Essa unificação obrigará que se estabeleça as atribuições da nova, AGENTE DE POLÍCIA. Quero ver a mágica de nos atribuir todo o conhecimento individual de cada carreira extinta. 18

Enviado por AGENTEPOL EM EXTINÇÃO em 07/09/2009 às 16:45

Apenas para complementar, o total de carreiras a unificar são 8, as sete citadas mais Agente de Telecomunicações. Essa unificação obrigará que se estabeleça as atribuições da nova, AGENTE DE POLÍCIA. Quero ver a mágica de nos atribuir todo o conhecimento individual de cada carreira extinta. Talvez nem seja preciso tanto trabalho, pois se disseram que qualquer um faz nosso trabalho, devem estar se preparando pra fazê-lo.

O pessoal de NU vive se gabando de tanta competência, isso tudo e moleza.

SP: desfile leva 30 mil ao Anhembi; Serra falta 6

SP: desfile leva 30 mil ao Anhembi; Serra falta

07 de setembro de 2009 

O  defile militar do 7 de setembro levou 30 mil pessoas ao sambódromo do Anhembi, na zona norte de São Paulo, segundo as Forças Armadas. O governador José Serra (PSDB) faltou à cerimônia. Sua assessoria de imprensa alegou não saber o motivo da ausência.

Assistiram ao desfile no pavilhão de autoridades o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), além de alguns secretários da Prefeitura e estaduais. O secretário de Estado José Henrique Reis Lobo (Relações Institucionais) representou o governador. Segundo ele, Serra foi viajar.

De acordo com o Exército, desfilaram 4 mil militares das Forças Armadas e da Polícia Militar. Outros 3 mil civis, principalmente alunos das redes municipal e estadual de ensino, também desfilaram no Anhembi.

fonte: TERRA.

LUIS QUINTAL: “sempre pediram pra ajudar a empurrar o carro, e na hora da carona nos deixaram a pé mais uma vez” 7

“Corra que a reestruturação vem aí…Parte 9”
Por Luis Quintal – Desenhista Téc. Pericial   
03 de September de 2009
Prezado colega,

No dia 1º de Setembro, terça-feira, as 15:00 h, a convite da Delegacia Geral de Polícia, a ASPC foi participou junto com outras entidades representativas de classe da Reunião com o Sr. Delegado Geral de Policia, Dr. Domingos, onde foi exposta, uma proposta de reestruturação de carreiras.

Pois bem, não é de hoje que tentam enxugar nossas carreiras, com a alegação de que existe um problema administrativo na Policia Civil, e que em virtude de existirem 14 carreiras, “é muito difícil”, segundo afirma o Sr. Delegado Geral, administrar a mesma.

Não nos foi passado na integra, nem por escrito, e nem na projeção, onde foram mostrados os principais tópicos, o projeto completo, do qual evidentemente não sei de seu teor completo.

Mas deu pra perceber claramente, que estamos, nós das carreiras técnicas da SPTC, sendo desqualificados, uma vez que neste, pretendem a unificação de 7 carreiras a saber: Atendentes de Necrotério, Auxiliares de Necropsia, Desenhistas e Fotógrafos Técnicos Periciais, Carcereiros, Auxiliares de Papiloscopia e Agentes Policiais, sob uma única denominação de “Agentes de Polícia”.

Eu, Luis Quintal, durante mais de três horas de reunião rebati duramente esta propositura, por acreditar que nossas carreiras com suas atribuições, são de suma importância para a Instituição e que portanto deviam ser preservadas, como mostramos claramente no documento exposto em nosso site, www.aspc.com.br, onde ao invés de reestruturação, propomos uma R E V A L O R I Z A Ç Ã O.

Este documento de dez páginas, já foi entregue na SPTC, na Diretoria do IC, na Delegacia Geral, na Secretaria de Segurança Pública e na Diretoria do DAP.

Ninguém até o momento se manifestou, a não ser a Delegacia Geral, que ao que parece não deu importância.

Durante esta reunião ouvi frases assim: “os Papiloscopistas tem direito ao nível superior porque podem assinar laudos” e “qualquer um hoje pode apertar um botão e tirar fotos”. Sobre esta última frase bem que eu poderia responder na hora: “seguindo nesta linha de raciocínio pode-se dizer que, qualquer um também puxa um gatilho”.

Mas por educação respondi o seguinte: “Gostaria de lembrar ao Senhores, que uma máquina fotográfica de última geração, os softwares para desenhos, como Corel Draw, Auto Cad, etc, São apenas ferramentas de trabalho, se o ferramenteiro, não souber como usar não tem valia nenhuma”.

Certa altura fiz o seguinte questionamento: “se justifica que os Papiloscopistas podem assinar laudos e por este motivo, neste projeto são contemplados com o nível superior, o que justificou o ano passado os escrivães e investigadores passarem ao nível superior? Acaso eles também assinam laudos??…Ninguém respondeu.

Disse ainda que, os trabalhos desenvolvidos por Desenhistas e Fotógrafos, também fazem parte do Laudo Pericial, sabendo perfeitamente que o responsável pelo laudo é o Perito, mas deixei bem claro que cada de nós também é responsável pela parte que nos cabe e assina por isso.

Também deixei bem claro que nunca fomos contrários ao nível superior as demais carreiras.

Well devido a grande oposição feita por nós, pelos Agentes de Telecomunicações e pelos Agentes Policiais (que propuseram que todos passarem ao nível superior) foi feita uma votação.

Votaram contra: ASPC, SINTELPOL e AGEPOL

A Favor: AIPESP (Investigadores), SIPESP (Investigadores), AEPESP (Escrivães), Sindicato dos Escrivães, Acarcepol (Carcereiros), ADPESP (Delegados), SINDPESP (Delegados), IPA, SINPOL de Ribeirão Preto, SINPOL de Sorocaba, SINPOL de Campinas, APPESP(Papiloscopistas), AFPCESP e Associação dos Professores da Acadepol.

Como podem observar, “sempre pediram pra ajudar a empurrar o carro, e na hora da carona nos deixaram a pé mais uma vez.”

Prezados, nossa luta continua, vamos fazer o que estiver ao nosso alcance para que sejamos valorizados, manifeste-se você também.

Grande Abraço a todos e muito obrigado.

 

Luis Quintal – Presidente

( colaboração: CHIKO )

SUBTENENTE DA PM VENDIA CALÇADOS PARA MELHORAR A RENDA FAMILIAR: FOI ASSASSINADO! 4

Subtenente da PM é assassinado na Zona Oeste de SP

Kombi roubada do policial foi encontrada horas depois.
Caso ocorreu na noite de sábado (5), na Lapa

 Do G1, em São Paulo

Um subtenente do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar foi assassinado na noite de sábado (5) na Praça Melvin Jones, na Lapa, na Zona Oeste da capital paulista. 

Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, testemunhas disseram que três homens teriam abordado o subtenente, atirado e dois deles fugiram em seguida com a Kombi do policial. Um terceiro suspeito, segundo o registro da ocorrência, teria fugido a pé, entrado na estação de trem da Lapa e descido em Osasco, segundo informou uma testemunha que disse tê-lo seguido. No local do crime, foram encontradas seis cápsulas provavelmente da arma usada no assassinato, além da identificação funcional do policial. A arma do subtenente estava com todos os cartuchos íntegros.

A Kombi do policial foi encontrada horas depois em frente à estação Domingos de Moraes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O veículo passou por perícia e depois foi apreendido para fins da investigação. Dentro da Kombi, havia 16 caixas de sapato, pois a família do policial tem comércio de calçados. O crime deve ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO CEARÁ: “Temos policiais civis muito, mas muito mal preparados”… informou ainda que trará policiais treinados de São Paulo para ministrar cursos aos delegados que irão atuar na Divisão de Homicídios 22

Roberto Monteiro

“Policiais civis não sabem investigar”

< ROBERTO MONTEIRO > Durante entrevista ao programa Coletiva, da TV O POVO, o secretário da Segurança Pública do Ceará, Roberto Monteiro, afirmou que os policiais civis têm sido “incapazes de fazer uma investigação bem feita porque não têm preparo”
07 Set 2009 – 00h52min

O secretário Roberto Monteiro cobra que os delegados elaborem inquéritos policiais com mais qualidade (Foto: GEORGIA SANTIAGO)

“Temos policiais civis muito, mas muito mal preparados”. A frase, dita com ênfase, é do próprio titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, Roberto Monteiro. Durante entrevista ao programa Coletiva, exibido ontem pela TV O POVO, o secretário criticou mais uma vez a Polícia Civil, afirmando que os delegados precisam se especializar para produzir inquéritos com qualidade. “Os nossos homens de polícia, os nossos delegados, quase que na totalidade não apresentam (à Justiça) um produto de boa qualidade”.

O secretário citou um dado para exemplificar o despreparo dos policiais civis. Segundo ele, de cada 100 homicídios de autoria desconhecida no Ceará, 85 permanecem sem que os criminosos sejam identificados, mesmo depois de investigados nas delegacias. “(Os policiais civis) são inteiramente incapazes de fazer uma investigação bem feita porque não têm preparo”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Os delegados, muitos deles, não fazem os inquéritos, na verdade. Tem delegado que não toma nem os depoimentos”.

Para tentar mudar essa realidade, o Governo planeja investir nos 74 novos delegados que tomam posse na próxima sexta-feira. “São bem treinados esses homens, mas ainda novos e verdes. A ideia é investir massivamente neles para que a gente melhore essa Polícia”, promete. O secretário informou ainda que trará policiais treinados de São Paulo para ministrar cursos aos delegados que irão atuar na Divisão de Homicídios, que está sendo construída em Fortaleza.

Esta não é a primeira vez que Roberto Monteiro critica a Polícia Civil. Em setembro do ano passado, durante entrevista ao O POVO, o secretário afirmou que a Polícia Civil estava falida. “Eu continuo com a mesma ideia. Nós temos uma Polícia Civil falida e estamos lutando para melhorá-la”, disse ontem, reconhecendo que o número de policiais ainda é reduzido.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira no Estado do Ceará (Sinpoci), Weudo Jorge, comentou, por telefone, as declarações do secretário. “É preciso esclarecer que a Polícia Civil está sucateada. O Estado não está dando as condições necessárias para que se faça um bom trabalho”, reclama. O POVO tentou ouvir o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Ceará (Sindepol), Luzimar Moura, mas o celular estava desligado. (Tiago Braga – tiagobraga@opovo.com.br)

E-Mais

> Ao fim do programa, o secretário Roberto Monteiro aproveitou o minuto das considerações finais para deixar uma mensagem aos “colegas policiais”: “As críticas que faço não são para denegrir ou diminuir o policial, mas para melhorar (a Polícia)”.

> O secretário foi entrevistado pelos jornalistas Luiz Henrique Campos, repórter especial do

O POVO, e Ricardo Moura, pelo coordenador da Central Única das Favelas (Cufa) no Ceará, Preto Zezé; e pela vice-coordenadora do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), Celina Lima.

> Roberto Monteiro também falou sobre o programa Ronda do Quarteirão. Questionado sobre a insatisfação dos policiais quanto aos salários e à carga horária (eles trabalham oito horas diárias, durante seis dias da semana), o secretário disse que a Polícia cearense “é uma das mais bem pagas do País” e que, desde o início do programa, os soldados sabiam que a carga horária seria diferente.

> No modelo tradicional, os PMs trabalham 12 horas e folgam 24 ou trabalham 24 horas ininterruptas e folgam 48 horas.

> Ainda sobre o Ronda do Quarteirão, o secretário reconhece que o programa tem algumas falhas. “Mudanças precisam ser feitas, o programa evolui. Não é um programa fechado”.

> O programa Coletiva, da TV O POVO, vai ao ar às 21h30min de domingo, com horários alternativos às terças-feiras, a partir das 23h40min.

> A emissora pode ser sintonizada nos canais 48 (aberto), 23 (NET) e 11 (TV Show).

ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DO GOVERNO DO ESTADO CONDENADA POR ESBULHO E OBSTRUÇÃO DE ESTRADA PÚBLICA DE HORTOLÂNDIA 2

Vejam …. agora a Administração Penitenciária no Complexo Penitenciário CAMPINAS – HORTOLANDIA terá que demolir o muro construido em meados de 2005, e que estava obstruindo a via pública (estarada da granja Ito), hoje denominada Estrada Municipal Sabina Batista de Camargo.
 
Foi um absurdo o que ocorreu na época … da noite para o dia, o muro foi erguido e obstruiu a estrada … os moradores, a empresas e até a Prefeitura, que utilizavam a estrada municipal, sequer foram consultados previamente … simplesmente o coordenador das Unidades prisionais Central, sediada em Campinas, determinou que se fechasse a estrada.
 
