190 novos Delegados de Polícia tomam posse
Quarta-Feira, 10 de Julho de 2002
O delegado-geral da Polícia Civil, Marco Antonio Desgualdo, empossou nesta quarta-feira (10), 190 novos delegados de Polícia. A solenidade ocorreu no Palácio da Polícia à Rua Brigadeiro Tobias, 527, centro da cidade, com a presença do secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, autoridades do Estado e familiares.
Entre os mais emocionados, estava o primeiro colocado do concurso, que levou mais de 6 mil inscritos a tentarem uma vaga à carreira de Delegado de Polícia. Rodrigo Baracat Guimarães Pereira, de 32 anos, recebeu o distintivo e a funcional das mãos do secretário da Segurança. “É uma busca muito intensa que espero continuar. Só que agora, a verdade é real”, disse com lágrimas nos olhos. O novo delegado, Rodrigo Baracat, foi investigador de polícia durante 13 anos. Ele atuava na equipe do Grupo Armado de Repressão a Roubos à Mão Armada (Garra).
Muito emocionado, Rodrigo Baracat lembrou do pai Maurício Henrique Guimarães Pereira, já falecido, que foi delegado-geral de Polícia. “Hoje a DGP leva seu nome pela sua brilhante atuação, me sinto muito feliz por estar aqui representando-o”, disse Rodrigo Baracat.
Saulo de Abreu fez questão de salientar a importância de cada um dos novos delegados estar empenhado com a verdade, com a honra, a dignidade e a solidariedade. Durante seu discurso, o secretário da Segurança disse: “A função de vocês é buscar a paz social”.
O delegado-geral, Marco Antonio Desgualdo, entregou o distintivo e a funcional ao segundo colocado , Félix Ricardo Nonato dos Santos, de 25 anos. “É minha grande realização pessoal. Minha família é da Segurança Pública, meu pai é 1.º tenente e meu irmão é soldado”, disse o ex-advogado, que tentou pela segunda vez a carreira de delegado.
“Ele é o orgulho da família”, disse a tia de Félix Ricardo, Gerusa Timóteo que o acompanhava na solenidade. “É uma grande alegria ao meu coração”, concluiu a mãe, Lourdes Timóteo Santos.
O terceiro colocado foi o jovem Gerdinaldo Quichaba Costa, de 28 anos. Gerdinaldo trabalhava como escrevente na 36.ª Vara Cível, no Forum João Mendes. O juiz de Direito titular daquela Vara, Newton de Oliveira Neves, fez questão de prestigiar o evento no qual seu funcionário tomou posse. “Ele merece”, disse o juiz. Gerdinaldo Quichaba recebeu o distintivo e a funcional das mão do Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, Carlos Eduardo Benito Jorge. “Faça bom uso”, disse Benito.
Gerdinaldo Quichaba disse ter escolhido a carreira de delegado por ser uma pessoa muito ativa. “Assim poderei exercer a atividade em prol da sociedade”, disse o novo delegado de polícia, que atuava como funcionário público desde 1994.
O delegado-geral da Polícia Civil, Marco Antonio Desgualdo, leu a oração dos delegados, de autoria do delegado aposentado, Nilton Brito, durante a solenidade. Desgualdo encerrou o evento depois de dizer sobre o orgulho e satisfação em estar empossando os 190 novos delegados e lembrou: “Polícia se faz presente nos momentos difíceis e buscamos sempre a verdade real e material”.
Reportagem de Lilian Santos
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| 411 |
Rui Baracat Guimaraes Pereira |
2ª Classe Efetivo |
962 |
5963 |
7859 |
| 1122 |
Rodrigo Baracat Guimaraes Pereira |
3ª Classe Efetivo |
337 |
2642 |
7447 |
ABSURDAMENTE, carreira pretensamente jurídica em que o titular do cargo – DESDE QUE FUNCIONÁRIO PÚBLICO – conta , para fins e de antiguidade e promoção, o tempo de serviço prestado em carreira absolutamente diversa.
Uma velhacaria, pois o tempo anterior deve ser contado, como nas carreiras melhor organizadas, apenas para efeitos de aposentadoria.
Tal artifício É INCONSTITUCIONAL…FRAUDULENTO…VERDADEIRA ROUBALHEIRA!
Revelador do atraso instalado na Instituição…Dolorosa verdade real que poucos buscam.
Não fiquem aborrecidos com este RESSENTIDO; nada é pessoal. Meramente institucional.
Desculpem a pretensão, somos uma espécie de MAURÍCIO HENRIQUE GUIMARÃES PEREIRA, obviamente de menor evergadura moral, menor valor intelectual e menor estatura ; armado de verbo e grande língua equídnica , mas que não rasteja ou perde a altivez.
Não me peça que eu lhe faça
Uma canção como se deve
Correta, branca, suave
Muito limpa, muito leve
Sons, palavras, são navalhas
E eu não posso cantar como convém
Sem querer ferir ninguém…
Mas não se preocupe meu amigo
Com os horrores que eu lhe digo
Isso é somente uma canção
A vida realmente é diferente
Quer dizer!
A vida é muito pior…
E eu sou apenas um rapaz
Latino-Americano
Sem dinheiro no banco
Por favor
Não saque a arma no “saloon”
Eu sou apenas o cantor…
Mas se depois de cantar
Você ainda quiser me atirar
Mate-me logo!
À tarde, às três
Que à noite
Tenho um compromisso
E não posso faltar
Por causa de vocês…
Eu sou apenas um rapaz
Latino-Americano
Sem dinheiro no banco
Sem parentes importantes
E vindo do interior
Mas sei que nada é divino
Nada, nada é maravilhoso
Nada, nada é sagrado
Nada, nada é misterioso, não… ( Belchior )
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DE TANTOS “GUIMARÃES PEREIRA” , NO AFÃ DE DENUNCIARMOS A PATIFARIA QUE É HONRAR “MITOS POSITIVOS E NEGATIVOS ” ( TANTO EM VIDA COMO “POST MORTEM” ) , ACABAMOS CONFUNDINDO OS NOMES DOS INDICADOS …
DE QUALQUER FORMA, A ESSÊNCIA DA MENSAGEM SE MANTÉM ÍNTEGRA: O MERECIMENTO AQUI NÃO É DEFINIDO POR REGRAS DO DIREITO ADMINISTRATIVO…
ESTÁ REGULADO NO DIREITO HEREDITÁRIO.
SEM O NOME “DO PAI” JAMAIS ESTARIAM NA POSIÇÃO CLASSIFICATÓRIA EM QUE SE ENCONTRAM.
ESTARIAM NOS PLANTÕES DO DECAP OU DO INTERIOR .
REITERANDO: PARA ALGUNS ( filhos, netos e parentes de valorosos Delegados ) O PROCEDIMENTO DE PROMOÇÃO SEGUE INALTERADO, OU SEJA, ASSIM QUE PREENCHEM OS MÍNIMOS REQUISITOS COMO INTERSTÍCIO DE DOIS ANOS NA CLASSE, ABERTA A PRIMEIRA VAGA, SÃO INDICADOS E PROMOVIDOS POR “MERECIMENTO”.