Prefeito do PSDB que tinha mais de 5 milhões no colchão de casa ficará preso até que o partido encontre um Desembargador ou Ministro afável que lhe devolva a liberdade…Se um prefeito de uma cidade pobre e nanica tinha essa grana em casa, imaginem o quanto não roubam os prefeitos de cidades muito mais ricas 19

Policiais federais contabilizaram dinheiro encontrado com prefeito de Mongaguá, SP (Foto: G1 Santos)

Justiça determina prisão preventiva do

prefeito de Mongaguá

Artur Parada Prócida é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva

Sandro Thadeu
Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS
11/05/2018 – 22:16 – Atualizado em 11/05/2018 – 22:43
Defesa de Artur Parada Prócida vai entrar com pedido de
habeas corpus no STJ na  segunda-feira (Nirley Sena/AT)

O desembargador federal Maurício Kato, da Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), decretou, na noite desta sexta-feira (11), a prisão preventiva do prefeito de Mongaguá, Artur Parada Prócida (PSDB). E o Município seguirá sem comando, situação que pode se arrastar até terça-feira (15), segundo a Câmara.

O magistrado homologou o flagrante da Polícia Federal (PF) em relação aos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, considerando-o formalmente em ordem, e decretou a preventiva sob o fundamento de ser a prisão cautelar do tucano necessária para garantir a ordem pública.

O advogado de defesa do chefe do Executivo, Eugênio Malavasi, afirmou que impetrará o habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) na próxima segunda-feira (14).

Na manhã da última quarta-feira (9), Prócida foi flagrado pela PF com R$ 5,3 milhões, em casa, durante a Operação Prato Feito, que investiga fraudes na contratação de empresas fornecedoras de merenda em 30 prefeituras paulistas, entre elas Cubatão, Mongaguá e Peruíbe.

O presidente da Câmara, Rodrigo Casa Branca (PSDB), tentou assumir a Prefeitura na tarde desta sexta, com base na Lei Orgânica (a Constituição do Município), mas não conseguiu.

Ele justificou que o cargo de chefe do Executivo estava vago com a prisão de Prócida e com a suspensão do exercício da função pública do vice, Márcio Cabeça (PSDB), conforme determinado pela 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo, por conta da suspeita do envolvimento em fraudes e a possibilidade de ele destruir provas no cargo.

Casa Branca chegou a enviar um comunicado à diretora do Fórum, Andréa Aparecida Nogueira Amaral Roman, e à juíza da 189ª Zona Eleitoral (que abrange a cidade e Itanhaém), Helen Cristina de Melo Alexandre, para dizer que assumiria o comando do Paço Municipal.

Na Prefeitura, ele protocolou um ofício endereçado ao diretor dos Serviços Internos, Rogério Alves do Nascimento, e ao procurador geral do Município, Eduardo Garcia Cantero, para ir ao prédio público neste sábado (12), às 8 horas, e que ambos permitissem o acesso a diversos documentos, em especial àqueles que dependem do aval do chefe do Executivo.

Casa Branca solicitou ainda um relatório discriminando as localizações de todos os demais processos administrativos, com respectivos assuntos e numerações e a relação de todos os contratos em vigência, assim como verificar todos os empenhos e pagamentos efetuados desde a última quarta-feira e os extratos bancários das contas feitas pelo Município.

Ao protocolar o documento, o diretor do Departamento Jurídico, Douglas Guarnieri, e o chefe de gabinete de Prócida, Antônio Moisinho, alegaram que o prefeito seguia no cargo, mesmo preso, e que o impedimento estaria restrito ao vice. Portanto, os pedidos foram negados.

Segundo informações da assessoria de imprensa da Câmara, a Procuradoria Geral do Município se comprometeu a dar um retorno sobre a legalidade de Casa Branca assumir a Prefeitura até o fim da tarde da próxima terça-feira. Se a resposta for negativa, o vereador deverá ingressar na Justiça pleiteando uma liminar para poder assumir o Executivo.

A Tribuna tentou contato por diversas vezes com a assessoria de imprensa da Prefeitura, Moisinho e Cabeça, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Conforme apurado pela Reportagem, a equipe ligada ao prefeito ainda mantinha a esperança que ele conseguiria uma decisão judicial para libertá-lo.

O plano B seria Cabeça conseguir uma liminar (decisão provisória e de caráter imediato) para que ele assumisse a Prefeitura, evitando que um adversário político de Prócida assumisse o Paço Municipal.

PARIDADE E INTEGRALIDADE garantidas, mais promoção a posto imediato – Um soldado não pode ganhar apenas R$ 3.143, diz comandante, mas o que ele não conta é que os soldados ganham inicialmente pouco pelo fato de se aposentarem ganhando muito bem…Lembrando que há cerca de 1.300 coronéis em São Paulo e mais 14.000 oficiais intermediários e de alta patente…E qual empresa paga R$ 3.143 inicias a jovens com apenas o 2º grau sem quaisquer qualificações profissionais? 64

Um soldado não pode ganhar R$ 3.143, diz novo comandante da PM de SP

Em entrevista à Folha, coronel diz que salário ideal seria muito melhor que isso

Coronel Marcelo Vieira Salles, recém nomeado comandante-geral da Polícia Militar de SP

Coronel Marcelo Vieira Salles, recém nomeado comandante-geral da Polícia Militar de SP – Rafael Hupsel/ Folhapress

Rogério Pagnan
São Paulo

​​​O novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Marcelo Vieira Salles, 51, disse à Folha que uma das suas principais metas na corporação será pela valorização dos policial militares, incluindo a salarial. “Um soldado não pode ganhar R$ 3.143. O salário do policial tem que ser a altura da sua responsabilidade. Porque ele vai a lugares onde todo mundo está fugindo”, disse o policial.

