DELEGADO 2a. CLASSE DEPOIS DE 20 ANOS DE CARREIRA: R$ 7.860,98 ( bruto )…NO BANCO: R$ 5.276,84 12

Ou seja, R$ 7.860,98, em razão dos quatro quinquênios e sexta-parte.

Assim, um Delegado com 10 anos de carreira ( na 3a. classe ), deve receber em torno de R$ 4.500,00 (líquido).

Um bom salário na ótica de governante que toma como paradigma a miserabilidade brasileira.

Um péssimo salário sob a nossa ótica; tomando-se como paradigma os miliardários políticos pátrios nada patriotas.

Um grande salário para um incompetente  – e corrupto –  filhinho de papai Delegado ou Deputado.

Um péssimo salário para um competente  pai de família.

Ah, cabe lembrar que há poucos meses o salário  desse hoje  3a. classe não passava de R$ 3.500,00!

O nosso, de 2a. classe  –   depois do grande aumento que  com muito sacrifício o governo nos contemplou –  melhorou  R$ 620,00 ( seiscentos e vinte reais). 

Fazer o quê?

Se o governo nos pagar dignamente faltará dinheiro para  as “roubalheiras” em parceria com o setor privado e ‘TERCEIRO SETOR”…( especiamente na “Educação”, cadê uma CPI ? )

Aliás, deveriam chamar TERCEIRA VIA DO PECULATO.

SOLUÇÃO PARA ACABAR COM A ENDÊMICA CORRUPÇÃO POLICIAL: “BOM SALÁRIO” 11

Corrupção por inclinação pessoal grassa, apenas, no meio político. 

É  patológica.

No funcionalismo público, em regra, é efeito de fragilidade econômica; especialmente no meio policial.

Na atividade policial a oportunidade (de se corromper) é abundante; só perdendo para a necessidade.  

Os membros do Ministério Público ganham bem; por tal garantia ( vencimentos sempre dignos) os casos de  desvios e de corrupção são raros. Contam-se nos dedos.

Em contrapartida,  as prisões policiais estão superlotadas.

DO PROCURADOR DE JUSTIÇA FERNANDO NUCCI: Um salário de 7 mil para um Delegado com 10 anos de carreira é tão incompatível como um Porsche de 400 mil 14

[Fernando Nucci] [São Paulo] [Procurador de Justiça]
Soluções corretas demandam diagnósticos corretos do problema.

Ferreira Pinto tocou na ferida certa. Solução?

Não basta expurgar corruptos, é preciso prestigiar gente honesta.

Um salário de 7 mil para um Delegado com 10 anos de carreira é tão incompatível como um Porsche de 400 mil!

Vi mais delegados de polícia punidos porque davam aulas (Marcelo Saliba, nosso colega, é testemunha) para sustentar os estudos dos filhos do que vi punidos por corrupção.

É uma distorção que Ferreira começou a corrigir.

No que vai dar?

Sei lá, mas torço para que, no mínimo, se faça justiça àqueles que vem mantendo a dignidade com os nada dignos 7 mil reais depois de 10 anos de carreira. Acreditem, há muitos, ainda.

E são com eles que o secretário e a sociedade podem contar para por um ponto final a um problema que vem de décadas.

De novo, parabéns ao Ferreira Pinto por dar o pontapé inicial na luta que é de todos.

E esteja certo que há muita gente boa a seu lado na luta.

17/05/2009 00:04

( fonte: BLOG DO PROMOTOR)

CASO DE CHINELAGEM: PROMOTOR EXIGIU UM TELEVISOR PARA BENEFICIAR BICHEIRO 3

Enquanto não analisa as denúncias contra Alcyr, o Órgão Especial do TJ-SP está julgando o mandado de segurança do primo dele, Fernando Menna Barreto de Araújo, promotor de Justiça que atuava em Araras, também no interior paulista, e está afastado desde o ano passado, com base na mesma lei. Ele tenta retornar ao cargo. O julgamento está parado devido a pedidos de vistas do processo por desembargadores.

