GENERAL TRAPALHÃO – Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirma o senador eleito Major Olímpio…( Certamente o João Dólar negociou esse apoio do vice de Bolsonaro ! ) 13

Mourão tira foto com Doria, e chefe do PSL em SP diz que ele só atrapalha Bolsonaro

Vice de Bolsonaro se encontrou com o Doria, candidato tucano ao governo de SP

Talita Fernandes
Rio de Janeiro

A manifestação de apoio do general Hamilton Mourão (PRTB) ao tucano João Doria, candidato ao governo de São Paulo, irritou dirigentes do PSL.

“Mais uma vez o Mourão só atrapalha. Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirmou à Folha o senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo.

Mourão é vice da chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que decidiu se manter neutro na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

Ele teve um encontro com Doria em São Paulo na noite desta quarta-feira (17) para manifestar seu apoio. A reunião foi registrada e divulgada nas redes sociais pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris. O encontro aconteceu à revelia da campanha de Bolsonaro.

Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria
Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria – Reprodução Instagram/cauemacris

Mourão aparece na foto fazendo sinal de “acelera” com a mão, marca da candidatura do tucano, entre Doria e Levy Fidelix, presidente do PRTB, ao qual é filiado.

Na legenda, o deputado estadual usou as hashtags #bolsodoria e #acelera. Ele marcou o candidato Jair Bolsonaro na postagem.

A tentativa de aproximação de Doria à candidatura de Bolsonaro já gerou desconforto recentemente na campanha. O tucano foi ao Rio na última sexta-feira (12) para tentar encontrar e gravar com o presidenciável do PSL, mas não foi recebido.

Olímpio, que preside o diretório paulista, é opositor ferrenho a Doria e interveio para que Bolsonaro não encontrasse o candidato tucano. O presidenciável, por sua vez, negou que tivesse marcado o encontro.

Já Mourão protagonizou cenas de desgaste interno na campanha, como o episódio recente em que ele criticou o 13º salário.

A relação entre o candidato e o vice azedou e Mourão tem se mantido distante do núcleo da campanha.

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EMPATADOS – Márcio França continua subindo nas pesquisas e logo ultrapassará o João Dólar 12

Ibope em SP: Doria tem 52% dos votos válidos e França, 48%

Ex-prefeito e atual governador de São Paulo estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos

O Ibope divulgou nesta quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral do segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo. O candidato do PSDB, João Doria, aparece no levantamento com 52% dos votos válidos, contra 48% do atual governador paulista, Márcio França (PSB). Os dois estão empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Os votos válidos são calculados excluindo eleitores que declaram votar nulo, em branco e os indecisos. Para vencer a eleição, um candidato deve obter 50% dos votos válidos mais um.

Em relação aos votos totais, isto é, levando em conta brancos, nulos e indecisos, Doria tem 46% das intenções de voto e França, 42%. Eleitores que pretendem anular seus votos ou votar em branco são 10%. Os que não sabem somam 2%.

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor 2

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor

Tucano Paulo Alexandre Barbosa afirma que seu partido precisa se reinventar

Thais Bilenky
Santos

Aliado do candidato tucano derrotado à Presidência, Geraldo Alckmin, o prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), declarou em entrevista à Folha apoio à candidatura de Márcio França (PSB) ao governo de São Paulo.

O tucano afirmou que seu correligionário João Doria não representa os ideais do partido e é movido por oportunismo eleitoral.

Eleito em 2012 e reeleito em 2016, Barbosa é filho do ex-prefeito Paulo Gomes Barbosa (1980-84). Formado em direito, foi deputado estadual (2007-10), secretário de Desenvolvimento Social (2011) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (2011-12)

O prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa, durante entrevista em maio de 2017 – Ricardo Nogueira/Folhapress

A candidatura de Doria não é consensual no PSDB. Qual é a sua posição? Minha posição é de preservar os valores da social-democracia. O PSDB em que eu acredito é o do Montoro, Covas, Alckmin. Um partido com compromisso com o interesse público predominante, que não é suscetível a projetos pessoais de poder.

