Quarta-Feira, 1 de Julho de 2009,
Farid admite que família errou
Da Redação
LUIZ FERNANDO YAMASHIRO
O ex-prefeito de Guarujá, Farid Madi (PDT), admitiu que a família “errou” ao tentar viajar para o exterior com uma quantia de dinheiro superior à permitida por lei, mas negou que o valor transportado fosse de US$ 123 mil (cerca de R$ 246 mil), como divulgado pela Polícia Federal (PF). Ele atribuiu a detenção dos parentes a denúncias feitas por adversários políticos.
O pai, o irmão, a cunhada, a filha de Farid e outras três pessoas apontadas como familiares do ex-prefeito foram presos na noite de sábado no Aeroporto Internacional de Guarulhos ao tentarem embarcar num vôo com destino a Beirute, capital do Líbano. Eles são acusados por evasão de divisas, crime com pena prevista de 2 a 6 anos de reclusão.
Ontem à noite, Farid declarou a A Tribuna que acompanhou os familiares no aeroporto durante as 40 horas em que ficaram detidos na carceragem da PF. Negou que eles portas sem US$ 123 mil, mas não especificou a quantia exata.
Ele disse que os parentes se confundiram quanto ao limite de dinheiro permitido para viagens a outro país, fixado em R$ 10 mil por pessoa. “Meu irmão estava com 10 mil dólares, minha cunhada estava com 10 mil dólares, achando que esse era o limite”, afirmou, admitindo que ele próprio desconhecia a lei. “Minha filha estava com 6 mil dólares. Eu achava que ela estava dentro do limite”.
Farid disse ainda não saber quanto exatamente o pai, Said Abdallah Madi, levava, mas acredita que fosse um montante elevado, devido ao tempo que passaria fora do Brasil. Um de seus tios que vivem no Líbano está com câncer, motivo pelo qual o pai ficaria por lá cerca de seis meses. “Iria ajudar no tratamento dele, levar para algum país próximo, uma viagem curta. Esse foi o objetivo da viagem”.
O ex-prefeito garantiu que o dinheiro levado pela família vem do comércio mantido por eles há 30 anos em Guarujá. “Meu pai é uma pessoa humilde, não sabia que tinha que declarar (o dinheiro). Ele está errado, mas com certeza tem como comprovar a origem do dinheiro”.
Farid negou ainda ter parentesco com outros três detidos junto com o grupo, Ahmad Hussein Hamoud, Khaled Ahmad Hammoud e Khaled El Majzoub, e atribuiu a detenção a uma denúncia “descabida”, “irresponsável” e “covarde” feita por rivais políticos. “Quiseram atingir minha família para me atingir”.
O Ministério Público Federal avalia se fará ou não denúncia contra os acusados.
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PARECE QUE TODO POLÍTICO LIBANÊS IMITA O BABALUF!
NA MODALIDADE: REMESSA ILEGAL DE DÓLARES PARA PARAÍSOS FISCAIS ( DUBAI ).
DEPOIS VEM COM SEUS ARAQUES: “NÃO SABIA”…
“ESSE DINHEIRO NÃO É MEU” …
“É DO COMÉRCIO DA FAMÍLIA”.
TÁ CERTO; A GENTE SABE QUE É DO COMÉRCIO…
DA REDE DAS LOJAS ” COISA PÚBLICA”

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