ESTADO DE GREVE 28
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Tânia Lis Tizzoni Nogueira, advogada de policial injustamente acusado, propôs ação criminal contra o ex-secretário tucano Antônio F.P. 9
Faltou dizer
Não faz muito tempo, o secretário da Segurança do Governo tucano de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, foi flagrado quando passava documentos a um repórter, num shopping center. Imediatamente, deflagrou uma campanha declarando-se “espionado” por “maus policiais”, da “banda podre da Polícia”, que estariam “insatisfeitos com a moralização por ele empreendida”. E esqueceu que num shopping center, local público por definição, não se pode garantir que um encontro será mantido em segredo.
Ferreira Pinto pediu instauração de inquérito policial para apurar a tal espionagem. O Ministério Público rejeitou as alegações do então secretário da Segurança e pediu o arquivamento do inquérito pedido por ele, por falta de base. A Justiça aceitou a argumentação do Ministério Público e o inquérito foi arquivado – termo jurídico para “rejeitado”. E a imprensa, que tanto noticiou a espionagem ao secretário por parte dos tais maus policiais?
Silêncio total: o secretário da Segurança do Governo Alckmin (que, no meio de uma guerra do crime organizado contra policiais, deixou o posto e foi assistir a um jogo de futebol na Argentina) é intocável, mesmo tendo perdido o cargo. Notícias, só a favor. Quando o ídolo é derrotado, o fato desaparece.
Mas na Justiça o caso continua: Tânia Lis Tizzoni Nogueira, a advogada de um dos policiais injustamente acusados, propôs ação criminal, por denunciação caluniosa, contra o antigo secretário tucano da Segurança. E prepara também uma ação de danos morais contra ele.
| Whodunnit, Carlos Brickmann para o Observatório da Imprensa* | |
| (*) Especial, Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br), Circo da Notícia, 20 agosto/2013 |
ADPESP-SINDPESP : Somente JUNTOS somos fortes… Então, juntemo-nos TODOS… 14
Caros colegas,
Iniciamos um novo tempo de lutas, no qual nossa união, organização e força serão as ferramentas indispensáveis para alcançarmos nossos objetivos e a AGE de hoje nos trouxe a certeza de que estamos trilhando o caminho certo na busca pelo resgate da nossa dignidade. Parabéns e obrigada a todos.
As manifestações, tais como a Operação Blecaute a ser realizada na quinta-feira dia 22 de Agosto das 10h às 16h em todo Estado de São Paulo e a passeata a ser realizada em Piracicaba a partir das 14 horas, inauguram o “ESTADO DE GREVE” deflagrado na data de hoje pelo Sindpesp com apoio integral da Adpesp, aguardando as Assembleias das demais carreiras policiais para em uníssono, promovermos o maior movimento paredista que esse estado já amargou depois de 2008.
Assim, conclamando a TODOS para que o espírito de união, respeito mútuo e identidade de propósitos (SALÁRIO DIGNO) possam nos fortalecer na busca dos mesmos ideias, contamos com os Sindicatos e Associações de Policiais Civis, uma vez que o descaso governamental a todos atinge de idêntica forma pois nossa honra e dignidade tem o mesmo valor, contando, portanto, com a participação de todos na Operação Blecaute, bem como na passeata do dia 22 em Piracicaba e em todos os eventos que se seguirão até que sejamos atendidos.
Somente JUNTOS somos fortes… Então, juntemo-nos TODOS…
Segue a arte para fixação em TODAS as Delegacias.
Marilda
ANIVERSÁRIO AIPESP 16 ANOS 16
Peço ao Dr. Guerra a publicação de nosso convite de aniversário conforme consta em nosso site:http://www.aipesp.com.br
ANIVERSÁRIO AIPESP 16 ANOS
A Diretoria da AIPESP tem a honra de convidar para participar da Solenidade do seu 16º Aniversário de Fundação, que será realizada no próximo dia 13 (treze) de setembro de 2013, a partir das 20h30min, no Salão Social do Clube Esperia, localizado na Av. Santos Dumont, 1.313 – Santana (Zona Norte) – São Paulo – SP.
Na cerimônia será servido Coquetel acompanhado de serviço de Buffet e Show Musical.
