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Militar é militar, polícia é polícia
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Sat, 11 Dec 2010 07:39:49 -0200
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| Alexandre Barros
Estamos à beira de uma ladeira descendente. Se tudo correr conforme anunciado, as Forças Armadas virarão polícia e ocuparão mais favelas no Rio. Declarações oficiais dão conta de que a ocupação será “por tempo indeterminado”. |
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FGV IMPEDE O CAPITÃO MONDADORI DE REALIZAR EXAME DA OAB…NÃO SE PODE ESPERAR OUTRA COISA DE ALGO QUE CARREGA NOME TÃO NEFANDO 42
Data: 11 de dezembro de 2010 13:56
Assunto: TETRAPLEGIA………… QUESTÃO DE HUMANIDADE…….>
Aos amigos (as),
Doutores (as):
Peço encarecidamente que assistam ao vídeo do link abaixo.
O Capitão Sérgio Ricardo Mondadori está tetraplégico e, absurdamente, a FGV cerceou seus direitos no Exame de Ordem 2010.2.
A finalidade do vídeo é que esse “grito por socorro” possa chegar nas mãos – visualização – de alguma autoridade do executivo, legislativo, judiciário ou dirigentes da nobre instituição OAB e providência possa ser tomada quanto ao prejuízo gritante sofrido pelo candidato.
Isso é questão de lógica, bom senso, humanidade e, sobretudo, JUSTIÇA.
O capitão Sérgio consegue digitar utilizando um suporte acondicionado na cabeça – consta no vídeo -, sendo que a FGV não permitiu tal acesso em razão de aventar a hipótese que poderia “colar”.
Por favor, repassem esta mensagem para seus contatos.
Ah! E pensar que reclamamos pelas nossas dificuldades.
Reflitam!
Abraço!!!!
Caso entendam como vírus, por favor, acesse o site da WEBTVBRAGANÇA – a matéria está na página principal: www.webtvbraganca.com.br
Para OAB, tramitação do Código de Processo Penal no Senado foi “terrível” e “capenga” 13
REPÓRTER AÇO em 11/12/2010 às 7:47
Fonte: Notícias Terra
Para OAB, tramitação do CPP no Senado foi “terrível” e “capenga”
Geraldo Magela /Agência Senado
O conselheiro de Direito Penal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Délio Lins e Silva, acompanha de perto o trâmite da reforma do Código do Processo Penal (CPP) no Congresso. Para ele, a matéria tramitou de forma “capenga” e “terrível” no Senado. O advogado garante a Terra Magazine que a OAB pretende se manifestar formalmente sobre o processo e alterações no CPP. “Infelizmente não existia o interesse dos senadores por esse assunto”, lamentou.
– O (senador) Renato Casagrande (PSB-ES), relator da reforma, é um engenheiro florestal com formação em Meio Ambiente, não tem nada a ver com o Código de Processo Penal. Por outro lado, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa (Demóstenes Torres, do DEM) é um membro do Ministério Público. O Senado inteiro não fez nada, as sessões são vergonhosas. O que se espera é que na Câmara estudem melhor o CPP – afirmou Lins e Silva.
O Senado aprovou na noite desta terça-feira (7), em sessão extraordinária, o substitutivo de Casagrande ao PLS 156/09, com o novo Código do Processo Penal.
Confira abaixo a entrevista:
Terra Magazine – De maneira mais geral, qual foi a avaliação da OAB sobre a reforma?
Délio Lins e Silva – Acreditamos que a reforma trouxe alguma melhora em vários pontos. Mas temos também algumas críticas. Sobre as melhoras, batemos palmas para o juiz natural, que tem sido muito questionado pela magistratura.
Este é o juiz que fiscalizará o trabalho do magistrado responsável direto pelo caso?
Exatamente. Vemos isso com bons olhos. Para além da busca pela imparcialidade e distanciamento, o juiz natural obriga a duplicar a quantidade de juízes. Então, numa comarca em que só tem um juiz terá que haver dois.
Popularmente falando, as “palmas” são para o aumento de vagas para juízes?
Exato. Isso obviamente estaria contribuindo com o Judiciário. Eu não consigo entender de forma alguma essa reação toda da magistratura em relação ao juiz natural. Para mim, é uma reclamação financeira, orçamentária.
O senhor acha que um juiz fiscalizando o trabalho de outro tiraria a legitimidade do julgamento proferido?
