Deputado Antônio Olim : a “Justiça prevaleceu” 1

Dr. Guerra mais uma vez a mídia falha ofende julga e depois conserta e o MP também

por favor divulgue essa matéria pois quando é para difamar a gente ajuda, agora temos que ajudar a retratar, PARABÉNS OLIM

Leitor: Nascimento

https://www.metropoles.com/sao-paulo/caso-gritzbach-deputado-celebra-arquivamento-apos-citacao-de-delator

Caso Gritzbach: deputado celebra arquivamento após citação de delator

O deputado Antônio Olim disse que estava com a consciência limpa e que a “Justiça prevaleceu”. Olim foi citado por Gritzbach em delação

Enzo Marcus

02/04/2025 21:31, atualizado 02/04/2025 21:31

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Google News – Metrópoles

Marcelo S. Camargo / Governo doEstado de SP

Imagem colorida mostra o deputado delegado Olim, homem branco, de cabelo preto, vestindo terno escuro e camisa branca, falando em um púlpito transparente com um fundo de vegetação - Metrópoles

São Paulo — O deputado estadual Antônio de Assunção Olim (PP) comemorou, na noite desta quarta-feira (2/4), o arquivamento da investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) que o tinha como investigado, após o parlamentar ter sido citado na delação premiada de Antônio Vinícius Gritzbach, executado no dia 8 de novembro de 2024.

Ao Metrópoles, o parlamentar afirmou que “a justiça prevaleceu” e disse que, desde o começo, “estava com a consciência tranquila”.

Segundo as declarações, obtidas pela reportagem à época das investigações, Gritzbach, acusado de mandar matar o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, teria pagado propina a um advogado que prometia livrá-lo da investigação, dizendo ser próximo a Olim e ao então diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Fábio Pinheiro Lopes, conhecido como Fabio Caipira.

O advogado Ramsés Benjamin Samuel Costa Gonçalves teria cobrado R$ 5 milhões para livrar Gritzbach da acusação. Seriam R$ 800 mil em honorários e o restante em propinas pagas às autoridades. Como forma de pagamento, Gritzbach diz ter entregue dois apartamentos e feito uma transferência bancária de R$ 300 mil.

Homenagem ao Doidão Val Kilmer, Protagonista de “Heat” – FOGO CONTRA FOGO 5

Homenagem ao Doidão Val Kilmer, Protagonista de “Heat”

Hoje, o Flit Paralisante – Jornal da Polícia presta uma homenagem ao lendário ator Val Kilmer , que nos deixou , ontem , dia 1º de abril de 2025, aos 65 anos.

Kilmer – polêmico e meio “13” – foi um dos grandes nomes do cinema e eternizou seu talento em filmes icônicos como The Doors – O Filme, e o clássico policial Heat (1995), dirigido por Michael Mann.

Sua atuação como Chris Shiherlis , um criminoso ” um tanto dividido entre o bem e o mal “, extremamente leal à sua equipe, deve ser lembrada como uma das mais marcantes do gênero policial.

“FOGO CONTRA FOGO “: Um Marco no Cinema Policial

Em Heat , Kilmer dividiu a tela com os gigantes Robert De Niro e Al Pacino, em uma obra que redefiniu o gênero policial.

E a criminalidade organizada!

Serviu como fonte inspiradora …

O filme não apenas explorou o lado sombrio do crime organizado e da investigação policial, mas também mergulhou profundamente nas vidas pessoais dos personagens, mostrando suas fragilidades e dilemas morais.

Kilmer trouxe intensidade e humanidade ao papel de Shiherlis, um homem dividido entre suas responsabilidades familiares e sua vida criminosa.

Sua performance foi essencial para tornar Heat um dos maiores filmes policiais de todos os tempos.

Todo nosso respeito a “Dia de Treinamento , a mais completa personificação da realidade em forma de arte

Embora Dia de Treinamento (2001), estrelado por Denzel Washington e Ethan Hawke, seja outro grande marco do cinema policial, Heat ocupa um lugar especial no nosso coração e , verdadeiramente, na história do gênero.

Mas , enquanto o Dia de Treinamento explora as nuances da corrupção policial (retrato da polícia brasileira) e os dilemas éticos de seus protagonistas, Heat foca na relação entre criminosos e policiais como lados opostos de uma mesma moeda.

