ESTUPRO E SUÁSTICA – Verossímil, violência compatível com o perfil dos Pit Bulls nazistas que se identificaram com o bolsonarismo 25

O que se sabe sobre o caso da suástica marcada em mulher de Porto Alegre

Felipe Souza, Ingrid Fagundez e Matheus Magenta – Da BBC News Brasil em São Paulo

Reprodução/Facebook

A imagem de uma mulher com um desenho riscado em sua pele foi compartilhada à exaustão em grupos de Whatsapp, Facebook e no Twitter nesta quarta-feira. Trata-se de uma moradora de Porto Alegre que disse ter sido abordada e agredida por três homens por causa de uma camiseta com a frase “Ele não” que ela usava – a referência é ao movimento de mulheres contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL).

De acordo com a garota, que não teve seu nome revelado por questões de segurança, o grupo a atingiu com socos e usou um canivete para desenhar uma suástica em sua barriga.

O delegado titular da 1ª Delegacia de Porto Alegre, Paulo Jardim, diz que os autores da agressão ainda não foram identificados e o desenho não é um símbolo extremista.

“Eu fui olhar o desenho que fizeram na barriga dela. É um símbolo budista, de harmonia, de amor, de paz e de fraternidade. Se tu fores pesquisar no Google, tu vai ver que existe um símbolo budista ali. Essa é a informação”, afirmou em entrevista à BBC News Brasil.

Responsável pelas investigações do caso, Jardim afirmou que a menina relatou ter sido agredida no início da noite de segunda-feira por três rapazes após descer de um ônibus. “O termo que ela usou foi que riscaram a barriga dela com um canivete e agrediram ela com socos. Ela estava usando uma camisa do ‘Ele não'”, resumiu o delegado.

Ele criticou a cobertura da imprensa sobre o caso e disse que veículos de comunicação estão “forçando uma barra, insinuando mil e uma situações que não é nada que tem nos autos”.

Zalmir Chwartzman, presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, não quis comentar as declarações do delegado. “Temos que ter prudência e aguardar as investigações. A insanidade que tomou conta do país é assustadora. Cabe neste momento uma manifestação dos dois candidatos pedindo paz no Brasil. Há gente que faz loucura em nome de Deus, Alá, Moisés, Lula, Bolsonaro, mas o Brasil é maior que as pessoas e os partidos.”

“O que eu tenho a ver com isso?”, diz Bolsonaro sobre atos violentos…

Nada, né?

Resposta típica de quem só reconhece filho depois do exame de DNA!

No Brasil até Deus é vítima de corrupção, o cristão antes de pedir uma graça já vai oferecendo uma propina: a promessa ou o dízimo! Quem pede voto com a Bíblia na mão corrompe o povo pela fé ingênua

OBSERVEM A CONDUTA DESSE BOMBEIRO MILITAR QUE É UMA VERGONHA NACIONAL 

GLÓRIA SENHOR! NOS LIVRE DESSES FALSOS SACERDOTES…PELO AMOR AO SANTÍSSIMO!

Cabo Daciolo pede ao TSE anulação do 1º turno das eleições por fraude

19 Felipe Amorim Do UOL, em Brasília 10/10/201815h10 >

Crítico às urnas eletrônicas, Cabo Daciolo (Patriota-RJ), deputado federal e candidato derrotado à Presidência, voltou a pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta quarta-feira (10), o uso de cédulas de votação em papel nas eleições do país.

Daciolo também pede, na representação entregue ao tribunal, a anulação dos resultados do primeiro turno de votação, realizado no domingo (7). Ele terminou o primeiro turno em sexto lugar.

O TSE tem afirmado que não há registro de nenhuma fraude ocorrida com as urnas eletrônicas desde que começaram a ser implantadas, em 1996.

“Hoje, depois das eleições, trouxemos mais fatos concretos, provas materiais de que a fraude está escancarada”, disse o deputado.

“Agora eu saio daqui e vou atrás de todos os presidenciáveis porque é inadmissível que eles estejam calados. O próprio Jair Bolsonaro antes do resultado tem vídeos dele falando da fraude, por que agora estão calados, por que agora estão em silêncio? Eu quero saber qual é a posição de todos os presidenciáveis, o que eles têm a dizer do fato de as urnas eletrônicas serem ou não serem fraudulentas”, afirmou Daciolo.

Após passar ao segundo turno da eleição presidencial, contra o candidato Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que, se não fosse o atual sistema de votação por urnas eletrônicas, teria sido eleito no primeiro turno.

“Não podemos nos recolher. Vamos juntos ao TSE exigir soluções para isso que aconteceu. Foi muita coisa. Tenho certeza, se esse problema não tivesse ocorrido, se tivesse confiança no sistema eletrônico, já teríamos o nome do novo presidente. O que está em jogo é a nossa liberdade”, disse o candidato do PSL.

Ao comentar as declarações de Bolsonaro, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, afirmou que a fala traz “preocupação”, mas deve ser recebida com “tranquilidade”.

Segundo a ministra, o sistema de votação eletrônico é seguro e pode ser auditado.

“Preocupação sempre nós temos, mas nós temos que enfrentar nossas preocupações com tranquilidade. Num estado democrático de direito, o bom é isso, que as pessoas possam se expressar”, disse.

