Ex-delegado é preso em São Paulo com 4,5 quilos de cocaína
LÍVIA MARRA
da Folha Online
O ex-delegado da Polícia Civil José Gustavo de Oliveira, 57, foi preso hoje em São Paulo com cerca de 4,5 quilos de cocaína. Ele foi preso pela Polícia Federal no estacionamento do Shopping Plaza Sul.
Segundo a PF, Souza já havia sido preso por participação no sequestro de um joalheiro, em 1.983.
Iracema Mandarino de Oliveira, 44, mulher de Souza, também foi detida.
Os dois foram autuados em flagrante por tráfico, na Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal.
O ex-delegado, conhecido como Gugu, estava sendo investigado pela PF havia alguns meses
ESTOU PROFUNDAMENTE PREOCUPADA, COM O VIOLENTO PROTESTO QUE NOSSAS ENTIDADES DE CLASSE ESTÃO PLANEJANDO PARA O ANIVERSÁRIO DE UM ANO DE NOSSA GREVE DE 2008.
QUANDO OUVI OS PLANOS, QUASE TIVE UMA SÍNCOPE.
CORRENDO O RISCO DE PARECER COVARDE… LHES CONFESSO QUE NÃO TENHO CORAGEM DE PARTICIPAR DISSO…
ACHO QUE O MOVIMENTO PRETENDIDO, SE LEVADO A TERMO, VAI PROVOCAR VIOLENTÍSSIMA RETALHAÇÃO, POR PARTE DO GOVERNO DO ESTADO..,
CHEGA DE SUSPENSE:
EXATAMENTE AO MEIO DIA, DO DIA TREZE, OS POLICIAS CIVIS, ACIONARÃO AS SIRENES DE SUAS VIATURAS, ONDE ESTIVEREM, POR 1 (UM, PRÁ NÃO DEIXAR DÚVIDA) LONGUÍSSIMO MINUTO…
AH! JÁ IA ME ESQUECENDO, SE DER CERTO, CADA SINDICATO PROVIDENCIARÁ, TAMBÉM, QUE SEJA REZADA UMA MISSA…
GENTE, FALA SÉRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
PENSEI QUE DEPOIS DOS INÚMEROS ABSURDOS DA GREVE DO ANO PASSADO, OS GENIOS DOS SINDICATOS NÃO CONSEGUIRIAM MAIS ME SURPREENDER…
ME ENGANEI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ELES SÃO INSUPERÁVEIS. QUANTO A TOMAR DECISÕES RIDÍCULAS…
SEGUNDO INFORMAÇÕES DA DIRETORIA DO SINDICATO, O VIOLENTO PROTESTO, FOI COMBINADO NA REUNIÃO DA ENTIDADES DE CLASSE, OCORRIDA NA ÚLTIMA QUARTA FEIRA…
GENTE… O SERRA VAI ARRANCAR OS CABELOS QUE LHE RESTAM, DE PURO DESESPERO !!!!
IMAGINEM, O ENORME ESPAÇO QUE E MÍDIA VAI RESERVAR, PARA COMENTAR TAL MOVIMENTAÇÃO!!!!
VAI DAR ATÉ JN E CAPA DA VEJA… ARG!!!!!!
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Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido.
Há pouco tempo, Eric Hobsbawm, em entrevista publicada no jornal argentino Página 12, disse que o presidente Lula “é o verdadeiro introdutor da democracia no Brasil”, pois “lá existem muitos pobres e ninguém jamais fez tanta coisa por eles”. Análise precisa ou arroubo produzido por afinidade ideológica? Nem uma coisa, nem outra. A história em movimento não comporta conclusões apressadas. Os avanços são inegáveis, mas ainda temos um bom pedaço de chão pela frente.
Se o que queremos é consolidar a democracia política como valor permanente, como conjunto de relações sociais a ser permanentemente aperfeiçoado até a afirmação plena da cidadania, um enfrentamento, sempre protelado se faz necessário: julgar e processar os violadores dos direitos humanos durante o regime militar.
Como a história é entendida a partir de recortes da memória, os embates travados, em 2008, entre a Advocacia-Geral da União (AGU), que produziu parecer favorável a torturadores, e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que considera o crime de tortura imprescritível, deixam evidente que, ao contrário de países vizinhos, ainda não há no governo brasileiro uma leitura atualizada da Lei da Anistia, sancionada em plena ditadura.
