NÃO É A INSTITUIÇÃO
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
NÃO É A INSTITUIÇÃO
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
16/02/2013-09h14
DE SÃO PAULO
Atualizado às 12h52.
A Polícia Federal prendeu na madrugada deste sábado (16) três policiais do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) suspeitos de desviar drogas que eram apreendidas pelo departamento, em São Paulo.
Os policiais chegaram até os suspeitos depois de monitorar uma quadrilha de traficantes no último ano. Os criminosos atuam no Brasil e em outros países da América do Sul, segundo a polícia.
Por meio de escutas telefônicas, os policiais descobriram que os agentes do Denarc repassavam as drogas para a quadrilha.
Com os suspeitos, a polícia apreendeu 300 quilos de cocaína.
Segundo o delegado da Polícia Federal, Roberto Boreli, que fez a prisão dos policiais em Sorocaba (99 km de SP), ainda não dá para estimar há quanto tempo o trio vendia as drogas apreendidas nem a quantidade de entorpecentes que foi desviada.
Além dos policiais, foram presos dois integrantes da quadrilha de traficantes. O delegado diz que parte dos criminosos é de colombianos e que mais suspeitos devem ser presos nos próximos dias.
A polícia não divulgou os nomes nem quanto tempo os policias estão no Denarc. A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso. A Folha não teve acesso aos presos e tampouco a seus advogados.
O secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou no início da tarde, por meio de nota, que vai requisitar à Superintendência da PF cópia do inquérito e documentos relativos à operação “para que a Corregedoria da Polícia Civil instaure os devidos” procedimentos disciplinares.
“A Secretaria da Segurança Pública não tolera delitos de qualquer natureza praticados por policiais”, diz a nota de Vieira, que assumiu o cargo no final de 2012.
16/2/2013 às 13h15
Investigação da Polícia Federal apontou que eles desviavam drogas apreendidas em operações
Da Agência Brasil
Policias Federais de Sorocoba, no interior de SP, prenderam três investigadores do Denarc (Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos), com mais 100 kg de cocaína na rodovia Presidente Castello Branco, interceptando um comboio na estrada.
Um dos policiais é do interior paulista, e os outros dois do Departamento de Repressão ao Narcotráfico. De acordo com Polícia Federal, a suspeita é que eles desviavam drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico nacional e internacional.
O esquema
A investigação da Polícia Federal apontou que os policiais suspeitos entravam em contato com traficantes de Sorocaba para comprar a cocaína. Estes faziam a conexão com traficantes da Bolívia e da Colômbia, que traziam a droga para o Brasil mas, quando a cocaína chegava no País, era apreendida pelos policiais do Denarc. Uma pequena parte era apresentada na delegacia, o restante, desviado.
Após as prisões, os policiais federais descobriram que havia mais droga em uma casa de um policial em São Paulo, na rua Apinagés, em Perdizes, zona oeste da capital. Ao chegarem no local, foi apreendidos mais 170 kg de cocaína, além de dólares e euros escondidos dentro de uma mala.
Leia mais notícias de São Paulo no R7
Os dois traficantes presos foram transferidos para uma cadeia comum. Os três policiais foram levados para o presídio da Polícia Civil, em São Paulo.
Outro lado
Por meio de nota, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, afirmou que “solicitará à Superintendência da Polícia Federal cópia do inquérito e documentos relativos à prisão dos três policiais para que a Corregedoria da Polícia Civil instaure os devidos procedimentos disciplinares. Ficando comprovado o envolvimento destes policiais com práticas criminosas, os procedimentos resultarão na demissão dos servidores a bem do serviço público”.
Sex, 15 de Fevereiro de 2013 09:47
A Gratificação por Atividade Policial deve, após a promulgação da Lei Complementar nº 1.021, de 23 de outubro de 2007, ser incorporada aos vencimentos dos policiais civis e militares na ativa, aposentados e seus pensionistas. A Administração Pública, no entanto, incorporou apenas 50% do valor do benefício ao salário-base dos servidores. “Portanto, todos os servidores públicos, policiais civis e militares, ativos, aposentados e pensionistas do Estado de São Paulo podem pleitear judicialmente a correta incorporação da GAP em seus vencimentos”, explica a advogada Ana Flávia Magno Sandoval, sócia da Advocacia Sandoval Filho.