Salles, que assumiu o comando da PM na semana passada no lugar do coronel Nivaldo Restivo, após escolha do governador Márcio França (PSB), disse que vai defender esse reajuste já que há outros estados do país nos quais os PMs ganham mais do que em São Paulo. “E o custo de vida de São Paulo é mais alto [do que esses lugares]”, afirmou.

O coronel não citou um valor que considera ideal, mas disse: “Tinha que ser muito melhor. Eu acho que deveria pelo menos acompanhar a perda [inflacionária]. Por que é muito ruim esse não acompanhamento [da inflação]. Pelo menos que tivesse mantido o que a inflação comeu”, disse o comandante.

A falta de reajuste salarial é uma das principais reclamações dos policiais militares. Nos últimos quatro anos, os PMs tiveram apenas 4% de reajuste durante o governo de Geraldo Alckmin (PSDB), agora pré-candidato à Presidência da República. Só em 2015, a inflação medida pelo IPCA foi de 10,7%.

O coronel Salles é o caçula de quatro irmãos, o único que seguiu a carreira militar. Antes de assumir o comando da PM paulista, Salles filho comandou a Cavalaria, trabalhou por anos da Casa Militar (no Palácio dos Bandeirantes). Comandava o policiamento ostensivo na zona oeste da capital quando recebeu o convite para o cargo pelo próprio governador Márcio França.

PM NO NOTA 10

Na entrevista à Folha, o novo comandante disse que vai trabalhar para dar um “nível de excelência” para a Polícia Militar na prestação de serviço à população, embora ele já dê nota 10 a esse serviço atualmente.

“Daria 10. Daria 10 por conta do compromisso do policial de trabalhar no sereno, no sol, na chuva, a pé, de barco, no bombeiro. Eu vejo pela regra, não pela exceção. O policial militar é vocacionado. Nós temos alguns que ousam macular esse uniforme. Não é por esses que eu meço. A minha régua é por aqueles que trabalham e se dedicam.”

O coronel disse dar nota 10 até mesmo para a prestação de serviço na periferia, embora admita que é preciso melhorar. Salles disse considerar “equivocada” recente afirmação de um oficial da corporação segundo o qual é preciso um tratamento diferente nos bairros nobres e periféricos.

“Aquele tenente-coronel [comandante da Rota] fez aquela afirmação equivocada. Eu defendo isso, a instituição prega isso que é, por exemplo, nas abordagens, ter um procedimento operacional padrão. Nós temos 645 municípios, São Paulo é um país. Tudo que sai do comando tenha que ter um padrão. Para que o policial aja assim [da mesma forma] em Pedregulho, que aja assim em São Mateus, onde eu nasci, que aja assim nos Jardins.”

TERRITÓRIOS DOMINADOS

O comandante da PM disse que, diferentemente do Rio, em São Paulo não existem “bolsões de exclusão”, maneira como o policial chama os territórios dominados pelo crime onde os policiais militares não conseguem patrulhar.

Em São Paulo, segundo ele, há áreas nas quais os policiais precisam “redobrar a atenção” durante o patrulhamento. “Não há áreas de exclusão, porém, tudo que você for fazer com a polícia, precisa ter uma análise de risco.”

No ano passado, a diretora do Departamento de Homicídios da Polícia Civil de São Paulo, a delegada Elisabete Sato, disse que o Estado vivia um período “muito complicado” para a segurança pública e que até mesmo a Rota, a tropa de elite da PM, não conseguia entrar em favelas da capital paulista.

Sobre a suspensão dos Correios na entrega de produtos em quase um terço da cidade de São Paulo, o que afeta a vida de cerca de 4,5 milhões de pessoas, o policial disse não haver um descontrole sobre os roubos de carga até porque, diz, há uma queda desse indicador desde do ano passado no estado.

INTEGRAÇÃO

Sobre a proposta em estudo no governo do estado de transferir a Polícia Civil da pasta da Segurança Pública para a da Justiça, Salles disse que essa é uma discussão que precisa ser travada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, até com audiências públicas. Para ele, porém, é preciso integração entre policiais civis e militares.

“Independentemente em qual secretaria esteja abrigada uma ou outra instituição, cada uma tem seu papel, até por previsão Constitucional. Independente de onde estivermos, nós teremos de trabalhar juntos. Integrados. Eu acredito na integração”, disse.

Ainda sobre mudanças, o novo comandante disse acreditar que é inevitável o país adotar o ciclo completo de polícia, que permitira aos PMs realizar até investigações de crimes e apresentar casos diretamente ao Judiciário, algo que em São Paulo é proibido.  A atribuição de registrar e investigar crimes hoje exclusividade das polícias civis e da Polícia Federal.

“Eu sou a favor do ciclo completo. Eu tenho certeza de que é um caminho natural. Poderia começar com crimes de menor potencial ofensivo, apenado até dois anos”, disse ele, que elogiou experiência exitosa que ocorre em Santa Catarina com tal ciclo.

No estado de São Paulo, essa mudança não ocorreria, porém, “a curto e médio prazos”, porque é uma discussão que ainda precisa amadurecer.