Ambos os filmes são obras-primas, mas o legado de Kilmer é inegável.

Outros trabalhos marcantes dele, como Tombstone (Doc Holliday), The Doors (Jim Morrison) ou Top Gun (Iceman).

Kilmer tinha um talento único para transformar personagens secundários em figuras inesquecíveis.

I’m So Tired – Desabafo de um Policial Civil no  Apagar  da Carreira 5

Desabafo de um Policial Civil no  Apagar  da Carreira

Estou cansado.

Não é o cansaço físico, aquele que o corpo sente após anos de jornadas extenuantes, noites mal dormidas e confrontos com o lado mais sombrio da sociedade.

É um cansaço mais profundo, que corrói a alma e mina a esperança.

É o cansaço de quem dedicou uma vida ao serviço público, à segurança das pessoas, e percebe que, ao fim da jornada, pouco ou nada mudou.

Minha insatisfação não é novidade para muitos colegas.

É um sentimento compartilhado por aqueles que vestem o distintivo ou a farda e que, dia após dia, enfrentam não apenas os desafios da profissão, mas também o descaso de quem deveria valorizá-los.

A falta de reconhecimento é uma ferida aberta.

Direitos básicos são tratados como favores; precatórios se acumulam como promessas esquecidas; licenças-prêmio se tornam armadilhas para a saúde, sem qualquer compensação justa pela insalubridade enfrentada.

O problema não é apenas econômico ou administrativo.

É cultural.

Vivemos em um país onde a segurança pública é tratada como um mal necessário, algo que precisa existir, mas que não merece investimento ou atenção real.

E nós, policiais, somos vistos como peças descartáveis de uma engrenagem que nunca para de girar.

Ao longo dos anos, vi governos de todas as cores e ideologias passarem pelo poder. Vi promessas serem feitas com palavras bonitas e sorrisos ensaiados.

Vi discursos inflamados em palanques e campanhas que prometiam “revolucionar” a segurança pública e valorizar seus profissionais.

Mas o que realmente mudou? Muito pouco.

O PSDB, com sua postura fria e distante, ao menos tinha a “honestidade” de não fingir proximidade com os policiais.

Outros grupos políticos preferem a “conversa mole”, aquela que ilude com tapinhas nas costas enquanto perpetuam o mesmo ciclo de abandono.

Como bem disse Boris Schnaiderman (sempre tem um Judeu a defender a humanidade) , “palavra bonita e tapinha nas costas” são as moedas de troca de quem nada tem a oferecer.

E nós?

Nós acreditamos.

Somos a “massa bovina fardada ou de distintivo”, sempre prontos para nos agarrar à próxima promessa eleitoral como se fosse a tábua de salvação em um mar revolto.

Mas as promessas não se concretizam, e o desgaste emocional e físico só aumenta.

A verdade é que o problema vai além dos governos.

Está enraizado em uma cultura que aceita pouco e se contenta com migalhas.

Somos treinados para resistir, para aguentar firme diante das adversidades.

Mas até quando?

Até quando vamos permitir que nossas vidas sejam consumidas por um sistema que nos vê apenas como números?

Chego ao último ano da minha carreira como policial civil com mais perguntas do que respostas.

O que deixo para os que vêm depois de mim?

Um sistema melhor?

Uma profissão mais valorizada?

Ou apenas as mesmas lutas intermináveis contra a indiferença e o descaso?

Talvez seja hora de repensarmos nossas estratégias como classe.

De nos unirmos não em torno de partidos ou ideologias, mas em torno de nossos direitos e nossa dignidade.

De fortalecermos movimentos independentes que não sejam reféns das promessas eleitorais.

Porque o problema não é apenas político; é também cultural.

E mudar uma cultura exige coragem, persistência e união.

Não podemos mais aceitar pouco.

Não podemos mais nos contentar com migalhas.

Este é meu desabafo, mas também meu chamado à reflexão.

Que meu cansaço sirva como alerta para os que ainda têm energia para lutar por um futuro melhor.

Porque eu acredito – ou quero acreditar – que ainda há tempo para mudar essa história.

Inspirado em texto – comentário/desabafo – de seguidor do Flit: EDUARDO, O TROUXA…A quem agradecemos!