Falta, como destaca Glenda Mezarobba, professora da Unicamp, “uma interpretação sob a ótica dos direitos humanos e do direito internacional que afirma que não há anistia para crimes como a tortura”.
Afirmar que o expediente legal dos militares “propicia um clima de reconciliação e paz nacional” é desconhecer seus objetivos de origem: impedir que a sociedade tivesse direito à verdade, com a revelação dos crimes cometidos e suas circunstâncias, e evitar a punição dos responsáveis por atos repressivos e ilegais. Ademais, é sempre bom lembrar que a versão original da Lei 6.883 já foi bem alterada, o que não autoriza ações procrastinadoras ou leituras canhestras tão ao gosto do presidente do STF.
Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido. Sob o manto da impunidade dos seus algozes, permanece suspenso em um pau de arara, enevoado pela cortina de uma ideologia autoritária que impossibilita a plenitude democrática. Não lhe é negada apenas a restituição da dignidade, mas a história do seu tempo, aquilo que dá sentido à vida e às lutas nela travadas. É chaga que não fecha. Personifica, perigosamente, o princípio da impunidade para o torturador que, pela sua natureza e magnitude, agravou a consciência ética da humanidade.
A ditadura nasceu e se afirmou como contrarrevolução. Expressou, como definiu Otávio Ianni, a reação de um novo bloco de poder às reivindicações, lutas e conquistas de operários, camponeses e militares de baixa patente. “Em geral, os golpistas estavam combatendo propostas e realizações de movimentos e governos reformistas”. Para tanto, o poder estatal alargou sua ação por todos os círculos da vida nacional, anulando o espaço do privado. O terror e a barbárie espalharam-se pelo tecido da sociedade civil até os mais distantes recantos e poros. Esgotado seu ciclo, por não ter sido enfrentado pelo Estado democrático, sobre ele paira como espectro.
Como noticiou o Jornal do Brasil, “no salão nobre do Clube Militar, generais, brigadeiros e almirantes comemoram o aniversário da chamada por eles Revolução Democrática de 31 de março de 1964”. O general Gilberto Figueiredo disse que via as manifestações de protesto dos estudantes “como direito de se manifestar e de interpretarem como querem, é o direito à liberdade”.
É uma observação incompleta. Como afirmou Herbert Marcuse, “esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecessem. Esse perdão reproduz as condições que reproduzem injustiça e escravidão: esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram – sem derrotar essas forças”.
Até quando o general festejará as luzes que permanecem acesas nos porões?
* Artigo publicado originalmente no Jornal do Brasil
O delegado Carlos Alberto Augusto, 66 anos, do 12º distrito de São Paulo, é suspeito de comandar sessões de tortura no Dops (Departamento de Ordem Política e Social) na ditadura militar (1964-85).
Amigo e tutor do Cabo Anselmo, ambos participaram como informantes do regime na caça aos esquerdistas.
Carlos Alberto trabalhou de janeiro de 1970 a 1977 no Dops.
De acordo com Ivan Seixas, diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo, há vários testemunhos de pessoas torturadas por ele no Dops.
“Ele era conhecido lá como Carlinhos Metralha.”
Ivan apontou Carlos Alberto como torturador em audiência recente no Ministério Público Federal de SP. O delegado nega.
“Eu era agente de informação, não trabalhava em ações”, afirma.
“Apenas cumpri meu dever de defender o país do comunismo.”
Carlos Alberto diz estar pronto para servir as Forças Armadas caso seja necessário um novo golpe.
“Esses caras do governo [Lula] são todos sanguinários. Tudo comunista bandido.
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Explica uma coisa, agentes de informações não eram aqueles que “tiravam” informações?
Como é que vocês tiravam informaçoes de comunista bandido e sanguinário?
Por fim , desculpe-me pela grosseria, Vossa Senhoria apenas prejudica a Polícia Civil quando defende aquele time de lambedor de militar.
A maioria ladrão, bebum, drogado e covarde.
Não tinha essa de dedensor da pátria.
E por causa desses heróis CONTINUAMOS NA MERDA!
