“Participação baixa”… 169
15/08/2012-17h40
Investigadores e escrivães da Polícia Civil participam de ato em SP
DE SÃO PAULO DO “AGORA”
Um grupo de investigadores e escrivães da Polícia Civil participou de um ato, na tarde desta quarta-feira, no vão livre do Masp, na avenida Paulista (centro de São Paulo).
De acordo com os dois sindicatos, um dos principais objetivos da mobilização –chamada Operação Cumpra-se a Lei– é fazer com que o gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) equipare os salários das duas categorias com nível universitário e uma carreira única.
Policiais protestam em São Paulo
Para o Sindicato dos Investigadores, apesar da participação baixa, a manifestação contou com adesão de representantes de outras cidades, como Campinas, Santos, Guarujá e Ubatuba. O ato não prejudicou o trânsito.
Na sexta-feira (17), os dois sindicatos participarão de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo para discutir a PLC-9/2012 (projeto de lei complementar) que altera as exigências para ingresso na carreira de delegado da Polícia Civil.
A Secretaria de Estado da Segurança diz que a Polícia Civil “tem trabalhado pela valorização de suas carreiras e analisa todas as propostas encaminhadas pelas entidades de classe”.
A pasta afirma que neste mês foi dada a segunda parcela do reajuste de 27,7%
Investigadores e escrivães da Polícia Civil marcam ato para amanhã em SP 133
14/08/2012-16h09
ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO
Os sindicatos dos investigadores e dos escrivães da Polícia Civil de São Paulo promoverão um protesto amanhã, no vão livre do Masp, na avenida Paulista (região central de São Paulo).
O evento com representantes das duas categorias é chamado de “Operação Cumpra-se a Lei” e começará às 14h.
De acordo com os dois sindicatos, um dos principais objetivos da mobilização é fazer com que o gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) equipare os salários das duas categorias com nível universitário e uma carreira única.
Na sexta-feira, os dois sindicatos participarão de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo para discutir a PLC-9/2012 (projeto de lei complementar) que altera as exigências para ingresso na carreira de delegado da Polícia Civil.
AH…COMO EU TÔ BANDIDA ! 27
NÃO DEVIA, MAS COMO TENHO UM TEMPO LIVRE ANTES DE COMEÇAR A TOMAR MINHA TAÇA DE CONHAQUE, COMEÇAREI A ENUMERAR OS MOTIVOS PELOS QUAIS A POLÍCIA AQUI NA REPÚBLICA POPULAR DE SÃO PAULO, FOI, É E CONTINUARÁ SENDO, PARA TODO O SEMPRE M-I-L-I-T-A-R.
1) PRIMEIRAMENTE, PORQUE EU, DR. FERRERO PÊNIS, PRIMEIRO É ÚNICO, QUERO !
2) PORQUE SENDO MILITAR, PODEMOS EU E MEUS PARES DO OFICIALATO, BOTAR EM CANA QUALQUER PRAÇA, NA HORA E MANEIRA COMO BEM ENTENDERMOS, SEM ESSAS FRESCURAS DE SINDICÂNCIA, P.A., INQUÉRITO, PROCEDIMENTOS INVESTIGATIVOS, APURAÇÃO PRELIMINAR E TODAS ESSAS VIADAGENS INÓCUAS PARA QUE A MANUTENÇÃO DO “STATUS QUO” SEJA MANTIDO INABALÁVEL.
