DELTA: O DR. DELAYE NÃO DEVE SE TORNAR HERÓI PELA CONDUTA PRIVADA DE CONSENTIR SUA FOTO EM GARRAFAS COM O NÚMERO 92…NUMERAL QUE IDENTIFICA ÁLCOOL DE USO HOSPITALAR..NÃO É HERÓI, É MÁRTIR PELAS MÃOS E BOCAS DE REFINADOS PROSTITUTOS 16

Enviado por DELTA UNO – ORIGINAL  em 08/10/2009 às 13:36

O Dr. Leal, do SINDPESP, ainda declarou que vê o afastamento do Dr. Delaye como “prudente” e “correto”.

Para mim, o Dr. Delaye foi, no mínimo, infeliz. Não acho que deve se tornar herói da classe. Sua conduta, de rigor convir-se, também não é elogiável.

No entanto, o Dr. Delaye não “roubou”, não agrediu a sociedade, não desrespeitou a população à qual serve (”strictu senso”, a da circunscrição do 92ºDP), nem sequer pode ser acusado disto.

Como o presidente do Sindicato, que reprova a prisão de um “colega”(?!) acusado de lavagem de dinheiro, apóia publicamente o afastamento de um COLEGA probo?

É o mesmo sindicato que defende “inamovibilidade” para a classe?

Comparemos com a Magistratura.

Há cerca de 10 anos, um Juiz de Direito do interior do estado foi acusado “apenas” de tráfico de menores. Crime “leve”, não?!

A esposa do Delegado Seccional da cidade, Promotora de Justiça da comarca, foi acusada de conluio com o tal Juiz.

O magistrado decretava a perda do “poder familiar” (antigo pátrio poder) de várias mães, sob as mais diversas alegações e sempre com o apoio da referida Promotora, esposa do Delegado Seccional.

Para a retirada da guarda física das crianças de suas mães, intenso aparato policial civil era usado, determinado, claro, pelo marido Seccional da tal Promotora.

A partir daí, o mesmo Juiz rapidamente encaminhava as crianças para adoção internacional, sobretudo para a Itália.

O caso foi amplamente divulgado. As mães reuniram-se para protestar, em uma associação chamada “Mães da Praça do Fórum”.

O Juiz, acusado pelo MP, acabou absolvido e hoje processa os meios de comunicação que divulgaram seu nome, à época dos fatos.

Apesar de não haver nenhum corporativismo na augusta Justiça “bandeirante”, por uma questão meramente jurídica, tal Juiz conseguiu indenizações milionárias dos órgãos de imprensa.

Mas, o fato é o seguinte: Mesmo acusado de tráfico de menores, o Magistrado não foi afastado de sua comarca. Meses após a acusação, ele, inamovível, CONCORDOU em se transferir para a capital, aceitando, para isso, sua promoção para a “entrância especial”.

Já o Dr. Delaye, que apenas apareceu em fotografias, expondo-se mais a si próprio do que a qualquer instituição, foi sumariamente afastado de sua titularidade e ponto final. E, ainda, com o aval do sindicato?!?!

Sindicato leal à chapa branca… Sindicato “erga omnes” que se acha “no rumo certo”…

Sabe quando teremos inamoviblidade????

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DELTA ,  FORAM TODOS ABSOLVIDOS  E  PROMOVIDOS : JUIZ, PROMOTORA E  SEU MARIDO DELEGADO.

O SECCIONAL  “VIROU” CARDEAL…

DEPOIS “VIROU”  DELEGADO GERAL.

NUNCA TEREMOS INAMOVIBILIDADE…

CONTINUAREMOS NAS MÃOS DE INDIGNOS, POIS NÃO SABEMOS DISCERNIR  IMPOSTORES  E IMPOSTURAS.

SALVO, EM MAIORIA,  SEJAMOS IMPOSTORES…

ASSIM, NADA MAIS NATURAL: É SAFADO DEFENDENDO SAFADEZA.

OS TORTURADOS DO BAR BODEGA – PARA O FESTEJADO JURISTA ENTÃO DIRETOR DO DECAP E PARA O “PRESIDENTE” DO INQUÉRITO ERAM FAVELADOS…PARA ELES NÃO HÁ FAVELADOS INOCENTES 3

Enviado por JOW em 07/10/2009 às 19:28

Bar Bodega

Estado de São Paulo é condenado por prender inocente
Por Marina Ito

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, manteve decisão que condenou o estado de São Paulo a indenizar um dos presos no caso do crime no Bar Bodega, na capital paulista. O ministro entendeu que o Tribunal de Justiça de São Paulo analisou os requisitos para que fosse reconhecido o dever do Estado de reparar os danos. O autor do pedido de indenização ficou preso preventivamente, mas nada foi provado contra ele e nem mesmo foi apresentada denúncia.

“A situação de fato que gerou o gravíssimo evento narrado neste processo (prisão cautelar de pessoa inocente) põe em evidência a configuração, no caso, de todos os pressupostos primários que determinam o reconhecimento da responsabilidade civil objetiva da entidade estatal ora recorrente”, escreveu em seu voto.

