A PM sempre infiltrou seus “black blocs” para depois justificar violentas intervenções contra metalúrgicos, bancários , professores, gays e maconheiros…”É a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar “ 35

95% desaprovam ‘black blocs’, diz Datafolha

27 Out 2013

Para 76%, protestos foram mais violentos do que deveriam; 42% acham que PM se excedeu

Pesquisa ouviu 690 pessoas na sexta-feira, mesmo dia em que mascarados agrediram coronel durante ato

FOLHA DE SÃO PAULO

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Nada menos do que 95% dos paulistanos desaprovam a atuação dos chamados “black blocs” –manifestantes que praticam o confronto com as forças policiais e a destruição de agências bancárias, lojas e prédios públicos como forma de protesto.

É o que mostra pesquisa Datafolha feita na sexta-feira com 690 pessoas. A margem de erro máxima da amostra é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos para o total da amostra.

Na mesma sexta-feira, durante manifestação promovida pelo Movimento Passe Livre no centro de São Paulo, “black blocs” agrediram o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi –a arma dele também desapareceu.

A ação dos vândalos incluiu a destruição de caixas eletrônicos, ônibus e de cinco cabines de venda de bilhete único, além de pichações.

Quanto maior a faixa etária, maior a reprovação aos métodos dos “black blocs”.

Assim, se 87% dos jovens de 16 a 24 anos os desaprovam, entre os mais velhos (60 anos e mais) o índice atinge virtualmente a totalidade dos entrevistados (98%).

Quando se pergunta se as manifestações foram mais violentas do que deveriam ser, violentas na medida certa ou menos violentas do que deveriam ser, três quartos (76%) dos paulistanos cravam a primeira alternativa: mais violentas do que deveriam ser.

Apenas 15% julgam que os manifestantes foram violentos na medida certa e 6%, menos violentos do que deveriam ser.

O Datafolha pediu aos entrevistados que avaliassem a atuação da PM segundo os mesmos critérios. Para 42%, a polícia se excedeu. Mas 42% consideram o grau de violência adequado e 13% dizem que a polícia foi menos violenta do que deveria.

APOIO EM QUEDA

O resultado é que o apoio dos entrevistados às manifestações de rua em São Paulo desabou.

No final de junho, 89% eram favoráveis aos protestos. Em setembro, o índice já caíra para 74%. Nesta semana, são 66% os apoiadores.

Do outro lado, a taxa dos que são contrários às manifestações quase quadruplicou. Eram 8% em julho, 21% em setembro e, agora, 31%.

Apesar de focalizarem causas “dos oprimidos”, como a melhoria do transporte público, as manifestações têm conseguido taxas mais altas de apoio entre os mais ricos –80% entre os que possuem renda familiar mensal de mais de cinco a dez salários mínimos e 80% dos paulistanos com renda maior do que 10 salários mínimos.

Contra os protestos disseram-se 18% dos mais ricos.

Entre os mais pobres, com renda até dois salários mínimos, a taxa de apoio aos protestos é de 54%, 26 pontos percentuais a menos do que entre os mais ricos.

Contra os protestos disseram-se 42% dos mais pobres, 24 pontos percentuais a mais do que o índice observado na parcela rica.

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Policiais militares e bancada da bala em pé de guerra com Alckmin 30

O ESTADÃO 

27 Out 2013

Policiais em pé de guerra com Alckmin

Críticas da categoria englobam decisões tomadas nos protestos de junho e mudança na cúpula da Segurança

Pedro Venceslau

As manifestações de policiais por aumento salarial que tumultuaram a Assembleia Legislativa de São Paulo na semana passada expuseram um gargalo político que preocupa o governador Geraldo Alckmin (PSDB), provável candidato a reeleição em 2014. Por mais que tente se aproximar da categoria, que representa um universo de 200 mil pessoas e encarna o debate sobre segurança pública, o tucano é considerado pela maioria das 17 entidades que representam as forças policiais como um adversário a ser batido.