Segundo Rosa Weber, a Justiça Eleitoral irá atuar sobre eventuais suspeitas levantadas contra a segurança nas urnas somente quando houver uma representação formal ao TSE.


 

Aparentemente, eles não confiam tanto em Deus, né? 

Estão com o cu na mão por conta do 2º turno! 

Ora, se Deus está com vocês quem pode ser contra? 

PARABÉNS KAJURU – Os caprichos da roda da fortuna: Jorge Kajuru senador, Marconi Perillo na cadeia…Bem feito, tucano ladrão F.D.P. ! ( Divirto-me vendo alguns quadros do PSDB sifu ! ) 2

O ex-governador tinha depoimento marcado para as 15h, mas teria chegado duas horas mais cedo e entrado pelos fundos para evitar os jornalistas. Segundo a defesa de Perillo, ele “recebeu o decreto de prisão quando estava iniciando o seu depoimento […] e optou por manter o depoimento por ser o principal interessado no esclarecimento dos fatos”.

A assessoria de comunicação da PF informou ao G1 que Perillo continuava em depoimento às 16h30. A corporação disse ainda que o mandado dele é de prisão preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. Motoristas que passavam em frente ao prédio buzinavam em apoio à detenção.

Estou quase acreditando numa

JUSTIÇA metafísica-transcendental!

Que os filósofos não leiam o Flit…

Serei excomungado!

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O ventriloquista do Bolsonaro é suspeito de aplicar golpe de UM BILHÃO em fundos de pensão…Esse “posto ipiranga” é da rede PCC…A bandeira é só de fachada! 3

Procuradoria investiga guru de Bolsonaro sob suspeita de fraude

Ministério Público apura indícios em negócios de Paulo Guedes com fundos de pensão; ele não comenta

Fábio Fabrini
Brasília

O MPF (Ministério Público Federal) em Brasília investiga o economista Paulo Guedes, guru de Jair Bolsonaro (PSL), sob suspeita de se associar a executivos ligados ao PT e ao MDB para praticar fraudes em negócios com fundos de pensão de estatais.

Em seis anos, ele captou ao menos R$ 1 bilhão dessas entidades. Guedes é o escolhido para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Bolsonaro.

Um procedimento investigativo criminal, instaurado no dia 2, apura se o economista cometeu os crimes de gestão fraudulenta ou temerária.

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O economista Paulo Guedes – Daniel Ramalho – 08.out.2018/AFP

Ele é investigado ainda por suposta emissão e negociação de títulos sem lastros ou garantias ao negociar, obter e investir recursos de sete fundos.

Entre as entidades estão Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e Postalis (Correios), além do BNDESPar —braço de investimentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

As transações foram feitas a partir de 2009 com executivos indicados pelos dois partidos adversários da chapa Bolsonaro, os quais são investigados atualmente por desvio de recursos dos fundos.

Procurado, Guedes não respondeu à reportagem.

Para o MPF, há “relevantes indícios de que, entre fevereiro de 2009 e junho de 2013, diretores/gestores dos fundos de pensão e da sociedade por ações BNDESPar” se consorciaram “com o empresário Paulo Roberto Nunes Guedes, controlador do Grupo HSM”.

A intenção seria a de cometer “crimes de gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras e emissão e negociação de títulos imobiliários sem lastros ou garantias”.

Na época, a Previ era gerida por Sérgio Rosa, e o Petros, por Wagner Pinheiro —militantes históricos do PT, ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba e condenado pelo caso do tríplex.

Já o Postalis estava sob o comando de Alexej Predtechensky, cujos padrinhos políticos eram do MDB.

A apuração foi instaurada pela força-tarefa da Operação Greenfield, que mira esquemas de pagamento de propina em fundos de pensão, com base em relatórios da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

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Em 2016, agentes da Polícia Federal cumpriram mandado de busca e apreensão nos escritórios da Funcef – Pedro Ladeira – 05.set.2016/Folhapress

Conforme os documentos, obtidos pela Folha, a BR Educacional Gestora de Ativos, de Guedes, lançou em 2009 dois fundos de investimento que receberam, em seis anos, R$ 1 bilhão das entidades de previdência de estatais.

Um deles, o Fundo de Investimento em Participações (FIP) BR Educacional, obteve R$ 400 milhões entre 2009 e 2013 para projetos educacionais. A suspeita é que o negócio tenha sido aprovado sem análise adequada e gerado ganhos excessivos ao economista.

A gestora de ativos de Guedes recebeu na largada 1,75% sobre o valor total subscrito (o compromisso de investimento), e não sobre a cifra efetivamente aportada. Isso gerou, de imediato, despesas altas, de R$ 6,6 milhões, em seu favor.

No primeiro ano de aporte, o dinheiro aplicado pelos fundos de pensão (cerca de R$ 62 milhões) foi injetado em uma única empresa, a HSM Educacional S.A., que tinha Guedes como controlador.

“Tanto a gestora do FIP quanto a empresa investida possuem em comum a participação de um mesmo sócio, a saber, Paulo Guedes”, pontua relatório da Previc.

Na sequência, a HSM Educacional adquiriu de um grupo argentino 100% de participação em outra companhia, a HSM do Brasil, cujas ações não eram negociadas em Bolsa e, por isso, foram precificadas por um laudo.

Nessa operação, foram pagos R$ 16,5 milhões de ágio pelas ações, embora a empresa não estivesse em operação no país e fosse apenas uma marca.

