OFICIAIS PM REUNIDOS EM BRASÍLIA: conselho dos coronéis tem o intuito de padronizar condutas e comportamentos, fazendo com que as PMs do Brasil todo tenham unidades nos procedimentos 15

Coronéis de Mato Grosso participam de encontro em Brasília
Cuiabá / Várzea Grande, 16/05/2009 – 08:45.

Da Redação

Durante esta semana os comandantes das polícias militares, bombeiros e chefes das casas militares de todo país se reuniram em Brasília para discutir assuntos de Segurança Pública. Neste encontro, os chefes das corporações tiveram a oportunidade de debater e trocar experiências sobre inúmeros assuntos relacionados ao setor e sobre segurança pública.

Além da troca de experiência dos profissionais, o evento teve objetivo de divulgar e difundir conhecimentos técnicos que objetivam respaldar as ações de polícia ostensiva e técnicas de socorros e de urgências, além de planejamento dos programas governamentais que repercutem na segurança pública de todo o país. Este encontro fez parte das comemorações do bicentenário da Polícia Militar do Distrito Federal e aconteceu de 11 a 13.05.

Além do comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Antonio Benedito de Campos Filho, também participaram o comandante da Corregedoria Geral da PM/MT, coronel Jorge Catarino Morais Ribeiro e o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Alexander Torres Maia.

“O conselho dos coronéis tem o intuito de padronizar condutas e comportamentos, fazendo com que as PMs do Brasil todo tenham unidades nos procedimentos. Considerando que são muitas as legislações que atendem a Segurança Pública e estão em tramitação no Congresso Nacional, então é de extrema importância que os comandantes estejam discutindo e procurando uma unidade para que assim possam achar as melhores saídas afim de solucionar os problemas que a sociedade vem enfrentando” disse o coronel Catarino.

O evento contou com a participação de importantes autoridades policiais que também fazem parte da bancada de deputados federais, coronel Jairo Paes de Lira de São Paulo, major Fabio Rodrigues de Oliveira da Paraíba e capitão Assunção, ambos do Espírito Santo. Eles palestraram sobre as leis e projetos relacionados à segurança que tramitam no parlamento federal. O coronel Maia destacou a importância de Mato Grosso estar inserido nos debates sobre segurança pública em nível nacional. “Foi uma oportunidade muito importante para nós da PM-MT, em poder participar deste evento em Brasília. Pois, através de seus representantes, podemos atualizar o que existe em tramitação no Congresso Nacional, em termos de mudança de legislação, proposta de emendas constitucionais, projetos de leis e outros instrumentos que atinja o dia-a-dia do policial militar. Essas propostas devem ser acompanhadas pelos estados de uma forma geral para que possamos dar as devidas contribuições em benefício da sociedade, e só assim poder reduzir os índices de criminalidade”, disse o coronel.

Um ponto que também foi muito citado no encontro foi a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, que será realizada entre os dias 27 a 30 de agosto de 2009, em Brasília/DF. Onde a sociedade civil organizada e autoridades estarão discutindo propostas de melhorias na segurança publica do Brasil

CAMPANHA SALARIAL 2009: PARALISAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL NÃO ESTÁ DESCARTADA 29

16/05/2009
Policiais civis voltam a discutir paralisação
Investigadores de Bauru, Araçatuba, Marília, Avaré, Botucatu e outras regiões do Estado de São Paulo se reuniram ontem à noite, no auditório da Subseção Bauru da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para discutir os rumos da campanha salarial deste ano. A possibilidade de greve, como ocorreu no ano passado, não está descartada.

A informação é de Márcio Cunha, diretor do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) em Bauru. Mas o movimento ainda está no início. Agora, os investigadores vão discutir a campanha salarial com outras carreiras da Polícia Civil.

No ano passado, os policiais civis fizeram a mais longa greve da história da categoria, de 65 dias. Durante a paralisação por reajuste salarial, somente os casos de urgência eram atendidos.

O movimento terminou em novembro, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou a greve ilegal, mas a categoria conseguiu que algumas das reivindicações fossem atendidas. Durante a greve, num ato em frente ao Palácio dos Bandeirantes, na Capital, policiais civis entraram em confronto com policiais militares.

