“Se eu quisesse fazer coisa errada, não colocaria o meu filho. Há outras formas de conseguir um sócio.”…TÁ CERTÍSSIMO, SE ELE QUISESSE O FILHO COMO SÓCIO ENFIAVA O RAPAZ NA POLÍCIA 28

OUTRO LADO   ( BELO TERNO )

Policial alega que cartório de Brasília errou

DE SÃO PAULO

Foi por um erro do cartório de Brasília que o nome de Ivaney Cayres de Souza Júnior aparece como comprador do terreno, segundo Ivaney Cayres de Souza. O cartório, diz, errou num documento enviado à Receita Federal e ao Coaf. Inicialmente, ele havia dito que o erro era do Coaf.
Segundo o policial, seu filho é apenas procurador da empresa que fez a compra, a NS Empreendimento Imobiliário Noroeste 1.
O tabelião Ramilo Correia, do cartório, diz que não pode confirmar que houve erro.
O administrador da NS, José Ricardo Rezek, foi sócio do delegado na empresa de segurança Pollus. Rezek sofreu um acidente grave de carro e hoje quem cuida da Pollus é um executivo profissional e o filho do delegado.
Souza diz que o lote será pago em 36 parcelas. Afirma que é “uma ofensa à sua inteligência” a hipótese de que o filho seria seu laranja na compra. “Se eu quisesse fazer coisa errada, não colocaria o meu filho. Há outras formas de conseguir um sócio.”
Diz que os bens que possui estão em seu nome e que a acusação de omissão na licitação no Detran é “completamente equivocada”. “Não era o pregoeiro, não tinha como dirigir a licitação”.
O “maior absurdo” da acusação, diz, é que o suposto superfaturamento de R$ 11,9 milhões foi detectado entre 2008 e 2009. Ele saiu do Detran em dezembro de 2006.

TAMBÉM VOU CAGUETAR SEM INVENTAR: EM ABRIL DE 2008, NO INTERIOR DE GABINETE DE UNIDADE PROCESSANTE DA CGP, NOS DISSERAM: “DOIS MILHÕES PARA ELE É COMO DOIS MIL PRA NÓS”…NA OCASIÃO ACHEI UMA GRANDE BESTEIRA, MAS AGORA COMEÇO ACREDITAR…EI VOCÊ AÍ ME DÁ UM DINHEIRO AÍ, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ…TÁ..TÁ…TÁ…TÁ…TÁ…TÁ…ME DÁ, ME DÁ, ME DÁ (OI LOMBARDI )…IVANEY, QUER COMPRAR O SBT? 10

Enviado em 10/02/2011 às 11:35 – X9 CAGUETO MAS NÃO INVENTO

São Paulo, quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Policial é investigado por bem de R$ 15 mi ( QUINZE MILHÕES DE REAIS )

Delegado e ex-diretor do Detran-SP é acusado de comprar um terreno no DF com dinheiro desviado; ele nega

Suposta fraude em licitação do órgão deu prejuízo de R$ 11,9 mi ao governo paulista, diz Ministério Público

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

Você acharia normal um delegado de polícia comprar um terreno por R$ 15 milhões? A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público não acham.
Os dois órgãos investigam o delegado Ivaney Cayres de Souza sob a suspeita de lavagem de dinheiro -teria usado dinheiro desviado do Detran, do qual foi diretor, para adquirir uma área em Brasília, segundo documentos sigilosos obtidos pela Folha.
Souza dirigiu o Detran de setembro de 2005 a dezembro de 2006, período em que o órgão contratou novos fornecedores de placas. Ele é acusado pela Promotoria de ter fraudado a licitação com preços superfaturados para beneficiar duas empresas.
O superfaturamento deu um prejuízo de R$ 11,9 milhões ao governo paulista, segundo o Ministério Público. A Justiça ainda não decidiu se a acusação será aceita. Se for, Souza passa a ser réu numa ação criminal.
O delegado diz que a ação tem motivações políticas e refuta a acusação de fraude. Sobre o terreno, diz que seu filho foi apenas procurador da empresa que o comprou.

