Magistrado da 5ª Vara da Fazenda Pública reconhece o direito líquido e certo de policial civil à aposentadoria especial com integralidade e paridade 138

DR. GUERRA,

SOLICITO SE POSSÍVEL FOR, PUBLICAR O MANDADO DE SEGURANÇA DEFERIDO.FONTE:  SINPOL RP

TJ-SP

Disponibilização:  quinta-feira, 23 de janeiro de 2014.
Arquivo: 586 Publicação: 22
 
Fóruns Centrais Fórum Hely Lopes 5ª Vara da Fazenda Pública
Processo 0027739-32.2013.8.26.0053 – Mandado de Segurança – Aposentadoria – Delegado de Policia Diretor do DAP – Depto. de Planejamento e Administração da Policia Civil de São Paulo – Vistos. PAULO SÉRGIO FERNANDES DA COSTA impetrou mandado de segurança contra ato do DELEGADO DE POLICIA DIRETOR DO DAP DEPTO. DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO, alegando, em síntese, que conta com mais de trinta (30) anos de serviço junto ao Serviço Público Estadual, possuindo 20 anos de serviço estritamente policial. Assim, por exercer função insalubre, faz jus àaposentadoria especial, nos termos do que estabelece o art. 40, § 4º, inciso III, da Constituição Federal, combinado com a Lei Complementar Federal nº 51/1985. Assim, pede a aposentadoria especial, com vencimentos integrais, sem idade mínima, desde a data em que perfez o tempo necessário, com as regras da paridade e integralidade. Com inicial, procuração e documentos (fls. 29/148). A decisão de fls. 162 indeferiu a liminar pleiteada. Notificada (fl. 167), a Secretaria de Segurança Pública prestou informações (fls. 169/182). Em preliminar, alegou ilegitimidade passiva e ausência do interesse de agir. No mérito, aduz que a norma a ser aplicada à aposentadoria especial dos policiais civis do Estado de São Paulo é a Lei complementar Estadual n° 1062, de 13 de novembro de 2008. Assim como não mais existe direito à aposentadoria com integralidade dos vencimentos, bem como direito à paridade, com exceção das normas de transição estabelecidas pelas respectivas Emendas Constitucionais. O Ministério público opinou pela concessão da segurança (fls. 98/101). É o relatório. Fundamento e decido. O impetrante pretende com o presente mandado de segurança o reconhecimento do seu direito à aposentadoria especial, nos termos do artigo 1º, inciso I, da Lei Complementar Federal nº 51 com paridade e integralidade, independentemente do requisito de idade. Admito a Fazenda do estado de São Paulo como assistente litisconsorcial (fl.. 186). Inicialmente, afasto a preliminar de ilegitimidade passiva suscitada pelas autoridades. Com efeito, a autoridade coatora não se limitou a alegar sua ilegitimidade, prestando as informações solicitadas e encampando a defesa do ato impugnado. Nesse sentido é a posição do Superior Tribunal de Justiça: ?A errônea indicação da autoridade coatora não implica ilegitimidade ad causam passiva se aquela pertence à mesma pessoa jurídica de direito público; porquanto, nesse caso não se altera a polarização processual, o que preserva a condição da ação. 4. Deveras, a estrutura complexa dos órgãos administrativos, como sói ocorrer com os fazendários, pode gerar dificuldade, por parte do administrado, na identificação da autoridade coatora, revelando, a priori, aparência de propositura correta. 5. Aplica-se a teoria da encampação quando a autoridade apontada como coatora, ao prestar suas informações, não se limita a alegar sua ilegitimidade, mas defende o mérito do ato impugnado, requerendo a denegação da segurança, assumindo a legitimatio ad causam passiva? (REsp 724.172/PR, rel. Min. Luiz Fux). ?Mandado de Segurança. Ilegitimidade passiva da autoridade impetrada. Não caracterização. C.P.C., art. 267, VI. I – Se a autoridade impetrada, nas suas informações, não se limitou a alegar a sua ilegitimidade, contestando o mérito da impetração, encampou, ao assim proceder, o ato coator praticado por autoridade de inferior hierarquia. Por isso, não há como afastá-la da impetração, não se podendo divisar ofensa ao art. 267, VI, do C.P.C. II – Recurso especial não conhecido?. (REsp nº 12.837/CE, rel. Min. Antônio de Pádua Ribeiro, j. 17.3.1993) No Estado de São Paulo foi promulgada a Lei Complementar n. 1.062, de 13 de novembro de 2008, que estabelece critérios diferenciados para fins de concessão de aposentadoria voluntária aos integrantes da carreira da polícia civil a que se referem as Leis Complementares ns. 492/86 e 494/86. O referido texto legal fixou regras especiais para fins de aposentadoria voluntária do policial civil, estabelecendo que esta poderia ser atendida se preenchidos cumulativamente os requisitos de idade (55 anos para homens, e 50 anos para mulheres),tempo de contribuição(30 anos) e tempo de efetivo exercício no cargo de natureza estritamente policial (20 anos) (art. 2º), sendo que, para aqueles que ingressaram na carreira antes da vigência da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, não é exigido o requisito de idade (Cf. STF, RE nº 567/110/AC e ADI nº 3.817). É evidente que o policial exerce atividade diferenciada, de alto risco e estressante e, por isso mesmo, exige regras também diferentes para fins de sua regulamentação e de inativação de seus membros. Daí encontrarem-se enquadradas nas regras de aposentadoria especial, estabelecidas pelo art. 40, § 4º, da Constituição Federal, que dispõe: Art. 40 – (…) § 4º – É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo, ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores: I – Portadores de deficiência; II – Que exerçam atividades de risco; III – Cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. No mesmo sentido é a redação do art. 126, § 4º, da Constituição Estadual, que reproduz o texto constitucional federal. É certo que ambos os artigos remetem à necessidade de Lei Complementar para o fim de regulamentação da aposentadoria especial, a qual deve definir quais as condições necessárias para fins desse tipo de aposentadoria. Tal lei complementar já existe, como visto supra. No caso, conforme se poder extrair das informações da autoridade, o autor já conta com tempo de serviço ratificado, fazendo jus a aposentadoria especial, nos termos da Lei Complementar nº 1.062/2008. Assim, não há controvérsia entre as partes nesse ponto. Pelo que se extrai dos autos, em verdade, a controvérsia reside na verdadeira pretensão do autor que é a concessão de aposentadoria especial, de forma integral e respeitando-se a paridade. E, nesse ponto, é de se reconhecer que tais direitos somente foram abolidos para aqueles que ingressaram no serviço público a partir da EC nº 41/2003, diante do expressamente previsto no artigo 2º da EC 47/2005, que não é o caso do autor. Nesse sentido: REEXAME NECESSÁRIO Dá-se por interposto, nos termos do artigo 14, § 1.º, da Lei n.º 12.016/09. 2. APELAÇÃO CÍVEL MANDADO DE SEGURANÇA APOSANTADORIA ESPECIAL Escrivão de Polícia Pedido de concessão de aposentadoria voluntária, com proventos integrais Impetrante que possui mais de trinta anos de tempo de serviço, com mais de vinte anos de atividade estritamente policial Invocação da norma do artigo 1.º, inciso I, da Lei Complementar n.º 51/85 Lei recepcionada pela Constituição Federal – Entendimento firmado pelo STF Também foram preenchidos os requisitos disciplinados pelos artigos 2.º e 3.º da Lei Complementar Estadual n.º 1.062/08 Cabimento da aposentadoria especial, reconhecida a paridade constitucional e a integralidade dos proventos Segurança concedida Manutenção da sentença Reexame necessário e recurso de apelação interposto pela FESP não providos (TJ/SP, Apelação 0007260-52.2012.8.26.0344, Des. Osvaldo de Oliveira, 12ª Câmara de Direito Público, j. 2/10/2013). Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE o pedido para conceder a aposentadoria especial ao autor com integralidade e paridade remuneratória, julgando extinto o feito, com fundamento no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil. Custas na forma da lei. Descabida condenação em honorários (Súmula 512 do STF e artigo 25 da Lei nº 12.016/2009). Transcorrido o prazo para eventuais recursos voluntários, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça – Seção de Direito Público, para o reexame necessário (artigo 14, §1º, da Lei nº 12.016/2009). P.R.I. – ADV: ROSANA MARTINS KIRSCHKE (OAB 120139/SP), ALEXANDRE ZAGER MONTEIRO (OAB 209820/SP), RICARDO IBELLI (OAB 139227/SP)
 