3) PORQUE A INSTITUIÇÃO DO MILITARISMO, PERMITE O ESCALONAMENTO DE MILHARES DE GRADUAÇÕES E REMUNERAÇÕES NABABESCAS AOS SUPERIORES. NA POLÍCIA MILITAR, TEMOS O CABO QUE É SUPERIOR AO SOLDADO, OS SARGENTOS ( 1-2-3- ) SUPERIORES AOS CABOS, ASPIRINAS, SUPERIORES AOS SARJAS, TENENTES – (1-2-3-) UM EM CIMA DO OUTRO ( NO BOM E NO MAU SENTIDO ), CAPITAS, E ASSIM POR DIANTE, ATÉ CHEGAR EM MIM – TONINHO MALVADEZA – O TODO PODEROSO. UMA POLÍCIA QUE NÃO TIVESSE TODA ESSA IMENSA PIRÂMIDE DE MANDO E DESMANDOS, TERIA QUE SER NIVELADA PELO CONHECIMENTO TÉCNICO, ALÉM DO DESEMPENHO PROFISSIONAL DE CADA UM, E ISSO SÓ INTERESSA PARA QUEM É MANÉ E GOSTA DE SE SACRIFICAR EM PRÓL DESSE POVINHO IMUNDO.
4) PORQUE POLICIAL MILITAR LAVA ROUPA SUJA DENTRO DOS QUARTÉIS E LÁ NINGUÉM ENTRA PARA COBRAR NADA. NÓS MEGANHAS DESCEMOS O PORRETE E SENTAMOS BALA NOS PAISANOS E CORREMOS PRA DENTRO DA CASERNA, ONDE SE FOR DO INTERESSE DOS SUPERIORES, NÓS SEGURAMOS A BRONCA, CASO CONTRÁRIO FRITAMOS O PRAÇA E DAMOS SUA CABEÇA NA BANDEJA PARA O JUDICIÁRIO. EM ÚLTIMO CASO, LEVAMOS A SITUAÇÃO, DE MANEIRA DISTORCIDA, É ÓBVIO, PARA O GOVERNADOR DA HORA, PARA QUE ELE ALIVIE A BARRA, USANDO SUA INFLUENCIA POLÍTICA.
5) PORQUE POLICIAL MILITAR NÃO PASSA EM MATA-BURRO. DEU PARA ENTENDER ?
6) PORQUE POLICIAL MILITAR NÃO REIVINDICA SALÁRIOS, VIVE DE GLÓRIAS – QUE NÓS OFICIAIS PLANTAMOS NA MÍDIA – E APLAUSOS DA POPULAÇÃO, POR ISSO NÓS DISTRIBUIMOS MEDALHINHAS, CONDECORAÇÕES E ADEREÇOS DIVERSOS, PARA QUE ELES MOSTREM PARA SEUS VIZINHOS E PARENTES, LÁ NAS COHABs, FAVELAS E BOTÉCOS ONDE FAZEM BICO COMO SEGURANÇAS, NAS HORAS DE FOLGA.
7) PORQUE OS POLÍTICOS PRECISAM DE TRANQUILIDADE PARA CONTINUAR DESVIANDO RECURSOS PÚBLICOS DOS COFRES DO ESTADO E NINGUÉM MELHOR QUE MILITARES DE PRONTIDÃO, PARA GARANTIR A ORDEM PÚBLICA, SEMPRE PRONTOS A DEFENDER OS DETENTORES DO PODER, SEM QUESTIONAMENTOS, REIVINDICAÇÕES OU INTELIGÊNCIA SUFICIENTE PARA VER O QUE ESTÁ DEBAIXO DE SEUS NARIZES.
8) PORQUE PAISANO É FOLGADO, E A POLÍCIA TEM QUE TER DISCIPLINA, IGUAL CAVALO NAS BAIAS DA NOSSA CAVALARIA E OS CÃES DO CANIL.
9) PORQUE HOMEM FARDADO FICA MAIS BONITO.
10) PORQUE OS POLICIAIS MILITARES ME AMAM. ENTENDEU AGORA, OU QUER QUE EU DESENHE ?
AH…COMO EU TÔ BANDIDA !
Em troca de turno, PMs são acusados de ignorar roubo…( Fizeram o certo, chega de correr riscos por quem não dá valor ) 47
Acusação
Agência Estado
Por volta das 23h, o baterista da banda de pop-rock Damata, Ogg Ludving, estacionou o carro na frente da casa do vocalista Diego Damata. Enquanto conversavam, quatro jovens chegaram, apontaram um revólver e levaram o carro, instrumentos, documentos e cartões. Damata chegou a ligar para o 190, mas quatro minutos depois uma viatura passou. Eles pediram aos PMs para tentar recuperar os bens roubados. “Responderam que estavam trocando de turno e nos levaram à delegacia.”
