parcela, no valor de R$ 299,2 milhões, vence nesta terça-feira (10/3). 

“A decisão é histórica porque, simultaneamente, combate o calote da dívida pública e restabelece a dignidade do Poder Judiciário, constantemente desrespeitado pelos governadores brasileiros que se recusam a cumprir as suas decisões”, afirmou o presidente da OAB, Cezar Britto.

A proposta da OAB, segundo o presidente da Comissão Especial dos Credores Públicos do Conselho Federal da Ordem, conselheiro Orestes Muniz Filho, é que os recursos obtidos com a venda do banco sejam transferidos diretamente para a Justiça do estado fazer o pagamento dos precatórios alimentares.

Na sessão plenária desta segunda-feira (9/3), o Conselho Federal da OAB autorizou também as seccionais da OAB de outros estados que estão em dívida com os precatórios e que estejam transferindo ou vendendo bens estatais a pedir a extensão da ação ajuizada pela Ordem em São Paulo.

TERRORISTAS VERMELHOS, CHEFIADOS PELO CAPITÃO LAMARCA, ASSALTAM A FÁBRICA DA CBC E UM QUARTEL DO EXÉRCITO EM SAMPA…A CULPA NÃO É DOS TIRAS, NEM DO PCC 6

Publicado no GLOBO.COM

Bando invade batalhão do Exército em Caçapava, em SP, e leva fuzis

Plantão | Publicada em 09/03/2009 às 08h44m

SÃO PAULO – Bandidos roubaram nesta madrugada fuzis das Forças Armadas, no 6º Batalhão de Infantaria Leve em Caçapava, no Vale do Paraíba, a 120 quilômetros de São Paulo. A invasão ocorreu por volta da meia-noite. Segundo as primeiras informações, o número de fuzis pode chegar a sete, mas o Exército não confirma.

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furasDe acordo com informações da PM, cinco pessoas armadas chegaram em um veículo e invadiram o local pelos fundos. Eles renderam uma sentinela e um soldado que estavam de serviço. A sentinela foi agredida com uma coronhada na cabeça e, ferida, foi levada para o hospital.

A Polícia Civil fez, com o apoio do Garra, algumas diligências para tentar recuperar as armas, e evitar que elas pudessem ser usadas para resgate de alguns presos. O Exército está apurando a ocorrência.

Na última quinta-feira, um centro de treinamento de tiro que funciona anexo à fabricante de munições da Companhia Brasileira de Cartuchos , a maior do hemisfério sul, foi invadido em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. O bando levou 89 pistolas, 22 fuzis e grande quantidade de munição.

COM TODO RESPEITO EXMO DESEMBARGADOR…REVISÃO AQUI SIGNIFICA CORRIGIR…E CORRIGIR SALÁRIOS SIGNIFICA RECUPERAR O PODER DE COMPRA PERDIDO…VIU? ENTENDE? ANUALMENTE A MAGISTRATURA FAZ A REVISÃO DOS SEUS “SALÁRIOS”…SÓ CRESCE…E CRESCE…E CRESCE…ASSIM TODO JUIZ ENRIQUECE 3