Colaboração: Marcelo J

 

Kassab confirma sua candidatura ao governo de SP prometendo valorizar as Polícias Civil e Militar 112

Segurança.

Mesmo esclarecendo que só fará campanha a partir de junho, Kassab adiantou que o principal tema de sua campanha será a segurança pública.”A segurança é hoje a grande preocupação de todos os paulistas; é a grande vulnerabilidade de nosso Estado”, afirmou Kassab. “Faltam investimentos em segurança pública. Os servidores, em especial os policiais, precisam ser mais valorizados, receber melhores salários”, acrescentou.

Para o ex-prefeito, o Estado também precisa investir mais em equipamentos e no trabalho das polícias. “A Polícia Civil precisa recuperar seu poder de investigação e a Polícia Militar recuperar sua auto-estima”, completou. Segundo Kassab, as propostas para a segurança estão sendo preparadas por sua equipe para integrar o Plano de Governo de sua campanha.

AFPCESP convoca CARCEREIROS a reunião dia 30 de janeiro próximo, as 20h00, para discutir sobre a carreira de Agente de Polícia. 255

Enviado em 24/01/2014 as 18:13 – ESCRILUDIDA

Para qum não viu, confira no site: http://www.afpcesp.com.br/

Informativo
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AFPCESP Comunica CARCEREIROS.

Reunião para discutir extinção da carreira de Carcereiros, criação da carreira de Agente de Polícia com escolaridade de nível médio, e a incorporação nessa carreira dos ex- carcereiros.

Com a extinção da carreira de carcereiro do quadro (SQC – III), da Secretaria da Segurança Pública, a Associação dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo que tem em seu quadro associativo centenas e centenas de associados – carcereiros, convoca todos os associados da extinta carreira de CARCEREIROS para participarem de reunião para discutir o futuro da nova carreira a ser criada e que receberá a denominação de Agente de Polícia com o segundo grau de escolaridade.

Essa Entidade de Classe já solicitou agendamento de audiência com o Delegado Geral de Polícia e Secretário da Segurança Pública para discutir os novos caminhos para os competentes trabalhadores da extinta carreira de carcereiros, a mais antiga carreira da polícia civil de São Paulo. Contando com o apoio dos associados da AFPCESP da extinta carreira, e a todos ex – carcereiros do quadro ativo, aposentados e pensionistas, AFPCESP vai lutar para unir a categoria pela luta da escolaridade de nível médio.