As críticas são duras e partem de todos os escalões e partidos, inclusive de siglas da base aliada de Alckmin e do próprio PSDB. Os espectro das queixas vai além dos salários. Engloba as decisões tomadas nos protestos de junho e a mudança na cúpula da Segurança Pública.

O vereador paulistano Adriano Lopes Telhada (PSDB), conhecido como Coronel Telhada, é o principal representante dos tucanos na categoria. Apesar de ser do partido de Alckmin, sua avaliação sobre a segurança, um dos temas que deve estar no cento da campanha de 2014 no Estado, é bastante dura. “O combate ao crime organizado caiu bastante com a chegada do (secretário de Segurança Pública) Fernando Greíla (que tomou posse em 2011 no lugar de Antonio Ferreira Pinto)”, diz.

PCC.

O “fogo amigo” surge justamente no momento em que uma pesquisa feita pelo PSDB para consumo interno registrou que a popularidade de Alck-min cresceu depois da revelação de que o PCC teria planejado sua morte devido à postura “dura” contra os bandidos.

Isso credenciaria o discurso tucano de “coragem” no enfrentamento ao crime organizado e serviria de antídoto aos ataques da oposição, que aponta o crescimento do PCC durante os seguidos governos tucanos.

“O crime organizado de São Paulo é fruto do PSDB”, diz o deputado estadual Edinho Silva, presidente do PT paulista.

Presidente do PSDB no Estado, o deputado federal Duarte Nogueira minimiza o mal-estar com a polícia. “São Paulo tem os melhores indicadores de combate ao crime do País. O governador deu aumento real para os policiais”, afirma.

Chefe da polícia militar paulista em três governos tucanos – José Serra, Alberto Goldman e Geraldo Alckmin – o coronel Álvaro Camilo, hoje vereador da capital pelo PSD, se consolidou cómo um dós principais líderes militares de oposição ao governo. Ele também reclama do novo secretário, mas com um argumento oposto ao de Telhada.

“Com a saída de Ferreira Pinto, priorizou-se o enfrentamento. Havia antes mais atenção com a polícia comunitária. Isso se perdeu. Houve aumento da letalidade”, afirma Camilo.

Kassab.

Interlocutores de Alckmin creditam ao ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), que também deve concorrer ao governo em 2014, o bem sucedido movimento de unificar o discurso de uma categoria historicamente desunida no âmbito político.

Ele teria conseguido uma interlocução intensa com a Polícia Militar depois de colocar 156 coronéis em cargos chaves da prefeitura, o que inclui o comando de 30 subprefeituras da capital. Além disso, teria se aproximado dos dirigentes das entidades policiais e construído pontes para se aproximar de um eleitorado fiel estimado em pelo menos 1 milhão de pessoas.

Esse movimento teria ganhado densidade com a decisão do ex-secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto de migrar para o PMDB para disputar uma vaga de deputado federal – no campo de oposição aos tucanos. Outro fator que preocupa dirigentes do PSDB é a pré-candidatura do deputado estadual Olímpio Gomes, ex-presidente da Associação Paulista dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo, ao Palácio dos Bandeirantes pelo PDT, partido que orbita na área de influência do PSDB paulista. Sua presença no horário eleitoral gratuito e nos debates teria potencial de acuar o governador no tema da segurança pública.

Reserva e Reforma – a dura aposentadoria dos militares 87

 Carlos Conrado Pinto Coelho-Coronel Aviador da Reserva

Todos nós na vida temos uma certeza: a de que um dia vamos morrer.

Na vida militar temos duas certezas: a de que um dia vamos morrer e a de que um dia vamos para a reserva.

Mas, para a grande maioria, da ativa, nos parece não acreditarem que essas duas certezas vão atingí-los.

Essa ilusão começa nas escolas, onde o processo seletivo desperta em cada um o espírito de sobrevivência. Cada indivíduo, acreditando estar só, pouco se preocupa com o outro.E, se o outro foi reprovado, foi eliminado, ou será desligado, isso não poderá atingí-lo.