O não cumprimento da Lei Complementar nº 1.021 tem reflexos ainda mais prejudiciais ao servidor público. A incorporação da GAP reflete diretamente no cálculo de outras verbas pagas aos servidores, como o RETP – Regime Especial de Trabalho Policial –, o Adicional por Tempo de Serviço e a Sexta-Parte. Veja mais detalhes no artigo escrito por Ana Flávia Magno Sandoval.
Policiais civis e militares ativos, inativos e pensionistas têm direito à incorporação integral da GAP – Gratificação por Atividade Policial – no salário-base
A Gratificação por Atividades Policial – GAP – foi instituída através da Lei Complementar nº 873, de 27 de junho de 2000, aos integrantes das carreiras das Polícias Civil e Militar, no valor de R$ 100,00 (cem reais), e é paga aos servidores em atividade, aposentados e pensionistas.
Através da promulgação da Lei Complementar nº 1.021, de 23 de outubro de 2007, esta gratificação foi absorvida nos vencimentos e proventos dos integrantes das carreiras policiais civis e militares, bem como nas pensões percebidas por seus beneficiários.
Entretanto, o que fez a Administração Pública foi incorporar apenas 50% da GAP no salário-base dos servidores públicos, contrariando desta forma a disposição legal da LC nº 1.021/2007, que determina de forma expressa a incorporação integral da referida gratificação.
Esta incorporação integral da GAP no salário-base tem reflexos diretos no cálculo de outras verbas pagas aos servidores pertencentes às carreiras das Policias Civil e Militar, como por exemplo, o RETP – Regime Especial de Trabalho Policial, Adicional por Tempo de Serviço e Sexta-Parte.
Portanto, todos os servidores públicos, policiais civis e militares, ativos, aposentados e pensionistas do Estado de São Paulo podem pleitear judicialmente a correta incorporação da GAP em seus vencimentos, bem como os reflexos desta diferença nas demais verbas percebidas em holerite, respeitada a prescrição quinquenal, contada a partir do ajuizamento da ação judicial.
Fazem jus a este direito, inclusive, os servidores públicos cuja concessão da GAP se deu por decisão judicial transitada em julgado, conforme autorizado pela LC nº 1.021/2007.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos.
Exerça seu direito clicando aqui e, em seguida, em Servidores Públicos do Estado de São Paulo, na parte de Secretaria da Segurança Pública.
Ana Flávia Magno Sandoval
OAB/SP nº 305.258
Carnaval
Os depoimentos dos membros da ala de apoio da Escola Sangue Jovem que sobreviveram à tragédia com o carro alegórico da agremiação, na madrugada de terça-feira, na saída do sambódromo Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste, foi adiado para a próxima segunda-feira.
Depois de receberem alta na quinta-feira, Fabrício Cézar da Silva, Genilson dos Santos e Marcílio Robson da Silva afirmaram à polícia que suas versões precisavam ser remarcadas, pois todos desejam comparecer ao 5º Distrito Policial de Santos acompanhados de advogados. O pedido foi atendido. ( DIGA-SE: NÃO PODERIA SER NEGADO )
O mesmo irá acontecer com o presidente da Liga Independente e Cultural das Escolas de Samba, Heldir Lopes Penha, o Aldinho, e Solange Aparecida Noronha, mãe da jovem Mirela Garcia Diniz, uma das vítimas fatais do acidente.
Solange, que teve ferimentos por conta da tragédia, deixou o hospital Santa Casa na quarta-feira para acompanhar o enterro da filha, mas ainda não se encontra em condições psicológicas para relatar tudo o que viu.
Na quinta-feira, o delegado Antonio Carlos de Castro Machado Júnior recolheu os primeiros depoimentos do caso. Foram ouvidos o Secretário de Cultura da Cidade, Raul Christiano, e o vice-presidente da escola de samba Alvinegra.