“Cabe indagar o pagamento em montante considerável à empresa vendedora, com sede na Argentina”, diz a Previc.

O objetivo do empreendimento era obter lucros com projetos educacionais, entre eles a realização de eventos para estudantes e executivos, com palestrantes de grife.

As empresas, porém, passaram a registrar prejuízos repetitivos após a injeção dos recursos dos fundos de pensão.

No caso da HSM Brasil, um dos itens que mais impactaram os resultados foi a remuneração de palestrantes, segundo a Previc. Em 2011 e 2012, esses gastos somaram R$ 11,9 milhões.

Guedes rodava o país na época a palestrar em conferências promovidas pela HSM.

Os investigadores querem rastrear o dinheiro das palestras e saber quem o recebeu. As despesas com pessoal somaram outros R$ 23,1 milhões e estão na mira do MPF.

O fundo de investimentos manteve participação nas empresas até março de 2013, quando trocou as ações por fatia na Gaec Educação. Nessa operação, segundo a Previc, foi pago ágio de 1.118% pelas ações da Gaec.

O órgão conclui que “o resultado líquido do investimento do FIP foi negativo em R$ 16 milhões [no projeto da HSM]”.

Na portaria que instaura a investigação, a Procuradoria requer à Polícia Federal que abra inquérito sobre o caso. Pede ainda apurações na CGU (Controladoria-Geral da União), no TCU (Tribunal de Contas da União) e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

O MPF fixou prazo de dez dias para que os fundos de pensão apresentem cópias dos documentos que embasaram o investimento do FIP BR Educacional.

Além disso, o órgão determinou que eles apurem responsabilidades de gestores que deram causa aos aportes e a eventuais prejuízos.

Guedes não atendeu aos telefonemas da Folha nem respondeu a uma mensagem enviada pelo WhatsApp.

A reportagem entrou em contato com sua secretária e lhe enviou um email com questionamentos às 16h14. Até a noite de terça-feira (9), não havia recebido resposta.

Rosa disse que saiu da Previ em 2010 e não se recorda de detalhes de investimentos específicos.

Pinheiro, ex-Petros, e Alexej Predtechensky, ex-Postalis, não foram localizados.

Eu votei no Bolsonaro , mas depois dele se declarar antiprivatização e contra a reforma da previdência dos militares, votarei no Haddad que nem parece ser do PT 9

Eu votei no Bolsonaro no primeiro turno das eleições.

Mas confesso que já estou decepcionado com o Capitão “pacífico”.

E observando atentamente o Haddad percebo que ele é muito mais culto , mais ponderado e preparado para ser presidente.

Um verdadeiro liberal e cavalheiro!

Bolsonaro só faz ofensas e se faz de vítima.

Também , a postura do Bolsonaro está deixando a desejar no plano econômico com essa tal carteira de trabalho verde e amarela sem direito algum.

Hoje o dólar subiu e as ações na bolsa despencaram por conta do palavrório estatizante e nacionalista.

Enquanto isso, o Haddad nem me parece fazer parte dessa turma do PT.

É um intelectual e estará disposto a não errar novamente.

Ele também tem boas propostas para a educação, enquanto o Bolsonaro quer o ensino à distância.

Não tenho mais dúvidas, voto no 13 mesmo criticando o PT.

Mário E. A . de Campos

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BENDITA FACADINHA – Bolsonaro tá fugindo do pau…Haddad diz que vai até enfermaria e insinua bundamolismo do Capitão mimizento 23

Médicos vetam ida de Bolsonaro a debates; Haddad diz que vai até enfermaria

Nathan Lopes e Marcela Lemos

Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, no Rio

  • Nelson Almeida/AFP

    Fernando Haddad participa de entrevista a jornalistas internacionais em SP

    Fernando Haddad participa de entrevista a jornalistas internacionais em SP

Os médicos que acompanham o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, não autorizaram a ida do paciente a debates eleitorais na TV e a eventos de campanha de rua pelo país. Bolsonaro disputa o segundo turno da eleição presidencial com Fernando Haddad (PT) e o primeiro debate entre eles estava marcado inicialmente para ocorrer nesta sexta (12), na Band.

Bolsonaro passou por uma avaliação médica na manhã desta quarta-feira (10) na sua casa, na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Segundo o cirurgião Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Echenique, o candidato ainda está fraco para os compromissos eleitorais. Ainda de acordo com os médicos, o tratamento está focado na recuperação de peso e reposição de vitaminas.

“Por enquanto ele não está liberado [para eventos de campanha]. Não sei a respeito do debate, sei que na quinta-feira [dia 18] ele estará conosco no [Hospital Albert] Einstein”, disse Macedo. O candidato passará por uma nova avaliação médica na próxima semana.

Enquanto a equipe médica de Bolsonaro falava com a imprensa na porta da casa de Bolsonaro, Fernando Haddad dava entrevista coletiva para veículos estrangeiros. Ele criticou o fato de Bolsonaro não comparecer ao evento e disse que “irá na enfermaria em que ele estiver” para “debater o Brasil”. “Eu vou até uma enfermaria, na boa, fazer o debate porque nós temos que passar a limpo muita coisa”, disse o petista a jornalistas estrangeiros em São Paulo.