NEGÓCIO SUSPEITO
Souza é um policial fora dos padrões. Seus colegas o consideram o mais rico dos delegados da polícia paulista -é sócio de um grupo de 4.500 funcionários, que atua em segurança e serviços, anda em um Passat alemão blindado e sua mulher num Mercedes, também blindado.
A empresa de segurança que iniciou o grupo, a Pollus, funcionou anos no nome de um laranja do delegado.
A Corregedoria e os promotores vincularam a suposta fraude no Detran à compra do terreno ao consultar o Coaf, órgão do Ministério da Fazenda responsável pelo combate à lavagem de dinheiro.
O Coaf informou que um filho do delegado, Ivaney Cayres de Souza Júnior, aparecia numa operação de compra de um terreno de 1.000 m2 num setor novo de Brasília, o Noroeste, onde o governo do Distrito Federal quer criar um bairro de feições ecológicas, o que gerou uma especulação desenfreada. Valor do negócio: R$ 14,997 milhões.
Souza Jr. é procurador da NS Empreendimento Imobiliário Noroeste 1 Ltda.
Levantamentos feitos pela Folha mostram que a NS tem todas as características de uma empresa fantasma.
Num dos endereços da NS em São Paulo, na Vila Clementino (zona sul), não há nem empregado na sala comercial alugada nem telefone. Um funcionário do prédio diz que a sala fica vazia o ano todo -é usada só para receber correspondência, recolhida por um motoboy.
Em outro endereço da NS, em Taboão da Serra, a situação é mais precária. A suposta sede da empresa fica numa casinha de 80 m2, que não vale nem R$ 40 mil, de acordo com uma imobiliária.

SEM PALETÓ EM DIADEMA…A PEDIDO! 18

 

a pedido, no DEMACRO e designa a Delegacia Seccional de

Polícia de Diadema, para sede de exercício do Dr. PAULO ROBERTO

BOBERG BARONGENO – RG 18.804.242, Delegado de Polícia de 3ª

classe, padrão II, lotado na Delegacia Geral de Polícia, anteriormente

classificado no DEINTER 4 – BAURU, com sede de exercício na

Delegacia Seccional de Polícia de Ourinhos.(DGP 336/P)

COMPLEMENTANDO: SE ALÉM DE SURFAR TOCAR UMA GUITARRINHA TODO CUIDADO É POUCO COM A “MACONHA ALADA”…JOVENS, O POLICIAL É CIDADÃO DIFERENCIADO: “CIDADÃO DE MIERDA”…ASSIM, ESTUDIOSOS, FILÓSOFOS, ESPORTISTAS, SURFISTAS, ARTISTAS E GUITARRISTAS FAÇAM COMO O MINISTRO LUIZ FUX…INGRESSEM NA MAGISTRATURA!…AH, JUIZ PODE SER MACUMBEIRO OU JUDEU ( basta ser bom Juiz ) 6

Enviado em 10/02/2011 às 10:54-  NICODEMOS

Colegas,o policial é um cidadao diferenciado, realmente deve abdicar de alguns prazeres coletivos de outros cidadaos comuns, entao surfar,tomar pileques deixam de ser normais para nós policiais,se surfar,nao diga que é policial,e na repartiçao nao deixe a informacao se espalhar,o esporte sugere o uso de drogas. Os pileques podem ensejar danos institucionais e a perda do emprego. Então, jovens colegas policiais,cuidado,poís,por uma besteira destas,adeus carreira,adeus sonhos! Abraços.

_________________________

Pode usar peruca, inclusive! Não será chamado de viado.