Justiça foi feita.
 
 
http://esaj.tj.sp.gov.br/esajweb/cpo/pg/show.do

 

É O RELATÓRIO. FUNDAMENTO E DECIDO. Versa a presente ação sobre pedido de reintegração de posse de estrada municipal, obstruída de forma unilateral e arbitrária, por parte de órgão do Governo do Estado de São Paulo. Consta que a Estrada existe no local há mais de 30 anos, e tinha o nome de SMR 281 (quando ainda era Município de Sumaré-SP), depois por força da Lei Municipal 96/03 passou a denominar-se Estrada Municipal Granja Ito e atualmente é denominada de Estrada Municipal Sabina Batista De Camargo. Referida estrada já constava com sua trajetória e indicação do plano Diretor da Secretaria de Transportes do Estado (fls. 19 e 252 e 253), que data de Julho de 1989, bem como da fotografia aérea (fls. 18), que data de 31/07/1978, ou seja, muito antes de existir o Complexo Penitenciário Campinas Sumaré (atual Campinas Hortolândia). O réu, o Estado de São Paulo, contestou alegando que a área pertencia a antiga FEPASA que foi incorporada a Rede Ferroviária Federal RFFSA e que algumas propriedades imobiliárias, dentre elas, a área onde existe a estrada, foi adquirida por dação em pagamento pela RFFSA ao ESTADO, juntando cópia do Decreto Estadual 45.083 de 31/07/2000 (fls. 71), onde consta no item ordem 03, a descrição do terreno com área de 19.825,10 metros quadrados, em Hortolândia. Pois bem. Tratando-se de ação possessória, cumpre verificar quem é detentor do melhor direito à posse. Afirma o Estado de São Paulo ser proprietário da área, sustentando que a recebeu legitimamente, por força do Decreto 45.083/00, mediante dação em pagamento. Entrementes, tal argumento não prospera. Em primeiro lugar, não é cabível a exceção de domínio em sede de ação possessória. Em segundo lugar, sequer comprovou o requerido a propriedade do bem, já que tal somente pode sê-lo através do Registro Imobiliário. Ultrapassada a questão da propriedade do bem, cumpre analisarmos detidamente o Decreto 45.083/00, documento que teria outorgado ao réu mediante dação em pagamento a área em que houve a construção do muro. Desta análise, verificamos que não consta nesse decreto ou em qualquer outro documento que o réu tenha apresentado, indicação geográfica com a exata delimitação da área dada em pagamento, ou seja, faltam os marcos topográficos, bem como a indicação dos rumos, com as respectivas latitudes e longitudes. Não bastasse a falta de marcos indicativos da exata localização do terreno dado pela RFFSA ao Estado de São Paulo (fls. 71), a metragem da propriedade indicada na matrícula 69.990 do CRI de Sumaré (fls 10) é muito maior do que aquela dada em pagamento. Com efeito, no Decreto consta a metragem de 19.825,10 m² ao passo que na matrícula a metragem é 948.355,56 m², ou seja, a área na qual foi construída o muro é quase 50 vezes maior que a área dada em pagamento no Decreto! O gráfico abaixo ilustra com clareza o tamanho da área da Matrícula e a fração (apenas 2%) que o Estado alega deter legitimamente. Ora, como se determinar com precisão se a (diminuta) área dada em pagamento é exatamente aquela onde está localizado o muro, já que não há qualquer documento comprobatório ou indicativo desse fato? Seria uma extrema e grande coincidência que a área onde o Estado têm direitos é exatamente a mesma onde o muro foi construído! Vejamos o outro lado. A existência da estrada municipal que passa pela área em litígio restou exaustivamente comprovada. Pelos mapas fornecidos, verificou-se que essa estrada vinha sendo utilizada desde 1978 pelos munícipes, fato esse que se encontra em conformidade com os mapas anexos ao laudo. Comprovou-se que a estrada era mantida anteriormente pela Prefeitura de Sumaré denominada SMR 281. O Município de Hortolândia, demonstrando o efetivo exercício de posse e uso do povo sobre a estrada, editou a Lei Municipal nº 96/93 e denominou-a Estrada Municipal Granja Ito. No ano de 2002, através da Lei Municipal nº 1065/2002 passou a denominar-se Estrada Municipal Sabina Batista de Camargo. Através do levantamento e das fotos aéreas foi possível constatar que a estrada periciada existia muito antes da instalação do Complexo Penitenciário. Assim, até o presente momento poder-se-ia presumir que a referida estrada, conquanto tivesse sido construída em terras alheias (leia-se, propriedade da FEPASA), estava sob a efetiva posse do Município. O exercício dessa posse estava sendo feito através da manutenção da estrada, bem como de sua regulação jurídica, na medida em que o legislador preocupou-se, inclusive, em nomear a via pública. Portanto, demonstrada está a legítima posse que era exercida pelas Prefeituras de Sumaré e posteriormente Hortolândia, sendo certo que não há demonstração comprobatória de que a área ocupada é de propriedade ou mesmo de posse legítima do requerido; Resta enfrentar, por fim, a questão da segurança pública trazida aos autos, a fim de verificar se trata-se de um fato impeditivo justificante ao exercício do direito da autora. Em primeiro lugar, verifica-se que somente no ano de 2005 é que o órgão do Governo do Estado de São Paulo, preocupou-se em construir um muro ao redor do Complexo Penitenciário, ou seja, passados mais de 16 anos da instalação do presídio. Assim, não é o muro, em uma primeira análise, que garante a proteção do presídio. Com efeito, observando as fotos e o próprio laudo pericial, denota-se que a proteção do presídio é feito pelos dois reforçados alambrados que cercam a cadeia, bem como pelas torres estrategicamente instaladas uma em cada ponta do local, a fim de evitar fugas. O muro é, tão somente, uma proteção a mais para o presídio. Tanto é assim que a parte nordeste do complexo não está cercada por muro. Ou seja, se houvesse um plano de fuga, mesmo a manutenção do muro poderia permitir a fuga pelo outro lado do complexo. Por fim, não consta que a Prefeitura Municipal tenha sido consultada para aprovar tal construção, nem que tenha sido expedido alvará ou licença para a construção, como determina a Lei. Ou seja, até mesmo nessa seara o órgão da administração do Governo do Estado agiu de forma irregular, sem comunicar previamente o órgão fiscalizador da Municipalidade de Hortolândia, mesmo sabendo que tal atitude viria a prejudicar o acesso de pessoas pela Estrada Municipal, restringindo-lhes o direito possessório da autora. Ademais, verifica-se no laudo pericial e plantas que o acompanham, que as casas dos diretores encontravam-se “separadas” da área do complexo penitenciário, estando localizadas à margem esquerda a estrada, sentido Noroeste e, ao lado direito, o Complexo Penitenciário. Está bem delimitada a extensão da estrada no local, que passava à margem do complexo Penitenciário e que há espaço suficiente do muro até os alambrados das Unidades prisionais. Observa-se que, se o muro tivesse sido construído seguindo o alinhamento lateral, paralelo ao alambrado existente no local, (fotos de fls. 239 e 241 do laudo) às margens da Estrada Municipal, não prejudicaria em nada a segurança do local, pois assim estaria separando a área Prisional da área destinada a casa dos Diretores, que com certeza, correm mais riscos com área residencial ligada diretamente a área prisional, em caso de eventual rebelião ou fuga de preso. Desta forma, os moradores de Hortolândia, e conseqüentemente, a Municipalidade de Hortolândia, têm há muitos anos (desde 1978), direitos possessórios sobre a estrada, não titulada, e que, segundo as provas coligidas nos autos, sobretudo, o laudo pericial de fls. 218/254, a população sempre dela fez uso, inclusive empresas, moradores e vizinhos da região próxima ao Complexo Penitenciário, e dos bairros Jardim Novo Ângulo e adjacências, conforme ficou demonstrado com os abaixo-assinados dos moradores e ofícios das empresas BSH Continental e Gonvarri Brasil (fls. 25/40). Portanto, não há que se levantar como defesa a questão da segurança não só porque a proteção da muralha pode ser refeita de forma a evitar fugas dos estabelecimentos prisionais como também conferir maior segurança aos diretores do Complexo.