Primo
Fernando está no MP-SP desde 1991 e é promotor de segunda entrância. Ele é acusado de concussão. Segundo a denúncia, ele exigiu uma televisão de 34 polegadas para se manifestar favoravelmente à revogação da prisão do bicheiro Ezaldivar Victorino.

Ele teria negociado com o filho do contraventor, o também bicheiro Ezaldivar Victorino Júnior. A negociação teria sido intermediada por Marcos Luperini. Mesmo sem ter oficiado no caso, o promotor teria exigido receber a televisão.

Segundo a denúncia, o aparelho foi pago com um cheque de Ezaldivar Júnior e teria sido entregue na casa de Luperini. A nota fiscal teria sido feita em nome da mulher do promotor. A denúncia foi feita em fevereiro de 2003 pelo então procurador-geral de Justiça, Luiz Antonio Guimarães Marrey.

Procurado diversas vezes em seu escritório, o advogado de Fernando, Ruy de Mello Tucunduva, não respondeu aos telefonemas do repórter de Última Instância.

Terça-feira, 14 de junho de 2005

OUTRO CASO DE IMPUNIDADE DE PROMOTOR DE JUSTIÇA POR DELONGA PROCESSUAL 1

O ESTADO DE S. PAULO

Quinta-feira, 21 de outubro de 2004

METRÓPOLE

TJ condena promotora por fraude em auditoria

 

Thélio de Magalhães

A promotora da Justiça Militar do Estado, Stella Renata Kuhlmann Vieira de Souza, e o escrivão-diretor da 1.ª Auditoria Militar, Gilberto Alves, foram condenados ontem pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) a 1 ano e 2 meses de reclusão, por crime de falsidade ideológica. O TJ julgou, entretanto, a pena prescrita e decretou a extinção da possibilidade de punição dos réus, pois se passaram quase 10 anos entre o crime e o julgamento.

Em 18 de novembro de 1994 a promotora e o diretor inseriram declaração falsa no livro de remessa de autos ao Ministério Público, dando como devolvidos ao cartório 480 processos e inquéritos que estavam com Stella sem que ela tivesse se manifestado nos autos no prazo legal. Alguns deles estavam em poder da ré havia mais de dois anos.

A devolução fictícia foi planejada quando a promotora soube que, a 21 de novembro de 1994, haveria na Justiça Militar uma correição da Corregedoria do Ministério Público. Alves mandou que funcionários chegassem mais cedo para a adulteração do livro.

A promotora atribuiu o fato ao “mais absoluto descontrole” no cartório e disse que devolveu os processos. Alves também alegou inocência. O TJ os condenou por maioria de votos. Stella foi afastada do cargo em 2001 pelo Conselho Superior do Ministério Público. O sumiço dos autos beneficiou PMs acusados de assassinato, roubo e extorsão.

PROMOTOR QUE FAVORECEU TRAFICANTE FICOU IMPUNE PELA PRESCRIÇÃO DO CRIME DE PREVARICAÇÃO 1

Promotor de SP é condenado por prevaricação
Por Fernando Porfírio – CONJUR 17/05/2009
 
 
O promotor de Justiça Alcyr Menna Barreto de Araújo Filho, de São Paulo, foi condenado a seis meses de detenção e ao pagamento de 20 dias de multa pelo crime de prevaricação. A decisão unânime é do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo. O promotor, que está em disponibilidade há quatro anos por conta de outros processos administrativos, não vai precisar cumprir a pena porque o colegiado considerou prescrita a punibilidade. Cabe recurso da decisão.
O promotor é acusado de favorecimento pessoal a uma pessoa acusada de tráfico de drogas. Segundo a denúncia, ele se manifestou pela extinção da punibilidade de réu preso com maconha. O crime de prevaricação é cometido por funcionário público quando, indevidamente, retarda ou deixa de praticar ato de ofício ou o pratica para satisfazer interesse pessoal. O Tribunal de Justiça entendeu que o promotor agiu para satisfazer a amizade que tinha com a família do acusado.
O relator da Ação Penal, desembargador Guerriere Resende, julgou “reprovável” a conduta do promotor de Justiça. Para o relator, não se pode aceitar que um promotor de carreira, depois de tantos anos de atuação, deixe de cumprir obrigação de ofício.
No entendimento do relator, o promotor deixou de se declarar suspeito para atuar no processo que envolvia uma pessoa de seu ciclo de amizade e, depois, praticou ato para satisfazer interesse pessoal, ao determinar a extinção da punibilidade do réu no processo.
Na opinião do revisor, desembargador Walter Guilherme, o promotor de Justiça não agiu por mera negligência, como tentou provar a defesa, mas com dolo, pois sabia que a lei veda sua atuação em processo de amigo e, mesmo assim, não se declarou impedido. “O réu cometeu crime contra a administração pública, lesando a sociedade com seu ato”, afirmou o revisor.
A Procuradoria de Justiça se manifestou pela condenação com o fundamento de que o promotor deixou de cumprir seu dever funcional e se declarar suspeito para atuar no caso. A defesa reclamou a inépcia da denúncia.