O ministro explicou que os pressupostos são a consumação do dano, a conduta dos agentes do Estado e o vínculo causal entre o evento que causou o dano e o comportamento dos agentes. Há casos, disse, em que o princípio da responsabilidade objetiva pode ser abrandado ou excluído. Isso quando há situações de força maior ou que fique claro que a culpa foi da própria vítima, o que não aconteceu no caso em discussão.

“O princípio constitucional da responsabilidade civil objetiva do poder público, tanto no que se refere à ação quanto no que concerne à omissão do agente público, faz emergir, da mera ocorrência de lesão causada à vítima pelo Estado, o dever de indenizá-la pelo dano pessoal e/ou patrimonial sofrido, independentemente de caracterização de culpa dos agentes estatais ou de demonstração de falta do serviço público, não importando que se trate de comportamento positivo ou que se cuide de conduta negativa daqueles que atuam em nome do Estado”, explica.

O estado entrou com recurso no STF para reformar decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, sob a alegação de que não existia nexo de causalidade material entre o evento danoso e a atuação do poder público. Afirmou, ainda, que a prisão provisória estava amparada por decisão judicial que inclusive foi confirmada em sede de Habeas Corpus no TJ.

Bar Bodega

Em 1996, a choperia foi assaltada e duas pessoas morreram. A Polícia prendeu vários suspeitos. O Ministério Público se manifestou no sentido de as provas eram precárias e o inquérito foi arquivado. Segundo os suspeitos, eles confessaram o crime porque foram torturados pelos policiais. Pelo menos um deles entrou com pedido de indenização contra o estado. Em primeira instância, o pedido foi negado sob o fundamento de que não havia sido demonstrada a relação de causa e efeito.

Em 2002, a 1ª Câmara de Direito Público do TJ paulista julgou, por maioria, procedente o recurso. Os desembargadores explicaram que a condenação do estado não se dava pela suposta tortura dos policias, já que não havia prova suficiente, mas sim a prisão indevida. Os desembargadores também levaram em conta as alegações de que o apontado como suspeito no crime, além de ficar preso preventivamente, perdeu o emprego. Para os desembargadores, o estado tem de investigar e punir de acordo com a lei e com uma margem de segurança para não ofender os direitos subjetivos dos investigados.

Clique aqui para ler a decisão.

http://www.conjur.com.br/2009-out-07/estado-sao-paulo-condenado-prender-inocente-bar-bodega

SER APROVADO NA OAB, APENAS MAIS UM ENTRAVE PARA O POLICIAL TRABALHADOR QUE SE FORMA COM MUITO ESFORÇO…O BACANA GANHA CERTIFICADO DA OAB DEPOIS DE FAZER UM CURSINHO…DAQUI OU DO TOCANTIS 21

Polícia quer exigir que delegado passe na OAB

Aprovação na Ordem passaria a ser obrigatória para contratação; proposta integra anteprojeto de reestruturação da Polícia Civil

Entidades representativas dos delegados afirmam que a intenção é melhorar a qualidade dos policiais contratados pela instituição

ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

A c.úpula da Polícia Civil paulista quer exigir para a contratação de novos delegados um atestado de aprovação nos exames da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Só poderá ser delegado quem tiver passado no exame para advogado.

Hoje essa exigência não existe em nenhuma outra polícia do país, segundo a Polícia Civil e a OAB de São Paulo, e também não é exigida nos concursos para promotor ou juiz -que têm suas exigências próprias definidas por lei. (EXIGÊNCIAS CONSITUCIONAIS COMO TRÊS ANOS DE EXPERIÊNCIA JURÍDICA; NÃO MERA APROVAÇÃO NA OAB )

A proposta está sendo analisada pelos secretários do governo José Serra (PSDB) e integra um anteprojeto de reestruturação da Polícia Civil. Depois de passar pelo secretariado, vai para o governador, e depois para a Assembleia Legislativa.

Os delegados Sergio Roque e José Martins Leal, presidentes das entidades representativas dos delegados paulistas, afirmam que a intenção é melhorar a qualidade dos policiais contratados pela instituição. “Para melhorar ainda mais a nossa seleção”, disse Leal.

Uma das intenções dos policiais também é evitar que a instituição se torne um refúgio dos candidatos reprovados. Em São Paulo, a reprovação no exame da OAB em maio foi de quase 90% dos 19 mil inscritos. ( A INSTITUIÇÃO  É REFÚGIO DE FILHOS DE DELEGADOS E APADRINHADOS EM GERAL …INTELIGENTES COMO AS PORTAS QUE ABREM E FEC HAM EM TROCA DA APROVAÇÃO…NÃO É REFÚGIO DE REPROVADOS NA OAB…POIS QUALQUER MEDÍOCRE CEDO OU TARDE  ACABA APROVADO E INSCRITO )

Para o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, essa exigência é uma homenagem aos advogados e tem seu “apoio total”. “É uma homenagem ao critério do exame da Ordem”, diz. “É uma novidade muito bem-vinda que amanhã, eventualmente, pode ser copiada ou reprisada pela magistratura e pelo Ministério Público”, acrescenta.

Outras mudanças

Além da exigência da aprovação na OAB, o documento entregue ao secretário Antonio Ferreira Pinto (Segurança Pública) também quer a extinção de uma série de carreiras, entre elas a do carcereiro -uma das mais antigas profissões do país.