É uma etapa de cada um por si, da busca pela sobrevivência no sistema e assim, fica somente Deus olhando por todos.

Isso irá refletir lá na frente, nos cursos, nas promoções e também na passagem para a reserva.

Quando deixam a ativa, aqueles que ficam passam a ver os que se foram de uma forma bem diferente, e esses passam a ser aqueles velhinhos ultrapassados, que ficam querendo ver o passado retornar, que ficam pensando que no seu tempo era melhor , que só eles têm soluções para melhorar todos os problemas atuais e que em seu tempo de caserna não foi possível resolver.

Aí começa então a discriminação para com aqueles que legaram à Força muito do seu esforço, do seu conhecimento, da sua capacidade e dos seus momentos que seriam para o lazer. Surge então a intolerância.

É que esses velhinhos nunca são chamados, atualizados ou reciclados, e, apesar de serem reservistas, nem sempre são sequer lembrados.

Pelo contrário, para entrar nos quartéis já não lhes basta a identidade funcional.

Têm que assinar listas de entrada e saída, têm que apresentar certificados de habilitação, têm que colocar crachás.

Mesmo quando identificados, já não recebem os devidos comprimentos e até parece que, ao passarem para a reserva, perderam as suas patentes ou graduações.

Os da ativa já não cultuam o passado.

Em algumas unidades, para adentrarem as instalações até necessitam ser acompanhados.

E, para esses esquecidos não adianta terem sido preparados previamente, pois, a cada ato desses, aumenta cada vez mais a vontade de não mais voltarem aos quartéis. O que antes era uma satisfação, se transforma em uma obrigação e em uma chateação.

Quando antes tínham a alegria de voltar; de relembrar; de se atualizar; de matar a saudade dos velhos tempos; de ouvirem os hinos, a corneta e os sons da ordem unida; nesse instante passam a sentir na pele que não mais pertencem a esse mundo.

Deixou de existir aquele tempo em que foram militares, tamanhas as barreiras que estão lhes sendo impostas.

Para falar com colegas que eram mais modernos, e hoje são mais antigos, aí então é uma dificuldade.

Normalmente, para alguns da reserva, são efetuados convites para as solenidades, para outros não.

Para alguns, há lugares de destaque, para outros, por mais que se dedicaram e se esforçaram pela Força, não há espaço.

Normalmente, os da reserva adentram as unidades a procura de apoio médico, buscando serviços odontológicos e até para sanarem dúvidas relativas aos numerários, ou para as apresentações anuais.

Essas, agora já não são feitas dentro dos quartéis. As seções foram” de forma premeditada” colocadas fora dos quartéis. A nosso ver, mais uma forma de afastar da caserna aqueles que um dia a ela pertenceram.

Sendo assim, não é a passagem para a reserva ou a aposentadoria que provocam mudanças drásticas nos indivíduos.

Muitos continuam em atividade, conquistam novos amigos, aprendem novas profissões e se inserem em novos grupos sociais e até em novo estilo de vida. Mas é na caserna que está o seu alicerce, o seu porto seguro, a sua base.

Mas são esses novos conceitos e formas de tratamento dos “tempos de mudanças” que desequilibram os indivíduos.

Aquela sociedade que lhes dava total segurança ,agora os discrimina.Isso os desequilibra, tira-lhes o chão, desarticula o seu vínculo com o passado e ,não só os diferencia, mas apaga o passado e entristece.

Os reservistas nunca vão se anular como sujeitos, nem vão perder os valores aprendidos, mas vão se sentir desprestigiados, principalmente com aqueles atos de seu grupo social que ora lhes vira as costas, que não reconhece o seu esforço de anos e anos despedidos para a organização, e porque não para o próprio grupo.

O despertar para um amanhã onde o passado não mais existe é o verdadeiro fator de desequilíbrio.