ADORO O TUCANATO…ADORO PASSEAR NO TREM DAS CLÍNICAS…ALEGRA-ME O SORRISO DOS DOENTES, DOS EDUCADOS MÉDICOS EM SEUS CARRÕES, DOS FUNCIONÁRIOS HOSPITALARES E FUNERÁRIOS, DOS TAXISTAS, FLANELINHAS E DOS FUMANTES EM MINUTOS DE LASER NA PRAÇA REBOCHO…ADORO SABER QUE O GOVERNO É BOM PARA O POVO…ADORO A TRANQUILADE DE DEGUSTAR 4 BRAHMAS COM “QUEIJO PRATO” TENDO POR SEGURANÇA O “BANCO NOAL”…ADORO VER A RONDA ESCOLAR DA PM NAS PROXIMIDADES DO OBJETIVO…ADORO O BUCOLISMO DA CRISTIANO VIANA…LÁ SOU AMIGO DO REI, TEM ALCALÓIDE À VONTADE…PROSTITUTAS QUASE BONITAS…VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA SEGUINDO NO TREM VERDE 22

Enviado em 09/02/2011 às 22:31- REPÓRTER AÇO

ANAIS POLÍTICOS

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

GERALDO TERCEIRIZA A POLÍCIA
A saga privatista da tucanolândia não tem limites, mesmo.

A questão da privatização nunca foi o que sai das mãos do Governo, e sim, se sai, como sai, porque sai, e se você vai continuar pagando imposto sobre isso.

A tucanolândia tem visões curiosas sobre isso. Vende tudo o que foi construído com o dinheiro público, e portanto, com o suor dos impostos da população.

Daí, repassa para os amigos administrarem. Em contrapartida, os impostos continuam sendo cobrados. Você paga imposto pela educação, mas também é obrigado a pagar a escola particular. E assim por diante.

Mudar esse quadro não é tão simples, certamente. Mas é necessário dar uma olhada em qual momento isso passa a ser desavergonhado.

A declaração do Delegado Greral da Polícia Civil de SP é a demonstração cabal e maior do resultado da ausência do Estado na vida do cidadão.

Ele disse, em razão do assalto à casa do secretário de transportes, que só a polícia sozinha não consegue intimidar a criminalidade. Está chamando também à responsabilidade, os vigias de rua. Decerto está falando inclusive daquele cidadão informal, que “patrulha” a região sentado numa motoca e um com apito na boca.

Cara-de-pau é pouco. Terceirização maior da polícia, não existe. Mas você continua pagando o salério dele, por exemplo. Você continua pagando seus impostos em dia e o Estado continua sendo responsável constitucional pela garantia da segurança.

O Delegado podia ir dormir sem essa. Até a Folha, que não questiona patavinas da administração tucana, resolveu tirar uma casquinha. Discreta, é verdade. Eles nunca vão criticar abertamente uma coisa errada de seu governo predileto.

E tem mais. O Delegado decerto não ficaria indignado se a casa de um zé-mané fosse assaltada. Mas como foi a casa de alguém importante, todos sobem nas tamancas.

Trocando em miúdos, a culpa é do pobre se assaltaram a casa do Secretário. Se o cara que tá lí na rua, que não porta armas nem é sindicalizado não tentou impedir os bandidos, a culpa não é da polícia. É do porcaria do pobre que não se toca, que precisa dar a vida pelo bacana da hora.

CHAMEM AS MILÍCIAS CARIOCAS PARA TREINAMENTO DOS VIGILANTES DE RUA 25

Enviado em 10/02/2011 às 8:06 WAGNER

Editorial Jornal Agora 10/02/11
Chame o ladrão

É irônico, apesar da gravidade do assunto e da dor para a família, que a casa do ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo tenha sido assaltada. Ao lado da mulher, da filha e de uma amiga, Saulo de Castro Abreu Filho ficou refém dos bandidos por três horas.

Se o homem que mandava na segurança no Estado não está a salvo da violência, quem estará?

O caso, já preocupante, ficou pior com a reação do delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro Lima.

Ele disse que “somente a polícia não consegue resolver um problema dessa envergadura”. E cobrou uma atuação melhor dos vigilantes de rua, comuns nos bairros mais ricos da cidade.

Nos últimos anos, houve uma redução da criminalidade em São Paulo. Desde 1999, a queda dos assassinatos no Estado ultrapassou 70%.

Em 2010, foram registrados 10,48 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. O número representa menos da metade da média nacional (24,5) e está muito perto do limite considerado aceitável internacionalmente –de 10 homicídios por 100 mil pessoas.