Não, porque o juiz que julgará não vai apenas proferir uma sentença, mas fará toda a instrução criminal na fase do Judiciário, isto se o Ministério Público fizer a denúncia. Se ele entender que a prova está insuficiente ou falha, nada impede que ele ouça mais pessoas como testemunhas do próprio juízo. Então, eu não acho que isso seja uma desculpa plausível. Para mim, na verdade, é uma questão de caixa, é problema financeiro.
Para o juiz de segundo grau será muito melhor, ele poderá decidir tudo muito mais rapidamente, não terá que se preocupar em quebrar sigilo, porque já vai receber tudo detalhado, assim como funcionará com os fundamentos para a decisão de quebrar o sigilo telefônico.
O que o senhor achou da criação de medidas cautelares?
Isso foi, de fato, muito bom por ter dado um leque de opções ao juiz, que antes estava restrito a prender e soltar, prender e absolver… Agora, tem um leque maior de opções que não precisa, necessariamente, levar a pessoa para o cárcere, quando o ilícito não é tão grande.
O senhor disse que havia críticas da OAB a alguns pontos. O senhor poderia apresentá-las?
Criticamos muito esse exagero das interceptações telefônicas. Agora, tem até interceptações de forma indefinida. Além disto, não criaram um controle a respeito do tema. Do jeito que estava no substitutivo do (senador Renato) Casagrande (PSB-ES), você poderia prorrogar uma interceptação até por telefone. Isto porque, na medida em que pode ser verbal, não precisaria ser pessoal, poderia até mesmo ser via telefonema e com uma justificativa boba, idiota, que é o investigado estar criando dificuldades, comprando muitos chips, telefones diferentes. Só isso já seria uma justificativa para um apelo verbal. O que, para nós, demonstra uma banalização enorme da questão.
E sobre a prisão em flagrante, que gerou polêmicas a respeito?
Hoje, se você é preso em flagrante, o comunicado ao juiz tem que ser feito em 24 horas. O (senador) Demóstenes Torres colocou que pode ser feito em até cinco dias. Ou seja, o sujeito pode ficar detido cinco dias e, somente no quinto dia, o juiz terá conhecimento daquela prisão. Isso é muito complicado, às vezes não tem nenhum juiz e avisam para outra comarca, por exemplo.
Como o senhor avalia processualmente a reforma?
Tramitou de forma capenga. Infelizmente não existia o interesse dos senadores por esse assunto. A aprovação foi um negócio terrível. O Casagrande, relator da reforma, é um engenheiro florestal com formação em Meio Ambiente, não tem nada a ver com o Código de Processo Penal. Por outro lado, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa é um membro do Ministério Público. O Senado inteiro não fez nada, as sessões são vergonhosas. O que se espera é que na Câmara se estude melhor.
Estude melhor o que, especificamente?
Por exemplo, propusemos ao Casagrande – de maneira informal – que repensasse o indiciamento. Porque o Código é de 1941, período da Ditadura Vargas e quando foi criada essa história do indiciamento. Se você chega ao delegado e não delata, você indiciado. Se você não colabora, ele te indicia. Se você exerce o seu direito de permanecer em silêncio, ele te indicia. Não dedurou alguém, indicia. Isso aí era um instrumento de troca da polícia de Vargas.
Hoje, não tem mais o menor cabimento essa figura do indiciamento, na medida em que o MP é o dono da coisa, o dono de tudo.
Qual a proposta da OAB para a questão?
A gente sustentou que esse ato de ‘indiciar’, dado para a autoridade policial, deveria acabar. O delegado investiga quem ele quiser, faz o relatório e entrega ao MP. A partir daí, aparece a denúncia, ou não. Muitas vezes o delegado indicia, o MP não vê motivos para fazer uma denúncia e a pessoa já sai indiciada. Vou defender com bastante afinco o fim disto na Câmara dos Deputados.
Também caiu a distinção entre pessoas com ou sem diploma. As organizações criminosas nasceram nos presídios com a junção de presos políticos com criminosos comuns nas celas. Fala-se que essa não distinção “qualificaria” as organizações criminosas que atuam dentro e fora das cadeias. Como o senhor vê esta questão?
Tem essa questão da qualificação com o auxílio de pessoas, como por exemplo, advogados. Nesse aspecto, é de fato ruim. Mas veja bem, hoje, depois do trânsito em julgado, você vai para a vala comum. Se eu for preso, nem para o presídio eu vou, tenho que ficar numa sala de Estado Maior, mas só enquanto minha prisão for provisória. Depois que minha condenação transitar em julgado, essa diferenciação não existirá mais.