O futuro também é uma incógnita. Nesse Brasil, onde assistimos desonestos serem absolvidos, onde não se precisa mais trabalhar para auferir ganhos , onde a dedicação não é mais fator de estabilidade e não há reconhecimento daqueles que nos precederam, o futuro é sempre incerto.

Aí sim, vêm à tona que a reserva é uma passagem que necessita ser pensada, estudada e reformulada.

Temos que preparar certamente aqueles que estão na ativa para a tratativa daqueles que estão na reserva, pois a manutenção do “status quo” é uma dúvida e hoje nem sempre o trabalho dignifica o homem.

Será que a frase “Hommine lupos homine” não se aplicaria melhor?

fonte: A VERDADE SUFOCADA 

Ministério Público fez aliança com a PM para perseguir delegado titular de Pitangueiras 50

Delegado de Pitangueiras é afastado por denúncia de omissão

Investigação do MP apontou que Luiz Henrique Martin teria devolvido a traficantes produtos apreendidos pela PM

24/10/2013 – 19:39

Jornal A Cidade – Da reportagem

 


Matheus Urenha / A Cidade

O delegado Luis Henrique Martin foi afastado do cargo em PItangueiras (foto: Matheus Urenha / A Cidade)

O delegado de Pitangueiras, Luiz Henrique Martin, foi afastado pela Justiça após investigação feita pelo Ministério Público (MP), que apontou que ele teria se omitido na apuração de crimes como tráfico de drogas, homicídios, roubos e estupros.

Segundo a promotoria, o delegado teria devolvido a traficantes de drogas produtos apreendidos pela PM (Polícia Militar).

“Foram múltiplas as ocorrências criminais em flagrante, inclusive com a detenção dos agentes infratores, que não culminaram com o auto de prisão, sendo que em uma dada oportunidade, o delegado restituiu, ainda, material apreendido pela Polícia Militar aos traficantes de drogas”, afirma o promotor Leonardo Bellini de Castro.

O promotor cita, ainda, que o Martin chegou a liberar um adolescente infrator que havia sido apreendido em flagrante em “inúmeras oportunidades” e também destaca “propósito de vingança pessoal” em investigações contra policiais militares.

O MP pede que o delegado seja demitido do quadro da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

O advogado de defesa de Martin nega as acusações e afirmou que vai entrar com recurso nesta sexta-feira (25) no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). (Com EPTV)

PM confirma o furto de 30 pistolas .40 da ROTA 29

Enviado em 25/10/2013 as 13:18 – MAIS UMA DA PM

DR. GUERRA, BOA TARDE!
MESMO JÁ HAVENDO ESTA DIVULGAÇÃO A QUAL O FATO AINDA NÃO ERA CONFIRMADO, VOU PEDIR A GENTILEZA PARA QUE O SENHOR FAÇA UMA NOVA PÁGINA COM O TÍTULO SOBRE AS ARMAS QUE, JÁ COMPROVADO, DESAPARECERAM DA SEDE DA ROTA PARA QUE ASSIM A POPULAÇÃO FIQUE SABENDO ATRAVÉS DA IMPRENSA, JÁ QUE O COMANDO DA ROTA SE NEGOU EM APARECER NA REPORTAGEM.

NA NOITE DO DIA 23 DE OUTUBRO E APÓS VER UM SIMPLES COMENTÁRIO DO “SARGENTOLO” SOBRE O GRAVÍSSIMO DESAPARECIMENTO DAS ARMAS, ME EMPENHEI EM LEVAR O FATO A IMPRENSA PARA QUE FOSSE DIVULGADO E INVESTIGADO SUA VERACIDADE E A CONCLUSÃO ESTÁ NO JORNAL DE ONTEM A NOITE DO SBT.