Mas isso está longe de acabar com a sensação de insegurança dos cidadãos. O noticiário mostra um dia sim e outro também casos de assaltos a shoppings, arrastões em condomínios, violência à luz do dia.

A polícia, incapaz de garantir a segurança, agora apela aos seguranças particulares _que nem deveriam existir, se ela trabalhasse de forma eficiente.

Menos mal que a polícia tente impor alguma regra a esses grupos. De vez em quando, eles dão mais medo que segurança, seja pelo despreparo, seja pela cobrança forçada pelos seus “serviços” em alguns casos.

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/02/10/nao-sou-puxa-saco-mas-o-doutor-marcos-carneiro-nao-disse-besteira-apenas-tocou-em-pontos-daquilo-que-a-policia-militar-estuda-e-conceitua-como-seguranca-primaria-aquela-que-e-obrigacao-do-cid/

Polícia Civil apura vazamento sobre mulher de corregedor de Campinas 8

9/2/2011 – 10h53
Polícia Civil apura vazamento sobre mulher de corregedor de Campinas

 

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo ouviu ontem, na Delegacia Seccional de Campinas, 16 policiais civis em uma investigação sobre o vazamento de informações acerca de inquérito que apura o envolvimento da mulher do corregedor da Polícia Civil de Campinas, Roveraldo Battaglini, na comercialização ilegal de remédios controlados.Segundo o TodoDia apurou junto a fontes policiais, a corregedoria investiga como a informação sobre a mulher do corregedor vazou à imprensa. O caso está em segredo de Justiça. A mulher de Battaglini foi uma das averiguadas em um caso de desvio de remédio de venda proibida da Unicamp.

A mulher do corregedor está entre as sete pessoas averiguadas pela DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), que apura a suposta comercialização de um medicamento de venda proibida em farmácia especializada em oncologia, no Bairro Castelo, em Campinas. Ela foi citada em boletim de ocorrência sobre as supostas irregularidades em julho do ano passado.

Segundo o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas), Aparecido Carvalho, 46 policiais foram intimados em ofício, sem informação do motivo. Hoje, vão depor mais 16 e sexta-feira, 14. Segundo a advogada do Sinpol, Ana Caroline Figueiredo Fagá, os policiais foram ouvidos pelo chefe das corregedorias do interior, Fernando Azevedo.

 

 

Fonte: jornal todo dia

TÁBUA DA LEI DO MEU EX-GOVERNADOR – O 11º mandamento deve ser: não atacar o seu colega de partido para não servires ao adversário’ 31

Serra defende mínimo de R$ 600 e prega união no PSDB

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) pregou a unidade do partido e uma atuação forte da oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), em reunião da bancada tucana na Câmara. Ele afirmou que o salário mínimo de R$ 600 é ‘factível’ e que as contas públicas podem suportar esse valor.

Serra disse que irá ao Senado, se for convidado, para defender um aumento maior do salário mínimo. O convite deve partir do senador mineiro Itamar Franco (PPS). A elevação do mínimo para R$ 600 foi uma das principais promessas da campanha de Serra à presidência, no ano passado. ‘Apresentei essa proposta e posso fundamentá-la. E apresentarei as principais questões que me levaram a fazer essa proposta, que envolve não só o financiamento direto de um mínimo menos indecente do que é hoje, como também as questões correlacionadas da nossa economia’, disse.

Em sua participação na reunião da bancada, Serra repetiu mais de uma vez que tucano não pode falar mal de tucano. O PSDB está dividido entre os aliados de Serra e os seguidores do senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais. ‘O 11º mandamento deve ser: não atacar o seu colega de partido para não servires ao adversário’, disse Serra. O líder da bancada do partido, deputado Duarte Nogueira (SP), fez coro: ‘Temos de ter um bom convívio para que tucano não bique tucano’.

Serra defendeu uma fiscalização rigorosa do governo. ‘A bancada tem obrigação de controlar as obras desse falado PAC, que nunca foi o que se dizia. Não faz nada e não tem dinheiro no Orçamento’, criticou, ressaltando que a fiscalização deve se estender a todas as áreas.