Traje Social: “Terno e Gravata”
Os Convites estarão disponíveis “para os associados” a partir do dia 26 de agosto de 2013, das 10h00min às 12h00min e das 14h00min às 16h00min, até o termino dos convites, na Sede Social da AIPESP, localizada na Av. Cásper Líbero, 535 – Luz – São Paulo – SP.
OBS.: Os convites “SÃO LIMITADOS” e serão entregues “SOMENTE PARA O TITULAR” mediante a apresentação da Carteira de Sócio e RG, “NÃO SENDO ACEITO POR PROCURAÇÃO”.
Vanderlei Bailoni
Presidente AIPESP
A Polícia Civil de São Paulo vai parar e delegados estão prontos para greve 61
| Em 21/08/2013 – 06:00
A decisão, aprovada por unanimidade pela categoria, deve-se à omissão do Governo do Estado em relação às reivindicações de ambas entidades representativas por melhores condições de trabalho. |
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Na noite da última terça-feira (20), Delegados de Polícia do Estado de São Paulo decidiram durante a Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) e apoiada pela Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) pelo de estado de greve.
A decisão, aprovada por unanimidade pela categoria, deve-se à omissão do Governo do Estado em relação às reivindicações de ambas entidades representativas por melhores condições de trabalho, descaso que vem gerando gradualmente o colapso da Polícia Civil que segue impedida de prestar um atendimento digno e de qualidade ao cidadão. CONTATOS ADPESP- Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo |
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20/08/2013 – ADPESP disponibiliza translado para Marcha de Protesto em Piracicaba 11
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Devido a grande adesão dos Policiais Civis do Estado de São Paulo à Operação Blecaute, ato que ocorrerá em 22 de agosto, a ADPESP conclama todos os Policiais Civis a se unirem à Marcha de Protesto, ato a ser realizado no mesmo dia, na cidade de Piracicaba. A ADPESP disponibilizará translado (ida e volta) para os interessados em participar de mais esta importante mobilização em prol da valorização da Polícia Civil.
A Polícia Civil vai parar! Deliberação de estado de greve | 20.08.2013 150
Publicado em 20/08/2013
Na noite de 20 de agosto de 2013, Delegados de Polícia do Estado de São Paulo decidiram durante a Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) pelo início de estado de greve.
Na noite da última terça-feira (20), Delegados de Polícia do Estado de São Paulo decidiram durante a Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) e apoiada pela Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) pelo estado de greve.
A decisão, aprovada por unanimidade pela categoria, deve-se à omissão do Governo do Estado em relação às reivindicações de ambas entidades representativas por melhores condições de trabalho e ao descaso que vem gerando gradualmente o colapso da Polícia Civil que segue impedida de prestar um atendimento digno e de qualidade ao cidadão.
PEC 300 – Policiais militares, civis e bombeiros fazem protesto na Câmara 38
Manifestantes tentaram impedir entrada no plenário principal da Casa.
Eles querem aprovação de piso salarial para as categorias.
Fabiano CostaDo G1, em Brasília
Por volta de 13h desta terça-feira (20) dezenas de policiais militares, civis e bombeiros de todo o país entraram no Salão Verde da Câmara e fizeram um protesto para pressionar os deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional 300, que cria um piso salarial para as categorias.

O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder do governo na Câmara, foi cercado pelos manifestantes quando passava pelo Salão Verde (veja vídeo ao lado). Os manifestantes cobravam de Chinaglia que a PEC 300 seja colocada em pauta (leia mais abaixo).
De acordo com a Câmara, a entrada dos policiais no Salão Verde foi feita sem confronto com a segurança da Casa. Os manifestantes chegaram a tentar cortar a entrada para o plenário principal, mas foram impedidos pela polícia legislativa.
Deputado Major Fábio (DEM-PB) anuncia que Henrique Alves iria receber os líderes do grupo. Mesmo assim, manifestantes disseram que vão continuar no Salão Verde (Foto: Fabiano Costa/G1)Policiais e bombeiros que estão na Câmara pediram uma audiência com o presidente da Casa, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para apresentar a reivindicação do grupo.
Alves vai receber dois representantes de cada estado. Ainda assim, os manifestantes disseram que pretendem ficar no Congresso até receberem uma proposta da Câmara sobre a votação da PEC 300.