CHACINA

Sobre as suspeitas de envolvimento de policiais militares em chacinas, como ocorreu em anos anteriores no estado, o coronel disse que isso prejudica em demasia a imagem de toda a corporação. “Às vezes as pessoas nos veem como pessoas de segunda categoria.” PMs, por exemplo, foram condenados pela chacina que deixou 17 mortos em 2015, nas cidades Osasco e Barueri, na Grande São Paulo.

Para tentar reverter esse tipo de nódoa na imagem da PM, o comandante disse que é preciso manter um trabalho de depuração internar, “cortar na própria carne”, com a atuação dos comandantes de todos os níveis na fiscalização da tropa. “Nós não temos compromisso com o erro. Nós somos do lado da lei.”

Sobre a letalidade policial, Salles disse que a morte de “20 pessoas” por mês em confronto “é muita coisa” e, por isso, é preciso tentar mudar isso. “Precisamos nos debruçar para tentar reduzir isso número.”

No ano passado, 45 policiais militares foram mortos no estado, a maioria de folga (34). No mesmo período, foram registradas 877 mortes pelas mãos de PMs.

MARCA

Salles disse não buscar uma marca pessoal em sua passagem pelo comando já que, para ele, a instituição tem uma que ele já usa: “Servir e proteger”. Um dos seus objetivos, segundo ele, é substituir à altura seu antecessor, Nivaldo Restivo, que vinha conseguindo a redução de todos os indicadores criminais –com exceção dos estupros. “Não é fácil substituir o Pelé”, brincou o coronel, amigo do outro.

Apesar de poder ficar apenas sete meses no cargo, caso o governador Márcio França não consiga a reeleição em outubro, Salles disse que vai “tentar implementar de todas as formas” na tropa uma filosofia mais humana e respeitosa no trato com as pessoas.

“Numa abordagem, você prende um bandido ou faz um amigo. Uma abordagem bem explicada, você ganha o amigo. Eu tenho que acreditar nisso [que podemos mais]. Ou, senão, acabou. Eu tenho que promover isso, eu tenho que inspirar isso”, disse.

A cerimônia de posse de Salles foi marcada pelo choro do oficial ao falar do pai, um subtenente aposentado da própria PM paulista. O coronel, com seu 1,88 metro de altura, disse não ter vergonha de chorar porque se sente “abençoado por Deus” por tudo que conseguiu até agora. “Eu não tenho vergonha de emocionar. Hoje eu sou comandante da Polícia Militar do Estado de São Paulo e fui um modesto office-boy. Eu era uma das pessoas invisíveis.”

Salles disse que é com as pessoas invisíveis da sociedade que a PM precisa trabalhar. “Nós temos que defender os mais fracos.”

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Coronel, quantos bilhões de reais em “vencimentos, proventos e pensões ” o povo paga para a PM?

Se o senhor efetuar uma simples operação matemática  – orçamento para custeio de pessoal pelo número de ativos, inativos e beneficiários – constatará que os policiais militares ganham bem.

Muito bem,   comparativamente à população produtiva deste estado e deste país, aliás! 

A questão é que a minoria consome a maior parcela do orçamento.

Vamos distribuir a renda na PM? 

Amante pergunta: cadê o seu marido? …A adúltera responde: foi mandado preso pelo Delegado lá para o Romão Gomes!…Delegado de Diadema prende em flagrante dois PMs homicidas e fraudadores 22

Humildade, honestidade e honra.
estridente.com.brx
estridente@uol.com
177.79.41.101
Amante pergunta: – cadê o seu marido?
Mulher responde: – tá ali no blog, falando mal da PM.

Pois é Messi, resolveu mudar – mais uma vez – de apelido?

Por que deixou de se identificar como sendo ” o tira do bumbum guloso”?

Ficou constrangido por termos lhe desmascarado?

Não adianta nada meu caro, já te expliquei que você é portador de distúrbio psiquiátrico caracterizado pelas suas obsessivas projeções, ou seja, patologicamente você atribui ao alheio os próprios atributos, desejos e experiências pessoais. Freud te explica!   

Mas indo ao assunto principal: dois PMs  de Diadema durante abordagem a um cidadão tentaram devassar o conteúdo do seu celular;  diante da recusa e justificada subtração do aparelho das mãos de um dos policiais acabou sendo violenta e covardemente agredido .

Com medo de sofrer mais violências tentou correr para dentro da própria residência sendo por um deles baleado pelas costas.

Como se nada tivesse acontecido os policiais militares apreenderam a motocicleta da vítima e a apresentaram na Delegacia como se tratasse de um ladrão que abandonou o veículo durante fuga.

O diligente delegado foi ao local dos fatos e ao hospital, colhendo a versão da vítima e de várias testemunhas.

Diante do quadro probatório  prendeu os dois policiais militares em flagrante e apreendeu a pistola da corporação.

Foi até benevolente, pois entendeu o fato – em vez de tentativa de homicídio – como lesão corporal qualificada e fraude processual.

Depois de lavrado o auto foram recolhidos ao Romão Gomes.

A isso sim – digo da conduta da verdadeira e única autoridade policial –  é que eu chamaria de Humildade, honestidade e honra.

Chupa essa uva, PM MESSI!

Execução da vereadora Marielle possui dedo de PM no gatilho 53

Testemunha acusa PM e ex-PM de envolvimento na morte de Marielle diz jornal

Ex-vereadora estava de carro e levou quatro tiros na cabeça, em 14 de março

Do Estadão Conteúdo
10/05/2018 – 15:09 – Atualizado em 10/05/2018 – 15:15
Um policial militar e um ex-PM participaram do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, disse à polícia uma testemunha do crime. A informação é do jornal O Globo desta quinta-feira (10).

