WALTER JOSÉ BERNAL PRESO SOB SUSPEITA DE EXPORTAR 1700 QUILOS DE COCAÍNA PARA PORTUGAL ERA “DAQUELE TIME” DO DENARC 14

Acusado de tráfico de drogas em Portugal atuou no Denarc
14 de outubro de 2010 07h11 

Um dos cinco brasileiros presos no último sábado em Portugal sob suspeita de traficar 1,7 t de cocaína é um ex-integrante do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil de São Paulo. O investigador Walter José Bernal atualmente está lotado na 5ª Delegacia Seccional Leste. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Simultaneamente à operação que culminou com a prisão do grupo na zona industrial de Montijo, ao sul de Lisboa, a Polícia Federal apreendeu dois cofres fechados em um flat de luxo onde o policial vivia, na Vila Nova Conceição, na zona sul da capital paulista. Foram apreendidos também celulares, fotos e cartões de memórias para serem usados como possíveis provas. Segundo as autoridades portuguesas, Bernal usava técnicas de combate ao narcotráfico aprendidas no Denarc para traficar drogas. Na década de 1990, o policial foi investigado por suspeita de comprar armas na Argentina.

JOSÉ SERRA É TECNICAMENTE HONESTO: FOI DENUNCIADO E ABSOLVIDO EM 14 AÇÕES; LUTA PARA SER ABSOLVIDO NAS FALCATRUAS DE SOCORRO AOS BANQUEIROS NA ÉPOCA DE FHC…MAS COM TAL EXPERIÊNCIA COMO RÉU – 17 AÇÕES – NEM SEQUER SERIA ACEITO COMO CANDIDATO EM CONCURSO DE AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS NA POLÍCIA CIVIL…PARA FINS DE CONCURSO PÚBLICO – NAS CARREIRAS MENOS COMPLEXAS, INCLUSIVE – ELE SERIA CONSIDERADO “FICHA SUJA” E REPROVADO! 4

Serra luta contra três processos judiciais

Na Justiça, três processos contra José Serra

Dilma Rousseff e Indio da Costa não sofrem ações. Temer tem três casos já julgados

 

Apesar de realizado antes do primeiro turno das eleições, um levantamento feito pelo site Congresso em Foco sobre a situação judicial dos candidatos a Presidência e Vice-Presidência da República passou praticamente em branco por parte da mídia. No caso, os números mostram que o presidenciável do PSDB, José Serra, tem 17 processos contra ele em seu currículo. Destes, três continuam ativos. Em um dos casos, ainda segundo o site, uma juíza teria considerado que houve, por parte de Serra, dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos.

No entanto, o Jornal do Brasil consultou o histórico do processo, no qual não consta qualquer decisão final. Já a rival de Serra na campanha, Dilma Rousseff, informa não haver processos contra ela. Em relação aos candidatos a vice, o papel se inverte. O peemedebista Michel Temer, da chapa de Dilma, lista três processos contra ele, e o candidato do DEM, Indio da Costa, da chapa de Serra, diz não ter sido processado.

Os candidatos são obrigados, por lei, a informar ao Tribunal Superior Eleitoral a respeito dos processos judiciais contra eles.

Num dos processos contra Serra, uma denúncia feita pelo Ministério Público Federal, e aceita pela juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, é por improbidade administrativa, dos tempos em que o tucano era ministro do Planejamento no governo Fernando Henrique Cardoso. No caso, a ação diz respeito ao Proer, programa implementado no primeiro governo FHC para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real.

Além de Serra, as ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao programa, como o então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, entre outras decisões adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O JB não conseguiu entrar em contato com a juíza Daniele Maranhão Costa. De acordo com as informações no site do TSE, a magistrada teria apenas recebido a denúncia, e não proferido uma decisão. O presidenciável do PSDB também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça de São Paulo e estão em andamento.

O Jornal do Brasil entrou em contato com a assessoria de Serra, para que o candidato comentasse a respeito dos processos. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.

Sobre os processos contra Michel Temer, um deles é um recurso do Banco Central contra um pedido feito pelo próprio Temer à Justiça para a liberação recursos em dinheiro bloqueados durante o governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, na época do plano que confiscou parte dos recursos depositados em cadernetas de poupança. Nos outros dois processos contra Temer, um deles é citado como “caso eliminado”, sem oferecer mais detalhes. O outro é citado como uma apelação civil contra deputados da bancada paulista na Câmara dos Deputados.