————————————————

Melhor seria: não atacar injustamente o honesto  colega;  buscando interesses inconfessáveis.

Mas pau no vagabundo da turma da boquinha…Antes servir ao adversário a formar quadrilha!

“RELAXADO FRAGANTE DA EXSELSA” CORREGEDORIA DE DOUTOS DA USP E PUC ( “doutos” profundamente conhecedores da obra do magistral TALES CASTELO BRANCO ) 50

Investigação da Corregedoria

Delegados acusados de corrupção obtém liberdade

O juiz David Capelatto, do Fórum Criminal da Barra Funda (SP), decretou a liberdade dos delegados Flavio Affonso da Costa e Eliton Martinelli do 42º DP, presos na última quinta-feira (3/2) por policiais da Corregedoria da Polícia sob acusação de terem suprimidos dados de investigação.

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o pagamento de propina a policiais daquela delegacia. Consta no flagrante que o delegado titular Eliton Martinelli e seu assistente Flavio Affonso da Costa desapareceram com uma lista que continha nomes de pessoas envolvidas na corrupção.

Para o advogado criminalista Ademar Gomes, que defende os delegados, o flagrante foi inconscistente, pois, não há qualquer prova concreta da existência da lista.

 

FLAGRANTE GUTTALAX: DELEGADOS INJUSTAMENTE PRESOS SOB FALSA SUSPEITA DE CORRUPÇÃO PROCESSARÃO O ESTADO POR ERRO GROSSEIRO E MÁ-FÉ DA CORREGEDORIA 23

Enviado em 09/02/2011 às 8:08

SP: soltos, delegados acusados de corrupção pedem indenização
08 de fevereiro de 2011 • 17h04
Comentários
O delegado Elton Martinelli e seu assistente Flávio Afonso da Costa, ambos do 42º Distrito Policial da cidade de São Paulo, vão acionar o Estado de São Paulo com o pedido de indenização por danos morais e materiais, no valor de R$ 500 mil. Eles foram presos na última quinta-feira, dia 3, e soltos nesta segunda-feira, seguindo determinação do Juiz David Capelatto, que concedeu a eles liberdade provisória.
Os dois foram detidos sob a acusação de terem engolido uma lista que continha suposta pagamentos de propina, encontrada na delegacia por agentes da Divisão de Operações Policiais (DOP). A detenção se deu justamente pela suposta supressão do documento.
A polícia investiga se os agentes estariam recolhendo propina de comerciantes da região envolvidos em atividades ilícitas. Durante a vistoria na delegacia, os policiais da DOP encontraram em um carro uma lista com nomes e valores, que foi levada aos delegados. Os investigadores deixaram a sala do titular e, quando voltaram, o documento havia sumido.
Segundo o Advogado Ademar Gomes, que defende os dois, a prisão deles foi arbitrária e injusta. “A acusação é totalmente inconsistente, por esta razão o Estado deverá responder na área civil pelos atos praticados pelos seus agentes”, disse.

BOM NEGÓCIO É SER DESLIGADO DE POLÍCIA (de farda ou gravata ) DONO “OCULTO” DE EMPRESA DE VIGILANTES FUNCIONANDO TAL COMO A SEGURANÇA OFICIAL: INEFETIVA, ABANDONADA, INADEQUADA 37

Enviado em 09/02/2011 às 9:16- DENARC

09/02/2011 – 08h49

Chefe da Polícia Civil de SP cobra ação dos vigilantes de rua

DE SÃO PAULO

Ao falar ontem sobre o assalto à casa do secretário de Transportes e Logística do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, o delegado-geral da Polícia Civil de SP, Marcos Carneiro Lima, afirmou à Rádio Jovem Pan que “somente a polícia não consegue resolver problema dessa envergadura”.

Criminosos levaram R$ 4.500 da casa de secretário
Criminosos invadem casa do secretário de Transportes de SP

E mais: disse ainda que os vigias de rua precisam ter participação mais efetiva na segurança pública.