Ao chegar ao DP, os dois encontraram a dona de um veículo que havia acabado de ser roubado na mesma rua por um grupo em carro parecido ao de Ogg. “Se tivessem nos atendido corretamente, evitariam esse roubo”, diz Damata, que obteve vídeo do roubo. “Nós que tivemos de correr atrás.” A PM diz que eles não quiseram ir à Corregedoria.
MILK NEWS TV – VIOLÊNCIA :CERTEZA DA IMPUNIDADE X GREVE DE POLICIAIS CIVIS 38
TODOS AO VÃO DO MASP, DIA 15/8/2012, ÀS 14 HORAS 108
Para: dipol@flitparalisante.comTODOS AO VÃO DO MASP, DIA 15/8/2012, ÀS 14 HORAS
Policiais Civis:
Há muito o Governo de São Paulo vem nos tratando com descaso, deixando de nos remunerar condignamente e de reestruturar a Polícia Civil de modo a torná-la mais eficiente. Nem mesmo a absurda defasagem do efetivo vem sendo corrigida.
Por essas razões, só nos resta protestar, chegando até a uma greve geral se necessário for. O Governo teve muito tempo para ouvir os nossos reclamos e nada fez.
Por tudo isso, compareça ao vão do MASP levando uma faixa ou cartaz demonstrando o seu descontentamento.
Queremos uma Polícia Civil melhor, com policiais motivados, a partir dos salários que recebem. A população de São Paulo merece uma segurança pública melhor.
FEIPOL-SE (Sinpols. de Campinas, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba).
Reforma da polícia é uma óbvia necessidade 62
Os dilemas da PM
O Comando-Geral da Polícia Militar (PM) de São Paulo decidiu criar uma remuneração variável para os soldados e oficiais que atingirem índices de desempenho que levarão em conta a eficiência no combate ao crime e na apreensão de armas e drogas, além da satisfação da população com a polícia, como revelou o Estado (9/8). Trocando em miúdos, a PM pretende premiar os soldados que fizerem aquilo que já são regularmente pagos para fazer, isto é, proteger a sociedade, impedir a ocorrência de crimes e respeitar o princípio segundo o qual toda pessoa é inocente até prova em contrário.
O comandante-geral da PM, Roberval Ferreira França, nega que a medida seja uma reação ao que se poderia chamar de “inferno astral” da polícia. Além de sofrer críticas por conta do notável aumento da taxa de homicídios na capital (47% em junho ante o mesmo período de 2011), a corporação foi acusada de usar violência excessiva em casos de abordagem a suspeitos, como no assassinato do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, em julho. Juntando-se a isso o fato de que policiais foram alvo de ataques do crime organizado, surge um quadro substancial de crise.
A reforma da polícia é uma óbvia necessidade. As técnicas para tornar a abordagem policial mais eficiente e adequada às exigências da lei existem e estão à disposição da corporação, mas o efetivo de segurança não dispõe de tempo para treinar. Ao longo do ano, os PMs têm apenas uma semana para praticar os procedimentos. Agora, segundo Ferreira França, a intenção é modificar o turno de trabalho dos policiais para permitir a realização de duas horas diárias de treino.
Além disso, a PM pretende definir, em conjunto com a Universidade de São Paulo, uma nova matriz curricular para os cursos a que praças e oficiais atendem. A colaboração já estava prevista no acordo com a Reitoria da USP para a vigilância do câmpus. A polícia receberá ajuda de centros de pesquisa como o Núcleo de Estudos da Violência e o Núcleo de Pesquisas de Políticas Públicas. Ferreira França disse que o currículo deverá mudar o modo de agir dos novos policiais, tornando-os capazes de lidar com os problemas cotidianos da população.