A testemunha teria contado que um policial atualmente em atividade no batalhão do bairro de Olaria e um ex-PM que trabalhou no batalhão do Complexo da Maré, duas áreas conflagradas da capital fluminense, estavam no carro, um Cobalt prata, que foi usado pelos assassinos.

Assim como as outras duas pessoas que também estavam no carro, apontadas igualmente pela testemunha, os homens, que já teriam participado de crimes semelhantes, estão sendo investigados pela Delegacia de Homicídios.

Os quatro seriam ligados ao miliciano Orlando Oliveira de Araújo o Orlando Curicica, que, por sua vez, seria sócio do vereador Marcello Siciliano (PHS), conforme denunciou a testemunha. O vereador, ela disse, mandou matar Marielle porque ela estava “atrapalhando” a milícia na zona oeste. A polícia já investigava a possibilidade de participação de milícias no duplo homicídio.

Nesta quarta-feira (10), o vereador desqualificou o depoimento da testemunha que o acusou de ter envolvimento na morte da vereadora. Ele disse que se trata de um “factoide” e que nunca teve desentendimentos políticos com Marielle.

“Quero expressar minha indignação como ser humano. Estou perplexo. Minha relação com a Marielle era muito boa. Estou sendo massacrado nas redes sociais. Mais do que nunca, quero que o caso seja resolvido”, disse Siciliano, em uma entrevista à imprensa que convocou no auditório de um prédio no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio.

Conforme a denúncia da testemunha, publicada também pelo jornal O Globo, o vereador participou no ano passado de uma reunião num restaurante no Recreio com Orlando Curicica, na qual disse: “Precisamos resolver isso logo”. Araújo seria chefe de uma milícia em Curicica, na zona oeste e teria negócios com o vereador na região. Ele era ligado ao jogo do bicho e depois se associou à milícia. O vereador nega.

Siciliano é empresário da área de construção civil e tem como reduto eleitoral Vargem Grande e Vargem Pequena, nesta mesma área da cidade, onde se estabeleceu, há 20 anos. A milícia vem avançando nos últimos anos nos dois bairros, extorquindo moradores e comerciantes e construindo edifícios para aluguel, segundo investigações do Ministério Público.

A área vem experimentando crescimento populacional. Já foi considerada “neutra”, ou seja, sem dominação de traficantes, e acabou sendo “encampada” por milicianos.

Reconstituição

Marielle estava de carro e levou quatro tiros na cabeça. Seu motorista, Anderson Gomes, morreu por estar na linha de tiro. Na noite desta quinta-feira, será feita reconstituição do atentado, na área central do Rio. O local já está sendo preparado para a reprodução, que usará arma e munição verdadeiras, para que as condições sejam reproduzidas da forma mais aproximada possível da noite de 14 de março.

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Cidade pobre prefeito rico – PF apreende mais de R$ 5,3 milhões na casa do prefeito de Mongaguá, político histórico do PSDB da Baixada Santista 63

PF apreende mais de R$ 5,3 milhões na casa do prefeito de Mongaguá

Artur Parada Prócida é investigado por suposta ligação com esquema de desvios de verbas da União destinadas à educação

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS 
09/05/2018 – 16:30 – Atualizado em 09/05/2018 – 21:28
Fontes da PF apontam que Prócida (foto) será autuado
pelo crime de lavagem de dinheiro (Reprodução/Facebook)

Agentes da Polícia Federal (PF) apreenderam R$ 5.391.789,17 na casa do prefeito de Mongaguá, Artur Parada Prócida (PSDB), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão decorrente da Operação Prato Feito. Por não saber explicar a origem do dinheiro, ele foi preso pelo crime de lavagem de dinheiro.

No imóvel havia R$ 4.613.610 e US$ 216.763 (R$ 778.179,17 com base na cotação de 3,59 do dólar). A quantia exata foi obtida com ajuda de uma máquina para contabilizar cédulas.

A Operação Prato Feito apura desvios de verbas da União destinadas à educação, em especial, para compra de merenda. Sobre esse esquema, Prócida foi ouvido em declarações na Superintendência Região da PF em São Paulo, na Lapa, ou seja, prestou depoimento sem ser indiciado.

O suposto crime de lavagem de dinheiro, até que não seja apurada a origem dos valores, seria um delito autônomo, sem necessariamente ter eventual vínculo com a Operação Prato Feito. A Tribuna apurou que a maior parte das cédulas achadas na casa do prefeito é em reais, mas também havia uma menor parcela em dólares.

Policiais federais contabilizaram dinheiro encontrado com prefeito de Mongaguá, SP (Foto: G1 Santos)

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Deve ser a poupança que fez enquanto professor e diretor de escolas públicas, né ?  

Folha de São Paulo confirma as denúncias do Dr. Ronaldo Tovani – aqui publicadas no domingo – sobre a roubalheira petista promovida com a invasão do Edifício São Manoel 31

Em áudios, assessora do PT cobra aluguel de sem-teto e anuncia despejo

Pelo WhatsApp, assessora do PT cobra aluguel de sem-teto e ameaça despejo

“Quem está aberto em abril, eu aconselho vir urgente acertar. Quem não vier, à noite estarei na porta. Nem se for 2h da manhã eu vou bater para cobrar.”