Deputado Major Fábio (DEM-PB) anuncia que Henrique Alves vai receber os líderes do grupo. Mesmo assim, manifestantes disseram que vão continuar no Salão Verde (Foto: Fabiano Costa/G1)Pressão
Após ouvir os protestos dos policiais, o deputado Arlindo Chinaglia disse que a Casa não deve incluir a PEC 300 na pauta antes de o assunto ser discutido pelo colégio de líderes. Na visão do líder do governo, o Legislativo não pode ser pautado por meio de pressões.
“Houve uma mobilização. Não havia nada combinado para votar [a PEC 300]. O fato de haver a ocupação de parte da Câmara não obriga e, nessas condições, é mesmo que não será votado. Não existe um poder acuado. Não compartilho da ideia de que qualquer poder tem de ceder porque alguém está pressionando ou reivindicando”, enfatizou
Sistema Único de Segurança 18
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Polícia
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20 Ago 2013
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Brasília-DF
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MARCONI PERILLO – A União deveria custear até 50% da folha de pagamento das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica e do Corpo de Bombeiros Militar 19
Um pacto pela segurança
20 Ago 2013
A União deveria custear até 50% da folha de pagamento das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica e do Corpo de Bombeiros Militar
Marconi Perillo
FOLHA DE SÃO PAULO
As guerras travadas no Congresso Nacional em torno da divisão dos royalties do petróleo e da reforma do ICMS trouxeram à luz um debate que não pode mais ser adiado: a revisão do pacto federativo.
Os Estados encontram-se espremidos financeiramente, tanto pelas exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal quanto pela queda de repasses da União na esteira das sucessivas desonerações do governo. Precisam, não obstante, ampliar investimentos em serviços públicos.
A segurança pública é um setor que demanda solução urgente, vitimado de forma particularmente grave pela situação fiscal dos Estados. Segundo dados do Mapa da Violência 2013, a taxa de homicídios na população brasileira, que em 1996 era de 24,8 por 100 mil habitantes, saltou para 27,1 em 2011. É o maior índice entre os 12 países mais populosos do mundo –quase quatro vezes maior que o do Paquistão.
Para fazer frente à demanda cada vez maior por segurança pública, é necessário aumentar o efetivo das polícias. Mesmo em meu Estado, onde o salário inicial de um policial militar é o segundo mais alto do Brasil e onde conseguimos, em 2013, produzir uma inflexão na taxa de homicídios, o número de policiais por habitante é baixo: o efetivo é de apenas 12 mil homens, metade do necessário para atingir o patamar de 1 policial por 250 habitantes recomendado pela ONU.
Não existe mágica contábil que nos permita fazer um aporte de pessoal dessa magnitude. As transferências federais caíram nos últimos dois anos, em parte devido às desonerações de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e Cide (Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico) feitas pelo governo para estimular a economia. Essa caridade foi feita com o chapéu dos Estados, que viram despencar o montante do FPE (Fundo de Participação dos Estados).
Por outro lado, o piso da educação subiu 22% em 2012 e mais 8% em 2013, o que fez com que mesmo o aumento de 6,7% na arrecadação de Goiás não desse conta de cobrir as despesas com a folha de pessoal.
Para mitigar a situação da segurança pública e desafogar os Estados, o governo de Goiás propõe uma revisão do pacto federativo. Nossa proposta consiste em uma emenda ao artigo 21 da Constituição, por meio da qual a União deverá prestar assistência financeira aos Estados para a manutenção e a execução de serviços de segurança pública.
Antes que o leitor se espante com a ousadia ou questione se isso não trará problemas na cadeia de comando –já que a PM deve obediência ao governador, que paga seu soldo–, permita-me lembrar que já existe um precedente. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal são mantidos pelo governo federal, sem que cause constrangimento à autoridade do governador.
O Fundo Constitucional para a Segurança Pública, que seria instituído por lei ordinária para regulamentar o dispositivo constitucional, seria usado para custear até 50% da folha de pagamento da PM, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Técnico-Científica.
Propomos que ele seja repartido aos Estados conforme o número de agentes de segurança pública por habitante: quanto mais policiais, mais verba o Estado receberia. O fundo seria corrigido pela receita líquida corrente da União.
