Governador Márcio França erra ao afagar a PM…A imprensa deve poupar os policiais ( especialmente aqueles que trabalham honestamente nas ruas ), mas denunciar com rigor os crimes , erros e vícios organizacionais…Para se ter um exemplo da segurança pública neste estado basta vir passear em São Vicente ( cidade do atual governador ) ; aqui na prática ( na pele e no bolso ) o cidadão constatará que a segurança pública é uma mentira…( Mas o talonário de multas de trânsito funciona muito bem, para aplicar multas não falta PM ) 15

Para governador, “imprensa deve poupar a PM”

Enquanto elogiava os policiais militares e anunciava a nomeação de médicos para o hospital da PM paulista, o governador Márcio França criticou a imprensa e apontou como as coberturas jornalísticas deveriam ser feitas.

“Gostaria que todas as pessoas e a imprensa, de maneira especial, pudessem respeitar esse trabalho, pudesse poupar esses homens, pudessem deixar esses homens para aquilo que são mais treinados: garantir a segurança pública. Essa é a principal tarefa dos senhores”, afirmou.

Apesar de a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes ter informado inicialmente que França atenderia a imprensa, ele deixou o local sem falar com os jornalistas.

O comandante Salles avaliou que a posição de França foi de indicar que, apesar da queda nos índices de crimes no estado, a imprensa, na sua avaliação, destacar apenas os índices negativos. “Sem a imprensa, não há democracia. Às vezes, é a base de nossas investigações. Por vezes, a notícia do problema vem pela imprensa”, disse.

Com pompa e circunstância toma posse um Comandante Geral bonzinho, bonitinho, bem educado e com discurso esquerdopata ( segundo a concepção da própria PM ) 13

Com ministro do STF e bancada da bala, comandante da PM toma posse e pede reflexão sobre mortes

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

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  • Luís Adorno/UOL

Nomeado novo comandante da PM (Polícia Militar) de São Paulo no último dia 26 de abril, o coronel Marcelo Vieira Salles, 51, foi empossado nesta sexta-feira (4) numa cerimônia realizada na Academia Barro Branco, zona norte da capital paulista. Amigo do governador Márcio França (PSB), ele é visto como defensor dos direitos humanos.

A cerimônia contou com a presença de França, do secretário da Segurança, Mágino Filho, do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, do prefeito Bruno Covas (PSDB) e de deputados estaduais e federais da chamada “bancada da bala”.

Segundo o novo comandante, a violência policial impõe a necessidade de uma reflexão maior sobre o treinamento policial. “Seja no preparo da nossa tropa, seja na atenção com a prevenção primária”, afirmou. No primeiro trimestre deste ano, houve redução de 17% na letalidade policial paulista. Na área até então sob comando de Salles, a queda foi de 31,5%.

Salles também lamentou as mortes de PMs no Estado. Nos três primeiros meses deste ano, houve alta de 88% no número de policiais militares mortos: passou de 9 ano passado para 17 este ano.

“Devemos reiterar as instruções no tocante ao comportamento na hora de folga. Muitas vezes, ele [policial] age em razão da função, do juramento que a gente faz de atuar com o sacrifício da própria vida. Essa postura voluntária do policial de querer prender leva a nisso”, afirmou.

Apesar disso, o comandante afirma que se sente seguro em São Paulo. “Por conta da qualidade das nossas polícias, instituições sérias, com grades curriculares que trabalham pela legalidade, direitos humanos e defesa da população”, afirmou. No último balanço divulgado pelo estado, em 25 de abril, os índices de estupros cresceram, e os demais apresentaram queda.

“PM precisa de reajuste”, diz comandante

Pedido constante das entidades de classe das polícias Militar e Civil, Salles afirmou entender “que a PM precisa de reajuste”. “Mesmo índice para todos: reserva, cabos, soldados. Precisa de reconstrução salarial”, afirmou. No entanto, ponderou que entende a crise financeira pela qual passa o estado.

Durante o evento, o secretário Mágino Filho afirmou que a melhor característica de Salles é o trato com as pessoas. “Nunca vi uma cerimônia de posse tão cheia quanto esta hoje”, afirmou. Segundo ele, a escolha “não poderia ter sido mais feliz”.

Em seu discurso de posse, o novo comandante chorou ao elogiar o pai, o subtenente Nelson de Almeida Salles, e sua família. “Minha maior referência de pai, homem público e brasileiro”, disse.

Para governador, “imprensa deve poupar a PM”

Enquanto elogiava os policiais militares e anunciava a nomeação de médicos para o hospital da PM paulista, o governador Márcio França criticou a imprensa e apontou como as coberturas jornalísticas deveriam ser feitas.