“Se eles [vigilantes] recebem dinheiro desses moradores para fazer uma segurança, ela tem de ser efetiva, e não apenas, como vimos várias vezes, cabines abandonadas, vigilantes que não estão fazendo o serviço adequado. Isso é importante que seja cobrado da polícia, mas também a participação de toda a população”, afirmou.

O assalto a casa do secretário aconteceu na noite da última segunda-feira, quando quatro homens armados invadiram o local e levaram R$ 4.500 em dinheiro. Os criminosos também roubaram dois celulares –um particular e um da secretaria–, quatro laptops, joias femininas, um revólver calibre 38 e uma pistola 380.

O delegado-geral disse que, a partir de agora, a polícia irá cadastrar e fiscalizar os vigilantes de rua autônomos da capital. A intenção é criar um banco de dados para que os cidadãos possam saber quem é contratado.

Vigias autônomos não podem andar armados –só os contratados de empresas de segurança particular autorizadas pela Polícia Federal.

Ele também anunciou que policiais serão destacados especialmente para coletar impressões digitais em cenas de crimes. Na casa de Saulo, a polícia não conseguiu coletar impressões digitais dos criminosos porque o local já havia sido alterado.

Além de três cabines de vigilantes, a rua é monitorada pela Prodefence Monitoramento Residencial e Empresarial, que pertencia ao delegado Clóvis Ferreira de Araújo. Procurada, Rejane Zachello, atual dona, não falou.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/872845-chefe-da-policia-civil-de-sp-cobra-acao-dos-vigilantes-de-rua.shtml

INFORMAMOS AOS FLITADORES QUE “OUVIDOS” PELA CORREGEDORIA GERAL – NO DIA 21 DE JANEIRO – NEGAMOS FORNECER QUAISQUER DADOS ACERCA DE USUÁRIOS E COMENTARISTAS DO FLIT PARALISANTE 45

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: 

8 de fevereiro de 2011 20:26
Assunto: FW: Policiais que acessaram RDO da esposa do Corregedor de Campinas são convocados
Para: dipol@flitparalisante.com

 Dr Guerra, publique por favor!!!
Não informe pelo amor de Deus a origem do e-mail, pois como o Sr. pode ver, estamos todos monitorados.
Peça a opinião dos leitores. Na sua opinião, isso seria uma espécie de intimidação?
Obrigado

Corregedoria de SP interroga policiais civis de Campinas

 

As informações iniciais dão conta de que se trata de caso em que mulher de corregedor de Campinas se envolveu em caso irregular

08/02/2011 – 13h36 . Atualizada em 08/02/2011 – 20h49

Portal RAC    
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Camopinas, Portal RAC
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A Corregedoria da Polícia Civil da Capital veio a Campinas para verificar uma investigação aberta em 2010. Os corregedores vão usar as dependências da Delegacia Seccional, no bairro Botafogo, para as inquirições.

O Portal RAC apurou que 46 policiais civis estão intimados para a ação corregedora. O motivo da chamada não foi confirmado pelo delegado e diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 2 (Deinter-2), Paulo Bicudo, até as 14h30 desta terça feira (08/02).

Ele explicou apenas que espaço da Delegacia Seccional havia sido cedido para a Corregedoria vinda da Capital. Campinas tem uma Corregedoria que não vai atuar no caso.

Segundo informações obtidas pelo Portal RAC, os policiais teriam sido chamados para explicar o motivo de terem tido acesso a um Boletim de Ocorrência (BO) do ano passado, em que a mulher de um delegado corregedor teria sido citada.

Os depoimentos vão acontecer em alguns dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, Aparecido de Carvalho Lima, também conhecido por Kiko, apenas chegou na entidade ofício que solicitava a presença de policiais para declarações, mas disse que não sabia o motivo. Lima afirmou que dois advogados vão acompanhar os policiais chamados durante os depoimentos.

___________________________________

Não se trata de patrulhamento ou monitoração de leitores e comentaristas do blog Flit Paralisante. A investigação da Corregedoria, atendento a requerimento, cuida apurar o fornecimento indevido de dados oficiais aos jornalistas responsáveis pela matéria publicada por mídia profissional.