Carcereiro – associado, não deixe que outros decidam por você. Compareça a reunião dia 30 de janeiro próximo, as 20h00, para discutir sobre a carreira de Agente de Polícia. Aguardamos você na AFPCESP.

Petralhas pagam matéria denegrindo a Polícia Civil 70

Enviado em 24/01/2014 as 14:47 – esculaço

PREFEITO PLANTA NOTÍCIA PARA DENEGRIR POLÍCIA CIVIL

Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga envolvimento de dois agentes no esquema; um dele é do departamento criado para combater esse tipo de crime: o Denarc, que ontem comandou operação violenta na região; prefeitura de SP condenou uso de balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra os usuários de drogas
24 DE JANEIRO DE 2014 ÀS 07:19

247 – Dois policiais são investigados pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo por suspeita de comandar o tráfico na região da cracolândia. Um deles, segundo a Folha de S. Paulo, é do departamento criado unicamente para combater esse tipo de crime: o Denarc.

Agentes da Corregedoria da Polícia Civil acompanharam à distância a desastrosa operação na região, que aconteceu ontem, em busca de informações sobre esses policiais.

Policiais do Denarc usaram balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra os usuários de drogas. Funcionários da prefeitura que faziam assistência aos dependentes também foram atingidos.

A prefeitura de São Paulo disse que a ação da Polícia Civil pode comprometer a Operação Braços Abertos lançada no último dia 14 para atender a dependentes químicos do centro paulistano. Em nota, destacou que o programa tem como base a não violência. “A prisão de traficantes deve ser feita sem uso desproporcional de força”.

http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/127996/Policiais-s%C3%A3o-suspeitos-de-tr%C3%A1fico-na-cracol%C3%A2ndia.htm

Reinaldo Azevedo: Xiii… Policiais civis entraram sem passaporte num mundo estrangeiro chamado “Haddadolândia” 76

Xiii… A Polícia Civil pisou no Território Sagrado da Cracolândia, transformada pelo prefeito Fernando Haddad, na prática, em área livre para o consumo da droga e o tráfico. É a consequência óbvia do tal programa “Braços Abertos”, que dá salário, casa e comida para os viciados, sem lhes pedir nada em troca: nem que se tratem do vício nem que se comprometam com o trabalho. Se não aparecerem para as quatro horas obrigatórias, deixam de ganhar R$ 15. E só. Não é proibido nem mesmo consumir a pedra com o uniforme da Prefeitura. O que aconteceu?

Policiais civis prenderam um rapaz. Parece que não estavam identificados como membros da Polícia Civil. É preciso ver as circunstâncias, mas isso não é necessário. Frequentadores da Cracolândia atacaram os policiais com paus e pedras e quebraram o vido do carro. Aí, sabem como é…. Outras viaturas da Polícia Civil chegaram, e o confronto aconteceu, com bombas de gás e balas de borracha. Três pessoas teriam sido feridas, inclusive uma criança. Quatro foram detidas.

Eis aí uma outra ação da Prefeitura de São Paulo que está a pedir uma boa pesquisa de opinião, com perguntas bem-feitas, objetivas, para que os paulistanos deem a sua opinião sobre o programa.

É preciso apurar melhor o que aconteceu; sim, sempre existe o risco de a polícia ter errado e coisa e tal. Mas esse é um daqueles casos que boa parte da imprensa transforma na luta do bem contra o mal. E, por incrível que pareça, o mal será sempre a polícia, esteja certa ou errada; e o bem será sempre aquele ligado à droga, esteja certo ou errado.

Conheço poucas perversidades morais tão agudas como o programa “Braços Abertos”. De fato, ele condena o dependente ao vício. Dá-se de barato que tentar o contrário é inútil. Pior: ao lhe conceder uma área da cidade, cria um gueto, um Vale dos Caídos, em que vigoram leis muito particulares.

Para arremate dos males, a área da cidade mais bem dotada de infraestrutura é esterilizada, privatizada por dependentes e traficantes. Os moradores do Centro que não são dependentes estão condenados ou a viver segundo as regras impostas pelas drogas ou a cair fora, mudar-se dali — vendo, adicionalmente, se esfarelar seu patrimônio.

Reitero que é preciso ver direito o que aconteceu, mas noto que, em nenhuma democracia do mundo, policiais são recebidos com paus e pedras sem que haja reação muito dura. Não é preciso explicar por quê.

Mais um pouco, será preciso ter um passaporte para entrar na Cracolândia, que deixará de ser um gueto para se transformar numa espécie não de país, mas de mundo estrangeiro.

É o fim da picada! Sugiro, diga-se, a mudança do nome da região: agora é a Haddadolândia.

Por Reinaldo Azevedo

FONTE:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/xiii-policiais-civis-entraram-sem-passaporte-num-mundo-estrangeiro-chamado-haddadolandia/

PARABÉNS DENARC, TRAFICANTE SE COMBATE COM CADEIA, SE RESISTIR É CACETE E BALA! 88

Enviado em 23/01/2014 as 18:07 – Paulo em Gálatas

PARABÉNS DENARC, TRAFICANTE SE COMBATE COM CADEIA, SE RESISTIR É CACETE E BALA!

PARABÉNS DOUTORA ELAINE, POR RESGATAR A AUTO ESTIMA DOS POLICIAIS CIVIS PAULISTAS, ESTAMOS CANSADOS DE VER GOVERNANTE PASSAR A MAO NA CABEÇA DE VAGABUNDO.