DISPOSITIVO

Diante de todo o exposto e de tudo o mais o que consta dos autos, com fundamento no inciso I do art. 269 do Código de Processo Civil, julgo procedente o pedido para reintegrar ao Município de Hortolândia, na posse da Estrada Municipal da Granja Ito (SMR 281), atualmente denominada Estrada Municipal Sabina Batista de Camargo, descrito na inicial, localizada na matrícula 69.990 do CRI de Sumaré-SP, às margens do Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia, procedendo-se a desobstrução da referida via pública, em toda sua extensão. Defiro o prazo de 15 (quinze) dias para a desobstrução da Estrada Municipal Sabina Batista de Camargo, de forma voluntária, sob pena de, não o fazendo, proceda a autora, a desobstrução de forma forçada, com emprego de equipamentos, máquinas e pessoal, que se fizerem necessários, inclusive com requisição de auxílio policial, o qual fica defiro. Por conta da sucumbência, condeno o Réu ao reembolso das custas iniciais, ao pagamento das finais e dos honorários advocatícios, os quais, atenta ao que determina o parágrafo 4º, do artigo 20 do Código de Processo Civil, fixo em R$ 10.000,00 (dez mil reais). PRIC (Em caso de recurso deverá ser recolhida o preparo no valor de R$79,25 em guia propria – Gare código 230-6,mais o valor de R$20,96 por volume, que deverá ser recolhido em guia do fundo especial de despesa do TJSP(FEDTJ) código 110-4)

( enviado por CIDADÃO )

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL E AUMENTO PARA POLICIAIS FORAM ESTRATEGICAMENTE PROPAGANDEADOS 8

05/09/2009 – 08h43

José Serra já tem equipe para tocar eleição presidencial

da Folha de S.Paulo

Embora relute em admitir sua candidatura à Presidência, o governador de São Paulo, José Serra, já escalou seus colaboradores –muitos deles pinçados da própria estrutura do Estado– para organização da pré-campanha presidencial.

Fiéis aliados de Serra, o vice-governador Alberto Goldman e o chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, exercem diferentes tarefas. Enquanto Goldman é preparado para assumir a cadeira de governador, caso Serra se afaste para concorrer à Presidência, Nunes Ferreira se dedica à negociação com partidos, especialmente no Estado.

Diretor-executivo da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), o economista Geraldo Biasoto Júnior é recrutado para a radiografia de Estados visitados pelo governador, desenho da conjuntura econômica e como colaborador na elaboração de discursos.

Fora dos limites de São Paulo, a articulação política fica a cargo do deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (BA) e do presidente nacional do PSDB, o senador Sérgio Guerra (PE).

Já o ex-deputado federal Márcio Fortes (RJ) deixou o Rio de Janeiro e o comitê financeiro do PSDB para ocupar a presidência da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano). Ex-tesoureiro do PSDB, Fortes não esconde que lhe agrada a ideia de estar mais próximo de Serra num momento pré-eleitoral.

Matarazzo

Também com trânsito no empresariado, o ex-secretário municipal Andrea Matarazzo deverá ocupar uma função executiva na campanha de Serra.

Apesar da dissonância com parte do tucanato, o prefeito Gilberto Kassab ganha espaço na articulação política, especialmente dentro do DEM.

Interessado em se viabilizar como articulador, ele costuma reunir presidentes de partidos e o ex-governador paulista Orestes Quércia (PMDB) em jantares na sua própria casa. Sua movimentação é vista com desconfiança pela ala de Geraldo Alckmin no PSDB.

Coordenador de campanhas vitoriosas de Serra, o jornalista Luiz Gonzalez é consultado pelo governador paulista sobre a área de comunicação. Para ocupar um assento no comando de uma eventual campanha, Gonzalez terá de convencer o PSDB de que seu discurso é capaz de extrapolar os limites de São Paulo.

Sobre a área econômica, Serra gosta de conversar com o secretário de Cultura e ex-ministro João Sayad. Além dele, tem como conselheiros o atual presidente da Sabesp, Gesner Oliveira e Biasotto. No governo, conta ainda com os secretários Francisco Vidal Luna (Planejamento) e Mauro Ricardo Costa (Fazenda).

PUBLICIDADE

Governo Montoro

O chamado núcleo serrista teve sua gênese no governo Montoro. Secretário de Planejamento, Serra trabalhou ao lado de Sayad, então secretário de Fazenda, e Nunes Ferreira, à época líder de governo.

O grupo ganhou corpo, porém, a partir do governo Fernando Henrique Cardoso. À frente do Ministério da Saúde, Serra recrutou uma equipe a qual recorreu na prefeitura e no governo. Também consolidou aliados no Congresso Nacional, como o próprio Goldman: “Desde então, estou ao lado dele”, diz Goldman, generoso em elogios ao chefe.

Ao longo da trajetória, Serra também incorporou novos integrantes ao grupo, que tem resistido às brigas e disputas internas. O ano de 2010 será um novo teste para os serristas. A dúvida é se o grupo ficará unido ou rachará na disputa pela sucessão de Serra no Estado.

