A “Rainha do Cemitério de Perus” – com suposto aval do Dr. Grella – transformou a “polícia científica” num antro de corrupção e desvios funcionais 41

DR GUERRA
BOA TARDE
NOSSA DENUNCIA AQUI SERA DE GRANDE IMPORTANCIA PARA AS ENTIDADES POLICIAIS

A QUEBRA DE HIERARQUIA NA POLICIA CIVIL COMECOU QUANDO A SUPERINTENDENCIA DA POLICIA TECNICO CIENTIFICA ATRAVES DE SUA SEPERINTENDENTE A PERITA CRIMINAL CONHECIDA NOS MEIOS POLICIAIS COMO A RAINHA DO CEMITERIO DO PERUS ,CONDENADA PELA JUSTICA FEDERAL , E CONTINUA A EXERCER O CARGO , PELA GRANDE AMIZADE COM A CUPULA DA SEGURANCA PUBLICA
ESSA MESMA PERITA QUE OFENDEU A DELEGADA DE POLICIA DRA ELISABETH SATTO , COM PALAVRAS DE BAIXO NIVEL , TENTANDO DENEGRIR A IMAGEM DESSA AUTORIDADE POLICIAL .
ESSA MESMA PERITA QUE A CERCA DE 3 MESES DEU UMA ENTREVISTA PARA O JORNAL FOLHA DE SAO PULO DIZENDO QUE A POLICIA CIVIL ERA CORRUPTA , E NAO SABIAM TRABALHAR ,CHAMANDO DELEGADOS E POLICIAIS CIVIS DE VAGABUNDOS E LADROES.
POREM ESSA REPORTAGEM FOI FEITA POR UM REPORTER AMIGO DE UM PERITO CRIMINAL ENVOLVIDO NO CASO DA TAM , ONDE ESSE PERITO FICOU 10 ANOS SEM TRABALHAR POREM COM VIATURA A SUA DISPOSICAO , RECEBENDO SALARIOS DO ESTADO ,VIAJANDO PELA TAM ,OBVIAMENTE QUE DE GRACA.
MAS NAO VAMOS DESVIAR O FOCO DESSA DENUNCIA

AS IRREGULARIDADES DA ATUAL SUPERINTENDENTE DA POLICIA TECNICA SAO APOIADAS PELA CUPULA DA SECRETARTIA DE SEGURANCA PUBLICA DO ESTADO
IRREGULARIDADES QUE TRANSFORMAM AS CARREIRAS POLICIAIS EM CABIDES DE EMPREGO PARA OS APADRINHADOS
VEJA ALGUNS EXEMPLOS
NO CENTRO DE PERICIAS QUE E UMA DIVISAO ,ELA INDICOU O PERITO ALVARO ,PRIMEIRA CLASSE , SUPERIOR HIERARQUICO DE MAIS DE UMA CENTENA DE CLASSES ESPECIAIS ,E PASMEM DESIGNADO O ANTIGO DIRETOR WALTER DE CLASSE ESPECIAL PARA O PLANTAO DE SAO BERNARDO DO CAMPO
NO ACIDENTE DE TRANSITO DESIGNOU O PERITO NELSON QUE E DE 2 CLASSE E COLOCU O ANTIGO DIRETOR JOSE DOMINGOS CLASSE ESPECIAL,EX DIRETOR GERAL DO INSTITUTO DE CRIMINALISTICA , PASMEM PARA O PLANTAO DA ZONA NORTE
NA EQUIPE DE PERICIA DE SÃO BERNADO DESIGNOU A PERITA CLÁUDIA 2 CLASSE E TRANSFERIU O EX DIRETOR PEDRO CLASSE ESPECIAL PARA O PLANTÃO DE SÃO MATHEUS ONDE O CHEFE É 1 CLASSE
TRANSFERIU A PERITA SAPIENZA CLASSE ESPECIAL DA ASSINTENCIA DA DIRETORIA PARA O PLANTÃO DA EPC OESTE ONDE O CHEFE É 2 CLASSE TRANSFERIU O PERITO JOÃO ALVES DE 1 CLASSE PARA O PLANTÃO DE SÃO BERNARDO E DESIGNO O PERITO DE 2 CLASSE CONTABIL PARA SER O DIRETOR DO MPC SANTOS DESIGNOU O PERITO PASMEM DE 3 CLASSE LEANDRO PARA SER O DIRETOR DO NUCLEO DE ENTORPECENTES EM SUBSTITUIÇÃO A PERITA DE CLASSE ESPECIAL GISELA QUE ESTAVA NO CARGO A 11 ANOS E CONHECIMENTO PUBLICO QUE MUITOS ACIMA MENCIONADOS QUE FORAM TRANSFERIDOS PARA AS FILEIRAS SEMPRE FORAM CHEFES DIGNOS PROBOS QUE AGIRAM SEMPRE COM TRANSPARENCIA E HUMILDADE COM OS SUBBORDINADOS JAMAIS FORAM DESPOSTAS AO EXECER O CARGO DE CHEFE OU DIRETOR, E PARA FINALIZAR UM ATO IRREGULAR INDICOU UM PERITO DE 1 CLASSE PARA ASSUMIR A DIREÇÃO DE SERVIÇOIS DA CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO QUE TEM COM O SUBORDINADO 14 EQUIPES SENDO QUE NESTAS EQUIPES VARIOS PERITOS DE CLASSE ESPECIAIS; E O ANTIGO DIRETOR PAULO BOMDIORNO CLASSE ESPECIAL FOI TRANSFERIDO PARA O PLATÃO DA EPC LESTE ONDE O CHEFE E 2 CLASSE
DIANTE DISTO SERIA INCOMSEBIVEL UM POLICIAL DE 3 2 OU 1 CLASSE SER SUPERIOR E HIERÁQUICO DE POLICIAIS DE CLASSE ESPECIAIS OCUPAR O CARGO DE CHEFE OU DIRETOR, QUEBRANDO PRECEITOS DA POLICIA CIVIL ATINGIDO DIRETAMENTE O SEU ESTATUTO ONDE O MESMO PREGA A PREFERENCIA PARA CLASSES ESPECIAIS PARA OCUPAR CARGOS DE DIREÇÃO VIOLANDO ASSIM OS PRINCIPIOS DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.
E INCABIVEL PARA A SEGURANÇA PUBLICA COLOCAR OU INDICAR POLICIAIS DE CLASSES INFERIORES EM TEREM CONHECIMENTO E EXPERIENCIA PARA OCUPAR TÃO CARGO
ACREDITAMOS NÓS QUE O SR GOVERNADOR NÃO TENHA CONHECIMENTO DE TAIS ATITUDES POIS NÃO COLOCARIA EM RISCO A SUA SEGURANÇA PUBLICA SER AFETADA POR CHEFES OU DIRETORES INEXPERIENTES
COMO OPERADAOR DE DIREITO O EXMO SR SECRETARIO DE SEGURANÇA PUBLICA DEVERIA ATENTAR MAIS PARA A NECESSIDADE E SEGUIRMOS AS LEIS NESTE ESTADO.
NÃO DEIXANDO A SIMPATIA PELA SUPERINTENTDE CONTAMINAR A RAZÃO E OS CAMINHOS DA LEGALIDADE.
ESTAR DE ACORDO COM AS NOMEAÇÕES DE CLASSES INFERIORES DE PERITOS E MEDICO LEGISTAS PARA VARIAS CHEFIAS E DIRETORIAS E UM ABSURDO SEM PRECEDENTE NA HISTORIA DE NOSSA POLICIA, POSSUIMOS MAIS DE 100 PERITOS DE CLASSE ESPECIAL MAS PARA A SUPERINTENDENTE NENHUM DELES ERA CAPAZ DE ASUMIR A DIREÇÃO DO INSTITUTO DE CRIMINALISTICA ACUMULANDO O CARGO DE SUPERIENTENDENTE E DIRETORA POR VARIOS MESES
CARO DR GUERRA ESPERAMOS SUA COLABORACAO EM DIVULGAR ESSA DENUNCIA EM POST PRINCIPAL ,SO ASSIM ALGUEM PODERA NOS AJUDAR.
GRATO PELA ATENCAO