Casos encerrados A assessoria de Temer informou, segundo o Congresso em Foco, que todos os casos contra o peemedebista estão transitados em julgado, isto é, já percorreram todas as instâncias judiciais e foram objeto de julgamento, não oferecendo qualquer risco para o candidato.

 

 

OS FALSÁRIOS 3

Os falsários

DEMÉTRIO MAGNOLI

O GLOBO 

Carlos Augusto Montenegro, o presidente do Ibope, profetizou há muitos meses uma vitória folgada de José Serra, no primeiro turno. A campanha não havia começado e o Ibope não tinha pesquisas relevantes. O Oráculo falou para bajular aquele que, presumia sua sabedoria política, seria o próximo presidente. Mais tarde, durante a campanha, de posse de inúmeras pesquisas, o Oráculo asseverou com a mesma convicção que Dilma Rousseff venceria no primeiro turno. A bajulação dos poderosos de turno obedece a uma lógica inflexível. Na mesma entrevista, ele sugeriu que a oposição atentava contra a democracia ao repercutir os escândalos no governo. Cada um fala o que quer, nos limites da lei, mas o Oráculo de araque não se limita a isso: ele vende um produto falsificado.

Pesquisas de opinião declaram uma margem de erro e um intervalo de confiança.

A margem de erro expressa a variação admissível em relação aos resultados divulgados. O intervalo de confiança expressa a confiabilidade da pesquisa — ou seja, a probabilidade de que ela fique dentro da margem de erro.

Na noite de 3 de outubro, o Ibope divulgou as pesquisas de boca de urna para a eleição nacional e para 16 estados, registradas com margem de erro de 2% e intervalo de confiança de 99%.

Das 17 pesquisas, 12 ficaram fora da margem de erro. O intervalo de confiança real é inferior a 30%. Um cenário similar, catastrófico, emerge das pesquisas para o Senado. Há tanta diferença assim entre isso e vender automóveis com defeitos nos freios? O Ibope não está só. Datafolha, Sensus e Vox Populi não fizeram pesquisas de boca de urna, mas suas pesquisas imediatamente anteriores também não resistem ao cotejo com as apurações.

Todos os grandes institutos brasileiros cometem um mesmo erro metodológico, bem conhecido pelos especialistas.

Eles usam o sistema de amostragem por quotas, que tenta produzir uma miniatura do universo pesquisado. A amostra é montada com base em variáveis como sexo, idade, escolaridade e renda. Isso significa que a escolha dos indivíduos da amostra não é aleatória, oscilando ao sabor de variáveis arbitrárias e contrariando os princípios teóricos da amostragem estatística.

O Gallup aprendeu a lição depois de errar na previsão de triunfo de Thomas Dewey, nas eleições americanas de 1948. Venceu Harry Truman e o instituto mudou sua metodologia, adotando um plano de amostragem probabilística, que gera amostras aleatórias. Quase meio século depois, os institutos britânicos finalmente renunciaram à amostragem por quotas. O copo entornou em 1992, quando as pesquisas baseadas na metodologia furada previram uma vitória trabalhista, mas triunfou o conservador John Major. Na sequência, uma equipe de especialistas identificou o problema e apresentou a solução. Os institutos brasileiros conhecem toda essa história. Não mudam, pois a metodologia atual é mais prática e barata.

 

Vendem gato por lebre.

A amostragem por quotas não permite calcular a margem de erro. Os institutos “resolvem” a dificuldade chutando uma margem de erro, que exibem como fruto de cálculo rigoroso. Como as eleições brasileiras costumam ter nítidos favoritos, eles iludem deliberadamente a opinião pública, cantando acertos onde existem, sobretudo, equívocos.

Não é um fenômeno novo. Jorge de Souza, no seu “Pesquisa eleitoral: críticas e técnicas” (Editora do Senado, 1990), já registrava que 16 das 23 pesquisas Ibope referentes às eleições estaduais de 1986 situaram-se fora da margem de erro — o mesmo desastroso intervalo de confiança, em torno de 30%, verificado neste 3 de outubro.

 

Nem todos os institutos são iguais.

O Datafolha conserva uma notável isenção partidária, embora também utilize o indefensável sistema de amostragem por quotas. O Oráculo do Ibope anda ao redor dos poderosos, sem discriminar partidos ou candidatos, farejando oportunidades em todos os lados.