NÓS POLICIAIS E CIDADÃOS DE BEM NÃO PODEMOS COMPACTUAR COM A TRAFICÂNCIA QUE SE REALIZA A CÉU ABERTO, SOB A BATUTA DE PROGRAMAS ASSISTENCIAIS DE QUALQUER GOVERNO.

AGORA AGUARDEMOS OS ”BLABLAZEIROS” DE PLANTÃO DEFENDER A TESE DE QUE UM PROGRAMA FALIDO E NATIMORTO, DE RECUPERAÇÃO DE IRRECUPERÁVEIS CONTUMAZES, FINDOU-SE POR CONTA DO DENARC.

É SEM MASSAGEM…PORRADA NA VAGABUNDAGEM!

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Em ação surpresa, Polícia Civil reprime com bombas dependentes na Cracolândia

Bruno Ribeiro e Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Policiais do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Policia Civil, fizeram uma operação nesta quinta-feira, 23, sem comunicar a Prefeitura nem a Polícia Militar, na Cracolândia, região central de São Paulo, palco da Operação Braços Abertos, aposta do prefeito Fernando Haddad para reabilitar os dependentes de crack.

Por volta de 15h, cerca de dez viaturas cercaram os dependentes de crack que não estão inseridos no programa assistencial e estavam concentrados na Rua Barão de Piracicaba. Os policiais civis atiraram balas de borracha e jogaram diversas bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo na multidão, que correu a esmo e revidou jogando pedras. O quarteirão estava lotado de dependentes.

Agentes da Secretaria de Saúde e de Assistência Social, que também não sabiam da ação, ficaram no fogo cruzado. A ação ocorreu pouco tempo depois de policiais civis à paisana terem feito uma prisão de um dependente no local. Nesta primeira ação, uma dependente acabou ferida na cabeça com bala de borracha.

A reportagem apurou que a avaliação inicial da Prefeitura é que o programa Braços Abertos, que contava justamente com a ausência de repressão dos dependentes, foi prejudicada e terá dificuldades para prosseguir.

O Estado estava no local na hora da ação e viu a surpresa de guardas-civis, oficiais da PM e até do próprio secretário municipal de Segurança Urbana, Roberto Porto. Hoje completa uma semana que os dependentes que aderiram ao programa começaram a trabalhar e a equipe estava fazendo um balanço do período.

Foi possível testemunhar a prisão de ao menos cinco pessoas que foram também agredidas pelos policias civis ao serem obrigadas a entrar na viatura.

Entre os dependentes, o clima foi de revolta. Muitos gritavam desesperados, chorando diante da ação surpresa. “Que hotel que nada, eles querem é matar a gente”, disse uma dependente grávida que corria da polícia.

A reportagem tentou contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, que ainda não se manifestou.

Cerca de dez viaturas cercaram os dependentes de crack que não estão inseridos no programa assistencial; os policiais civis atiraram balas de borracha e jogaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo na multidão, que correu a esmo e revidou jogando pedras

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,em-acao-surpresa-policia-civil-reprime-com-bombas-dependentes-na-cracolandia,1121973,0.htm

Haja estímulo pra ladrão: Promotor paga resgate por bicicleta…( Porra, pelos dois mil do Promotor eu recuperava a magrela e ainda – como brinde – deitava os vagabundos ) 64

Enviado em 23/01/2014 as 18:41 – TIRSO

Promotor paga R$ 2 mil para bandidos e recupera bicicleta roubada na USP

Vinicius Segalla
Do UOL, em São Paulo

Quem pratica esporte de manhã na USP (Universidade de São Paulo) foi surpreendido nesta quinta-feira com a presença da PM. O reforço na segurança aconteceu dois dias após o promotor de Justiça Roberto Bodini ter sido mais um dos ciclistas a ter a sua bicicleta roubada na universidade. Bodini, promotor responsável pela investigação da máfia do ISS (Imposto Sobre Serviços) que teria se instalado na Prefeitura de São Paulo, já conseguiu recuperar a sua bike de R$ 20 mil. Ele pagou R$ 2 mil aos assaltantes para ter o seu equipamento de volta.

A negociação do membro do Ministério Público do Estado de São Paulo com o grupo criminoso foi narrada ao UOL Esporte por duas pessoas que testemunharam e participaram das tratativas. Já Roberto Bodini, em conversa gravada com a reportagem do portal, não negou nem confirmou os fatos, limitando-se a dizer que não faria qualquer comentário.

De acordo com os relatos, Bodini e outros ciclistas do grupo de que o promotor faz parte, após terem ido à polícia dar queixa do roubo, foram conversar com um funcionário da USP que conhecia os membros da quadrilha que atua na Cidade Universitária. O funcionário, então, teria entrado em contato com os bandidos, que seriam jovens moradores do Jardim São Remo, favela que fica ao lado da Cidade Universitária.

Os assaltantes, então, teriam pedido a quantia de R$ 5 mil pela bicicleta roubada. A proposta foi recusada. O funcionário da USP teria feito contato com os traficantes de drogas na favela. Os donos da “boca”, então, teriam dito que já haviam alertado aos jovens assaltantes sobre a inconveniência de praticar roubos sistemáticos dentro da Cidade Universitária, e prometeram interceder em favor da devolução.

Depois disso, os traficantes voltaram a procurar aqueles que falavam em nome dos interesses do promotor, com a contraproposta do pagamento de R$ 2 mil pela bicicleta, ou 10% de seu valor de mercado. A proposta foi aceita.