Promotora do GAECO está sendo investigada pelo TJ-SP sob suspeita de extorsão contra políticos 27

Advogados são presos por tentativa de extorsão contra políticos

Fabiana Marchezi
Do UOL, em Campinas (SP)

01/04/201420h17

Dois advogados foram presos e 11 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta terça-feira (1º) durante operação para desbaratar quadrilha suspeita de estelionato e extorsão contra políticos, na região metropolitana de Campinas (93 km de São Paulo).

A ação foi realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial ao Combate Organizado), do Ministério Público Estadual, em conjunto com a Corregedoria da Polícia Civil e o Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia, da PM (Polícia Militar). Segundo a Promotoria, a investigação está protegida por segredo de Justiça.

Segundo o UOL apurou, o grupo é investigado por tentativa de extorsão contra políticos da região. Entre as vítimas estariam secretários de Monte Mor (117 km de São Paulo) e o prefeito de Jaguariúna (123 km de São Paulo), Tarcísio Chiavegatto (PTB).

As investigações tiveram início em setembro do ano passado, quando dois secretários de Monte Mor procuraram um promotor do Gaeco para denunciar a tentativa de extorsão e estelionato.

Segundo o secretário de Segurança Pública de Monte Mor, Adelício Paranhos, um dos denunciantes, em setembro de 2013, o advogado Fabiano Panattoni, de Campinas, procurou o prefeito da cidade, Thiago Assis (PMDB), para dizer que tinha informações de que alguns de seus secretários estariam sendo investigados pela Promotoria por corrupção.

De acordo com Paranhos, o advogado teria afirmado que teria como dar fim às supostas denúncias por ser marido de uma promotora do Gaeco, mas precisaria receber R$ 130 mil em honorários.

O prefeito procurou os secretários para pedir explicação e os orientou a procurar o Gaeco imediatamente para denunciar o golpe.

Sob orientação dos promotores, os secretários foram até o escritório do advogado e conseguiram provar a suposta tentativa de extorsão por meio de gravações.

“O advogado foi muito incisivo. Ele chegou a apresentar um calhamaço de documentos que supostamente estariam assinados por promotores que investigavam crimes de corrupção. No documento falso, havia denúncias de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação e outros. Além disso, ele afirmou que já havia ajudado várias prefeituras do interior do Estado a se livrar dos inquéritos. Isso tudo está gravado e em posso do Gaeco”, disse Paranhos.

Em nota, a Prefeitura de Monte Mor informou que além de Paranhos, o secretário de Assuntos Metropolitanos e Relações Institucionais, Miguel Padilha, foram vítimas da tentativa de extorsão.

“Quando o fato foi levado ao conhecimento do prefeito Thiago Assis, na certeza da idoneidade da sua Administração, imediatamente determinou que os secretários tomassem as medidas necessárias para que os fatos fossem denunciados ao Ministério Público para apuração”, disse a nota.

Já a prefeitura de Jaguariúna limitou-se a confirmar, em nota, que o prefeito foi vitima de tentativa de extorsão e que “todas as informações foram prestadas ao Ministério Público (Gaeco)”.

Por correr em segredo de Justiça, a Promotoria não confirma que as prisões estejam ligadas as investigações, mas um dos presos é o advogado citado pelos políticos.

Segundo o MP, os advogados foram presos em flagrante por receptação e porte ilegal de munição.

Um deles é Panattoni, que foi procurado pela reportagem, mas como é um dos presos na operação, está no prédio da Corregedoria da Polícia Civil e não pôde comentar o caso.

A promotora Maria Cristina Panattoni, mulher dele, não foi encontrada na promotoria para falar sobre o assunto.

A promotora Maria Cristina Panattoni também é investigada pelo Ministério Público na suspeita de prática de extorsão em prefeituras da região de Campinas. Ela é casada com o advogado Fabiano Panattoni que seria a pessoa que usava documentos falsos para extorquir administrações municipais, usando o nome do Gaeco.

O presidente da OAB de Campinas, Daniel Blikstein, acompanhou os mandados de busca e apreensão do caso. Além de Panattoni, outros dois advogados estariam envolvidos. Blikstein confirma que o caso corre em segredo de justiça. Segundo ele, policiais e a promotora estão entre os investigados. Por isso, o caso está no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residências de Alcides Mamizuka, ex-secretário de Campinas e na casa de Karina Valéria Rodrigues, que é ex jogadora de basquete e ex vereadora de Jaguariúna.

Piada, apenas 7 ? – PSDB é o partido do “não roubo e não deixo roubar” 15

Justiça aceita denúncia contra 7 acusados de participar de cartel em SP

Daniel Mello
Da Agência Brasil, em São Paulo

02/04/201422h45

O juiz Rodolfo Pellizari, da 11ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia contra sete executivos acusados de participar do cartel que fraudou licitações do transporte público no estado. O magistrado determinou ainda que o diretor presidente da empresa Siemens forneça os endereços dos seis réus que trabalhavam na empresa alemã e vivem no exterior. O sétimo acusado  é  o gerente-geral da coreana Hyunday-Rotem, Dong Ik Woo. Todos os denunciados deverão agora apresentar a defesa preliminar.