 

Marcos Coimbra, seu congênere do Vox Populi, pratica uma subserviência mais intensa, porém serve apenas a um senhor. Durante toda a campanha, o Militante assinou panfletos políticos governistas fantasiados como análises técnicas de tendências eleitorais. Dia após dia, sem descanso, sugeriu a inevitabilidade do triunfo da candidata palaciana no primeiro turno.

Sua pesquisa da véspera do primeiro turno, publicada com fanfarra por uma legião de blogueiros chapa branca, cravou 53,4% dos votos válidos para Dilma Rousseff. Errou em 6,5 pontos percentuais, quase três vezes a margem de erro proclamada, de 2,2%.

Pesquisas obviamente não decidem eleições. Mas elas têm um impacto que não é desprezível. Sob a influência dos humores cambiantes do eleitorado, supostamente captados com precisão decimal pelas pesquisas, consolidam-se ou dissolvem-se alianças estaduais, aumentam ou diminuem as doações de campanha, emergem ou desaparecem argumentos utilizados na propaganda eleitoral, modifica-se a percepção pública sobre os candidatos. Os institutos comercializam um produto rotulado como informação. Se fosse leite, intoxicaria os consumidores. Sendo o que é, envenena a democracia.

Beto Richa, o governador eleito em primeiro turno no Paraná, obteve da Justiça Eleitoral a proibição da divulgação de pesquisas eleitorais que não o favoreciam. A censura é intolerável, principalmente quando solicitada por alguém que se comprazia em dar publicidade a pesquisas anteriores, nas quais figurava à frente. Ele poderia ter usado o horário eleitoral para expor a incúria metodológica dos institutos e o lamentável papel desempenhado por alguns de seus responsáveis, como o Oráculo e o Militante. A opinião pública, ludibriada a cada eleição, encontrase no limiar da saturação. Mais um pouco, aplaudirá o gesto oportunista de Richa e clamará pela censura. Que tal os institutos agirem antes disso, mesmo se tão depois do Gallup? Ah, por sinal: qual é mesmo a taxa de aprovação do governo Lula?

DEMÉTRIO MAGNOLI é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP.

E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br.

PT pede que MP investigue Paulo Souza, ligado a Serra 2

Por FAUSTO MACEDO, estadao.com.br, Atualizado: 13/10/2010 20:08

PT pede que MP investigue Paulo Souza, ligado a Serra

A bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo pediu hoje à Procuradoria Geral de Justiça investigação sobre Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, suposto arrecadador de recursos de campanhas do PSDB e ex-homem forte da empresa Desenvolvimento Rodoviário SA (Dersa), vinculada à Secretaria Estadual de Transportes. Documento de 26 páginas subscrito por 32 deputados, dos quais 12 eleitos último dia 3, aponta movimentos de Souza nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes na gestão de José Serra (PSDB).

Souza ocupou os cargos de diretor de Relações Institucionais e de Engenharia da Dersa. Foi responsável pela medição de obras de grande porte e pagamentos às empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, o prolongamento da Avenida Jacu Pêssego e a reforma da Marginal do Tietê. Em 9 de abril, dias depois que Serra deixou o governo para candidatar-se à Presidência, Souza foi demitido.

Seu nome ganhou evidência na noite de domingo, durante o debate da TV Bandeirantes, quando Dilma Rousseff (PT) atribuiu a Souza suposto sumiço de R$ 4 milhões da campanha do PSDB.

Na representação ao Ministério Público de São Paulo, o PT aponta ‘possível favorecimento’ da filha de Souza, a advogada Priscila Arana de Souza Zahran, que trabalha para um escritório que defende, perante o Tribunal de Contas do Estado e o da União, as construtoras que seu pai contratou quando dirigente da Dersa.

Foi Priscila, segundo os parlamentares petistas, quem emprestou, em 2007, R$ 300 mil ao senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, então secretário da Casa Civil de Serra, para a compra de um apartamento no bairro Higienópolis, zona central da capital paulista. ‘Um típico negócio de pai para filho’, declarou o deputado Antônio Mentor, líder do PT na Assembleia.

A bancada do PT sustenta ainda que o atual presidente da Dersa, José Max Reis Alves, ‘participou da elaboração do programa de Serra para o governo de São Paulo e do alto escalão do governo Fernando Collor na função de chefe de gabinete da então ministra da Fazenda Zélia Cardoso’. Segundo o documento, Max ‘foi acusado de participar do esquema PC por ter recebido no final de 1990 US$ 53 mil, segundo consta do relatório final da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investigou o caso no Congresso’.