Em conversa com o UOL Esporte nesta quinta-feira, Bodini preferiu não fazer qualquer comentário sobre o caso, conforme mostra a transcrição abaixo de parte do diálogo:

UOL Esporte – Temos a informação e iremos publicar que o senhor recuperou sua bicicleta roubada na USP mediante o pagamento de R$
2 mil aos assaltantes. O senhor gostaria de comentar o fato, explicar como foi?

Roberto Bodini – Não, não quero comentar não.

UOL Esporte – Eles devolveram a bicicleta intacta?

Roberto Bodini – Não, não vou replicar isso, não.

UOL Esporte – Não quer dizer como o senhor chegou aos assaltantes, se foi fácil de recuperar?

Roberto Bodini – Não.

UOL Esporte – Não quer nem dizer se o seu amigo que também foi roubado conseguiu recuperar a bicicleta dele?

Roberto Bodini – Não, não, não vou replicar isso não.

Ciclistas realizam treino durante a manhã na Cidade Universitária Junior Lago/UOL

Já foram registrados 14 casos de roubos a ciclistas na USP neste ano. A onda de crimes, aliada à divulgação do assalto ao promotor de Justiça, fez com que a PM (Polícia Militar) alterasse sua rotina de rondas ostensivas na Cidade Universitária. As duas viaturas policiais que circulam diariamente pelo campus a partir das 7h30, nesta quinta chegaram ao local às 5h, que é quando os cerca de 300 ciclistas que fazem uso do campus como pista de treinamento iniciam suas atividades.

Além disso, de acordo com o capitão Guilherme, da 1ª Companhia do 16º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela segurança do local, “estão trabalhando no campus três equipes de dois policiais cada fazendo a ronda em motocicletas”.

Antes que a polícia tomasse qualquer ação, porém, alguns ciclistas contrataram seguranças particulares que seguem as bicicletas utilizando motos, com os faróis ligados. Já outros grupos de ciclistas, que utilizam o campus da USP como pista de treinamento, fizeram uma reunião na manhã desta quinta-feira com policiais que estariam oferecendo o serviço de “bico” de escolta armada aos ciclistas. A reportagem tentou acompanhar esta reunião, mas foi mantida à distância pelos participantes.

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Investigação de PMs de Campinas é mais uma farsa do governo Geraldo Alckmin 32

Enviado em 23/01/2014 as 2:17 – DIRETO DE CAMPINAS 

Olha, só mesmo quem entende muito pouco de polícia e principalmente de política, pode achar que o Geraldinho Picolé está fazendo de tudo para esclarecer a chacina de Campinas.

Alguém reparou que o tal GAECO, que adora aparecer em tudo que dá mídia, manteve-se quietinho, afastado convenientemente desse caso rumoroso.

Mandaram apenas um promotorzinho lá para a DelSeccional só para fazer número. O cara só assiste aos depoimentos e dá entrevistas praticamente inocentando os Pms previamente, muito diferentemente de quando a mídia deu um destaque absurdo para os dois PCs que segundo eles, faziam parte de um esquema que extorquia a quadrilha do Andinho, no chamado complexo do São Fernando. Fatos exorbitantes e fantasiosos foram divulgados, com cifras totalmente irreais, afirmando que 2 PCs do 10º DP ( que nem eram essa Brastemp toda ) tomavam DOIS MILHÕES de reais por ano dos traficantes comandados pelo Andinho, que encontra-se preso há mais de uma década.

Agora, ao contrário, o teatrinho foi armado para iludir otários e principalmente, para omitir o inaceitável deficit de policiais civis na segunda maior cidade do estado mais rico do país.

Podem acreditar, tudo que o Geraldinho deseja, é que essa chacina NÃO SEJA esclarecida e que os autores, que todos sabem de onde são, não possam ser identificados.

Quem foi que criou há menos de um mês, com pompa e circunstância, o chamado grupo de elite da PM em Campinas, o tal BAEP ? Chamou a imprensa e fêz propaganda política em cima, afirmando que a criação desse grupo iria contribuir decisivamente para a redução da criminalidade ( fora de controle ) na região de Campinas ?

Alguém acredita que agora, o Picolé Mentiroso iria obter lucro político se restasse provado que os assassinos pertencem a esse grupo ?

Quem possui meia hora de polícia sabe muito bem que caso houvesse o mínimo desejo de solucionar essa chacina, era só chamar o Comandante Geral da PM, o sub-comandante da região de Campinas e mais dois ou três estrelinhas do alto comando no Palácio dos Bandeirantes, fechar as portas e com 10 minutos de reunião, bater na mesa e gritar: ou vocês me apresentam os nomes dos matadores em 24 horas, ou vou destituí-los todos dos postos de comando !

Mas qual o quê, o homem partiu justamente para o caminho mais difícil, que ele sabe que não vai chegar a lugar algum. Ficam intimando uma dúzia de moradores desvalidos e assustados da periferia para depor. Depois de uma semana intimam os PMs que estavam trabalhando na noite dos fatos, com direito a água gelada e cafézinho durante os depoimentos. A coisa vai se arrastando lentamente, conforme convém a toda investigação para a qual inexiste a preocupação de esclarecimento.

Reparem que tudo o que foi requisitado até agora, incluindo a perícia nas armas particulares dos PMs da área, foi feito justamente para tentar absolvê-los, ou você que está lendo agora, iria com uma arma registrada em seu nome, para praticar um crime dessa dimensão ?