“Pelos documentos juntados aos autos há evidências da formação de cartel entre as empresas apontadas na denúncia visando, pelo menos, à elevação artificial de preços praticados em licitações promovidas por órgãos públicos estaduais.Tais indícios permitem que se estabeleça a relação jurídico processual”, ressaltou o juiz na decisão.

A Siemens disse, por meio de nota, que “tem demonstrado publicamente seu compromisso em esclarecer episódios do passado e colabora proativamente com as autoridades”. Entre os fatos concretos nesse sentido a empresa citou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o  Ministério Público (MP) e o acordo de leniência assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Ao todo, os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate aos Delitos Econômicos (Gedec) ofereceram cinco denúncias relacionadas ao cartel. Segundo o MP, as fraudes nas concorrências do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) causaram prejuízos de R$ 834,8 milhões. As investigações do órgão apontam o envolvimento de 30 executivos de 12 empresas.

De acordo com o MP, a estratégia mais comum era a participação combinada nas concorrências públicas. Parte das empresas perdia a licitação e as vencedoras rateavam 30% dos ganhos e, em contrapartida, contratavam os serviços das perdedoras

Alckmin quer justiça para seus comparsas…( “Via Rápida” para esses ladrões! ) 14

Para Alckmin, é preciso ‘ser justo’ com suspeitos de elo com cartel

PGR viu indício de propina a dois secretários do governo tucano.
Rodrigo Garcia (DEM) e José Aníbal (PSDB) negam participação.

Do G1 São Paulo

Ackmin concede entrevista sobre secretários

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) saiu em defesa dos secretários suspeitos de envolvimento em esquema de formação de cartel para licitações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) nesta quarta-feira (2). Ele disse que é “preciso ser justo” para não condenar com antecipação e espera que as investigações sejam rápidas para evitar “um tormento”.

Nesta terça-feira (1º), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o prosseguimento da investigação sobre suposto recebimento de propina dos secretários Rodrigo Garcia (DEM) e José Aníbal (PSDB), atuais secretários de Desenvolvimento Econômico e Energia, respectivamente, do governo paulista. Ambos negam a participação nas fraudes.

Quando perguntado se o fato de ter dois nomes importantes da administração sob suspeita, o governador defendeu os secretários.

“Nós precisamos ser justos. Você tem a palavra de alguém. Imagina se você já condena por antecipação e vários nomes, como o caso de dois deputados, um deles secretário, a própria procuradoria já falou que não tem nada a ver com isso. A gente precisa ter cuidado para ser justo. Eu tenho defendido a investigação e que ela seja rápida para não ficar esse tormento na vida das pessoas”, disse o governador ao comentar o documento que Janot encaminhou ao STF.

“Nós confiamos nas instituições, sempre defendemos as investigações. Vamos aguardar a decisão que será tomada pelo Supremo Tribunal Federal”, afirmou, após a assinatura do da Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho (Dejem).

Janot afirmou em documento enviado ao STF que há “fortes indícios” de esquema de pagamento de propina a agentes públicos em licitações do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

O STF investiga a participação de parlamentares no suposto esquema de formação de cartel em São Paulo, entre fornecedores do Metrô e da CPTM, conhecida como “caso Siemens” – foi um executivo da empresa alemã quem denunciou o esquema. O relator do processo é o ministro Marco Aurélio, a quem deverá decidir sobre a continuidade do inquérito.

O procurador-geral pediu o arquivamento da investigação sobre a participação do deputado federal licenciado Edson Aparecido, secretário da Casa Civil do estado de São Paulo, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) e do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Para Janot, não há “elementos concretos” da participação dos três no esquema de pagamento de propina.

“Esse arquivamento não é impeditivo para que, caso surjam elementos concretos da participação destes ou de outros parlamentares, seja a investigação realizada, pois aí haverá justa causa para o seu prosseguimento”, diz Janot.

Em relação a Rodrigo Garcia e José Anibal, o procurador-geral destacou que é preciso investigá-los porque depoimentos indicam que ambos atuaram no suposto esquema.

“Há atribuição de situações concretas e específicas em relação ao deputado federal Rodrigo Garcia no depoimento do investigado colaborador [diretor da Siemens que denunciou o cartel]. Os detalhes dados, assim como a menção a encontro pessoal entre ambos, autorizam, também, a colheita de maiores elementos contra esse parlamentar”, diz Janot.

O procurador afirma ainda ver “indícios de envolvimento do deputado federal José Aníbal, na medida em que relata [o diretor da Siemens que denunciou o caso] ter sido avisado que, com a saída de Rodrigo Garcia da presidência da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, deveria passar a tratar com o deputado José Aníbal, que passara a ser responsável pelos contatos políticos e pagamentos de propina”.

O ministro Marco Aurélio Mello enviou para a primeira instância da Justiça Federal de São Paulo parte do inquérito que se refere a suspeitos que não têm o chamado foro privilegiado. É o caso de três ex-dirigentes da CPTM, duas parentes de um ex-diretor da companhia e o lobista Arthur Gomes Teixeira, citados por envolvimento nas fraudes.

O caso começou após o executivo da Siemens denunciar um esquema de cartel ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e à Polícia Federal. A Siemens, que admitiu fazer parte do esquema, entregou ao Cade documentos em que afirma que o governo paulista sabia do cartel e deu aval à formação, que envolveria 18 empresas.

Secretários negam envolvimento
Em nota oficial, o deputado licenciado e secretário Rodrigo Garcia afirmou que o envolvimento de seu nome no caso é “despropositado e oportunista”.

“O pedido de abertura de inquérito, feito hoje pela Procuradoria Geral da República, é fundamentado somente nas absurdas e mentirosas alegações do delator, sem qualquer outro indício ou prova. O pedido, inclusive, contraria avaliação do Ministério Público Federal em São Paulo, que acompanha o caso há mais de seis anos e reputou não haver indícios ou provas suficientes contra políticos.”

Garcia disse ainda que sempre agiu “com ética e visando o interesse público”. “Caso o Supremo Tribunal Federal resolva abrir o inquérito, porém, reputarei a decisão como uma oportunidade para esclarecer todos os pontos e, com isso, reestabelecer a verdade. Ressalto que, em dezesseis anos de vida pública e em todos os cargos que ocupei, sempre agi com ética e visando o interesse público.”