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ESTÁ E CONTINUARÁ VITALICIAMENTE “NUMA BOA”…

GOZANDO DA DISPONIBILIDADE REMUNERADA.

REGALIAS COMO ESTA,  PARA  POUCOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS,  ACABAM ESTIMULANDO E EXPLICANDO A CORRUPÇÃO  GENERALIZADA NO BRASIL. 

PROMOTOR DO MEIO AMBIENTE DE CATANDUVA É AFASTADO SOB ACUSAÇÃO DE CORRUPÇÃO 5

promotorJoseCarloRodrigSouz_no121530Prevaricação
Ex-promotor de Catanduva é afastado
Catanduva, 19 de maio de 2009
Arquivo

Mesmo afastado, Souza continua recebendo salários do MP

Giseli Marchiote

03:16 – O Conselho Superior do Ministério Público afastou em definitivo da função o promotor de Justiça José Carlos Rodrigues de Souza, que atuou em Catanduva e atualmente estava em São Bernardo do Campo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público. Apesar de não ocupar mais uma vaga no Ministério Público, Souza continua como promotor e recebendo salário da instituição, mas de forma proporcional ao tempo que desempenhou a função. O promotor pode ainda ser alvo na Justiça de ação de exoneração, o que pode resultar na perda do cargo e consequentemente dos rendimentos. O promotor foi investigado por crime de prevaricação. Ele teria cometido irregularidades com o objetivo de obter vantagens pessoais e beneficiado clientes do escritório de advocacia de sua mulher, Eunice Silva Rodrigues. Souza foi investigado pela Procuradoria-Geral do Ministério Público em fevereiro do ano passado, período em que atuou como curador da promotoria do Meio Ambiente de Catanduva.

De acordo com a denúncia formulada no dia 29 de fevereiro de 2008, pelo procurador Hermann Herschander, durante o período em que Souza atuou à frente da promotoria do Meio Ambiente de Catanduva, de abril de 1995 a junho de 2007, o promotor, “motivado pelo propósito de satisfazer interesses econômico e pessoal”, desrespeitou normas de Código de Processo Penal e da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, o que resulta em falha funcional.
Consta ainda na denúncia formulada pelo procurador que Souza beneficiou clientes do escritório de advocacia que sua mulher mantinha em sociedade com o advogado Márcio Alexandre Donadon, ex-estagiário do promotor. “Essa sociedade entre a esposa do denunciado e o Donadon levava Souza a ter interesse pessoal no sucesso das demandas patrocinadas pelo seu ex-estagiário e amigo íntimo, que revertia em benefício – inclusive patrimonial – de sua esposa e dele próprio”, afirma a denúncia.

Herschander também denunciou Souza por ele ter impedido a regeneração de uma floresta natural. Foi constatado, por meio de perícia e depoimentos de testemunhas, que em um sítio do promotor, em área de mata nativa, ele cultivava milho, maracujá e banana. Souza não foi localizado pelo reportagem para falar sobre a decisão do Conselho Superior do Ministério Público.