MESMO SENDO VERÍDICO, NINGUÉM DEU ENTREVISTA PARA A EFICIENTE REPÓRTER THAÍS NUNES QUE FICOU SOZINHA DO LADO DE FORA DO BATALHÃO DA ROTA QUE PERTENCE A ELITE DA POLÍCIA MILITAR QUE AGORA TEM SEIS HOMENS PRESOS SÓ NO MÊS DE OUTUBRO DE 2013 (TENENTE THÉO E SUA GANGUE E OS DOIS ARMEIROS, ADMINISTRATIVAMENTE).

DR. GUERRA! A DIVULGAÇÃO DESTA TRAGÉDIA, PARA QUE A POPULAÇÃO FIQUE SABENDO, DEVERIA VIR DO COMANDO DA PM OU ATÉ MESMO DO RESPONSÁVEL PELA FOCINHEIRA, MAS COMO TEMOS A IMPRENSA E OS BONS BLOGS QUE FAZEM O BELO TRABALHO EM ORIENTAR A SOCIEDADE QUANTO AO RISCO DAS ARMAS ESTAREM CIRCULANDO EM MÃOS ERRADAS, PEÇO SUA COMPREENSÃO EM DIVULGAR MAIS UMA VEZ, GOSTARIA TAMBÉM QUE O JOÃO ALCKIMIM COLABORASSE NAS DIVULGAÇÕES, AFINAL O TRABALHO DA BELA REPÓRTER PODERIA SER BEM MAIS COMPLETO SE HOUVESSE A COLABORAÇÃO E NÃO OMISSÃO DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO.

GOVERNANTES, EU ACHO QUE JÁ ESTÁ DANDO PARA VOCÊS PERCEBEREM QUE JÁ É O FIM, INSISTIR PARA QUÊ?

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Dois PMs são presos acusados de furtar 30 armas da Rota
Josmar Jozino
do Agora

Ao menos 30 pistolas .40 foram furtadas da reserva de armas da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), no 1º Batalhão de Choque da Polícia Militar, no bairro da Luz (região central de São Paulo).

Dois soldados suspeitos do crime foram presos administrativamente pela Corregedoria da PM. Eles tinham a função de armeiros.

A PM confirmou o sumiço das armas, mas não informou a data do extravio nem quando foi constatado o desaparecimento.

De acordo com a corporação, as armas não eram usadas nas ruas.

A reportagem do Agora apurou com PMs que pediram anonimato que as armas foram furtadas em diversos dias ou seja, no chamado “furto continuado”.

“Um dia o ladrão levava uma arma. Em outro dia, furtava mais uma. Só agora o extravio foi percebido. Na linguagem policial, isso se chama furto continuado”, disse um sargento.

AEPESP – AIPESP : Reunião de Trabalho no Palácio do Governo 146

 

Reunião de Trabalho no Palácio do Governo

 reuniaodetrabalho

Nesta quinta feira, 24, das 12h00 às 16h00 nós Representantes de Entidades de Classe, acompanhados do Delegado Geral de Polícia Dr. Blazeck estivemos em uma reunião de trabalho na Secretaria de Planejamento e Gestão no Palácio do Governo.

A Equipe técnica que preparou o projeto do nível universitário através da Dra. Cibele, Adjunta da Secretaria do Planejamento e do Dr. Mendes Junior, Secretário Adjunto da   Casa Civil tiveram a oportunidade de explanar a lógica matemática utilizada pelo Governo para conceder o N.U.

Defendem os técnicos que exatamente o que o Governo anunciou em 25.09.2013 é o que consta no PLC nº. 44/2013. Na verdade não se aplicou o percentual de 8,5% a 18% em 2013 e 15% a 25% em 2014 no salário base das respectivas classes.

A conta é inversa: Se achou a diferença entre o salário do Executivo Público (de nível superior) e que tem um salário de 3.389,00 e o salário base mais RETP de Escrivães e Investigadores de Polícia e encontrou-se uma diferença. Em seguida calculou-se o percentual desta diferença e encontrou os percentuais anunciados pelo governador.

Portanto, trocando em miúdos, em 2014 finalizado o N.U., a diferença concedida do nosso salário base para o Executivo Público será equivalente a um ganho de 15 a 25%.

