Vídeo demonstra que publicitário foi executado sumariamente…( PM aparenta ser mero bando fardado ) 33
19/07/2012-18h18
Vídeo mostra perseguição a empresário morto pela PM em SP
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um vídeo registrado por câmeras de segurança de um prédio da região de Sumarezinho (zona oeste de São Paulo) mostra a perseguição e a abordagem da PM ao empresário e publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 41.
Na ação, policiais militares atiraram e mataram Aquino, que supostamente fugiu de uma abordagem da PM. Três policiais foram presos em flagrante por homicídio doloso.
As imagens, divulgadas pela TV Record, mostram o Ford Fiesta do empresário sendo perseguido por carros e motos da PM, até o momento em que é fechado por um carro da Força Tática.
Na noite de ontem, Aquino voltava da residência de um amigo, a caminho de casa, quando, segundo os policiais, se recusou a parar em uma abordagem nas imediações da rua Natingui, na Vila Madalena (zona oeste).
A perseguição durou cerca de dez minutos e terminou na avenida das Corujas, região de Sumarezinho (também na zona oeste), em um trecho com pouca iluminação e muitas árvores. Os PMs disseram que o carro do empresário atingiu um carro da Força Tática que também participava do cerco.
Em depoimento à Polícia Civil, os policiais disseram que, ao abordarem o empresário, eles perceberam um objeto preto nas mãos dele, que foi confundido com uma arma.
Eles atiraram ao menos cinco vezes, e o empresário foi atingido duas vezes no lado esquerdo da cabeça. Segundo análise preliminar da perícia, os tiros foram disparados a curta distância.
Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Após os disparos, os PMs perceberam que a suposta arma era o celular da vítima.
Os PMs Luis Gustavo Teixeira Garcia, 28, Adriano Costa da Silva, 26, e Robson Tadeu do Nascimento Paulino, 30, foram presos em flagrante por homicídio doloso e encaminhados para o 14º DP (Pinheiros), onde caso foi registrado.
Segundo o delegado seccional Dejair Rodrigues, os PMs foram presos porque a vítima não reagiu contra eles, embora tenha tentado escapar da abordagem. Após serem ouvidos eles foram transferidos para o Presídio Romão Gomes, da PM, na zona norte de São Paulo.
Dentro do carro, os policiais disseram ter encontrado, em um plástico, aproximadamente 50 gramas de maconha.
Na manhã desta quinta-feira, um tenente da Polícia Militar foi até a casa do empresário e pediu desculpas à família dele.
PREPARO INTELECTUAL DA PM – “Do ponto de vista técnico, ação não pode ser criticada”, diz coronel da PM sobre morte de publicitário em SP 35
O comandante-geral interino da PM, coronel Hudson Camilli, evitou responsabilizar os policiais militares que atiraram e mataram o publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 39, que teria supostamente fugido de uma abordagem na zona oeste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (18).
Em entrevista coletiva nesta quinta (19), o comandante foi questionado diversas vezes sobre se teria havido erro na abordagem, mas limitou-se a dizer que as investigações sobre o caso é que apontarão ou não falhas dos policiais.
“Do ponto de vista técnico, a ação não pode ser criticada. Do ponto de vista legal, há reparos a se fazer”, disse o comandante, sem especificar quais serão os reparos.
Os policiais teriam feito os disparos depois de uma suposta tentativa de fuga do publicitário. Durante a perseguição, de acordo com o relato do comandante, o publicitário teria segurado um telefone celular –que os policiais teriam confundido com uma arma. Os PMs Luis Gustavo Teixeira Garcia, 28, Adriano Costa da Silva e Robslon Tadeu do Nascimento Paulino foram presos em flagrantes e estão detidos no presídio militar Romão Gomes, no Tremembé, zona norte da capital.
Em depoimento à Polícia Civil, os policiais disseram que perceberam um objeto preto nas mãos do publicitário e confundiram esse objeto com uma arma. Em seguida, os três dispararam várias vezes, de uma distância curta, contra o publicitário, que levou pelo menos dois tiros na cabeça.