Então, essa qualificação criminosa dos presídios já pode estar acontecendo há muito tempo. Na prática é que essa “não distinção” não funciona, né? Procuram diferenciações por proteção, quando é um bacharel em Direito. Ou se tiver sido delegado de polícia, pede cela especial, e por aí vai… Mas, apesar do risco de qualificar um grupo criminoso desses, ainda defendo a não distinção após o trânsito em julgado. Ainda sou aliado dessa corrente apesar de ter o privilégio de ser advogado e de poder contar com essa proteção toda.
O senhor criticou o processo de discussão do Código no Senado. A OAB pretende se manifestar referente a isso?
Vamos. A nossa comissão continua constituída e agora que vamos começar a trabalhar mais na Câmara, porque no Senado não teve a menor condição. A bola ficava entre um engenheiro florestal e um promotor. Não existia paridade de armas. Na Câmara, como há inúmeros bacharéis, acredito que lá teremos um poder maior de negociação.
A OAB pretende se pronunciar formalmente sobre o processo que o senhor tanto criticou?
Isso, com certeza, haverá. Haverá uma manifestação formal, com certeza absoluta, com os pontos bons e os que consideramos ruins
O aumento no subsídio pago ao governandor e aos secretários de Estado beneficiará também carreiras de elite do funcionalistmo público estadual 19
CHAPOLIN COLORADO em 11/12/2010 às 14:54
Manchete do jornal agora: “Fiscais de renda ganham reajuste”. O aumento no subsídio pago ao governandor e aos secretários de Estado beneficiara também carreiras de elite do funcionalistmo público estadual. “Conclui-se que nós somos a ralé, embora a Constituição determine que nossos salário sejam pagos através de subsídios”.
Cont.
Isso porque o reajuste do salário dos agentes fiscais de renda da SCF, está vinculado ao do governo estadual, que é a remuneração paga ao ocupantre do Palácio dos Bandeirantes. O reajuste de 26,1% contempla o acumulado da inflação desde 2005. Cerca de 6000 agentes fiscais de renda terão direito ao aumento a partir de janeiro. A remuneração deverá passar de R$ 14.800,00 para 18.700,00. Os agentes amaeaçaram paralisação e foram atendidos pelo Governador do Estado. Os servidores argumentavam que, apesar do recorde de arrecadação do Estado no início do ano, eles eram um dos agentes mais mal pagos entre os Estados – ocupando a 20ª. posição em um ranking. “Que dizer de nós em moçada”.
Cont.
Em agosto, o governo apresentou um projeto de lei orçamentário à Assembleía Legislativa pedindo o reajuste. Assim, como parte do acordo, os servidores suspenderam a manifestação. O Projeto foi aprovado por unaminmidade anteontem na Assembléia Legislativa e foi publicado ontem no “Diário Oficial” do Estado. Esta aí Dr. Fausto Nascimento. Se houver interesse político e uma pressão a coisa passa. Mas a Polícia Civil sozinha não faz\ milagres. Agora eu pergunto, como que um Diretor sobrevive em São Paulo, ganhando R$ 7.000,00 líquidos, pagando aluguel de R$ 2.000,00 no mínimo, escola para os filhos mais uns R$ 2.000,00, TV a Cabo, despesas com o veículo etc. Eles devem me ensinar o milagre
COWBOY FORA DA LEI, POIS O BRASIL ESTÁ MAIS CIVILIZADO…EM VEZ DE MOCINHOS AGORA MATAM PREFEITOS…QUEM QUER SER O PRIMEIRO GOVERNADOR A MORRER FUZILADO 30
NATAL DO PCC – os irmãos sairão com missões a cumprir: atacar prédios públicos e matar policiais 35
10/12/2010 – Ameaça do PCC põe Polícia Civil em alerta
O Estado em ‘alerta’. Forças de segurança pública estão em estado de atenção depois de captarem a informação de que o PCC (Primeiro Comando da Capital), principal organização criminosa paulista, planeja uma série de atentados durante o Natal. As informações são do jornal BOM DIA.