Cel. Ricardo Jacob: Qualquer questão encaminhada para o legislativo Paulista pelo executivo é aprovada sem discussão ou qualquer tipo de emenda para aperfeiçoar o texto 2

Assembleia Legislativa de São Paulo.
Autor: ricardojacob

Chamada de casa do povo, a Assembleia Legislativa é constituída por 94 deputados estaduais, em sua maioria (71) aliados ao governador José Serra (PSDB).
Qualquer questão encaminhada para o legislativo Paulista pelo executivo é aprovada sem discussão ou qualquer tipo de emenda para aperfeiçoar o texto. Simplesmente é colocada em votação e aprovada. Os 21 deputados da oposição tentam regimentalmente obstruir o rolo compressor dos situacionistas, porém, é uma luta matemática desleal e impossível de ser vencida.
Apreciando a questão com mais isenção, neste caso, será que há a necessidade de tanto gasto para que o Legislativo só aprove o que o Executivo quer?
Essa é uma meditação para os dias de hoje, para que não cometamos os mesmos erros nas próximas eleições.

CRIMINOSA PROPAGANDA POLÍTICA: “Investigadores e escrivães terão referências salariais iguais às dos peritos. Para tanto, receberão aumento”… UMA GARANTIA UOL E FOLHA DE SÃO PAULO, PODEM GASTAR POR CONTA! 24

04/09/2009
Policial terá aumento com mudanças na carreira
Vinícius Segalla e Amanda Mont’Alvão
do Agora

Oito carreiras da Polícia Civil de São Paulo se transformarão em apenas uma (agente de polícia), com aumento salarial para a maioria, segundo a Delegacia Geral de Polícia.

Reajuste de 6,5% é pago hoje
Os próximos concursos para delegado exigirão aprovação no exame da OAB. Investigadores e escrivães terão referências salariais iguais às dos peritos. Para tanto, receberão aumento. A progressão na carreira se dará só por tempo de serviço e títulos, pondo fim ao critério de merecimento.

Essas e outras mudanças estão no plano de reestruturação das carreiras da Polícia Civil, que foi apresentado, no começo da semana, pelo delegado-geral da Polícia Civil, Domingos de Paulo Neto, aos sindicatos da instituição. Das 17 entidades presentes na reunião, 14 aprovaram.

Domingos deverá enviar o plano ao secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, até o final da semana que vem. A ideia é que um projeto de lei com a reestruturação seja enviado à Assembleia Legislativa ainda em 2009. “Todas alterações foram submetidas às categorias”, diz o delegado-geral.

Unificação


Oito carreiras que exigem ensino médio (agente policial, carcereiro, agente de telecomunicações, desenhista técnico-pericial, fotógrafo pericial, auxiliar de necropsia, atendente de necrotério e auxiliar de papiloscopista) passarão a compor a nova carreira de agente de polícia.

O salário será igual ao do agente de telecomunicações, atualmente em R$ 1.466,38 (sem contar as gratificações). O maior aumento será para carcereiros e agentes, que ganham, hoje, R$ 1.090.

Investigadores, escrivães e papiloscopistas também terão aumento, já que as carreiras, de nível médio, passarão a exigir nível superior. “Essa era uma reivindicação de 20 anos da categoria. As mudanças valorizam os profissionais”, diz Alaor da Silva, da associação dos papiloscopistas.

Outra mudança virá na progressão das carreiras. A indicação por mérito para que o servidor mude de classe acabará, com exceção da promoção da classe final para a superior (chamada, hoje, de especial).

http://www.agora.uol.com.br/trabalho/ult10106u619312.shtml

NÃO TEVE PARTICIPAÇÃO FEMININA…ESSA REESTRUTRAÇÃO SERÁ UMA PROCRIAÇÃO SEM MULHER 10

Subject: SITE DO SINDPESP
To: roberto conde guerra <dipol.

 

Nesta data (01/09/2009) iniciamos ao lado das outras entidades classistas, representantes das Associações e Sindicatos dos Policiais Civis do Estado, a primeira reunião com duração de quatro horas, presidida pelo Exmo. Delegado Geral de Polícia, as discussões sobre o Futuro Projeto da Reestruturação da Polícia Civil. Aprovou-se por maioria de votos dos presentes, o enxugamento das carreiras policiais civis, das catorze existentes, para sete apenas.

Publicação: 01/09/09

__________________________________

Pode até  sair qualquer coisa, mas nada que preste.

ESTE RABISCO QUE TENTAM VENDER COMO “NOVO PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO” FAZ PROVA DA INÉPCIA EXISTENTE NA POLÍCIA CIVIL…ALIÁS, TAL INÉPCIA É TODA DE QUEM O RABISCOU E FEZ PUBLICAR PARA ACIRRAR DISCÓRDIAS…ATÉ JARGÃO DE MAU GOSTO FOI ELEVADO À CATEGORIA DE INSTITUTO DE DIREITO ADMINISTRATIVO: “FICA PROIBIDO O BICO” 171

PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO

O NOVO Projeto de Reestruturação contém alterações substanciais e necessárias para corrigir algumas distorções e seu conteúdo resumimos abaixo:
a) Inamovibilidade para Delegados de Policia, já prevista inclusive na Constituição Estadual;( INAMOVIBILIDADE  PARA INGLÊS VER, O atual  DGP E O seu atual DGP ADJUNTO NUNCA RESPEITARAM TAL DISPOSITIVO JÁ PREVISTO NA C.E.,  inclusive )
b) 07 (Sete) Carreiras Policiais:
Delegado de Polícia – Bacharel em Direito
Médico Legista – Bacharel em Medicina
Perito Criminal – Nível Superior
Investigador de Polícia – Nível Superior
Escrivão de Policia – Nível Superior
Papiloscopista Policial – Nível Superior
Agente de Policia – 2° Grau
c) O RETP passa denominar-se REPJ Regime Especial de Polícia Judiciária . ( NA CONTRAMÃO DA CONSTITUIÇÃO, POIS DETERMIDAS CARREIRAS DEVEM RECEBER SUBSÍDIO SEM PENDURICALHOS )
d) 4 Classes:
Classe Inicial
Classe Intermediária
Classe Final
Classe Superior
e) Cursos para promoção de classes na Academia de Polícia terá valor de Pós – Graduação . ( COMPETÊNCIA DA UNIÃO…O CURSO NA ACADEMIA NÃO SERVE PARA NADA, SALVO O FIM PARA QUE TEORICAMENTE SE DESTINA: ATUALIZAÇÃO E REQUISITO PARA PROMOÇÃO PARA MERECERIMENTO NAS CLASSES QUE SERÃO EXTINTAS : 2ª e especial )
f) A promoção ocorrerá sempre nos meses de Janeiro e Julho de cada ano.
g) Diferença entre as classes será de 20%.
h) Todos de Classe Especial, serão enquadrados na Classe Superior. ( ENQUADRAR O REDATOR …rs, o termo é CLASSIFICAR )