Segundo o comandante-geral, 90% dos chamados à polícia não dizem respeito a crimes, mas a pedidos de intervenção social, como mediação de conflitos e realização de partos. “Um dos desafios é ensinar esse policial a lidar com adolescentes, que não aceitam bem a autoridade”, afirmou Ferreira França. “O policial precisa saber seu papel.”
A discussão sobre o perfil adequado para a atuação da PM é um tema recorrente. Na gestão do governador Mario Covas (1995-2001), o então secretário de Segurança, José Afonso da Silva, pretendia que os PMs fossem afastados da função de policiamento ostensivo, limitando-os a tarefas como segurança de eventos públicos, repressão de perturbação da ordem e policiamento de trânsito. O motivo foi o episódio da Favela Naval, em que PMs espancaram pessoas que paravam em blitz, em Diadema. Covas chegou a propor um Projeto de Emenda Constitucional para a “desmilitarização” da PM. A ideia não prosperou, mas marcou uma posição clara sobre o tema, cujo debate volta à tona a cada episódio de violência da polícia.
Mas a atual situação da PM não é fruto somente de seus problemas estruturais, tampouco de dilemas históricos. É, no limite, uma questão de comando – ou de falta dele. Os policiais, como bons militares, não fazem outra coisa senão cumprir o que lhes é determinado, segundo o treinamento pelo qual passaram e as condições de trabalho oferecidas, coisas que, em última análise, são de responsabilidade da chefia da corporação.
O secretário de Segurança Antonio Ferreira Pinto garantiu que a direção da PM tem o “controle absoluto” sobre seus subordinados. No entanto, o anúncio das medidas é, ao fim e ao cabo, a involuntária confissão de que o comando policial precisa reformar, em primeiro lugar, sua capacidade de administrar a tropa, que demonstra não ter preparo adequado nem orientação suficiente para enfrentar o enorme desafio de manter a segurança dos paulistas.
ESTADÃO.COM.BR
FELIZ DIA DOS PAIS 15
Sem médicos, escoltas são usadas para socorrer presos 13
A falta de médicos no sistema penitenciário obriga a Polícia Militar a fazer 160 escoltas de presos por dia para que eles façam atendimentos de saúde em hospitais públicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado, foram feitas 4.897 escoltas mensais pela PM para levar os presos para hospitais. A média este ano continua elevada, com 4.814 escoltas mensais.
Os dados são da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), que respondeu em junho a um questionário feito pela Conectas Direitos Humanos a respeito do atendimento à saúde. Nas respostas, o secretário Lourival Gomes diz ainda que existem três ginecologistas trabalhando 20 horas semanais para atender quase 12 mil mulheres. “Para quem visita os presídios e os centros de detenção provisória é possível constatar que a realidade é ainda pior. Faltam médicos e remédios”, diz o advogado Rafael Custódio, coordenador de Justiça da Conectas.
A situação piorou depois de dezembro do ano passado, quando o procurador Regional dos Direitos dos Cidadãos, Jefferson Aparecido Dias, juntou seus alunos de Direito para investigar a assiduidade dos médicos contratados pela SAP nos presídios. Os estudantes ligaram para o consultório particular de 176 médicos para marcar consultas em horário que esses profissionais deveriam dar plantão no sistema penitenciário. Conseguiram sucesso em 48% dos casos.
Essa medida levou a uma instalação de processos administrativos por parte da corregedoria da SAP e levou profissionais a pedirem afastamento do cargo. “Hoje a situação é ainda pior. Para fazer atendimentos à saúde, boa parte dos casos precisa ser levada aos hospitais locais. Muitas vezes, por falta de viaturas e policiais, não há disponibilidade de escolta e os presos não são atendidos”, diz o procurador. Atualmente o sistema penitenciário possui 140 médicos. Para completar o quadro, a SAP abriu concurso público e pretende contratar 308 profissionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Governador assina decreto para economia de gastos com emissão do hollerith 29
João Alkimin: ESTARRECEDORA A NOTA NA COLUNA DE NOBLAT DE HOJE…( Ministro do Supremo xinga jornalista Ricardo Noblat de “filho da puta” e diz : “minha pica é doce” ) 24
Acabo de sair de uma festa em Brasília. Na chegada e na saída cumprimentei José Antônio Dias Tóffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal.