A onda de ataques, supostamente ordenada pela cúpula da facção, mantida em presídios de segurança máxima, seria executada por presos beneficiados pela saída temporária. Cerca de 20 mil presos devem ganhar as ruas. Em 2009, só no Vale, 1.500 presos foram beneficiados pela saidinha de Natal.
Os ‘irmãos’, como são chamados os membros do PCC, sairiam das unidades prisionais já com ‘missões’ a cumprir, como atacar prédios públicos e matar policiais, como aconteceu em maio de 2006. Sempre agindo em nome do ‘Partido’.
Os setores de inteligência da Polícia Civil estão com a atenção redobrada, apesar de definirem a ameaça como ‘boato proposital’: a ordem é monitorar os líderes da facção e checar toda e qualquer denúncia.
COMBATE
Na tarde de ontem, a ameaça de atentados foi discutida na reunião da inteligência da Polícia Civil do Estado, na capital. No Vale, as sete unidades de inteligência (entre elas as delegacias seccionais de São José e Taubaté) da corporação estão com atenção redobrada.
“Todas as unidades de inteligência estão atentas, todas as denúncias estão sendo checadas, intensificamos os contatos com os outros órgãos de inteligência e o acompanhamento do crime”, disse o delegado Edilzo Correia Lima, número dois da Polícia Civil na região.
Polícia recebe ‘dossiê’ dos presos beneficiados
Os departamentos regionais e delegacias seccionais do Estado vão receber da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) uma detalhada relação de todos os presos que serão beneficiados pela ‘saidinha’ de Natal.
A saída temporária de Natal em 2009 teve início entre os dias 22 e 23 de dezembro.
Na relação, constam, por exemplo, nome, endereço, foto e outros dados dos criminosos, o que facilitaria o monitoramento deles nas ruas.
Aliada à ameça de onda de ataques, outra informação debatida ontem na reunião da inteligência da Polícia Civil foi a possibilidade de que, com a guerra ao tráfico no Rio de Janeiro, criminosos cariocas do CV (Comando Vermelho) estariam se abrigando em municípios paulistas, incluindo cidades do Vale Histórico.
O CV e o PCC são consideradas facções co-irmãs. Segundo a polícia, a ameaça de ataques foi captada nas ruas e teria sido lançada propositalmente pelo crime.
A ONU (Organização das Nações Unidas) adotou em 10 de dezembro de 1948 a Declaração Universal dos Direitos do Homem 6
fonte: OPERA MUNDI
10/12/2010 – 08:26 | Max Altman | São Paulo
Hoje na História: 1948 – ONU adota a Declaração Universal dos Direitos Humanos
A ONU (Organização das Nações Unidas) adotou em 10 de dezembro de 1948 a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Inspirado pela Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão da Revolução Francesa em 1789, o texto foi essencialmente redigido por John Peters Humphrey e René Cassin. Ele enuncia os direitos fundamentais de todos os indivíduos, notadamente aquele da igualdade ao nascerem. A Declaração Universal foi adotada com 48 votos a favor, nenhum contra e 8 abstenções.
Wikicommons

Eleanor Roosevelt com a versão espanhola da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1949)
A idéia original da Declaração dos Direitos Humanos é antiga e data de mais de 300 anos, na Inglaterra, quando foram editados direitos de seus cidadãos. Mais tarde, nos Estados Unidos, em 1776, sob influência do Iluminismo, também se produziu uma versão. Mas foram os 17 artigos da Declaration des Droits de L’Homme et du Citoyen que mais influíram a redação do documento aprovado na ONU.
A Declaração não tem força legal, porém, serve de base para dois tipos de tratamento dos direitos humanos da ONU, esses obrigatórios: o Tratado Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Tratado Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. É bastante citada e utilizada em meios acadêmicos e jurídicos. . Especialistas em direito internacional discutem com frequência quais de seus artigos representam o direito consuetudinário internacional. O documento determina que todos têm direito à vida, à liberdade, à educação, à saúde, à habitação, à propriedade, à participação política, ao lazer.
Criação
Abalados pela barbárie da Segunda Guerra Mundial e desejosos de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências, lideradas pela União Soviética e EUA estabeleceram na Conferência de Yalta, em 1945, as bases de uma futura paz, definindo áreas de influência das potências e acertado a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, objetivando evitar guerras, promover a paz e a democracia e fortalecer os direitos humanos.