Vistos. 1. Fls. 944/951: Com o devido respeito ao esforço dos nobres advogados, os embargos de declaração esbarram em obstáculo quanto ao controle de constitucionalidade abstrato. Pretendem a execução de título judicial. Só que, a rigor, a Ação Direta de Inconstitucionalidade a ADI não é executável. Não da forma como pretendem os autores. O objeto de uma ação direta de inconstitucionalidade não é um bem da vida. Isso desde sua origem mais remota, qual seja, a antiga representação por inconstitucionalidade prevista, na época, pela Carta de 1967, com a Emenda n. 1, de 1969. E, influenciado pelo controle abstrato austríaco de constitucionalidade, o ordenamento vigente dispõe que o objeto da ADI é a declaração da constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma norma. 2. No caso concreto a ADI 2.492-2/SP -, do voto do il. Min. Ilmar Galvão, Relator do v. Aresto, extrai-se o pedido da ação: “requer-se, desse modo, seja estipulado prazo para que o Governador do Estado envie proposta legislativa para revisão da remuneração dos servidores desde 5 de junho de 1999, bem como seja dada ao Chefe do Executivo estadual ciência de seu dever de enviar tal proposta na periodicidade máxima de doze meses”. 3. Trago à balha a parte dispositiva do caso: “Meu voto, portanto, julga procedente, em parte, a presente ação, para o fim tão-somente de, declarando-o em mora no cumprimento do disposto no art. 37, X, da Constituição Federal, determinar que ao Governador do Estado de São Paulo seja dada ciência desta decisão”. 4. Essa sempre foi a posição da Suprema Corte; é dizer, a adoção da teoria não-concretista, pois o Judiciário não pode se prestar a legislador positivo. Ao menos, não em caso de aumento ou revisão de vencimentos, cuja iniciativa de lei é privativa ao Chefe do Executivo. E aí outra ponderação. Revisão significa rever. Não significa aumento. Revisão de vencimentos, portanto, só não pode ser reduzida por força de dispositivo constitucional. Mas o Chefe do Executivo pode rever os vencimentos e mantê-los em idêntico valor, acaso entenda que isso seja constitucional, de acordo com sua atuação discricionária em que avalie índices inflacionários, orçamento público e outras variáveis que compõem a equação. 5. Na ADIN 2.492-2/SP, o Excelentíssimo Governador do Estado foi cientificado sobre a mora. Essa foi a parte dispositiva do v. Aresto. Não há, a partir daí, qualquer fase de execução, pois não há o que se executar. 6. Isto, a rigor, levaria ao indeferimento da inicial. Ocorre que haveria, a partir daí, possibilidade de reversão do julgado em instância superior. E, se isso ocorresse, a execução se daria perante este juízo. E, aí, em raciocínio circular, volta-se à necessidade de limitação do número de litisconsortes ativos. Daí a determinação de fl. 942, cuja publicação se tornou prescindível por conta dos embargos. 7. Por tais motivos, sempre com o devido respeito, os embargos de declaração não são acolhidos. Int.

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AH, SEMPRE COM O DEVIDO RESPEITO!

CARAMBA, UMA COISA É UMA COISA E OUTRA COISA “É UM BEM DE VIDA” QUE MAIOR DAS VEZES NÃO É COISA…(bem corpóreo)

 

ACHEI A POSTAGEM SOBRE AS PROMESSAS DE CAMPANHA – ESQUECIDAS – DO MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA…O POVO DE HORTOLÂNDIA É POBRE…POBRE NÃO TEM VOZ, NEM VEZ 9

Dezembro 29th, 2007 às 2:52 pm
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PROMESSA DO NOSSO GOVERNADOR: botar mais PMs para cuidar da cidade, fora aqueles que cuidam do transporte de presos…

NÃO SABE DO ÊXODO PELO ALE/ AOL!
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13/09/2006 – 20h07

Serra volta a defender compensações para cidades que mantém presídios

MAURÍCIO SIMIONATO
da Agência Folha, em Campinas

O candidato ao governo de São Paulo José Serra (PSDB) disse hoje em Hortolândia (SP) que pretende “estabelecer compensações” para cidades que possuam complexos penitenciários. Ele afirmou ainda que, no Estado, “metade dos presos do Estado ou estudam ou trabalham”.

Questionado sobre a situação do Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia, que abriga cerca de 7.000 detentos, Serra disse que “a idéia é compensar o município”.

“A idéia não é aumentá-lo [o presídio]. A idéia é compensar o município. Botar mais PMs para cuidar da cidade, fora aqueles que cuidam do transporte de presos, e investir na cidade para estabelecer compensações para isso”, disse.

