Corregedoria e MP prendem delegado ex-diretor da CIRETRAN de Penápolis 31

Policiais da Corregedoria em frente residência onde mora o delegado, em Penápolis (Foto: )

Integrantes da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo e promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) prenderam, na manhã de ontem (21), em Penápolis, o delegado Nivaldo Martins Coelho, acusado de ter praticado crimes de peculato e corrupção ativa.

A prisão do delegado se deu em operação que teve o apoio de nove equipes da Corregedoria da Polícia Civil nas cidades de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e de São Paulo.

Os mandados foram cumpridos na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Penápolis, Delegacias, Despachante, Auto-Socorro e residências, locais onde foram recolhidos mais de mil documentos de veículos, dinheiro, extratos bancários e comprovantes de depósitos bancários.

De acordo com as investigações, iniciadas em janeiro, a partir de denúncia enviada por email ao GAECO, o esquema era liderado por um Delegado que hoje atua em Birigui e que, de 2007 até maio deste ano, foi diretor da Ciretran de Penápolis. Ele somente deixou a função quando uma reforma administrativa desvinculou as Ciretrans da Polícia Civil.

Investigações de campo e interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça demonstraram que o Delegado recebia propina para liberar veículos apreendidos e com restrições administrativas que impediriam sua circulação e transferência de propriedade. Também utilizava de sua função para viabilizar que veículos furtados ou sinistrados ganhassem nova documentação, mediante a remarcação do chassi, possibilitando a sua negociação no mercado. O valor da propina recebida pelo Delegado variava de R$ 300 a R$ 3 mil, chegando a R$ 10 mil em alguns casos.

Os Promotores descobriram que o pagamento de propina era acertado em encontros que o Delegado marcava na sua residência, na própria Delegacia ou na frente da Ciretran de Penápolis – mesmo depois do mês de maio, o que ele fazia para dar aparência de que ainda atuava no local.

Nas interceptações telefônicas o Delegado também foi flagrado orientando um foragido condenado pela Justiça.

A “autoridade” – 35 anos de polícia –  às de costume ficou quietinho, sendo transferido para o presídio da Polícia Civil; onde – se verdade for – deverá permanecer até que seja demitido a bem do serviço público.

A CULPA É DO ELEITOR – Cardozão afirma que no Brasil até síndico de prédio é corrupto 25

Ministro diz que corrupção é ‘cultural’ no Brasil
22 Nov 2014

CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS. Versão oficial

Titular da Justiça, Cardozo afirma que País passa por processo ‘doloroso’ e critica cidadão que reclama dos políticos, mas comete ilícitos na vida privada

Beatriz Bulla / BRASÍLIA

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou ontem a “cultura social” brasileira, na qual “público e privado se misturam”, sugerindo que o comportamento da população está entre as “causas” da corrupção no País. De acordo com o ministro, a classe política é um “reflexo da sociedade” que, ao não distinguir o público e o privado, escolhe sem esse critério seus representantes “e depois os reprime sem olhar para si”.

As afirmações foram direcionadas aos que criticam os atos de corrupção da classe política, mas cometem ilícitos na vida privada. “O mesmo empresário que por vezes protesta, e com razão, dos desmandos dos nossos governantes é aquele que quando chega um fiscal de renda diz: ‘Bem, como podemos acertar isto?’”, criticou.

“Vivemos numa sociedade que até o síndico de prédio superfatura quando compra o capacho. E é o mesmo síndico que por vezes sai protestando dizendo ‘esses políticos’. Políticos eleitos por ele”, disse Cardozo, em evento da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Para o ministro da Justiça, pode-se dizer, ao mesmo tempo, que o Brasil vive e não vive uma República. As críticas dos brasileiros à corrupção entre os políticos, para Cardozo, são legítimas e a disseminação de práticas irregulares na sociedade não serve de desculpa para parlamentares e governantes que agem em desconformidade com a lei. “É evidente que temos que punir todos os corruptos, mas temos que atacar frontalmente as causas da corrupção.”

O ministro lembrou situações desde a chegada dos portugueses ao Brasil para apontar que o País tem um “histórico” que mostra que a distinção entre o público e o privado “não vem na nossa origem”. “Ainda vivemos sob o peso dos nossos mortos. E estamos tentando aliviá-lo.”