“O gesto dele com o celular na mão os levou a reagir”, justificou o comandante interino. “Ele estava fugindo de uma abordagem. Desobedeceu a uma ordem legal”.
O delegado seccional Dejair Rodrigues identificou erro na atuação dos policiais: “Houve uma falha dos policiais, e, em função desta falha, entendemos que eles deveriam ser presos. Infelizmente a vítima não parou diante de uma ordem dos policiais, mas infelizmente também essa vítima não reagiu contra eles”.
Ricardo Aquino estava a caminho de casa, voltando da residência de um amigo, quando teria se recusado a parar em uma abordagem perto da praça da Paz, no Sumaré. Depois de ser atingido, ele chegou a ser levado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos
João Alkimin: TROPA SEM COMANDO, SECRETÁRIO INERTE, GENOCÍDIO EM SÃO PAULO 23
Parece-me que o Secretário dedica-se única e exclusivamente a denegrir e perseguir Policiais Civis.
Controlar a fúria assassina de uma parte da Polícia Militar, isso sim requer prática, habilidade e coragem.
Hoje quando um filho, um parente ou um amigo sai a noite alem de nos preocuparmos com a marginalidade descontrolada, temos que nos preocupar também com uma abordagem da Polícia Militar que infelizmente sabemos como começa, mas nunca como terminará.
João Alkimin
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Crimes sem castigo…( Viva o meu querido CORINTHIÃO, campeão da Libertadores ) 22
Crimes sem castigo
Atendendo as preces da cúpula da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, São Pedro, como de costume, não faltou aos seus fiéis, mandou o mês de junho mais chuvoso dos últimos setenta anos.
Não obstante a enorme colaboração dada, as forças de segurança do Estado não conseguiram impedir o banho de sangue que lavou São Paulo no mencionado mês, pelo contrário, em várias situações atuaram como protagonistas principais dessa trágica estatística. Violência policial administrando a violência social.
Foram mais de quatrocentos homicídios, além dos perpetrados pela PM em serviço, rotulados de “Resistência Seguida de Morte”, que melhor seria “Morte travestida de Resistência” e os praticados fora do serviço, no chamado “bico”.
São dados oficiais, excluindo-se os homicídios não contabilizados, ocultados em ocorrências policiais com outras naturezas. Matou-se tanto em São Paulo, durante o mês de junho, quanto na guerra da Síria no mesmo período, e olha que o mundo inteiro está voltado para aquele país, em razão da violência praticada pelo Estado contra sua população civil.
O roubo, principalmente o de veículos, em vertiginosa escalada ascendente, para alegria dos ladrões, donos de desmanches, policiais corruptos e da Federação Nacional das Empresas Seguradoras, que calcula o valor das apólices com base na sinistralidade.
Tristeza mesmo, só do cidadão, cumpridor dos seus deveres, que vem arcando com despesas decorrentes da renovação do seguro de seu carro, com porcentagens de reajuste muito acima da inflação acumulada no mesmo período. Agora, tendo que se preocupar também em fazer um seguro de vida, porque sai de casa e não sabe se volta.
Vou mais além, julho promete ser ainda pior. Tudo indica que vamos ter o inverno mais violento da última década, contrariando todas as previsões sazonais e dos consultores e especialistas em segurança de que no inverno a criminalidade violenta diminui.
Dois irmãos caminhavam em Guarulhos, quando do nada, um deles levou um tiro no meio do peito. Não é pessoa pública, de notório poder econômico, mas sim, humilde migrante nordestino, hipossuficiente morador da periferia. Será que o MP vai utilizar a mídia para dizer que serão designados dois promotores para acompanhar o caso? Um empresário, em São Vicente, contrata um PM para sua segurança pessoal e da família e o mesmo participa do seqüestro de quem tinha a obrigação de proteger. O empresário está desaparecido, o caso apresenta similitude com um dos mais repugnantes da crônica policial paulista, o seqüestro e morte do menino Ives Ota. Vamos pedir a Deus que o caso em questão não termine da mesma forma. Ainda hoje, mais um assassinato em Santos e outro na zona oeste que vitimou um jovem publicitário. Até quando? Será que tem que acontecer com o filho do Governador, de um deputado, de um juiz ou promotor para que tomem uma providência. E o Conselho Nacional do Ministério Público? E as entidades internacionais de direitos humanos? E a Defensoria Pública? E as entidades da sociedade civil organizada? Cadê o NEV, o Sou da Paz?