Existe necessidade de avanços em SP, mas não é correto deixar de defender o legado do PSDB no estado por 24 anos. Márcio tem defendido de forma clara. Por isso e pela lealdade a Alckmin, não no discurso, mas na prática, ele terá meu apoio no segundo turno. Ele vai estar com a cabeça focada em São Paulo nos próximos quatro anos.

Doria está em uma ofensiva para tomar conta do partido com uma caça aos infiéis. Inclusive sugeriu a sua expulsão. Estou com a consciência tranquila, porque a minha vida pública sempre foi coerente. Fui candidato a prefeito em uma cidade que o PSDB nunca tinha administrado, cumpri meu mandato e fui reeleito com votação recorde.

Tenho a consciência do dever cumprido. Ao contrário do candidato do PSDB, que foi escolhido nas prévias com a expectativa de ter um prefeito por quatro anos e houve uma traição aos filiados que o escolheram.
Depois, eu diria que houve uma traição ao grande responsável pela escolha do João Doria, que foi justamente o Geraldo. Traiu seu padrinho político.

Quando Doria tentou ser candidato a presidente? Sem dúvida alguma. Eu não renuncio às minhas convicções. Eleição a gente ganha e a gente perde. Os princípios e valores a gente tem ou não tem. Quando João Doria me procurou com 90 dias de mandato na prefeitura para se apresentar como opção como candidato à Presidência, isso obviamente me afasta.

Ele falou abertamente? Na presença de outros colegas. Manifestou que teria mais viabilidade eleitoral que o candidato que foi determinante na sua eleição passados 90 dias. Esse tipo de atitude não me representa. Então eu fui claro, olhando no olho dele. Disse que não havia hipótese de ter o meu apoio.

Mas a maior traição foi ao povo de São Paulo, aos milhões de pessoas que escolheram um prefeito para quatro anos e que ficou pouco mais de um. Sendo o critério para expulsão a traição, João Doria é o primeiro da fila. Quem deve ser expulso é ele.

No primeiro turno, ele flertou com Bolsonaro. Foram sinais claros. Abandonou o legado do PSDB e o candidato do PSDB à Presidência. O movimento Bolsodoria é oportunista.

Caberão o sr., Alckmin e outros no mesmo PSDB que Doria? A urna mandou um recado claro que vai exigir uma reinvenção das estruturas partidárias, não é exclusivo ao PSDB. Se nessa reinvenção o PSDB estiver próximo daquilo em que acredito, estarei nele. Se não, não terei dificuldade nenhuma de sair.

Se Doria ganhar, o sr. sai? Meu posicionamento não tem nada a ver com a disputa eleitoral. Tem a ver com as minhas convicções. Hoje a candidatura que está se apresentando não reflete aquilo que eu penso, por isso estou distante. Não compactuo.

Sua decisão pode ser seguida por outros tucanos? Não tenho dúvidas de que outras pessoas tenham o mesmo sentimento e vão ter a oportunidade de se manifestar. Estou falando por mim. A coerência é fundamental.

[Doria] demoniza o Márcio como representando o PT. Em 2014, ele foi protagonista na chapa que elegeu o PSDB ao governo de São Paulo como vice de Alckmin. Em 2016, ele coordenou a campanha de Doria para a prefeitura pelo PSDB.

Ou seja, em 2014 e 2016, ele não era socialista nem petista. Agora em 2018, passou a vestir esse figurino? Isso é muita contradição e oportunismo eleitoral. É querer enganar a população. O PSB foi um bom aliado, é importante e legítimo que tenha candidatura. Esse é um dos erros do PSDB, achar que é soberano.

Qual é o futuro político de Alckmin? A política é muito dinâmica. Quando ele perdeu a eleição para prefeito em 2008, ouvi muita gente especulando que a carreira dele estava encerrada. Foi governador de São Paulo com votações expressivas. Geraldo é quem tem toda a condição e reputação moral para liderar o processo de transformação do PSDB e da política nacional. É um homem verdadeiro.

Ainda pode disputar eleição? Óbvio. Ninguém tem mais legitimidade do que ele. A qual cargo, Geraldo não faz política pensando em eleição.