Cardozo defendeu o avanço na reforma política para superar os problemas atuais e disse ser favorável ao financiamento público de campanhas eleitorais. A forma atual do financiamento, para ele, é um ponto permanente de geração de corrupção. “Ou fazemos uma reforma política no Brasil ou continuaremos a conviver com uma mentalidade promíscua nas próximas décadas em relação a financiamento eleitoral e à forma na qual os nossos representantes são eleitos”, disse Cardozo.

Lava Jato. Na saída do evento, questionado sobre os desdobramentos da Operação Lava Jato, que investiga suspeita de corrupção e pagamento de propinas na Petrobrás, Cardozo defendeu um “equilíbrio” para que eventual punição das empreiteiras envolvidas na investigação não impeça a continuidade de obras públicas no País. “É fundamental que quem praticou atos ilícitos seja punido, mas ao mesmo tempo temos que fazer com que a economia do País não seja atingida”, disse.

Para o ministro, a legislação brasileira permite a possibilidade de combinar “sanções duras e rigorosas com o saneamento necessário para que a vida econômica não seja atingida”. Na semana passada, o advogado de um dos investigados chegou a dizer que não se faz obra pública no Brasil “sem acerto”.

500 anos de corrupção…( Se roubar é costume da terra, queremos o nosso! ) 12

santiago2500 anos de corrupção
22 Nov 2014

Foco na corrupção passada tenta inocular-nos o soro da letargia, normalizando o escândalo em curso
Demétrio Magnoli

De repente, como um raio no céu claro, o governo foi tomado por extraordinário interesse pela corrupção – no passado. Na Austrália, Dilma Rousseff ensaiou “listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram investigados”. A historiadora amadora, porém, só fingia falar sobre o passado: “Talvez esses escândalos que não foram investigados sejam responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”. Ah, sim!, trata-se, então, do presente.

Governantes deveriam exercitar a prudência ao especular sobre corrupção em governos anteriores. Se têm conhecimento de denúncias fundamentadas, a lei os obriga a deflagrar uma investigação policial e judiciária. Se não o fazem, a fim de manipular halos de suspeita em seu benefício político, incorrem no crime de prevaricação. Os áulicos, por outro lado, não sendo autoridades, podem especular alegremente. Nesses dias de Lava Jato, é fácil identificá-los por seus frêmitos de indignação moral com a corrupção pregressa.

O passado que preferem é o recente: o governo FHC. Do nada, adoradores do estatismo começaram a honrar a memória do incauto Paulo Francis privatista de 1996, submetido a processo intimidador depois de afirmar que “os diretores da Petrobras” constituíam “a maior quadrilha que já atuou no Brasil”. Mas, num tour de force, os neo-historiadores da corrupção já se aventuram em tempos anteriores, reavivando a memória da ditadura militar, que converteu em potências a Odebrecht, a Camargo Corrêa, a Mendes Júnior e a Queiroz Galvão, além de servir de berço para a OAS e a UTC. Logo, sua ira santa nos conduzirá ao estouro da bolha do Encilhamento, sob Deodoro da Fonseca, e às aquisições de escravos traficados ilegalmente por Paulino José de Souza, então ministro do Exterior, no Segundo Reinado.

O foco nos “500 anos de corrupção” não se destina a recordar que a corrupção nasceu antes de 2003, pois o óbvio dispensa explicação. A finalidade é entorpecer-nos, normalizando o escândalo em curso. Eles almejam dissolver a corrupção investigada na corrupção falada e o presente singular (a colonização partidária da Petrobras) no genérico histórico (a captura do poder público por interesses privados). Somos assim, sempre fomos, sussurram, inoculando-nos o soro da letargia, enquanto o ministro da Justiça critica a “politização” do escândalo (não a da Petrobras!). A corrupção mora na índole do povo brasileiro: “Cada um de nós tem um dedão na lama”, assegura um célebre empresário, enquanto a presidente antecipa que pretende violar a lei sobre declaração de inidoneidade (“A gente não vai colocar um carimbo na empresa”).

Não há lei que puna a corrupção da linguagem. Nos tempos bons, o lulopetismo anuncia-se como o Ato Inaugural: “Nunca antes na história deste país”. Nos tempos ruins, exibe-se como vítima da Tradição: “Nunca foi diferente na história deste país”. Mas a contradição sempre tem o potencial para se superar como dialética. Na Austrália, Dilma se esqueceu do tão recente “mensalão” para rotular o “petrolão” como o “primeiro escândalo da nossa história que é investigado”. Os áulicos já a seguem (afinal, é para isso que existem), saudando o Ano Zero da guerra à corrupção.