O secretário José Aníball afirmou ser “temerária e extremamente perigosa para a democracia brasileira” a manifestação do procurador.

“Ela [a manifestação] toma como base, sem qualquer esforço de averiguação, erros factuais fabricados por uma máquina de destruição de reputações liderada pelo ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardoso. Eu não era deputado à época dos fatos, ao contrário do que diz a manifestação do procurador-geral. Tampouco fui presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, segundo a nota espúria divulgada por sua assessoria. Não atuava na esfera estadual e nunca fui deputado estadual. Ambos os documentos disseminam, de forma pró-ativa, mentiras que poderiam ter sido desfeitas no mínimo por uma busca na internet. As fraudes e calunias contidas nos vários depoimentos do bandido delator da Siemens à Policia Federal, foram acolhidas pelo procurador-geral sem nenhum critério ou verificação que pudessem justificar a continuação das investigações.”

Aníbal disse esperar que o Supremo arquive a apuração. “Confio que o ministro Marco Aurélio Mello vai fazer justiça apurando as calúnias, todas elas desqualificadas por mim, de mais este dossiê petista.”

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O mundo inteiro sabe como funcionam as coisas ( $$$$$$ ) no PSDB, mas esses malandros continuam querendo se passar por íntegros…

Karalho, no Brasil,  partido político é organização criminosa!

Aqui não tem santo! 

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“Via Rápida” é o jeito pederastra de ser do Geraldo Alckmin quando se trata de prejulgar e demitir sumariamente policiais civis . 

MISTÉRIO: como Alckmin sobrevive a sua mediocridade?…( resposta do Flit: Ana Paula Padrão diz que Alckmin é “correto” e que – definitivamente – tamanho é documento….Hehehehe, cada qual com sua preferência , mas penso que a moça gosta de tomar no cu grandão!…Ela e os eleitores do Chuchu! ) 32

MISTÉRIO: como Alckmin sobrevive à sua mediocridade?

Alckmin: um governo marcado pelo nada absoluto

Carlos Motta 

O governador paulista, Geraldo Alckmin, é um político raro: ao contrário da maioria, ele fez sua carreira aparecendo o menos possível na mídia, fugindo de qualquer tema polêmico, se escondendo de tudo e de todos. É um notável exemplo de alguém absolutamente medíocre que deu certo, que chegou lá. Um caso inexplicável de sucesso – a marca de seu governo é o nada, o vazio. Não elege prioridades, não ostenta bandeiras, não contribui com uma ideia para o desenvolvimento do país, não faz um discurso digno de nota – suas frases quase não têm verbo, são como slogans publicitários.

É para ser estudado…

Mas a cada dia que passa a sua (indi)gestão, tão bem maquiada pelo silêncio estrondoso da imprensa, sofre pequenos abalos, mínimas fissuras, como os casos recentes do escândalo do metrô e o colapso do abastecimento de água.
Incrível como ele ainda sobrevive a tais calamidades.

Só a benevolência da mídia, a escandalosa blindagem que se construiu em torno de sua figura, o controle da Assembleia Legislativa e a lealdade e união de seu grupo político podem explicar como Alckmin não é hoje um cadáver político insepulto e tenha grandes chances de ser reeleito.

Sua última declaração pública, a respeito do estudo que mostra que a Polícia Militar paulista mata três vezes mais negros que brancos, é um primor de canalhice – nada que contrarie outras que foram dadas sobre o tema da segurança pública, principalmente:

“A academia de Polícia Militar do Barro Branco é muito rigorosa. A formação dos nossos policiais é muito rigorosa. Há cursos voltados à questão de direitos humanos, respeito às pessoas. A polícia de São Paulo é extremamente preparada. Ela faz cumprir a lei, mas com respeito às pessoas”, disse o governador, com a convicção dos piores atores canastrões que o cinema já produziu.

O governador do Estado mais rico e importante da federação afirmar uma coisa dessas, é, por si só, uma prova de que São Paulo está sendo governado por um lunático, por um sujeito que não vive a realidade, está em outro mundo.

Mas se fosse só isso…

Os sintomas dessa perturbação mental de Alckmin são visíveis ainda nas reiteradas vezes em que iludiu a opinião pública ao dizer que não haverá racionamento de água em São Paulo – quando ele já ocorre de fato nos bairros mais pobres -, em sua inação para pelo menos tentar reverter o quadro de colapso no abastecimento, e, agora, em sua mudez em relação a esse acinte à população que foi a propaganda radiofônica do Metrô que diz que trem superlotado é ótimo porque permite que os manos xavequem as minas.

E o pior de tudo é que não dá para afirmar que esse é o fundo do poço.

Com a eleição se aproximando, é bem provável que a ansiedade e o nervosismo provoquem manifestações ainda mais graves em Sua Excelência.

http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2014/03/um-misterio-como-alckmin-sobrevive-sua.html

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Assista e reflita:

http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2014/04/01/a-liberalissima-ana-paula-padrao-acha-rachel-sheherazade-um-perigo/

Ah, se não entender: XUPA!

Este blog é politicamente incorreto e  absolutamente desbocado .

Autoritarismo travestido do PSB de São Vicente faz prova de que a minha cidade – aprazível quando vista do 12º andar – continua sendo terra de índio 38

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SOBRE A MINHA TERRA NATAL TODO MUNDO CAGA PUBLICAMENTE, O MÁRCIO FRANÇA…INCLUSIVE!

TERRA DE NÓS ÍNDIOS – também de invasores afros, ibéricos, baianos ; nortistas em geral –  E PAULISTANOS DESTERRADOS …

ADVOGADO DO PSB DE SÃO VICENTE FAZ LISTA E OFERECE RECOMPENSA ATITUDE CAUSA POLÊMICA APÓS COMENTÁRIO DO DEPUTADO MÁRCIO FRANÇA, HOMEM INFLUENTE DO PARTIDO NA REGIÃO.  

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O advogado do Partido Socialista Brasileiro (PSB) de São Vicente, Jefferson Teixeira, iniciou a semana causando polêmica. Por intermédio do Facebook, publicou uma relação com o nome de 34 pessoas que estariam sendo processadas por supostamente emitirem comentários nas redes sociais contra pessoas públicas e partidos políticos aos quais representa. Mais do que expor a identidade dos “rivais virtuais”, o advogado oferece recompensa para quem fornecer informações — endereço, e-mail, telefone e local de trabalho — que ajudem a localizar as pessoas. “Me ajude! Envie sua informação ‘in box’ e será recompensado”, escreve o advogado.