Mais de 70% das pessoas perderam mais dinheiro do que ganharam 19

Jornal da Orla

29/03/2025● Josi Castro

reprodução/pexels

O Procon-SP realizou uma enquete sobre a percepção do consumidor em relação a jogos e apostas, que indicou resultados preocupantes.

Entre os participantes que afirmaram fazer apostas e/ou jogar on-line, 71% confirmam mais perdas financeiras do que ganhos e 39% atualmente possuem dívidas em razão da atividade.

O convite ao risco vem de toda parte.

A sedução é grande: propagandas que prometem ganhos gigantescos, formato acessível via celular ou computador; as apostas e os jogos on-line podem até ser um momento de diversão, mas têm se mostrado grandes armadilhas financeiras.

Perto de 48% dos que afirmaram “fazer sua fé” nos sites tipo ‘bet’ já comprometeram, em algum momento, parte da sua renda mensal, impactando diretamente o orçamento familiar e deixaram de pagar contas de consumo ou retiraram dinheiro de aplicações financeiras ou pediram dinheiro emprestado para jogar.

O questionário, com perguntas abrangentes sobre o tema, foi respondido por 1.533 consumidores que acessaram o site e as redes sociais do Procon-SP entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025.


Dentre os entrevistados, 89% declaram que recebem ofertas de jogos ou apostas em suas redes sociais ou celular; e 52% declararam que a publicidade com “celebridades” os influenciam na decisão de jogar ou apostar.

Estas informações chamam a atenção diante de um contexto em que cada vez mais personalidades conhecidas na internet – os influencers – fecham contratos com empresas do setor, sem que haja clareza sobre o vínculo ser comercial.

REDES SOCIAIS

O Jornal da Orla, por meio das redes sociais, também inquiriu seus seguidores quanto ao ato de jogar on-line. Entre os que afirmavam que arriscavam nesses sites, 82% afirmaram gastar menos de R$100 por mês e 18% jogam com mais de R$1000. Destes seguidores, 14% jogam por adrenalina, 29% apenas por diversão, 7% por vontade de enriquecer e 50% sem um motivo específico.

Neste mesmo universo, 6% confessaram que usaram aplicações financeiras ou pediram dinheiro emprestado para apostar on-line.

PATOLOGIA

Os dados expõem o que os consultórios de psiquiatria já constatam. “Tive um paciente que me procurou quando sua esposa deu um ultimato.

Naquela ocasião, ele já devia cerca de R$ 100 mil para pessoas que emprestaram dinheiro que ele usou para jogar pôquer. Ele estava tão viciado que não havia percebido”, revela a médica psiquiatra Ana Beatriz Tanios.

A especialista aponta que existem alguns sintomas que revelam a ludopatia, isto é, o vício de jogar e apostar. “Existem alguns aspectos que podem chamar a atenção e que é quando a pessoa deve começar a procurar ajuda.

Quando há uma certa irritação ou inquietude apenas pelo fato de não jogar; quando começa a desviar dinheiro que era destinados a necessidades básicas, como moradia, escola, alimentação; quando o ‘azar’ e a perda de dinheiro prejudicam relacionamentos afetivos, de trabalho ou educação, entre outros sintomas. No viciado, o jogo vira uma obsessão na maior parte do dia, e quando se tenta controlar por algum motivo, ele falha.

Há uma necessidade de aumentar os riscos, porque o cérebro acostuma com a liberação de noradrenalina e dopamina”, explica Tanios.

Para o médico psiquiatra Miguel Rezende, do hobby ao vício, basta uma emoção mais forte. “Se ganhar, vai querer jogar mais; se perder, vai querer recuperar o valor apostado.

O que vira compulsão.

Aquilo que para alguns pode parecer apenas uma brincadeira, pode se tornar um grande problema que impacta no bolso de quem joga.

E dentro de um quadro compulsivo, o jogador não tem noção da realidade, nem autocrítica suficiente para parar de disputar. Mas existe tratamento. Assim que reconhecer o vício, deve-se procurar um profissional especializado”.

YOUTUBE

Há pouco mais de 15 dias, o YouTube emitiu uma nota em que dizia sobre a proibição dos criadores de conteúdos mencionarem casas de apostas e sites de jogos de azar não aprovados pelo Google.