“Dilma agora lidera a todos nós”, anuncia o empresário dos dedos sujos de lama – que, casualmente, tem como maior cliente a estatal Correios. A narrativa do Ano Zero descortina possibilidades ilimitadas. Dilma “não sabia de nada”? Esqueça. Nos 12 anos em que dirigiu a Petrobras diretamente (como presidente do Conselho de Administração) ou indiretamente (como ministra e presidente da República), os partidos da “base aliada” privatizaram a estatal, desviando dezenas de bilhões de reais. Não é que a Líder dos Imundos “não sabia”. Sabia – mas, sábia, deixou a operação se alastrar para, no Ano Zero, pegar todos os bandidos juntos. Ah, bom!

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.

E o Oscar de melhor atriz vai para Dilma Rousseff, em ‘O Petrolão’! 49

GRITA BRASIL

Dilma mostrou presença em cena, com uma expressão corporal magnífica, ao falar sobre as prisões da operação Lava-Jato na cúpula do G20

por Claudio Schamis

20 de novembro, 2014

 

E o Oscar vai para Dima Rousseff pela cena em 'O Petrolão' ou 'Eu sou inocente'

Dilma, além de ter sido a primeira mulher presidente do Brasil, levará em 2014 o prêmio máximo da interpretação: o Oscar de melhor atriz, pela sua participação na reunião do G-20 na Austrália.

Na verdade, o Oscar se deu pela sua entrevista, quando falou sobre as prisões da operação Lava-Jato. O texto é fantástico. A interpretação, nem se fala. Dilma mostrou uma presença em cena, com uma expressão corporal magnífica. E o olhar dela? Nossa. Uau. Só vendo para acreditar no talento dessa mulher. Clap, clap, clap. Palmas, palmas e mais palmas. Tive que assistir ao vídeo da entrevista várias vezes para me certificar de que era mesmo a nossa presidente falando.

É claro que não vou conseguir passar toda a emoção de sua fala, aliás, seria humanamente impossível. Mas resumidamente, Dilma disse que não se pode condenar a empresa Petrobras, mas sim as pessoas. Tanto quem foi corrompido como quem foi corruptor. Não é lindo? Aproveitou também para dizer que agora sim podemos bater no peito – tá isso fui eu que acrescentei, talvez coloque até mais emoção – e falar que tivemos o primeiro escândalo da nossa história investigado. Mas peraí, e o mensalão? – ah tá lembrei, o “pai” dele disse que ele nunca aconteceu.

Dilma, ainda em sua fala, disse que essa investigação pode mudar o país para sempre, pois agora vai se acabar com a impunidade. Que o escândalo atual é diferente, porque vamos mostrar que ele não é engavetável, que ele está de forma absolutamente aberta. E que, independentemente de termos grandes empreiteiras envolvidas, não se pode “demonizar” o setor de construção civil, mas se A, B, C ou D (de Dilma) – faltou o L de Lula – praticaram malfeitos ou atos de corrupção – ué, isso não é um malfeito? – eles pagarão por isso. Ui… que medo.

Mas então…

Vocês perceberam ou é viagem minha? Se Dilma fala com tanta propriedade de que esse escândalo vai mudar o país, o rumo da história e coisa e tal, ou ela está totalmente blindada (sabe-se lá como), ou não sei mais de nada. Se o doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que Lula e Dilma sabiam como fica isso? Será que o doleiro morre antes de conseguir provar que Dilma e Lula não são isso tudo que os petistas e adoradores deles acreditam que eles sejam? Será que o doleiro está mentindo? Será que a punição será dada “até certo ponto”, igualzinho aconteceu com o mensalão que parou no José Dirceu?

Essas são perguntas muito pertinentes e as respostas com quase toda a certeza não serão também pertinentes e tampouco verdadeiras. Será que o STF irá aceitar meias respostas, meias verdades? Será que o STF não dará nome aos bois de verdade? Em outras palavras (como já disse em outra coluna), quadrilha é quadrilha, caixa dois é caixa dois e azul é azul?