Durante a guerra,l os aliados adotaram as Quatro Liberdades: liberdade de livre expressão, de religião, liberdade por necessidades e de viver livre do medo. A Carta das Nações Unidas “reafirmou a fé nos direitos humanos, na dignidade, e nos valores humanos das pessoas” e convocou a todos seus estados-membros a promover “respeito universal, e observância do direitos humanos e liberdades fundamentais para todos sem distinção de raça, sexo, língua, ou religião”
Quando as atrocidades cometidas pela Alemanha nazista tornaram-se públicas, o consenso entre a comunidade mundial era que a Carta das Nações Unidas não tinha definido suficientemente os direitos a que se referia. Uma declaração universal que especificasse os direitos individuais era necessária para dar efeito aos direitos humanos.
SUPER INTERESSANTE: 13 fatos sobre o Brasil revelados pelo WikiLeaks 11
13 fatos sobre o Brasil revelados pelo WikiLeaks
Ana Carolina Prado 10 de dezembro de 2010
Desde 2006, ano em que foi criado, o site WikiLeaks já publicou mais de 1 milhão de documentos confidenciais enviados por fontes anônimas. Mas foi em 2010 que ganhou fama mundial, com o vazamento de um vídeo mostrando um ataque norte-americano contra funcionários da Reuters e outros civis em Bagdá. Neste ano, o site ainda revelou dezenas de milhares de arquivos da inteligência norte-americana sobre as ações no Afeganistão e Iraque. E agora, com a divulgação de cerca de 250 mil telegramas diplomáticos secretos do Departamento de Estado dos EUA, a coisa pegou fogo mesmo.
O fundador do WkiLeaks, o australiano Julian Assange, está preso desde o dia 7 de dezembro por acusações de agressão sexual. Seus defensores dizem que o verdadeiro motivo está relacionado ao site e até o presidente Lula manifestou apoio a ele. Dentre os documentos revelados, muitos tratam da relação entre os EUA e o Brasil. Listamos 13 informações vazadas que revelam um pouco da visão que os americanos têm de nós.
(*Dá para acompanhar os documentos relacionados ao Brasil aqui: http://213.251.145.96/tag/BR_0.html)
1- Jeitinho brasileiro pode atrapalhar realização das Olimpíadas no Rio

#ÉONOSSOJEITINHO
Em um relatório com o título “Olimpíadas do Rio – O Futuro é Hoje“, a Ministra Conselheira da Embaixada americana Lisa Kubiske reclama das muitas promessas e pouco planejamento e ação do governo brasileiro. “Articular os objetivos mais amplos e deixar os detalhes para o último minuto pode ser o jeito tipicamente brasileiro, mas pode gerar problemas”, diz ela. “Os atrasos que esperamos do governo brasileiro em planejar e executar os trabalhos de preparação para uma Copa do Mundo e Olimpíadas bem-sucedidas com certeza vão gerar um ônus maior para o governo americano poder garantir que os padrões necessários serão alcançados”. Os EUA estão coordenando a ampliação de pessoal, estrutura e recursos para ajudar.
2- Brasil quer (neuroticamente) ser igual aos EUA
Um telegrama datado de novembro de 2009 que discutia o rumo das Relações Exteriores no Brasil diz: “O Brasil considera entrar em uma competição com os Estados Unidos na América do Sul e desconfia das intenções americanas (…) O Brasil tem uma necessidade quase neurótica de ser igual aos Estados Unidos e de ser percebido como tal”.
3- Brasileiros querem ser “independentes” ( entre aspas mesmo!)
Em telegrama enviado em janeiro de 2009 a Washington, o ex-embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel (que deixou o cargo no começo do ano), deu algumas alfinetadas no Plano Nacional de Defesa anunciado por Lula no fim de 2008. Ele explica que a estratégia foi montada a partir da intenção do Brasil de ser “independente” (é, ele usou o termo entre aspas três vezes no documento). Em relação à compra dos caças franceses, diz que “não faz sentido economicamente” devido ao número relativamente pequeno. “Mas [o então Ministro do Planejamento Roberto Mangabeira] Unger “dá mais importância à ‘independência’ do que à capacidade militar ou ao uso eficiente de recursos”.
4- Brasileiros são paranoicos em relação à defesa de territórios
A diplomacia americana também criticou a “tradicional paranoia brasileira” na defesa da fronteira amazônica “contra atividades de organizações não-governamentais e outras atividades estrangeiras vistas popularmente como ameaças potenciais à soberania nacional”. A área das reservas do Pré-Sal seria outro alvo dessa paranoia: “Não há nenhuma ameaça às reservas de petróleo brasileiras, mas os líderes brasileiros e a mídia têm citado as descobertas de petróleo no mar como razão urgente para melhorar a segurança marítima”, diz o telegrama escrito pelo embaixador norte-americano de janeiro de 2009.