Hoje, no Estado, a maioria dos presos está sob a responsabilidade da Secretaria da Administração Penitenciária e, por isso, sob os cuidados dos agentes penitenciárias.

Com a mudança, os carcereiros poderão ser utilizados (regularmente) em outras funções na polícia, como nas investigações. Seu cargo passará a ser de agente de polícia, assim como os desenhistas, atendentes de necrotério e fotógrafos.

Na visão dos policiais, uma das principais mudanças para a carreira é a promoção por tempo de serviço -de cinco e dez anos de carreira. Hoje, não há um critério definido. As divisões também passariam a ter outras nomenclaturas (inicial, intermediária, final e especial).

Pela proposta, a promoção por tempo de serviço só não atingiria a classe especial, que seria alcançada apenas pelo merecimento e com seis exigências básicas -entre elas a eficiência e “conduta ilibada, na vida pública e privada”. ( ATUALMENTE QUALQUER LIBADO “VIRA” CLASSE ESPECIAL…SE VIRA PRA VIRAR CLASSE ESPECIAL ,  SALVO AS EXCEÇÕES DE SEMPRE )

Entre as propostas enviadas pelos policiais civis, uma deve desagradar o governo, que já se manifestou contrário ao tema: é a “inamovibilidade” dos delegados de polícia. Em outras palavras, o delegado só poderá ser transferido do seu local de trabalho se ele concordar com ela, mesmo em caso de promoção.

Os próprios policiais esperam resistência quanto a isso. Também acreditam numa resistência por parte de policiais que dominam os sindicatos representativos das carreiras que poderão ser extintas.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u634602.shtml

O SISTEMA NÃO É BRUTO:É SAFADO…DEPOIS DA ABALIZADA OPINIÃO DO CLÓVIS BEZNOS SÓ CANTANTO “NERVOS DE AÇO” FORMANDO TRIO COM O DATENA E COM O MEU GOVERNADOR 5

Enviado em 07/10/2009 às 17:05 07/10/2009 – 08h55

Delegado que colocou número do DP em garrafas de cachaça é afastado em SP

do Agora

O delegado Carlos Alberto Delaye, titular do 92º DP, no Parque Santo Antônio (zona sul de São Paulo), foi afastado terça-feira (6) do cargo por tempo indeterminado pela Corregedoria da Polícia Civil por usar o número da delegacia no rótulo de garrafas de cachaça e vinho. O emblema traz a foto do policial fantasiado de caubói e o número 92 com o título “Aqui o sistema é bruto”. Delaye afirmou que as bebidas alcoólicas são brindes para amigos e que a ideia surgiu de um conhecido que utilizou uma foto tirada em um parque para produzir o rótulo personalizado. “Nunca pensei que uma foto fosse dar tanta confusão e polêmica.” A Secretaria da Segurança Pública informou que a conduta do delegado será objeto de apuração pela Corregedoria e que, caso não seja detectada nenhuma infração disciplinar, ele voltará ao cargo. No início da tarde, o policial teve que se apresentar na 6ª Seccional. “O problema é que acharam ruim por causa da conotação da delegacia com a cachaça”, afirmou Delaye. Para especialistas em direito administrativo, a conduta de Delaye fere a respeitabilidade do cargo. Como agente público de segurança, diz o professor de direito Clóvis Beznos, da PUC-SP, ele representa a autoridade do próprio Estado. “Isso [o rótulo] leva ao descrédito da instituição. Ou dá uma ideia de que o sistema é “bruto”, podendo ser interpretado como um sistema ilegal, violento”, diz Beznos

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u634619.shtml

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SE O DELEGADO FOSSE DENUNCIADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA SERIA PREMIADO COM PROMOÇÃO PARA A CLASSE ESPECIAL…

POIS ROUBAR NÃO FERE A RESPEITABILIDADE DO CARGO…

É O NOSSO MAIOR COSTUME ADMINISTRATIVO.