Que o nosso STF tenha sabedoria suficiente para não distorcer os fatos e para enxergar de verdade que aquilo que está sendo mostrado é o que está sendo mostrado sem metáforas ou devaneios.

http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/e-o-oscar-de-melhor-atriz-vai-para-dilma-rousseff-em-o-petrolao/

STF julga inconstitucional a vinculação de salários entre policiais civis e militares e a autonomia de polícia científica com relação à polícia civil 29

Notícias STF

Plenário julga seis ADIs contra normas estaduais

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou um conjunto de seis Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) relativas a normas de quatro estados e do Distrito Federal. Entre as questões abordadas, estão a vinculação de salários entre policiais civis e militares, a autonomia de polícia científica com relação à polícia civil, participação de servidores em conselhos de estatais, indenização a vítimas de agentes do Estado e a vinculação de gastos dos municípios com a educação.

ADI 3777

Foi julgada procedente por unanimidade a ADI 3777, na qual é questionado o artigo 47, caput, da Constituição do Estado da Bahia, que estabelece vinculação isonômica entre os vencimentos de policiais civil e militares. No entendimento do relator, ministro Luiz Fux, o dispositivo se choca com a vedação expressa no artigo 37, inciso XIII, da Constituição Federal, segundo o qual é vedada a vinculação ou equiparação de espécies remuneratórias de servidores públicos. “A norma da Constituição Estadual a toda evidência fixa hipótese de vinculação remuneratória entre os policiais civis e militares”, afirmou Luiz Fux.

ADIs 2616 e 2575

Foram questionados em duas ADIs os artigos 46 e 50 da Constituição Estadual do Paraná, que instituem a polícia científica como mais um órgão da Segurança Pública do estado, ao lado da polícia civil e militar, segundo redação dada pela Emenda Constitucional 10, de 2001. No julgamento da ADI 2616, de relatoria do ministro Dias Toffoli, a emenda foi declarada inconstitucional, por unanimidade. Para o relator, a emenda apresenta vício de inciativa, uma vez que disciplina órgão administrativo, devendo portanto ser de iniciativa do Executivo.

A ADI 2575, sobre o mesmo tema, teve julgamento suspenso por pedido de vista do ministro Teori Zavascki. Nesse caso, o relator julgou parcialmente procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade da Emenda Constitucional estadual 10/2001, bem como para conferir interpretação conforme a Constituição Federal à expressão “polícia científica”, da redação originária na Carta estadual, afastando qualquer interpretação que lhe confira caráter de órgão de segurança pública. Para o relator, a polícia científica pode ser um órgão autônomo. “Nada impede que o órgão continue a exercer suas atividades, não precisando necessariamente ser vinculado à polícia civil”, afirmou.

O ministro Luís Roberto Barroso iniciou divergência ao entender que a atividade da política técnica é inerente à atividade da polícia civil, e que ela não pode estar pode estar fora da estrutura dos órgãos de segurança pública. Para o ministro, a redação original do artigo 50 da Constituição estadual também é inconstitucional.

 

Leia mais:
11/09/2006 – Adepol pede suspensão de artigo da Constituição baiana

26/02/2002 – Governo do PR questiona no STF criação de polícia científica autônoma

28/11/2001 – PSL ajuíza ação contra inclusão de Polícia Científica na Segurança Pública do PR

PERDEMOS MAIS UM COLEGA PARA O CRIME HOJE, O AGENTE POLICIAL GRACINÉSIO GOMES DUARTE: O “CHUMBINHO” 56

PERDEMOS MAIS UM COLEGA PARA O CRIME HOJE DE MANHÃ.

DOUTOR GUERRA,
COM GRANDE PESAR, SOLICITO AO SENHOR QUE PUBLIQUE O FALECIMENTO DE NOSSO COLEGA O AGENTE POLICIAL GRACINÉSIO GOMES DUARTE. O “CHUMBINHO”, QUE FOI ASSASSINADO NA ESQUINA DAS RUAS MANIFESTO E DO GRITO REGIÃO DO IPIRANGA NA MANHÃ DE HOJE.
ELE ESTAVA LOTADO NA DDM AOS FUNDOS DO 16 DP E ESTAVA TIRANDO SUAS LICENÇAS E FÉRIAS PARA SE APOSENTAR POIS COMPLETARIA 65 ANOS DE IDADE.
É MAIS UM QUE PERDEMOS NAS MÃOS DESSES VERMES.
NÃO VAI FICAR DE GRAÇA!!!
A FOTO DELE ESTÁ NA MEMÓRIA DA POLÍCIA CIVIL.
ERA UM BOM POLICIAL E MERECE NOSSA HOMENAGEM.
POR FAVOR, DOUTOR, FAÇA UMA BONITA PUBLICAÇÃO EM NOME DO NOSSO COLEGA E AMIGO!