CALMA, PESSOAL. PRECISA DE PARANOIA, NÃO.
5- Apagão de 2009 deixou EUA preocupados
O apagão que aconteceu em novembro de 2009 e deixou 18 estados brasileiros no escuro virou tema de relatórios da embaixada americana e de preocupações com a segurança da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, ambas no Brasil. “A preocupação, recentemente ampliada, com a infraestrutura brasileira depois do blackout (..) apresenta uma oportunidade para os EUA se envolverem no desenvolvimento da infrastrutura e segurança cibernética”, escreveu a conselheira para assuntos administrativos da embaixada, Cherie Jackson, num telegrama a Washington. Segundo ela, autoridades brasileiras “admitem a possibilidade de um ataque durante esses eventos” e estariam identificando as instalações que precisam ser protegidas.
6- Brasileiros rejeitaram prisioneiros de Guantánamo
Telegramas confidenciais enviados a Washington em de outubro de 2005 pelo então embaixador americano em Brasília, John Danilovitch, revelou que o Brasil foi procurado pelos EUA para receber refugiados prisioneiros uigures (minoria muçulmana de língua turca do noroeste da China) de Guantánamo, mas recusou a oferta. Os refugiados não podiam voltar à China por receio de que viessem a ser mortos ou torturados. Segundo o documento, o Ministério de Relações Exteriores “disse que o governo brasileiro não pode aceitar imigrantes de Guantánamo porque é ilegal designar como refugiado alguém que não está em solo brasileiro”. Outros dois telegramas mostram que o Brasil manteve o mesmo discurso quando procurado para receber cubanos que fugiram do regime de Fidel Castro, em 2005.
7-Presidente Lula, o esquerdista pragmático

“O rapaz que estava desembaraçando a diplomacia norte-americana. Como é que chama? O ‘VIKILIQUE’ lá”
Num telegrama de fevereiro de 2009, o então embaixador americano Clifford Sobel descreve o presidente Lula como um “esquerdista pragmático” e diz que ele “não é o principal arquiteto da política externa de sua administração”. O documento diz que, embora o presidente tenha chegado ao poder sem nenhuma experiência e “com a idéia esquerdista de que os países mais desenvolvidos estão contra os menos desenvolvidos”, ele se saiu muito bem na política externa pela sua “propensão a assumir uma abordagem pragmática em vez de ideológica”. Mas há um problema: “ainda existe uma tensão notável entre as ações e a retórica do presidente, que muitas vezes assume um discurso de ‘norte contra sul’ ou ‘nós contra eles’”, diz o embaixador.
8- Lula é encantador (para Michelle Bachelet, pelo menos)

Michelle <3 Lula: “ENCANTADOR”
Para a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, nenhum dos candidatos à presidência do Brasil possuía as qualidades de Lula. “Ela descreveu José Serra como arrogante e (…) Dilma Roussef como distante e formal”, diz um relatório americano de janeiro deste ano. O documento revelou também que, para ela, o Brasil não representava um papel assim tão importante na maioria dos assuntos da América Latina. “Por outro lado, o Brasil tem sido sempre um bom aliado para o Chile, ela afirmou, descrevendo o presidente Lula como inteligente e encantador”.
9- Brasil prende terroristas árabes em segredo
Documentos confidenciais revelaram operações antiterroristas no Brasil com o apoio americano. Um relatório de dezembro de 2009 da embaixada americana cita a prisão, em maio daquele ano, de um integrante da Al Qaeda em São Paulo, feita pela Polícia Federal. E esse não foi um fato isolado. “A polícia frequentemente prende indivíduos ligados ao terrorismo, mas os acusa de uma variedade de crimes não relacionados a isso para não chamar a atenção da imprensa e dos altos escalões do governo“, disse o então embaixador Clifford Sobel em outro relatório, de janeiro de 2008. O governo sempre negou a existência de atividades terroristas no Brasil e isso se daria “em parte pelo medo da estigmatização da grande comunidade islâmica no Brasil. Também é uma postura pública que visa evitar associação à guerra ao terror dos EUA, vista como agressiva demais”, diz ele.