O projeto tem a vantagem adicional de pôr fim à polêmica em torno da PEC 300, em tramitação no Congresso, que equipara os salários da PM e dos bombeiros de todo o país aos do DF e ao qual os governadores resistem, não sem razão.
Não estar-se-ia, com isso, produzindo nenhuma revolução no ordenamento jurídico brasileiro, dado o precedente do Distrito Federal.
Trata-se tão somente de propor um pacto –palavra tão em voga em Brasília– por mais um serviço público essencial, que tem ficado de fora do radar do governo federal, gerando risco desnecessário e evitável para toda a população.
MARCONI PERILLO, 50, bacharel em direito, é governador de Goiás pelo PSDB
Agentes do governo paulista, de 1998 a 2008 – gestões do PSDB teriam recebido propina 7
Tribunal de Contas paulista quer barrar contratos do cartel do trem com Estado
20 Ago 2013
Fausto Macedo Fernando Gallo
ESTADÃO.COM.BR
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) quer declarar indôneas a Siemens e todas as empresas que atuaram no cartel de trens em São Paulo
O objetivo do procedimento é vetar faturas contratações dessas empresas pelo governo estadual Investigações em curso pela Polícia Federal e Ministério Público Federal apuram denúncias de que agentes do governo paulista, de 1998 a 2008 – gestões do PSDB teriam recebido propina dessas empresas.
O presidente do TCE, Antônio Roque Citadini, requereu ao Ministério Público de Contas abertura de procedimento para eventual declaração de ini-doneidade das companhias que atuariam no cartel O processo deverá ser instaurado assim que a Procuradoria de Contas tiver acesso ao acordo de leniên-cia em que a multinacional alemã denunciou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a existência de um cartel em licitações no setor.
Ao todo, vinte empresas foram envolvidas pela Siemens na denúncia de cartel, incluindo a própria multinacional alemã, Dentro do Ministério Público de Contasjáse dá como certa a abertura do procedimento de declaração de inidoneidade tão logo os documentos do Cade sejam acessados.
A estratégia do órgão controlador do Estado é a mesma adotada pelo governo federal, por meio da Controladoria-Geral da União (CGU), que rotulou de inidônea a empreiteira Delta, protagonista do escândalo envolvendo o contraventor Car-linhos Cachoeira.
Caso o procedimento seja aberto, um dos sete conselheiros do TCE que julgará o feito será Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil do governo Mário Covas, sobre quem paira a suspeita de ter recebido propina da empresa francesa Alstom para beneficiá-la em processos de contas no próprio TCE envolvendo contratações no sistema metroferroviário paulista.
Controwérsia jurídica. Não há uma pacificação jurídica sobre o efeito de eventual declaração de inidoneidade para contratos vigentes. Os contratos em que a Siemens apontou a existência de cartel á foram todos encerrados, mas a multinacional alemã e várias empresas por ela denunciadas participam, por exemplo, de pelo menos um dos quatro contratos da reforma dos trens das Linhas 1 e 3 do Metrô de São Paulo, que ainda vigem.
Há decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que invocam o princípio da segurança jurídica para determinar que a inidoneidade só valha para contratações feitas depois do julgamento. Contudo, outras decisões do próprio STJ facultam à administração a promoção de medidas para a rescisão de contratos vigentes.
Por meio do ofício 407/2013 ao procurador-geral de Contas, Celso Augusto Matuck Feres Junior, o presidente do TCE aponta a amaciça veiculação por todos os meios de imprensa de suposta formação de cartel no setor metroferroviário”.
Citadini pede ao procurador que avalie aa conveniência e oportunidade de provocar junto a este TCE a instauração de processo sobre eventual inidoneidade de licitantes”.
O Ministério Público de Contas afirmou, em nota, que aguarda resposta ao ofício enviado ao Cade no último dia 07 para tomar as devidas providências, aO teor da resposta é bastante importante porque, em relação aos feitosjájulgados, poderá legitimar ações de rescisão”, afirmou o procurador José Mendes Neto, responsavei peia comunicação do órgão.
Os processos envolvendo os contratos já encerrados podem ser reabertos para nova análise. Caso comprovadas irregularidades, as empresas podem sofrer sanções que vão desde multas até a declaração de idoneidade.