MALFADADA LEI DE REESTRUTURAÇÃO…AS NUANCES QUE FERRAM TODOS 24

Enviado por RESTOPOL em 07/10/2009 às 3:03

DR. GUERRA, permita-se expor este humilde e brevíssimo estudo a RESPEITO DO PROJETO DE RASCUNHO DA MALFADADA LEI DE REESTRUTURAÇÃO ==OS COLEGAS QUE NÃO GOSTAM DE LER, NÃO DESCOBRIRAM AS NUANCES QUE FERRAM TODOS== SERÁ QUE O BAILONI LEU, ANTES DE BABAR O OVO NAQUELE VIDEO?? http://www.aipesp.com.br/novo/noticias.asp?id=56
O QUE OS TIRAS E ESCRIVÃES NÃO PERCEBERAM AINDA É QUE ESSE PROJETO NÃO PREJUDICA SOMENTE OPTEL, DESENHISTAS E FOTOGRAFOS ACABA COM QUALQUER MOTIVAÇÃO À CATEGORIA!! ==================================================
(…)§ 4º – As atribuições da carreira de Agente de Polícia correspondem àquelas das carreiras extintas de Agente Policial, Agente de Telecomunicações Policial, Atendente de Necrotério Policial, Auxiliar de Necropsia, Auxiliar de Papiloscopista Policial, Carcereiro, Desenhista Técnico-Pericial e Fotógrafo Técnico-Pericial, podendo ser alteradas por ato do Delegado Geral de Polícia.
O DGP, NUM DIA DE POUCO HUMOR, PODE, SEM QUALQUER CONTROLE SUPERIOR OU FISCALIZATORIO, DAR UMA CANETADA, E EM , TESE, ALTERAR AS ATRIBUIÇÕES DO AGENTE PARA “FAZER SERVIÇO DE ELETRICISTA, ENCANADOR OU FAXINA”. ISSO É UM ABSURDO E COLOCA UM PODER ILIMITADO AO DGP, USURPANDO FUNÇÕES QUE SERIAM ORIGINARIAS DO CHEFE DO EXECUTIVO (GOVERNADOR). FERE O PRINCIPIO DA SIMETRIA: SE LEI CRIOU ATRIBUIÇÃO DO CARGO, SOMENTE LEI PODE ALTERARA-LOS.
*** IMPORTANTE: ALTERAÇÃO DE ATRIBUIÇÃO DAS FUNÇÕES PELO DGP SÓ É PREVISTA PARA “AGENTE DE POLÍCIA” PARA CARREIRAS “NU” NÃO É!!! TRATAMENTO LEGAL DIFERENCIADO PARA ATRIBUIÇÕES DE 1.A E 2.A CATEGORIA
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OUTRO ABSURDO § 1º – A promoção do policial civil ocorrerá após o interstício de 5 (cinco) anos de efetivo exercício na Classe Inicial e após 10 (dez) anos em cada uma das demais Classes, mediante o preenchimento dos requisitos previstos nesta lei complementar. PELOS MEUS CÁLCULOS: EX. INGRESSO EM 2010: TEMPO PARA ATINGIR CLASSE ESPECIAL: 25 ANOS!! CADÊ A MOTIVAÇÃO!!+MONOGRAFIA
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(…) d) elaboração de trabalho técnico-científico de interesse policial;
SE FORMOS SEGUIR A RISCA, PARA IR A CLASSE ESPECIAL, SERÁ NECESSÁRIO ALEM DOS 25 ANOS + TRABALHO CIENTIFICO!! MONOGRAFIA!! IMAGINEM ISSO AOS 55 60 ANOS DE IDADE!
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Artigo 9º- A diferença de vencimentos entre cada uma das classes das carreiras policiais civis será de no mínimo 20% (vinte por cento), considerados o salário base e a gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial – RETP, sem prejuízo de quaisquer outras vantagens pecuniárias recebidas.
CONTINUA DESRESPEITANDO PREVISÃO CONSTITUCIONAL DE SUBSÍDIO À POLICIA (PARCELA ÚNICA, SEM UM MONTE DE ADICIONAIS ) PREVISTO NO ART. 144 “§ 9º CF
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AUMEMTA PARA 44 HORAS O TRABALHO ESCRAVO: EM VEZ DE MELHORAR PIORA!! PROJETO DA SENZALA DO PALÁCIO
FINALMENTE DESTRÓI QUALQUER MOTIVAÇÃO DOS ATUAIS
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Artigo 1º – Os atuais titulares de cargos policiais civis ficam escalonados hierarquicamente, de acordo com o tempo de efetivo exercício na respectiva carreira, na seguinte conformidade: I – na Classe Inicial: até 5 (cinco) anos; II – na Classe Intermediária: mais de 5 (cinco) anos e até 15 (quinze) anos, ou já ocupantes de cargo de 2ª Classe; III – na Classe Final: mais de 15 (quinze) anos e até 25 (vinte e cinco) anos, ou já ocupantes de cargo de 1ª Classe; IV – na Classe Especial: já ocupantes da Classe Especial, independentemente do tempo de efetivo exercício na carreira.
PREJUDICA OS ATUAIS, OU SEJA: EU POR EXEMPLO, QUE ESTOU NA 2.A CLASSE HÁ 10 ANOS TEREI QUE ESPERAR MAIS 5!! (PARA COMPLETAR 25 ANOS DE SERVIÇO) PARA IR PARA A CLASSE FINAL!! É 5 ANOS A MAIS DO QUE PREVÊ O PROJETO AOS “NOVOS” QUE INGRESSAREM APÓS A LEI.
===== AJUDA NÓIS DR. GUERRA!! NÃO DEIXA ESSA PORCARIA PASSAR!! ============

DELEGADO DA POLÍCIA BANDEIRANTE SÓ POSSUI AUTORIZAÇÃO PARA “ARTES FINANCEIRAS”…ARTIMANHAS “JURÍDICAS” EM LICITAÇõES COM LESÃO AO CONTRIBUINTE, IDEM…MÚSICA, PINTURA E POESIA SÃO CRIMES…COISAS DE VEADOS , CACHACEIROS E MACONHEIROS 32

06/10/2009-12h56

09279148Delegado põe sua foto e o número do DP em rótulo de cachaças e de vinhos em SP

FLÁVIA MARTINS Y MIGUEL
do Agora

Com pinta de caubói, o delegado titular do 92º DP, Carlos Alberto Delaye, 62, divulga a delegacia em rótulos de bebidas como cachaça e vinho. As garrafas levam o número “92”, da delegacia do Parque Santo Antonio (zona sul de São Paulo), e a foto dele, vestido ao estilo dos faroestes. As bebidas são distribuídas aos amigos.