Caso se eleja, o sr. aposta que Doria vai governar já pensando na próxima eleição? Já fez isso. E vai repetir, é da postura. Precisamos de um governador que pense no estado. Márcio vai ter esse foco, tem demonstrado capacidade de unir. O flá-flu, nós contra eles, não acrescenta em nada.

Para criar os filhos , policial militar do Choque – com o apoio da família, dos amigos e muita fé – superou o câncer de mama 8

Câncer de mama em homens: “Levei 4 anos para saber que tumor não era acne”

Arquivo pessoal

 

Imagem: Arquivo pessoal

Bárbara Therrie

Colaboração para o UOL VivaBem

14/10/2018 04h

Quando Fernando Fonseca, 34, descobriu que tinha câncer de mama, a doença já havia se espalhado para o pulmão e os ossos. O policial militar sofreu um grande choque com o diagnóstico e se apoiou na família para superar o problema. A seguir, ele conta como foi sua luta:

“Em 2013, uma lesão parecida com uma espinha surgiu no meio do peito. Não doía, mas me incomodava esteticamente. Notei que ela não desaparecia e fui a uma dermatologista. A médica disse que era uma acne e me desaconselhou a retirá-la cirurgicamente, pois disse que eu ficaria com uma cicatriz.

Passado um tempo, essa ‘espinha’ aumentou e apareceram outras duas lesões: um enrijecimento da pele na lateral da minha mama direta e um carocinho no bico do mamilo. Fiquei preocupado e procurei um oncologista mastologista. Fiz uma bateria de exames que constaram uma alteração no tamanho da mama e nos linfonodos. O médico não deu nenhum diagnóstico e pediu para eu retornar em seis meses para repetir os exames.

Mais alguns meses se passaram e me consultei com outro dermatologista. Contei o meu caso, ele me examinou, falou que era queloide e receitou uma pomada. A essa altura eu já estava desanimado e chateado porque sabia que tinha algo de errado comigo, mas nenhum médico confirmava o que era. Tinha desistido de tentar descobrir quando apareceram vários calombinhos debaixo do meu peitoral.

Fui a uma outra dermatologista indicada por uma prima. A médica me examinou e pediu uma biópsia. O resultado apontou que tinha um tumor, mas não se sabia se era de mama ou de pele. Após vários exames, no dia 1º de agosto de 2017, fui diagnosticado com câncer de mama em estágio avançado.

Tumor se espalhou para o pulmão e ossos

Arquivo pessoal
Poder ver os filhos crescerem foi a maior motivação para Fernando lutar contra o câncer Imagem: Arquivo pessoal

Receber o diagnóstico do câncer de mama já foi difícil, e eu ainda descobri que tive metástase no pulmão e nos ossos. Foi um choque, fiquei bastante assustado.Primeiro, entrei em um processo de negação. Depois, me revoltei com os médicos anteriores que não identificaram a doença. Fiquei inconformado por ter procurado ajuda ao perceber os primeiros sintomas e levar quatro anos para saber o que tinha.

Achava que ia morrer e ficava pensando quanto tempo teria de vida. Minha família entrou em desespero 

Na época, eu estava com 33 anos e só pensava nos três filhos que tinha para criar: a Milena, 10 anos; o Jorge, 2; e o Matheus, 1. Tentei ser racional e me acalmar. Estabeleci que não me entregaria.

Como o meu câncer de mama era metastático, os médicos optaram por não fazer a mastectomia. Eles me explicaram que o tumor poderia se espalhar ainda mais enquanto estávamos tratando apenas a mama. Recomendaram iniciar quimioterapia o quanto antes, pelo falto de ela agir em todas as células do corpo.

Fiz oito sessões e foi horrível, tive vários efeitos colaterais. Sentia muita dor no corpo, dor no estômago, cansaço, náuseas, alterações no paladar. Nesse período, busquei ajuda em Deus. Procurava ser grato e ver o lado bom das coisas nas dificuldades.