i) Concurso para novos Delegados de Policia será exigido aprovação em exame da OAB.  ( OS DELEGADOS , A MAIORIA JÁ PERTENCIA AOS QUADROS DA POLÍCIA , AGORA QUEREM  COLOCAR MAIS UMA TRAVE NO CAMINHO DOS CANDIDATOS; DOS POLICIAIS ESPECIALMENTE )
j) Fica criado:
Colegiado Superior da Policia Civil composto por ex-Delegados Geral de Polícia.( CONSELHO ANCIÃO OU CONSELHO DE  EGRESSOS )  
k) Anexo I: Investigador de Polícia e Escrivão de Polícia terão seus vencimentos iguais ao do Perito Criminal. ( INCONSTITUCIONAL – PROIBIÇÃO DE VINCULAÇÃO DE VENCIMENTOS )
l) Esta Lei Complementar e suas Disposições Transitórias aplicam-se no que couber a todas as carreiras policiais da ATIVA, INATIVOS e PENSIONISTAS.
m) Fica proibido o bico, exceto para Ensino e Difusão Cultural. ( BICO  É JARGÃO, LOGO IRÃO CONSTAR NA LOP:  É PROIBIDO  RECEBER “JOTINHA”, PROIBIDO “VENTAR”, “ESCULACHAR” O INVESTIGADO…DAR BONDE…etc )

n) Permanência nas Classes:
Classe Inicial até 5 anos.
Classe Intermediaria – Mais de 5 e até 15 anos.
Classe Final – Mais de 15 até 25 anos.
Classe Superior – Acima de 25 anos.

O conteúdo da Reestruturação acima foi aprovado pela quase unanimidade das Entidades de Classe da Polícia Civil (14×3) em reunião realizada em 01/9/2009 na Delegacia Geral de Polícia. ( VOTO DE REPRESENTANTE DE CLASSE, SEM PRÉVIA  DISCUSSÃO  E APROVAÇÃO DA MAIORIA DOS MEMBROS DA RESPECTIVA ENTIDADE…É COMO VOTO DE LIDERANÇA: SEMPRE CONTRÁRIO AOS INTERESSES COLETIVOS )
-Acreditamos que realmente agora teremos uma Reestruturação de verdade!!! ( EU QUE ACREDITO NA EXISTÊNCIA DO PAPEL- NOEL…EU QUE CACEI SACI-PERERÊ COM PENEIRA DE PEDREIRO E GARRAFA DE CERVEJA EM DIA DE NOROESTE…TAMBÉM ACREDITO QUE TEREMOS UMA REESTRUTURAÇÃO DE VERDADE…MAS SE DEPENDERMOS DOS NOSSOS REPRESENTANTES :  NO  “OLAM HABÁ”! )

Vanderlei Bailoni
Presidente AIPESP

03/09/2009
INVESTIGADORES TERÃO TETO DE PERITOS

Dirigentes do SIPESP (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) estiveram reunidos, na última terça-feira, com uma equipe de negociação da DGP (Delegacia Geral de Polícia) para discutir o plano de carreira que esta sendo montado para a categoria.
Segundo os sindicalistas, muitas das idéias apresentadas pelo SIPESP foram acatadas pela DGP e constam no esboço do projeto.
Um dos exemplos é a remuneração máxima que poderão receber investigadores e escrivães com nível superior. No plano esboçado, esses valores serão iguais ao salário de peritos, cuja remuneração inicial atualmente é de R$ 2.850.
Quem quiser mudar de carreira mas não tiver qualificação para isso poderá prestar um curso na Academia de Polícia do Estado e, depois, candidatar-se à progressão.
Um ponto, porém, não foi atendido, o de possibilitar promoções sem a realização de concursos. O sindicato teria ouvido da DGP que a transposição de cargos, sem a realização de concurso, é inconstitucional.
Por enquanto, o novo plano de careira segue em analise interna na polícia civil. Depois, ele será submetido à Secretaria da Segurança Pública e, por fim, levado ao governador José Serra, que enviará o projeto à Assembléia Legislativa.

Fonte: Jornal Agora
FUNCIONALISMO

Vinicius Segalla
03/09/09

 

MAIS UM POLICIAL MILITAR INDICIADO POR TRÁFICO DE MUNIÇÃO PARA RIFLES DE ASSALTO 6

Mais um PM investigado por desvio  

Mais um soldado é investigado sob acusação de desviar balas de fuzil 7,62 mm do Centro de Suprimento e Manutenção de Armamento e Munição da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ele e outros dois homens foram indiciados no 95º DP (Heliópolis). A Polícia Civil já havia prendido o sargento Ricardo Tadeu de Souza Ferraz, de 43 anos, acusado de municiar traficantes do Comando Vermelho (CV) do Rio de Janeiro com 2 mil projéteis de idêntico calibre extraviados do mesmo setor.

O nome do soldado não foi divulgado. A Justiça negou o pedido de prisão contra ele por falta de provas. Policiais chegaram ao PM após a prisão, no último dia 24, de Oséias dos Reis Lacerda, 51 anos, e Sandro Luís Esperantio, 46. De acordo com a Polícia Civil, ambos tentavam vender 145 balas de fuzil 7,62 mm em Heliópolis.

Ainda segundo a Polícia civil,a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante do produto, informou à Polícia Civil que as balas pertenciam ao lote AAY68, vendido para a Polícia Militar em 31 de agosto de 2006. O soldado indiciado é lotado numa unidade da PM na zona leste. O sargento Ferraz, preso no Presídio Militar Romão Gomes, era lotado no Centro de Manutenção e Armas.

O soldado Marcos Rantiguieri foi morto com 18 tiros de fuzil na Praia Grande, litoral sul, em 3 de outubro do ano passado…Do outro lado Sargento roubava munição do Estado e vendia para marginais 7

Policiais mortos em poucos meses na Baixada Santista

31/08/2009

Marco Antonio Vieira levou dez tiros em São Vicente

06/04/2009

O soldado Edmundo Andreia Junior morto a tiros em São Vicente em uma emboscada

04/03/2009

O tenente Silvio França da Silva executado a tiros em São Vicente

23/03/2009

O soldado Marcio Luis Bueno é morto em Praia Grande

03/08/2008

Soldado Mauro de Lara Torquato assassinado em Praia Grande

03/10/2008

O soldado Marcos Rantiguieri é morto a tiros em Praia Grande

19/10/2008

Cabo Anderson Lira é morto com tiros de fuzil na frente dos filhos em Praia Grande

————————————-

POLICIAL QUE TRAFICA  MUNIÇÃO MERECE PENA DE MORTE?

POLICIAL QUE TRAFICA MUNIÇÃO MERECE PENA DE MORTE?