E cadê o MP Paulista ?
Está em Brasília, preocupado com o que rotularam de PEC da impunidade, mesmo com tanto serviço por aqui. Já que estão sedentos por investigar, poderiam começar pelos casos acima, assim como pelas dezenas de homicídios perpetrados por forças de segurança do Estado, ou então, pela conduta pouco elogiosa, do paladino da moralidade pública, prata da casa, Demóstenes Torres.
Impunidade é o inacreditável retorno dele como Procurador de Justiça ao Estado que foi o epicentro de um dos maiores escândalos de corrupção do país, tendo como protagonistas principais, dois dos mais reluzentes quadros tucanos, o seu governador e o então senador e atual procurador de justiça Demóstenes Torres.
Como corrente dissidente do tucanato, reúnem todos os predicados para fundar a nova legenda PCCSDB (Primeiro Comando da Capital Socialista Democrático Brasileiro).
Viva a República das Bananas; Viva São Paulo; Viva a Inoperante Milícia Bandeirante; Viva aos administradores, colaboradores e leitores do Flit Paralisante e Viva o meu querido CORINTHIÃO, campeão da Libertadores. Fui!
Mas volto, isso se não der o azar de cruzar com uma viatura equipada com o “Kit Culpa”(cabrito, pendorf ou papelote de cocaína, baganha de maconha, pedra de crack) e a guarnição resolver me transformar em mais uma “Resistência seguida de Morte”.
Tchau!
Simulacro na Baixada Santista: PM mata e intruja armas 28
Morro do São Bento
Jovem morre e dois são feridos após carro ser alvejado em perseguição
Atualizado às 12h24
Perseguição policial a um carro ocupado por seis jovens resultou na morte de Bruno Vicente de Gouveia e Viana, de 19 anos, no Morro do São Bento, na madrugada desta quinta-feira, em Santos. Uma adolescente de 15 anos e um jovem de 20 ficaram feridos. Segundo a polícia, o condutor, de 28 anos, estava sem carteira de habilitação e, por isso, não obedeceu à solicitação de parada da Polícia Militar.
Durante a perseguição, mais de 25 tiros foram disparados pelos PMs contra o veículo dos jovens, segundo o Boletim de Ocorrência. As armas dos oficiais passarão por perícia. De acordo com a polícia, um inquérito será instaurado para apurar se houve excesso ou não na conduta dos quatro policiais. Eles serão conduzidos ao presídio da Polícia Militar Romão Gomes, na Capital.
Era começo de madrugada, 0h15, e os policiais patrulhavam as imediações da Lagoa da Saudade, no Morro da Nova Cintra, quando no sentido oposto se depararam com um veículo Gol, ocupado pelos seis jovens. Ao avistar a viatura, o condutor engatou marcha à ré, iniciando fuga em alta velocidade e avançando em semáforos vermelhos. Outra viatura foi acionada para dar apoio.
De acordo ainda com o Boletim, uma nova abordagem ocorreu na rua São Marcos, na esquina com a Av. Santo Antônio do Valongo, no Morro do São Bento. Nesse momento, os policiais deram novamente ordem de parada e foram ignorados. Em seguida, os PMs iniciaram os disparos: foram dois tiros de cada um. Embora alvejado, o carro prosseguiu em direção dos policiais, que mais uma vez teriam reiterado a ordem legal. Mas o veículo acelerou e os policiais, temendo serem atropelados, atiraram mais quatro vezes cada um.
Instantes depois policiais em uma outra viatura se aproximaram do local do confronto e avistaram o veículo com os jovens manobrando para o sentido oposto da via. A partir daí, os PMs ouviram os tiros vindo na direção deles e revidaram, efetuando 16 disparos. Mas os tiros eram de outra viatura que fazia o cerco.