Quando perdi cabelo, barba, bigode, cílios e sobrancelhas, brincava que tinha ficado mais charmoso 

Arquivo pessoal
Os amigos da polícia militar rasparam o cabelo para apoiar Fernando Imagem: Arquivo pessoal

Meu pai, meus filhos e meus companheiros da polícia rasparam a cabeça para me apoiar e homenagear . Antes do câncer, eu tinha uma vida corrida. Trabalhava como policial militar no canil do Batalhão de Choque, dono de uma empresa de brindes personalizados e fazia faculdade de direito. Quase não convivia com a minha esposa, a Tharin, e com meus filhos. Fiquei um ano de licença médica e aproveitei esse período para me aproximar da minha família.

Minha maior motivação para me manter vivo é ver meus filhos crescerem e deixar um bom exemplo para eles quando não estiver mais aqui. Quero que eles se lembrem de mim como um pai íntegro e que sejam pessoas honestas, centradas e trabalhadoras.

Voltei a trabalhar na polícia há dois meses, mas não vou mais para a rua devido às situações de estresse e de esforço físico. Agora atuo na área administrativa da PM e trabalho como autônomo, levando cães para passear.

Arquivo pessoal
A doença fez com que Fernando se aproximasse mais da esposa e da família Imagem: Arquivo pessoal

Para a medicina não existe cura para meu quadro. Terminei a quimioterapia, tomo medicação e a doença está controlada –não tenho mais o nódulo no pulmão. Nessa jornada, temos um único dia para morrer e todos os outros para viver. A cada dia eu tento ser um melhor marido, pai, filho, irmão e amigo. Meu maior sonho é ser avô.A minha fé não se resume em ser curado, mas em ver que Deus é bom. Se ele quiser me levar amanhã ou se quiser me curar, é soberano para decidir. O que definir para a minha vida, eu serei grato.”

Câncer de mama em homens: sintomas, diagnóstico e tratamento 

A incidência de câncer de mama em homens é baixa, cerca de 1% do total de casos da doença. As causas do problema ainda são desconhecidas, mas, em alguns casos, existem alterações genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento da doença. O tumor é mais comum em homens com idade avançada, entre 60 a 70 anos de idade.

Em geral, há aumento de volume da mama e lesão no bico da mama –como se fosse uma ferida e com saída de sangue. Os sintomas podem se manifestar como dor no bico e sensação de inchaço, endurecimento do bico e da mama e nódulo embaixo do braço (axila).

A forma mais segura de ter o diagnóstico é por meio de mamografia, ultrassonografia das mamas e biópsias. Os tratamentos nos homens são os mesmos que nas mulheres. Cirurgia, quimioterapia, radioterapia e tratamento com anti-hormônios. Tumores pequenos, com biologia favorável e ausência de comprometimento na axila, tendem a alcançar taxas altas de cura.

Fonte: Felipe Andrade, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Região Sudeste, e coordenador da residência em mastologia do Hospital Sírio-Libanês.

Caro Major Olímpio – Márcio França não é, nunca foi , comunista ou bajulador do PT – o presidente Bolsonaro não pode dar uma de tucanalha ficando em cima do muro…Vamos eleger o Márcio França e derrotar o traidor João Dólar Jr. 21

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Talita Fernandes
Rio de Janeiro

Um dia depois do candidato ao governo paulista João Doria (PSDB) ter perdido a viagem até o Rio para tentar encontrar Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável negou que tenha combinado o encontro com o tucano.

“No tocante ao Doria quero agradecer o apoio dele. Eu não havia combinado isso aí. Não sei quem combinou. Eu encontro com ele sem problema nenhum, bato papo com ele sem problema nenhum.”

Bolsonaro deu a declaração a repórteres antes de gravar para o seu programa eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio.

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O PEDIATRA DO POVO – Observem as origens do governador Márcio França e não acreditem nas mentiras do João Dólar 152

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Pediatra do povo – O  médico Luiz Gonzaga de Oliveira Gomes, que nasceu a 25 de setembro de 1923, em Bebedouro, no Interior de São Paulo. Filho do médico Paulo de Almeida Gomes, teve forte atuação em Cananéia ,  Iguape e demais cidades da região de Registro e Vale do Ribeira.