Mais um colega, agora do DHPP acaba de ser executado em Ferraz de Vasconcelos, a reportagem da Record está no local, segundo informações primárias o colega levava uma sobrinha na casa de parentes quando foi interceptado por dois indivíduos em uma moto que o alvejaram com três tiros! Que Deus conforte a família do colega!
, 15 de Fevereiro de 2013 – 18h52
FolhaPress
SÃO PAULO, SP, 15 de fevereiro (Folhapress) – Um policial civil de 65 anos morreu durante um assalto por volta das 14h de hoje na cidade de Ferraz de Vasconcelos (na Grande São Paulo). A filha dele e um neto de seis anos de idade presenciaram o crime.
Sebastião Clemente Neto tinha acabado de chegar na casa da filha dele, no Jardim Anchieta, quando foi abordado por dois ladrões em uma moto. A dupla exigiu que ele entregasse o dinheiro que sacara de um banco no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.
Conforme a polícia, quando Neto foi entregar o dinheiro (cerca de R$ 2.500), um dos ladrões percebeu que ele estava armado e disse que iria matá-lo porque era policial.
O criminoso deu três tiros nele. Neto foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Agente da polícia há pelo menos duas décadas, Neto trabalhava na garagem do DHPP (departamento de homicídios).
Esse foi o quarto caso de latrocínio (roubo seguido de morte) na região metropolitana de São Paulo nos últimos três dias. As outras vítimas morreram ontem e anteontem nas zonas oeste e leste da capital paulista.
Entre os mortos está um perito da Polícia Técnico-Científica que foi baleado na cabeça quando, conforme os investigadores, os criminosos descobriram que ele era policial
Do portal da Polícia Civil de SP
Acompanhado de outras seis autoridades, o delegado geral, Luiz Maurício Souza Blazeck esteve no Tribunal de Justiça de São Paulo na manhã de sexta-feira (8), para conversar com o presidente da Casa, o desembargador Ivan Sartori, sobre as atuais expectativas da Polícia Civil quanto ao relacionamento com o TJSP.
Reunidos a Luiz Blazeck e a Ivan Sartori na sala da presidência do Tribunal de Justiça estiveram a delegada da Assistência Policial de Comunicação Social, da Delegacia Geral de Polícia Adjunta (APCS/DGPAd), Fernanda Herbella Maia, o desembargador Waldir Sebastião de Nuevo Campos Júnior, os juízes assessores da presidência do TJSP Rodrigo Capez, Guilherme de Macedo Soares e Regis de Castilho Barbosa Filho, e o secretário assessor da presidência, Kauy Carlos Lopérlogo de Aguiar.
Ivan Sartori recebeu os delegados de polícia dando-lhes as boas vindas ao TJ e logo tendo iniciado a reunião lhes falou das impressões positivas que compartilhou com o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, sobre a nova direção da Polícia Civil.
A conversa passou por uma retrospectiva das últimas e mais importantes ações policiais civis no Estado e incluiu as perspectivas para o futuro da polícia judiciária. Foram discutidas políticas de segurança pública, a mudança natural e necessária de postura da SSP e Polícia Civil frente às transformações do crime organizado, o controle e fiscalização da conduta policial, a renovação dos recursos materiais da polícia e como se encontram atualmente os maiores departamentos policiais.
O delegado geral deu às autoridades presentes um panorama breve e objetivo de como trabalham os policiais civis em todo os Estado e destacadamente os do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
“O trabalho da polícia hoje é de resgate da instituição. O Decap, por exemplo, que é o maior departamento de polícia judiciária da América Latina, está sendo reestruturado, passa por uma reengenharia, para investigar mais, porque não basta o registro do B.O (boletim de ocorrência), é preciso esclarecer os crimes”, afirmou Luiz Blazeck.
O inquérito policial eletrônico foi também um ponto destacado por todos na reunião. “Para o inquérito eletrônico faltam alguns ajustes no RDO (Registro Eletrônico de Ocorrências), que será o RDO 4, mas tudo o que é necessário mudar no banco de dados (que armazena os B.O’s e demais informações pertinentes aos inquéritos policiais) está sendo feito e esperamos que em maio o projeto esteja adequado”, mencionou o delegado geral, que completou: “É preciso uma ligação de sistemas com a Polícia Científica, que digitalizará laudos e assinaturas, o que já está em andamento. Há um projeto piloto no Deinter 4 (departamento de Bauru) com o IC (Instituto de Criminalística) de lá, e já foram feitos testes”.