10- Será preciso suar para conquistar a confiança dos brasileiros
Um documento da embaixada americana revela a preocupação com o ceticismo brasileiro a respeito da sinceridade do interesse dos EUA em seu relacionamento com o Brasil e a região como um todo. “Existe uma falta de visibilidade em relação ao lado positivo da América, o que a América tem feito, inclusive nossa preocupação histórica para com o bem comum e nossa tradição de responsabilidade corporativa e serviços à comunidade. Devemos encontrar formas de alterar estas percepções, enfocando projetos e parcerias que demonstrem o nosso compromisso e preocupação genuína com o povo do Brasil”, diz o texto.
11- Nordeste pode ser caminho para EUA ganhar simpatia dos brasileiros
Já que o Brasil mantém essa desconfiança em relação às intenções americanas, os EUA vêem como opção atuar em áreas menos ideológicas. Relatório do governo sugere, por exemplo, maior engajamento junto ao nordeste brasileiro, “uma região com mais de 50 milhões de pessoas, com enormes disparidades na distribuição de renda e um padrão de vida
inferior ao da Bolívia”. Mais do que isso, “essa região poderia ser o segundo maior país em tamanho e população da América do Sul”. Outra opção é ajudar no combate ao crime. “O crime também é uma preocupação constante nesse violento país e é um campo em que nós poderíamos ter um impacto significativo”, continua o texto.
12- Governo americano não botava fé na Dilma como empreendedora por ser ex-guerrilheira

Apesar da desconfiança, a embaixada americana revelou o alto grau de interesse do governo brasileiro em ampliar as relações comerciais e criar novas parcerias público-privadas com os EUA. A surpresa vem da adesão de Dilma Roussef à ideia: “Este sentimento pode até mesmo ser ouvido de Dilma Rousseff, cujo passado ideológico como militante de esquerda dificilmente sugere tal espírito empreendedor”.
13- França e Brasil: o início de uma relação de amor
A relação entre o Brasil e a França foi tema de um relatório com o título acima, feito em novembro de 2009 pela embaixada americana em Paris. Segundo o documento, deverá ocorrer um maior engajamento político, militar, econômico e diplomático nos próximos anos entre os dois países e isso deve beneficiar a reeleição do presidente francês Sarkozy. “Empenhado em expandir o papel da França como intercessor global”, ele irá ampliar sua presença na América Latina e poderá usar o “triunfo da política externa com o Brasil como uma indicação de suas proezas” para a reeleição em 2012.
Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/13-fatos-sobre-o-brasil-revelados-pelo-wikileaks/
Telegramas secretos revelam interesse dos EUA em Dilma Rousseff 2
| Telegramas secretos revelam interesse dos EUA em Dilma Rousseff |
Conheça o WikiLeaks
Conheça o WikiLeaks
By Paloma Kliss
Ferramenta participativa de comunicação nova e ( até dias atrás ) pouco conhecida no Brasil: o Wikileaks (“furos colaborativos”, em tradução livre). Criado em 2007, instalado em servidores na Suécia e dirigido por Julian Assange, um jornalista australiano, o Wikileaks (a exemplo da Wikipedia) permite a qualquer pessoa publicar informação que julgue relevante. Mas não se destina a difusão de conhecimento enciclopédico. Seu foco é expor o que os poderosos querem manter em sigilo — mas as sociedades têm o direito de saber. (trecho retirado do blog outras palavras)
WikiLeaks: acesse
Funcionários administrativos do Detran-SP podem virar agentes policiais 150
———- Mensagem encaminhada ———-
De: kleber
Data: 10 de dezembro de 2010 13:40
Assunto: Funcionários administrativos do Detran-SP podem virar agentes policiais
Para: dipol@flitparalisante.com
| Funcionários administrativos do Detran-SP podem virar agentes policiais |
| Qua, 08 de Dezembro de 2010 20:13 | |
| O Projeto de Lei Complementar (PLC) de n° 38, de 2009, de autoria do deputado Major Olimpio (PDT) foi aprovado em todas as comissões na Assembleia Legislativa de São Paulo. Agora, o PLC, aguarda discussão e votação em plenário para seguir para sanção do governador.