O Dr. Luiz Gonzaga também abraçou a profissão do pai, formando-se médico na Universidade Federal de Curitiba, aos 26 anos.

Tornou-se um renomado pediatra, sempre sensível às comunidades mais carentes. Exerceu vários cargos na área de saúde da região, especialmente em São Vicente.

Por muitos anos foi o único médico a atender a população da cidade, especialmente os mais pobres…

De quem nada cobrava!

Foi diretor da Saúde em Cubatão; secretário-adjunto em Santos; secretário em São Vicente; chefe do Serviço de Fiscalização em Santos; chefe da Pediatria do Hospital São José; chefe do Serviço de Emergência Infantil da Santa Casa de Santos e, por muito tempo, diretor do Centro de Saúde de São Vicente.
Casou-se com Myrthes Giani França Gomes.

O casal teve quatro filhos: Heloisa, Cláudio, Márcio – o nosso governador –  e Flávio ; muitos netos e bisnetos.

Foi professor-assistente da Fundação Lusíada.

Na área esportiva destacou-se como goleiro em times de Iguape, onde ajudou a fundar o Clube Alvorada.

Também gostava de jogar tênis. Faleceu em 1996, aos 72 anos.

Presidente Bolsonaro, o João Dólar é filho de um político que foi cassado pelo AI-1 e exilado em razão de acusações de ser simpatizante do comunismo e de ser prosélito de João Goulart…Márcio França é filho do querido médico – Dr. Luís Gonzaga de Oliveira Gomes o “Pediatra do povo” – que sempre se dedicou aos mais pobres no Vale do Ribeira e Baixada Santista 18

Eu não havia combinado isso aí, diz Bolsonaro sobre encontro com Doria

Presidenciável disse que está disposto a participar de debates se não houver interferência de terceiros

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro – Erick Dau/Folhapress

Talita Fernandes
Rio de Janeiro

Um dia depois do candidato ao governo paulista João Doria (PSDB) ter perdido a viagem até o Rio para tentar encontrar Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável negou que tenha combinado o encontro com o tucano.

“No tocante ao Doria quero agradecer o apoio dele. Eu não havia combinado isso aí. Não sei quem combinou. Eu encontro com ele sem problema nenhum, bato papo com ele sem problema nenhum.”

Bolsonaro deu a declaração a repórteres antes de gravar para o seu programa eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio.

Doria fez um bate-volta de São Paulo ao Rio de Janeiro na sexta-feira (12), numa tentativa de participar da gravação de vídeo de Bolsonaro.

O movimento do tucano irritou dirigentes do PSL, que decidiu se manter neutro no segundo turno em todos os estados, exceto nos três em que tem candidatos: Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

“Eu sei que ele [Doria] é uma oposição ao PT. Somos oposição ao PT e eu sei que o outro lado, [Márcio] França, tem apoio velado do PT. Em todo momento eu desejo boa sorte ao Doria.”

DEBATE

Bolsonaro disse que pode ir a debates se tiver garantias de que não haverá interferência de terceiros sob Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno.

“Se for um debate, eu e ele, sem interferência externa, eu to pronto para comparecer”, afirmou, sem explicar a quem se referia ao falar em interferência externa.

Desde que sofreu uma facada, no início de setembro, ele não participou mais dos debates e foi criticado por seus adversários. Bolsonaro aguarda liberação médica para fazer atos de campanha e deve passar por nova avaliação na quinta-feira (18).

Esta semana ele havia indicado que não iria aos programas mesmo se fosse liberado. “Se for eu e ele estou pronto para debater sim. Eu não quero ir a debate se houver a participação de terceiros. Quem está disputando a eleição sou ele e eu.”

Ele voltou a criticar o PT e disse que, se for eleito, vai acabar com o toma lá dá cá na política. “Não adianta você ter boas propostas, mas após uma possível eleição quem vai colocar em prática vai ser um time de ministros que quem vai escalar não vai ser o Haddad, vai ser o Lula.”

Bolsonaro voltou a negar que proporia uma Constituinte se for eleito, ao contrário do que defendeu seu vice, o general Hamilton Mourão. Ele disse que seu norte é a Constituição, da qual afirmou ser “escravo”, mas reconheceu discordar de alguns pontos da Carta, sem dizer quais.