A última piada foi a prisão do PM do tal BAEP que possuía uma mira a laser em seu armário, dentro do quartel.

Chamaram a imprensa caôlha e deram o maior destaque para a prisão em flagrante do dono da mira a laser e como os jornalistinhas não entendem nada sobre o que estão cobrindo, logo vincularam esse “desrespeito às normas da corporação”, com a possibilidade de participação do meganha preso na chacina. Ôrra meu, o gambé poderia ter utilizado aquela mira a laser para tudo, inclusive para o assassinato do MC Da Leste, menos para participar de uma chacina onde as vítimas foram subjugadas com contato físico direto e os disparos realizados a queima roupa !

Fiquem sossegados, Geraldinho e seus parceiros do Propinoduto sabem o que estão fazendo.

Eles não vão municiar seus inimigos políticos, justamente em ano eleitoral, apontando-o como um homem dissimulado, que ao mesmo tempo que cria e aparelha um grupo de extermínio oficial, utiliza a mídia para discursar de maneira contrária, pregando o cumprimento rigoroso da legislação e respeito total às normas vigentes.

Uma coisa é apontar o dedo para policiais civis e jogá-los contra a opinião pública, sabedor que representam uma minoria desprezível em termos eleitorais, desgastados perante a opinião pública e por isso, alvos fáceis para serem expostos junto à mídia.

Outra bem diferente, politicamente falando, é cortar na própria carne nessa hora, deixando explícito seu erro estratégico e levando ao conhecimento das massas que habitam as periferias das grandes cidades paulistas – essas sim, importantíssimas eleitoralmente – que seu governo privilegia apenas a elite, com quem ele sabe “negociar”, priorizando as grandes obras, licitações e negociatas, custe o que custar, mesmo que para isso, de vez em sempre, precise passar um pano para seus servidores prediletos, aqueles que estão sempre de prontidão para arrefecer as tensões sociais em momentos críticos.

Valem muito mais os milhões de votos que virão nas urnas em novembro, do que doze corpos na periferia de Campinas, hoje, mais treze ou quatorze no final de semana que vem em São Paulo, ou aqueles do estacionamento em Cangaíba, na Castelinho…

Família de jovem encontrado morto no centro de SP pede desculpas à polícia 35

A mãe do jovem , ao lado do advogado que cuida dos interesses da família, Ademar Gomes, pediu desculpas à polícia —que desde o início tratava a possibilidade de suicídio como a principal linha de investigação da morte de Kaique–, por ter sugerido que as autoridades resistiam em considerar a hipótese de crime de homofobia. “Estou convicta de que foi suicídio”, disse.

Está sendo muito difícil, porque eu não tinha conhecimento dessa depressão dele, a reação dele dentro de casa não era o que ele escrevia”, disse Isabel, acrescentando que Kaique sempre se mostrava alegre com a família. Ela negou que o jovem sofresse preconceito da parte da família por ser homossexual. “Eu nunca rejeitei meu filho, sou uma cabeleireira e trabalho com muitos homossexuais, nunca tive preconceito com isso.”

Geraldo Alckmin desesperado para não perder as eleições pede a cabeça dos PMs de Campinas 45

Enviado em 22/01/2014 as 1:37 – TROÇO DE BOSTOM

Prender policial por portar lanterna com mira laser é pura canalhice! Engodo para dar satisfação para a imprensa golpista!

Policiais do Batalhão de Ações Especiais da Polícia (Baep), de Campinas (SP), entregaram à Corregedoria da PM, em São Paulo, 31 pistolas 380 de uso particular para perícia nesta terça-feira (21). A arma tem o mesmo calibre das usadas nas 12 mortes em sequência, sendo duas chacinas, na cidade do interior paulista.

“Houve um consenso do batalhão, justamente para tirar qualquer dúvida sobre a participação de policiais no caso”, disse a presidente da Comissão dos Direitos Humanos dos Policiais de São Paulo, Adriana Borgo, sobre as armas. Os 31 policiais donos das armas também prestaram depoimento na Corregedoria da corporação sobre o caso, que ocorreu entre a noite de 12 de janeiro e a madrugada do dia seguinte em um período de cinco horas.

Segundo a Polícia Civil, nos locais dos assassinatos foram apreendidos projéteis de pistolas calibre 380 e 9 milímetros, que não coincidem com os geralmente utilizados nas ruas pela PM (pistola .40). Uma das hipóteses investigadas é que os homicídios seriam uma vingança pela morte de um PM. Ele foi assassinado horas antes e na mesma região dos crimes. A possibilidade de uma disputa entre gangues rivais também não é descartada.

O promotor que acompanha o caso, Ricardo Silvares, não soube informar se a entrega das armas ocorreu de forma espontânea ou se houve uma determinação do governo paulista. Contudo, resumiu que a perícia será importante para a solução do caso. Não há informações sobre quando e em qual local serão realizadas as avaliações.

Policial preso
Sem mencionar o conteúdo dos relatos feitos pelos PMs, sendo que parte deles trabalhava no período em que ocorreram os homicídios, Adriana disse que os policiais também permitiram as vistorias dos armários usados por eles no batalhão. Em um deles, segundo a presidente da comissão, foi localizada uma mochila onde estava uma lanterna com mira a laser. Como o equipamento possui uso restrito, o policial militar foi preso. O suspeito foi ouvido no 5º DP de Campinas e recolhido ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital paulista.