“Gostaria que todas as pessoas e a imprensa, de maneira especial, pudessem respeitar esse trabalho, pudesse poupar esses homens, pudessem deixar esses homens para aquilo que são mais treinados: garantir a segurança pública. Essa é a principal tarefa dos senhores”, afirmou.

Apesar de a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes ter informado inicialmente que França atenderia a imprensa, ele deixou o local sem falar com os jornalistas.

O comandante Salles avaliou que a posição de França foi de indicar que, apesar da queda nos índices de crimes no estado, a imprensa, na sua avaliação, destacar apenas os índices negativos. “Sem a imprensa, não há democracia. Às vezes, é a base de nossas investigações. Por vezes, a notícia do problema vem pela imprensa”, disse.

Pernambuco pagará R$ 350 mil à família de jovem morto após abordagem da PM 5

RESPONSABILIDADE OBJETIVA

O estado de Pernambuco foi condenado a pagar R$ 350 mil de indenização por danos morais e materiais à família de um adolescente que morreu após abordagem de policiais militares durante o Carnaval de 2006 em Recife.

O fato teve grande repercussão local e ficou conhecido como “Caso Ponte Joaquim Cardoso”. Segundo os autos, os policiais torturaram e espancaram um grupo de jovens e os obrigaram a pular em um rio. Dois jovens morreram por afogamento, entre eles Zinael Souza, que era menor de idade.

Tanto em primeira quanto em segunda instância, Pernambuco foi responsabilizado objetivamente pela ação dos policiais. Para o Tribunal de Justiça, não restaram dúvidas acerca da responsabilidade dos policiais pela morte dos jovens.

No Superior Tribunal de Justiça, o estado não discutiu a responsabilidade, mas o valor fixado como indenização, que seria exorbitante e estaria em desacordo com os parâmetros adotados pelo STJ. Por isso, pediu a redução para R$ 100 mil

O pedido, contudo, foi negado pelo ministro Francisco Falcão devido a uma particularidade: o juízo de primeira instância definiu o valor da indenização de forma cumulativa, englobando danos materiais e morais.

“Dessa forma, ao englobar os dois tipos de dano em uma só verba, sem fazer a especificação/distinção sobre cada um deles, a hipótese é singular, no que as decisões invocadas pelo recorrente [Estado] como paradigma a tanto não se prestam, já que fazem referência somente aos danos morais, não havendo como viabilizar a caracterização da similitude necessária para o fim pleiteado”, explicou Falcão.

A ausência de similitude fática apontada pelo relator levou ao não conhecimento do recurso especial, mantendo a condenação em R$ 350 mil. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

AREsp 1.239.498

EM ANO ELEITORAL VALE TUDO – Espera-se que a Polícia Civil não seja instrumentalizada para forjar provas de que o PCC é quem comanda os sem teto e financia candidatos de esquerda com o lucro da cocaína venezuelana 24

Polícia vai investigar ligação do PCC com ocupações em São Paulo, diz jornal

Suspeitas são de que a organização criminosa usaria como fachada essas moradias irregulares para esconder drogas, armas e traficantes

PAULO PINTO / Fotos Públicas
Prédio que desabou no Largo do Paissandu era ocupado irregularmentePAULO PINTO / Fotos Públicas

A polícia vai investigar uma possível ligação entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e as ocupações de São Paulo. As suspeitas são de que a organização criminosa usaria como fachada essas moradias irregulares para esconder drogas, armas e traficantes. As informações são do jornal O Globo.

A investigação tem origem nos relatos de moradores do prédio que desabou no Largo do Paissandu na última terça-feira (1º) de que movimentos de moradia cobravam aluguel dos sem-teto. Alguns disseram que pagavam até R$ 400 por mês para o Movimento da Luta Social por Moradia (MLSM), responsável pela ocupação que pegou fogo e ruiu.

Nesta quinta-feira (3), os investigadores concluíram que o incêndio começou por causa de um curto-circuito em uma tomada usada por uma família que vivia no quinto andar.

Embora digam que o MLSM ainda não foi alvo de inquérito, policiais que apuram ações do crime organizado veem semelhanças entre a atuação deste grupo e o antigo Movimento Sem Teto de São Paulo (MSTS), que liderou a ocupação do Cine Marrocos.

Em 2016, o Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) encontrou fuzis, carabinas e drogas escondidos num poço de elevador do edifício invadido. Segundo a investigação, o MSTS servia como fachada para o PCC. A facção usava o prédio como uma espécie de quartel-general e se aproveitava dos sem-teto para manter a polícia distante.