“Tem uns artigos que eu discordo. Vamos propor emendas e se o parlamento concordar, tudo bem. Uma nova constituinte, não.”

URNA ELETRÔNICA

Defensor da volta do voto impresso, o candidato afirmou que vai propor uma nova urna eletrônica.

Sem apresentar evidências de fraude, ele vem questionando ao longo da campanha a confiabilidade da urna eletrônica.

Neste sábado, ele primeiro disse que proporia a criação do voto impresso em combinação com o atual modelo eletrônico.

“É uma forma tranquila de votar, você aproveita a urna eletrônica, mas você tem rapidamente como provar com o voto de papel do lado o resultado das eleições”, afirmou.

O voto impresso foi aprovado pelo Congresso em 2015, mas foi barrado depois por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

Questionado sobre se sua proposta não enfrentaria problemas como Judiciário, que rejeitou a medida, ele então propôs “uma nova urna”.

“Você vai mudar a forma, nós podemos mudar tudo, até a Constituição”, afirmou, sem explicar como isso impactaria na adoção do voto impresso.

“O Supremo decidiu que o voto impresso não cabe, tudo bem. Agora, uma nova urna eletrônica mesmo, mas com o poder de ser auferida isso nos vamos propor sim.”

O candidato comentou ainda a afirmação feita por Haddad sobre ter sido vítima de perseguição em Brasília, na quinta-feira (11), quando participava de evento organizado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

“Poxa, isso é coisa de moleque, de criança. Nem dá para responder que eleitores meus fecharam ele. Coisa de criança, de moleque, de gente que não tem o que fazer. O Brasil tem que estar nas mãos de homens e mulheres com responsabilidade, sem mimimi. Condeno qualquer ataque de quem quer que seja por questão política ou outra qualquer”, afirmou.

Presidente Bolsonaro demonstra caráter ao negar aproximação com o DORIA BOTOX…Vamos apoiar e votar em Márcio França que nunca foi comunista…Aliás, aqui em São Vicente desde 1996 tirou o PT do poder! 7

Doria tenta reunião, mas Bolsonaro não aparece e PSL nega apoio a tucano

Hanrrikson de Andrade

Do UOL, no Rio

 

  • Hanrrikson de Andrade/UOL

    12.out.2018 - O candidato do PSDB João Doria chega à casa em que a equipe de Bolsonaro tem gravado os programas do horário eleitoral, no Rio12.out.2018 – O candidato do PSDB João Doria chega à casa em que a equipe de Bolsonaro tem gravado os programas do horário eleitoral, no Rio

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, tentou, sem sucesso, encontrar-se com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) nesta sexta-feira (12), no Rio de Janeiro.

O tucano havia informado que se reuniria com o pesselista na casa do empresário Paulo Marinho, um dos articuladores da campanha do presidenciável. Bolsonaro, no entanto, alegou que estava indisposto e não compareceu, de acordo com o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno.

Bebianno também reafirmou a posição de neutralidade em relação ao segundo turno nos estados, inclusive em São Paulo. Desta forma, o candidato a presidente agradeceu o apoio de Doria na corrida presidencial, mas não pretende se juntar a ele na disputa pelo governo de SP.

  • O presidente em exercício do PSL afirmou, contudo, que os correligionários estão livres para manifestarem apoio a outros candidatos. Mencionou que Major Olímpio, eleito senador pelo PSL em São Paulo, apoia Márcio França (PSB). Já Joice Hasselman, eleita deputada federal pelo PSL, está com Doria.

Joice e Doria chegaram juntos à residência de Paulo Marinho, na zona sul do Rio, no fim da tarde de hoje. Constrangido, o tucano não quis falar com a imprensa e tentou inclusive esconder o rosto quando cinegrafistas e fotógrafos se aproximaram.

Pouco depois, o guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, chegou à casa, onde foi montado um estúdio para gravação do horário eleitoral de Bolsonaro. Questionado sobre a aproximação entre PSL e PSDB, Guedes ironizou: “PSDB? Eu conheço o Doria”. Os jornalistas insistiram e explicaram que a pergunta se tratava da aproximação entre os dois partidos. “Que estranho, eu gosto do Doria, gosto muito do Doria.”