BÁRBARA SOUZA: ATÉ AGORA NÃO RECEBI O E-MAIL PARA ENTREVISTA AO JORNAL DA TARDE…PÔ, ADORO SER ENTREVISTADO! AH, NEM PRECISO AUTORIZAÇÃO DA SECRETARIA! 11

CCFJTBLOGS DE POLICIAIS SE MULTIPLICAM

 BÁRBARA SOUZA, barbara.souza@grupoestado.com.br

Do cotidiano violento das ruas à homenagem ao pai morto por bandidos, policiais civis, militares e federais de todo o País expõem suas ideias, críticas e realidade no mundo virtual. A internet democratizou a aproximação dos policiais com a sociedade e favoreceu o acesso a pelo menos 67 blogs do gênero. Em São Paulo, ao menos oito páginas sobre o assunto estão na internet – mas o Estado mais desenvolvido do País perde feio para o Rio de Janeiro nesse quesito. Policiais fluminenses já criaram cerca de 30 blogs sobre segurança e violência. Os paulistas, dizem, temem que os desabafos, comentários e críticas escancaradas na internet, com acesso livre de leigos e também dos comandantes, virem alvo de sanções disciplinares. Mesmo assim, alguns desafiam as imposições regimentais e deixam seu recado no mundo virtual. Alguns discutem os problemas da profissão. Outros, repercutem reportagens publicadas pela imprensa. Há os que preferem apenas falar do cotidiano nas ruas. E ainda os que prestam homenagens a colegas mortos ou abrem espaço para discussões sobre a política nacional. A proporção da chamada blogosfera policial chamou a atenção da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC) que, em parceria, estão pesquisando a produção, a quantidade, conteúdo e o impacto dos blogs especializados em segurança pública. A pesquisa incluirá levantamento e análise de blogs, entrevistas com policiais blogueiros e jornalistas e a realização de debates. A expectativa é usar os dados para um seminário no segundo semestre. “Quando nos deparamos com esse fenômeno, resolvemos colaborar para entender com um pouco mais de critério o que isso significa”, diz o coordenador do setor de comunicação e informação da representação da Unesco no Brasil, Guilherme Canela Godoi. Para Godoi, as primeiras impressões dos blogs apontam para o caminho que se debate há algum tempo sobre as tendências das coberturas jornalísticas voltadas para políticas de segurança, polícia e criminalidade. “Não precisamos de cobertura de crime, mas de políticas públicas na segurança, pois resolve muito pouco ficar dizendo que mais uma pessoa foi assassinada”, afirma. Ao menos dois blogs já avançam nessa discussão. Um deles, do coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), do Rio de Janeiro, intitula-se Segurança pública – Ideias e Ações. O propósito do blog, diz, é dar voz aos “especialistas do cotidiano”, policiais que estão na ativa. “A intenção é criar um espaço que durante muitos anos foi ocupado por cientistas de humanidades, que estudam a segurança pública. Era necessário também ter a voz de quem a opera”, afirma Duarte, que criou o blog em 2006. O blog Abordagem Policial, criado por cinco alunos oficiais da Polícia Militar baiana, segue a mesma linha. Levanta questões éticas da polícia, dá dicas de concursos e traz um link com os blogs e sites relacionados à segurança. Criado em 2007, o blog também surgiu como um canal para se discutir segurança pública e polícia, além de mostrar as mudanças pelas quais a corporação vem passando desde o fim da ditadura no Brasil. “A intenção também é quebrar esse estereótipo que a sociedade tem da polícia e a polícia tem da sociedade”, diz o editor da página, Danilo Ferreira.

EM SÃO PAULO, MEDO DE SANÇÕES

 Ao menos oito blogs foram criados por policiais paulistas, mas nenhum deles retornou aos pedidos de entrevistas feitos por e-mail pelo Jornal da Tarde. A justificativa é sempre a mesma: é necessário ter autorização da Secretaria de Segurança Pública para dar entrevistas, sob pena de punição severa. No ano passado, pelo menos dois sites criados pelo delegado Rui [Roberto] Conde Guerra foram tirados do ar por decisão judicial em ação movida pelo governo do Estado. Ele criou uma nova página (https://flitparalisante.wordpress.com/) , dessa vez com críticas mais sutis e denúncias menos contundentes.