Durante a entrevista, Haddad foi informado por um assessor sobre a recomendação médica a Bolsonaro. Ele reafirma, então, que está disposto a ir “na enfermaria que ele estiver”. “Os brasileiros precisam saber a verdade sobre as coisas. Se tem fake news, vamos tratar isso como adultos. Eu não tenho problema em tratar nenhum tema, mas vamos tratar de forma adulta e não fazendo criancice na internet contando com a boa-fé das pessoas. Muita gente acredita no que recebe no WhatsApp, e no WhatsApp você não tem contraditório, no debate você tem.”

O petista disse ainda que não pretende estressar Bolsonaro nos debates. “Ele falou que não quer se estressar, eu não vou estressar ele. Vou falar da forma mais calma possível. Vou falar docemente. Não altero a voz. Nem olho para ele se ele ficar com muito receio. Faço o que ele quiser para ele falar o que ele pensa e debater o país. Com assistência médica, enfermaria, em qualquer ambiente.”

Haddad voltou a ligar Bolsonaro à disseminação de notícias falsas. E disse que, em um segundo turno, “o peso das fake news será menor se tiver debate, entendeu?” “Porque, se tiver debate, a pessoa vai ter que te perguntar. Só vai ter ele para perguntar, só você para responder. Não tem dez candidatos. Tem dois. Não há como se acovardar num debate. Ele vai ter que enfrentar”.

No primeiro turno da eleição, Bolsonaro e Haddad foram os mais votados para a Presidência e disputarão o segundo turno no dia 28 de outubro. O candidato do PSL recebeu 46% dos votos; já o petista foi escolhido por 29% dos eleitores. Haddad substituiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve sua candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no início de setembro.

Haddad se encontrará com representante da CNBB

Na quinta-feira (11), o petista tentará uma aproximação com setores religiosos na busca por reverter o avanço de Bolsonaro nesse campo. Haddad terá encontro com a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), ligada à Igreja Católica. “Inclusive para conter as mentiras que meu adversário está jogando na internet. É mentira todo dia”, diz ele.

Bolsonaro não foi o único alvo de críticas de Haddad. O guru econômico do candidato do PSL e já indicado como ministro da Fazenda, Paulo Guedes, foi alvo do petista, que o comparou às ideias do governo Michel Temer (MDB). “A política do Paulo Guedes é aprofundar a agenda Temer. É o Temer piorado”, disse. “Agora, precisa haver debate. Se não houver debate, as pessoas vão votar com o fígado, e não com o coração”.

Haddad reafirmou que não haverá banqueiro no ministério da Fazenda em um eventual governo seu. “Tem que ser alguém comprometido com a produção, com a geração de empregos. E não com o lucro fácil que os bancos têm no Brasil”. (*Colaborou Luiz Gomes, do UOL em São Paulo)

Após anunciar neutralidade, França usará vice PM para atrair bolsonaristas 17

Guilherme Mazieiro

do UOL, em São Paulo

Com a decisão da Executiva Nacional do PSB de permitir que o diretório de São Paulo se mantenha neutro na eleição presidencial, Márcio França (PSB) projeta uma campanha de segundo turno sem se vincular ao PT e com uso da imagem da vice Eliane Nikoluk (PR). O objetivo é atrair votos de eleitores que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). O movimento de colar na ala pró-Bolsonaro em São Paulo já foi feito abertamente por João Doria (PSDB), que reforça em suas postagens a hashtag #BolsoDoria.

“Eu acho que a vice, que é militar da reserva, tem tudo a ver com o [perfil do eleitor do] Bolsonaro e, desde o começo, a única coisa que ela era queria era que não apoiássemos o PT em São Paulo. Estamos neutros”, disse o coordenador da campanha de França, Jonas Donizette (PSB). A direção do partido anunciou na terça-feira o apoio ao candidato petista Fernando Haddad.

Márcio França teve 21,53% dos votos válidos e foi para disputa em segundo turno com João Doria (PSDB), que teve 31,77 %. Em São Paulo, o capitão da reserva teve 53% dos votos, enquanto Haddad teve 16,42%. Nas redes sociais, França postou sua posição contra o PT, mas destacou que cumpriu o acordo com o partido e ficará neutro na disputa nacional.

Prefeito de Campinas, Donizette acredita que não é um problema para o eleitor de França o perfil militar de Eliane, que já declarou apoio pessoal a Bolsonaro. Ele entende que é uma opinião pessoal dela e que é possível atrair eleitores que optam pelo capitão da reserva apenas pelo antipetismo.

“Vamos mostrar muito a figura da nossa vice, até porque o eleitor tem de comparar o candidato e o vice das duas chapas. Ela é uma pessoa com identidade com essa ala que apoia o Bolsonaro. É bem aceita no meio militar”, disse.

O socialista representou França na reunião da Executiva, nesta terça-feira (9), em Brasília que definiu apoio político a Fernando Haddad. Ficou definido que as lideranças de São Paulo e do Distrito Federal se manterão neutras sobre a decisão.

Donizette ainda destacou que o PSB não buscará apoio formal do PT, em São Paulo. “Vamos nos manter neutros. Acredito que o eleitor do PT pode ter mais simpatia com a campanha do França. Todo voto é bem-vindo. Voto, a gente não despreza”, disse.

Doria reforça o antipetismo que marcou sua campanha toda e tenta atrair votos dos simpatizantes de Bolsonaro. No seu dicurso após o resultado no 1º turno disse que vai derrotar “Márcio Cuba”, nas eleições.