“Senhores porteiros da rua Marconi: a Conceição, do 4º andar, o prazo dela acaba no domingo. A partir de segunda ela não entra mais no prédio, só se for para retirar as coisas.”

As frases acima estão no grupo de WhatsApp de moradores e coordenadores do MMPT (Movimento Moradia Para Todos). A autora dos áudios é Ednalva Franco, líder do movimento que controla quatro prédios —na Bela Vista, na Mooca e no Centro (rua Marconi e Capitão Salomão).

Filiada ao PT desde 1990, Ednalva Franco é assessora da deputada estadual Marcia Lia (PT-SP) e conhecida ativista sem-teto de São Paulo. É Ednalva que aparece num episódio de 2013 do “Profissão Repórter” saindo com uma SUV nova da garagem de um prédio na República.

“Porteiros, eu vou passar todos os nomes das pessoas que o prazo acaba até domingo. Inclusive a Luciana, do 309”, diz ela em outra mensagem do grupo. “Vou passar toda a lista pra vocês na portaria assim que eu terminar.”

Depois que escrevi sobre o modelo de negócio dos líderes de movimentos sem-teto, na semana passada, ex-moradores me procuraram denunciando abusos, ameaças e a cobrança de aluguel de R$ 200 a R$ 500 por parte dos coordenadores.

“Além do aluguel, a coordenadora sempre inventa uma taxa nova para o pessoal pagar”, me disse um ex-morador do edifício São Manuel, na rua Marconi, que não se identifica por temer represálias. Ele calcula que os alugueis só desse edifício rendem pelo menos R$ 35 mil por mês ao movimento.

Conta ainda que era obrigado a participar de atos em defesa do ex-presidente Lula. “Quando tinha um ato, eu colocava a camiseta do movimento e ficava perto dela [Ednalva]. Fazia questão que ela me visse várias vezes, para eu marcar presença. Depois trocava a camiseta e ia embora.”

Conversei com Ednalva Franco sobre as denúncias. Ela admitiu a autoria das mensagens e afirma que cobra uma taxa de no máximo R$ 200 por morador. Alega que o dinheiro serve para custear o escritório e a creche do movimento, além do salário de porteiros, a manutenção dos elevadores, extintores e outras despesas. Negou expulsar moradores por falta de pagamento, apesar do conteúdo evidente dos áudios.

“Se o morador não tiver dinheiro para pagar a contribuição, nós chamamos para conversar e parcelamos até ele arranjar um emprego”, diz.

O ex-morador contesta. “Ela e o marido costumavam gritar de madrugada com quem estava devendo. A creche não funciona há muito tempo. E, na Marconi, o elevador quebrava toda hora e ficava meses sem conserto.”

Sobre a exigência de participação em protestos, Ednalva afirma que “cada movimento social tem suas regras. Apresentamos nossa rotina quando a pessoa ingressa no movimento. A partir de então, se quiser continuar, precisa seguir as regras do grupo”.

Invadido em 2012, o edifício São Manuel é considerado uma ocupação-modelo dos sem-teto. Recebe oficinas culturais, reuniões políticas e já abrigou um escritório coletivo de doutorandos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

O ex-morador, porém, reclama da falta de liberdade (o portão fecha à 0h; depois desse horário só é possível entrar ou sair do prédio às 6h) e da quantidade dos eventos de conscientização política. “Nenhum morador aguenta mais tanta reunião”, diz.

Leandro Narloch

Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.

 

Carro de PM é incendiado dentro de casa em São Vicente…( PM aqui apenas para segurança de políticos, magistrados, alguns empresários e aplicação de infrações de trânsito na orla da praia ) 13

Policial trabalhava quando recebeu a notícia de que o veículo estava em chamas na garagem

Eduardo Velozo Fuccia
A TRIBUNA DE SANTOS 09/05/2018 – 07:30 – Atualizado em 09/05/2018 – 07:45
Um policial militar teve o carro incendiado na garagem de sua casa, em São Vicente, por volta das 4 horas de terça-feira (8). Ninguém ficou ferido e a autoria do atentado ainda é ignorada.

Lotado na 4ª Companhia do 6º BPM/I (Zona Noroeste de Santos), o policial trabalhava quando recebeu a notícia de que atearam fogo em seu Ford Fiesta na garagem de sua residência, no Jóquei Clube.

Com o auxílio de outros PMs, ele tentou debelar as chamas do automóvel utilizando o extintor de uma viatura da corporação. Porém, apenas com a chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros é que o fogo foi extinto.

Um pedaço de pano foi encontrado na abertura do tanque do Fiesta, que provavelmente foi aberto com uma espátula achada no chão da garagem.

O delegado Lucas Santana dos Santos, da Delegacia de São Vicente, registrou o incêndio.