ENTREVISTA DA 2a. PARA LEITURA SABATINA: Uma prisão de merda custa 250 por dia na Itália. Não faz sentido usar algo tão caro para qualquer criminoso…AQUI O POBRE É PRESO POR TENTAR FURTAR UM TICO DE CARNE 8

massimo pavariniENTREVISTA DA 2ª – MASSIMO PAVARINI

Punir mais só piora crime e agrava a insegurança

Castigo mais duro, herança dos EUA de Reagan, transforma criminoso leve em profissional, diz professor de Bolonha

“É UM PECADO , uma ideia louca” a noção de que penas maiores de prisão aumentem a segurança. “Acontece o contrário. Penas maiores produzem mais insegurança”, diz o italiano Massimo Pavarini, 62, professor da Universidade de Bolonha e considerado um dos maiores penalistas da Europa. Ele dá um exemplo: “Quanto mais se castiga um criminoso leve, mais profissional ele será quando voltar ao crime”.

Imagem por Eduardo Knapp: O pesquisador Massimo Pavarini, em São Paulo

MARIO CESAR CARVALHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Ligado ao pensamento de esquerda, Massimo Pavarini diz que essa ideia de punir mais teve como origem os EUA de Ronald Reagan, nos anos 80, e difundiu-se pelo mundo “como uma doença”. A eleição de Barack Obama à Presidência dos EUA pode ser um sinal de que esse ideário se esgotou, acredita. Pavarini esteve em São Paulo na última semana para participar do congresso do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), onde deu a seguinte entrevista:

FOLHA – O sr. diz que o direito penal está em crise porque o discurso pró-punição está desacreditado e a ideia de ressocialização não funciona. O que fazer?
MASSIMO PAVARINI
– O cárcere parecia um invento bom no final de 1700, quando foi criado, mas hoje não demonstra mais êxito positivo. O que significa êxito positivo? Significa que o Estado moderno pode justificar a pena privativa de liberdade. Sempre se fala que o direito penal tem quatro finalidades:
serve para educar, produzir medo, neutralizar os mais perigosos e tem uma função simbólica, no sentido de falar para as pessoas honestas o que é o bem, o que é o mal e castigar o mal.
Após dois séculos de investigação, todas as pesquisas dizem que não temos provas de que a prisão efetivamente seja capaz de reabilitar. Isso acontece em todos os lugares do mundo.

FOLHA – O que fazer, então?
PAVARINI
– As prisões já não produzem suficientemente medo para limitar a criminalidade. Todos os criminólogos são céticos. O direito penal fracassou em todas as suas finalidades. Não conheço nenhum teórico otimista. Isso não significa que não possa haver alternativas. Há um movimento internacional em busca de penas alternativas. O que se imagina é que, se a prisão fracassou, a pena alternativa pode ter êxito punitivo. Há penas alternativas há três décadas e, se alguma pode surtir efeito, foi em algum momento específico, que não pode ser reproduzido em um lugar com história e recursos econômicos diferentes.

FOLHA – Numa conferência, o sr. disse que o Estado neoliberal, que começou na Inglaterra e nos EUA, não pensa mais em ressocializar o preso, mas em neutralizá-lo. Por que morreu a ideia de recuperar o preso?
PAVARINI
– Já se sabia que não dá para ressocializar o preso. O problema é outro. Existe uma obra bem famosa dos anos 70, chamada “Nothing Works” [nada funciona]. O livro foi escrito quando [Ronald] Reagan era governador da Califórnia [1967-1975]. Ele criou uma equipe de cientistas, de todas as cores políticas, e deu-lhes um montão de dinheiro. A pergunta era muito simples: você pode mostrar que o modelo de ressocialização dos presos tem um êxito positivo? Os cientistas pesquisaram muito e no final escreveram “nothing works”. A prisão não funciona nos EUA, na Europa nem na América Latina. Nada funciona se você pensa que a prisão pode reabilitar. Não pode. O cárcere tem o papel de neutralizar seletivamente quem comete crimes.

FOLHA – Ele cumpre esse papel?
PAVARINI
– Pode cumprir. O problema é que a neutralização do inimigo, a forma como o neoliberal vê o delinquente, significa o fim do Estado de direito. O primeiro problema é que você não sabe quantos são os inimigos. Essa é a loucura.
Os EUA prendem 2,75 milhões todos os dias. Mais de 5% da população vive nas prisões. São 750 presos por 100 mil habitantes. Há ainda os que cumprem penas alternativas. Esses são 5 milhões. Portanto, são 7,5 milhões na América os que estão penalmente controlados. Aqui no Brasil são 300 presos por 100 mil habitantes.

FOLHA – Há teóricos que dizem que nos EUA as prisões se converteram em um sistema de controle social.
PAVARINI
– Sim, isso ocorre. O setor carcerário nos EUA é quase tão forte quanto as fábricas de armas. Muitas prisões são privadas. É um bom negócio. O paradoxo dos EUA é que em 75, quando Reagan começa a buscar a Presidência, os EUA tinham 100 presos por 100 mil habitantes. Após 30 anos, a taxa multiplicou-se por oito. Os EUA não tinham uma tradição de prender muito. Prendiam menos do que a Inglaterra.

FOLHA – O senso comum diz que os presos crescem exponencialmente porque aumentou a violência.
PAVARINI
– Isso é muito complicado. Se a pergunta é “existe uma relação direta entre aumento da criminalidade e aumento da população presa?”, qualquer criminólogo do mundo, eu creio, vai dizer não. Os EUA não têm uma criminalidade brutal. Ela é comparável à criminalidade europeia. Eles têm um problema específico: o número elevado de casas com armas de fogo curtas. Um assalto vira homicídio.

FOLHA – Por que prendem tanto?
PAVARINI
– Os EUA prendem não tanto pelo crime, mas por medo social. Essa é a questão. A origem do medo social é bastante complexa, mas para mim tem uma relação mais forte com a crise do Estado de bem-estar social do que com o aumento da criminalidade. É um problema de inclusão social. Os neoliberais dizem que não dá para incluir todas as pessoas que não têm trabalho, os inválidos, os que estão fora do mercado. Os criminosos são os primeiros dessa categoria. Uma regra que ajudou a aumentar a população carcerária foi retirada do beisebol: três faltas e você está fora. Em direito penal isso significa que após três delitos, que podem ser pequenos, você está preso. Você está fora porque não temos paciência para tratá-lo. Vamos eliminá-lo.

FOLHA – Eliminar é o papel principal das prisões, então?
PAVARINI
– É um dos papéis. O direito penal é cada vez mais duro, as sentenças são mais longas, “life sentence” [prisão perpétua] é mais frequente, aplica-se a pena de morte.