Outra questão levantada e bastante discutida pelas autoridades foi a preparação da Polícia Civil para a Copa FIFA de 2014, o que incluiu o treinamento dos policiais para atendimento da população local e dos turistas, a realocação de recursos humanos para locais estratégicos, como a região do Porto de Santos (no Deinter 6), que receberá ao menos 89 navios que funcionarão como hotéis (número confirmado até o momento), o que significará a movimentação de no mínimo 15 mil pessoas naquela região durante o evento.
A reunião foi encerrada com declarações de compromisso por parte da Polícia Civil e do Tribunal de Justiça para colaborarem entre si em todas as questões em que ambas possam de fato atuar juntas.
Após o encontro no TJSP, Luiz Blazeck e Fernanda Herbella visitaram no Fórum João Mendes, a Assistência Policial Civil do Tribunal de Justiça, unidade criada em maio de 2012 e que é dirigida pelo delegado de polícia Fábio Augusto Pinto. Na ocasião, o titular mostrou aos visitantes as instalações da APC/TJ e lhes falou do trabalho ali desenvolvido. As informações são do portal da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
[Foto: Divulgação/Portal da Polícia Civil]
15/02/2013- 00h02- Estêvão Bertoni de São Paulo
“Como é que você consegue?”, questionava Dalva ao marido, Domingos Paschoal Cegalla, enquanto ele devorava livros escritos em grego. “Eu gosto de descobrir coisas novas”, respondia à mulher.
Catarinense nascido num distrito de São João Batista, Domingos aprendeu grego (e latim, italiano e francês) durante os anos de seminário em Curitiba (PR). Desistiu de ser padre e foi cursar letras.
Dominar o idioma de Sófocles lhe foi muito útil. Pela tradução de “Édipo Rei”, ganhou o prêmio Jabuti em 2001. Também verteu “Antígona” e “Electra” para o português.
Professor, poeta e romancista, foi autor de dezenas de livros de português e gramática, como “Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa” e “Novíssima Gramática da Língua Portuguesa”.
Em 1983, a “Veja” o chamou de “um mágico do livro didático atraente”. “Se não tiver apelo visual, o livro não é aceito nem pelo aluno nem pelo professor”, disse à revista.
Apesar de ser conhecido, “achava um horror” aparecer em público e dar entrevistas.
Mingo, como era chamado em casa, considerava fundamental estudar. Dalva, funcionária pública aposentada, formou-se aos 42 em administração por incentivo do marido.
Ele trabalhou como professor até 1970 e seguiu escrevendo. Divertia-se jogando xadrez. Descrito como bondoso pela mulher, ficava indignado quando cruzavam com ele e não lhe davam bom-dia.
Aos 92, impressionava pela lucidez. Morreu na sexta (8), no Rio, de pneumonia e falência renal. Teve quatro filhos e dois netos. A missa do sétimo dia será hoje, às 18h30, na igreja Santa Mônica, no Rio.
coluna.obituario@uol.com.br
Mais três pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira sobre o caso do acidente envolvendo um carro alegórico da Sangue Jovem, que deixou quatro mortos na madrugada da última terça-feira. Dessa vez, prestaram esclarecimentos o secretário de Cultura de Santos, Raul Christiano, e o chefe do departamento de eventos da Prefeitura, Rafael Leal. Os depoimentos devem seguir até o fim da próxima semana. Os familiares das vítimas também serão convocados.
O secretário afirmou que o deslocamento do carro alegórico no momento da tragédia era tarefa da escola de samba Sangue Jovem. “Após o desfile, eles têm 30 minutos para fazer o percurso do sambódromo até a área de desmonte.” De acordo com ele, funcionários da Prefeitura podem acompanhar o percurso, mas a operação é responsabilidade das agremiações.
Em entrevista à TV Tribuna, o diretor da Polícia Civil Aldo Galiano Júnior afirmou que houve negligência e que o objetivo da investigação é descobrir quem errou.