PT estimulou invasões a prédios na Capital com o objetivo de justificar desapropriações e extorsão de 20% da indenização oferecida aos proprietários sob o pretexto de contribuição eleitoral…( Não tem jeito, todo e qualquer quadro do PT que tenha ocupado cargo público deve ser preso por compor ativamente uma organização criminosa ) 99

Opa!
O Flit deu destaque a essa informação?!
Então vamos acrescentar alguns detalhes:
O prédio – que é comercial – compõe-se de 12 andares, cada um deles dividido em pequenas salas comercias.
Por se tratar de um prédio bastante antigo, carece evidentemente de substancial reforma, com destaque para a parte elétrica. Não estava vazio, tinha algumas salas ocupadas por inquilinos e proprietários. No entanto, foi desocupado e trancado com poderosas correntes, para o início da reforma.
Instigados pelo Governo Haddad, em especial pela Secretaria de Habitação do Município e pela Companhia de Habitação, o prédio foi invadido por um desses “movimentos”, que querem morar no centro de São Paulo sem nada pagar para a obtenção de sua casa própria.
O condomínio prontamente ingressou com ação de reitegração de posse, mas a Prefeitura do Sr. Haddad, em criminoso apoio aos invasores, rapidamente baixou decreto manifestando o interesse na expropriação.
Em razão disso, o Poder Judiciário, covarde como quase sempre, indeferiu a liminar de reintegração e, em segunda instância, negou provimento ao agravo de instrumento interposto pelos proprietários.
Ação judicial foi ajuizada por Órgão da Prefeitura, para a desapropriação do imóvel, e o juiz de primeira instância, lento como uma tartaruga aleijada, deu ao processo um ritmo que causa inveja a uma lesma.
O preço oferecido pela Prefeitura a título de indenização dos proprietários foi ridículo, mas mesmo assim, se de fato fosse para o fim social apregoado e não para arrecadação de propina para o PT e alguns de seus integrantes, os proprietários até teriam aceitado o valor oferecido.
As custas iniciais, no valor aproximado de 100 mil reais, foram rapidamente pagas pela Prefeitura, que se prontificou a rapidamente também pagar o preço oferecido pela desapropriação, desde que, veio o recado, fosse retornado ao PT 20% a título de “auxílio para a campanha”.
A exigência foi recusada, e os proprietários, muito embora tivessem tentado fazê-lo, não conseguiram sequer identificar com precisão de quais servidores da Prefeitura tinha partido aquela exigência, resultando no entanto a recusa quanto ao pagamento de propina, no manifesto desinteresse do então Governo do PT, leia-se Fernando Haddad, quanto à continuidade da desapropriação, o que levou a Companhia de Habitação à desistência da ação de desapropriação, perdendo de cara os 100 mil que já havia recolhido como pagamento de despesas processuais e, logicamente, expondo a Prefeitura agora a uma ação indenizatória pelos vultosos prejuízos causados aos proprietários.
O prédio continua invadido, seu interior encontra-se recheado de fios expostos e situações de perigo, inclusive redução significativa nas rotas de fuga no caso de incêncio. É uma tragédia anunciada.
Os proprietários voltaram ao juiz e ao Tribunal, insistindo na reitegração e, moscas mortas, S. Exas. nada decidem, enquanto a Prefeitura, pasmem!, está cobrando os IPTUs dos proprietários..
Torço para que o prédio incendeie e desabe – sem nenhuma morte ou lesão, evidentemente.
Seria uma delícia ver os Prefeitos anterior e atual tentarem se explicar, seus auxiliares sendo processados, e os juízes e desembargadores do caso…bom, estes são imunes a tudo e a todos.
Preparem roupas, água e comida para os desabrigados. E também um aparato para a identificação e pesquisa dos antecedentes deles, coisa boa não devem ser, pelo pelos grande parte deles.
Eu, sinceramente, não estou nem aí para o resultado final disso. Só estou alertando quem, amanhã, não poderá dizer que não sabia: Rua Marconi, 138 – centro de SP.

Dr. RONALDO TOVANI

https://flitparalisante.wordpress.com/2018/05/06/anunciamos-a-proxima-tragedia-predio-da-rua-marconi-138-centro-capital/

Delegacias da capital paulista acabam com trâmite de papel nos termos circunstanciados 25

FIM DOS MALOTES

Registro de infrações de menor potencial ofensivo passa a ser eletrônico em SP

Por Thiago Crepaldi

As delegacias da capital paulista acabaram com o uso do papel nos termos circunstanciados  registros policiais quando ocorrências são consideradas de menor potencial ofensivo. Desde o início de maio, esses casos passaram a tramitar eletronicamente, com remessa direta pelo meio digital entre as repartições policiais e as varas competentes.

A iniciativa já existia em cidades de todo o estado, por meio de parceria entre o Tribunal de Justiça de São Paulo e a Secretaria da Segurança Pública. O sistema foi desenvolvido pela Softplan, empresa que cuida do sistema processual eletrônico da corte.

Por enquanto, a remessa eletrônica para as varas não valerá para as medidas cautelares nem para os inquéritos policiais. O avanço do sistema só deve acontecer entre setembro e outubro, conforme estimativa do TJ-SP.

Extinção do papel
Com o projeto 100% Digital do TJ-SP,  ações cíveis já dão entrada digitalmente no estado desde 2013. Na esfera criminal, denúncias deixaram de ser físicas em 2015, e o Ministério Público ficou responsável por digitalizar inquéritos. O objetivo agora é tornar eletrônicos os casos policiais desde a origem.

Existe projeto-piloto de inquéritos eletrônicos em Santos e em Sorocaba. Nas duas cidades, varas já recebem todos os tipos de feitos, além da vara de violência doméstica do Butantã, na capital. A ideia é implantar a iniciativa em outros municípios, até chegar à cidade de São Paulo.

De acordo com Rafael Stabile, gerente de operações da Softplan, a digitalização dos inquéritos vai eliminar um serviço burocrático e caro para as delegacias e para o tribunal. “Uma vez por dia um investigador de polícia precisa sair com a viatura e levar um malote com todos os inquéritos instaurados pela delegacia naquele dia até o fórum.”