Foi então que o condutor do Gol se entregou. Bruno, de 19 anos, uma adolescente de 15 anos e um jovem de 20 foram socorridos ao Pronto-Socorro Central. Mas Bruno levou um tiro na cabeça e faleceu durante atendimento médico.
Durante vistoria do veículo, os policiais encontraram no assoalho traseiro um revólver de brinquedo e um revólver da marca Rossi, calibre 22, sem numeração aparente, com quatro cartuchos íntegros e três deflagrados. De acordo com o Boletim, nenhum ocupante assumiu a propriedade da arma de fogo, inclusive negaram a existência.
Sem antecedentes
Indagado pela polícia, o condutor alegou que decidiu fugir por não possuir carteira de habilitação e temia pela apreensão do veículo, que é de um amigo seu. O jovem de 28 anos não possui antecedentes criminais.
PARANÓIA : a PM de São Paulo está atirando para todos os lados mataram um tocador de violao e um publicitário 20
a PM de São Paulo está atirando para todos os lados mataram um tocador de violao e um publicitário,a recomendação a todos colegas da civil ou federais que residam ou trabalhem em sao paulo ,e evitar passar em blitz ou orientar os seus filhos,parentes que residam em São Paulo,em SP,no andar da carruagem o mais seguro é nem emparelhar com viaturas da PM,eles comentam tanto sobre Barro Branco que parece uma faculdade de psicopatas que saem a rua para matar,tenho um primo que trabalha de motorista em SP,e realmente e se ele ao sair da empresa terminar seu serviço for morto pela PM descontrolada despreparada que metralha todos carros,e todas pessoas?
Como um policial federal, a paisana vai parar em uma blitz sem saber qual proximo insano que segura uma arma,e resolve te matar por divergência entre as corporações,pode ser policial civil também,ainda mas que os colegas andam em viaturas descaraterizadas,poderia ser um carro da civil ou da pf alvejado pelos bandidos na PM,digo na PM,nao da PM,antes que a turma do deixa disso do Barro Branco,que está literalmente na lama com esses marginais incrustados na Corporação.
No que diz a morte do APF Tapajós,pode ter sido algum policial militar a soldo de pessoas a qual o incomodava,em crimes deste perfil,geralmente 99% tem dedo de PM,no meio,o agente nao esboçou reação sinal de que ou ele conhecia os autores ou foi supreendido,muito raro um policial raposa velha ser pego de surpresa,policial federal e policial civil nao é policial militar,que anda envolvido com roubo e agressões ou taxistas ou fuzilamento de jovens tocadores de violão,e empresários de brindes,o agente tapajós não foi morto por criminoso convencional,Com essa policia militar de Geraldo Alckimin o melhor a fazer e retirar os nordestinos que trabalham em SP,e a população evitar emparelhar ou seguir um carro da POLICIA MILITAR DE SP,se tem uma viatura da rota,força tática,ou pm parada ,nas melhores das opções nem encoste atrás ,a paranoia da pm paulista só vai acabar quando a pm encher de tiros um carro da assembleia lesgilativa,ou até do proprio governador,estao cegos,sem comando,sem organização,triste dos policiais civis ou federais em missões no estado de sao paulo serao a proxima vitimas dos pms com certeza.
PM mata inocente e intruja maconha tentando justificar o homicídio…( Parabéns ao Delegado Seccional que não coonestou a farsa como faz o DHPP em casos semelhantes ) 49
19/07/2012-11h36
Publicitário é morto por PMs durante abordagem na zona oeste de SP
DE SÃO PAULO
Atualizado às 13h47.
Um publicitário de 39 anos foi mortos a tiros durante uma tentativa de abordagem policial na região do Sumaré (na zona oeste de São Paulo), na madrugada desta quinta-feira. Três policiais militares foram presos.
O publicitário Ricardo Prudente de Aquino passava de carro pela praça da Paz quando foi abordado pelos policiais. Em nota, a PM disse que informações preliminares indicam que ele fugiu do local e os policiais iniciaram perseguição.