No terceiro dia de buscas por vítimas da tragédia, os bombeiros começaram nesta quinta-feira a usar equipamentos pesados para limpar os destroços.

Oficialmente, para os bombeiros, há quatro desaparecidos que podem estar sob os escombros: Ricardo Amorim, o Tatuagem, que era resgatado no momento em que a construção veio abaixo, Selma Almeida da Silva e os dois filhos gêmeos dela.

Ao longo do dia, mais três famílias comunicaram que não conseguem falar, desde terça-feira (1º), com parentes que viviam na ocupação. Zenaide Melo Souza, de 38 anos, por exemplo, procura informações do ex-marido, o confeiteiro Francisco Lemos Dantas, de 56 anos, o Nilson. Segundo ela, Nilson não atende o celular desde o dia do desabamento.

PMs ( aqueles ) de SP são afastados após irem a forró fardados e armados; veja vídeo 67

G1

Dois policiais militares de São Paulo foram afastados das funções por desvio de conduta após vídeo que circula nas redes sociais mostrar os dois se divertindo fardados e armados em bar de forró no Centro da capital (veja o vídeo AQUI).

O bar onde eles foram filmados fica no Largo da Concórdia. Em um dos trechos do vídeo, um PM aparece dançando com uma mulher. O cliente que registrou as imagens chega a comentar na gravação: “Era para estar trabalhando, mas está aqui dançando. Fazer o que, né?”. “Era para estar trabalhando, mas os caras tão bebendo cachaça”, continua.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os policiais já foram identificado nas imagens, mas os nomes não foram divulgados. Eles foram afastados das funções neste domingo (29). Testemunhas informaram que a gravação foi feita no sábado (28), mas a SSP ainda apura a data da festa.

Os dois militares foram conduzidos à Corregedoria da Polícia Militar e um inquérito será instaurado. O afastamento permanecerá até que as investigações sejam concluídas. “A PM ressalta que não compactua com desvios de conduta como os mostrados nas imagens”, diz a SSP em nota.

Mais uma “cagada” da gloriosa PM que pretende assumir a segurança pública em sua totalidade no estado de São Paulo…Não adianta prender esse tipo de PM, com esses tem que ser aço! 51

Três policiais militares presos em flagrante agora no DEIC.
Um oficial e dois praças do CGP 2 do 12 M.

Durante a ocorrência de hoje ( ontem, 1º de maio )   no Ibirapuera, eles abordaram um carro aleatoriamente e viram que o condutor era policial civil. Sem maiores indagações e sem usar de tirocínio ou inteligência, os PMs resolveram tratá-lo como bandido, pois alguns dos bandidos em fuga estavam supostamente usando roupas da Polícia Civil. Parece que houve até agressão física.

Com a ocorrência apresentada no DEIC, ela acabou se desdobrando. E o delegado viu que a versão dos PMs do CGP 2 do 12M não se sustentava, motivo pelo qual deu VOZ DE PRISÃO DE FLAGRANTE por tortura, abuso de autoridade e cárcere privado aos PMs.
Logo serão escoltados ao Romão Gomes.

Colaboração de leitor

Enquanto bombeiros buscam salvar vidas os “policiais militares de verdade” dão risadas da desgraça dos desabrigados 30

Nobre e Estimado Guerra, demais fraternos infantes, ótimo dia!
Está sabendo do desdobramento do QRU do ibirapuera de ontem?
S.M.J.,pra variar, a Tacanha Meganha, em sua incontrolável sanha, quebrou um PC na data de ontem, alegando confundi-lo com roubadores…
parece que p tira era do Deic, por isso, não se fodeu,e foi aviltado de ter seus direitos violentados, como já ocorreu em tantos casos.
Como o tira era brotherzaço, evitou-se a trivialidade de uma injustiça tão comum e descomunal.
Fritaram os mikes folgados, destemperados e mentirosos.
S.M.J., recebi tbm fotos do Qru do incêndio, onde diversos mikes aprazem-se com a desgraça alheia, alegando que morreu vagabundo.
Ocorre que lá residiam vários trabalhadores e lixos humanos tbm, mas os maiores vagabundos são os que orquestram a tomada do patrimônio alheio, cobram aluguem dos desguarnecidos, praticam cárcere privado impondo horário de recolher, e quando o prédio é desvalorizado ao extremo e comprado pela prefeitura por um polpudo acordo social, entram na justiça majorando o valor indenizatório o imóvel ora depreciado, ora desocupado e que o dono tinha custas absurdas pela desocupação, antes da invasão orquestrada.
Quem realmente são os criminosos?
Alguns que vibram com a desgraça alheia esquecem-se que ali residiam pais e mães e famílias e que neste Qru poderiam ter se perdido tantas outras vidas, inclusive dos honrosos bombeiros, que certamente responderão algum procedimento administrativo iníquo!
Abs a tds e tenham uma iluminada semana!