Castelo de Areia

O advogado José Luís Oliveira Lima, que defende Souza, rebateu as acusações. Ele rechaçou a informação de que o escritório de advocacia para o qual a filha de Souza trabalha tenha atuado em favor da Dersa. O criminalista disse ainda desconhecer investigação no Ministério Público Estadual contra seu cliente.

Salientou que o inquérito da Operação Castelo de Areia, no qual Souza é citado como possível destinatário de pagamentos da construtora Camargo Correa, está sob análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ). ‘Nunca o chamaram para prestar depoimento’, anotou Lima. A Dersa não se manifestou.

FOLHA CORRIDA DO MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA…( a minha é mais limpinha ) 11

http://saraiva13.blogspot.com/2010/10/ficha-imunda-de-serra-ele-tem-17.html

Alguns processos contra Serra na Justiça Federal do DF. Há outros processos em outros tribunais.

Se a Justiça no Brasil fosse mais rápida para políticos, José Serra (PSDB) já poderia estar ao lado de Joaquim Roriz e impedido de candidatar-se pela lei da ficha suja.

Serra tem 17 processos declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com as certidões que ele mesmo apresentou (a contragosto, por imposição da lei, senão a candidatura fica impugnada).

Entre os processos, pelo menos três são por corrupção (improbidade administrativa).

O maior dos escândalos de corrupção envolvendo José Serra, e que o levou ao banco dos réus, foi sobre o PROER, com rombo nos cofres públicos de R$ 3 bilhões beneficiando o Banco Econômico, e de R$ 1,7 bilhões para o Banco Bamerindus ser comprado pelo HSBC.

O processo 2003.34.00.039140-7 corre na Justiça Federal do DF, e demonstra que José Serra, junto a outros tucanos do governo FHC, descumpriram as leis e as normas do próprio PROER, ao injetar bilhões do dinheiro público que foi para o ralo, em instituições que não poderiam receber socorro, e teriam que ser liquidadas.

Já houve uma decisão da juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, aceitando que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.

É a ante-sala para José Serra entrar na lista dos fichas sujas, caso se confirme uma condenação por juízes, em colegiado.

O demo-tucano também responde processos por crimes de imprensa, calúnia e injúria.

SERRA DIZ QUE ESCOLHE BOAS EQUIPES…VERDADE, O LAURO MALHEIROS SERÁ O MINISTRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 4

13/10/2010 – 18h09

No RS, Serra se irrita com pergunta sobre ex-diretor da Dersa e diz que escolhe boas equipes

Alexandre de Santi
Especial para o UOL Eleições
Em Porto Alegre

Durante visita ao Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (13), o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, mostrou irritação com uma pergunta sobre o engenheiro Paulo Vieira de Souza, ex-diretor de engenharia da Dersa que, segundo reportagem da revista Isto É, teria desviado dinheiro da campanha tucana. Serra afirmou que “escolhe boas equipes”. Em debate no último domingo (10), Dilma Rousseff (PT) citou a reportagem para atacar o adversário.

Em tumultuada entrevista coletiva, Serra evitou falar sobre sua relação com Paulo Souza e sobre o suposto sumiço de R$ 4 milhões da campanha do PSDB. O ex-governador paulista encerrou a entrevista repentinamente quando foi perguntado diretamente sobre o assunto e disse: “Isto é pauta petista”.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/09/19/20475/

BOLINARAM NO PONTO “G” DO JOSÉ SERRA…(hehehe…esse ponto G é doloroso ) 7

Serra se irrita com jornalista por pergunta sobre Paulo Preto
13 de outubro de 2010 18h02 atualizado às 18h14 

Flavia Bemfica
Direto de Porto Alegre

O candidato à presidência da República, José Serra (PSDB), demonstrou irritação na tarde desta quarta-feira (13), em Porto Alegre (RS), ao ser novamente questionado por jornalistas sobre o caso do ex-assessor Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Na saída de uma reunião que manteve com o candidato derrotado do PMDB ao governo, José Fogaça, Serra disse que não tinha nada para comentar a respeito do caso do assessor. “Considero um preconceito odiento (sic) se referirem a uma pessoa com este apelido”, declarou o candidato. Questionado sobre o porque havia dito inicialmente negado conhecer o assessor, ele justificou dizendo que havia sido perguntado pelo apelido.