Em pouco tempo, a postagem causou controvérsia, principalmente depois do compartilhamento e do comentário do deputado federal Márcio França, líder do PSB da região, que pediu ajuda para o advogado e disse que os valores obtidos com as futuras indenizações — provenientes de supostas condenações judiciais — seriam doados à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Vicente.

Conforme apurado, muitos acreditam que a atitude do advogado seria uma maneira de intimidar pessoas que discordam do mandato do deputado e de como seu partido se posiciona. Há também quem acredite que é uma espécie de censura, afrontando a liberdade de expressão. Vale lembrar que tudo isso ocorre na semana em que se completou 50 anos do golpe militar, que desencadeou uma ditadura de 21 anos. “Oferecer recompensa é ilegal. Só a polícia pode fazer e para foragidos.

Coisas tão elementares que um advogado deveria saber. É inadmissível determinada liderança (informa todos os cargos ocupados por Márcio França), nesse momento de sua vida política, insurgir-se rispidamente contra internautas que discordam do seu comportamento político, considerando a garantia constitucional da liberdade de expressão, prevista no Estado Democrático de Direito”, disse um internauta.

“Salvem isso. Recomendo aos que se sentirem expostos de modo abusivo e afetados por essa listagem, que procurem o poder público, pois estamos em um Estado (Democrático) de Direito e não no Velho Oeste”, disse outra.

“Essa lista, sim, cabe um processo. Baseado em que esse advogado divulga nomes e ainda pede recompensa?”, questionou outra internauta. Precisam se reciclar! Como pode um absurdo destes em plena companha presidencial? As redes sociais têm muito poder e um ato como este pode ser um ponto negativo”.

Um advogado, utilizando-se do mesmo expediente de Teixeira, postou: “prezado colega Jefferson. Represento algumas das pessoas que constam de vossa lista, se sentiram constrangidas com sua publicação e desejam processá-lo. Me ajude enviando seus dados pessoais e endereço para viabilizar o processo judicial”, escreveu, oferecendo todos os contatos, inclusive endereço do escritório no Centro de São Vicente.

Grupo Liberdade de Expressão

A atitude não para de causar indignação. Ontem, o advogado e jornalista Eraldo Santos informou fazer parte de um grupo já intitulado Liberdade de Expressão. Ele encaminhou um post à redação alertando o seguinte: “se de um lado pessoas ou entidades que seriam representadas pelo advogado estão de fato buscando reparação judicial por supostas ofensas, a publicação da lista soa como verdadeira ‘caça a criminosos’ e as expõem a sérios riscos, na medida em que a vida privada e a intimidade também são protegidas constitucionalmente”.

Santos ressalta que há até mesmo promessa de recompensa pela delação de nomes completos, telefones, e-mails e outros dados pessoais e isso, para ele, “também é ofensa moral e violação de intimidade. Assim, cabe ao grupo buscar reparação judicial contra essa agressão moral. Custa crer que o deputado Márcio França esteja fomentando ações como essa, pois embora tenha iniciado sua vida pública no final da ditadura, tem pleno conhecimento dos malefícios e danos proporcionados por aquele período para a Nação. De outro lado, a convivência com os contrários é a salvaguarda maior da liberdade democrática”, conclui.

Deputado se defende

Vendo a repercussão — até as 12h, havia 77 compartilhamentos e 128 comentários — o deputado Márcio França entrou na rede e fez um desabafo: “não sei por que o espanto e indignação por constarem em alguma lista de pessoas processadas. Em outro momento atrás, não tiveram nenhum receio de publicar ou compartilhar palavras e termos altamente ofensivos à minha honra. Fui ofendido, minha esposa, meus filhos e minha família por pessoas que não conheço e muitos se escondem no Face e desconhecem (ou fingem desconhecer) que calúnia e difamação são crimes e que a rede da internet é pública!”, escreveu entre outras coisas.

Ontem, em nota oficial, o deputado informou que defende a liberdade de expressão e o direito legal, previsto na Constituição Federal, de que os brasileiros moralmente ofendidos e caluniados, seja no Facebook ou qualquer mídia, possam recorrer à Justiça para reparar os danos morais causados pelos crimes contra a honra. “No jornalismo, por exemplo, os acusados sempre têm direito a se pronunciar na mesma matéria. No Facebook, infelizmente, não há um mediador responsável, proporcionando assim ataques criminosos, que precisam ser reparados para se evitar e combater a impunidade”.

Jefferson Teixeira

A Reportagem procurou ontem o advogado Jefferson Teixeira para saber qual o valor da recompensa; como seria paga; quais as informações exigidas para recebê-la e se o procedimento seria legal. Pela rede social, o advogado informou que todos os processos judiciais aos quais se referiu são decorrentes da prática de condutas caluniosas, difamatórias, bem como injuriosas, às quais ferem diretamente a honra objetiva e subjetiva das pessoas que representa.

Ele ressalta que as referidas condutas não se tratam tão somente de críticas, sempre bem-vindas, mas sim de ofensas e agressões à incolumidade moral das pessoas, e sobre a recompensa, o advogado disse: “a grande recompensa àqueles que colaborarem será a convicção de que a justiça foi feita. O tempo e a justiça dirão quem está certo”, concluiu, informando, por telefone, que quem se desculpar não será processado.

Fonte: Diário do Litoral

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Nota do Flit:

“Terra de índio” é a expressão pejorativa rotineiramente empregada  – especialmente pelos moradores da vizinha cidade de Santos – para designar o município de São Vicente; quando fazem referência ao nosso atraso econômico , social , cultural  e esportivo. 

E porque não dizer, também, atraso POLÍTICO. 

Taí o nosso cacique Márcio França – virtual vice na chapa Geraldo Alckmin –  dando exemplo.

Verdade, nossa cidade é incivilizada!

Aqui – com quase 400.000 habitantes – não há única livraria.

Até a Saraiva-Siciliano fechou as portas antes da falência.

O único cinema só faz exibição de filmes dublados, pois se presume que os da terra são pouco dados à leitura.

O povão se comporta como selvagens.

Mas não como índios; os índios eram ordeiros e respeitadores. 

Comportam-se  como fossem   cristãos  degredados recém-chegados de Portugal.

Pobreza , fealdade e  lixo por todos os cantos…

Assaltantes , maloqueiros pelas esquinas , maconheiros e uma infinita quantidade de “pinos” ( de cocaína ) jogados pelos  nossos poucos jardins.

Mais: viados e lésbicas “metendo” a céu aberto ;  ainda debochando e desafiando quem se atrever a censurá-los.