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Confidências de um investigador : ” o pessoal ia lá pra ganhar dinheiro, o negócio era sequestrar estudante filho de rico pra dar um cambau de leve; depois tomar uma nota do pai”…
“um monte de trouxa pobre morreu só por ter testemunhado o sequestro do coleguinha metido a comuna”…
“eu dei um tiro no pé de um milico que massacrou um estudante que danificou uma cabine de telefone”…
Me tiraram de lá; eu voltei para o DEIC, mas dias depois meteram fogo no meu Karman-guia prá eu aprender não defender terrorista…
Gripe suína: presídios de SP vão fazer triagem em visitas
De A Tribuna On-line
Os presídios da região Noroeste de São Paulo começaram a tomar providências para evitar o contágio dos detentos com a nova gripe. Nas próximas semanas, o serviço de assistência à saúde dos presídios do estado vai realizar uma força tarefa durante as visitas aos presos.
A orientação da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo é barrar qualquer pessoa suspeita ou com sintomas de gripe nas entradas das unidades. A medida é para evitar que o vírus Influenza A (H1N1) chegue aos presídios. Na região de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, o Ministério Público já vistoriou as unidades.A preocupação com a gripe dentro dos presídios tem motivo. Quase sempre as unidades abrigam mais presos do que a capacidade, o que torna o ambiente propício para a contaminação. O Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto, que tem capacidade para 778 presos, abriga atualmente 1.059. A Diocesana Pastoral Carcerária já começou um trabalho de identificação de grupo de risco dentro das penitenciárias da região.
Mortes do estado
De acordo com a última atualização da Secretaria de Estado da Saúde, divulgada na sexta-feira, 37 pessoas morreram em decorrência da nova gripe em São Paulo.
Também na sexta, além do anúncio do governo do estado, as prefeituras de Campinas, Jacareí e São Caetano do Sul divulgaram novas mortes. Em Campinas, foi registrada a quarta morte da cidade, uma adolescente que estava grávida de gêmeos. Os bebês nasceram em 14 de julho, passam bem e já receberam alta. As informações são do G1.
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Se o vírus chegar aos presídios poderá ocorrer uma “faxina”.
é como o governo tucano : policia só existe na “capitar”, nós do interior , como diria pe. quevedo,”non-ecquisiste” …
“premiozinhos”, só na “capitar”
melhoria, só na “capitar’
ALE ‘bão’, só na “capitar”
equipamento, só na “capitar”
funcionario, só na “capitar”
nós do interior e litoral praticamente somos considerados “de outro país” e ainda querem nos tirar o bom-humor !
Caipirapor continua assim !
hehe
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E “JOTÃO” também, só na capitar. Mas só as elite dos departamento.
O pessoar do Decap tão na roça que nin nóis, plantão com quatro e três equipes ; sem os jotinha das maquininhas e do zoológico.
SÃO PAULO – Um dos índices de violência da capital paulista que há quatro anos vinha melhorando sofreu inversão em 2009. Neste primeiro semestre, foram roubados 19,1 mil veículos em São Paulo contra 15,5 mil no mesmo período de 2008. São 3,6 mil casos a mais, ou 23%. Entre os furtos, a alta foi de 2%.
O total de crimes violentos, homicídios com intenção de matar, roubo, latrocínios, estupros e extorsões mediante sequestro, cresceu como um todo nos seis primeiros meses deste ano em relação ao ano passado. A Secretaria de Segurança Pública diz que o cenário econômico – com aumento do desemprego – interfere diretamente no aumento da criminalidade e que a partir de junho há redução nos crimes.
Desde 2005, os dados oficiais apontavam queda no roubo de veículos na capital nos primeiros semestres de cada ano. De um patamar de 23,4 mil em 2004, ano da última alta, os índices registraram quedas sucessivas até chegar a 15,6 mil no ano passado. Neste ano, a situação se inverteu e, até junho deste ano, foram levados, com violência ou ameaça, 19.102 veículos na capital. São 3,6 mil casos a mais que no mesmo período de 2008. Com essa alta, foi anulado o ganho registrado entre 2007 e 2008, quando houve a última queda na comparação entre primeiros semestres. Entre os furtos, houve, na capital, 452 casos a mais em 2009 que em 2008. As quedas vinham desde 2006, quando foram levados 27,7 mil veículos de janeiro a junho na cidade de São Paulo. Motivo
As justificativas do governo para a alta dos índices de criminalidade no Estado dividiram as opiniões de especialistas em segurança.