No ofício à Procuradoria de Contas, Citadini invoca o artigo 108 da Lei Orgânica do TCE para lembrar que é da competência do tribunal decidir sobre a inidoneidade. O artigo dispõe que “o Tribunal Pleno poderá declarar, por maioria absoluta de seus membros, inidôneo para contra tarcoma administração pública, pelo prazo de até 5 (cinco) anos, o licitante que, através de meios ardilosos e com o intuito de alcançar vantagem ilícita para si ou para ou trem, fraudar licitação ou contratação administrativa”.
Conselheiro sob suspeita» O conselheiro do TCE Robson Marinho, suspeito de ter recebido propina da Alstom, teve bens no exterior bloqueados pela Justiça em 2009. Ele teria pelo menos US$ 1 milhão em contas na Suíça, valor que, segundo investigadores, tentou transferir para os EUA. A promotoria suíça, porém, impediu a operação. Os sigilos fiscal e bancário de Marinho também foram quebrados.
Servidores de primeiro e segundo escalões da administração paulista envolvidos no escândalo são ligados aos principais líderes tucanos 12
Todos os homens do propinoduto tucano
Quem são e como operam as autoridades ligadas aos tucanos investigadas pela participação no esquema que trafegou por governos do PSDB em São Paulo

Segundo documentos em poder do CADE e Ministério Público, estes cinco personagens, afamados como bons quadros tucanos, se valeram de seus cargos nas estatais paulistas para atender, ao mesmo tempo, aos interesses das empresas do cartel na área de transporte sobre trilhos e às conveniências políticas de seus chefes. Em troca de benefícios para si ou para os governos tucanos, forneciam informações privilegiadas, direcionavam licitações ou faziam vista grossa para prejuízos milionários ao erário paulista em contratos superfaturados firmados pelo metrô. As investigações mostram que estes técnicos do Metrô e da CPTM transitaram pelos governos de Serra e Alckmin operando em maior ou menor grau, mas sempre a favor do esquema.



A importância da secretaria Transportes Metropolitanos e suas estatais subordinadas, Metrô e CPTM, para o esquema fica evidente quando se observa a lógica das mudanças de suas diretorias nas transições entre as gestões de Serra e Alckmin. Ao assumir o governo em 2007, José Serra fez questão de remover os aliados de Alckmin e colocar pessoas ligadas ao seu grupo político. Um movimento que seria revertido com a volta de Alckmin em 2011. Apesar dessa dança de cadeiras, todos os integrantes do esquema permaneceram em postos importantes das duas administrações tucanas. Quem sempre operou essas movimentações e trocas de cargos, de modo a assegurar a continuidade do funcionamento do cartel, foram os secretários de Transportes Metropolitanos de Serra e Alckmin, José Luiz Portella e Jurandir Fernandes.


Policiais federais começam paralisação em todo o país 28
DE BRASÍLIA
Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal começaram nesta segunda-feira (19) paralisações em todo o país por aumento salarial e melhores condições de trabalho.
Para esta terça (20), a previsão é que os policiais parem em sete Estados, entre eles São Paulo. A paralisação deve se estender até o fim do mês.
Por ora, a emissão de passaportes não deve ficar comprometida uma vez que os policiais do setor administrativo não aderiram à greve.
“A greve não é uniforme. Cada sindicato define quando e por quanto tempo vão parar”, explicou Jones Leal, presidente da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais).
Os policiais não aceitaram a proposta do governo de reajuste de 15,8% escalonado até 2015, acertado com outras categorias no ano passado. Também não gostaram da proposta de lei para especificar atribuições, como cargos de chefia hoje exclusivo de delegados.
Pesquisa feita pela Fanapef, que organiza a paralisação, aponta que apenas 13,5% dos policiais entrevistados estão satisfeitos com o trabalho.
Para Leal, os policiais federais representam uma das categorias que tiveram, proporcionalmente, menor reajuste salarial nos últimos anos. O salário inicial de um agente ou escrivão é de R$ 7.514. Para o presidente da Federação, o ideal seria que a remuneração da categoria, que conta com cerca de 12 mil profissionais, variasse entre R$ 11 mil a R$ 16 mil.