Segundo Serra, não houve desvio de dinheiro em sua campanha. “A Dilma (Rousseff, do PT) está preocupada com o desvio de dinheiro na minha campanha, o que não aconteceu. Eu já estou preocupado com o desvio de dinheiro na Casa Civil”. Em seguida, Serra começou a criticar a imprensa e o jornalista Sérgio Bueno do Valor Econômico que havia feito a pergunta. “Eu sei que no caso vocês não têm interesse na Casa Civil, naquilo que foi desviado e etc. O seu jornal pelo menos não tem”.

Após as declarações, uma das assessoras de Serra encerrou a conversa. Fogaça, que estava ao lado do candidato, fez um comentário diretamente para Serra, ao que ele respondeu em voz alta. “Mas o Valor também é meio assim (gesticulou). Não é só ele (o jornalista), não”. Depois do comentário de Serra, o jornalista disse: “isso é preconceito, candidato”. Ao que Serra respondeu: “não é preconceito. Vocês fazem manchete para o PT botar no horário eleitoral”.

Antes do encontro com Fogaça, que aconteceu na antiga casa de campanha do candidato do PMDB, no bairro Bela Vista, Serra havia feito um discurso defendendo a liberdade de imprensa junto a apoiadores no Hotel Everest. Durante o evento, o tucano se esquivou de todas as perguntas sobre o ex-assessor.

“Para nós, liberdade e democracia não são instrumento de retórica e a liberdade de imprensa é indispensável. Eu reclamo da imprensa às vezes, mas vou lutar até a morte para que sejam livres no que dizem. Democracia é respeitar aqueles que não estão de acordo”. 

SERRA DESPENCA: Dilma tem 48% e Serra soma 40%

13/10/2010 – 18h38

Vox Populi: Dilma tem 48% e Serra soma 40%

Do UOL Eleições
Em São Paulo

A primeira pesquisa Vox Populi para o segundo turno das eleições presidenciais, divulgada nesta quarta-feira (13), aponta liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, com 48% dos votos, ficando à frente do rival José Serra (PSDB), com 40%, caso a votação fosse hoje. O pleito será em 31 de outubro.

Na sondagem contratada pelo portal iG, brancos e nulos somaram 6% e os indecisos, também. Levando-se em conta apenas votos válidos, desconsiderando-se brancos e nulos, o resultado final apontaria Dilma com 54,5% e Serra com 45,4% do eleitorado.

O instituto entrevistou três mil pessoas de 10 a 11 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual. Os números do Vox Populi são semelhantes ao da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (09), na véspera do primeiro debate entre os presidenciáveis: ali a petista tinha 48% e Serra, 41% dos votos.

Além da corrida presidencial, o instituto apurou a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação ao mandatário é de 78%. Para 17% dos entrevistados, o desempenho dele é regular e 4% o reprovam.

“CARO REALISTA FANTÁSTICO”, DILMA É TÃO “TERRORISTA DESQUALIFICADA” QUANTO ALOYSIO NUNES E JOSÉ SERRA…A DIFERENÇA: SERRA FUGIU NAS PRIMEIRAS HORAS DO GOLPE MILITAR, ALOYSIO FUGIU DEPOIS DE CONSUMAR ALGUMAS AÇÕES PATRIÓTICAS…DILMA – MUITO NOVA E FRÁGIL – FOI CAPTURADA, TORTURADA E CONDENADA SEM PROVAS…RESUMINDO: JOSÉ SERRA FOI UM SUBVERSIVO “CAUTELOSO” QUE ABANDONOU A CAUSA…ABANDONOU OS COMPANHEIROS VOANDO NAS ASAS DA PANAIR…DIZEM QUE SERRA ERA AGENTE DA CIA, AJUDOU A DERRUBAR JANGO; DEPOIS FOI COLABORAR NA DERROCADA DE SALVADOR ALLENDE ( que não era parente de Dnª Mônica )…hehehe 3

PM/10/13 às 18:38 – REALISTA FANTÁSTICO

Bem, eu falo sobre algo de que pelo menos haja o mínimo de indícios. Agora, ficar levando fé numa terrorista desqualificada que joga palavras ao vento sem apoio em quaisquer fatos, não, isso eu não faço. Se você faz, descobrimos um bom exemplo do significado da palavra leviandade – sempre achei o dicionário que tenho meio obscuro nesse verbete, hehehe.

DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO O QUAL CONCEDE APOSENTADORIA ESPECIAL AOS POLICIAIS 9

WAGNER NUNES LEITE GONCALVES paradipol@flitparalisante.com

data13 de outubro de 2010 11:32
assunto APOSENTADORIA ESPECIAL

 

BOM DIA DR. GUERRA , SEGUE A DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO O QUAL CONCEDE APOSENTADORIA ESPECIAL AOS POLICIAIS, BASTANDO APENAS QUE O POLICIAL FAÇA ESTE PEDIDO ADMINISTRATIVAMENTE. ESTE DOCUMENTO É PÚBLICO POIS NÃO HÁ DECRETAÇÃO DE SEGREDO DE JUSTIÇA E O MESMO PODE SER ACESSADO ATRAVÉS DO SITE http://www.tj.sp.gov.br/  CLIKAR NO LINK JUSRISPRUDÊNCIA  FORNECENDO NÚMERO DO PROCESSO OU PESQUISA FONÉTICA.
 UM ABRAÇO! WAGNER.

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A bala de ouro: o papel de Dilma na reconfiguração política do Brasil não pode ser atropelado por um estilo de campanha construído em cima de factóides malévolos, distorções, temas-tabu e retóricas que celebram um vandalismo desastroso (inclusive para os próprios autores).

Quarta, 13 de outubro de 2010, 11h17 Atualizada às 12h00

A bala de ouro

Paulo Costa Lima
De Salvador (BA)

 

1. Não se faz um país sem povo. Mas, ora, o Brasil foi durante séculos, justamente algo nessa direção. Tudo começou de forma oficial na Praça Thomé de Souza – Salvador, em 1549, com um Regimento Geral aprovado em Lisboa e funcionários portugueses envolvidos na aventura da implementação. Os indígenas lá longe.

2. Por aqui o país oficial sempre foi um, e o povo sempre precisou inventar o seu próprio. Fez isso de forma genial, reinventando formas de vida – e essa é talvez nossa melhor marca distintiva, da música à culinária. Mas, quanto ao problema da dissociação entre vida e participação política ainda estamos longe de uma transformação estável.

3. A manutenção de milhões de pessoas em estado de miserabilidade, a desigualdade regional, o desincentivo à produção significam justamente que não há um país para todos. E incide diretamente sobre o desafio de inclusão econômica e política dessa impressionante camada. Com o atraso secular produzido pela ditadura militar de 64, tivemos todas as iniciativas nessa direção adiadas até praticamente o início dos 90.

4. Não resta dúvida alguma que a era Lula teve um efeito bastante positivo sobre esse processo, relativizando a força secular das soluções e valores adotados pela elite. A sociedade precisará dizer se considera ‘virtuoso’ ou ‘vicioso’ o processo de articulação popular desenvolvido pelo período Lula, no bojo mais amplo de sua perspectiva de gestão.

5. Falo em articulação popular como processo amplo e não como prestígio de um personagem solo. O conjunto de todos os vetores sociais na direção de uma nação com menos desigualdade e maior autonomia – econômica, política, de conhecimento…

6. Também como dimensão civilizatória de participação mais eqüitativa, coisa que nunca alcançamos, sempre meio que hipnotizados pela tal agenda “dos de cima”, pelos seus juízos técnicos e valorativos, muitas vezes absolutamente parciais, porém tornados em unanimidade forçada, sua visão de mundo distribuída pelos sistemas de comunicação hegemônicos.

7. Não que haja uma perspectiva popular pronta, aguardando ser projetada por algum governo. Trata-se justamente do desafio de fazer aflorar a possibilidade de construí-la. De abrir espaço para um laboratório de novos circuitos sociais, com todos os riscos (e benefícios) inerentes ao desafio. Seguir o bom senso “dos de cima”, nossa tradicional solução, mobiliza adeptos históricos, sempre prontos a desacreditar processos de transformação do poder – de inclusão de novos personagens políticos;

8. No final das contas é isso que estaremos decidindo. Se as marcas do governo Lula nessa direção são autênticas e merecem continuidade ou não. Leio agora na internet o significativo apoio de Chico Buarque e diversos outros artistas e intelectuais.

9. A rigor, a ex-candidata Marina Silva nada precisaria dizer. Toda sua vida pública – desde a tênue possibilidade de sua existência até a pujante presença como senadora e ministra – falam da virtuosidade do processo de mobilização de lideranças populares desencadeado pela era Lula.

10. Do ponto de vista dos movimentos sociais, da cultura como direito de cidadania, do ponto de vista de uma política de conhecimento para o Brasil, do ponto de vista do desenvolvimento com inclusão, e de vários outros ângulos, a virtuosidade do ciclo Lula é bastante clara. Dialoga claramente com a aprovação de 80% do seu governo. Com a transformação cultural de perceber que um “de baixo” (e, portanto, mil “de baixo”) podem assumir liderança de forma inovadora. Podem dialogar com o bom senso das elites de forma construtiva.