Mas nem tudo aqui é feio e triste , ainda é possível contemplar São Vicente do 12 º andar ( ou do 25 º de algum edifício de Santos ou do Guarujá ) .

Do alto ou de longe tudo aqui é bonito de ver;  é mesmo como um óleo sobre tela por Benedito Calixto…

De longe e do alto uma obra de arte! 

REESTRUTURAÇÃO ACABOU DE VEZ COM A CARREIRA – Em São José do Rio Preto delegado 1ª classe, 25 anos de carreira , é designado para atribuições de um simples 3ª classe 161

Dr. WALTER COLACINO
JUNIOR – RG 8.311.035, Delegado de Polícia de 1ª Classe,
padrão III, efetivo, da Delegacia Seccional de Polícia de São José
do Rio Preto – 1ª Central de Flagrantes e Atendimentos para a
Delegacia de Polícia do 2° Distrito Policial de São José do Rio
Preto, como assistente, a pedido. (Port.279/14).

Desculpe-nos, família Herzog 10

POR ZÉ ROBERTO –  ( José Roberto Lopes Padilha )

zeroberto

Era mais um estádio, o Governador José Fragelli, o Verdão, em Cuibá-MT, que o CR Flamengo inaugurava em 8 de abril de 1976.

Mas dava para perceber, embora não conseguíamos entender, que havia algo no ar além daquele paraquedista que acertou o centro do campo antes da partida.

Trazia junto ao corpo uma enorme bandeira do Brasil.

Perfilados pro Hino Nacional, notamos (Cantarelli, Toninho, Rondineli, Jaime, Junior; Dequinha, Tadeu, Eduzinho – vestia a 10 porque o irmão, Zico, ficara em tratamento no Rio – e eu; Paulinho e Luizinho) que ao lado do Presidente Ernesto Geisel,na Tribuna de Honra, dezenas de quepes se sobressaíam no lugar daqueles cartolas de terno comuns àquelas ocasiões.

E quando entramos em campo, uma faixa foi estendida sem que interpretássemos seu alcance: BRASIL, 12 ANOS DE PAZ E SEGURANÇA.

No aniversário dos 50 anos do golpe militar, queria deixar, como jornalista e ex-atleta profissional de futebol, meu depoimento à Comissão de Verdade.

Fomos coniventes e cúmplices sim, por desinformação, ao apresentar nossa arte em estádios de futebol anestesiando o país enquanto seus filhos informados desapareciam nos porões do DOI-CODI.

Naquele dia, em Cuiabá, com dois gols de Luizinho, aos 5 e aos 19 do primeiro tempo, a maior nação esportiva do país estava em campo desviando a atenção da população ao lado daquela bandeira, das faixas, dos autoritarismo imposto e fardado à repressão aos nossos direitos humanos, à liberdade de ir e vir, votar, assistir Calabar no teatro e Missing no Roxy. De viver e curtir uma nação livre e soberana.

Nas nossas concentrações não havia “Opinião” e “Movimento” para ler, tinha “Placar” e “Contigo”.

Nossos professores não eram universitários para nos alertar, eram militares como Claudio Coutinho,Admildo Chirol,Raul Carlesso, Carlos Alberto Parreira entre tantos, todos egressos da Escola de Educação Física do Exército, na Urca, que eram inteligentes, competentes, mas detentores únicos das informações dos avanços sobre a preparação física, a evolução tática mundial, que eram vetadas aos demais civis treinadores como Zagalo, Osvaldo Brandão e, principalmente, João Saldanha.

A última coisa que nos passavam em suas concorridas preleções era sobre a movimentação tática no Calabouço.

Sendo assim, como ser politizados e entender e nos envolver nos protestos naquele momento difícil?

Nossa prisão foi tão triste quanto a da Dilma, nosso exílio foi tão traumatizante quanto o do Brizola, do irmão do Henfil: fomos amarrados em paus de arara de chuteira para desfilar todos os domingos a distrair o povo.

Não recebemos indenização, acreditem, foi muito pior.

A cada dia que uma investigação traz à tona novos depoimentos sobre a farsa do 1 de Maio no Riocentro, lembramos que era no Maracanã que distribuíamos nosso ópio.

Mas ao contrário do Chico e do Gilberto Gil, não nos deixavam saber o que estava acontecendo.

Sendo assim, família Herzog, do Edson Luis, nos perdoem.

Enquanto defendíamos o Flamengo, Corinthians, Grêmio e Atlético Mineiro, ajudamos a aprisionar nossa nação.

Não cobrem mais dos Zico, do Falcão, do Rivelino, de qualquer ídolo da nossa época o mesmo envolvimento de cantores, compositores, do Vladimir Palmeira, do nosso Ulysses Guimarães.

Em 1976, em Cuiabá e em qualquer estádio do Brasil nós realmente não sabíamos por quem estávamos jogando.

Desde 1982 não consigo mais torcer pelo Brasil.

Em qualquer esporte.

Ao trocar os vestiários pelos corredores em ebulição da Gama Filho, onde estudei direito, sabia que meus companheiros da seleção brasileira voltariam da Espanha direto para aquela rampa em Brasília, onde iriam atrasar, com novas doses de ópio, nosso processo de anistia.

As eleições diretas para presidência da república.

Queria os avisar, mas jogava no Americano, de Campos, e Paulo Rossi acabou fazendo isto por mim.

Sei que avançamos na democracia, que estamos diminuindo a desigualdade social, apurando a verdade da repressão, mas trauma é trauma.

Outro dia meus filhos me pegaram torcendo pela Argentina, embora saiba que por lá seus jogadores foram igualmente coniventes.

Mas quando nossa bandeira sobe, toca-se o Hino Nacional, eu me lembro do Geisel naquela tribuna conosco fazendo o papel de palhaços dentro de campo.

Estou procurando ajuda, a Copa está próxima, quem sabe eu consiga?

Fonte: http://blogdojuca.uol.com.br/2014/04/desculpe-nos-familia-herzog/

DESABAFO DE UM INVEJOSO ( continuação ) – Delegado do Camaro amarelado caiu na malha fina do Ministério Público, mas subiu para o DEIC…Por que a Administração não recolhe a arma , a funcional e o distintivo da Excelência ? 40

Delegado do Deic é alvo de investigação do MPE

Promotores suspeitam de enriquecimento ilícito do titular da Delegacia de Roubo a Bancos; ele teve os sigilos bancário e fiscal quebrados

31 de março de 2014 | 2h 02
Luciano Bottini Filho – O Estado de S.Paulo

O Ministério Público Estadual (MPE) obteve na Justiça a quebra dos sigilos bancário e fiscal de um delegado do Departamento Estadual de Investigação Criminal (Deic), suspeito de enriquecimento ilícito com a prestação de serviços de segurança privada dentro da Delegacia de Roubo a Bancos.

dr-fabio-pinheiro-lopes

 

Segundo a investigação, Fabio Pinheiro Lopes possuiria um patrimônio incompatível com sua renda, como um Chevrolet Camaro de R$ 172 mil, e relógios avaliados em R$ 162 mil.