Ainda de acordo com a PM, Aquino atingiu o carro de outra equipe que também participou do cerco. Ao abordarem o publicitário após a batida, na avenida das Corujas, os policiais teriam visualizado um objeto na mão dele, que parecia com uma arma, e atiraram. A nota da polícia aponta que os PMs podem ter confundido o aparelho de celular com uma arma.
Ao todo, cinco tiros atingiram o carro do publicitário. Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Os três PMs foram presos e encaminhados para o 14º DP (Pinheiros), onde caso foi registrado. Eles afirmaram à polícia que encontraram 50 gramas de maconha com o publicitário. Após serem ouvidos eles foram transferidos para o Presídio Romão Gomes, na zona norte de São Paulo.
Na manhã desta quinta-feira, um tenente da Polícia Militar foi até a casa do publicitário e pediu desculpas à família dele.
19/07/2012–13h26
Delegado diz que houve falha de PMs que mataram publicitário em SP
DE SÃO PAULO
Atualizado às 13h48.
O delegado seccional Dejair Rodrigues disse na tarde desta quinta-feira que identificou falha na atuação dos policiais militares que atiraram e mataram um publicitário que supostamente fugiu de uma abordagem na zona oeste de São Paulo.
Os PMs Luis Gustavo Teixeira Garcia, 28, Adriano Costa da Silva, 26, e Robson Tadeu do Nascimento Paulino, 30, foram presos em flagrante por homicídio doloso pela morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 39, na noite de ontem (18).
“Houve uma falha dos policiais, e, em função desta falha, entendemos que eles deveriam ser presos. Infelizmente a vítima não parou diante de uma ordem dos policiais, mas infelizmente também essa vítima não reagiu contra eles”, disse o delegado.
| Robson Ventura/Folhapress | ||
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| Ford Fiesta do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, 41, que teve o para-brisa marcado pelos disparos |
Na noite de ontem, Aquino voltava em seu Ford Fiesta preto da residência de um amigo, a caminho de casa, quando, segundo os policiais, se recusou a parar em uma abordagem próxima da praça da Paz, no Sumaré.
A perseguição durou cerca de dez minutos e terminou na avenida das Corujas, em um trecho com pouca iluminação e muitas árvores. Os PMs disseram que o carro do publicitário atingiu um carro da Força Tática que também participava do cerco.
Em depoimento à Polícia Civil, os policiais disseram que, ao abordarem o publicitário, eles perceberam um objeto preto nas mãos dele, que foi confundido com uma arma.
Eles atiraram ao menos cinco vezes, e o empresário foi atingido duas vezes no lado esquerdo da cabeça. Segundo análise preliminar da perícia, os tiros foram disparados a curta distância.
Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Após os disparos, os PMs perceberam que a suposta arma era o celular da vítima.
Os três PMs foram presos e encaminhados para o 14º DP (Pinheiros), onde caso foi registrado.
Segundo o delegado Rodrigues, os PMs foram presos porque a vítima não reagiu contra eles, embora tenha tentado escapar da abordagem. Após serem ouvidos eles foram transferidos para o Presídio Romão Gomes, da PM, na zona norte de São Paulo.
Dentro do carro, os policiais disseram ter encontrado, em um plástico, aproximadamente 50 g de maconha.
Na manhã desta quinta-feira, um tenente da Polícia Militar foi até a casa do publicitário e pediu desculpas à família dele. (GIBA BERGAMIM JR.)
João Alkimin: A morte continua rondando a Polícia Civil e a Ordem dos Advogados 19
João Alkimin
João Alkimin
Rota traz consigo quantidades de drogas para forjamento de flagrantes 42
18/07/2012-03h00
PMs são investigados por invasão ilegal de prédio residencial; veja vídeo
ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO JOSMAR JOZINO DO “AGORA”
Um grupo de PMs da Rota (grupo especial da PM paulista) foi flagrado por 12 câmeras de segurança de um edifício residencial no litoral paulista ao invadir o local durante a madrugada. A ação foi feita sem amparo legal.