Colaboração do leitor: Desventuras em série

 

( Observação: PM de policiamento de área é quem afirma que bombeiro não é polícia de verdade! )

Dia 1º de Maio , às 10h00, no Cemitério São Paulo, homenagem pelo 39º aniversário da morte do Dr. Fleury, o Delegado que não deixou que o Brasil fosse transformado numa república comunista 164

O DOUTOR CARLOS ALBERTO AUGUSTO, POPULAR “CARTEIRA PRETA” E O INVESTIGADOR “PADRE”, ANTIGOS INVESTIGADORES DA EQUIPE, CONVIDAM OS COLEGAS OPERACIONAIS DA POLÍCIA CIVIL, A MAIS UMA JUSTA HOMENAGEM “IN MEMORIAM” AO INSIGNE HERÓI NACIONAL DELEGADO DR. SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY, A REALIZAR-SE EM SUA SEPULTURA JUNTO AO CEMITÉRIO SÃO PAULO, SITO À RUA CARDEAL ARCOVERDE, Nº 1.217. VILA MADALENA-SP., CEP 05407-001, NO PRÓXIMO DIA 01/05/2018, TERÇA-FEIRA, FERIADO, ÀS 10:00 HORAS, COM A PRESENÇA DE FAMILIARES.

“O VERDADEIRO AMOR CONSISTE EM PRATICAR O BEM AO POVO MESMO QUE ELE A ISSO SE OPONHA. A VERDADEIRA DEMOCRACIA CONSISTE EM GOVERNAR COM MÃO DE FERRO AS MASSAS INFANTIS E NECESSARIAMENTE DEPENDENTES” !!!

DELEGADO FLEURY. DIRETOR GERAL DO D.E.I.C.-SP. DE AGOSTO DE 1977 A 01/05/1979.”

 

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Neste domingo, mais um PM executado ( a facadas ) em São Vicente 11

PM aposentado é morto a facadas em São Vicente

Vítima se dirigia à igreja quando foi surpreendida por dois indivíduos

De A Tribuna On-line @atribunasantos
29/04/2018 – 11:01 – Atualizado em 29/04/2018 – 15:38
Vitima encontraria com a esposa na igreja quando foi
morto, neste domingo (Foto: Arquivo Pessoal)

O policial militar aposentado José Walter dos Santos foi morto a facadas, por volta das 7 horas deste domingo (29), enquanto se dirigia à igreja, onde  encontraria a esposa. O crime aconteceu na Rua Marcolino Xavier de Carvalho, no Tancredo Neves, em São Vicente.

No final da manhã, um suspeitos de ter participado do homicídio foi detido para prestar depoimentos.

Segundo a polícia, a vítima foi surpreendida por dois indivíduos. Enquanto um criminoso o imobilizou com um mata-leão (golpe de estrangulamento pelas costas), o outro deu diversas estocadas no peito do PM, que não resistiu aos ferimentos.

O caso segue sob a investigação do DP Sede de São Vicente. Ainda não se sabe a motivação do crime.

Livro ROTA 66 de Caco Barcellos – um mentiroso segundo o Conte Lopes – será transformado em filme…( No livro mentirosas de fato são apenas as versões policiais )   62

Violência não é contra bandidos, mas contra pobres, diz Caco Barcellos

“Rota 66”, livro do jornalista sobre brutalidade da polícia, será transformado em filme

João Carneiro
São Paulo
Caco Barcellos na Boutique Filmes, produtora responsável pelo longa de seu livro "Rota 66"
Caco Barcellos na Boutique Filmes, produtora responsável pelo longa de seu livro “Rota 66” – Gabriel Cabral/Folhapress

Caco Barcellos acena com a cabeça para responder que sim, ele já pensou em desistir de ser repórter.

“Eu fico indignado com a nossa pouca importância. A gente não representa nada. Representamos muito pouco em relação ao conjunto”, explica ele. “Você não vai acreditar, mas é a absoluta verdade: eu achava que por meio da minha pesquisa eles iriam parar de matar. Eu tinha essa ingenuidade.”

O jornalista se refere ao premiado livro “Rota 66 – A História da Polícia que Mata”, lançado por ele em 1991, que revelou um grande número de assassinatos cometidos por membros das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), grupo de elite da Polícia Militar de São Paulo.