O aumento do desemprego leva, sim, o indivíduo a ter uma série de problemas, diz Luiz Eduardo Soares, ex-secretário de Segurança Nacional e atual secretário de Valorização da Vida e Prevenção da Violência em Nova Iguaçu (RJ). Já o diretor-executivo e fundador do Instituto Sou da Paz, o advogado Dênis Mizne, acha prematuro relacionar o aumento de homicídios com o atual momento econômico.
É pouco tempo (desde o início da crise) para se ver o reflexo. Acredito que isso não explica o aumento de homicídio, afirmou.
As informações são do Jornal da Tarde.
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Meu Governador, está na hora de Vossa Excelência criar um instrumento para verificação de certos números.
Por exemplo: verifique o motivo de a nomeação de certa equipe para a Delegacia A, fazer crescer o número de furtos e roubos de veículos nas áreas das Delegacias C, D e E…Com isso o número de latrocínios.
Entende?
Não!
Seguinte: na área da Delegacia A, o furto e roubo de veículos decresce…
Em contrapartida o número de “buracos” ( desmanches de veículos ) cresce.
Rouba lá e trás prá cá; a gente cobra por estimativa.
No documento, a Maçonaria brasileira diz que a corrupção é como se fosse epidemia, que contamina e destrói os princípios morais e básicos da civilidade, afetando a todos, inclusive comprometendo as futuras gerações.
Apesar da autocrítica, o texto de Wilson Filomeno faz uma convocação otimista aos membros de mais de 5000 Lojas Maçônicas ligadas à Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil:
“É preciso que o povo sinta que nem tudo está perdido, pois a Maçonaria, mais uma vez, se dispõe a colocar-se ao lado dos verdadeiros brasileiros que clamam pelo expurgo definitivo da podridão que medra o seio político, extirpando os desonestos, os falsos líderes que tudo tem feito para perpetuar-se no poder, à base da hipocrisia.”
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Ora, já que vivemos uma epidemia de corrupção devemos avaliar as condutas de todos os agentes públicos maçons, pois o que mais se vê são políticos e agentes públicos, entre os quais centenas de policiais, ostentanto a condição de membros da maçonaria.
Acredito que a maçonaria, infelizmente, também tenha sido infectada pelo vírus da corrupção; aliás , doente assintomático, talvez sirva como hospedeiro reservatório.
Todavia, outrora a maçonaria só iluminou o Brasil com personalidades ilibadas do porte de:
Ademar de Barros – médico e político (Governador de Estado)
Jânio da Silva Quadros – Presidente da República
José Bonifácio de Andrada e Silva – “O Patriarca da Independência
Orestes Quércia – político (Governador de Estado)
Julio Prestes – político (Presidente de Estado) – Pinheiro Machado – advogado e político
Mário Covas – Governador.
Deus criou a PC
e veja intão ocê:
o diabo cum inveja
criou a guarda municipar.
Mais viu que nun era iguar
e resorveu de novo tentar
e ansim num rompante
criou os vigilante
aqueles particular.
Mai num tava sastifeito
pruque tudo que criou
tinha muito defeito
e resorveu desmanchá,
mais num deu conta de acabar,
tentô tanto pra imitar
até qui finarmente
cabô criando
a grorosa puliça militar.
Cancrodo cum tudo que o sinhô esprano ai nas sua postage. Mai o sr. tem qui convir cumigo ( eita sô. falei bunito que sõ eu memo ) qui esse policiar que deve aprendê formática num tem que cê necessaramente o investipor. Pessoarmente uso bastante o çaite do tribuná, mai é doi serviço. Um preu tirá o print da tela e otro que o delega manda certificá. entonce, quem tem que aprendê formática e formatização dos procedimentos numa delegacia é o majura, pruqque senão nois bamo continuá a tê dois serviço. O de pesquisa nas ternete e o de certifica pruque tem que convencê os majura que aquilo ali que tá na telinha é bão, firme e valioso quei nem um fio do bigode do meu bisavô.
Cê percebeu a coisa cumo é. Os delegado tem que aprendê e aceitá os procedimento digitar. Sinão num diante investigadô e escrivão usá meios sosfistiscadios se o majura num aceita. Seria o fim da picada a gente consurta um saite e adispiois fazê o print da telia e pur cima tê que fazê certidão. E ocê falô que num precisa se raquer? É losgico qui num precisa, mas sê raquer vai sê como antigamente dizia as lenda que tirava serviço no pau. Tendeu: raqueá informação e tirá serviço no pau vai sê a mema coisa. Rasnquei lasca, sô.