O advogado que representa o PM preso, Luciano Gondin Faria, afirmou que pedirá o habeas corpus do cliente na manhã desta quarta-feira (22). Ele disse que não há qualquer ligação entre o policial e os crimes em Campinas. “Durante o depoimento dele, não foi feita nenhuma pergunta sobre a chacina. Somente em relação à origem do instrumento, isso precisa ser esclarecido. É uma mira de paintball, que pode ser comprada pela internet”, alegou o defensor.

Para o Ministério Público, a prisão não pode ser associada aos casos das chacinas. “Não dá para fazer nenhuma ligação”, frisou Silvares. No período da tarde desta terça-feira, ele esteve no Setor de Homicídios e afirmou que o trabalho da Polícia Civil ficou concentrado na avaliação de documentos e informações recebidas pelos investigadores.

A previsão é que, além de ligações telefônicas ao 190 e da lista com os nomes de policiais que trabalham nas áreas onde os homicídios foram registrados, os delegados do caso também comparem a versão de alguns policiais militares sobre os homicídios com dados de GPS usados nas viaturas.

O que diz a SSP
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) disse apenas que 31 policiais militares foram ouvidos na Corregedoria. Não há informação se a Polícia Civil acompanhou os relatos e se eles serão usados durante as investigações.

“A Polícia Civil informa que já colheu 40 depoimentos – em parte deles, foi usado provimento do Tribunal de Justiça, que mantém sob sigilo a identidade dos depoentes. Nesta terça-feira (21 de janeiro), a Corregedoria da Polícia Militar ouviu 31 policiais militares sobre o episódio”, diz o texto.

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2014/01/comissao-diz-que-pms-entregaram-31-armas-para-pericia-sobre-chacinas.html

STF – faz três anos – aprovou a aposentadoria especial para policiais…Por que Geraldo Alckmin não cumpre a lei 51 / 85 ?…Por que um simples procurador do estado se acha mais jurista do que um Juiz de Direito ? 94

Supremo derruba Recurso Extraordinário do Instituto Acrepevidência contra a Lei Complementar 51/85

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) aplicou nesta quarta (13), por votação unânime, jurisprudência firmada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3817 para reafirmar que o artigo 1º da Lei Complementar nº 51/1985 foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988.

A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário 567110, relatado pela ministra Carmen Lúcia Antunes Rocha, em que o Instituto de Previdência do estado do Acre contestava a LC 51/1985.

Assim, a Suprema Corte põe fim à discussão sobre a aposentadoria especial e ratifica o dispositivo que prevê ao servidor policial a garantia do direito à aposentadoria voluntária, com proventos integrais, após 30 anos de serviço, desde que conte pelo menos 20 anos de exercício estritamente policial.

Gostaria de colocar essa matéria para discussão como anonimo…é possível?

http://adpf.jusbrasil.com.br/noticias/2419364/stf-aprova-aposentadoria-especial-para-policiais

A solução para o crime é acabar com os criminosos: B A L A nos filhos da puta! 72

latrocinio
Enviado em 21/01/2014 as 21:28 – Anônimo – desanimado

Ver a poça de sangue na entrada me fez refletir…

Há alguns anos, chegava em casa com meu carro, ao sair para abrir o portão, fui abordado por dois ladrões, que chegaram rapidamente, pois sou cauteloso e não percebi a aproximação, e ao perceberem que eu estava armado, efetuaram 4 disparos, sendo que dois deles pegaram de raspão na orelha e no braço.

Os dois já tinham passagem, um por roubo e outro por porte ilegal de arma – o primeiro não ficou 1 ano preso, o segundo ficou 10 dias apenas.

Com a ajuda de deus, o pânico que tomava conta de todo o meu corpo, e a descarga de adrenalina, descarreguei a pistola em cima dos malas, que após o ocorrido, vieram a falecer, um no local e o outro no PS.

A partir deste dia, mudei muitos hábitos, alguns deles foi para melhor, dou mais valor a vida, a família, outros para pior, estou mais desconfiado, vivo achando que tem alguém armado em minha residência, que estão me perseguindo, que vou ser abordado no farol, na porta de casa, na saída do plantão.

Moro em um bairro onde há pessoas boas e ruins, na minha rua moram ladrões que sabem quem sou.

Então, penso que chegou a um limite: os ladrões, que não gozam valores morais, culturais acham que roubo é uma coisa que dá status à ele, que é bonito, uma aventura, que sabe que o Estado dará um tratamento especial (T R A T A M E N T O E S P E C I A L SIM) caso este seja pego a polícia não poderá machucá-lo, que tirará férias de curto prazo em algum cdp;

Bala, a resposta, visto a agressão sofrida diuturnamente pela Sociedade, e sabendo que a educação/reeducação (na atual situação) não vai ser eficaz, a resposta mais uma vez: bala.

Nos conflitos (vivemos em uma Guerra), a melhor resposta (infelizmente) é a violência, para reprimir distúrbios, a resposta, mais uma vez,para uma Sociedade com a nossa é:

B A L A.

Geraldo Alckmin é um ludibriador…Para faturar bônus, polícia altera horário e circunstâncias da morte de comerciante 47

Centro

Dono de relojoaria é morto após reagir a assalto em São Vicente

De A Tribuna On-line
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Relojoaria é uma das mais antigas da Cidade

Será velado a partir das 18 horas desta terça-feira, no Cemitério Metropolitano Vertical de São Vicente, o corpo do comerciante Alfonso Diaz Alvarez, de 71 anos, que foi morto com um tiro nesta manhã, após reagir a um assalto. Ele era dono de uma relojoaria no Centro da Cidade.