(SF) © Copyright 2001 Jornal da Cidade – Todos os direitos reservados – fone (14) 3104-3104 – Bauru-SP

(recordar e reviver )DELTA UNO QUER DIZER: “PINTO TEM QUE MOSTRAR SER DURO COM OS BANDIDOS DA PM” 7

Enviado em 15/05/2009 às 18:54 –  DELTA UNO – O PIONEIRO 

Toda iniciativa contra a corrupção é VÁLIDA!

Só espero que os atos moralizadores da Secretaria de Segurança não se assemelhem a grupos como o “Esquadrão da Morte”, isto é, “extermina” (neste caso, legalmente) um grupo criminoso (corrupto interno) em benefício de outro.

Explico: O que estou notando é que o gabinete do Secretário “aperta o cerco” contra policiais civis, expondo sem meias palavras, as vísceras dos bandalhos que infestam a Instituição.

Até aí, ótimo!

Em contrapartida, porém, a PM acaba erigida ao “status” de “Exército Paulista”, com a ROTA fazendo as vezes de “CIA” tupiniquim no combate ao crime organizado, em parceria institucional com Judiciário e MP!

O Sr. Secretário está combatendo a corrupção ou está combatendo a Polícia Civil?

Não seria também um acinte um Oficial PM de Cherokee, por exemplo?

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É  acinte,  verdadeiramente, pois “o soldo” nem sequer  sustenta um “Cherokee” modelo 1995…

Pelo que o dono bebe, mais o que bebe o “Cherokee”…

Não há salário de Coronel –  aposentado –  que baste para tanto “combustível”.

LUCINHA TURNBULL MANDA RECADO AO DOUTOR PINTO: “O próprio delegado de lá, com seus miseros R$ 7.000,00 consegue andar de PORSHE avaliado em R$ 500.000,00″…(JAGUAR, FERRARI E PORSHE, coisa boa ser especializado em “roubo a bancos”) 1

Se o que o novo secretário de segurança diz for colocado em prática, certamente diminuirá a corrupção policial, principalmente no DEIC onde as delegacias especializadas nada mais são do que fachada para verdadeiros acertos.
Sugiro que faça um levantamento minucioso, principalmente na Del Roubo a Banco, onde a máquina administrativa é utilizada para beneficiar seguradoras e bancos privados. Essa especializada serve apenas aos interesses particulares e não a finalidade que supostamente foi criada, é vergonhoso, para comprovar basta efetuar uma análise nos inquéritos policiais instaurados. O próprio delegado de lá, com seus miseros R$ 7.000,00 consegue andar de PORSHE avaliado em R$ 500.000,00 ainda que em nome de laranja e com placa de outro estado. Este fato pode ser comprovado através dos registros de entrada e saida da portaria central da Fazenda Vitasay (condomínio fechado)- Boituva/SP, onde o mesmo possui um sítio e sempre vai com o veículo citado. Outro fato bastante interessante é que a única integrante da equipe dele do sexo feminino que embora ganhe cerca de R$ 2.500,00 consegui residir no Pq dos Ypês – Serra da Cantareira/SP, condomínio fechado em imóvel de valor alto para seu poder aquisitivo.
Se quer moralizar, investigue pessoalmente, pois, a equipe anterior da Corregepol sabe há muito tempo de vários absurdos e nada fez, tanto é verdade que o sujeito está no DEIC há 12 anos, dizendo ter “costa larga”, de quem é que não sei, mas não resta dúvida que tem, comete inúmeros absurdos e ainda acha-se o dono do DEIC.

Boa sorte secretário, espero que de fato tenha integridade o bastante para não ser corrompido pela MALA PRETA.

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Ele deve estar no DEIC , desde que departamento foi “recriado”…

Mas o distinto sempre foi das  “bocas ricas” do antigo  DEPATRI( nome dado ao DEIC original     para  se  esconder o  estigma da tortura e corrupção ) .

DEIC  sempre foi  sinônimo de roubalheira e tortura…

Ah; de apadrinhamento, inclusive!