Fábio Braga/Folha Imagem
Delegado Carlos Alberto Delaye segura a garrafa de cachaça que distribui aos amigos
Delegado Carlos Alberto Delaye segura a garrafa de cachaça que distribui aos amigos

No rótulo, a mensagem: “Aqui o sistema é bruto”, que ele tirou da Festa do Peão de Barretos e que diz ter a ver com seu trabalho.

O delegado tirou a foto como caubói em um parque. A imagem, depois, foi impressa por um amigo de uma gráfica, como um presente, em garrafas, e ele resolveu distribuir.

A Secretaria de Estado da Segurança diz não saber da “propaganda” do delegado e afirmou que vai avaliar o caso.

Casado sete vezes, o policial também encontrou tempo para se dedicar à composição de músicas sertanejas. A dupla de Rondônia Júlio e Sérgio, que foi apadrinhada pelo delegado, traz na faixa três do CD o título “Nosso Amor É Coisa Louca”, primeira composição gravada de uma série que ele diz que pretende emplacar.

“Só componho. Não canto nem moça bonita”, afirmou o delegado.

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ESSE É DOS NOSSOS…GOSTA DE MÚSICA …DE MULHER E DE PINGA…

NÃO É DONO DE FLORICULTURA E NUNCA DEU ORQUÍDEAS PARA DGP BAITOLO EM TROCA DE PROMOÇÃO…

EMPREGAR POLICIAIS E VIATURAS EM SEGURANÇA PODE…EMPREGAR O GARRA EM SEGURANÇA PODE…O GOE IDEM…OS PELICANOS EM VESTIBULAR DE MOJI PODE…”O PROBLEMA É QUE HOUVE A CONOTAÇÃO COM O NÚMERO DA DELEGACIA”, OPINOU O DELEGADO…COLEGA, VOCÊ NÃO QUEM OPINAR NADA…ESPECIALMENTE PARA JUSTIFICAR A NOSSA HIPOCRISIA…SER GRANDE LADRÃO AQUI PODE! 12

09279148Enviado em 06/10/2009 às 12:49

Dr. Guerra, veja essa:

Delegado coloca sua própria foto como rótulo de cachaça em SP Policial é delegado titular do 92º DP, no Parque Santo Antônio. Corregedoria afastou o policial para apurar caso.

Do G1, em São Paulo :

Delegado titular do 92º Distrito Policial (Parque Santo Antônio) de São Paulo, Carlos Alberto Delaye, colocou sua foto, o número da delegacia e a inscrição “Aqui o sistema é bruto” em garrafas de cachaça e vinho personalizadas. A reportagem sobre o delegado foi publicada nesta terça-feira (6) pelo jornal ‘Agora’. Ele foi afastado pela Corregedoria da Polícia Civil, segundo informou ao G1 a Secretaria da Segurança Pública (SSP). “Não era para vender. Era apenas para distribuir para os amigos”, afirmou ao G1 o delegado. “Foi um amigo meu que fez essa homenagem”, acrescentou. O caso será apurado pela corregedoria da Policia Civil. Ele foi afastado por um tempo determinado – caso não caracterize infração disciplinar, irá retornar a sua titularidade, conforme a SSP. “O problema é que houve a conotação com o número da delegacia”, opinou o delegado. Leia mais notícias de São Paulo

TU LEU PLÍNIO MARCOS…TU LEMBRA DA ROYAL…VICENTINO FALA TU VAI, TU VIU, TU GOSTA; SANTISTAS TAMBÉM…MAS NEGAM 5

Professor lança livro sobre uso do pronome tu pelos santistas

Da Redação

 

FABIANA HONORATO

“Oi, tu estava naquela festa, né?”. “Nossa, tu não morre mais!”. “Olha, se tu soubesse o que me aconteceu…”. Essas e outras frases, com a forma de tratamento tu, são tão corriqueiras para quem vive na Baixada Santista ou frequenta a região que, muitas vezes, passam despercebidas. Incorporada ao nosso vocabulário, o uso do pronome tu com o verbo conjugado na terceira pessoa do singular, como ocorre também no Rio Grande do Sul, chama a atenção de moradores de outras regiões do País.

O tema é alvo do livro Formas de Tratamento no Português Brasileiro: um estudo de caso, do professor Artarxerxes Tiago Tácito Modesto, de 29 anos. O lançamento, com sessão de autógrafos, será hoje, a partir das 19 horas, na Livraria Nobel do Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande.

Editado pela DNAZ, a obra é fruto da dissertação do Mestrado defendido na Universidade de São Paulo (USP), na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, em 2006, que investigou as Formas de Tratamento no Português Brasileiro: A Alternância tu/você na Cidade de Santos-SP.

Coordenador da Escola Municipal Ruy Barbosa, em Cubatão, do curso de Letras da Faculdade Don Domênico, em Guarujá, e professor da Faculdade do Litoral Sul, em Praia Grande, Modesto colheu os dados para o trabalho entre abril de 2003 e agosto de 2005. Ele visitou escolas, faculdades, câmaras, escritórios, repartições, clínicas, estiva e em conversas com as pessoas na rua. “Mas o trabalho mais intenso foram as gravações secretas, nas quais eu procurava os falantes santistas, nascidos na Cidade. Também fiz gravações não secretas. Tudo com autorização”, explicou ele.