NÃO FORNECEMOS – JAMAIS FORNECEREMOS –  QUAISQUER DADOS ACERCA DE NOSSOS LEITORES E COMENTARISTAS. O COMPROMISSO ÉTICO COM  LEITORES E COMENTARISTAS FOI REAFIRMADO NOS AUTOS DOS PROCEDIMENTOS DA CORREGEDORIA.

http://www.tvb.com.br/jornalismo/POLICIA+INVESTIGA+ENVOLVIMENTO+DE+FUNCIONARIAS+DO+ESTADO+

EM+VENDA+ILEGAL+DE+REMEDIOS/2.1,2262

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais

Político contesta e diz que paqueraram sua mulher em casa noturna de São Paulo

 

08/02/2011 – 07:46

Globo.com/G1

 

Os dois policiais civis e o comerciante suspeitos de agredir o deputado estadual eleito por São Paulo Antonio de Sousa Ramalho (PSDB), de 61 anos, e sua mulher, a empresária Viviane de Brito, de 26 anos, na casa noturna Villa Country, Zona Oeste de São Paulo, negaram ter começado a briga, ocorrida na madrugada da sexta-feira (4).

“Toda essa briga foi por causa dela. Ela estava descontrolada. Foi ela quem começou”, afirmou o investigador Pedro Henrique Brustolin dos Reis, de 29 anos. Ele, o policial Otávio Bruno Iokota Fabricator, também de 29 anos, e o comerciante Alexandre de Amaral Alves, de 30 anos, todos suspeitos das agressões, deram entrevista ao G1.

Segundo os três amigos, a mulher do político foi quem agrediu primeiro. Na versão deles, ela jogou a bebida que tomava num copo no rosto de Pedro, após ele tentar cortejar uma empresária amiga de Viviane, uma chinesa de 24 anos, na pista de dança.

“Estavam duas moças dançando juntas, aparentemente solteiras, e pedi para dançar com a oriental. ‘Dá licença que sou casada’, disse a mulher, que, depois eu viria a saber, era casada com o deputado. Mas eu disse que não queria dançar com ela, mas sim com a amiga dela, a oriental. O deputado veio, pegou sua mulher pelo braço. Eu pedi desculpas, ele foi supergentil, aceitou as desculpas. Nisso, a mulher do deputado chegou e jogou um copo de bebida na minha cara. Eu revidei jogando bebida também. O deputado então me deu um soco na boca. Novamente revidei”, disse Pedro, que é solteiro e policial há seis anos. Ele trabalha no 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam, na Zona Sul.

Para defender Pedro, Otávio e Alexandre disseram ter tentado apartar a briga. Na confusão, Otávio disse que chegou a apanhar.

“Eu também fiquei ferido devido à minha interferência objetivando separar a briga. Mas em momento algum agredi o deputado, sua mulher ou qualquer outra pessoa”, afirmou Otávio, que é casado e tem um filho de 3 meses. Policial há dois anos, atualmente trabalhando na delegacia do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, ele disse que tinha ido à boate pela primeira vez.

“Fui defender Pedro. E houve agressão posterior, mas como reação para defender meu amigo”, disse Alexandre, que é solteiro.

De acordo com o deputado e sua mulher, foram os três amigos que desferiram primeiro socos e pontapés. Além disso, o casal disse que Pedro paquerou também Viviane, além da empresária chinesa amiga dela.

“Minha mulher queria assistir ao show e fomos. Depois, fiquei na mesa e Viviane foi dançar com uma amiga. Em seguida, minha mulher foi abordada por esse policial civil [Pedro]. Ela então mostrou a aliança no dedo, disse que era casada e que eu estava no local. Mesmo assim, ele insistiu. Então fui pegá-la para dançar. O rapaz ainda se desculpou pelo que fez. Eu disse que tudo bem. Quando me virei, levei um soco do amigo dele, o outro policial [Otávio]. Aí não vi mais nada. Só sei que me contaram que, mesmo caído, me chutaram e chutaram minha mulher, que tentou me defender. Só pararam com a intervenção dos seguranças da casa. Eles pareciam estar bêbados”, disse Ramalho, que falou com a reportagem na sala de seu escritório. Ele é líder do sindicato dos trabalhadores da construção civil em São Paulo.