EM TURISMO PELA EUROPA…MARZA, MALHÃO e TANGA 7

Ex-secretário e delegados não são encontrados

DA REPORTAGEM LOCAL

A Folha não conseguiu ouvir o ex-secretário da Segurança Pública Ronaldo Marzagão. O atual titular da pasta, Antonio Ferreira Pinto, não cita o nome dele em nenhum momento, mas afirma ter encontrado um cenário de corrupção na polícia.
O filho do ex-secretário, o advogado Luiz Felipe Marzagão, diz que ele está fora do país e que só regressa no final do mês.
A Folha tentou ouvir o ex-chefe do Denarc à época da suposta extorsão contra Juan Carlos Ramírez Abadía, o delegado Everardo Tanganelli Jr., e o delegado que chefiava a 2ª Divecar quando a equipe foi transferida, Alberto Pereira Matheus Jr.
A reportagem deixou recados com o advogado de Tanganelli Jr., Cid Vieira de Souza, e com a secretária de Matheus Jr., mas eles não ligaram de volta.

CONVOCAÇÃO DO SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE SANTOS: ASSEMBLEÍA GERAL EXTRAORDINÁRIA NO DIA 27 DE MAIO DE 2009, ÀS 19H30MIN! 4

Assembléia    ATENÇÃO
 
ASSEMBLEÍA GERAL EXTRAORDINÁRIA NO DIA 27 DE MAIO DE 2009, ÀS 19H30MIN!
 
 
 
ASSEMBLEÍA GERAL EXTRAORDINÁRIA
 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
 
 
           Por este Edital, ficam convocados os Policiais Civis lotados no DEINTER-6, de acordo com os artigos 12, 14, 15 e 16, do Estatuto Social, a participar da Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 27 de maio de 2009, com primeira convocação às 19,30hs. e em segunda convocação às 20hrs., na sede social do Sindicato, sito na Av. Washington Luis, 95, Encruzilhada, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia:
 
a) Exposição e Discussão sobre a Reunião ocorrida dia 11 de Maio com o Secretário da Segurança Pública e Nova Metas do Movimento Sindical.
b) Mudanças nos Estatutos Sociais;.
c) Discussão sobre filiação do Sindicato a uma Central de Trabalhadores;
d) Assuntos Gerais.
 
Santos, 12 de maio de 2009.
 
 
WALTER DE OLIVEIRA SANTOS
PRESIDENTE

PARABÉNS AO SECRETÁRIO…MAS CUIDADO COM OS POLÍTICOS E PROCURADORES DE JUSTIÇA “SÓCIOS OU FAMILIARES” DOS DONOS DE AUDI, BMW, JAGUAR E FERRARI 37

pintoCorrupção policial incita crime, diz secretário

Antonio Ferreira Pinto afastou 120 agentes de duas delegacias de SP por suspeita de envolvimento com crimes como extorsão

No cargo há 57 dias, ele afirma que desmontará grupos especializados em rebeliões e roubos e que vai extinguir Delegacia do Idoso

MARIO CESAR CARVALHO
DA REPORTAGEM LOCAL

A Secretaria da Segurança de São Paulo afastou 120 policiais de duas delegacias por suspeitar que estão envolvidos em crimes de extorsão, corrupção e ligação com o crime organizado.

O afastamento faz parte da política do novo secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, há 57 dias no cargo -que está no governo desde junho de 2006, quando assumiu a Administração Penitenciária.
Sessenta dos afastados são do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) e o restante do Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado). O Denarc tem 388 policiais e o Deic, 1.173.
No caso do Denarc, havia a suspeita de ligação de policiais com o tráfico de drogas.
No segundo caso, a secretaria tinha indícios de que policiais da 2ª Divecar (Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas), uma divisão do Deic, davam cobertura a ladrões de carga.
Ferreira Pinto, 65, promotor e ex-capitão da PM, afirma que o combate à corrupção policial é uma de suas prioridades.

Ele diz que uma das hipóteses para o aumento da criminalidade neste ano são desvios da polícia -no primeiro trimestre o latrocínio (roubo seguido de morte) subiu 36% e o roubo de veículos, 33%, sempre em relação ao mesmo período de 2008.
“Só poderemos ter uma polícia eficaz no combate à criminalidade se reduzirmos os índices de corrupção que existem”, disse em entrevista à Folha.
Sem citar nomes, o secretário faz referências à série de escândalos da gestão de seu antecessor, Ronaldo Marzagão, que foi afastado pelo governador José Serra (PSDB) por não conter a escalada da corrupção.
O Denarc ficou famoso por elevar o padrão da propina cobrada de traficantes para um patamar acima de US$ 1 milhão.

O megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía contou à PF em agosto de 2007 que policiais do Denarc tomaram cerca de US$ 1,2 milhão (pouco mais de R$ 2,4 milhões), mais dois veículos, para que ele não fosse preso.
Outro caso do Denarc que virou motivo de piada foi a prisão do traficante colombiano Ramón Manuel Yepes Penagos, conhecido como El Negro.
Apesar do sotaque espanhol, o colombiano ficou preso como se fosse brasileiro, com um RG de uma mulher de Borda do Campo (MG). Ele declarou à Polícia Federal ter pago R$ 400 mil à Polícia Civil.
O próprio ex-chefe do Denarc, o delegado Everardo Tanganelli Jr., está sob investigação do Ministério Público sob suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Ele ganha um salário de R$ 8.000 e teria um patrimônio de R$ 4,5 milhões, segundo promotores.
Tanganelli Jr. foi substituído pelo delegado Eduardo Hallage, considerado pelo secretário como “um símbolo” da polícia.

Ele ficou afastado seis anos da cúpula da polícia por se negar a prestar favores a seus superiores quando dirigia a academia.

BMW é acinte
Ferreira Pinto diz que “é um acinte” delegado que vai trabalhar de BMW ou Audi, carros que não poderiam comprar com seus salários -R$ 7.000 em média para os que estão há dez anos no cargo.
E diz não acreditar nos que justificam esse padrão dizendo ser donos de empresas de segurança. Para ele, muitas delas servem como fachada.
O trabalho investigativo deve ser a prioridade da Polícia Civil, segundo Ferreira Pinto.

Ele já começou o desmonte de setores especializados que considera desnecessários: o GOE (Grupo de Operações Especiais), criado para reprimir rebeliões, e o Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos).

Eles só serão reagrupados quando houver necessidade.
Cerca de 300 policiais desses grupos serão transferidos para delegacias com a missão de investigar, segundo o secretário.
“Devemos investir maciçamente na polícia territorial e abandonar um pouco essa ideia de delegacia especializada. São Paulo tem até delegacia do idoso, que nada mais é do que um local de castigo para policiais que entram em conflito com setores da polícia”, diz.
Devem ser extintas a Delegacia do Idoso e a Delegacia de Ordem Sindical e de Acidentes de Trabalho, “que dá ensejo a desvios policiais”. Será recriada a Delegacia do Consumidor, que tratará também de crimes ambientais e de saúde pública.
Para o secretário, a investigação desse tipo de crime nos distritos criou uma distorção: os policiais deixaram de lado a apuração de crimes perigosos porque envolvem mais riscos.

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO – UOL.

REUNIÃO DO SINDICATO DOS INVESTIGADORES HOJE, 20 HORAS, EM BAURU, NA SEDE DA OAB…DISCUSSÃO DE GREVE NÃO ESTÁ DESCARTADA 5

14/05/2009

Policiais civis se reúnem

O Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) espera reunir, amanhã, mais de 300 policiais civis no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção Bauru, na quadra 30 da avenida Nações Unidas. O encontro, previsto para começar às 20h, tratará dos rumos da campanha salarial de 2009. A convocação contempla os policiais de todas as carreiras. Na oportunidade, a discussão de uma nova greve não está descartada.

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O pessoal do Sindicato deveria ter publicado a  convocação  com antecedência.

PEDÁGIO NO LITORAL NORTE PAULISTA FAZ PARTE DA POLÍTICA DE SEGURANÇA…LIMITANDO-SE O ACESSO COM PESADAS TARIFAS OS POBRES E OS LADRÕES NÃO MARCARÃO PRESENÇA NAS PRAIAS DA “ELITE” 18

http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=10423

Além de privatizar o pedágio e justificar o apelido, Zé Pedágio vai ajoelhar-se diante das “privatizadoras”.Ele vai montar um negócio que seja tão “atraente” que as empresas cobrem o pedágio, não dupliquem a estrada e usuários ainda terão que votar nos tucanos.E o governo do estado é que vai pegar grana dos votam nos tucanos (e dos que também não votam!) e duplicar a estrada para que as empresas privadas possam ganhar mais. 

É o modelo clássico de “jestão” tucana.

Como me disse um político mineiro, se fosse (porque não será) presidente, Zé Pedágio venderia o Bolsa Família à Wal-Mart.

Zé Pedágio inscreve-se no panteão onde estão os heróis da privatização latino-americana: Salinas, Fujimori, Menem e o Farol de Alexandria.