11. Ora, a delicadeza da montagem desse laboratório de reconfiguração política do país, que também toca nas questões de peso regional – e o papel de Dilma nesse processo – não pode ser atropelado por um estilo de campanha construído em cima de factóides malévolos, distorções, temas-tabu e retóricas que celebram um vandalismo desastroso (inclusive para os próprios autores).

12. Devemos lutar contra esse ambiente anti-democrático que se auto proclama como defesa da democracia, e exigir tranqüilidade e honestidade na discussão dos temas que realmente importam.

13. A bala de ouro, longe da associação vampirista da tal ‘bala de prata’ tão comentada durante a campanha – será a oportunidade de mobilização popular em defesa do espaço duramente conquistado. E atingirá apenas o modelo secular de um país sem povo.

(manifesto minha posição com a traquilidade de quem já foi eleitor de vários outros partidos, desde o tempo de Covas; de quem não depende de nenhuma benesse governamental e que escreve apenas como ato de consciência).

Paulo Costa Lima é compositor. Pesquisador pelo CNPq. Professor de composição da Universidade Federal da Bahia.
http://www.myspace.com/paulocostalimahttp://www.paulolima.ufba.br/

Bergamo: Pesquisa indica que eleitor não aceitou bem Serra não ter defendido a mulher 4

QUESTÃO DA MULHER
As pesquisas qualitativas tanto da campanha de José Serra (PSDB) quanto da de Dilma Rousseff (PT) revelaram que o eleitor não aceitou bem o fato de Serra não ter defendido a mulher, Monica, quando a petista a acusou de participar de uma campanha de difamação ao declarar que Dilma é a favor de “matar criancinhas”. Na segunda à noite, o programa de Serra saiu em defesa da ex-primeira dama de SP.

TUDO BESTEIRA
Na saída do debate da Band, José Serra minimizou o fato de não ter respondido, no ar, ao ataque de Dilma a Monica Serra. “Defender de quê? De uma besteira dessas?”, disse ele à coluna.

EM NOVEMBRO DE 2009 ALBERTO GOLDMAN AFIRMOU A JOSÉ SERRA QUE “PAULO PRETO” ERA ALCAGÜETA: “fala mais do que deve, sempre”. 2

13/10/2010 – 10h12

Engenheiro acusado por Dilma de desvio é ‘arrogante’, alertou vice-governador em e-mail

DE SÃO PAULO

Em e-mail enviado em novembro de 2009, o então vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman, diz ao presidenciável José Serra (à época governador) que o ex-diretor da Dersa é incontrolável, “vaidoso” e “arrogante”.

Na mensagem, também encaminhada ao secretário de Transportes, Mauro Arce, Goldman diz que Paulo Preto “fala mais do que deve, sempre“. “Parece que ninguém consegue controlá-lo. Julga-se o Super-Homem.

O tucano analisava as entrevistas concedidas, na véspera, por Paulo Preto e por Mauro Arce acerca da queda de uma viga do Rodoanel.

Danilo Verpa – 30.mar.2010/Folhapress
Na foto, Serra (de gravata) aparece junto com Paulo Preto, que está agachado, de camisa
Na foto, Serra (de gravata) aparece junto com Paulo Preto, que está agachado, de camisa

Para o vice-governador, a coletiva era desnecessária. “É impossível uma entrevista com o Paulo sair bem.”

Em entrevista à Folha, na época, Paulo Preto autoriza as construtoras a manter a estratégia de instalação das vigas que desabaram no trecho sul –considerada incorreta pelo Crea-SP.

Goldman afirma ao final: “Não […] tenho qualquer poder de barrar ações. Mas tenho o direito, e a obrigação, de opinar e tentar evitar desgastes desnecessários.”
Ontem, Goldman não quis falar sobre o conteúdo do e-mail. Disse apenas que o tema está encerrado.