A invasão ao edifício Giovana, na Vila Tupi, Praia Grande (71 km de SP), foi entre às 3h e 4h15 de 25 de abril. Durante a invasão, os PMs da Rota, com pistolas e metralhadoras, circularam pelo prédio, de nove andares, atrás de Wagner Rodrigo dos Santos, 33, ex-presidiário condenado por tráfico. O suspeito não estava em casa.
Hoje, o Ministério Público Estadual e a Corregedoria da PM investigam as irregularidades dos PMs da Rota (quatro à paisana e seriam do Serviço Reservado da Rota, e outros nove, fardados).
As imagens das câmeras de segurança do prédio, obtidas pela reportagem, foram enviadas ao promotor de Justiça do Guarujá, Bruno de Moura Campos, que as mandou para a Corregedoria da PM.
CRIME EM ANDAMENTO
Segundo o advogado criminalista Sergei Cobra Arbex, se não havia nenhum crime em andamento durante aquela madrugada, os PMs da Rota não podiam invadir.
“O lar é inviolável. Se existia ordem de Justiça para entrar no prédio, os PMs da Rota tinham de cumpri-la entre 6h e 18h.”
O apartamento de Santos foi invadido pelos PMs, que não encontraram nada de ilegal no local. Apenas a mulher e o filho dele estavam lá.
Cerca de um mês depois, Santos e dois amigos foram presos pela Rota no Guarujá (a 86 km de SP). Eles foram acusados de tráfico pelos PMs, que disseram ter achado cinco quilos de maconha e cinco quilos de cocaína com o trio, além de uma arma.
Um funcionário do edifício Giovana, que pediu para não ter o nome divulgado, disse que no edifício não há porteiro. Segundo ele, a Rota entrou no prédio ao lado e invadiu o local pulando o muro.
Ao ser preso, Santos foi ouvido pelo delegado Douglas Dias Torres, do Denarc (departamento de narcóticos), da Polícia Civil, e disse que os PMs que invadiram seu apartamento falaram à sua mulher que estavam lá para matá-lo e “intrujar [plantar] alguns quilos de droga nele”.
2009
Alguns dos PMs da Rota envolvidos nessa invasão são os mesmos que, em outubro de 2009, após prender quatro suspeitos de tráfico, foram flagrados por câmeras de um depósito de material de construção misturando cocaína em um tambor.
Após analisar as imagens do depósito, a Justiça soltou os quatro presos acusados de tráfico pelos PMs da Rota. O caso está na Justiça Militar.
OUTRO LADO
O Comando-Geral da PM foi procurado ontem pela reportagem, mas não quis comentar a operação dos policiais da Rota na madrugada do dia 25 de abril.
Em nota oficial, o Comando-Geral da PM informou: “Em razão da complexidade do pedido, a Polícia Militar está apurando as informações”. A reportagem solicitou entrevistas com o comandante-geral da PM, coronel Roberval Ferreira França, e com o chefe da Rota, tenente-coronel Salvador Modesto Madia, mas não obteve resposta.
A reportagem ainda fez 14 questionamentos sobre a operação da Rota, mas nenhum deles foi respondido pelo Setor de Comunicação Social da Polícia Militar.
A PM deixou de responder, por exemplo, se havia algum crime em andamento que justificasse a invasão do prédio; se a entrada dos PMs da Rota no edifício foi autorizada por alguém do local e se alguma autoridade de Polícia Civil, que tem competência legal para realizar investigações, foi comunicada da operação dos militares.
A promotora Renata Cristina de Oliveira, responsável pela acusação de tráfico de drogas contra Wagner Rodrigo dos Santos e seus dois amigos, foi procurada ontem e também não falou. Os três suspeitos estão presos.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1121714-pms-sao-investigados-por-invasao-ilegal-de-predio-residencial-veja-video.shtml
NÍVEL SUPERIOR – AUDIÊNCIA COM O GOVERNADOR 54
Dr. Guerra,
Solicito vosso apoio na divulgação do ofício da Câmara Municipal de Franca neste Jornal de grande acesso.