Desde o dia 19 de março, qualquer canal que cite as empresas proibidas poderá sofrer consequências listadas na política de uso da plataforma.

Os youtubers não poderão divulgar endereços de internet das bets e jogos de azar proibidos, incorporar links em imagens ou textos, publicar artes dos serviços (incluindo logo) ou falar sobre eles nos vídeos.

Antes dessa atualização, a plataforma já proibia meios de direcionar espectadores para casas de apostas ou cassinos.

A Vetusta Omissão da Polícia Civil e os Elos entre Ferros-velhos, Crimes Patrimoniais e Narcotráfico  8

A recente operação em ferros-velhos de Praia Grande, liderada pela GCM e parceiros, expõe um problema estrutural grave: a ausência de atuação do DEINTER-6 (por meio de suas Divisões, Seccionais , Delegacia de Investigações dos Municípios e Distritos ) nas ações de fiscalização e repressão a esse tipo de comércio ilegal.

Enquanto a força-tarefa multidisciplinar logrou apreensões e notificações, a omissão de um órgão especializado em investigações complexas revela uma lacuna estratégica, especialmente diante da articulação crescente entre receptação, crimes patrimoniais e tráfico de drogas. 

É notório que ferros-velhos funcionam como pontos de escoamento de mercadorias roubadas, como portões, janelas , torneiras , marcadores de água e luz , fios elétricos e equipamentos públicos, alimentando um ciclo de violência e prejuízos sociais.

No entanto, o cenário atual vai além: essas estruturas – os ferrolhos –  têm sido usadas como fachadas para o narcotráfico, principalmente para a venda de crack, que se alastra em áreas urbanas periféricas.

A falta de atuação proativa do DEINTER-6 — cuja competência inclui justamente o enfrentamento a redes criminosas organizadas — permite que esses estabelecimentos operem sob um véu de impunidade, onde o comércio de objetos ilícitos coexiste com a distribuição de drogas. 

A operação citada na matéria, embora relevante, limita-se a ações pontuais de fiscalização documental e apreensão de materiais, sem avançar na desarticulação das redes criminosas que sustentam esses negócios.

Enquanto a GCM e a Polícia Militar atuam na superfície, a ausência da Polícia Civil  impede investigações profundas, como o rastreamento de financiamento do tráfico  através da receptação e  a identificação de líderes que coordenam essas atividades.

A própria apreensão de réplicas de armas e veículos abandonados sugere vínculos com a segurança de facções, algo que demanda expertise investigativa especializada. 

Além disso, a descoordenação institucional fragiliza a eficácia das políticas públicas.

Não esquecendo que para a população há corrupção policial .

Se, por um lado, a participação de concessionárias como a Sabesp é essencial para identificar furtos, por outro, a falta de integração com o DEINTER-6 perpetua a fragmentação das informações, dificultando o mapeamento de conexões entre crimes patrimoniais e o narcotráfico.

O secretário de Segurança menciona a redução de índices de roubo ignorando os milhares de roubos e furtos qualificados não noticiados em razão do descrédito nas policiais .

A  omissão no combate ao tráfico/receptação  mina qualquer avanço, já que o crack alimenta outros delitos, como furtos  e roubos para sustentar vícios. 

Em síntese, é urgente que o DEINTER-6 assuma seu papel central nesse cenário, atuando não apenas de forma reativa, mas com inteligência policial e operações integradas, capazes de desmantelar as redes que se beneficiam da ilegalidade.

Enquanto isso não ocorrer, as ações contra ferros-velhos serão apenas medidas paliativas, incapazes de romper o elo perverso entre receptação, violência urbana e tráfico de drogas. 

O REGIONAL – PG combate receptação de objetos furtados…Polícia Civil não faz a lição de casa em nenhuma das cidades do Litoral

PG realiza nova força-tarefa em ferros-velhos para combater receptação de objetos
Vistorias foram realizadas em estabelecimentos na terça-feira (25)

Nova operação força-tarefa foi realizada na manhã desta terça-feira (25) em ferros-velhos de Praia Grande com o objetivo de coibir a receptação de produtos roubados e furtados, uma vez que é em muitos desses estabelecimentos que esse tipo de produto é comercializado. No início do mês, foi realizada a primeira ação, resultando no encerramento das atividades de seis estabelecimentos.