A obra servirá de referência para um longa-metragem que começará a ser filmado neste ano. A trama, com um protagonista livremente inspirado em Caco, mostrará os passos de sua investigação sobre a atuação dos policiais. A produção é da Boutique Filmes.

Ele conta que se tornou jornalista por “muita sorte”. Estudava para ser engenheiro, em Porto Alegre, quando se interessou na produção de um jornal do centro acadêmico do curso. “E os únicos que toparam fazer o jornal foram um grupo de hippies da universidade. No primeiro mês, já estava morando com eles e fazendo, na verdade, um jornal para a comunidade hippie”, conta, rindo.

Mais tarde, um jornalista que viu a publicação o convidou para um estágio na redação de um diário da cidade, e Caco mudou de curso para seguir a carreira. Em 1982, entraria na Globo, onde hoje comanda o Profissão Repórter, programa de jornalismo investigativo com profissionais recém-formados. Ele agora vive em São Paulo.

Caco diz que concorda parcialmente com a afirmação, feita pelo jornalista Narciso Kalili na apresentação de “Rota 66”, de que ele seria um repórter “que tem lado” –o “dos mais fracos, o das vítimas”. “Acho que é dever do repórter estar sempre retratando o universo da maioria, e não o das minorias. Não é o que se vê, mas acho que é o nosso papel”, afirma.

“Se eu estivesse morando na Suíça, eu tinha que estar mostrando o universo dos Jardins todo dia. Mas a gente mora numa grande Etiópia de mais de 100 milhões de pessoas pobres e miseráveis. E acho que eles têm que ter uma voz mais ativa, um retrato mais forte que as minorias que não passam de 1% da sociedade brasileira.”

A relação de Caco com a polícia começou cedo. Em um capítulo do livro, ele narra sua própria fuga de uma viatura no bairro periférico em que morava, em Porto Alegre. “Nada fiz de errado, mas sei que devo fugir”, diz um trecho. “Antes de ser profissional, a informação batia na minha cara, no meu corpo, no dos meus amigos”, comenta.

“Desde que eu comecei a ler, fui um admirador dos escritores que tinham uma vida intensa fora da atividade intelectual. Que levavam para as páginas de seu romance de não ficção o que viveram na pele. Por exemplo, Jack London, [Ernest] Hemingway. Talvez por influência deles, depois que virei repórter, fiquei tratando de estar muito perto dos acontecimentos.”

A intenção inicial de Caco em “Rota 66” era demonstrar “o absurdo que é um país contrário à pena de morte praticá-la cotidianamente contra bandidos”. Ele diz que ficou “extremamente assustado” ao constatar, após sete anos de investigação, que a violência se dava “não contra os bandidos, mas contra os pobres”.

O jornalista conta que 63% das pessoas mortas que contabilizou nunca haviam cometido crime. “Estavam mortos, desqualificados moralmente pela imprensa. As famílias ofendidas pelo Estado, e a imprensa reproduz aquilo que o Estado diz”, afirma. “Infelizmente, na área de segurança pública, o Estado brasileiro é inimigo dos mais pobres.”

Ele critica os repórteres que reproduzem, sem apuração, as versões da polícia sobre supostos crimes. “Quem é o jornalista pra dizer que alguém é bandido? Que pretensão é essa? Que arrogância é essa? Não foi no local e chama: ‘Bandido!’. É relato do coronel. Você não é coronel! Se quer fazer esse relato, que tire o microfone e pegue numa arma.”

O Brasil, diz Caco, não tem pena de morte apenas “entre aspas”. “É um Estado que não dá o menor respeito ao suspeito de algum ilícito. Antes da investigação, mata. E sempre diz: legítima defesa. Legítima defesa. E o Judiciário mata junto, o Ministério Público mata junto quando nem sequer investiga a maioria desses crimes. Arquiva. Arquiva. Arquiva. Milhares de vezes por ano.”

“Claro que [a impunidade] contribui com a mentalidade corporativa, orientada pelos coronéis que dizem ‘Mata, que tem tudo a nosso favor’. Quando eu falo do Estado, não tô querendo só apontar a polícia como sendo a filósofa da execução. Acho que as elites da sociedade organizada matam junto, nesse sentido figurado.”

Caco faz questão de pontuar, em duas ocasiões da entrevista, que os autores de assassinatos na polícia são uma minoria e afirma que é “radicalmente defensor dos policiais corretos”. “É uma sacanagem ficar acusando a polícia. É um sistema que envolve todo mundo”, afirma.