“Três, quatro para segurar um veículo daquele porte, é muito pouco. É evidente que houve negligência. Houve uma modalidade de crime culposa. Só para se ter uma ideia, um carro com dez metros de altura é uma edificação de três andares. Qualquer pessoa que passar pela rua, em frente a um prédio de três andares vai olhar a fiação, transformadores. Então houve uma negligencia total de alguém, mas é muito prematuro dizer quem ou chegar a uma conclusão”, disse.
Nesta quinta-feira, sem maiores explicações, o comando da Polícia Civil ordenou que as investigações da tragédia com o carro da escola de samba Sangue Jovem serão chefiadas pelo delegado titular do 5º Distrito Policial de Santos, Antonio Carlos de Castro Machado Junior, e não mais pelo delegado assistente, João Octavio de Mello. A mudança ocorreu junto com a determinação de que as autoridades não podem mais se pronunciar publicamente em relação ao caso.
Na manhã desta quinta-feira, três vítimas que permaneciam internadas na Santa Casa de Santos receberam alta. Os sobreviventes devem conversar com os investigadores da equipe do 5º DP nesta sexta. Solange Aparecida Noronha também será ouvida. Ela é uma das vítimas, mas saiu da Santa Casa por conta própria para acompanhar o enterro da filha Mirela Diniz Garcia, atingida pela descarga elétrica na frente de casa.
Também nesta sexta-feira ocorre a apuração dos votos do Grupo de Acesso. Pelas novas regras anunciadas pela Prefeitura na última quarta-feira, em 2014, o Grupo Especial passará a contar com 12 agremiações.
Desse modo, em 2014, três escolas do Grupo Especial devem ser rebaixadas para o Grupo de Acesso, que contará com três agremiações. Apenas uma subirá para à elite do Carnaval santista no ano seguinte. Assim, em 2015, o Grupo Especial voltará a ter 10 escolas e o de Acesso ficará novamente com cinco.
Sem documento
Apesar de não ter relação nenhuma com o acidente envolvendo um carro alegórico que deixou quatro mortos na última terça-feira, o prédio que abriga o camarote construído na Passarela do Samba Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste, tinha problemas. As informações do Corpo de Bombeiros foram divulgadas em reportagem da TV Tribuna, na noite desta quinta-feira.
De acordo com a denúncia, quando os bombeiros realizaram a primeira vistoria no edifício construído no sambódromo, foram verificadas algumas irregularidades. No entanto, a Prefeitura não corrigiu essas falhas e a obra foi inaugurada sem o auto de vistoria (AVCB).
Conforme e-mail enviado à redação da TV Tribuna, na primeira vistoria foram apontadas irregularidades na construção de alvenaria nos prédios destinados aos camarotes. Na mensagem, o comandante do Corpo de Bombeiros ainda afirma que representantes da Prefeitura foram avisados e o local deveria ser modificado. Já na segunda e última fiscalização realizada no sábado de Carnaval, os bombeiros verificaram que os problemas não tinham sido resolvidos e por isso, não deram o auto de vistoria.
Questionado sobre o uso do sambódromo sem o AVCB, o secretário adjunto de infraestrutura e edificações Nilson Barreiro disse que o prédio não está totalmente concluído, mas todos os equipamentos de combate a incêndio e prevenção a rotas de fogo estão funcionando.
”Como é um evento que está com instalações provisórias e o edifício é permanente, diferente do ano passado, que era tudo provisório, ele considerou algumas desconformidades em função da ocupação total do prédio. O prédio não está totalmente concluído. Portanto, ele não poderia dar o auto de vistoria do bombeiro”, explicou.
Sobre as desconformidades encontradas, Barreiro informou que se referem à ocupação dos depósitos do anfiteatro, que foram todos lacrados para o Carnaval. “Toda a área referente ao camarote, salas de imprensa e outros locais, estava com as condições de combate a incêndio todas funcionando. Tanto é que na hora que houve o apagão, o prédio se manteve com toda a iluminação funcionando, que é um dos itens de segurança. A parte que o Corpo de Bombeiros fiscaliza no auto de vistoria é quanto à funcionabilidade dos equipamentos de segurança com o prédio em plenitude, que é o que vai ser o centro cultural, com utilizações diferenciadas no Carnaval. Então ele não tem esse documento em função do prédio não estar totalmente concluído”.