Há pouco, quando passava pelo portão da casa para pegar meu carro e vir embora, senti-me atraído por palavrões ditos pelo ministro em voz alta, quase aos berros.
Voltei e fiquei num ponto do terraço da casa de onde dava para ouvir com clareza o que ele dizia.
Tóffoli referia-se a mim.
Reproduzo algumas coisas que ele disse (não necessariamente nessa ordem) e que guardei de memória:
– Esse rapaz é um canalha, um filho da puta.
Repetiu “filho da puta” pelo menos cinco vezes. E foi adiante:
– Ele só fala mal de mim. Quero que ele se foda. Eu me preparei muito mais do que ele para chegar a ministro do Supremo.
Acrescentou:
– Em Marília não é assim.
Foi em Marília, interior de São Paulo, que o ministro nasceu em novembro de 1967.
Por mais de cinco minutos, alternou os insultos que me dirigiu sem saber que eu o escutava:
– Filho da puta, canalha.
Depois disse:
– O Zé Dirceu escreve no blog dele. Pois outro dia, esse canalha o criticou. Não gostei de tê-lo encontrado aqui. Não gostei.
Arrematou:
– Chupa! Minha pica é doce. Ele que chupe minha pica.
SP: PM que subiu em torre de Congonhas continua internado 30
PM afastado tentou suicídio em uma torre de aproximação de Congonhas, em São Paulo Foto: Renato s. Cerqueira/Futura Press
O soldado da Polícia Militar que subiu em uma torre, ameaçou suicídio e causou o fechamento do aeroporto de Congonhas e da avenida Washington Luiz, em São Paulo, na sexta-feira, continua internado na ala de psiquiatria do Hospital São Paulo, sem previsão de alta.
O PM, que não teve o nome revelado, estava afastado por problemas psiquiátricos do 46º Batalhão, tem 29 anos e é casado, com três filhos. Ele subiu na torre de aproximação por volta das 17h40 de ontem e, de acordo com o Corpo de Bombeiros, se entregou para a polícia após cerca de 35 minutos de negociação. O soldado vestia camiseta regata branca e uma cueca preta.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que os pousos foram interrompidos das 17h37 às 19h de sexta-feira e 11 voos tiveram o percurso alterado para os aeroportos mais pertos.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) fechou a Washington Luiz nos dois sentidos para o resgate, o que ocasionou uma lentidão de 8,7 km em cada sentido. A avenida foi liberada pela companhia às 19h05.
Segundo a Infraero, o homem subiu em uma torre de aproximação. Ela serve de guia e referência para os aviões que pousam no aeroporto e fica na parte externa de Congonhas.
Com o soldado, foram apreendidos um facão, uma corda que estava em seu pescoço, quatro rojões, entre outros objetos. O caso foi registrado como crime contra a segurança do transporte aéreo e a pena prevista varia de 2 a 5 anos de reclusão.