Com o olho esquerdo roxo e hematomas no braço direito e na perna esquerda, segundo ele, frutos da agressão na casa noturna, o deputado, que será empossado em março, afirmou que espera que os três suspeitos sejam punidos.

“Após acordar, liguei para a Polícia Militar, que levou todo mundo para a delegacia [no 23º DP, em Perdizes], mas como dois agressores eram policiais, tivemos de ir para a Corregedoria”, disse Ramalho, que pretende criar um projeto de lei que proíba a entrada de policiais com armas em bares e casas noturnas. Pedro e Otávio negam que tenham entrado armados no Villa Country ou usado armas no local. Mesmo assim, a Corregedoria apreendeu uma arma que estava em nome de Pedro e estava em seu carro no momento da briga. Também foi solicitado exame de dosagem alcoólica para saber se os envolvidos estavam embriagados.

O delegado-adjunto da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Rezende Rebello da Silva, afirmou que, após prestarem depoimento, os dois policiais suspeitos foram liberados para trabalhar normalmente. Foi elaborado um termo circunstanciado, para crimes de menor potencial ofensivo. Será instaurado procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta dos policiais.

“Policial é policial 24 horas por dia, mesmo quando está de folga. Por isso a Corregedoria vai apurar suspeita de desvio de conduta. No caso, há suspeita de falta grave”, disse.

Caso sejam considerados culpados, eles poderão ser punidos com advertência, suspensão ou expulsão. Além disso, os dois policiais e o comerciante também vão responder por lesão corporal no Juizado Especial Criminal.

Imagens gravadas pelo circuito interno de monitoramento por câmeras da casa noturna foram requisitadas pela Corregedoria para saber quem deu início à briga. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Villa Country diz que colabora com o trabalho da polícia.

Leia a nota do Villa Country:

“Em relação ao fato ocorrido na madrugada do dia 4 de fevereiro, envolvendo o cliente, e também deputado estadual, Ramalho, a gerência da casa esclarece que os seguranças prestaram atendimento imediato ao cliente agredido, encaminhando-o à enfermaria da casa. A equipe de seguranças da casa deu continuidade ao procedimento padrão acionando a Polícia Militar, que constatou que dois dos agressores eram policiais civis. O caso agora tramita nas instâncias responsáveis, que apurarão a responsabilidade dos envolvidos.

http://eptv.globo.com/noticias/NOT,0,0,334783,Mulher+de+deputado+comecou+briga+em+boate+dizem+policiais.aspx

ROUBADORES ATACAM A FAMÍLIA DE SAULO DE CASTRO ABREU FILHO 85

Hoje às 5h34 – Atualizada hoje às 5h36

Bandidos assaltam casa de ex-secretário de Segurança de São Paulo

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SÃO PAULO – A casa do ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e atual secretário de Transporte do Estado, Saulo de Castro Abreu Filho, foi alvo de bandidos na noite de segunda-feira.

De acordo com a rádio CBN, quatro homens renderam mulher e filha de Saulo Abreu por volta das 20h30, quando elas chegavam em casa, no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista. O secretário estava em casa e acabou sendo feito refém junto das duas, por cerca de meia hora, dentro da residência. Os três não foram agredidos, ficando o tempo todo deitados no chão.

Os assaltantes fugiram em carro da família, levando computadores, telefones celulares, joias e dinheiro. O carro acabou sendo encontrado cerca de duas horas depois no bairro Butantã, próximo à rodovia Raposo Tavares.

O próprio secretário teria registrado a ocorrência no 14º Distrito Policial, em Pinheiros. O Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil foi acionado e até por volta das 4h desta terça estava na caça aos assaltantes.

Saulo Abreu Filho foi secretário de Segurança de São Paulo de 2002 a 2006. Antes disso, em 2001, foi presidente da antiga Febem, atual Fundação Casa, deixando o cargo para assumir a Secretaria. Também já atuou como corregedor geral da Administração do governo paulista.