Da pesquisa surgiram dados comprovando que o uso da forma de tratamento você foi computada 476 vezes, contra os 232 registros da expressão tu. “As formas de tratamento tu, você, senhor e senhora concorrem alternadamente na fala do santista, mas em situações diferentes”, ressaltou.

Segundo ele, a contextualização para o emprego do tu ou do você vai além de uma questão de informalidade, por exemplo como se observa na região Sul do Brasil. “Lá (no Sul), quanto mais informal, mais se usa o tu”.

Entre os fatores considerados para o santista disparar o tu, criando a marca de linguagem mais forte da Cidade, estão o grau de conhecimento e a situação da conversa. “Se é uma situação formal, o santista não usa o tu e se não conhece a pessoa, também não fala: tu faz o quê?. Nessas situações, sempre usa você ou cê, que é uma variante”, detalhou.

Modesto explica que numa conversa entre amigos, por exemplo, o você dá lugar ao tu, o que não acontece durante uma entrevista de trabalho ou um discurso. “É uma questão de monitoramento”, avaliou. “Nas gravações não secretas, os falantes evitam o uso de tu. Mas seu uso passa por um certo grau de inconsciência entre os falantes no seu cotidiano”.

Questionados sobre o uso do tu, muitos entrevistados para o Mestrado do professor alegaram que a expressão não fazia parte de seus repertórios, enquanto outros que admitiam seu uso ficavam bastante constrangidos. Quando não sabiam das gravações, os informantes se mostravam surpresos ao serem informados sobre seu uso, ainda que inconsciente. Houve alguns que disseram jamais usar a forma tu para tratar a mãe ou o pai, porque seria falta de respeito.

“Isto se deve ao estigma em torno do uso do tu aqui na região, as pessoas se sentem incomodadas por usarem a forma de tratamento com a conjugação no verbo da terceira pessoa. É um autopreconceito. Diferente do que acontece na região Sul”.

INCOERÊNCIA

Para o professor, o trabalho de pesquisa revelou uma incoerência entre “o que eu digo que é certo e o que eu falo”, por conta do estigma de erro atribuído à conjugação que foge ao padrão. “É uma incoerência ideológica, porque em nenhum momento o tratamento tu foi utilizado com a conjugação padrão. O que prova que há um processo de mudança do sistema pronominal, queiram os gramáticos ou não”, afirmou.

Neste aspecto, Modesto defendeu o valor da linguagem do povo, reforçando que há pesquisa indicando que a tendência para a conjugação padrão é deixar de ser usada, especificamente para o caso do tu. “Em conversas informais, até os sulistas vão usar o tu vai, mas na sala de aula se aplica a conjugação padrão”.

Contra os chamados preconceitos linguísticos, ele critica a opressão da gramática prescritiva e acredita que a gramática reflexiva deveria nortear, inclusiva, os rumos da escola, banindo o certo e o errado na linguagem e priorizando o olhar do inadequado e o adequado na fala.

“Deviam ensinar gramática na escola da mesma forma que Geografia, História, não da forma prescritiva, mas de uma forma mais cultural. Todos têm que ter acesso à norma para ler Machado de Assis, por exemplo, mas para conversar, não”.

O próximo passo de Modesto é pesquisar a linguagem falada no MSN, programa de conversa via internet, que é o tema do doutorado também na USP.

Diante de tantas abreviações, novas palavras e termos, ele acredita que explorar os caminhos da linguagem no meio digital é uma forma de trabalhar com os alunos muito mais que a conversação. “Eles podem usar o vc (abreviação de você) no MSN, mas numa redação, por exemplo, não”.

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Santistas são os vicentinos argentinos. Nasceram na ilha e vivem na pindaíba, mas sem perder a pose. 

Para os santistas –  grande parcela ex-vicentinos que ascenderam da sarjeta ao meio-fio –  ser da cidade vizinha é ser da tribo…

Tribo de índios.

RAUL CHRISTIANO: “Durante o processo, o José Dirceu e o Aloysio Nunes tiveram discussões homéricas. Nessas horas é que ele (Rubens Lara) aparecia para amenizar o clima”, 3

Segunda-Feira, 5 de Outubro de 2009, 06:34

 Erasmo Dias e Lara: referências

Da Redação

 Dois deputados estaduais que representavam a Baixada Santista tiveram uma participação de destaque durante a Constituinte Paulista: Rubens Lara (falecido em março do ano passado) e Erasmo Dias. Conforme o jurista e o chefe da Assessoria Técnica da Mesa Diretora da Constituinte, Andyara Klopstock Sprosser, ambos “eram muito respeitados pelos colegas, eficientes e atuantes”. Em 1989, o assessor de Relações Institucionais da Sabesp, Raul Christiano, era assessor de imprensa da liderança do PSDB na Assembleia. “Durante este período, o Lara só atendia compromissos relacionados à nova legislação. Foi um verdadeiro Caxias, devido à exagerada dedicação ao trabalho”. As principais contribuições do parlamentar para a principal legislação do Estado foram: a criação do Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Ribeira; a valorização das regiões metropolitanas e a demarcação de áreas urbanizadas na Serra do Mar para assegurar a preservação do meio ambiente. Uma das referências na questão sobre segurança pública e relator deste capítulo na Constituição Paulista, Dias explica que houve muita união dos deputados. Contudo, ressalta que “foi um trabalhão danado” para aprovar o texto final. Na opinião dele, a principal legislação do Estado foi o primeiro passo para melhorar a integração e a organização das polícias. “Quem ganha é a comunidade, que se sente mais protegida”.