O projeto tem por objetivo a transformação de cargos de Oficial Administrativo do Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN em cargos de Agente Policial, para serem preenchidos mediante a realização de concurso interno de provas e títulos dentre os Oficiais Administrativos daquele Departamento. Os Oficiais Administrativos do DETRAN, embora sejam conhecidos pelo público em geral como “policiais do Departamento de Trânsito”, apresentam-se desprotegidos das prerrogativas legais inerentes aos policiais civis, destacando-se a ausência do direito ao porte de arma de fogo, para defesa própria e de terceiros. Esses profissionais, semelhantemente aos policiais civis estão sujeitos às condições insalubres em suas atividades, bem como a aspectos de periculosidades inerentes aos profissionais que atuam na Segurança Pública, haja vista o fato de laborarem nas proximidades de cadeias públicas, sempre na iminência de serem abaladas por rebeliões, fugas e motins, com a conseqüente possibilidade da ocorrência de reféns, além de dividirem prédios de delegacias e de setores especializados da Polícia, onde, cotidianamente, há a movimentação de desconhecidos, meliantes e presos pelas práticas de delitos. Não há dúvidas de que os cargos em apreço exigem o mesmo grau de atenção e dedicação, conseqüentemente clamam pela mesma proteção devida aos demais policiais, haja vista que trabalham em condições de insalubridade e periculosidade, contudo não tem um plano de carreira, o que resulta em desestimulo, gerando insatisfação, ante a impossibilidade de ascensão profissional. |
AULAS NA ACADEPOL, RECEBIMENTO DE DINHEIRO LÍCITO, ILÍCITO OU IMORAL? 102
Boa tarde Dr. Guerra,
Tenho uma pequena dúvida.
Em meu município, há uma Delegada, por sinal muito correta e honesta que ausenta-se de sua unidade nos horários de expediente para dar aulas da Acadepol.
Quero saber se tal prática é correta e se possível que o Sr. coloque tal discussão no site, pois diversos seguidores já perceberam que a Acadepol virou uma fábrica de aulas, onde alguns poucos professores, ganham muito dinheiro.
Dias atrás, em uma turma de Agente de TEle, nenhum professor queria dar aulas, pois o valor da hora-aula era bem menos!
Só eles querem ser espertos.
Para mim, um policial que toma dinheiro na rua é errado, mas é mais errado aquele que pega dinheiro do Estado e do Povo!
Polícia de Cera
ONU afirma que intimidação ao WikiLeaks é ‘censura’ 2
Deputados Federais acusam lobby dos bingos e caça-níqueis de comprar parlamentares 17
| ‘A corrupção está rolando solta’ | |
| No plenário da Câmara, deputados acusam lobby dos bingos de comprar parlamentares Evandro Éboli A votação da urgência do projeto que legaliza os bingos, na noite de anteontem, na Câmara, foi marcada por acusações de compra de parlamentares pelo lobby do setor. No total, 258 parlamentares votaram a favor da apreciação imediata do texto, apenas um a mais que o mínimo necessário. O deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) disse, durante a sessão, que foi procurado por um funcionário do Ministério da Justiça que queria barrar o projeto e dizia saber que houve pagamento de propina: Legalização dos cassinos também é defendida |
Cobrapol fará protestos por todo o país para reivindicar mudanças salariais para bombeiros e integrantes das policias civil e militar 17
Policiais protestam por piso salarial nacional
Confederação irá fazer protestos por todo o país para reivindicar mudanças salariais para bombeiros e integrantes das policias civil e militar
09 de dezembro de 2010 | 16h 34
Marília Lopes – Central de Notícias
SÃO PAULO – A Confederação Brasileira dos Trabalhadores das Polícias Civis (Cobrapol) faz a partir desta quinta-feira, 9, uma série de protestos por todo o país pedindo a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 466, que regula um piso salarial nacional para bombeiros, policiais civis e militares.
Hoje os protestos acontecem no Rio e contam com a participação de todos os presidentes das entidades estaduais da Polícia Civil. Os protestos acontecem também, ainda este mês, nas outras 11 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.
No Rio, os protestos de hoje serão no Aeroporto do Galeão, no Cristo Redentor e no Morro do Alemão. Amanhã, 10, uma passeata sairá às 14 horas da Igreja da Candelária, em direção à Cinelândia, no Centro da cidade.
Segundo o presidente da Cobrapol, Jânio Gandra, o piso salarial nacional já é uma reivindicação antiga da categoria. “Foi aprovada em primeiro turno na Câmara, mas está parada. Os protestos são para cobrar a tramitação da PEC”, explica.