Os três primeiros têm alguns problemas com a Lei.

Paulo Henrique Amorim

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DEZENAS DE PRAÇAS DE PEDÁGIO DE BERTIOGA A UBATUBA  É O GRANDE SONHO “DOS RICOS PROPRIETÁRIOS” DE MANSÕES À BEIRA MAR.

O GOVERNO PAULISTA “MALUFOU” DE VEZ…TÁ ARROTANDO A ROTA – TAMBÉM CONHECIDA POR ” ÁGUA MINERAL BENZEDRINA” – COMO TROPA DE ELITE PARA ACABAR COM O PCC 27

PREZADO DR.GUERRA!

VEJA MAIS UMA BRILHANTE IDEIA DO SECRETARIO DE SEGURANCA…
AGORA SIM PODEREMOS DORMIR SOSSEGADOS…

AFINAL A POPULACAO NUNCA PRECISOU DA POLICIA CIVIL…

A GLORIOSA SEMPRE SERVIU AOS INTERESSES DESTE ESTADO…

SERA QUE O DIGNISSIMO SECRETARIO E CABO ELEITORAL DO MALUF?….

POE A ROTA NA RUA…MAS NAO SE ESQUECAM DE RASGAR A CONSTITUICAO E LIMPAR A BUNDA SUJA COM ELA…

São Paulo vai usar a Rota para combater o crime organizado que atua dentro e fora das prisões
Plantão | Publicada em 12/05/2009 às 06h58m
Tahiane Stochero, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO – Os órgãos de segurança pública de São Paulo irão usar os policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) no combate à facção criminosa que atua nos presídios de São Paulo e comandou ataques de terror em 2006 em todo o estado. Segundo o coronel Danilo Antão Fernandes, comandante interino da Polícia Militar, é “uma estratégia de governo” e tem como objetivo “dar uma resposta à altura ao crime organizado”.

O subcomandante revelou a nova estratégia durante solenidade na sede da Rota em homenagem ao capitão Alberto Mendes Júnior, assassinado na década de 70 pelo guerrilheiro Carlos Lamarca, durante o regime militar.

– A Rota não é uma polícia para atender as ligações do 190. É uma polícia de elite. Os policiais são altamente preparados, e serão usados para acabarmos com o crime organizado – disse o coronel.

A Rota ficou conhecida pela forma violenta de reprimir o crime nas décadas de 70 e 80. Nas ruas, o grupo ainda é uma das forças policiais mais temidas pelos bandidos. Possui hoje 800 policiais divididos em quatro companhias e atua principalmente patrulhando regiões da cidade onde há aumento da criminalidade, como um exemplo de “demonstração de força” e em operações de saturação realizadas em favelas com altos índices de violência.

No último dia 17 de abril, policiais da Rota flagraram uma reunião do crime organizado na sede de uma samba na Zona Sul e prenderam 18 homens que planejavam roubos no litoral.

Segundo Fernandes, todas as informações de inteligência do Ministério Público e Justiça serão direcionadas à Rota, que “usará todas as ferramentas possíveis, como inteligência, investigação, escutas e infiltração” para acabar com a facção.

– Vamos investir na inteligência da Rota, torná-la uma polícia diferenciada. Ela não ficou escondida. Sempre trabalhou e esteve nas ruas. Só não era tão divulgada (nos últimos tempos) – disse o coronel.

A estratégia de usar a Rota no combate ao crime organizado foi desenvolvida pelo secretário da Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto, que foi policial militar, promotor militar e atuou na Secretaria da Administração Penitenciária. Colegas de trabalho dizem que ele conhece muito bem o modo de atuação da facção. De acordo com oficiais da Polícia Militar, o governo quer a Rota respeitada e temida pelos bandidos.

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” ÁGUA MINERAL BENZEDRINA”, quem não souber  pode comprar o livro do CACO BARCELLOS:  ROTA 66. 

Quem pode dormir tranquilo é o Governo, pois a ROTA  –   depois do caso ROTA 66 –  só mata preto, mulato ou branco favelado.

Assim, não há grandes possibilidades executarem filhos da classe média alta eleitores do SERRA, GERALDO e KASSAB.