Procurado pelo Estado por meio de seus advogados, o delegado Lopes não se manifestou. A assessoria de imprensa do Deic também não comentou o caso.

Os rendimentos de Lopes como delegado de polícia de primeira classe, segundo a Secretaria de Segurança Pública, são de R$ 8.064,03. Dados obtidos pela Promotoria dão conta de que ele é sócio de uma empresa titular de glebas rurais de 95 alqueires e que teria recebido nos últimos 20 meses R$ 485 mil. Sua residência seria avaliada em R$ 1,233 milhão e uma consulta nas suas movimentações financeiras, segundo o MPE, indicou fluxos bancários considerados suspeitos pelos promotores.

Bancos. Um dos esquemas que podem ter levado ao enriquecimento de Lopes, apontam as investigações, seria o pagamento feito por bancos privados interessados em “atendimento preferencial no Deic”. Assim, agentes dariam prioridade para resolver os crimes em agências cobertas pela assessoria particular e até monitorariam quadrilhas para impedir assaltos.

A decisão contra Lopes foi dada pela Justiça no começo do mês e cabe recurso. As informações vão para o inquérito civil em que Lopes é investigado sob suspeita de improbidade administrativa. Ele já havia sido investigado pelo MPE em 2009, por suspeitas de corrupção ligada ao escândalo da venda de cargos na Polícia Civil durante a gestão do então secretário adjunto da Segurança Lauro Malheiros Neto. Nada foi comprovado na época contra o delegado.

https://flitparalisante.wordpress.com/2012/08/20/problema-social-e-delegado-desfilar-com-automovel-de-r-199-00000/

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Pois é , continua difícil de se entender  e explicar a prosperidade de alguns delegados de polícia. 

Como é que pode , enquanto a imensa maioria das autoridades policiais sobrevivem endividados , nem sequer podendo comprar um terno chinês da Colombo ,  alguns afortunados debochadamente continuando vestindo Armani.

Armani , Rolex , Hublot, Prada e Hermès.

Apartamentos de três milhões, Camaro pro papai e Evoque pra perua. 

Pior: por mais que aprontem CONTINUAM SEMPRE TRABALHANDO NAS BOCAS RICAS DA POLÍCIA CIVIL. 

Quanto custa a titularidade de uma delegacia do DEIC ? 

A Administração dá excelentes cargos para esses debochados notórios  ,  enquanto que por uma simples suspeita por conta de ninharia recolhe armas , funcional e distintivos de bons policiais; ainda exigindo que se aposentem como condição de dar uma aliviada nos procedimentos.

Escárnio!

Será que para ser delegado do DEIC ( e outras bocas-ricas ) é necessário ser rico empresário ou por ser delegado do DEIC ( e outras bocas- ricas ) é necessário criar empresa para lavagem da propina ?

ovo galinha 

PF tem de virar agência autônoma, diz Troncon 22

PF tem de virar agência autônoma, diz Troncon
Superintendente do órgão em São Paulo afirma que subordinação pode ser prejudicial
29 de março de 2014 | 2h 07
Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo
O superintendente regional da Polícia Federal em São Paulo, delegado Roberto Troncon, defendeu ontem a transformação da corporação em uma Agência de Investigações Criminais, dotada de independência e autonomia financeira e administrativa e desatrelada do Executivo. Pela proposta de Troncon, o diretor-geral da PF seria sabatinado pelo Senado, como os ministros do Supremo Tribunal Federal, e nomeado diretamente pela Presidência da República, com mandato de 4 anos, sem direito à recondução.

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Marcelo Camargo/ABr

Sem interferência. Troncon: “Temos autonomia, mas não temos garantia legal nenhuma”
A PF é subordinada ao Ministério da Justiça e cabe a ela investigar crimes contra a União, fraudes ao Tesouro, desvios de verbas federais, narcotráfico e o combate às organizações criminosas. Seus policiais têm agido com desenvoltura, mas a legislação não lhes garante segurança e a certeza que não serão removidos de suas unidades se, eventualmente, atingirem interesses políticos ou de governo. A própria instituição não está livre de boicotes, como cortes no orçamento.

A PF completou ontem uma história de 70 anos. Troncon alertou seus pares que é hora de mudanças. “Avançamos muito na última década, somos reconhecidos por nossa atuação incansável, as pesquisas de opinião nos reconhecem como instituição respeitada e de credibilidade. E daqui para a frente? São muitos os desafios em termos de segurança pública que exigem uma reorganização da Polícia Federal. Temos um peso enorme nos ombros.”

Seu relato tem alcance excepcional porque, desde 1995 na carreira, ocupou cadeiras estratégicas, como a de diretor para o combate ao crime organizado em todo o País. Notabilizou-se pela condução de inquéritos sensíveis contra políticos e gestores. “Se o órgão de investigação é parte do Executivo pode haver, hipoteticamente, casos em que o investigador vai atuar contra ocupantes de cargos públicos relevantes. Se ele é subordinado, se o órgão de investigação está dentro da hierarquia do Executivo, essa relação de subordinação, em tese, pode prejudicar a apuração isenta.”

Troncon advertiu que “há muitos meios de se boicotar uma instituição e não é só com a ordem direta”. “Não quero ser leviano e nem mencionar nenhum caso específico, mas numa situação hipotética, pode-se boicotar recursos para uma instituição em determinado momento. Sem recursos financeiros para investimentos, para a gestão do dia a dia, não se consegue fazer tudo o que tem que fazer. Nem aqui, nem em nenhum outro órgão público e nem na iniciativa privada. O órgão de investigação criminal nunca vai atuar contra o interesse de Estado, jamais, mas contra o interesse de um governante qualquer.”

Troncon disse que sua polícia “não admite nenhum tipo de interferência nas investigações que faz”. “Temos autonomia e não há interferência interna e muito menos de fora, mas não temos nenhuma garantia legal. Quero enfatizar que, apesar de não haver uma proteção legal para sua ação, ao longo dos últimos 20 anos a PF desenvolveu e consolidou cultura de independência que está no coração de cada um de nós, policiais federais. Ela é hoje um dogma dentro da PF. Nós investigamos. Não interessa se um caso de fraude em licitação vai atingir ocupante de cargo público eleito pelo partido da situação ou da oposição. Investigamos fatos e não pessoas. Vale sempre para o mais humilde e para o mais poderoso.”