Segundo uma fonte da campanha de Bolsonaro, o candidato a presidente não gostou da tentativa de encontro por parte do postulante tucano ao governo de SP. Bebianno negou qualquer indisposição e alegou que não havia agenda marcada entre os dois. Disse ainda que Doria não participaria do horário eleitoral de Bolsonaro.

Doria chegou por volta de 17h40 e permanecia na casa de Paulo Marinho por quase três horas. Além dele, Joice, Bebianno e Guedes, participou do encontro Frederico D’Ávila, responsável pelo programa de governo de Bolsonaro para o setor rural. O presidente em exercício do PSL disse que a reunião tinha caráter “institucional”.

“Não tem nenhum encontro marcado entre os dois. Existe uma conversa institucional no sentido de o PSL agradecer o apoio que gentilmente está sendo oferecido pelo candidato João Doria”, declarou Bebianno.

Doria diz que não se sente rejeitado por Bolsonaro

Ao deixar a casa de Paulo Marinho, Doria afirmou que o objetivo da visita foi, apesar da ausência de Bolsonaro, “reafirmar o apoio e voto” no candidato do PSL.

“O candidato deveria ter estado aqui para gravar o seu programa de televisão, mas ontem teve um dia extenuante. Ele mesmo reproduziu esse cansaço face ao tratamento em curso e ontem, como vocês puderam acompanhar, foi um dia muito intenso”, disse o tucano, referindo-se à quinta-feira, em que Bolsonaro se encontrou com deputados eleitos pelo PSL e entrevista coletiva a jornalistas.

Questionado se ele se sentia rejeitado em função do não-comparecimento de Bolsonaro, Doria negou qualquer constrangimento e declarou que o apoio dele não necessita de uma “contrapartida”.

“A intenção da vinda aqui não era nem pedir apoio, nem gravar vídeo e nem receber nenhuma contrapartida a este apoio. Apenas manifestar o nosso apoio, reproduzir e reafirmar o nosso apoio.”

Doria disse ainda que a negociação entre os partidos não se trata de um “jogo”, mas deu a entender que espera, no futuro, um apoio mais explícito.

“Tudo a seu tempo”, comentou. “Mas não há necessidade de nenhuma contrapartida. Aqui não é um jogo, não é uma negociação. O que nós temos como princípio aqui é o Brasil. Eu sou um candidato a favor do Brasil e contra o PT.”

Enquanto Doria atendia aos jornalistas, Bolsonaro fazia uma transmissão ao vivo em sua redes sociais, algo que tem sido rotina na campanha desde que ele voltou para casa, onde se recupera do atentado sofrido em 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG).

Mais cedo, o presidenciável recebeu visita da atriz Regina Duarte em seu apartamento, na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca.

O tucano disse que não falou por telefone com o candidato, mas que entende a neutralidade do partido em relação às disputas nos estados. “Não vim aqui buscar apoio. Compreendo perfeitamente a neutralidade do candidato Jair Bolsonaro. Em São Paulo, da nossa parte, ele será o candidato que receberá o nosso apoio e o nosso voto.”

Apesar de o presidente do PSL ter dito que não havia nada marcado entre os dois, o postulante ao governo de São Paulo afirmou acreditar que só teria ocorrido postura “hostil” ou “não simpática” se Bolsonaro tivesse ido à casa de Paulo Marinho sem a sua presença.

“Se ele tivesse vindo aqui para gravar e tivesse feito a agenda sem a nossa presença, aí sim poderia haver dúvidas em relação a algo que pudesse ser hostil ou não simpático”, comentou. “Essa dúvida não deve pairar. O candidato só não esteve aqui por conta da limitação que ele tem neste momento e por ter tido uma agenda extenuante e difícil”, insistiu.

Doria também rebateu as críticas de que estaria em uma empreitada para “surfar na onda” da popularidade de Bolsonaro. “Eu não surfei em onda nenhuma. Isso é improcedente também. Eu fui eleito no primeiro turno como o candidato mais votado. Tive uma votação mais expressiva do que o segundo colocado. Eu usei o meu capital político e não precisei do capital político de ninguém”.