“Mas essa não é uma questão financeira para o governo, é política”, afirma Leal, explicando que o governo teme ceder para a PF e ter que reabrir negociação salarial com outras categorias.
FÁBIO MORRONE – A TODOS OS COLEGAS SINDICALISTAS E LÍDERES DE ENTIDADES. 26
Caros líderes e policiais;
Com preocupação li uma carta do Sr. Vanderlei Bailoni, Presidente da AIPESP, que atribui a não participação de sua Entidade em passeatas e reuniões, devido a ter sido excluído pela recém criada FEIPOL.
Sou, como sabem, Presidente do SIPOL da Região de Presidente Prudente. E não estou nem ai se vão me chamar para essa ou aquela passeata. VOU EM TODAS NA MAIOR CARA DE PAU.
Porque os Policiais de nossa Região, ligados a nossa Entidade ou não, não vão ficar sem representação porque um ou outro esqueceu de me chamar, ou mesmo não quis fazê-lo.
O SIPOL Prudente é ligado sim à FEIPOL. E com ela fomos à avassaladora maioria de reuniões e encontros e manifestações. Não fosse pela FEIPOL Presidente Prudente provavelmente nem teria sido ouvida, e eu nem estaria aqui hoje. A FEIPOL democratizou o espaço das entidades Regionais e abriu as portas para se fazerem ouvir e se organizarem UNIDAS.
Eu sinceramente não me lembro de EM NENHUM MOMENTO E EM NENHUMA REUNIÃO ter sido cogitada a exclusão de nenhuma entidade ou associação. Aqui todos são testemunhas que o que pregamos é a UNIÃO. Quem já leu meus textos sabe disso.
Agora, KIKO, meu amigo pessoal e PRESIDENTE DA FEIPOL e do SINPOL CAMPINAS, eu, como Presidente de uma Entidade membro da FEIPOL EXIJO (dentro da minha competência que sei é pouca) QUE VOCÊ CONVIDE FORMALMENTE e PUBLICAMENTE a AIPESP na pessoa de seu Presidente, PARA PARTICIPAR DE TODAS NOSSAS REUNIÕES E AÇÕES. Pois não é justo que alguém ou alguma entidade se sinta excluído, pois nossa preocupação jamais foi ou será com essa ou aquela sigla, mas sim com os milhares de Policiais Civis que ela representa.
Por outro lado, NINGUÉM VAI TIRAR DA AIPESP a honra de ter sido grande responsável pela legalidade da GREVE de 2008. Mas não vivemos do passado somente. E é por toda essa importância que tem a AIPESP que as portas da FEIPOL estão escancaradas para que venham fazer parte. O SIPOL vai trabalhar para isso, e não vamos admitir qualquer barreira.
Uma Entidade tão importante como a AIPESP jamais vai ser desconsiderada sob as barbas de nenhum Policial Civil.
A ADPESP e o SINDPESP uniram forças. Os SINPOLS do Interior também com a FEIPOL.
O SIPESP com o Rebouças está batalhando com o Dissídio. É uma outra vertente, mas a intenção é ótima. Enquanto um trabalha de lá, o outro trabalha de cá. Não tem problema. Várias são as frentes de batalha. O importante é saber que só o objetivo é único.
A ADPESP e o SINDPESP com Greve e Operação Blecaute – APOIAMOS
O SIPESP com o Dissídio – APOIAMOS
A FEIPOL e os SINPOLS com Operação Blecaute, manifestações e Greve – APOIAMOS
A AIPESP quer participar seja lá do que for – APOIAMOS
Ficar de fora sob qualquer pretexto: não apoiamos, mas os esperamos de braços abertos.
Já me chamaram de ingênuo para ser um líder sindical. Beleza. Já me criticaram por usar o termo Presidenta. Ok, fazer o que?! Já disseram um monte de coisas que não gostei. Mas não estou aqui para gostar ou deixar de gostar de nada. E nem um líder sindical ou associativo o está.
Nossos filiados e associados é que devem determinar se participaremos de algo ou não. Gostemos ou não. É para isso que nos candidatamos. São eles que representamos.
Fábio Morrone – Presidente do SIPOL Região de Presidente Prudente.