“Tem muita gente bacana atuando. [Também] no Ministério Público, juízes. Mas tem juízes como aquela do Rio de Janeiro que fez aquela desqualificação moral da Marielle Franco [referindo-se à desembargadora Marilia Castro Neves, que disse que a vereadora estava “engajada com bandidos”]. Olha o nível de uma mulher como essa! Vai ver o trabalho dela, como é que ela faz a caneta dela. Explica muita coisa.”

Ele evita responder perguntas sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro e o assassinato da parlamentar, dizendo que está trabalhando nos temas para a Globo. Afirma, porém, que a morte de Marielle faz parte “desse cenário de cultura da violência”, e que o fenômeno da desmoralização de sua imagem após o ocorrido é “típico do matador”.

Diz também que não consegue opinar sobre a prisão e posterior soltura, na quarta (25), de 137 supostos membros da milícia carioca, porque não investigou os fatos. “Eu não quero me misturar com opinião”, dizia ele em outro momento. “Se eu tenho alguma importância, é no que eu faço [jornalismo noticioso].”

“Uma vez, uma TV me convidou pra ser apresentador de um programa. Falei: ‘Cara, como é que você me convida pra ser apresentador? Não posso dizer que eu seja um grande repórter, mas não estou entre os piores. Agora, como apresentador, com certeza eu tô entre os piores!’”, diz. “Eu adoro a rua, e tem gente sabida dando opinião demais, e menos na reportagem.”

Aos 68 anos, Caco continua fazendo matérias em condições adversas. Recentemente, viajava para o México para acompanhar, sob o sol, o périplo de imigrantes que tentam cruzar a fronteira americana –ele conta que as experiências são “uma alta diversão”. “Eu não quero perder aquela chance de estar lá”, diz.

Mônica Bergamo

Está na Folha desde abril de 1999. Na coluna, aborda diversas áreas, entre elas, política e coluna social.

OAB já reconheceu nome social a 62 advogados e advogadas trans 3

DIVERSIDADE DE GÊNERO

OAB já reconheceu nome social a 62 advogados e advogadas trans

Por Claudia Moraes

Desde que a Ordem dos Advogados do Brasil reconheceu que travestis, transexuais e transgêneros podem usar nome social no lugar do nome civil para exercer a profissão, a entidade emitiu 62 certidões com as alterações.

A autorização foi dada em 2016, por meio da Resolução 5/2016 do Conselho Federal. Desde o ano seguinte, quando o texto entrou em vigor, 11 estados e o Distrito Federal emitiram carteiras da OAB para trans.

A Bahia foi o estado com mais registros até o momento, com nove documentos. O Distrito Federal ficou em segundo lugar, com oito. A única região do país sem emissões, por enquanto, é a Centro-Oeste.

Segundo a resolução, o registro deve seguir “a designação pela qual a pessoa travesti ou transexual se identifica”, mediante solicitação prévia.

Associação Paulista de MedicinaMárcia Rocha foi a primeira advogada a ter o nome social incluso na certidão da OAB. 

A advogada transexual Márcia Rocha foi quem recebeu a primeira certidão do país, da seccional São Paulo, em janeiro de 2017. Depois da carteira de identidade profissional de Márcia, São Paulo emitiu outras cinco.

Como Márcia Rocha ainda não alterou o registro civil, na carteira da OAB-SP aparecem os dois nomes, o civil e o social. Mas ela não vê problema nisso e diz que sempre foi respeitada no exercício da profissão.

Destaca que em um acórdão do TJ-SP, quando fez sustentação oral durante um julgamento, foi publicado apenas  o seu nome social. “Muito respeitoso da parte do tribunal”, diz. “Em São Paulo não há burocracia para pedir a alteração à OAB, é uma solicitação simples, sem necessidade de apresentar novos documentos”, completa a defensora.

Em fevereiro, foi a vez da seccional de Pernambuco emitir o documento pela primeira vez para a advogada Robeyoncé Lima. Ela preferiu alterar o registro civil antes de pedir a nova carteira, para não ficar com os dois nomes no registro da OAB. De acordo com Robeyoncé, o processo judicial demorou cerca de oito meses.

OAB-PE Robeyoncé Lima recebeu a carteira com novo nome em fevereiro.