Segundo informações do 1º DP, o crime aconteceu por volta das 6h40, quando Alvarez abria a loja. Os suspeitos conseguiram fugir em um veículo de passeio.

A relojoaria Três Estrelas fica na Rua Martim Afonso, no Centro de São Vicente. Três homens armados renderam a vítima, identificada como Alfonso Diaz Alvarez, de 71 anos, que abria o estabelecimento no momento da abordagem.  Ao reagir, a vítima  foi baleada na nuca. Conforme informações de testemunhas, mais de um disparo foi efetuado. A vítima morreu no local.

Por enquanto, não há informações sobre objetos roubados de dentro do estabelecimento. A ocorrência será registrada no 1º DP de São Vicente. Câmeras de monitoramento da relojoaria poderão auxiliar na identificação dos suspeitos.

De acordo com o tenente coronel da PM, Marcelo Gomes, as primeiras imagens já analisadas indicam que houve luta corporal entre a vítima e um dos bandidos, que efetuou o disparo. “Pelo que vimos, tinham pelo menos três pessoas, sendo que uma delas permaneceu no veículo, do lado de fora. Os outros dois renderam o comerciante e entraram. Pelas imagens, não parece que sejam menores de idade”, explica o comandante. Segundo ele, nenhum objeto foi levado. “A ação foi muito rápida. Teve a luta e depois o disparo”, completou.

As investigações já estão em andamento. Gomes pede, inclusive, que caso alguém tenha informações entre em contato pelos telefones 181 ou 190 para ajudar a identificar os autores.

Mais antigo

Segundo apurou a Reportagem, o comerciante assassinado é um dos mais antigos no Município. Apesar de estar instalado há cerca de cinco anos no endereço onde foi morto, ele já possuía comércio em São Vicente há mais de 50 anos.

Ainda segundo testemunhas, Alvarez chegava mais cedo, todos os dias para arrumar os relógios do estabelecimento. O comércio só abria as portas às 9 horas, assim como os demais comércios localizados na avenida.

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A vítima foi morta logo após abrir o estabelecimento comercial, no início da manhã desta terça-feira

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O latrocínio – roubo seguido de morte – foi consumado às 8h40 ( não às 6h40 ) ; como sempre não havia único policial nas imediações.

E como se vê o comandante da PM , apressadamente,  já vai vendendo a versão de que o comerciante só morreu pelo fato de ter reagido, ou seja, é culpado por abrir cedo demais , culpado por não possuir um segurança particular e culpado , talvez , por não suportar ser assaltado pela enésima vez.

Aliás, foi por  excesso de roubos que o comerciante mudou seu estabelecimento da rua Frei Gaspar para a rua Martim Afonso.

Enfim, enquanto gente honesta e trabalhadora morre,  o governador Geraldo Alckmin  – nem tão honesto ; muito menos nem  tão trabalhador – escarnece da população anunciado , com muito riso , pompa e circunstância , seus mirabolantes planos para redução da criminalidade .

Descanse em paz, querido Alfonso!

Bônus enganação será pago com desvio da verba de combustível 49

Polícia de SP sofre com falta de combustível

Sem poder abastecer, agentes são impedidos de atender ocorrências na capital paulista; alguns abastecem por conta própria para trabalhar
Do Jornal da Band pauta@band.com.br

Policiais civis em São Paulo não podem fazer investigações porque simplesmente falta combustível para os carros. Alguns agentes chegam a por dinheiro do próprio bolso na hora de atender uma ocorrência.

A reportagem do Jornal da Band visitou uma garagem oficial da Polícia Civil de São Paulo na zona leste. No local, as viaturas param para abastecer antes de seguir para as investigações, mas as bombas estão vazias.

A folha de abastecimento mostra que o posto não tem recebido viaturas. Com isso, parte da Polícia Civil fica parada.

Em outra garagem que abastece viaturas da cidade e do interior, a bomba de gasolina está vazia há dias. O álcool continua disponível, mas como nem todos os carros são flex, muitas viaturas ficam paradas nos pátios.

Há policiais que já tiveram que pagar do próprio bolso para rodar com uma viatura e atender a uma ocorrência.

Questionada pela reportagem do Jornal da Band, a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo nega a falta de combustível e alega que está mudando o sistema de abastecimento que passará a ser feito com cartões corporativos em postos conveniados.

http://mais.uol.com.br/view/cphaa0gl2x8r/sp-policiais-civis-nao-investigam-por-falta-de-gasolina-04024D183366CCC14326?types=A&

Polícia Civil nomeia mais 156 agentes de telecomunicações 152

 Redação AgoraVale | Foto : AgoraVale
Polícia CivilO Diário Oficial do Estado (DOE) publicou nesta sexta-feira (17) a nomeação por parte do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de novos agentes de telecomunicações policial de 3ª classe da Polícia Civil. São 156 aprovados em concurso público, que vão preencher vagas remanescentes do último concurso para o cargo.
De acordo com a publicação, a próxima etapa se refere à posse dos nomeados, que deve ocorrer dentro dos próximos 15 dias. Assim que empossados, os agentes de telecomunicações iniciarão o curso de formação na Academia de Polícia Civil Dr. Coriolano Nogueira Cobra. Depois de formados, todos deverão passar pelo estágio.
Os novos policiais serão designados para unidades da Polícia Civil de acordo com a classificação final do curso na Academia e da necessidade de cada região.
PC-SP contra o crime