Jefferson Kravchychyn: “Como todo mundo tem um advogado ou bacharel em direito na família, ou conhecido, qualquer coisa é motivo para entrar na Justiça”…BRILHANTE EXEMPLO DE ARGUMENTAÇÃO “JURÍDICA” 3

Brasil tem mais faculdades de Direito do que todo o mundo

 

O Brasil tem mais faculdades de Direito do que todos os países no mundo, juntos. Existem 1.240 cursos para a formação de advogados em território nacional enquanto no resto do planeta a soma chega a 1.100 universidades. Os números foram informados por Jefferson Kravchychyn, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Temos 1.240 faculdades de direito. No restante do mundo, incluindo China, Estados Unidos, Europa e África, temos 1.100 cursos, segundo os últimos dados que tivemos acesso”, disse o conselheiro do CNJ.

Segundo ele, sem o exame de ordem, prova obrigatória para o ingresso no mercado jurídico, o número de advogados no País –que está próximo dos 800 mil— seria muito maior.

“Se não tivéssemos a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) teríamos um número maior de advogados do que todo o mundo. Temos um estoque de mais de 3 milhões de bacharéis que não estão inscritos na ordem”, afirmou Kravchychyn.

Má qualidade

Na opinião do conselheiro do CNJ, as faculdades de Direito no Brasil deixam a desejar. “Temos mais de 4 milhões de estudantes que estudam em faculdades que não ensinam mediação, arbitragem, conciliação. Ou seja, temos um espírito litigioso. Tudo eu quero litigar [discutir]. Isso é da formação da própria faculdade”, comentou o conselheiro, que citou, ainda, o perfil do brasileiro que entra com ações na Justiça.

“Não quero criticar o advogado, mesmo porque sou um. Mas precisamos mudar a consciência social sobre brigas no judiciário. Como todo mundo tem um advogado ou bacharel em direito na família, ou conhecido, qualquer coisa é motivo para entrar na Justiça”, finalizou.

APOSENTADORIA ESPECIAL: 20 ANOS DE TRABALHO ESTRITAMENTE POLICIAL INDEPENDENTEMENTE DE OUTROS REQUISITOS COMO IDADE MÍNIMA E TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO EM OUTRAS ATIVIDADES 69

PM/10/12 às 23:08 – by REVOLTADO

Vai mais informação aí Buraco Negro:
Bom dia.
Em atenção às dúvidas direcionadas ao Depto Jurídico da Adpesp, tenho a esclarecer o quanto segue:
De fato, o tempo a ser considerado para a aposentadoria especial são 20 anos, sem computar qualquer tempo na iniciativa privada, pois, se o sr. acessar o site do INSS verá que há um índice de conversão do tempo especial para o comum e, no caso, 20 anos representam 30 anos de contribuição (índice 1,5X).
Deve ser exigido o salário integral, pois o MI ordena: “100% do salário de benefício”.
Um dos caminhos a se escolher é impetrar Mandado de Segurança, conforme relatado.
Apesar da decisão beneficiar diretamente os associados da Adpesp, outras classes tb são beneficiadas, eis que a regulamentação se deu em âmbito federal.

À disposição para eventuais outros esclarecimentos.

Atenciosamente.

Dra. Fabíola Machareth
http://www.richesconsultores.com.br

Buraco Negro, vou passar para você os preços e o contato para os advogados que ingressaram com o mandado de injunção para Adpesp. Estou lhe passando porque realmente os policiais civis estão confusos com tantas regras. Vai a matéria a seguir e um abraço. Para quem tá tirando plantão e trabalhando que nem um condenado, tendo o tempo que ela fala, tanto nos 20 ou nos 25 anos, compensa arriscar. Convém marcar uma consulta que não é cobrada e ver se compensa. Um abraço.

Conforme solicitação segue abaixo documentos necessários para ajuizamento Aposentadoria Especial:

– Certidões de Tempo de Serviço,
– Documentos Pessoais ( cópias):
RG,
CPF,
Carteira Funcinal.
– Comprovante de Residência (cópia).

Quanto aos valores:

Ação Judicial Individual:
honorários: R$ 2.000,00 + taxa R$ 50,00 mensais para a manutenção do processo, após o pagto dos honorários.

Ação judicial Coletiva:

Mínimo 05 pessoas :
honorários: R$ 1.800,00, por interessado + taxa R$ 50,00 mensais para a manutençaõ do processo após o pagto dos honorários.

Mínimo 10 pessoas:
honorários: R$ 1.500,00, por interessado + taxa R$ 50,00 mensais para a manutençaõ do processo após o pagto dos honorários.

Obs: Os honorários poderão ser parcelados em 10 vezes.

Qualquer dúvida favor entrar em contato.

Atenciosamente,

Dr. Fabiola e Roberto Tadeu – 011-4034-0919 ou email: fabimachareth@yahoo.com.br