O fim do blog repercutiu em vários outros, como no do ex-investigador Roger Franchini, alvo de censura do Estado por ter encaminhado uma carta a um jornalista ironizando o assalto sofrido em 2007 pelo apresentador Luciano Huck, que perdeu seu relógio Rolex. Em um texto do verbeat.org/blogs/cultcoolfreak/, Franchini diz que a blogosfera policial está a meio passo entre o administrador e o julgador. “Ela não fala para o cidadão. Fala para nosso Estado democrático de direito e o obriga a pensar e se movimentar. O cidadão é alheio a tudo isso. Ele precisa de ruas limpas. Com urgência.”

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Querida Bárbara Souza, você  , involuntariamente,  cometeu  alguns equívocos.

E aparentemente não  houve grande interesse em buscar nossas entrevistas, pois garanto-lhe não ter recebido nenhum e-mail.

Aliás, no corrente  ano, em quatro oportunidades,  fomos entrevistados por outros veículos; sem necessidade de autorização  superior.

Consignando-se que tal autorização  –   SEM NENHUMA VALIDADE E FUNDAMENTO LEGAL –  objetiva disciplinar as ENTREVISTAS ACERCA  DE OCORRÊNCIAS CRIMINAIS E ATOS DE OFÍCIO DO ENTREVISTADO…

Evitando-se entrevistas tais como A ESCOLA BASE  ; também afirmações tais como “os ladrões são amadores” (“sic”). 

Assim, não há nenhum impedimento para eu falar sobre aquilo que faço fora das funções.

Por outro aspecto, o “flitparalisante.wordpress” existe desde agosto de 2007.

Verdadeiramente, é o mesmo blog hospedado sob os endereços flitparasilante.blogspot.com e flit-paralisante.blogspot.com.

O Flit continua com o mesmo espírito e a mesma proposta.  

Contudo é tempo de transição na Polícia Civil;  momentaneamente não há razão para ataques ferinos contra os atos  da nova gestão.

Diga-se de passagem, muitos deles adotados conforme AS DENÚNCIAS  de dezenas de policiais civis que empregam este espaço como  um instrumento cidadão.

De qualquer forma , devemos agradecer ao espaço aberto pelo JORNAL DA TARDE.

Remato com a afirmação dos entendidos: A BLOGOSFERA NÃO  PODE PRESCINDIR DA IMPRENSA FORMAL. Beijos.

Ah, meu nome é ROBERTO CONDE GUERRA!  

Não é RUI, mas gostaria de ter metade da grana deles( os RUI ).

 

DEPUTADO PARANAENSE – TAL COMO O COROMÉ PAULISTA – EM VEZ DE DEBOCHE NECESSITA DE TRATAMENTO…TRATAMENTO DE CHOQUE NO ÂNUS PARA SABER QUE PIMENTA NA HEMORRÓIDA ALHEIA NUNCA FOI REFRIGÉRIO 1

18/05/09 – 13h21 – Atualizado em 18/05/09 – 16h26
Exame confirma que deputado estava embriagado em acidente no PR
Carro de parlamentar colidiu com veículo; dois rapazes morreram.
Deputado tinha 130 pontos na carteira de habilitação.
 
O resultado do exame de dosagem alcoólica feito na amostra de sangue do deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB) comprovou que o parlamentar estava embriagado no momento do acidente que matou dois jovens em Curitiba, na madrugada de quinta-feira (7).
 
De acordo com a análise, realizada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba e divulgado no fim da manhã desta segunda-feira (18) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue. Para o Código Brasileiro de Trânsito (artigo 306), a apresentação de dosagem acima de 6 decigramas já é considerada crime, e o nível tolerado é de 2 decigramas.
 
O material examinado pelo IML foi coletado pelo Hospital Evangélico para exames clínicos logo após o acidente, mas só uma semana depois do acidente, quando a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) solicitou as amostras de sangue . “Hoje é possível afirmar com 100% de certeza que o deputado estava sob influência alcoólica no momento da colisão”, disse à Agência Estadual de Notícias o delegado Armando Braga de Moraes Neto, da Dedetran, que acompanha as investigações.
 