“Aqui [Hortolândia] falta PM porque muitos PMs ficam encarregados pelo transporte de presos. E nós vamos corrigir esta questão, que é muito importante”, disse.
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Aproveito, parcialmente da matéria veiculada durante a campanha do nosso Governador, para comunicar que segundo os informes que nos foram repassados – não confirmados pelo subscritor – o adicional de local de exercício-ALE/AOL, poderá ser drasticamente diminuído na cidade de Hortolândia em virtude do censo que constatou o decréscimo da sua população.
No caso verificando-se que a cidade possui menos de 200.000 habitantes, disto caindo de nível.
Assim, caso o Governo não busque uma política salarial compatível com a política de segurança pública, em poucos meses, estaremos frente a uma crise sem proporções nas Polícias Civil e Militar.
Com efeito, Hortolândia é município siamês de Campinas; não sendo justificável e compreensível um policial de Hortolândia receber muito menos do que outro policial da metrópole circunvizinha.
Como já não fosse bastante tal município sofrer pelo deslocamento administrativo para a região de Piracicaba, com prejuízos para o planejamento policial; logístico, inclusive.
Pois, no caso de Hortolândia, em vez de menos de 10 quilômetros para se fazer o expediente junto a Seccional e Departamento de Campinas, se percorre quase 100 quilômetros para as mesmas tarefas cumpridas em Americana e Piracicaba.
Coisa que um cérebro defeituoso como o nosso é incapaz de compreender.
O ALE/ AOL diferenciado é uma aberração, maior aberração será a devolução dos valores recebidos a maior pelos policiais da cidade.
Dessa forma, o Governador encontrará sérias dificuldades para “botar”(”sic”) mais policiais nas ruas de Hortolândia.

( Original de dezembro de 2007, de fato o ALE  sofreu redução e, imediatamente,  a Fazenda efetuou descontos compulórios sobre “a diferença a maior. Alguns funcionários  da noite para o dia  –  em face da redução do adicional e descontos compulsórios – perderam cerca de 50% dos vencimentos. )

Qual a compensação que José Serra deu para o município de  Hortolândia, São Vicente e tantos outros que abrigam estabelecimentos prisionais: NENHUMA.

NÃO DEU E NUNCA DARÁ QUAISQUER COMPENSAÇÕES…

EM COMPENSAÇÃO O SEU EX-SECRETÁRIO  “COBRAVA UMA BOA COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PARA ALIVIAR PARA  VALORO$O$ CORRUPTOS…

TUDO CONTINUA IGUAL NA POLÍCIA…ESTANDO BOM PARA MIM, MORRA A HUMANIDADE! A ESCRIVÃ POSTA SOBRE A MESA… 24

Dr. Guerra!!!

O Senhor deveria postar novamente aquela matéria onde encontrou uma “Escrivã” descansando sobre a mesa da cozinha, em condições sub humanas de trabalho pela falta de estrutura da Delpol de Hortolândia

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“Estou repetindo esta postagem confessando a minha desfaçatez, cinismo, falta de vergonha e caráter ; pela pouca ou nenhuma hombridade de determinados tipos humanos como eu.

O tipo comum de ser humano que pensa apenas na próprio interesse e conforto.

Aquele tipo: estando bom para mim, morra a humanidade!

E que fez com que eu visse   depois da ceia natalina :

 A ESCRIVÃ POSTA SOBRE A MESA.

Flit Paralisante 28 de dezembro de 2007.

Sim, absurdamente, por volta das 5h00 da madrugada do dia 25 de dezembro, ao tentar ingressar na cozinha, vi na penumbra o corpo de mulher estirado sobre a mesa da cozinha por nós usada, horas antes, para uma pequena ceia de Natal.

A moça não estava dormindo , apenas buscava esticar o corpo.

Envergonhada pediu desculpas…

Desculpa Doutor pode entrar a gente não tem nem um sofá pra esticar o corpo.

Não fiquei com vergonha apenas; primeiramente fiquei assustado.

Até então, sobre mesas vi apenas cadáveres.

E depois – muito mais do que ultrajado pela desumana condição a que uma funcionária pública é submetida por nós Delegados – fiquei enojado.

Fiquei com nojo de ser Delegado de Polícia…

Nojo de mim.

Não tenho outra palavra para definir os meus sentimentos.