Após conseguir a mudança no registro civil, demorou cerca de dois meses para a OAB-PE emitir a nova carteira. “Perdi a vergonha de mostrar o documento. Antes ficava constrangida, porque não me representava, não correspondia a pessoa que eu sou”, afirma Robeyoncé.
Veja o quadro de emissões pelo país:

Amazonas 6
Bahia 9
Ceará 4
Distrito Federal 8
Maranhão 6
Minas Gerais 2
Paraíba 4
Pernambuco 1
Rio de Janeiro 6
Rio Grande do Norte 4
Rio Grande do Sul 6
São Paulo 6
Total 62

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2018, 8h46

Machismo e ideias de privilégio masculino na Polícia Militar: PMs bêbados e fardados armam barraco em puteiro e ganham 13 dias de descanso 39

INDIGNAÇÃO E DESABAFO COM RELAÇÃO AO PERFIL ACEITO PELA GLORIOSA PM DE SP

Olá Dr Conde e seguidores do mesmo venho aqui deixar registrado minha indignação não só como esposa de um Policial bem como uma cidadã que acredita que por detrás de uma farda existe um civil com uma conduta ilibada com um minimo de moralidade para representar e aplicar as Leis aqueles que os mesmos julgam como sendo infratores.

Bem no anexo que segue 2 PM SÃO PEGOS FARDADOS,BÊBADOS DENTRO DE UM CABARÉ PARA NÃO FALAR PUTEIRO E EM CONFUSÃO COM GUARDAS NOTURNOS.
E PASMEM NO FINAL ; …TRANSGRESSÃO GRAVE. FICA PRESO POR 13 DIAS ,SEM FAZER SERVIÇO .PERMANECE NO COMPORTAMENTO BOM. O QUE ?????????????? O QUE SERIA COMPORTAMENTO RUIM PARA A PM ? POLICIAL FARDADO BÊBADO ETC… MEU PAI NA DÉCADA DE 70 UM TAMBÉM POLICIAL DETESTAVA CIVIL BÊBADO EM PORTA DE BOTECO IMAGINE UM POLICIAL.
Daí eu passo a entender o porque quando as esposas ao procurar o Comando para relatar problemas de ordem pessoal mas estes que surgem durante o exercício da função acabamos sendo humilhadas,ignoradas e até intimidadas. Claro para A PM ESSA CONDUTA NÃO É NADA É COISA DE MULHER DESPEITADA….
Isso é mais comum do que possam imaginar se aí eles perto do Comando Geral com Oficiais de prontidão os PMs fazem isso imaginem no interior a fora.
Com “PUDER” MAS SEM MORAL!
Coitada das namoradas, noivas e esposas que pensam que estão trabalhando e estão nos puteiros .
Que homem é safado,mulherengo até aí da para engolir essa desculpa esfarrapada e machista só não cabe para justificar DESVIOS DE CONDUTA ,TENDÊNCIA A PROMISCUIDADE E A FALTA DE DIGNIDADE DE PRINCÍPIOS ÉTICOS,MORAIS E ESPIRITUAIS.
Exibindo IMG-20180427-WA0004.jpg
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Mas quando um paisano qualquer ou policial civil arruma confusão em puteiro sob a segurança de PMs acaba todo arrebentado e algemado.
Enfim, policiais militares rotineiramente cometem infrações de todas as naturezas, contando com a proteção da corporação.
Só não contam – aparentemente – com a proteção e silêncio das suas esposas…kkk

Estranha “justiça” do Brasil, se a inglesa EMI agiu de forma fraudulenta em sua gestão das vendas e rendimentos sobre os discos dos poderosos e tambem britânicos Beatles, imaginem o que não roubou do genial baianinho ingênuo: João Gilberto

EXCESSO DE PEDIDOS

João Gilberto é multado por questionar no STJ perícia sobre direitos autorais

O Superior Tribunal de Justiça negou recurso da defesa do cantor e compositor João Gilberto para que fosse derrubada nova perícia no processo contra a gravadora EMI Records. Como já havia decisão monocrática contra o pedido, ele foi multado em 1% do valor da causa por ter apresentado agravo interno e perdido de novo na 3ª Turma.

Esse é o terceiro recurso apresentado pela defesa de João Gilberto. Cantor pede indenização de R$ 172,7 milhões.

O cantor cobra indenização de R$ 172,7 milhões por violação de direitos autorais da gravadora e royalties pelo período de 1964 e 2014. Pede também que sejam reconhecidos danos morais pela utilização de suas músicas em um comercial.

A defesa do cantor alegou ainda que a gravadora apresentou documentos insuficientes e indicou um valor aleatório devido entre 1992 e 1996, período de comercialização do álbum O Mito, que incluía material dos discos fundamentais de João.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro havia concordado com pedido da gravadora e determinou nova perícia por outro profissional. Já o autor questionava essa decisão.