Semeghini pediu um prazo até o início da próxima semana quando convocará novamente as Entidades para uma nova rodada de conversa, quando a Equipe Técnica do Governo modificará a proposta e irá apresentar 2 ou 3 novas simulações, procurando melhorar no que for possível.

Queremos esclarecer aos associados da AEPESP e AIPESP, que fomos veementes em defesa de um nível universitário equiparado ao de Perito Criminal, argumentamos que o parâmetro com o Executivo Público é tratar como iguais carreiras completamente diferentes, e ainda, tendo em vista o não cumprimento do parágrafo 4º do Art. 140 da Constituição Estadual que define claramente que os integrantes do polícia civil são “SERVIDORES ESPECIAIS”, portanto credores de tratamento diferenciado.

Também argumentamos que o Governo atualmente tem concurso aberto para Auxiliar Administrativo do DETRAN “exigindo o nível superior” com salários iniciais de R$ 4.500,00.

Finalizando, defendemos a aplicação que fosse a diferença ao menos equivalente a 18% em 2013 e os 25% em 2014 para todas as classes de 3ª até Especial.

Conclusão: Depois da reunião de trabalho o que ficou evidente é que o Governo abriu as portas para negociação por interferência do Dr. Blazeck e está concordando em melhorar o PLC nº. 44/2013, mas alega limitações e pouco poderá avançar.

Semana que vem tem mais novidades.

 

Horácio Garcia                                                        Vanderlei Bailoni

Presidente da AEPESP                                           Presidente da AIPESP

 

Adpesp marca presença na Alesp 46

A Adpesp acompanhou, entre os dias 22 e 23 (terça e quarta-feira), as sessões da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) as quais na pauta previam a votação do Projeto de Lei Complementar 33/13, de autoria do governador Geraldo Alckmin, que concede 7% de aumento linear às carreiras de policiais integrantes da Secretaria de Segurança Pública.

Entre os dois dias, uma comissão formada por Delegados de Polícia, marcou presença nos corredores e gabinetes dos deputados da Assembleia buscando inserir emendas de nosso interesse ao PLC 43/13 e sua rápida aprovação naquela casa, no sentido de sensibilizar os parlamentares sobre a importância da efetiva consolidação da Carreira Jurídica dos Delegados.

Comunicado do SIPESP sobre o PLC 44/2013 122

Na tarde de hoje, o SIPESP, representado pelo Diretor Jurídico, Dr. Manuel Borges de Miranda, em conjunto com outros representantes classistas, estiveram reunidos com o Secretário de Gestão Pública, Delegado Geral e representante da Casa Civil, no Palácio dos Bandeirantes, para discutir o Projeto de Lei Complementar nº 44/2013.

Na oportunidade, o Diretor Jurídico do SIPESP, esclareceu aos representantes do Governo, que mudanças no projeto devem ocorrer para contemplar os anseios da classe, especialmente após os anúncios do Governador, referente ao nível universitário.

Após várias sugestões das entidades classistas presentes, o Secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini, prometeu solicitar a suspensão da votação do projeto até o início da próxima semana, para incluir melhorias em alguns pontos do projeto a favor da categoria.

Concluídas as modificações no projeto, o Secretário convocará as entidades para o devido conhecimento.

A Diretoria

O PLC 44/13 está voltando para o Palácio dos Bandeirantes. 101

Enviado em 24/10/2013 as 16:41 – CAIPIRAPOL

FIM DA REUNIÃO NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

O PLC 44/13 está voltando para o Palácio dos Bandeirantes.

Serão revistas algumas lógicas aplicadas pelo Governo e simuladas planilhas com novos valores para atendimento das Entidades da Polícia Civil.

Extremamente positiva a reunião contou com a presença do Excelentíssimo Delegado Geral de Polícia, Dr. Blazeck.