Skaf decide apoiar Márcio França contra Doria no 2º turno em SP 5

Terceiro colocado no primeiro turno, emedebista deve fazer nesta quarta-feira uma agenda com o atual governador em Suzano, na Grande São Paulo, para anunciar a aliança

O candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf

Fabio Leite, O Estado de S. Paulo

09 Outubro 2018 | 19h28

Como já é praxe nas declarações de apoio entre candidatos no segundo turno, França deve se comprometer com alguns pontos do programa de governo de Skaf. O principal deles é de “levar o padrão Sesi para as escolas estaduais”, bandeira de campanha do emedebista. Nos debates, porém, o pessebista chegou a criticar o empresário pelo fato de o Sesi cobrar mensalidade e também o associou a Temer e ao governo do MDB no Rio de Janeiro.

Virada. O apoio de Skaf, que perdeu para França a vaga no segundo turno por uma diferença de 89 mil votos, é o principal trunfo do atual governador para tentar virar o jogo contra Doria – desde a aprovação da reeleição, em 1998, todo governador paulista que tentou um novo mandato saiu vitorioso das urnas. No primeiro turno, França teve 21,5% dos votos válidos, ante 31,8% de Doria, o que representou uma vantagem de 2,1 milhões de votos para o tucano – metade da votação recebida por Skaf.

O emedebista chegou a liderar a disputa durante a campanha, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, mas começou a cair na reta final e não conseguiu reverter a tendência. Políticos do MDB atribuíram a derrocada final à declaração “precipitada” de apoio que ele deu ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) quatro dias antes da votação.

‘Padrinho’. Foi pelas mãos de França que Skaf estreou na política, em 2010, quando foi candidato a governador pela primeira vez pelo PSB. Na ocasião, ele se apresentou como a terceira via entre a polarização PSDB e PT no Estado, mas foi derrotado por Alckmin no primeiro turno. Em 2014, já no MDB, Skaf tentou chegar ao Palácio dos Bandeirantes pela segunda vez, mas perdeu para Alckmin, também no primeiro turno.

Além de Skaf, França deve receber apoio indireto do PT, que ficou em quarto lugar com Luiz Marinho. O partido decidiu pela “neutralidade” no segundo turno, mas vai deixar claro aos seus eleitores que eles são anti-Doria. Da mesma forma, o PSL de Bolsonaro também não subirá em nenhum dos dois palanques, mas o presidente estadual da sigla e senador mais votado no último domingo, Major Olímpio, afirmou que jamais vai apoiar o PSDB em São Paulo.

Aí Capitão “pacificador”, você é o líder ou não? …Se você não controla a sua horda de malfeitores como quer ser presidente?… 36

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Bolsonaro lamenta morte e agressões, mas diz não controlar apoiadores82… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/09/bolsonaro-lamenta-morte-e-agressoes-mas-diz-nao-controle-sobre-apoiadores.htm?cmpid=copiaecola

Evocado por autores de atos de violência ocorridos em diversos locais do país nos últimos dias, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (9) que lamenta, mas não tem como controlar o que chamou de “casos isolados”.

Ao ser questionado sobre como vê os episódios, o candidato reclamou que a pergunta deveria ter sido invertida, citando o ataque sofrido por ele no dia 6 do mês passado, durante ato de campanha. “Quem levou a facada fui eu, pô. O cara lá que tem uma camisa minha e comete um excesso, o que é que eu tenho a ver com isso?”, indagou.

“Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, disse Bolsonaro. Em seguida, o presidenciável afirmou que “a violência” e “a intolerância”, na verdade, vêm do outro lado. “Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso daí”, comentou.

O deputado federal disse ainda que não considera o clima no país “tão bélico assim”. “Está um clima acirrado, pela disputa, mas são casos isolados que a gente lamenta e espera que não ocorram”, afirmou Bolsonaro.

Na madrugada desta segunda-feira (8), o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, 63, foi morto a 12 golpes de facada após uma discussão política em Salvador. A vítima declarou o voto em Fernando Haddad (PT) enquanto o agressor, aos gritos, defendeu o apoio a Bolsonaro. Ambos disputarão o segundo turno.

No dia anterior, quando ocorreu a votação do primeiro turno das eleições, uma jornalista contou ter sido agredida e ameaçada de estupro por dois homens depois de votar e disse que um deles vestia camisa do candidato do PSL. O caso é investigado pela Polícia Civil de Pernambuco. De acordo com ela, o motivo da agressão seria o fato de ela ser jornalista.

Bolsonaro também foi questionado sobre se a formação do seu ministério já está fechada e disse que “tem muita vaga sobrando ainda”.

“Pretendemos ter 15 ministérios, até para que não só eu, mas a população conheça os seus ministros. Queremos ministros competentes, que tenham autoridade e tenham iniciativa para poder trabalhar para o bem do Brasil”, afirmou.

Dia de gravação

Bolsonaro participou de seu primeiro compromisso de campanha no 2º turno: a gravação de programas eleitorais. As propagandas começam a ser exibidas a partir de sexta-feira (12).

“Eu gravei pouco, mensagens curtas”, contou. Ele disse que os programas terão como objetivo acenar ao Nordeste, combater “fake news” [notícias falsas] e “levar mensagem de esperança, valores familiares”.