Segundo o gerente, a Polícia Civil fará uma economia milionária em papel quando tudo se consolidar, já que não será mais preciso expedir várias cópias do inquérito, além de evitar gastos com combustível.

Para a confecção de um flagrante simples, estima-se que sejam usadas 200 folhas de papel, já que são remetidas cópias a diversos órgãos. São 1.752 delegacias no estado de São Paulo e cerca de 350 mil inquéritos policiais abertos ao ano.

“O tribunal ganhará mão de obra. Tem mais de cem pessoas hoje no protocolo de inquéritos do Dipo [Departamento de Inquéritos Policiais do TJ]. Esse trabalho tende a sumir. São cem pessoas que serão alocadas em outras atividades na Barra Funda”, afirma Stabile. No resto do estado, diz, pelo menos um servidor é deslocado para fazer esse serviço. Com essa eliminação do trabalho, no mínimo 500 pessoas estarão disponíveis para atender em outras atividades.

Anunciamos a próxima tragédia: prédio da Rua Marconi, 138 – Centro – Capital 16

Anotem aí:
O prédio da Rua Marconi, 138 – que tem 12 andares encontra-se invadido faz uns cinco anos e também prestes a incendiar e até desabar.
Neste caso, em isso acontecendo, e certamente vai acontecer, incluam na responsabilização o ex-prefeito Fernando Haddad, seu ex-secretário da Habitação e o ex-presidente da Companhia de Habitação.
No apoio, o juiz que negou a liminar na reintegração de posse requerida pelos proprietários e os desembargadores que negaram provimento ao agravo de instrumento interposto.
Anotem aí: Rua Marconi, 138.

Ronaldo TOVANI 

 

Crime cometido por militar contra militar fora da caserna é da Justiça Comum; “mutatis mutandis”, nessa linha de interpretação do STF, tem magistrado ignorante ou de má-fé lambendo os culhões da PM e de sua respectiva comarquinha mais cara do mundo 35

ESFERA PRIVADA

Crime cometido por militar contra militar fora da caserna é da Justiça Comum

Crime cometido por militar contra militar estando os envolvidos fora de atividade é de competência da Justiça Comum. Com base em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que consolida esse entendimento, o ministro Gilmar Mendes concedeu Habeas Corpus para declarar a incompetência da Justiça Militar para julgar ação penal contra um integrante da Marinha acusado de estelionato, crime previsto pelo Código Penal Militar.

Ao analisar o mérito do HC, Gilmar Mendes observou que a suposta prática delituosa não teve reflexo na ordem e disciplina militares, cuja tutela é a competência da Justiça Militar. “A conduta supostamente praticada não ocorreu em local sujeito à administração militar nem em razão do serviço ou função, ainda menos contra patrimônio sob a administração militar”, afirmou.

A única conexão com a Marinha seria o fato das vítimas serem militares da ativa. O relator destacou ainda que a jurisprudência de ambas as Turmas do STF aponta a incompetência da Justiça Militar em casos semelhantes.

Ao conceder a ordem, o ministro também anulou todos os atos praticados até o momento, inclusive a denúncia, devendo os autos referentes ao caso serem remetidos à Justiça Comum.

Empréstimos invedidos
De acordo com o Ministério Público Militar, o acusado convencia os inferiores hierárquicos a oferecerem acesso às contas bancárias deles, sob o pretexto de não ter conta em banco. Com os dados em mãos, fazia empréstimos consignados em nome dos subordinados.

Por falta de provas, ele foi absolvido pelo Conselho Permanente para a Marinha na 2ª Auditória da 11ª CJM, em Brasília. O MPM interpôs recurso ao Superior Tribunal Militar, que reformou a sentença e o condenou à pena de dois anos de reclusão, em regime aberto. O militar conseguiu o benefício do sursis, a suspensão condicional da pena, pelo prazo de dois anos.

No STF, a defesa sustentou a tese da ausência de provas e da incompetência da Justiça Militar para processar e julgar a ação, uma vez que, embora o acusado e os ofendidos sejam militares, o fato denunciado teria ocorrido na esfera privada dos envolvidos. A conduta praticada por ele, segundo a defesa, não afetou as forças militares, seja no âmbito hierárquico, seja no disciplinar.

Pediu, portanto, a concessão do HC para que seja restabelecida a sentença que o absolveu ou reconhecida a incompetência da Justiça Militar para atuar no caso. Em maio de 2017, Gilmar concedeu a liminar para suspender o trâmite da ação penal. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

HC 142.933

Polícia Civil oferece 2.750 vagas em concursos; veja dicas para a prova 65

Polícia Civil oferece 2.750 vagas em concursos; veja dicas para a prova

Com salários de até R$ 9,8 mil, interesse e concorrência são grandes por parte dos candidatos

Gabriel Oliveira – A TRIBUNA DE SANTOS 
05/05/2018 – 13:20 – Atualizado em 05/05/2018 – 13:25
Educadora Alexandra Velloso, de 46 anos, quer ser
investigadora (Foto: Irandy Ribas/AT)

Quem pretende trabalhar na Polícia Civil terá numa série de oportunidades nas próximas semanas: a corporação oferece 2.750 vagas em vários concursos para sete cargos. São vagas tanto de nível Médio quanto Superior, com salários que variam de R$ 2.905,34 a R$ 9.888,07, para auxiliar de papiloscopista, agente policial, escrivão, agente de telecomunicações, papiloscopista, escrivão, investigador e delegado.