Vereadores mostraram indignados com a situação de tais servidores, e expediram ofício ao Governador para que conceda audiência para tratar do cumprimento da Lei 1067/08, antes que, como a exemplo do ESTADO DE GOÍAS, os policiais iniciem GREVE – direito de todos – prejudicando ainda mais a Segurança Pública.
Grato,
Acusados de espionagem, PMs são expulsos de assembleia de policiais civis em GO 20
17/07/2012 – 22h39
DE SÃO PAULO
Dois policiais militares à paisana foram expulsos de uma assembleia de policiais civis em Goiânia na manhã de segunda-feira (16). Os civis, em greve desde a última quarta (11), dizem que os militares espionavam a reunião a mando do governo do Estado.
Os militares –que não tiveram os nomes divulgados– estão lotados no Gabinete Militar, segundo a assessoria de imprensa da PM. Eles foram expulsos do pátio das delegacias especializadas, onde ocorria a assembleia.
Imagens da TV Anhanguera, afiliada da TV Globo, mostram um policial militar sendo levado pelo braço para fora do complexo de delegacias. “Pessoal, desculpa aí”, disse ele.
Outra policial foi imobilizada por um grevista e reclamou da agressão. “Pra rua, seu lixo”, disse o manifestante que a conduziu até a rua.
O presidente do Sinpol-GO (Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás), Silveira Alves de Meira, considerou “inaceitável” a ação, que chamou de espionagem.
‘ACOMPANHAMENTO’
O coronel Anésio Barbosa Junior, assessor de imprensa da Polícia Militar, negou que o governo tenha ordenado espionagem, mas admitiu que a função dos dois policiais era “fazer o acompanhamento” e “verificar como estava a situação” para “prevenir qualquer tipo de situação que possa trazer transtorno para a segurança pública”.
Os policiais civis decidiram na assembleia manter a greve. Eles querem que o reajuste e os benefícios concedidos na semana passada pelo governador Marconi Perillo (PSDB) a delegados sejam oferecidos a toda a categoria. (DANIEL CARVALHO)
BALA AMIGA – Agente da Polícia Federal levou tiros e morreu dentro de cemitério em Brasília 8
Agente da Polícia Federal levou tiros e morreu dentro de cemitério em Brasília – Um agente da Polícia Federal foi assassinado com dois tiros na cabeça na tarde desta terça-feira (17) no cemitério Campo da Esperança, em Brasília.
O agente Wilton Tapajós Macedo visitava o túmulo dos pais, por volta das 15h, quando um homem se aproximou e disparou. Macedo trabalhava no núcleo de inteligência da PF que investigou a operação Monte Carlo, que resultou na prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira. O chefe da operação, delegado Matheus Rodrigues, disse que Macedo participou das investigações desde o início, em 2009. Em nota, a empresa Campo da Esperança informou que não pode restringir o acesso ao cemitério e que os visitantes não são revistados. A empresa informou ainda que quatro equipes com quatro seguranças armados trabalham, em escala, 24 horas no local. Segundo a empresa, as oito câmeras de vigilância instaladas nas áreas edificadas do cemitério estão funcionando.Também por meio de nota, a Polícia Civil disse que a 1ª Delegacia de Polícia está apurando o caso. Um jardineiro que trabalha no local viu o crime e informou à direção. A polícia investiga se o homem que cometeu o crime agiu sozinho.
A Polícia Federal, que também participa das investigações, informou estar trabalhando com a possibilidade de latrocínio simples, quando ocorre homicídio com a finalidade de roubar. Segundo a polícia, não há informações de que o policial tenha sofrido ameaças recentemente.
De acordo com a PF, Macedo estava armado no momento do assassinato. Ele morreu no local. O assassino levou o carro que estava com o policial, um Gol branco que era do filho de Macedo. A arma que o policial portava – uma Glock 9 milímetros – e a carteira não foram roubadas. Wilton Tapajós Macedo era casado e tinha sete filhos. Enquanto a polícia realizava a perícia no local do assassinato, quatro filhos chegaram ao cemitério. A esposa da vítima também esteve no local e precisou ser atendida por bombeiros após passar mal. O presidente do Sindicato dos Policiais Federais do DF, Jones Borges Leal, não descartou que o crime pode ter sido queima de arquivo. “Pode ser uma série de coisas, ainda não dá para dizer com certeza o que motivou. Mas é estranho que tenham deixado a arma que estava na cintura dele”, declarou.