Servidores de SP são convocados a ato de campanha de Serra 24
Uma diretoria da Secretaria Estadual de Educação usou uma circular oficial e a página da instituição na internet para convocar dirigentes de escolas públicas de São Paulo a participar de reunião de apoio à campanha de José Serra, candidato a prefeito pelo PSDB. O chamado, assinado por Lúcia Regina Mendes Espagolla, foi publicado em um comunicado da Diretoria Regional de Ensino Norte-1, que comanda as escolas estaduais de nove bairros da zona norte. A Secretaria de Educação faz parte da administração do governador Geraldo Alckmin (PSDB), cabo eleitoral de Serra. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
No documento, editado semanalmente, o convite está entre avisos para comparecimento a cursos de qualificação profissional e requisição de merenda. O texto anuncia a presença de Alexandre Schneider, vice da chapa de Serra e ex-secretário municipal de Educação. Segundo diretores e vice-diretores, Espagolla teria telefonado para os subordinados ameaçando os que não comparecessem à reunião da campanha com a perda do cargo. A dirigente teria dito que haveria uma lista de presença a ser assinada no local do encontro por professores que ocupam interinamente a direção nas escolas – sem estabilidade no cargo. A reunião é a primeira de uma série de atos temáticos com foco na educação e que serão conduzidos por Schneider. Em setembro, as propostas dos participantes serão apresentadas em um ato maior, com a presença de Serra. Procurada, a Secretaria de Educação afirmou que “determinou o imediato afastamento da dirigente regional de ensino e instaurou procedimento administrativo de apuração”. A assessoria de Serra disse desconhecer a servidora e que o caso se restringia ao governo.
Terra
Juiz revoga as prisões dos 13 policiais de Santos e acusa MP de violar sigilo funcional com prejuízos processuais e pessoais 48
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Operação
Jogos de azar: juiz revoga prisão de 13 policiais
O juiz Reynaldo da Silva Ayrosa Neto, da 2ª Vara Criminal de São Vicente, revogou ontem à tarde as prisões temporárias de cinco dias de dez policiais militares e três policiais civis apontados pelo Ministério Público (MP) como envolvidos na exploração de jogos de azar na Baixada Santista.
Fundamentada em sete laudas, a decisão do magistrado também criticou a postura de representantes do MP, acusando-os de violar o decreto de segredo de justiça que recaía sobre a investigação, em prejuízo da própria apuração e das pessoas sob averiguação.
De acordo com Ayrosa, o comportamento dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Núcleo Santos “escancarou ao público” uma investigação em andamento.
Para o juiz, também foram atingidos “os direitos civis dos investigados, expondo suas pessoas, dignidades e reputações, tanto pessoais como profissionais, fazendo-o desnecessária e prematuramente”.
Pedido negado
Os promotores Cássio Roberto Conserino e Sílvio de Cillo Leite Loubeh, do Gaeco, pediram ao magistrado, na quinta-feira, a prorrogação da prisão temporária dos policiais civis e militares por mais cinco dias, sob a justificativa de a medida ter “extrema necessidade”. Porém, Ayrosa indeferiu o requerimento e revogou as prisões um dia antes do seu prazo expirar.
Segundo o juiz, o órgão especializado do MP não demonstrou a necessidade da prorrogação das prisões dos policiais e “a um só tempo conspurcou (manchou) e desrespeitou seu próprio trabalho”. Consequentemente, causou “verdadeiro sensacionalismo midiático, intranquilidade e verdadeira comoção nos meios jurídicos e policiais locais”.
Por isso, o magistrado revogou a decretação do segredo de justiça, porque ele ficou prejudicado. O site do Ministério Público de São Paulo divulgou às 15h11 da última terça-feira, data da prisão dos policiais, a operação do Gaeco para desarticular o esquema de exploração de jogos de azar. Os nomes e as funções dos investigados presos foram mencionados.
Demais averiguados
Os promotores também requereram a prorrogação da temporária de mais quatro averiguados presos. Eles atuariam como “maquineiros” (operadores dos jogosde azar) e Ayrosa reconheceu ontem a necessidade deles continuarem detidos por mais cinco dias.
No entanto, o juiz frisou que a prisão temporária, ao contrário das demais espécies de custódias cautelares, é “meramente utilitária”. Ela é cabível quando for imprescindível às investigações, não exigindo uma análise de mérito, até porque, no caso em exame, sequer indiciados os averiguados foram.
Ayrosa também lamentou o fato de o Gaeco deixar escapar o homem que ele próprio aponta como o líder do esquema de jogos ilegais, apesar do forte aparato mobilizado pelo órgão do MP. As corregedorias das polícias Civil e Militar, além de patrulheiros das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), apoiaram os promotores no cumprimento de mandados de prisões e de busca e apreensão.