O delegado apontou para o Ministério Público, a quem a Constituição confere poderes e prerrogativas. “O MP adquiriu independência administrativa, financeira e funcional, o que deu resultados excelentes.” Para ele a configuração do MP deve ser aplicada “a um outro órgão de atividade muito específica, que é a atividade de investigação criminal, crucial para enfrentamento da impunidade”.

Esgotamento. O chefe da PF em São Paulo assinala que desde 1988, a corporação exerce atribuições “típicas do Executivo” – polícia preventiva, controle de armas e produtos químicos, fiscalização da segurança privada, emissão de passaportes e monitoramento de imigrantes em portos e aeroportos. Essa massa de tarefas sufoca a instituição, porque força o deslocamento de grande parte do efetivo para missões que não são de investigação propriamente – a fase pré processual.

Ele aponta para o esgotamento do sistema. “Hoje a Polícia Federal não reclama, missão dada é missão paga. Falo em meu nome. A gente não reclama, a gente se desdobra. Mas estamos chegando num ponto de utilização máxima da estrutura e dos nossos recursos humanos para equilibrar tantos pratos. Algo tem que ser reformulado.”

Troncon anota que cada organismo tem seu dever – a polícia é o Estado investigador, a procuradoria o Estado acusador, e a Justiça o Estado julgador. “Devem ser absolutamente independentes e autônomos entre si e dos Poderes Executivo e Legislativo”, prega o delegado.

Sugere que a PF execute atividade exclusivamente de investigação criminal. As demais tarefas, de polícia administrativa, ficariam sob comando do Executivo. “A PF deveria ser transformada em órgão com a conformação de uma Agência com autonomia administrativa, funcional e financeira. Os 14 mil cargos que a PF dispõe seriam suficientes para melhor desempenhar a e repressão criminal.”

Maior parte da população quer anular Lei da Anistia, aponta Datafolha 48

RICARDO MENDONÇA
FOLHA DE SÃO PAULO

31/03/2014 03h43

Uma pesquisa inédita do Datafolha sobre a Lei da Anistia mostra que a maior parte da população, 46%, é a favor da anulação da norma tal qual ela é aplicada hoje. Os que são contra somam 37%. Outros 17% não sabem dizer.

Hoje, exatos 50 anos após o golpe de 1964, também há mais brasileiros a favor do que contra à proposta de punição dos que torturaram presos políticos na ditadura.

Agora, 46% defendem castigo aos torturadores e 41% são contra. Indiferentes e pessoas que não souberam opinar são 13%. Em 2010, quando o Datafolha fez essa pergunta pela primeira vez, o resultado foi o inverso: 45% eram contra, 40% a favor.

A pesquisa atual, com 2.614 entrevistas, foi feita em 19 e 20 de fevereiro, antes da onda de eventos e reportagens sobre os 50 anos do golpe. E antes da repercussão do depoimento do coronel reformado Paulo Malhães à Comissão Nacional da Verdade.

No último dia 25, Malhães narrou como torturava, matava e dilacerava corpos de opositores durante a ditadura. Disse não ter qualquer arrependimento disso.

Editoria de Arte/Folhapress

Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, os resultados mostram uma sociedade dividida: “Considerando a margem de erro [2 pontos], as taxas são parecidas”.

Segundo ele, a efeméride e o depoimento de Malhães influenciariam pouco nos resultados. “É um tipo de informação que atinge um segmento muito específico da população, só os mais informados e escolarizados”, diz.

Recortes por instrução e renda dão uma pista disso. Entre os que têm nível superior e ganham mais de R$ 7.240, o apoio à punição de torturadores sobe para 58%.

ATENTADOS

O Datafolha também perguntou se é o caso de reexaminar atentados contra o governo cometidos por militantes opositores da ditadura.

A proposta não tem força política ou jurídica. Autores de atentados já foram julgados e penalizados com prisões, conforme legislação da época. E muitos sofreram punições não previstas na lei, como tortura e morte.

Apesar disso, a ideia costuma ser repetida por alguns defensores da ditadura em resposta aos que pedem punição aos torturadores.

Resultado: 54% responderam que sim, esses casos merecem reexame. Quando o instituto perguntou se todos deveriam ser julgados hoje, torturadores e ex-militantes, 80% apoiaram.

O ex-ministro José Gregori (Justiça), presidente da Comissão de Direitos Humanos da USP, diz que o apoio crescente à punição de torturadores “é produto dos fatos aterrorizadores que têm vindo à baila na Comissão da Verdade”.

“Mas isso não modifica a minha posição de que a Lei da Anistia deve ser mantida como está”, diz. “Ela deu-se numa fase de muita complexidade. E embora não seja perfeita, cumpriu um papel importante para a redemocratização ser pacífica.”

O historiador Marcelo Ridenti vê influência externa nos resultados da pesquisa. “Em muitos países têm sido feitas comissões da verdade: África do Sul, vários na América Latina, leste europeu. É uma consciência internacional que tem sido incorporada por setores crescentes da opinião pública brasileira.”

POLÊMICA

Lei da Anistia e punição a torturadores são temas polêmicos nos meios político e jurídico. Criada em 1979, a Lei 6.683 anistiou todos os que haviam cometido “crimes políticos” entre 1961 e 1979.

Opositores foram perdoados, exilados puderam voltar.

Desde então, agentes do Estado acusados de sequestro, tortura, assassinato e ocultação de cadáver também passaram a recorrer à Lei da Anistia para evitar punições.

Eles alegam que se tratou de uma espécie de pacto nacional pelo esquecimento recíproco das violências. Juridicamente, se agarram a um trecho da lei segundo o qual a anistia também é válida para “crime conexo”.

A disputa está na interpretação dessa expressão. Para os acusados de tortura, conexos seriam todos aqueles crimes praticados no contexto geral da disputa política da época, independentemente do lado em que estavam.

Para os defensores da revisão da lei, essa interpretação não faz sentido jurídico, já que, na prática, representaria uma autoanistia.

Em 2010, o Supremo Tribunal Federal analisou o assunto e decidiu que a Lei da Anistia também valia para os torturadores do regime militar.

Meses depois, a Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil num caso da Guerrilha do Araguaia justamente por causa dos efeitos dessa interpretação da Lei da Anistia.