Indagado sobre se a Prefeitura liberaria um local que tivesse AVCB, o secretário disse que é necessário analisar caso a caso. “No caso aqui, nós temos toda uma equipe técnica que se responsabiliza por evento. O auto de vistoria não impede a realização do evento, quem impede isso é a Prefeitura, mediante às vistorias que ela faz. Então garantimos que o prédio estava seguro e todas as instalações das arquibancadas estavam seguras. Tanto é que não houve nenhum tumulto e nada aconteceu durante o sinistro que aconteceu na dispersão”.
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Afirmam ALBERTO ANGERAMI e NESTOR S. PENTEADO , em LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA – Capítulo III – Do Provimento de Cargos , Seção I – Das Exigências para Provimento, fls. 18 e 19:Não basta o certificado de colação de grau, a lei determina a apresentação do DIPLOMA, o que dificulta, mas não evita a fraude.Para as demais carreiras, de investigador , escrivão e agente policial ( grifo nosso ) , era preciso, no mínimo, ser possuidor de certificado de conclusão do 2º grau ou equivalente, porém agora se exige nível supeiror paras as duas primeiras. Para a carreira de agente policiail exige-se, ainda, carteira de motorista de categoria profissional . ( 2a. Edição – Revista, atualizada e ampliada – MILLENNIUM EDITORA – 2006 – CAMPINAS/ SP )
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Conforme a Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro – Lei nº 12.376, de 30 de dezembro de 2010 – não se aplica a repristinação no ordenamento jurídico brasileiro, de se ver o inteiro teor do artigo abaixo:
Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.
§ 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.
§ 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.
§ 3o Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.
Assim, entendemos que o Artigo 4º – DA LEI COMPLEMENTAR Nº 1.151, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011, in verbis: – Constituem exigências prévias para inscrição no concurso público de ingresso nas carreiras policiais civis ser portador de nível de escolaridade estabelecido para cada carreira no artigo 5ºda Lei Complementar nº 494, de 24 de dezembro de 1986 ( Artigo 5º — Para o ingresso a que se refere o artigo anterior será exigido: I — certificado de primeiro grau ou equivalente, para as séries de classes de: a) Carcereiro;b) Agente Policial;c) Atendente de Necrotério Policial;d) Auxiliar de Papiloscopista Policial ) ; e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.067, de 1º dezembro de 2008 (Artigo 1º – Para o ingresso nas carreiras de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia, exigir-se-á diploma de graduação de nível superior ou habilitação legal correspondente ) , NÃO REVOGOU O ACIMA TRANSCRITO art. 15 – XIV – da LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA CIVIL.
Posto isto, salvo melhores e abalizadas interpretações , para a carreira de agente policial continua vigendo a disposição da Lei Complementar nº 858, de 02/9/1999: SEGUNDO GRAU OU EQUIVALENTE.
14 de Fevereiro de 2013•12h39 • atualizado às 12h44
Um perito da Polícia Civil foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira após sofrer um sequestro-relâmpago em São Paulo. Segundo informações do SPTV, o homem foi abordado por volta das 9h30 e ficou sob o poder dos criminosos.
Quando descobriram que a vítima se tratava de um policial, os bandidos resolveram executá-la. O corpo foi encontrado no acesso da rodovia Raposo Tavares, na altura da Escola Politécnica. A Polícia Civil já investiga a autoria do assassinato.
Prezados Senhores, infelizmente esse concurso será ANULADO. Estamos entrando com Mandado de Segurança contra a VUNESP e contra a Academia de Policia. Para concorrer as vagas, o candidato deverá apresentar conclusao de ensino MÉDIO e não fundamental como foi divulgado. Já que o Estado não tomou providencia nesse sentido, eu e alguns amigos estamos entrando com MS para impugnar esse concurso. Desculpe aos inscritos, mas é totalmente culpa do Governo do Estado (PSDB). abraços
Dr. Guerra Por Favor explique: Para Agente Policial é exigido ensino fundamental ou ensino médio?