Enviado por SAM em 02/08/2009 às 10:59
Bom dia à todos,li todos os comentários, e pelo que entendi poucos sabem que esta idéia de troféu, ou de melhor policial do mes, foi criada nos anos 80, quando da gestão do Dr. Celso Telles, e no DEGRAN hoje DECAP,o Dr. Liberatori todos os meses fazia uma homenagem aos policiais que tivessem o melhor desempenho, saia no BI
ninguém questionava pois realmente aqueles colegas haviam se superado.Parabéns à equipe vencedora, sim.
Mas a questão é : de que adianta o premio se como a Paula mesmo disse não há condições de trabalho, não há
verba, e nós estamos por vezes e na maior parte das vezes sem dinheiro para lanchar(pão e manteiga)euma média? O Dr. Guerra está se expondo há tempos para que tenhamos ou recuperemos a dignidade perdida, para que possamos trabalhar sem deixar contas atrasadas,sem termos que canecar conserto das vtrs,que possamos nos orgulhar do nosso trabalho.Por favor, pessoal,não precisamos de troféus , e sim de respeito e dignidade,se os colegas que merecidamente foram premiados , tivessem a ousadia de recusar a premiação,aí sim os plagiadores do “trofeu”sentiriam que não adianta tapar o sol com a peneira.
Dignidade,respeito e condições de trabalho e salário, para ONTEM.
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O troféu objetiva aumento de produção, nada mais.
Não há possibilidade de se reconhecer mérito atribuindo valor matemático para trabalhos imensuráveis, pois cada um dos casos possuirá características peculiares e complexidade diversas.
Aqueles que se dedicarem com grande afinco aos mais complexos pouco pontuarão; quem alongar as expressões “logo após” e “logo depois” poderá – hipoteticamente – lavrar vários flagrantes; assim ganhando o troféu desonestamente.
E como argumentamos anteriormente: hoje a pontuação é requisito para receber o trófeu; amanhã, aberto concurso para promoção, o troféu servirá como justiticativa para obtenção de promoção por merecimento.
Atribuir valor numérico e exigir dever de resultado , não apenas o dever de empenho, equivale determinar produção de PROVAS FORJADAS.
Prova forjada: abundante em países desenvolvidos como Inglaterra e Estados Unidos.
Lembrando que o delegado Sérgio Paranhos Fleury, amigo e subordinado de Celso Telles, foi o maior ganhador de prêmios da Polícia; os seus métodos eram mais do que conhecidos internamente, ou seja, tortura, prova forjada, tortura, prova forjada…
Rematando com execução sumária.
Quem contestaria os rotineiros títulos de policial do mês conferidos ao Dr. Paranhos Fleury?
Vivemos em 2009, não tem cabimento a Dra. Sato desenterrar expedientes de tal natureza…E ainda aparecer alguém , sutilmente, nos chamando de “invejoso”, “vagabundo”; também delicada e pejorativamente, de “menino”…
Confundindo e transformando uma questão policial em questão feminista. PAULA “BALLOTTI” em 31/07/2009 às 14:54
Com uma certa razão, pois ainda mantenho muito da pureza e dos sonhos de menino…
“Doutor não fique bravo por ser menino,isto também não escolhemos, não é”…
Não escolhemos, mas podemos eternizar o menino que queria mudar o mundo.
Contudo não vivo nos anos 70, como muitos Delegados de Polícia – meninos e meninas – que se recusaram a crescer interiormente e funcionalmente…
Menino sim, orgulhosamente.
Que meninas feministas, fora de época, como a Paula Ballotti, a tudo respeitem, concordem, obedeçam e satisfaçam ; sem nunca questionar e atrapalhar…
Ah, mas só o “a tudo” que guarde relação com seus genes dominantes!
Mas são essas que no momento do apuro , na quebrada, gritam por um menino que vá lhes salvar.
Pois é tudo que uma feminista sempre necessitou: “um menino pra chamar de seu”.
E este menino adora meninas; raiva só se não tivesse uma pra chamar de minha…
Eu sou seu homem, ela é minha mulher…
E a gente vive junto, a gente se dá bem; consideramos justa toda forma de amor.