DISCUSSÕES

Relator da comissão de Poder Legislativo e membro da comissão de Sistematização, Lara era uma referência para apaziguar os ânimos durante as discussões entre parlamentares. “Durante o processo, o José Dirceu e o Aloysio Nunes tiveram discussões homéricas. Nessas horas é que ele (Lara) aparecia para amenizar o clima”, explica Christiano

R. Dias relembra que o primeiro embate dele na Constituinte ocorreu com o petista Ivan Valente -­ atual deputado federal pelo PSOL. “Por ser ateu, ele não concordava com a invocação à proteção de Deus no preâmbulo”. Desconhecido Embora não tivesse militância política na região, um santista de nascimento também participou da Constituinte paulista: o advogado, jornalista e filósofo Ivan Espíndola de Ávila (1933-2006). Presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil de 1972 a 1989, foi vereador em São Paulo (1972) e deputado estadual por três mandatos (1975-1979, 1979-1983 e 1987/1991). Durante a Constituinte, participou das comissões temáticas dos poderes Legislativo e Executivo.

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Assembleia ainda precisa regulamentar artigos

Da Redação

 

Embora a participação popular tenha sido um dos diferenciais na elaboração da Constituição bandeirante, um dos 22 artigos que ainda estão sem regulamentação, conforme o Departamento de Pesquisa Jurídica da Assembleia Legislativa, é justamente o que trata desse tema.

O artigo 154 visa a promoção de planejamento regional, organização e execução das funções públicas de interesse comum para cada unidade local, bem como assegura a presença da sociedade no processo de estudo e tomada de decisões.

Segundo o presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB), as pendências da Carta Magna de São Paulo já foram identificadas. “Realmente não fizemos a nossa lição de casa ao longo desses 20 anos. Minha meta até o final do meu mandato é regularizar todas as pendências”, promete.

Apesar disso, o parlamentar ­ que foi o presidente da comissão de Sistematização da Constituinte ­ frisa que a Constituição sofreu melhorias durante essas duas décadas por meio da promulgação de 28 emendas.

ENXUGAMENTO

Entre 1835 e 2006, foram criados 33 mil atos legislativos no Estado. Para desconsiderar alguns, que estavam desatualizados, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, em 2005, iniciou os trabalhos de consolidação das legislações de São Paulo.

Conforme o atual deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) e então presidente da CCJ, foram revogados cerca de 13 mil leis e decretos-leis criados de 1891 a 1972. As legislações foram agrupadas em 16 grandes temas, como criança e adolescente, habitação, idoso, eleições e licitações.

DIA 5 DE OUTUBRO – 20 ANOS DA CONSTISTUIÇÃO PAULISTA 1

Segunda-Feira, 5 de Outubro de 2009, 06:41

 Inovadora, Constituição Paulista faz 20 anos com 22 pendências

Da Redação

SANDRO THADEU

A Constituição Paulista completa 20 anos hoje. Promulgada em 5 de outubro de 1989 ­- um ano após o decreto da Carta Magna Nacional­ -, a principal lei de São Paulo é fruto da empolgação da retomada do processo democrático no Brasil, após 21 anos de ditadura militar.

 

A nova legislação trouxe inovações, como a aplicação de 30% dos recursos do Estado em Educação e a destinação de 1% da receita tributária à Fundação Amparo à Pesquisa (Fapesp), além da preocupação com assuntos ligados ao meio ambiente e ao fortalecimento das instituições regionais.

Mas ainda há 22 artigos pendentes.

A principal novidade da Constituição bandeirante, no entanto, surgiu durante a sua elaboração: a participação popular por meio da apresentação de emendas. Um grupo de trabalho formado pelos deputados realizou amplas consultas junto a prefeituras, câmaras, organizações e especialistas para formatar o anteprojeto da Carta Magna, antes de ser submetido ao plenário. A partir de 10 de maio daquele ano, cidadãos e parlamentares tinham 20 dias para apresentar mudanças no texto proposto. Durante esse prazo, foram oferecidas 4.674 emendas ao anteprojeto e mais 2.919 ao projeto da Constituição, sendo 652 populares.

EMPOLGAÇÃO

Após o processo eleitoral de 1986, o mais democrático que se realizou na história do País até então, os 84 deputados estaduais eleitos já sabiam da missão de elaborar uma nova Constituição. Uma das que assumiram uma vaga na Assembleia Legislativa foi a atual vereadora santista Telma de Souza, que deixou o cargo no final de 1988 para assumir a Prefeitura de Santos no ano seguinte. Embora não tenha participado da Constituinte, relembra que o clima na casa era de muita euforia. “Vínhamos de um período de ditadura e estávamos muito empolgados em contribuir, dar ideias para melhorar a vida dos cidadãos”. Defensora da ideia de utilizar 30% do orçamento do Estado na Educação, ela garante que o grande diferencial nesse processo foi a participação da sociedade para construir uma novalegislação, ao invés de consultar somente juristas. Para acompanhar os trabalhos da Constituinte e sugerir emendas, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estadual criou uma comissão.