Nesta segunda fase da Operação Ferro-velho, foram vistoriados seis ferros-velhos, sendo que cinco foram notificados e fechados por falta de documentos, e seis foram notificados por falta de documentação dos bombeiros. Além disso, cinco pessoas foram levadas para a delegacia, quatro balanças foram apreendidas e até duas réplicas de arma de fogo foram apreendidas, entre outros objetos de procedência duvidosa ou ilícita.

Entre os conduzidos à delegacia, dois eram proprietários de ferros-velhos, já que em um dos locais foi constatada a ligação clandestina de água e, em outro, o furto de energia elétrica. Um veículo abandonado na frente de um dos locais também foi autuado e recolhido ao pátio municipal.

A ação contou com equipes da Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar, fiscais da Secretaria de Urbanismo (Semi), Secretaria de Meio Ambiente (Semi) e representantes de empresas concessionárias de serviços como Sabesp, CPFL e de telefonia, além do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (IPEM). A participação dos representantes dessas empresas é fundamental no reconhecimento dos materiais localizados, como fios e relógios de medição.

O secretário de Assuntos de Segurança Pública, Maurício Vieira Izumi, destacou mais uma vez que o objetivo da força-tarefa é diminuir os índices de roubo e furto ocorridos na Cidade, uma vez que muitos objetos furtados são levados para esses locais para serem vendidos. “Apuramos que objetos como portões, tampas de bueiro, relógios de água e até mesmo os fios de empresas de telefonia e de energia são levados para ferros-velhos para serem comercializados. Se atuarmos nessa frente, conseguiremos combater esse tipo de situação e reduzir os índices”.


Praia Grande, 28 de março a 3 de abril de 2025
ORG: PRAIA GRANDE | Segurança

Iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública visa aumentar a capacidade investigativa das Polícias Civis 2

Portaria que cria o Projeto Integra, vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc), foi publicado, nesta quinta-feira (27), no DOU

Publicado em 27/03/2025 16h04 Atualizado em 27/03/2025 16h34

Iniciativa do MJSP visa aumentar a capacidade investigativa das Polícias Civis

Foto: Divulgação

Brasília, 27/03/2025 – Fortalecer a capacidade investigativa das Polícias Civis dos estados e do Distrito Federal é o objetivo da Portaria nº 615/2025, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), publicada, nesta quinta-feira (27), no Diário Oficial da União (DOU). A ideia é enfrentar as organizações criminosas por meio do compartilhamento de ferramentas e soluções tecnológicas avançadas para desbloqueio, extração, análise e armazenamento de dados de dispositivos móveis, bem como promover a capacitação dos servidores que as utilizarão.

O Projeto Integra é vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc) e é dividido em três áreas: aquisição, fornecimento e entrega de equipamentos e soluções tecnológicas; capacitação, nivelamento e apoio técnico; e cadastro e acesso de usuários dos entes Federativos. A iniciativa é coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O titular da pasta, Mario Sarrubbo, ressalta que o trabalho é feito em várias frentes, com diversas iniciativas em parceria com os estados e o Distrito Federal. “É o MJSP financiando e levando tecnologia para os estados e o DF, com o objetivo de ampliar os sistemas de investigação e inteligência das polícias e, assim, potencializar o combate às organizações criminosas. É o Estado brasileiro atuando de forma efetiva”, define Mario Sarrubbo.

Os estados e Distrito Federal poderão, por intermédio de suas Polícias Civis, aderir ao Projeto Integra, mediante acordo de adesão, que estabelecerá as contrapartidas. Os equipamentos e soluções tecnológicas fornecidos pelo MJSP poderão ser doados às unidades da Federação participantes ao término da vigência do acordo.