Caro Joca,
Penso que – salvo tenha sido declarada inconstitucional por meio de decisão do Poder Judiciário – para ingresso na carreira de agente policial continua sendo necessário diploma do antigo CURSO COLEGIAL ou atual SEGUNDO GRAU. Inciso XIV com redação dada pelo artigo 1º da Lei Complementar nº 858, de 02/9/1999.
E não encontrei nenhuma informação acerca de ter sido declarada inconstitucional.
Lei Complementar Nº 858, de 02 de Setembro de 1999.
(Projeto de Lei Complementar nº 102, de 1995, do Deputado Campos Machado – PTB)
Dá nova redação ao inciso XIV do artigo 15 da Lei Complementar nº 207, de 5 de janeiro de 1979, acrescentado pela Lei Complementar nº 456, de 12 de maio de 1986.
SITUAÇÃO ATUAL: EM VIGOR.
Aparentemente, não foi proposta ADIN em face desta LC.
O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo, nos termos do artigo 28, § 8º, da Constituição do Estado, a seguinte lei:
Artigo 1º – O inciso XIV do artigo 15 da Lei Complementar nº 207, de 5 de janeiro de 1979, acrescentado pela Lei Complementar nº 456, de 12 de maio de 1986, passa a vigorar com a seguinte redação:
“XIV – para os de Agente Policial: ser portador de certificado de conclusão de curso de segundo grau”.
Artigo 2º – Esta lei complementar entrará em vigor na data de sua publicação.
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 02 de setembro de 1999. a) VANDERLEI MACRIS – Presidente Publicada na Secretaria da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 02 de setembro de 1999. a) Auro Augusto Caliman – Secretário Geral Parlamentar
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ADIN n° 121.796 de 18/07/2005 ( DIZ RESPEITO EXCLUSIVAMENTE AO PLC 15/ 1999 , DE INICIATIVA DA DEPUTADA ROSMARY CORREA, PERTINENTE AO NIVEL SUPERIOR PARA ESCRIVÃES E INVESTIGADORES que alterava o artigo 5º da Lei Complementar n. 494, de 24 de dezembro de 1986, que dispõe sobre a instituição de série de classes policiais civis no Quadro da Secretaria de Segurança Pública e dá providências correlatas.
Lei Complementar n. 929, de 24/09/2002, declarada inconstitucional pelo TJ-SP, em 05/07/2011, com efeitos “ex-nunc”, isto é, não retroativos, a partir de 13/06/2005, data da R. Decisão liminar, que suspendeu os efeitos da referida lei. Ofício comunicando a decisão publicado no DAL de 09/08/2011, p. 19
É preciso regulamentar esses carros! com limite de altura!
Ter material isolante elétrico nas extremidades, e onde é empurrado.
Pneus compatíveis com o tamanho e….freio!
E um engenheiro responsável nas escolas para assinar a “planta”.
Outra idéia viu, novato prefeito e….equipe: depois da dispersão, serem rebocados por veículo, tratorzinho, quadriciclo seja lá o que, e não esse humilhação de gente puxando!
Isso aqui não é….Bangladesh!
O Dr Guerra, cabe indenização civil a esses pobres trabalhadores que lá morreram? trabalhista?
Um deles, ouvi, tem 5 filhos!
Queremos ver se algum defensor público , de pronto , ingressará, contra a Prefeitura, com ação civil em favor das vítimas.
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Luto em Santos
Atualizado às 12h22
Quarta-feira de Cinzas de 2013: um dia que ficará marcado para sempre pela dor. Nesta manhã, as famílias das quatro pessoas mortas eletrocutadas após acidente com carro alegórico da escola de samba Sangue Jovem, na Zona Noroeste, em Santos, enterram seus entes queridos. Cinco pessoas permanecem internadas com quadro de saúde estável.
No Cemitério da Areia Branca, Solange Aparecida Noronha, de cadeira de rodas, despediu-se da filha Mirela Diniz Garcia, de 19 anos. Internada com queimaduras desde terça-feira na Santa Casa de Santos, ela deixou o hospital sem autorização para enterrar a jovem. O velório, fechado para a imprensa, ocorreu no Salão de Mármore do Santos Futebol Clube.