——————————————————-

Lembrando que esse bom policial pelo simples fato de ser tio ( irmão da mãe ) do traficante NALDINHO , em 2005 – em razão da operação INDRA do DENARC – teve a sua reputação destruída.

Sendo processado criminal e administrativamente; por muito pouco não foi preso preventivamente. 

Adeus ao Dr. Gilvanzinho – Polícia busca dois acusados pelo latrocínio de delegado 23

Gilvanzinho era um bom rapaz e um colega decente. Filho do saudoso Dr. Gilvan que foi meu titular e grande camarada de muita conversa e cerveja.Que os dois se encontrem na paz do Criador.Que a família encontre consolo para a irreparável perda.

Que os criminosos e seus familiares suportem dores e aflições ainda piores do que a vítima e seus entes queridos.
Cadeia não é castigo para facínoras.É passatempo!

CONTRA MONSTRUOSIDADES, TORTURA NUNCA É DEMAIS!

Rcguerra

 

Um taxista suspeito de envolvimento com o crime está detido e teve a prisão temporária solicitada à Justiça. O táxi dele foi apreendido

Da Reportagem

Atualizado em 17 de novembro de 2014 às 21h10

Para a Polícia Civil, a morte do delegado Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, está esclarecida. Foi um latrocínio (roubo seguido de morte), conforme divulgaram em entrevista coletiva, nesta tarde (17), os delegados Rony da Silva Oliveira, seccional de Santos, Luiz Henrique Ribeiro Artacho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e Carlos Topfer Schneider, titular do 7º Distrito Policial (Gonzaga).

O taxista Felipe Soares de Oliveira, de 28 anos, acusado de envolvimento no crime, está detido desde a madrugada de hoje e teve a prisão temporária solicitada à Justiça. A polícia busca agora os dois ladrões apontados como autores da execução do latrocínio: Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22 anos, e um adolescente, de 17. Denúncias sobre o paradeiro dos foragidos podem ser transmitidas pelos telefones 181, 197 ou 190.

De folga, o delegado foi surpreendido pelos bandidos na Rua Pernambuco, no Gonzaga, em Santos, após sair de um prédio por volta das 22h30. A polícia diz que o taxista levou os comparsas ao Gonzaga e deixou o bairro com os bandidos com destino a São Vicente.

 

Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22, anos está foragido. Segundo a polícia, Dan e um adolescente de 17 anos assaltaram e mataram o delegado (Foto: Reprodução)

Danilo Rocha Ferreira, o Dan, de 22, anos está foragido. Segundo a polícia, Dan e um adolescente de 17 anos assaltaram e mataram o delegado (Foto: Reprodução)

Cerca de uma hora após o latrocínio, o taxista procurou a polícia para dizer que foi vítima de sequestro relâmpago, o que segundo o delegado Rony Oliveira foi uma tentativa de se criar um álibi.

“Ele tem uma conduta totalmente incompatível com taxista. Ele vai em vários locais, nesses locais os dois (comparsas) saem do carro, retornam sem efetuar pagamento. No local do crime, os dois descem e ele aguarda cerca de cinco minutos em fila dupla com o pisca-alerta ligado. Isso não é comportamento de taxista. Isso é comportamento de partícipe. Ele era na nossa convicção o piloto”, disse o delegado seccional.

Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, trabalhava na delegacia sede de Cubatão (Foto: Reprodução)

Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, de 46 anos, trabalhava na delegacia sede de Cubatão (Foto: Reprodução)

Arma

De acordo com a polícia, o próprio taxista informou a localização do imóvel, em São Vicente, onde estava a arma do delegado, que fora roubada durante o latrocínio. Uma arma usada pelos bandidos também foi recolhida no local. Na avaliação do delegado Luiz Henrique Ribeiro Artacho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, a indicação do local onde as armas estavam é “uma prova irrefutável de que o taxista tinha participação e conhecimento do latrocínio”.