As demais Autoridades presentes foram o Secretário de Planejamento, Dr. Semeghini, e Dra. Cibele, Secretária Adjunta do Planejamento e do Secretário Chefe da Casa Civil, Dr. Mendes.

O cargo de Investigador de Polícia e o de Escrivão de Polícia foram equiparados ao Cargo de Executivo Público, por isso não incidiriam os 7% sobre ele, visto que o PLC 33/13 não o agraciava.

Agora a situação está sendo revista e teremos nova reunião na semana que vem com novas planilhas.

Fomos ouvidos.

Dizer que a Rosmary Correa nunca fez nada pela Polícia Civil é uma grande mentira…( Policiais civis são desmemoriados e ingratos ) 120

rosemarycorrea
Enviado em 24/10/2013 as 13:05 – Hittman,

NÃO ENTENDO O PORQUÊ FICAR ESPERANDO UMA ATITUDE DIFERENTE DO DEPUTADO OLÍMPIO. ELE É PM DA RESERVA E DEPOIS DOS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS RELACIONADOS AO REAJUSTE DIFERENCIADO FICOU MAIS QUE CLARO QUEM ELE DEFENDE. EXISTE UMA QUESTÃO. O QUE FIZERAM OS NOSSOS REPRESENTANTES QUANDO LÁ ESTIVERAM? A SRa ROSEMARY CORRÊA, O SR TUMA Jr E SE NÃO ME ENGANO UM JAPONÊS, QUE NEM ME LEMBRO O NOME, POR QUE NUNCA FEZ NADA PELA INSTITUIÇÃO. O QUE ELES FIZERAM? NEM UM DÉCIMO DO QUE ESTE DEPUTADO ESTÁ FAZENDO PELA INSTITUIÇÃO DA QUAL ELE VEIO. ENTÃO POR QUE CRITICÁ-LO? O IMPORTANTE É QUE NÓS POSSAMOS ENXERGAR A IMPORTÂNCIA DE NÓS TERMOS UM REPRESENTANTE QUE FALE POR NÓS , POLÍCIA CIVIL, DENTRO DA ALESP. SEJA ELE QUEM FOR, MORRONE, KIKO, HABIB…NÓS PRECISAMOS COLOCAR ALGUÉM NAQUELA CASA E ISSO TEM QUE COMEÇAR A SER DECIDIDO AGORA.

Enviado em 24/10/2013 as 13:42 | Em resposta a hittman.

Hittman,

Dizer que a Rosmary Correa nunca fez nada pela Polícia Civil é uma grande mentira.

Entre tantas outras lutas, não fosse por ela aos policiais civis operacionais nem sequer teria sido garantida a classificação de modo igual à dos delegados ( 3a. , 2a. , 1a. e classe especial ).

O Tuma – fazendo oposição ao PSDB – bradava como faz o Olímpio…Mas não tinha a Internet para difundir seus discursos.

E o que o Major Olímpio já conquistou para os PMs?

Efetivamente, pouca coisa!

O grande diferencial entre os policiais militares e civis – que torna a carreira militar bem mais atraente para os mais novos – decorre da Constituição Federal que determina – por empenho das Forças Armadas – regras próprias para a aposentadoria de militares.

Os policiais civis – durante a greve de 2008 – até por falta de representantes eleitos – acolheram o Olímpio como uma espécie de líder. Ele pediu uma carona e lhe foi dado assento na melhor poltrona; na janelinha.

Mas passou da hora de elegerem seu deputado.

Contudo , não basta ser classista…TEM QUE POSSUIR EXPOSIÇÃO NA MÍDIA.

Morrone, Kiko e Habib: SEM CHANCES!

Ademais , em toda eleição sempre aparecem dezenas de candidatos para pulverizar os votos entre as categorias.

Na minha opinião , atualmente, merecedora de votos de todas as carreiras: Marilda Pansonato Pinheiro.

Dirão os operacionais: EM DELEGADO NÃO VOTO!
Eu digo: ENTÃO……!

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