No STJ, o ministro Moura Ribeiro afirmou que discussão sobre a suficiência ou não dos documentos apresentados pela EMI e a necessidade de nova perícia demandariam o reexame do conjunto fático-probatório, incidindo na proibição da Súmula 7 da corte.

“A hipótese abrange longo período de apuração dos valores devidos na condenação – 1964 até 2014 –, ou seja, 50 anos, demandando solução que se ajuste à complexidade fática da causa e às novas realidades tecnológicas, sendo tal mister de competência das instâncias de cognição plena”, afirmou o relator.

Por unanimidade, o julgamento do STJ confirmou a decisão monocrática, que em maio de 2016 não conheceu de recurso especial interposto pelo cantor. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

AREsp 1.048.407

O João Gilberto reclama o desfalque de R$ R$ 172,7 milhões por violação de direitos autorais da gravadora e royalties pelo período de 1964 e 2014. Para os Beatles , de 1962 a 2007 , foi obrigada a desembolsar UM BILHÃO !

Procuradoria Geral da República aborta quartelada jusmilicante patrocinada pelo Major Olímpio…Falando sério, não é sério levar a Gleisi Hoffmann a sério 81

PGR arquiva representação contra Gleisi por entrevista à Al Jazeera

Gustavo Maia

Do UOL, em Brasília

  • Sérgio Silva / Agência PT

A PGR (Procuradoria-Geral da República) determinou nesta quinta-feira (26) o arquivamento de representação apresentada na semana passada contra a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, por conta de vídeo veiculado pelo canal de TV Al Jazeera, que pertence ao governo do Catar, no qual ela convidou “a todos e a todas” a se juntarem à campanha pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) –preso desde o dia 7.

Na decisão, assinada pelo vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, ele afirma que o que foi dito por Gleisi “é um discurso político, em legítima manifestação de seu pensamento e de sua opinião”. “Sua manifestação não caracteriza conduta típica, punível e culpável, em nenhuma das inúmeras hipóteses veiculadas nas normas supra transcritas. Nem em qualquer outra norma”, escreve Maia.

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Ele se refere à imputação feita pelo deputado federal Major Olímpio (PSL-SP), que apresentou a representação, de que a petista poderia ter cometido crimes enquadrados nas disposições da Lei de Segurança Nacional.

O vice-procurador-geral listou na decisão as declarações de Gleisi no vídeo:

– Lula é um preso político;
– A prisão de Lula é continuidade do golpe de 2016, que tirou a presidente Dilma do poder;
– Lula não cometeu crime;
– Que o governo tira direitos dos trabalhadores;
– Que as reservas estão sendo entregues a empresas estrangeiras petrolíferas;
– A política externa brasileira é influenciada pelo Departamento de Estado americano;
– A maioria do povo quer viver como nos tempos de Lula;
– Pesquisas mostram que Lula será eleito;
– O objetivo da prisão é não permitir que Lula seja eleito;
– O povo está resistindo a essa injustiça;
– Estão acampados em solidariedade a Lula;
– Convida à luta para ter Lula livre.

“Não havendo necessidade de qualquer outra instrução probatória, sendo suficiente para apreciação do tema a documentação (inclusive mídia) já existente, e havendo prova de não ocorrência de qualquer fato típico, punível e culpável, por se estar em situação de exercício legítimo da liberdade de expressão e de pensamento, determino o arquivamento desta notícia de fato”, conclui.

Em nota, Gleisi afirmou que a decisão “deve dar um basta na exploração motivada por má fé ou ignorância por parte de adversários políticos”.

“A prisão política do maior líder popular da história do Brasil tem impacto internacional e desperta o interesse das nações e dos veículos de imprensa em todo mundo. Assim como tenho atendido aos pedidos de entrevista de inúmeros veículos de comunicação, continuaremos denunciando essa situação injusta, lutando pela liberdade e pela inocência do presidente Lula”, declarou a senadora.

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Político tem imunidade para falar e escrever  o que bem entender, desde que pertinente ao mandato.

Nada lhes acontece!

A senadora fala as suas mentiras e o Major as dele.

E assim seguimos como espectadores de tantas baboseiras protagonizadas por bando de gente  apenas preocupadas com os seus próprios interesses e de seus respectivos grupos de poder.

A Senadora discursa para uma dita esquerda ignorante e sequiosa de riqueza. E capitaliza votos!

O Deputado discursa para uma direita tão ou  mais ignorante e também tão ou mais sequiosa de poder e de um pedaço do butim.

E , também, capitaliza mais votos!

Ambos estão reeleitos.

Viva o Partido da Ignorância do Brasil!