 

Taxi utilizado pelos bandidos no crime está apreendido. (Foto: Diário do Litoral)

Taxi utilizado pelos bandidos no crime está apreendido. (Foto: Diário do Litoral)

Câmeras de segurança mostram que a ação foi muito rápida. Gilvan ficou encurralado pela dupla no portão de um edifício e levou o primeiro tiro no peito. Ao cair, ainda foi atingido na nuca com o chamado disparo de misericórdia.

A vítima ainda apresentava uma perfuração no ombro, que pode ser sido causada por um terceiro tiro ou por uma das balas que atingiu o peito e a cabeça. Apenas o laudo necroscópico poderá definir essa circunstância.

Pelas imagens, não é possível perceber se o delegado tentou sacar sua arma ou se os ladrões a perceberam em sua cintura e, por isso, já dispararam sem lhe possibilitar qualquer chance de defesa. A autoria dos tiros ainda é apurada, embora seja irrelevante sob o ponto de vista de responsabilização penal.

Entre os objetos furtados do delegado estavam um revólver Rossi 38 niquelado e uma corrente de ouro.

Sepultamento  

O corpo de Gilvan Marcílio foi sepultado no início da noite desta segunda-feira (17), na Memorial Necrópole Ecumênica. A vítima, que ingressou na Polícia Civil em 1993, era casada e deixa dois filhos: um menino de 8 anos e uma garota, de apenas 4.

Centenas de pessoas, entre familiares, amigos e colegas, acompanharam o funeral. Entre eles estavam o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, e o delegado geral do Estado, Luiz Maurício Souza Blazeck.

“Conheci o dr. Gilvan quando fui delegado seccional em Santos, no período entre 1990 a 1992. Profissional competente e pai exemplar, que foi morto de forma covarde, sem qualquer chance de defesa, lamentavelmente, como outras vítimas de crimes contra o patrimônio”, declarou Blazeck.

“Não podemos nos acostumar com isso. Infelizmente é um colega nosso, mas há outras vítimas neste país. São os senhores da vida e da morte, que julgam as pessoas, sem que assumam, efetivamente, um posicionamento daquilo que fazem”, completou.

Diretor da Polícia Civil na região, o delegado Aldo Galiano também lamentou o episódio. “Uma pessoa que enfrentou tantos desafios, tantas situações perigosas, ser vítima de um ato desse, num momento de lazer, que estava caminhando. Ele não esboçou reação nenhuma. Uma execução e sempre um menor envolvido”.

N/A

Centenas de pessoas, entre familiares, amigos e colegas, acompanharam o funeral no Memorial, em Santos

Fontes: Diário do Litoral e A Tribuna de Santos

Vídeo Noite de Gala do Jubileu de Platina da Adpesp – Chapa 2 – Nova ADPESP Presidente: Marilda Aparecida Pansonato 6


Discurso do Governador Geraldo Alckmin

Publicado em 18/11/2014
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, completou em 11 de novembro seus 65 anos de fundação e para celebrar a data, a entidade realizou na sexta-feira (14/11) a Noite de Gala do Jubileu de Platina com show de Guilherme Arantes, presença do Governador do Estado de São Paulo.

Em Noite de Gala, Governador Geraldo Alckmin prestigia o aniversário dos 65 anos da ADPESP – Chapa 2 – Nova ADPESP Presidente: Marilda Aparecida Pansonato 14

comunicado

Evento, que reuniu mais de mil convidados, apresentou inesquecível show de Guilherme Arantes e sorteio de valiosos prêmios

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, completou em 11 de novembro seus 65 anos de fundação e para celebrar a data, a entidade realizou na sexta-feira (14/11) a Noite de Gala do Jubileu de Platina com show de Guilherme Arantes e sorteio de um carro e quatro motos zero quilômetro.

A festividade, promovida no Clube Atlético Monte Líbano, reuniu mais de mil convidados, entre autoridades, associados, diretores e parceiros da ADPESP. O Governador Geraldo Alckmin juntamente com o Secretário de Segurança Pública, Dr. Fernando Grella, o Secretário de Planejamento, Julio Semeghini  e o Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio de Souza Blazeck, prestigiaram a festa que também contou com a presença do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, o Deputado Estadual Fernando Capez, a Deputada Estadual Maria Lúcia Amary, o Secretário Municipal de Esporte, Lazer e Recreação, Celso Janete, a Subsecretária de Assuntos Parlamentares do governo, Delegada Rose  e o representante TJSP, Dr. Kleber Leyser de Aquino, assessor de Assuntos de Segurança Pública.