MINAS GERAIS: “REGIME ESCRAVO DE TRABALHO POLICIAL” 11

Venho através desta denúncia procurar, como ultimo apelo, uma solução para um grande problema que se entende há anos no âmbito da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.
Trata-se de uma situação que vem sendo suportada há muito tempo pelos policiais civis deste Estado, pelas mais variadas razões.
A grande maioria dos policiais civis do Estado sofre com o excesso da carga horária que lhes é imposta. De acordo com a Lei, a carga horária do policial civil é de quarenta horas semanais, assim como a maioria dos servidores do Estado. Ocorre que, esta lei não é respeitada na maior parte do estado de Minas Gerais, principalmente nas cidades do interior.
A nossa realidade como policiais civis é muito mais difícil do que as já conhecidas dificuldades referentes as precárias condições de trabalho e os baixos salários. Os policiais civis do interior do Estado sempre foram, de certa forma, escravizados com a exigência de plantões onde o policial civil que trabalhou o dia todo, durante o expediente, é obrigado a ficar a disposição da Delegacia atendendo todos os casos de presos conduzidos que chegam a Unidade, a qualquer hora do dia ou noite e em qualquer dia da semana.
Sou policial de uma pequena cidade do interior e fico, pasmem, de “permanência”, durante todas as horas de todos os dias da semana, não tendo meios de me desligar do serviço, pois não há quem fique em meu lugar. Preciso mencionar que toda a minha vida já foi afetada por esta rotina extremamente exaustiva, sendo que, já perdi esposa, não posso conviver com meus filhos e minha saúde está cada vez mais debilitada.

Diversas vezes já questionei os órgãos que deveriam nos defender sobre este assunto, porém jamais obtive uma resposta sequer e devo reconhecer a razão. A polícia civil é uma Instituição sem qualquer garantia ou independência. Um delegado de polícia, por exemplo, pode ser removido de um lugar para outro do Estado (que é gigantesco) por uma simples decisão política, por conveniência política. Infelizmente devo reconhecer que a Instituição a qual pertenço, vive nas mãos de políticos e é dominada pelos mesmos. Não é igualmente do interesse dos nossos chefes imediatos(os quais possuem cargos em comissão) criarem um conflito com o governo ou mesmo com seus superiores hierárquicos pois os cargos de chefia não se submetem a excessiva carga horária aqui mencionada, pois jamais cumprem plantões ou “permanências”, não sendo, assim, convenientes para os mesmos “brigarem”pelo cumprimento da carga horária de seus subordinados.
Por outro lado, nós, policiais civis do baixo escalão, nos vemos reféns, pois, não podemos contar com ninguém por nós e também não podemos nos expor individualmente, exigindo nossos direitos, pois seríamos fatalmente retaliados com, por exemplo, remoções ex officio que causariam um grande transtorno na vida de todos, considerando o tamanho de nosso Estado.
Dessa forma o Estado de Minas Gerais se encontra numa situação, de certa forma confortável, pois os sucessivos e diários sacrifícios dos policias civis do interior deste Estado não permitem que a população sofra qualquer prejuízo com o ínfimo número de profissionais, pois os próprios policias são quem acabam pagando por mais esta deficiência do Estado.
Sabemos de algumas decisões judiciais que já reconheceram esta realidade dos policiais civis e proibiram que policiais trabalhem além de sua carga horária, em escalas de plantões permanentes que retiram totalmente a liberdade e o direito sagrado ao descanso e ao lazer, o qual deve ser atribuído a qualquer ser humano.

É perfeitamente compreensível que em cidades menores como a minha as ocorrências sejam em menor número do que na capital, todavia, nossas condições de trabalho também são mais precárias e , muito embora não ocorram aqui quarenta flagrantes por madrugada, um que aconteça aqui toda madrugada já impede que nós possamos descansar e dormir como qualquer cidadão trabalhador merece.
Assim a nossa realidade de policiais civis do interior é de trabalhar durante o expediente, cobrir plantão todas as noites ficando inteiramente a disposição para os casos de flagrante, bem como nos finais de semana, e trabalhar no dia seguinte normalmente, pois não há profissionais para dividirem estas tarefas conosco, sem que recebamos absolutamente nada a título de hora extra ou sejamos beneficiados de qualquer maneira com compensação de horas.

Já chegamos a discutir a necessidade de termos folgas semanais que nos permitam um descanso, mas nos foi negado, por razões óbvias, ou seja, não haveria quem cobrisse tais folgas.
Ou seja, o problema é nacional !!!

Policial Civil