A promotora de eventos acompanhava o desfile da porta de casa, na madrugada desta terça-feira, como fazia sempre, sentada em uma cadeira de alumímio. Foi quando, por volta da 1h20, o carro alegórico, desgovernado, cruzou seu caminho e bateu em uma rede de alta tensão.
No momento do acidente, Mirela tirou a filha de três anos de perto, quando perdeu o equilíbrio e encostou no carro alegórico, sofrendo a descarga. Mirela conseguiu salvar a fila, mas sua mãe não teve a mesma sorte. Solange acabou se machucando e desde terça-feira está internada na Santa Casa de Santos. Ainda não se sabe se ela voltou para o hospital.
Durante o enterro, marcado pelo silêncio da dor, amigos e familiares de Mirela não acreditavam no adeus. Alexsandro Diniz Garcia, que cuidou do velório e do enterro da irmã, agradeceu a força e a presença de todos. Para ele, também coube a dura missão de escrever o nome de Mirela na lápide.
Ontem, Alexsandro disse à reportagem que era muito apegado à irmã. “Ela era amiga e muito especial, alguém que sempre levarei com saudade na memória”. Ele também prestou socorro à Mirela. “Eu arrastei ela para longe do carro e tentei fazer massagem cardíaca, mas já tinha morrido”.
Enterro no dia do aniversário O ajudante de pedreiro Leandro Monteiro completaria 27 anos nesta quarta-feira. Seu último sonho era comemorar o aniversário com a família. Os R$ 40,00 que receberia para empurrar o carro alegórico seriam utilizados para a festa. “Ele era um bom menino, me respeitava muito, mas agora não há nada para falar. Deus já o levou”, disse aos prantos a mãe Maria Benedita Monteiro, durante o enterro do filho no Cemitério Municipal de São Vicente, nesta manhã.
Leandro era casado com Jaqueline Elias Cardoso, de 27 anos, com quem teve quatro filhos, de 8, 7 e 4 anos e outro de 7 meses. “Não dá para continuar em casa. Tudo me lembra ele”, disse nesta terça-feira à reportagem.
Filho de 9 anos enterra o pai
Também no Cemitério de São Vicente o adeus ao ajudante de serviço gerais, Ludenildo da Silva Militão, de 25 anos, amigo de infância de Leandro Monteiro. Com a ajuda da mãe, o filho mais velho, de 9 anos, escreveu o nome do pai. Uma cena tão comovente e triste que não há palavras para descrever.
Segundo a irmã Joana Maria Francisco da Silva, “agora não adianta ficar lamentando”. Ela só pensa em ajudar a cuidar dos sobrinhos, para que tenham um futuro bom. Ludenildo tinha ainda uma menina de 3 anos e havia acabado de se separar, por isso morava com a mãe no México 70, em São Vicente.
Antes de sair de casa, na noite desta terça-feira, horas antes da tragédia, despediu-se de Joana Maria Francisco da Silva e avisou à mãe que voltaria antes do amanhecer. Nesta manhã, Joana, muito emocionada, não conseguia falar.
Os enterros de Ludenildo e de Leandro foram custeados pelo Santos FC. O vice-presidente do Peixe, Odílio Rodrigues, esteve no Cemitério de São Vicente, em solidariedade às famílias.
O quarto enterro foi do organizador de eventos Wictor Ferreira, de 29 anos, no Cemitério da Filosofia. Revoltada, a família preferiu não se pronunciar. Além dele, Leandro e Ludenildo foram contratados pela Sangue Jovem para empurrar o carro alegórico. Eles receberiam R$ 40,00 pelo serviço.
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Devemos ajudar essa família, inclusive pelos ídolos, ricos jogadores que foram homenageados…por favor, só lamento….é hipocrisia! demagogia!
Acho que parte da renda do próximo jogo do Santos deveria, a torcida exigir que fosse para ajudar essas famílias!!!
Chega de alienação! ou….boicotem o jogo!
Vergonha, ante os salários milionários de jogador semi analfabeto!
KALUNGA DA PAZ