De acordo com especialistas, mesmo quem não vem estudando ainda consegue se preparar para as provas, mas precisa acelerar os estudos, pois o nível da exigência é alto e a concorrência, grande.

“Apesar de os concursos serem da Polícia Civil de São Paulo, vai vir gente do Brasil inteiro fazer a prova”, alerta o proprietário do curso preparatório Resultado Positivo, Alexandre Goulart.

Ele diz que o primeiro passo na preparação é ler todo o edital da vaga pretendida. “Tem algumas leis cobradas que só caem alguns artigos, então o candidato não precisa estudar a legislação inteira”, exemplifica.

Então, o recomendado é que o candidato monte uma grade de estudos, dentro dos dias e horários que tiver disponíveis.

Coordenadora do Instituto Santista de Ensino Preparatório, Patricia Prado destaca que, apesar de a maioria dos temas ser comum a todos os cargos, a dificuldade e a quantidade de questões em cada um deles são diferentes.

Ela recomenda atenção especial à informática, que “tem sido muito valorizada em cargos policiais”. “Os candidatos dão menos importância à informática, porque estão acostumados a ela no dia a dia, mas a cobrança na prova é teórica, não prática”.

Estudo

Formada em Direito, a educadora Alexandra Ethel Salomão Velloso, de 46 anos, vai disputar o cargo de investigador. “Eu já tinha esse gosto. Dois amigos investigadores me falaram da carreira e eu me interessei, além de que o concurso público dá uma estabilidade”.

Ela trabalha de segunda a segunda, mas tem apostado no curso preparatório que está fazendo à noite para conseguir a sua vaga. “Quando você tem vontade e disposição, as coisas acontecem”.

Confira abaixo as vagas:

>> Delegado

  • Vagas: 250.
  • Escolaridade: Ensino Superior em Direito.
  • Salário: R$ 9.888,07.
  • Inscrições: até quarta-feira pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 84,81.
  • Prova: 27 de maio.

>> Escrivão e investigador de polícia

  • Vagas: 1.400.
  • Escolaridade: Ensino Superior.
  • Salário: R$ 3.743,98.
  • Inscrições: até 15 de maio pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 84,81.
  • Prova: 10 de junho.

>> Papiloscopista

  • Vagas: 200.
  • Cargo: papiloscopista policial.
  • Escolaridade: Ensino Médio.
  • Salário: R$ 3.589,86 mais adicionais.
  • Inscrições: das 10h de quinta-feira a 1° de junho pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 56,54.
  • Prova: 1° de julho.

>> Agente de telecomunicações

  • Vagas: 300.
  • Escolaridade: Ensino Médio.
  • Salário: R$ 3.589,86 mais adicionais.
  • Inscrições: das 10h de 3 de maio a 1° de junho pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 56,54.
  • Prova: 1° de julho.

>> Agente policial

  • Vagas: 400.
  • Escolaridade: Ensino Médio.
  • Salário: R$ 2.905,34.
  • Inscrições: de 10 de maio a 8 de junho pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 56,54.
  • Prova: 8 de julho.

>> Auxiliar de papiloscopista

  • Vagas: 200.
  • Escolaridade: Ensino Médio.
  • Salário: R$ 2.905,34.
  • Inscrições: de 10 de maio a 8 de junho pelo site www.vunesp.com.br.
  • Taxa de inscrição: R$ 56,54.
  • Prova: 8 de julho.

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/policia-civil-oferece-2750-vagas-em-concursos-veja-dicas-para-a-prova/?cHash=c5eaef2473ab2f32bf96437279d04851

Em São Vicente tanto faz estar na ativa, ser aposentado ou ex-PM: O CRIME NÃO FAZ DISTINÇÃO, PARA TODOS AS MESMAS HONRAS ! 3

Ex-PM é morto a tiros na frente de casa, em São Vicente

Crime ocorreu na manhã desta sexta-feira, no Catiapoã. Atualmente, Elias de Oliveira Santos trabalhava como estivador

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS 
04/05/2018 – 14:10 – Atualizado em 04/05/2018 – 14:14
Ex-policial militar, o estivador Elias de Oliveira Santos, de 49 anos, foi morto a tiros na frente de sua casa, em São Vicente, na manhã desta sexta-feira (4).

Elias retornava da padaria e desceu de sua moto para abrir o portão da garagem da casa, na Avenida Penedo, no Catiapoã, quando foi baleado.

Familiares prestaram socorro à vítima e a levaram ao Hospital Municipal de São Vicente, mas ela não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Um tiro atingiu a coxa esquerda e o outro o peito de Elias. O estivador não integrava a Polícia Militar há aproximadamente 15 anos.

O crime ocorreu em frente à comunidade do Sambaiatuba, para onde o assassino ou assassinos teriam fugido. Eles não foram identificados.

O delegado Luiz Fernando Salvador registrou o homicídio, cuja motivação também é ignorada. Uma breve discussão antecedeu o assassinato.

Segundo uma testemunha, ela ouviu o desentendimento, durante o qual foram proferidos “palavrões”. Na sequência, ela escutou os disparos.

A Polícia Civil averigua imagens de câmeras de segurança instaladas em comércios nas imediações na tentativa de obter pistas do crime.

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/ex-pm-e-morto-a-tiros-na-frente-de-casa-em-sao-vicente/?cHash=6352970f63e9806bf6888c9a7c8f14d7