“É aquilo que viemos falando ao longo dos últimos anos”, resumiu, na saída da casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, onde foi montado o estúdio de gravação e a sede provisória da produtora responsável pela edição dos programas.

Marinho é primeiro suplente do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que é deputado estadual e um dos filhos do presidenciável.

O candidato à Presidência contou que vai receber, nesta quarta-feira (10), médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, que vão decidir se ele poderá participar de debates ou viajar para outras cidades, como diz desejar. Na última segunda, Bolsonaro afirmou que planeja ir ao Nordeste, caso os médicos permitam.

A questão dos transgêneros – sob a ótica do Direito Constitucional e Civil – deveria ser abordada em todas as Academias de Polícia do Brasil 5

SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL
supercop
Eleita deputada estadual, é o caralho! Menino é menino, menina é menina, o único Trans que existe, é TRANSVIADO !!!

Em resposta a SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL

SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL,

E quando a criança nasce com os dois aparelhos reprodutores, ou seja, buceta , ovários , útero ; mais pinto e bagos, o que é ?

Vá estudar um pouco de ciência e medicina, antes de falar besteira!

A perfeição só no paraíso bíblico, lá não tem deficientes, não tem portadores de síndrome de down, tampouco autistas.

Mas GLTBs sempre existiram e existirão , por isso lá na Torá ( Bíblia ) , há cerca de 4.000 anos , está escrito que homem com homem , mulher com mulher e coito anal em geral é uma abominação aos olhos de Deus…kkk
ABOMINAÇÃO, este é o termo bíblico!
Se escrevessem aberração a culpa seria toda de Deus sempre perfeito e misericordioso…kkk
Mas como ele nunca erra…

De qualquer forma, transgeneridade nada tem a ver com orientação sexual…

Trans ( aquilo que está além ), gênero ( feminino e masculino ).

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Imagine  que por uma razão da natureza você tivesse nascido com um cérebro que se estrutura como feminino num  corpo masculino…

Imagine você nascido com um cérebro que se estrutura masculino em um corpo feminino…

Imagine você tendo aversão ao seu próprio corpo e especialmente ao seu órgão sexual…

Imagine você sofrendo humilhações e violências decorrentes da incompatibilidade entre as estruturas cerebrais e as estruturas corporais…

Será que alguém espanca e humilha quem nasce autista ou Down ? 

É fundamental entender a diferença entre homossexuais e transexuais. Esses últimos dizem respeito à questão de identidade de gênero, que é a convicção íntima  ( ou certeza biológica ) de pertencer ao gênero feminino ou masculino, independentemente de como o outro quer que o indivíduo se sinta.

É como ele se percebe. Já a homossexualidade tem relação com o sentimento; a quem o sentimento ( gostar deste ou daquele )  e o desejo sexual é direcionado ( tesão ) .

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Por isso, não pode ser chamada de “opção” sexual, já que não se escolhe o sentimento: ele aflora, é algo natural que não se escolhe.

Depois de décadas de luta das pessoas  transgênero foi  reconhecido que a  transgeneridade não possui  caráter patológico ( doentio ), tampouco defeituoso.

Não é doença, muito menos defeito…Talvez um acidente biológico!

Todas as organizações de saúde mundiais e as  associações médicas e psiquiátricas já retiraram a transexualidade do rol das doenças mentais, mas – por falta de ou pouca informação – o  preconceito continua existente nas sociedades.

É preciso conscientizar a opinião pública acerca do dever de respeito à identidade como direito individual fundamental, um dos vetores de uma vida digna.

Algumas crianças transgênero têm o privilégio de ter pais que buscam esclarecimento, e conseguem lidar com a situação de uma forma pacífica, compreensiva e acolhedora, mas a maioria, infelizmente,  por vergonha social e religiosa , ainda têm desfechos cruéis, senão fatais, precedidos por atos de violência física e psicológica, episódios de agressão e abandono.

Expulsão do lar para a sarjeta e depois para a prostituição e morte!

O NOME COMO DIREITO FUNDAMENTAL

O CNJ garante a desnecessidade da cirurgia de transgenitalização para alteração de nome e retificação de sexo jurídico no registro civil, respectivamente. Recentemente, o STJ, em decisão inovadora e condizente os novos rumos tomados pelo ordenamento jurídico brasileiro pós Constituição de 1988, dispensou qualquer tipo de obrigatoriedade de cirurgia para modificação dos assentos civis das pessoas. Este julgado se apresenta como um importante precedente na seara dos direitos individuais e da personalidade.

O que se observa é que a designação sexual assentada no primeiro registro leva em consideração somente a observação física, que, com o tempo, pode ser suplantada pelo aspecto do sexo psicológico; pela real identidade e representação de gênero dos indivíduos que buscam a retificação civil de seu nome e a redesignação sexual como meio de promoção de sua dignidade, cidadania e bem estar. A falha primária acometida sobre a transexualidade é um engano no primeiro registro do tipo sexual, determinado ao nascer, e apenas em observância dos fatores biológicos, mas que, com o passar dos anos, demonstra-se incoerente com o aspecto do sexo psicológico e da real identidade de gênero. A busca é pela reparação desse engano; para que adquira sua real identidade registral, podendo ser identificado publicamente através de seus registros civis em total coerência com sua representação de gênero e nome frente à sociedade.