Três representantes da subsecção Santos participaram desse grupo: Luiz Lopes(falecido), Reginaldo Ferreira Lima e Écio Lescreck. Este último explica que o trio ficou muito lisonjeado com o convite de ingressar nesse seleto grupo de juristas. Entretanto, lamenta que muitas emendas sugeridas pela OAB não foram aprovadas.

MAIOR AUTONOMIA

A ex-procuradora e professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Anna Cândida da Cunha Ferraz, diz que as constituições estaduais perderam destaque ao longo do tempo por dois motivos: a forte centralização de competência da União e a visão do Supremo Tribunal Federal (STF), que impede uma maior autonomia das unidades federativas. Porém, destaca que um dos principais ganhos, do ponto de vista jurídico, foi a proteção de atos e normas administrativos ou legislativos da Carta Magna por meio da ação direta de inconstitucionalidade. “Outro avanço é o estabelecimento de um rol de competências partilhadas pelos municípios,estados e União para legislar sobre políticas públicas”, diz ela, que é também coordenadora do Mestrado em Direito do Centro Universitário Fieo, em Osasco (SP). O advogado Sérgio Sérvulo da Cunha ressalta que há um grande vácuo político entre os municípios e a União. “Existe aí muita coisa que fica relativamente desvalorizada, à medida que falta melhor organização da sociedade. Dentre as carências mais evidentes hoje, quanto à prestação de serviços públicos estaduais, são notórias as deficiências nas áreas de saúde, segurança e da prestação de serviços”. Cronologia 15 de novembro de 1986 O Estado elege 84 deputados que, além dos trabalhos legislativos ordinários, comporão também a Assembleia Estadual 13 de abril de 1987 Ato da Mesa institui o Grupo de Trabalho Pró-Constituinte, com a missão de acompanhar o andamento dos trabalhos da Constituinte de Brasília. Isto orientou o início dos trabalhos constituintes na maioria das assembleias legislativas brasileiras 13 de novembro de 1987 Resolução destina 30 minutos do grande expediente das sessões para temas de natureza constitucional 18 de outubro de 1988 Sessão solene de instalação da Assembleia Estadual Constituinte 7 de dezembro de 1988 Entrega dos relatórios sistematizados dos subgrupos do Grupo de Trabalho Pró-Constituinte, encarregados de elaborar o anteprojeto de Constituição Estadual 15 de dezembro de 1988 Publicação dos relatórios sistematizados dos subgrupos do Grupo de Trabalho Pró-Constituinte 16 de janeiro de 1989 A Mesa Diretora apresenta o Projeto de Resolução 1/1989, que estabelece normas regimentais de organização e funcionamento do Poder Constituinte 28 de abril de 1989 Resolução 668 aprova Regimento Interno da Constituinte 9 de maio de 1989 Publicada a proposta de Anteprojeto da Constituição Estadual. Ato nomeia os membros das comissões incumbidas de deliberar sobre as emendas ao anteprojeto e projeto de Constituição 24 de julho de 1989 Publicado o projeto de Constituição 6 de setembro de 1989 Início do 1o turno de discussão e votação do projeto de Constituição 27 de setembro de 1989 Termina o 1o turno de discussão e votação 30 de setembro de 1989 Início do 2o turno de discussão e votação 2 de outubro de 1989 O Plenário da Assembleia Constituinte encerra o 2o turno de discussão e votação do projeto de Constituição 4 de outubro de 1989 As resoluções 671, 672 e 673 alteram normas regimentais de organização e funcionamento do Poder Constituinte. Discussão e votação das emendas apresentadas à Redação final do projeto de Constituição do Estado 5 de outubro de 1989 Sessão extraordinária solene de decretação e promulgação da Constituição do Estado

Principais pendências da Carta Magna paulista

Direito do consumidor

Está previsto que uma lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços

Educação

Ainda não há uma regulamentação sobre a forma de participação da sociedade, por meio de instâncias públicas externas às universidades, na avaliação do desempenho da gestão dos recursos. Não há uma lei específica que define as despesas que se caracterizem como manutenção e desenvolvimento do ensino Funcionalismo público Outro artigo sem regulamentação é o 137, que assegura à servidora gestante mudança de função, nos casos em que for recomendado, sem prejuízo de seus vencimentos.

O parágrafo quarto do Artigo 124 também prevê o estabelecimento da relação entre a maior e a menor remuneração dos funcionários públicos

Saúde

O Estado criará banco de órgãos, tecidos e substâncias humanas

Meio ambiente

Lei disporá sobre formas de proteção do meio ambiente nas áreas contíguas às reservas e áreas tradicionalmente ocupadas por grupos indígenas

Portadores de deficiência

O Estado propiciará, por meio de financiamentos, aos portadores de deficiências a aquisição de equipamentos de uso pessoal e que permitam a correção, diminuição e superação de suas limitações, segundo condições a serem estabelecidas em lei

Saneamento básico

Está prevista a criação de um plano plurianual de saneamento, bem como de um plano plurianual dessa área.