Segundo a Sesp, para a conclusão do inquérito ainda falta finalização de outros laudos periciais, como o de levantamento do local de morte, que possibilitará compreender a dinâmica da colisão e a possível velocidade dos veículos envolvidos, e o resultado da necropsia das vítimas. Ainda nesta semana a polícia pretende realizar a reconstituição do acidente.

SERPICO 6, O DOUTOR DOMINGOS PODERIA EXTIRPAR A DENOMINAÇÃO “RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA” 3

O NOVO DGP CORRIGE ABSURDO DO EX-DGP, DR. DESGUALDO, QUE DETERMINOU QUE DELEGADOS DE POLÍCIA, COM EXCEÇÃO DELE E DOS CARDEIAS, PASSASSEM A EXERCER A FUNÇÃO DE AGENTES DE TELECOMUNICAÇÕES, SEM RECEBER PARA TANTO !
DELEGADO NÃO EXPEDE MSG, ELE DETERMINA A EXPEDIÇÃO DELAS !
PARABÉNS, DR. DOMINGOS.

( ass.: SERPICO 6 )
 
Portaria DGP – 13, de 15-5-2009
Altera a Portaria DGP-4, de 18-2-1993
O Delegado Geral de Polícia,
Considerando a necessidade de correção na norma sobre inclusão “on line”, no banco de dados da Polícia Civil, de gravame relativo aos veículos furtados e roubados, resolve:
Artigo 1º – O artigo 2º da Portaria DGP-4, de 18-02-1993, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Artigo 2º – Concomitantemente ao registro da ocorrência de furto ou roubo de veículo, deverá a Autoridade Policial determinar a inclusão dos dados no módulo furto ou roubo de veículos, como caráter geral, sob pena de responsabilidade em caso de omissão.”
Artigo 2º – Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas todas as disposições contrárias, em especial o artigo 1º da Portaria DGP-25, de 1º-07-2002.

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RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA  NÃO ACRESCENTOU NADA AO NOSSO TRADICIONAL “AUTO DE LEVANTAMENTO DE LOCAL DE CRIME” .

E BASTOU UM PUXA-SACO DETERMINAR  A ELABORAÇÃO DA “CRIAÇÃO” DO DOUTOR DESGUALDO PARA TAL COISA, EM SEGUIDA,   SER TRANSFORMADA EM OBRA CIENTÍFICA… E VIRAR LEI!

O EX-DGP CRIOU A RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA…

NÓS A RECOGNIÇÃO RAPINOGRÁFICA.

DEZ CORONÉIS MERECERAM 40 MINUTOS DO MEU GOVERNADOR 6

Do site da SSP:

“Dez coronéis da Polícia Militar do Estado de São Paulo estiveram, na tarde desta segunda-feira (18), no Palácio dos Bandeirantes para serem apresentados ao governador José Serra. O encontro surgiu de um convite de Serra, que fez questão de conversar com cada um dos novos coronéis, promovidos no dia 20 de abril deste ano.

Também participaram o vice-governador, Alberto Goldman, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, o comandante geral da PM, Álvaro Batista Camilo, o secretário-chefe da Casa Militar, Luiz Massao Kita, e o da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho. Segundo Camilo, o encontro foi informal, incluiu conversas individuais do governador com os coronéis e durou pouco mais de quarenta minutos.”

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Quanto prestígio, hem?

Será que ele vai convidar nossos recém-promovidos delegados de classe especial e fazer questão de conversar com cada um deles?

Colaboração: Durango Kid

AÉCIO QUIS DIZER QUE A IDEIA DE SERRA É PIADA…( o herdeiro de Tancredo sabe que Serra tem vida longa ) 1

Aécio diz que ideia de chapa com Serra é “grande piada”
Rayder Bragon
Especial para o UOL Notícias
Em Belo Horizonte
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), classificou nesta segunda-feira (18) de “invencionice” e de “grande piada” a hipótese de sair candidato como vice em uma chapa puro sangue encabeçada pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para disputar a eleição presidencial de 2010.
“Eu não sabia que estava gerando tantas preocupações em tantas pessoas para uma invencionice dessas. Se há algum acordo, esqueceram de me avisar. Não existe absolutamente nada nessa direção”, afirmou.