O entendimento foi firmado pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao acolher pedido de modificação de prenome e de gênero de transexual que apresentou avaliação psicológica pericial para demonstrar identificação social como mulher. Para o colegiado, o direito dos transexuais à retificação do registro não pode ser condicionado à realização de cirurgia, que pode inclusive ser inviável do ponto de vista financeiro ou por impedimento médico.

No pedido de retificação de registro, a autora afirmou que, apesar de não ter se submetido à operação de transgenitalização, realizou intervenções hormonais e cirúrgicas para adequar sua aparência física à realidade psíquica, o que gerou dissonância evidente entre sua imagem e os dados constantes do assentamento civil. Tal decisão é de tamanha importância para conjuntura atual de preconceito e homofobia em que vivemos, que cabe aqui colacioná-la na íntegra:

Ação de retificação de registro de nascimento. Troca de prenome e do sexo (gênero). Pessoa transexual. Cirurgia de transgenitalização. Desnecessidade. DESTAQUE O direito dos transexuais à retificação do prenome e do sexo/gênero no registro civil não é condicionado à exigência de realização da cirurgia de transgenitalização. INFORMAÇÕES DO INTEIRO TEOR A controvérsia está em definir se é possível a alteração de gênero no assento de registro civil de pessoa transexual, independentemente da realização da cirurgia de transgenitalização (também chamada de cirurgia de redesignação ou adequação sexual). Inicialmente, e no que diz respeito aos aspectos jurídicos da questão, infere-se, da interpretação dos arts. 55, 57 e 58 da Lei n. 6.015/73 (Lei de Registros Públicos), que o princípio da imutabilidade do nome, conquanto de ordem pública, pode ser mitigado quando sobressair o interesse individual ou o benefício social da alteração, o que reclamará, em todo caso, autorização judicial, devidamente motivada, após audiência do Ministério Público. Quanto ao ponto, cabe destacar ser incontroversa a possibilidade de alteração do prenome, na medida em que o Tribunal de origem manteve a sentença que rejeitou tão somente o pedido de alteração do gênero registral da transexual mulher. Ocorre que a mera alteração do prenome das pessoas transexuais, não alcança o escopo protetivo encartado na norma jurídica infralegal, além de descurar da imperiosa exigência de concretização do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Isso porque, se a mudança do prenome configura alteração de gênero (masculino para feminino ou vice-versa), a manutenção do sexo constante no registro civil preservará a incongruência entre os dados assentados e a identidade de gênero da pessoa, a qual continuará suscetível a toda sorte de constrangimentos na vida civil, configurando-se flagrante atentado a direito existencial inerente à personalidade. Nesse contexto, o STJ, ao julgar casos nos quais realizada a cirurgia de transgenitalização, adotou orientação jurisprudencial no sentido de ser possível a alteração do nome e do sexo/gênero das pessoas transexuais no registro civil – entendimento este que merece evolução tendo em vista que a recusa de modificação do gênero nas hipóteses em que não realizado tal procedimento cirúrgico ofende a cláusula geral de proteção à dignidade da pessoa humana. Vale lembrar que, sob a ótica civilista, os direitos fundamentais relacionados com a dimensão existencial da subjetividade humana são também denominados de direitos de personalidade. Desse modo, a análise do tema reclama o exame de direitos humanos (ou de personalidade) que guardam significativa interdependência, quais sejam: direito à liberdade, direito à identidade, direito ao reconhecimento perante a lei, direito à intimidade e à privacidade, direito à igualdade e à não discriminação, direito à saúde e direito à felicidade. Assim, conclui-se que, em atenção à cláusula geral de dignidade da pessoa humana, a jurisprudência desta Corte deve avançar para autorizar a retificação do sexo do indivíduo transexual no registro civil, independentemente da realização da cirurgia de adequação sexual, desde que dos autos se extraia a comprovação da alteração no mundo fenomênico (como é o caso presente, atestado por laudo incontroverso), cuja averbação, nos termos do § 6º do artigo 109 da Lei de Registros Públicos, deve ser efetuada no assentamento de nascimento original, vedada a inclusão, ainda que sigilosa, da expressão transexual ou do sexo biológico.

REsp 1.626.739-RS, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, por maioria, julgado em 9/5/2017, DJe 1/8/2017.

O relator do referido recurso especial, ministro Luis Felipe Salomão, lembrou em seu voto inicialmente que, como Tribunal da Cidadania, cabe ao STJ levar em consideração as modificações de hábitos e costumes sociais no julgamento de questões relevantes, observados os princípios constitucionais e a legislação vigente. Além disso, na hipótese específica dos transexuais, o ministro entendeu que a simples modificação de nome não seria suficiente para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana e que também seriam violados o direito à identidade, o direito à não discriminação e o direito fundamental à felicidade.

Pode-se dizer, então, que o nome registral de um indivíduo é um elemento de identificação. O nome no registro civil, se presta a duas funções sociais, ambas identificadoras: o indivíduo se identificar e fazer com que a sociedade o identifique. A partir do momento que esse registro passa a não cumprir essa função social, é preciso revê-lo juridicamente.

Quanto aos argumentos no sentido de que a alteração do nome poderia ocultar aqueles que desejam finalidades ilícitas, é certo que nome não configura mais um fator determinante na segurança pública. Na verdade, é de somenos importância quando se dispõe de tantos outros recursos como a digital, a íris, a curvatura da mão e o reconhecimento facial. A tecnologia é que traz segurança e não o nome, que é um fator de relevância enquanto vetor de inclusão social.