A anfitriã do evento, presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, iniciou a solenidade recordando o legado de luta e conquistas da entidade, “nossa entidade de classe deu voz e identidade aos delegados de polícia, articulando de forma objetiva e vitoriosa todos os interesses e pretensões de todos nós…Muito ainda há para se fazer, muito trabalho nos espera. Mas hoje é um dia de festa, de alegria e de emoção, quando todos nós unidos por um lema ‘ação, lealdade e união’, nos irmanamos para desejar a nossa ADPESP os mais sinceros e efusivos parabéns”, concluiu a presidente.


Em seu discurso, o Governador Geraldo Alckmin enfatizou o pioneirismo da ADPESP por eleger a primeira mulher presidente que com seu perfil obstinado e ao mesmo tempo do diálogo e da interação, avançou na luta por grandes conquistas para a classe, “há uma caminhada, ainda, muito longa. Mas há avanços [conquistados], como: a Carreira Jurídica, o Adicional [Adicional por Direção de Polícia Judiciária], a Independência Funcional, o fortalecimento da Polícia Judiciária e Polícia Investigativa”, salientou o Governador do Estado.

Após o pronunciamento do Governador, iniciou-se a festividade social, com o jantar seguido do show do cantor e instrumentista Guilherme Arantes, que animou os convidados com os inesquecíveis clássicos de sua autoria.

Um dos momentos mais aguardados do evento foi o sorteio que premiou 20 associados com um carro e quatro motos zero quilômetro, além de dois televisores de 50 polegadas, 3 televisores de 40 polegadas e 10 tablets. A premiação, que contemplou o associado, Dr. Vicente S. de Almeida com um Fiat Pálio Zero km, contou com a participação dos parceiros patrocinadores: Qualicorp, Zurich Seguros, Odontoprev, Ademar Gomes Associados, Acrimesp, Arseg Corretores de Seguros, RP Med e Petroneti Informática.

 
Em seguida, a Diretoria Executiva se reuniu para o tradicional Parabéns pra Você que brindou o 65 anos da ADPESP. A festa foi encerrada com a apresentação musical do cantor Alexandre Arez, o espetáculo contagiou o público com um repertório que reuniu bolero, rumba, tango e grandes sucessos da música brasileira e estrangeira.

Luto em Santos: O delegado Gilvan Marcílio de Freitas Júnior foi assassinado 38

luto-laço-grande

O delegado da Polícia Civil, Gilvan Marcílio de Freitas Júnior, foi morto a tiros no bairro do Gonzaga, em Santos, por volta das 22h30 deste domingo (16). Ele trabalhava no Distrito Policial de Cubatão.

O crime já foi esclarecido e os autores identificados.

O corpo delegado morto será velado a partir das 14 horas no Salão União da Memorial Necrópole de Santos. O sepultamento ocorre às 19 horas.

“MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR INVESTIGADOR DE POLÍCIA” 9

Sr. Dr. Guerra:

Para que chegue ao conhecimento do universo policial, peço a gentileza de publicar em seu Blog esta “nota de falecimento”, sob o título: “MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR INVESTIGADOR DE POLÍCIA”.

Agradeço antecipadamente a atenção.

Jarim Lopes  Roseira, Presidente da IPA e integrantes do “Clube dos XXX”

 

choque

MORRE ABÍLIO ARMANDO ALCARPE, UM SENHOR

INVESTIGADOR DE POLÍCIA

Na antevéspera de completar 93 anos, faleceu no dia 14/11/2014, em São Paulo, o

Investigador de Polícia aposentado Abílio Armando Alcarpe, um nome, uma legenda.

Homem simples, mais de ouvir do que de falar, liderava a partir da sua rara

capacidade inata de fazer bem feito tudo o que a profissão lhe impunha: investigar.

Todos que com ele trabalharam são unânimes em atestar suas qualidades de policial de

excepcionais virtudes. Coragem e determinação eram suas marcas principais.

Deixou histórias de muito trabalho em defesa da sociedade, tirando de seu convívio

indivíduos perniciosos que escolheram a senda do crime. Fazia-o com competência,

mercê do seu tirocínio e obstinada dedicação ao mister que abraçou desde jovem.