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Bolsonaro enterrou de vez a economia do Brasil- Bastou uma defecada oral do futuro presidente para a Petrobrás perder R$ 12,5 bilhões; muito mais do que toda a roubalheira multipartidária 81

Petrobras perdeu R$ 12,5 bi na Bolsa em 1 dia após declaração de Bolsonaro

Do UOL, em São Paulo

11/10/2018 12h11Atualizada em 11/10/2018 15h56

Declarações recentes do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), recuando das possibilidades de privatização total da Petrobras fizeram com que as ações das estatais registrassem forte queda na quarta-feira (10). O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em queda de 2,8%. Eletrobras e Petrobras tombaram 8,36% e 2,87%, respectivamente.

As ações das estatais vinham disparando na Bolsa com a expectativa de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL) favorável a privatizações e a reformas econômicas (em entrevistas anteriores, havia admitido a possibilidade de privatizar a Petrobras).

Ao todo, as estatais com ações negociadas na Bolsa perderam R$ 23,24 bilhões em valor de mercado em um único dia, segundo dados da empresa de informações financeiras Economatica. Até então, elas haviam acumulado ganho de R$ 132 bilhões em valor de mercado ao longo de dez dias. Somente a Petrobras perdeu R$ 12,5 bilhões em valor de mercado.

O valor de mercado de uma empresa é calculado multiplicando o valor de cada ação pelo total de papéis disponíveis no mercado.

Valor da Petrobras caiu R$ 12,5 bi

As ações da Petrobras fecharam em queda de 2,87% na véspera, o que corresponde a uma perda de R$ 12,5 bilhões em valor de mercado, segundo levantamento da Economatica. A empresa, que valia R$ 371,51 bilhões na terça-feira (9), passou a valer R$ 359,01 bilhões ontem.

A perda ocorreu depois de Bolsonaro ter dito que o “miolo” da Petrobras não pode ser vendido, e que a empresa não pode “usar do monopólio para tirar o lucro que bem entende”.

Seu partido, o PSL, também falou sobre a petroleira. O presidente da sigla, Gustavo Bebianno, afirmou que não há planos de privatizar a Petrobras no curto prazo.

Eletrobras perdeu R$ 2,88 bi

Os papéis da Eletrobras fecharam em queda de 8,36% na véspera, o que equivale a uma perda de R$ 2,88 bilhões em valor de mercado (caiu de R$ 31,91 bilhões para R$ 29,03 bilhões), segundo a Economatica.

As ações da empresa também foram afetadas por declarações do candidato do PSL, que afirmou ser contra a privatização no setor de geração de energia elétrica e disse estar preocupado com a venda de negócios de energia no Brasil para a China.

Bancos e Vale também caíram

Os principais bancos comerciais do país e a mineradora Vale também perderam valor com o recuo da Bolsa na quarta-feira:

  • O Itaú Unibanco perdeu R$ 9,75 bilhões, de R$ 298,65 bilhões no dia anterior para R$ 288,9 bilhões na quarta;
  • O valor de mercado do Santander caiu R$ 8,33 bilhões, de R$ 157,52 bilhões para R$ 149,20 bilhões;
  • O Bradesco perdeu R$ 7,77 bilhões, passando de R$ 208,27 bilhões para R$ 200,51 bilhões;
  • O Banco do Brasil perdeu R$ 4,6 bilhões, caindo de R$ 108,62 bilhões para R$ 104,03 bilhões;
  • A Vale saiu de R$ 299,68 bilhões para R$ 290,48 bilhões de um dia para o outro, redução de R$ 9,2 bilhões em seu valor de mercado.

Veja as cinco maiores perdas do dia em valor de mercado, em valores absolutos:

  • Petrobras: R$ 12,5 bilhões
  • Itaú Unibanco: R$ 9,75 bilhões
  • Vale: R$ 9,20 bilhões
  • Santander: R$ 8,33 bilhões
  • Bradesco: R$ 7,77 bilhões

UOL Notícias