O Enfoc consiste em um conjunto de ações para promover o entendimento sistêmico das organizações criminosas, promover a valorização dos profissionais da segurança pública e fortalecer a atividade de inteligência das instituições a fim de desarticular e descapitalizar os grupos que atuam na ilegalidade.

https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/iniciativa-do-mjsp-visa-aumentar-a-capacidade-investigativa-das-policias-civis

Toquinho Jeans, contrate a empresa de segurança do Delegado Geral ou pague um “tiquinho” lá na São Francisco 136  4


A tradicional loja de roupas Toquinho Jeans, localizada no Centro de Santos (SP), na cara da sede do PALÁCIO DA POLÍCIA CIVIL foi alvo de ladrões pela quarta vez em 2025, resultando em graves danos ao telhado e prejuízos financeiros recorrentes.

Os criminosos roubaram calhas e peças de cobre, destruindo cerca de 80% do telhado na última invasão.

Laura Yamakawa, proprietária de 68 anos, relatou perdas acumuladas superiores a R$ 7,1 mil neste ano, principalmente com a reposição do toldo, furtado repetidas vezes.

Apesar de medidas de segurança, a loja segue vulnerável, com os criminosos acessando o telhado por árvores ou prédios vizinhos. O problema se estende ao entorno, incluindo as ruas João Pessoa e XV de Novembro.

Laura pretende registrar um boletim de ocorrência e acionar o seguro, mas as autoridades ainda não se pronunciaram.


Laura, R$ 7.100,00 ( sete mil e cem reais ) é dinheiro de pinga para aqueles que dão proteção cruzada para ferrolhos-biqueiras!

E se prepare para a 5ª ( quinta ) !

Não é meramente coisa de nóias : É CRIME MAIS DO QUE ORGANIZADO!

O Silêncio que Mata Duas Vezes – O assassinato de Ricardo Gonçalves Rocha, o Rochinha , jornalista e ex-vereador de São Vicente, está prestes a cair no abismo da prescrição por corrupção da Polícia Civil

O Silêncio que Mata Duas Vezes

O assassinato de Ricardo Gonçalves Rocha, o Rochinha , jornalista e ex-vereador de São Vicente, está prestes a cair no abismo da prescrição.

Em 2005, dia 30 de março , sua vida foi brutalmente interrompida por balas que carregavam mais do que o chumbo ou aço que levavam: carregavam o peso da censura, da corrupção e do terror.

Foi executado, sob encomenda e paga,  por policiais civis e militares funcionários de empresa de segurança!  

Quase duas décadas depois, o crime permanece sem solução, e o que era para ser uma investigação em busca de justiça tornou-se mais um símbolo da indiferença institucional e da impunidade que assola o Brasil.

Rochinha não foi apenas morto.

Ele foi silenciado com o seu Jornal  — e, pior, desonrado.

Seus inimigos políticos, incapazes de vencê-lo em debates ou na luta pela transparência, buscaram manchar sua  honra ,  após sua morte.

Alegações infundadas, insinuações maldosas e campanhas de difamação foram usadas para desviar a atenção do verdadeiro crime: o assassinato de  homem que ousou enfrentar os poderosos buscando melhorar a sua cidade.

Diga-se, poderosos na política , nos crimes em geral contra a Administração Pública  e no tráfico de drogas.

A Prescrição: Um Golpe Final na Justiça

A prescrição do hediondo crime é iminente.

Quando isso acontecer, o Estado brasileiro , especificamente a Polícia Civil de São Paulo – que pouco fez –  terá falhado não apenas com Rochinha e sua família, mas com toda a sociedade.

A mensagem clara: no Brasil, quem denuncia pode ser morto, e os culpados podem simplesmente esperar o tempo passar até que a lei os absolva por inércia.

O caso Rochinha é emblemático porque reúne todos os elementos que tornam crimes políticos tão difíceis de resolver no país:

  • Interesses Cruzados : Rochinha denunciava corrupção e práticas ilícitas na política local. Seus editoriais e crônicas satíricas; além de materias assertivas fez muitos inimigos.
  • Inimigos que além de motivos para eliminá-lo, também dispunham de poder para manipular ou sabotar as investigações.
  • Negligência Institucional : Desde o início, as investigações foram marcadas por omissões inexplicáveis ( o local foi atendido por um delegado inimigo pessoal ) . as provas desapareceram, as testemunhas foram intimidadas e o caso foi tratado com descaso pelas autoridades responsáveis.
  • Delegados foram promovidos e aposentados por premiação como envolvidos com narcotraficantes.
  • Memória Apagada : Sem pressão popular ou midiática constante, o caso foi esquecido — um destino comum para crimes que envolvem figuras públicas incômodas.