( A POSTAGEM ORIGINAL PODERÁ SER CONFERIDA NOS ARQUIVOS DE DEZEMBRO DE 2007 – dia 28 )

QUEM SERIA A AUTORIDADE TITULAR DE BERTIOGA EM 2005… 2

Segunda-Feira, 9 de Março de 2009, 06:56

Justiça condena Estado a indenizar cabeleireiro

Da Redação

EDUARDO VELOZO FUCCIA

A Fazenda Pública do Estado de São Paulo foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 5 mil, a título de dano moral, ao cabeleireiro Sérgio Antonio de Carvalho, de 40 anos e sem antecedentes criminais, devido ao constrangimento causado por uma investigação policial equivocada da Delegacia de Bertioga.

A decisão é definitiva, não cabendo mais recurso, e recebeu votação unânime dos desembargadores Prado Pereira, Luiz Burza Neto e Osvaldo de Oliveira, da 12ª Câmara Criminal de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Segundo eles, houve “falta de cuidado na condução das investigações pela polícia”.

A investigação começou com a elaboração de um termo circunstanciado (TC) de lesão corporal dolosa. A mulher vítima do crime disse à Polícia Civil que o agressor foi o seu ex-companheiro Sérgio Antonio de Carvalho, com quem conviveu durante dez anos e teve um filho.

Homônimo do cabeleireiro, o suposto agressor não estava na delegacia por ocasião do registro do TC, em 6 de junho de 2005, nem teve informado pela ex-mulher qualquer outro dado qualificativo, como data de nascimento, filiação e naturalidade. A vítima ainda alegou ignorar o endereço atual do acusado.

Devido à homonímia e à falta de mais dados, o verdadeiro acusado não foi localizado pela equipe da Delegacia de Bertioga, que intimou o cabeleireiro. Em 15 de dezembro de 2005, o autor da ação de indenização prestou depoimento e foi veemente ao negar a agressão, esclarecendo que sequer conhecia a vítima.

A investigação teve sequência e o verdadeiro acusado, finalmente, foi identificado e ouvido na delegacia, em 15 de agosto de 2006. Nessa ocasião, ele confirmou que conviveu com a vítima durante dez anos e dessa união nasceu um filho. Porém, o cabeleireiro não foi descartado da apuração criminal.

“A polícia estava de posse de todos os dados do companheiro da vítima, de maneira que, se tivesse procedido a um exame mais cuidadoso do procedimento, poderia ter eximido o autor (da ação indenizatória) das investigações”, justificou o desembargador Prado Pereira em seu voto.

Se o recebimento da intimação para depor na delegacia já havia sido um dissabor para o cabeleireiro, pior ainda foi ele ser convocado para comparecer em 10 de outubro de 2007 no Juizado Especial Criminal de Santos para uma audiência preliminar sobre o caso de lesão corporal dolosa.

“O meu relacionamento conjugal ficou abalado na época, porque minha mulher, com apenas 23 anos, me questionava sobre um filho que não é meu e um relacionamento que nunca tive. O pior de tudo é que o verdadeiro agressor já estava identificado pela polícia”, lamentou o cabeleireiro.

Na ação de dano moral que ajuizou contra o Estado, o advogado do cabeleireiro, Reinaldo Cirilo, enfatizou os problemas familiares pelos quais passouo cliente,além do constrangimento de lhe ser atribuída a pecha de agressor de mulher. Tais argumentos foram considerados válidos pela 12ª Câmara de Direito Público do TJ-SP.

“É absolutamente incontestável o dano moral sofrido pelo autor (cabeleireiro), pois foitaxado de criminoso perante a sociedade, ainda que novas provas orientassem para a sua inocência”, fundamentou o desembargador Prado Pereira, que atuou no julgamento como relator.

Segundo ele, se a Polícia Civil agisse com pouco mais de cuidado e diligência nas investigações, seriam evitados o transtorno ao cabeleireiro e o ajuizamento de mais uma ação contra a Administração Pública. Por fim, lamentou que o caso tenha provocado no cabeleireiro “um profundo sentimento de indignação perante a Justiça”.