Segundo o colunista da Folha Online Kennedy Alencar, Serra e Aécio fecharam um acordo, articulado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para que o mineiro seja o vice da chapa do paulista em 2010. Até o momento, os dois disputam a cabeça da chapa do PSDB.
O governador aproveitou o encontro com lideranças do PR (Partido da República) nesta segunda, no Palácio das Mangabeiras – residência oficial do governo mineiro-, em Belo Horizonte, para rechaçar a ideia do suposto acordo. O objetivo da sigla era convidá-lo para sair candidato pela legenda.

“Eu acho que qualquer negociação ou qualquer construção de uma chapa de um só partido, qualquer que seja esse partido, não tem eficácia eleitoral. E acho que ela tem uma grande dose de presunção”, disse Aécio. “Não há hipótese de isso ocorrer. O PSDB, no momento em que definir o seu candidato, deve buscar aliados e construir com aliados a chapa e o plano de governo. Portanto, isso é uma grande piada.”

Questionado se haveria pressão de integrantes do PSDB paulista para que haja o acordo, o governador mineiro desconversou, mas disse que há desinformação no episódio. “Eu não sei dizer de quem partiu isso, mas há desinformação. Se há alguém com interesse de plantar isso, essa pessoa é quem deverá responder”, afirmou.

Aécio encontra-se nesta noite com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ministra uma palestra em uma faculdade de Belo Horizonte e deve pernoitar no palácio. O governador não adiantou o conteúdo da conversa.

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Aceitará se for convidado para vice da Dilma.

HORTOLÂNDIA: “CARANDIRU CAIPIRA” 7

Enviado por Mortolandense  em 18/05/2009 às 1:08

Vejam o que o GOVERNO do PSDB foi capaz de fazer nesses anos de ditadura no Governo de Sp.

Tornou o CARANDIRU em CARANDIRU CAIPIRA… jogou o problema dos presidios para cidades do INTERIOR …é a SOCIALIZAÇÃO do crime no ESTADO.

Vejam a matéria…

http://www.odiariodemogi.inf.br/noticia_view.asp?mat=16432&edit=6

Cadeião muda cidade para pior

EVALDO NOVELINI

Assentada em uma área de 62 quilômetros quadrados, na região de Campinas, Hortolândia é uma jovem cidade paulista com 201.049 habitantes, segundo o censo de 2008. Depois de amanhã, quando completar 18 anos de emancipação, uma parcela considerável de sua população, mais de 10%, não poderá ou não terá motivos para participar dos festejos preparados para comemorar a “maioridade”. É que 10 mil de seus moradores vivem reclusos em uma das cinco unidades prisionais instaladas no Município. Outros 14,5 mil moram no entorno do Complexo Penitenciário em condições de extrema pobreza.

Hortolândia é um exemplo acabado do que pode acontecer quando, sem nenhum tipo de planejamento, um município recebe unidades prisionais. Desde que a primeira delas foi instalada em seu território, em 1991, os índices de violência subiram ao mesmo tempo em que a qualidade de vida dos moradores decaiu. A 220 quilômetros de distância, quando o parâmetro adotado é o rodoviário, este ex-distrito de Sumaré serve também de alerta a Mogi das Cruzes, escolhida arbitrariamente pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária para receber uma unidade de um Centro de Progressão Penitenciária (CPP).

A exemplo do que ocorre em Mogi, onde se pretende erguer o CPP no Cocuera, o complexo prisional de Hortolândia foi construído em uma região agrícola, longe do Centro da Cidade, onde se cultivava verduras e legumes. “Plantava-se alface, tomate, milho, pepino”, relembra o comerciante Jorge Aparecido Rocha, 60 anos. Antigo trabalhador rural, hoje ele sobrevive vendendo petiscos e bebidas de modo informal em um boteco de Nova América, um dos nove bairros que se formaram nas redondezas dos altos muros que isolam os presídios.