Macedo estava na PF desde 1987. Leal disse que além do núcleo de inteligência da PF, o agente assassinado já tinha passado pelos serviços de proteção a testemunhas e de repressão a entorpecentes. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou nota de pesar pela morte de Macedo e se solidarizando com a família do agente. Informações do G1.
O Perito Criminal Osvaldo Negrini Neto foi sumariamente absolvido das falsas imputações criadas por Delegada da Corregedoria 15
Ex-Diretor de IC foi acusado de fraudar concurso
Integrantes da comissão de seleção , especialmente a Delegada Rosemary Sinibaldi , acusaram Osvaldo Negrini Neto de vender gabaritos e incluir reprovados entre os aprovados.
O então segundo homem mais importante da hierarquia do IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo, o diretor Osvaldo Negrini Neto, foi acusado por seis integrantes da banca do concurso para peritos de 2005 de vender gabaritos e incluir irregularmente nomes de reprovados na lista de aprovados. O perito, que presidia a banca do concurso, sempre negou as acusações.
Agora, por decisão do Juiz da 23ª VARA CRIMINAL, Negrini foi absolvido – juntamente com Maurício Lemos Freire, ex-Diretor da Acadepol – nos seguintes termos:
Nesse panorama probatório, no qual nada de novo poderia ser trazido ao conhecimento deste Juízo que não tenha sido esgotado pelas partes na esfera administrativa, cumpre acolher o posicionamento sugerido pelas respectivas Defensorias, com a consequente absolvição sumária dos denunciados, tendo em vista que sequer indícios subsistiram no apuratório, sem olvido de que a realização do sumário resultaria na mesma conclusão, em prejuízo da utilização indevida e onerosa da máquina judiciária.
Ante o exposto, absolvo sumariamente OSVALDO NEGRI NETO e MAURÍCIO JOSÉ LEMOS FREIRE, retro qualificados, fazendo-o com fundamento no artigo 397, inciso III do Código de Processo Penal.
Oposição é TORON 12
| Prezado(a) colega,
Ao completar 31 anos de vida profissional com muitos êxitos na advocacia criminal, decidi enfrentar mais um desafio em minha carreira: disputar a presidência da OAB-SP. O quadro atual de nossa entidade é desolador. Transformou-se em um mero trampolim de seu presidente para seus interesses político-partidários. Nos três mandatos consecutivos da atual gestão, fato que por si só revela um continuísmo inédito e constrangedor, as lutas pelas prerrogativas dos advogados foram renegadas ao passado. Vivemos hoje o abandono assistencial e o desprezo pelo empobrecimento da classe. Certamente, a OAB que temos não é a que queremos. Minhas experiências como conselheiro federal da OAB, por dois mandatos, quando exerci a presidência da Comissão Nacional de Prerrogativas, de vice-presidente da Associação dos Advogados Criminais do Estado de São Paulo (Acrimesp), por dois biênios, e de coordenador consultivo da Comissão de Prerrogativas das OAB-SP me permitem afirmar que a OAB paulista que desejamos é a que irá recuperar a credibilidade para, em primeiro lugar, fazer com que os(as) advogados(as) voltem a ser repeitados nos tribunais e em todas as esferas do poder público. |
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| Queremos uma entidade a serviço da advocacia, vinculada aos seus ideários, única razão de ser e existir. Isso é questão de honra.
Quero convidá-lo(a) a se juntar a mim e outros tantos companheiros que estão determinados a extirpar o mando discricionário e a transformar a OAB-SP em uma entidade de classe transparente, que ofereça bons serviços e que seja respeitada pela sociedade e por seus interlocutores. Debata conosco as propostas que estão no site www.toron.com.br Se quiser trocar ideias, vamos conversar pelo Twitter ou pelo Facebook Tenho certeza de que terei seu apoio para este grande desafio. Se queremos uma OAB-SP forte, a hora é agora.
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