A identidade é, portanto, um fator de inclusão social, mas não de segurança pública, uma vez que somente o nome é alterado, os números dos documentos como CPF e carteira de identidade continuam os mesmos.

Nas palavras no ministro Salomão: “ademais, impende relembrar que o princípio geral da presunção de boa-fé vigora no ordenamento jurídico. Assim, eventuais questões novas deverão ser sopesadas, futuramente, em cada caso concreto aportado ao Poder Judiciário, não podendo ser invocados receios ou medos fundados meramente em conjecturas dissociadas da realidade concreta”.

Ainda sobre esse aspecto, o direito ao segredo de justiça preserva a privacidade do indivíduo transgênero sem que represente qualquer perigo para a sociedade, restringindo o assunto ao âmbito dos diretamente interessados. Dessa forma, ampliam-se as chances de integrá-lo e mantê-lo resguardado de qualquer tipo de discriminação.

CONCLUSÃO:

Reconhecer o indivíduo frente à sua própria identidade é respeitá-lo enquanto pessoa e cidadão – e não trará nenhum prejuízo à sociedade, gerando, ao contrário, enorme bem-estar, dignidade e sentimento de justiça, conduzindo à uma convivência harmônica e respeitosa entre todos que a compõem, com todas as suas diversidades raciais, sexuais, étnicas, etc.

Sem ter uma identidade civil compatível com a aparência, torna-se impossível desfrutar de tratamento igualitário em uma sociedade já marcada por traços de ódio e preconceito.

Além das questões jurídicas que envolvem o tema, e que devem ser debatidas para que o Direito acompanhe a evolução da sociedade, existe a preemente necessidade alarmante de promover a conscientização coletiva, de modo que o indivíduo se sinta acolhido no meio em que vive.

Fonte: RENATA MOURA TUPINAMBÁ: graduada em Direito (Universidade Federal do Rio de Janeiro); pós-graduada em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Cândido Mendes; pós-graduanda pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro; aprovada nos Concursos para os cargos de Analista do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro e Defensor Público Substituto do estado da Bahia!

Interpolações e alterações do texto original: Flit Paralisante. 

Os bolsonaristas não fazem fake news, né “seu doutor” ; o cara ainda nem foi eleito e já demonstra todo o perfil autoritário de ex-juiz “federal” e ex-fuzileiro…Só falta ser crente e querer acabar com o carnaval! 8

Wilson Witzel ameaça Paes de prisão em debate no Rio

Ex-juiz acusa o adversário de espalhar fake news nas redes sociais

9.out.2018 às 15h58

Italo Nogueira
RIO DE JANEIRO

O ex-juiz Wilson Witzel (PSC), candidato ao governo do Rio de Janeiro, ameaçou nesta terça-feira (9) prender em flagrante o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) caso seja alvo do que chama de injúria durante algum debate.

Witzel afirma que tem sido vítima de informações falsas circulando nas redes sociais. Ele atribui a divulgação a Paes, que nega.

Wilson Witzel, candidato ao governo do Rio de Janeiro
Wilson Witzel, candidato ao governo do Rio de Janeiro – Mauro Pimentel – 19.set.2018/AFP

“O crime de injúria é de pequeno potencial ofensivo. Está sujeito sim a voz de prisão. O que eu tenho dito é que a política tem sido feita de uma forma irresponsável. Essas fake news… Elas só podem sair de um lado, que é o candidato opositor. Esse tipo de coisa, não vou admitir. Se for praticado crime de injúria durante programa de televisão, nós vamos parar na delegacia”, disse ele.

Paes negou ser o responsável por notícias falsas sobre o adversário, mas disse que ele terá “que aprender que, quando se está na vida pública, somos o tempo todo arguido sobre o que a gente faz ou não”.

“Ser candidato a governador não é ficar dentro de uma sala de juiz assinando e determinando coisas. Todos temos a obrigação, responder”, afirmou ele.

O candidato do DEM criticou ainda o episódio em que uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL) foi quebrada na presença de Witzel.

As aves de rapina estão se depenando: Alckmin insinua que DORIA é traidor e covarde 18

Em reunião, Alckmin interrompe Doria e insinua que é traidor e covarde

Em reunião fechada, ex-governador interrompe ex-prefeito

Thais Bilenky
São Paulo

Em reunião fechada da executiva do PSDB, nesta terça-feira (9), em Brasília, Geraldo Alckmin enfrentou João Doria. Segundo relato de três diferentes fontes presentes ao encontro, Alckmin interrompeu Doria e disse que não era um traidor e covarde.

Alckmin teria reagido no momento em que Doria fez alguma cobrança.

Candidato ao governo paulista, Doria está em uma ofensiva para tirar Alckmin do comando nacional do PSDB. O ex-prefeito disputa o governo paulista e quer tomar controle do partido, aproveitando-se da derrota de Alckmin na eleição presidencial.

Desde domingo, quando o prefeito de São bernardo do Campo, Orlando Morando, aliado de Doria, defendeu que Alckmin deixe a presidência do PSDB, o grupo do candidato a governador se movimenta para enfraquecer adversários internos.

O diretório municipal expulsou Saulo de Castro, aliado de Alckmin, e Alberto Goldman, próximo a Serra.A executiva nacional desautorizou.