A Desonra Após a Morte

Como não bastasse a violência física, Rochinha foi alvo de uma campanha de difamação após sua morte.

Seus inimigos políticos aproveitaram o vazio deixado por sua voz para construir narrativas falsas e enfraquecer seu legado.

Essa estratégia covarde é uma tática conhecida: matar honra da vítima para explicar ou minimizar o crime.

Essa desonra póstuma não afeta apenas Rochinha.

A herança será meu nome!

Ela é uma tentativa de silenciar todos aqueles que ousam desafiar estruturas corruptas e denunciar abusos de poder.

É um recado claro: quem fala demais não só perde a vida, mas também a dignidade aos olhos do público.

O Custo do Silêncio

O caso Rochinha expõe uma verdade dolorosa sobre o Brasil: crimes contra jornalistas e ativistas agredidos, vilipendiados e assassinados  nunca são tratados com a seriedade que merecem.

A liberdade de expressão é garantida pela Constituição, mas na prática ela tem um preço alto — muitas vezes pago com sangue.

E quando o Estado falha em investigar e punir os responsáveis, ele se torna cúmplice desse ciclo de violência.

A prescrição do crime será mais do que uma derrota jurídica; será um golpe mortal na memória coletiva e na luta por justiça.

Será a consolidação de um sistema onde vidas podem ser eliminadas sem consequências reais para os prejudicados.

Conclusão: Não Deixar Morrer Duas Vezes

Rochinha foi morto porque incomodava.

Sua morte está prestes a ser esquecida porque ninguém se importou em lutar por ele — nem autoridades, nem muitos daqueles que poderiam ter mantido sua memória viva.  

E a sua família foi intimidada!

Mas ainda há tempo para evitar essa segunda morte simbólica.

É preciso que a sociedade civil se mobilize para exigir

E respostas antes que seja tarde demais.

É preciso lembrar que crimes como esse – se levados aos Supremo Tribunal Federal – serão de repercussão geral , eles não atingem apenas a vítima direta; eles ferem toda a democracia ao calar vozes que lutam pela verdade.

Imprescritíveis!

Se deixarmos Rochinha cair no esquecimento, diremos aos assassinos — tanto os que puxaram o gatilho quanto os mandantes — que eles venceram.

Vamos contar às futuras gerações de jornalistas e ativistas que suas vidas valem menos do que os interesses daqueles que detêm o poder.

Não podemos permitir isso.

Justiça tardia ainda é justiça.

Mas a justiça negada é uma derrota irreparável para todos nós.

Que a memória de Rochinha não seja enterrada junto com as esperanças de justiça.

POUCO PINO PARA MUITA COCAÍNA 1

Prioridades Invertidas – Quando a Polícia Civil Ignora o que Realmente Aflige a População

Enquanto a apreensão de toneladas de cocaína destinadas ao tráfico internacional ocupa manchetes e gera discursos de combate ao crime, milhões de cidadãos seguem reféns de problemas cotidianos muito mais urgentes: a violência que assola todos os bairros, muito especialmente os  periféricos, a falta de iluminação pública por furtos de cabos de cobre, o desmonte de infraestruturas essenciais e a sensação generalizada de impunidade.

O furto qualificado de fiação das casas, luz , internet, telefone , grades, portões, torneiras, relógios contadores de água e luz etc.

Não é todo mundo que pode pagar para a empresa de segurança do Delegado Geral , né  ?

Enquanto o “DOUTOR” cuida dos abastados está dando uma de Nelson Piquet para o resto da população paulista.  

A ineficiência do Estado em priorizar o que realmente afeta a população não é apenas uma falha operacional, mas uma escolha política que perpetua desigualdades e mina a confiança nas instituições. 

Um defeito moral, diga-se!

O Teatro das Grandes Apreensões vs. a Realidade dos Pequenos Crimes 

A  recente apreensão de 2 mil quilos de cocaína pela Polícia Civil do DEINTER-6  , foi , sem dúvida, um feito relevante.

No entanto, celebrá-lo como “vitória” é ignorar o paradoxo gritante: enquanto órgão da Polícia Civil  investe recursos em operações espetaculosas, falha em combater crimes que corroem o dia a dia das pessoas.