Parque Perón, Santiago, Vila da Conquista, Aline, Conceição, Vila Guedes, Sítio São João, Novo Ângulo e Nova América. São esses os nomes dos bairros onde vivem cerca de 14,5 mil pessoas. A origem dos primeiros habitantes não difere. Eram parentes de presos que resolveram construir seus barracos no entorno do Complexo para ficar mais perto de seus filhos, pais, esposos. No encalço, chegaram os vendedores ambulantes, que hoje respondem por uma intrincada rede comercial, que vai do aluguel de roupas e acessórios a serviços de pensão. Como tudo é feito informalmente, os cofres públicos não recebem um centavo de imposto.

Em maio de 2006, a Prefeitura de Hortolândia concluiu um amplo estudo com os moradores que ocupam o entorno do complexo penitenciário. O perfil mostrou que a renda média per capita era de R$ 260,00 mensais, que 72% dos chefes de família eram mulheres, que 50% dessas mulheres estavam no mercado informal como domésticas ou sobreviviam como catadoras de lixo reciclável e que 16% tinham idades entre 20 e 30 anos com filhos menores de 12 anos. Os dados definem com perfeição Luzia Vieira de Moraes, 29, que sustenta o marido, o pai e os seis filhos (com idades que variam de um a 11 anos), com quem mora em uma casinha no Parque Perón: “Trabalho ‘limpando’ frangos”.

O mesmo estudo mapeou as consequências negativas da instalação dos presídios para o Município. Eles são responsáveis, segundo a Prefeitura, pelo despejo in natura no Ribeirão Jacuba do esgoto produzido pelos 10 mil presos, pela formação de bolsões de pobreza, pela ampliação da demanda nas áreas de saúde, educação e assistência social e pelo aumento da violência. No primeiro semestre de 2002, Hortolândia registrou a maior taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes entre as 14 maiores cidades paulistas. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, 33,1 pessoas foram assassinadas para cada grupo de 100 mil naqueles seis meses.

Foi quando a cidade começou a ser chamada de “Mortolândia”. Quem lembra a história é a vice-prefeita Jacyra Aparecida Santos de Souza (PT), 50, que lamenta não poder fazer mais para melhorar a qualidade de vida da população porque o Estado não destina à Cidade nenhum centavo extra por conta do passivo social criado pelo complexo penitenciário. Que, diga-se de passagem, foi instalado sem nenhuma consulta prévia à população. “Quando nós nos demos conta, os presos já estavam sendo transferidos.”

Para cada flagrante feito pelo Denarc deve ser paga multa de R$ 40 mil 26

Justiça proíbe Denarc de prender em Cumbica

16/05/2009 – 07:36 – Agência Estado

SÃO PAULO – O Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) está proibido de fazer autos de prisões em flagrante de pessoas presas no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, ou nas imediações. Em caso de desrespeito, para cada flagrante feito pelo Denarc deve ser paga multa de R$ 40 mil.

A decisão determina ainda que tanto o diretor do departamento quando o secretário da Segurança Pública paguem R$ 20 mil, em caráter pessoal, se a ordem judicial não for cumprida.

A decisão de proibir o Denarc de formalizar a prisão de traficantes na sede do departamento foi tomada pela juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Federal de Guarulhos. Caso os policiais do departamento façam uma prisão no aeroporto, o preso deve ser imediatamente apresentado à Polícia Federal.

A decisão da juíza foi tomada em ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União. A defensoria alegava que os diretos dos presos eram violados cada vez que eles eram levados do aeroporto à sede do departamento, em São Paulo. Argumentava ainda que o crime dos acusados – tráfico internacional de drogas – era de competência da PF.

Por fim, a defensoria dizia que a ida ao Denarc podia favorecer o oferecimento de propina aos policiais, desvio do entorpecente e roubo dos bens do preso.

“Além disso não são raros os casos em que policiais do Denarc são acusados de extorsão (de dinheiro) e até mesmo assassinato, se aproveitando do exercício da função”.

A decisão da juíza foi tomada em janeiro, antes da mudança da direção do Denarc, mas só ontem se tornou pública. A Polícia Civil informou que vai cumprir a decisão e analisar um recurso.

Nesta semana, a PF apreendeu 22 kg e prendeu sete pessoas em Cumbica.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.