Dizem seus antigos companheiros que Abílio jamais se atrasou para um compromisso

de trabalho, fosse em que hora do dia fosse, com intervalo para descanso ou sem ele.

Esse aspecto de sua vida foi lembrado no seu velório por seu inseparável

companheiro, o também Investigador aposentado Ari Dutra de Barros, quando houve

demora na cremação de seu corpo: “Não pode ser… em vida Abílio nunca se atrasou, não

há de ser agora, depois de sua morte que isso vai acontecer”, protestou Ari.

Sua imensa folha de serviços registra casos emblemáticos, como o da prisão do

temido marginal “Promessinha”, nos anos 60/70, ocasião em que, chefiando seu grupo,

Abílio se vestiu com roupas de um prestador de serviços qualquer, e com esse disfarce,

surpreendeu e algemou o temido malfeitor.

Atleta (boxeador), sempre manteve a forma física, o bom humor e a disposição para

tomar uma cerveja. Certa feita, eu, ele e mais um colega policial fomos comer peixes

num restaurante do ramo, em Itaquaquecetuba. Passava de treze horas quando pedimos a

primeira cerveja. A “saideira”, depois de uma dúzia, veio lá pelas dezessete horas e nem

vimos o tempo passar, tal a dinâmica da agradável conversa que compartilhamos.

No ano de 1969, Abílio foi um dos fundadores do Clube do XXX, entidade

que congrega policiais e que nesses 45 anos de vida nunca deixou de se reunir,

infalivelmente, uma vez por mês. Como o mais idoso do grupo, Abílio foi, por anos,

o seu decano, condição agora transferida ao também Investigador aposentado José

Nakandakari, de 82 anos.

No último adeus a Abílio, estavam presentes a viúva, os filhos, parentes, amigos

e seus velhos companheiros policiais da “velha guarda”, guardiões da tradição que se

mantém através do Clube dos XXX.

Jarim Lopes Roseira, Escrivão de Polícia posentado,

Presidente da IPA (International Police Association)

e membro do Clube dos XXX

DIA FESTIVO – O Governador Geraldo Alckmin comparece ao jantar de gala em comemoração aos 65 anos da ADPESP 44

Caros,
Ontem, dia 14 de novembro, vivemos um dia histórico para nossa Adpesp, por conta da comemoração dos 65 anos de sua criação.
Pela manhã, sessão solene na Alesp, onde o Deputado Fernando Capez nos homenageou em linda cerimônia que contou com nosso Delegado Geral, Deputado Arnaldo Faria de Sá e com colegas de todo estado que lotaram o plenário principal daquela Casa de Leis….

À noite, nosso jantar de gala que contou com a presença do Governador do Estado, Dr. Geraldo Alckmin, do SSP, Dr. Fernando Grella, do DGP, Dr. Maurício Souza Blazeck, do Secretário do Planejamento, Júlio Semeghini, dos Deputados Estaduais Fernando Capez e Maria Lúcia Amary, do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá entre tantas outras autoridades.
Em 65 anos de história, essa foi a primeira vez que o Governador do Estado se fez presente e ontem pudemos constatar o que o deslocamento do Chefe do Executivo envolve, razão de aumentar ainda mais nossa gratidão por sua presença, demonstrando o apreço e o respeito que hoje tem por nossa classe.
A presença dos colegas foi maciça e a noite seguiu festiva com show de Guilherme Arantes, Alexandre Arez e sorteios10 tablets, de 5 aparelhos de TV, 4 motos e um carro, fazendo ainda maior a alegria de vários de nossos colegas.
Durante quase um mês, preparamos com muito cuidado esses eventos, trabalhando muito para que tudo fosse perfeito e que essa data ficasse registrada na memória de cada um de nós.
Obrigada à toda equipe da Adpesp que não mediu esforços para alcançar o sucesso pretendido, aos parceiros que nos prestigiaram com a doação de prêmios valiosos, aos colaboradores que trabalharam arduamente nos bastidores para que tudo transcorresse da melhor maneira possível e aos colegas, cujas presenças foram o grande destaque, pois sem vocês, a festa não teria o brilho que teve.
Obrigada a todos… Fizemos história.
Fiquem com Deus,
Marilda

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