FOLHA – Como essa ideia neoliberal funciona onde há muita exclusão?
PAVARINI
– Vou dizer algo que parece piada: quando os EUA dizem uma coisa, essa coisa é muito importante. Podem ser coisas brutais, grosseiras, mas quem diz são os EUA. Como imaginar que na Itália e na França, que têm ótimos vinhos, os jovens preferem Coca-Cola?
Não se entende. É o poder dos EUA que explica isso. A ideia de como castigar, porque castigar e quem castigar faz parte de uma visão de mundo. Se a América tem essa visão de mundo, isso se reproduz no mundo.

FOLHA – É por essa razão que cresce o número de presos no mundo?
PAVARINI
– Isso é um absurdo.
Dos 180 e poucos países do mundo, não passam de 10, 15 os que têm reduzido o número de presos. Na Itália, temos 100 presos por 100 mil habitantes.
Há 30 anos, porém, eram 25 por 100 mil. Aumentou quatro vezes em três décadas. Isso acontece na Ásia, na África, em países que não se pode comparar com os EUA e a Europa.
Creio que é uma onda do pensamento neoliberal, que se converte em políticas de direito penal mais severo. É engraçado que os EUA, nos anos 50 e 60, eram os mais progressistas em política penal, gastavam um montão de dinheiro com penas alternativas. Mas hoje as pessoas acham que o direito penal que castiga mais tem mais eficiência. Isso é desastroso. Nos EUA, o número de presos cresce também porque há um negócio penitenciário.

FOLHA – O que há de errado com esse tipo de negócio?
PAVARINI
– Os EUA têm cerca de 15% dos presos em cárceres privatizados. É uma ótima solução para a empresa que dirige a prisão. Ela sempre vai querer ter um montão de presos, é claro, para ganhar mais dinheiro, e isso nem sempre é a melhor política. É um negócio perverso.
Os empresários financiam lobistas que vão difundir o medo.
É um desastre. Mas pode ser que tudo isso mude. Obama parece ter uma visão oposta à dos neoliberais e já demonstra isso na saúde pública, um tema ligado à inclusão social. O difícil é que não há uma ideia suficientemente forte para se opor ao pensamento neoliberal sobre as penas. A esquerda não tem uma ideia para contrapor. Os políticos sabem que, se não têm um discurso duro contra o crime, eles perdem votos.

FOLHA – No Brasil, os políticos e a população defendem o aumento das penas. Penas maiores significam mais segurança?
PAVARINI
– Isso é um pecado, uma ideia louca, absurda. Acontece o contrário. Penas maiores produzem mais insegurança. É claro, um país não pode neutralizar todos os criminosos. Nos EUA, eles podem colocar na prisão o garoto que vende maconha. Prende por um, dois, cinco anos, e ele vai virar um criminoso profissional. Quanto mais se castiga um criminoso leve, mais profissional ele será quando voltar ao crime. Há mais de um século se diz que a prisão é a universidade do crime. É verdade. Mas, se um político diz “vamos buscar trabalho para esse garoto”, ele não ganha nada.

FOLHA – No Estado de São Paulo, o mais rico do país, faltam 55 mil vagas nos presídios e as prisões são muito precárias. Por que um Estado rico tem presídios tão ruins?
PAVARINI
– Há uma regra econômica que diz que a prisão, em qualquer lugar do mundo, deve ter uma qualidade de sobrevivência inferior à pior qualidade de vida em liberdade. Como aqui há favelas, as prisões têm de ser piores do que as piores favelas. A prisão tem de oferecer uma diferenciação social entre o pobre bom e o pobre delinquente. Claro que São Paulo poderia oferecer um presídio que é uma universidade, mas isso seria intolerável. O presídio ruim tem função simbólica.

FOLHA – Em São Paulo, o número de presos cresce à razão de 6.000 por mês. Faz sentido construir um presídio novo por mês?
PAVARINI
– Mais cárceres significam mais presos. Se você tem mais presídios, você castiga mais. Por isso os países promovem moratórias, decidem não construir mais presídios.

FOLHA – Políticos dizem que mais presídios melhoram a segurança.
PAVARINI
– A única coisa que você pode dizer é que mais presídios significa mais população presa. Há milhões de pessoas que delinqúem diariamente, e os presos são uma minoria. O sistema penal é seletivo, não pode castigar todos. As pessoas dizem que o crime não compensa, mas o crime compensa muito. O sistema não tem eficiência para castigar todos.
Quando você aumenta muito a população carcerária, algo precisa ser feito. Na Itália, há cada cada quatro, cinco anos há anistia. Entre os nórdicos, quando um juiz condena um preso, ele precisa saber a quantidade de vagas na prisão. Se não há vaga, outro preso precisa sair. O juiz indica quem sai. Porque é preciso responsabilizar o Poder Judiciário e a polícia pelos presídios. O cárcere tem de ser destinado aos mais perigosos. Uma prisão de merda custa 250 por dia na Itália. Não faz sentido usar algo tão caro para qualquer criminoso.

O JULGAMENTO JURÍDICO SÓ AO JUIZ PERTENCE…O JULGAMENTO MORAL PERTENCE ÀS VÍTIMAS…POLICIAL QUE VENDE ARMAMENTO E MUNIÇÃO PARA BANDIDO DEVERIA INCORRER EM PENA DE MORTE 11

Enviado por FILHA em 04/09/2009 às 14:23

Quero deixar claro as pessoas que estão lendo esta pantomima, que este pacato cidadão nem se quer saber dizer direito qual o endereço de sua casa por exemplo… Já que ele afirma que o meu pai recebeu um milhão, por favor dê o numero de sua conta corrente pois este dinheiro deve estar depositado lá!
O senhor está tão interessado em incriminar meu pai e ainda assim creio eu que isto nem chegou a um conhecimento do juiz.
Creio que para uma pessoa comum o senhor delata demais, o senhor não pode afimar nada pois o senhor não conhece o meu pai pessoalmente e nem é de sua alçada, o espelho as vezes faz bem e as vezes faz mal pare de se olhar no espelho e ficar julgando os outros como a si próprio lixo pelo que eu pude perceber é a sua pessoa.
esclaresa-me o seguinte não pude entender qual é a sua intenção, mas ao que está aparecendo o senhor é muito amigo do comando vermelho não?!
Afinal sabe nomes de pessoas que nem conhecemos.
O senhor os conhece pessoalmente?
deve conhecer pois sabe nome e sobrenomes.
Há o senhor se julga tão inteligênte e esqueceu que ameaça é crime deixo claro que já ESTAMOS INFORMANDO A POLICIAL MILITAR E A POLICIA CIVIL DE SUA CONDUTA!
Faça o favor de cuidar de sua vida, ou então me responda o seguinte em qual vara o senhor atua?
QUEM JULGA É JUIZ E AO RÉU CABE O ONUS DA PROVA!