Faz o mai$ , não faz o meno$!

Como explicar que uma polícia local , não obstante o pomposo e poupudo nome – DEIC –  consiga interceptar drogas destinadas ao exterior, mas seja incapaz de impedir que fios de cobre  sejam arrancados de postes, deixando bairros inteiros no escuro?

Ou que metais roubados paralisem serviços imprescindíveis e ainda deixando supostos “nóias” aterrorizarem toda a população da Baixada Santista, atualmente obrigada a acorrentar até seus portões.

Essa disparidade revela uma lógica perversa: ações midiáticas garantem visibilidade política, enquanto problemas estruturais – como a receptação organizada – são negligenciados por exigirem trabalho contínuo, investimento em inteligência e enfrentamento de redes criminosas entranhadas na economia informal. 

E perda de propinas, não é?

O Preço da Ineficiência e da Corrupção: Quem Paga a Conta? 

A população paga, todos os dias, o preço dessa inversão de prioridades.

Sem políticas eficazes contra o comércio ilegal de metais, por exemplo: 

Hospitais e Postos de Saúde –  enfrentam falhas elétricas que colocam vidas em risco. 

Escolas – têm aulas canceladas por falta de energia. 

Empresas –  perdem milhões com o aumento de seguros e reparos. 

Moradores , especialmente os  de periferias, não clientes do Delegado Geral , vivem sob a ameaça de violência de nóias e donos de bocas de fumo que operam impunemente. 

Enquanto isso, o escambo de bens roubados em ferrolhos  (comércios clandestinos) e bocas de fumo prospera, alimentado pela conivência de partes do setor privado, que compram materiais sem origem fiscalizada, e pela lentidão do poder público em regulamentar e fiscalizar. 

A Raiz do Problema: Por que Nada Muda? 

A resposta está na falta de vontade política  para enfrentar interesses milionários arraigados.

A receptação de metais movimenta um mercado bilionário, beneficiando desde pequenos receptadores até grandes indústrias que “lavam” produtos roubados em suas cadeias de produção.

Combater isso exigiria: 

Leis mais severas  contra empresas que compram materiais sem documentação.

Investimento em tecnologia  para rastrear a origem de metais. 

Integração de dados  entre polícias, concessionárias de serviços públicos e o setor industrial. 

Combate à corrupção institucionalizada na Polícia Civil ,  com muito mais vigilância em setores como DEIC, DIG, DISE e outros especialistas em tungagem.

No entanto, projetos que propõem reestruturação e modernização da Polícia Civil , emperram no Governo e na ALESP.

O Círculo Vicioso da Desigualdade  –  SEM DISCURSO DE ESQUERDA

Há ainda um componente social cruel: em muitos casos, os próprios autores dos furtos são vítimas de exclusão.

Jovens sem oportunidades, desempregados e moradores de áreas sem infraestrutura básica são cooptados por redes criminosas, que os usam como “bucha” para atividades de risco.

Enquanto o Estado não oferecer alternativas reais – emprego, educação e acesso à justiça –, o crime continuará sendo um “empregador” perverso. 

E seja de esquerda , centro ou direita: TODO POLÍTICO É TORTO!

É Hora de Repensar as Prioridades 

Não se trata de desmerecer o combate ao narcotráfico, mas de exigir que o Estado deixe de tratar a segurança pública como um espetáculo de resultados imediatistas/midiatistas.

A verdadeira eficiência se mede pela capacidade de proteger o cidadão comum dos problemas que  destroem sua qualidade de vida todos os dias. 

Enquanto postes continuarem sendo desmontados por criminosos à luz do dia, enquanto famílias perderem acesso à água por furtos de tubulações e enquanto o medo imperar nas periferias, discursos sobre “guerra às drogas” soarão como hipocrisia.

A população clama por um Estado presente não apenas nas operações de impacto, mas naquilo que, de fato, determina se uma sociedade é funcional ou falida: a garantia do básico. 

Chega de teatro. O que precisamos é de ação.

Última linha: que o GAECO e seus peritos verifiquem muito bem as duas toneladas de pó apreendidas pelo DEIC de SANTOS.

Alquimia: em vez de virar pó ( incinerados ) , podem virar dinheiro!